Laado Vida e Previdência entra no mercado com proposta inovadora

por Juliana Frota

A Laado Vida e Previdência estreia no mercado com proposta inovadora para construir soluções de seguros focadas nas necessidades das pessoas e de suas famílias. A empresa é uma consultoria independente, sem vínculo exclusivo com nenhuma seguradora, permitindo, assim, estudar as proteções financeira com o olhar do que é melhor para a realidade do cliente em cada momento de vida.

“Nossa intenção é acompanhar as pessoas ao longo do tempo. Para isto, é fundamental estar ao lado delas para identificar as mudanças dos contextos de vida e adaptar sua proteção. Escolhemos as melhores soluções, nas melhores seguradoras, mas não focamos em uma específica. Nossa exclusividade e compromisso é com o cliente, sob medida para ele. Como um terno, feito por um alfaiate”, destaca Nelson Paiva, sócio e diretor executivo da Laado Vida e Previdência.

As pessoas precisam ser conscientizadas sobre os riscos e as soluções existentes para mitigá-los. Para a corretora, o seguro de vida, de saúde e a previdência são instrumentos importantes, que, se bem utilizados, cumprem com um propósito maior, de dar sustentabilidade financeira para as famílias e melhorar a sociedade. Ao levar às pessoas informação com muita transparência e clareza, a Laado Vida e Previdência espera, também, contribuir para uma sociedade na qual as pessoas sejam capazes de viver a vida do jeito que quiserem. Com a tranquilidade de saber que não precisam ficar preocupadas com dinheiro se acontecer algum imprevisto, preparadas financeiramente para os diferentes momentos que fazem parte da vida.

Acesse e conheça https://laado.com.br/

Investimentos em insurtech crescem 32%, para US$ 2,3 bi, em 2017

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Os investimentos globais no setor de tecnologia de seguros (insurtech) tiveram um crescimento significativo em 2017, com a Europa se firmando como novo polo fora dos EUA, revela estudo da Accenture. De acordo com o relatório, o número de negociações em insurtech aumentou 39% no mundo todo em 2017, com valor total de contratos 32% maior, chegando a US$ 2,3 bilhões.

A pesquisa, que inclui análises de dados das negociações na área de insurtech ao longo do último ano pela CB Insights, faz parte do estudo da Accenture chamado “Inovação destemida: Insurtechs como catalisadores da mudança no setor de Seguros”.

A América do Norte ainda lidera o setor quando se trata de valor total e número de contratos – responsável por US$ 1,24 bilhão ou 46% das negociações do ano passado – mas esse número cresceu apenas 6% em 2017. Por outro lado, o número de contratos aumentou 118% na Europa, o que corresponde a um terço de todos os contratos em insurtech do mundo, e o valor total aumentou impressionantes 385%, chegando a US$ 679 milhões. A região Ásia-Pacífico viu um aumento significativo em financiamentos, com crescimento de 169% no valor dos contratos, que chegou a USD 385 milhões, e crescimento de 27% no número de negócios.

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Número de transações insurtech por região

Apesar das incertezas em relação à decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia, a nação segue crescendo como a capital europeia de insurtech, com 41 acordos em 2017, o que representa um crescimento total de 117% ao longo dos últimos dois anos. O valor das transações cresceu enormemente em 2017, com US$ 364 milhões investidos nas insurtechs baseadas no Reino Unido, comparado a US$ 19 milhões no ano anterior.

O principal argumento do estudo é que insurtech deveria servir como catalisador da inovação no setor de seguros, mas seguradoras tradicionais precisam reconhecer que a colaboração com as start-ups em insurtech é apenas uma parte desse processo. Por fim, a inovação precisa se tornar intrínseca a todas as empresas.

“O rápido crescimento do setor de insurtech reflete a resposta do investidor ao desejo dos consumidores por mudanças em uma área que tem muito valor retido”, diz Roy Jubraj, líder de Insurance Strategy and Innovation da Accenture para Reino Unido e Irlanda. “Ao mesmo tempo, as seguradoras precisam reconhecer que os investimentos em insurtech sozinhos não poderão entregar os níveis de mudança e inovação que o setor exige ou que o consumidor espera. A chave é contar com uma estratégia de inovação que abranja a empresa como um todo, transforme seu negócio principal e faça com que a empresa impulsione o crescimento”.

O estudo revela que os segmentos patrimoniais e de acidentes foram os mais populares para investimentos em insurtech ao longo de 2017, respondendo a 42% dos investimentos globais, seguidos por seguros multilinha (26%) e saúde (18%). Os seguros pessoais foram responsáveis por mais de dois terços (68%) dos investimentos insurtech, com linhas comerciais e de aplicação mista respondendo por 26% e 6%, respectivamente.

Do ponto de vista da cadeia de valor, marketing e distribuição lideraram em todas as áreas em termos de investimento insurtech, chegando a mais da metade (53%) dos negócios globais. Isso fica ainda mais claro com o número de start-ups mirando experiências de vendas e distribuição concisas e baseadas em aplicativos, bem como as que melhoraram a jornada de pedidos de clientes por meio do envio de fotos de evidências e informações de perda via chatbot.

A pesquisa também mostra que as seguradoras tradicionais estão correndo atrás de empresas de tecnologia emergentes, com um aumento de 63% na participação dessas seguradoras em investimentos de venture capital ao longo dos últimos cinco anos. Os setores mais comuns para esse tipo de investimento foram os de saúde e saúde digital (14%), IoT (13%) e big data e analytics (9%).

“Insurtech não é mais um simples alvo para capitais privados e de risco – é um fenômeno global”, diz Michael Costonis, líder global da prática de Insurance na Accenture. “As seguradoras desempenham um papel importante na reformulação do cenário de tecnologia em todo o setor, com investimentos além dos wearables e serviços telemáticos que buscam oportunidades na distribuição para fortalecer as experiências dos consumidores. O próximo passo para as seguradoras é usar insurtech como trampolim para inovar nas empresas como um todo. Afinal, US$ 2,3 bilhões são uma fatia pequena quando se pensa que o valor total do setor de seguros chega a US$ 4,2 trilhões”.

Programa de autorreciclagem da Bradesco chega a 15,7 mil toneladas de material reaproveitado

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O programa “Auto Reciclagem”, do Grupo Bradesco Seguros, lançado em 2009, doou, até o fim do primeiro semestre de 2018, mais de 15,7 mil toneladas de peças para empresas de reciclagem. Pioneiro entre as seguradoras na prática de reciclar peças resultantes de reparos de carros, caminhões e motocicletas danificados em acidentes com segurados e terceiros, o programa também gera renda para catadores, recicladores e para as próprias siderúrgicas e indústrias afins. Atualmente, é possível reciclar até 80% das peças descartadas de um veículo.

A Bradesco Auto/RE, que possui hoje cerca de 1,5 milhão de veículos segurados, registrou no primeiro trimestre de 2018 mais de duas mil demandas mensais de veículos com perdas totais e quase cinco mil perdas parciais. O Grupo Segurador conta com a parceria de cinco empresas recicladoras, de abrangência nacional, que tornam possível a reutilização de materiais como aço, vidro, plástico e borracha.

“As seguradoras têm no seu dia a dia um grande número de veículos que precisam ser reparados em oficinas. Esse processo gera uma quantidade significativa de peças que deixam de ter utilidade e precisam ser substituídas. Diante disso, criamos, há cerca de 10 anos, o Auto Reciclagem para garantir a essas peças a destinação ambientalmente correta. Já são quase 16 mil toneladas de materiais reciclados, que sem o programa terminariam em terrenos baldios ou margens de rio. Isso é muito gratificante”, explica Enrico Ventura, diretor gerente da Bradesco Auto/RE.

Azul Seguros reformula portal para corretores

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Com o objetivo de facilitar ainda mais a gestão da carteira de clientes dos Corretores, a Azul Seguros reformula o Portal do Corretor, com layout mais moderno, navegação intuitiva e responsivo. Para o Diretor da Azul Seguros, Felipe Milagres, é essencial proporcionar aos parceiros de negócio soluções que os ajudem a focar na prospecção de novos clientes e negócios.

No novo Portal, assim que o Corretor acessa, visualiza as principais informações sobre seus negócios por meio de painéis, o que possibilita ainda mais comodidade na gestão de sua carteira.  As informações estão dispostas da seguinte forma:

Painel Para Atuar: exibe as parcelas em atraso, renovações em risco, sinistros avisados, propostas pendentes e propostas recusadas;

Painel Para Acompanhar: sinistros em andamento, apólices emitidas, apólices canceladas e parcelas pagas.

A busca rápida do site permite encontrar clientes, pelo nome, CPF/CNPJ ou placa do veículo, além de acompanhar toda movimentação da apólice. Felipe explica que essa é uma forma do Corretor se aproximar do seu cliente. “Buscamos otimizar os serviços, criando ferramentas que auxiliem na gestão do negócio”.

Além disso, o Corretor pode acompanhar o seu desempenho no PAR – Programa Azul de Recompensa, com um painel exclusivo, que apresenta os indicadores de produção e o desafio proposto. A nova versão também oferece um atalho para os serviços mais acessados como a segunda via de apólice, agendamento de vistoria, criação de senha restrita, extrato de pagamento e endosso da apólice.

Liberty faz workshop para corretoras desenvolverem técnicas de negociação 

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A Liberty Seguros realizou na última quarta-feira (08), em Salvador, mais um evento do projeto Mulheres Seguras, iniciativa da seguradora que visa incentivar o empreendedorismo e o empoderamento feminino no mercado de trabalho. O projeto faz parte do Isso Tem Valor, área de sustentabilidade da companhia que promove ações de compartilhamento de seus valores com a sociedade.

O workshop, realizado no Sotero Hotel, em Vila Maré, teve como objetivo transmitir novos conhecimentos e capacitação às corretoras da região e contou com palestra de Érika Zoeller, especialista em estratégia e implementação de ações para promoção da diversidade de gênero da Impulso Beta.

As corretoras participantes puderam discutir os desafios enfrentados pelas mulheres durante negociações e aprender novas técnicas para atingirem de forma mais eficiente e segura seus objetivos de negócio. Érika também apresentou métodos de influência para que elas se sintam cada vez mais preparadas e conquistem seu espaço no mercado, especialmente na área de seguros.

“O número de mulheres que se interessam pelo mercado de seguros aumenta a cada ano que passa, o que é extremamente positivo para promover e incentivar a diversidade nesse setor. Na Liberty Seguros, acreditamos que trabalhar o conhecimento e capacitação pode ajudar nossas corretoras e parceiras a se destacarem, além de obterem sucesso em seus negócios”, diz Patrícia Chacon, Diretora de marketing e estratégia da Liberty Seguros.

 

Sobre o Isso Tem Valor

 

O Isso Tem Valor é o projeto da Liberty Seguros dedicado a desenvolvimento da responsabilidade social. Com a iniciativa, a seguradora promove, dentro e fora da empresa, ações sociais para compartilhar seus valores com a sociedade. O Isso Tem Valor está dividido em três pilares: Educação e Empreendedorismo, Boas Práticas e Preservação e Conscientização em Seguros.

 

HDI Seguros anuncia nova diretora de RH

A HDI Seguros, quarta maior seguradora de automóveis do País, anuncia Patricia da Silva Granizo Rodrigues como a nova diretora de Recursos Humanos da companhia. Com vasto conhecimento na área, a executiva tem como missão contribuir com o momento de transformação e inovação da empresa.

“Todas as áreas estão em processo de mudança para atingir os objetivos propostos pela companhia seguradora da melhor forma possível. Particularmente em RH, o time tem o objetivo de construir uma área produtiva, isto é, com projetos e processos que sejam relevantes para o negócio, buscando oportunidades inovadoras e digitais que melhorem o dia a dia dos nossos clientes internos e externos. Além disso, iremos investir na formação de nossos colaboradores, para que tenhamos excelentes líderes e sucessores prontos e capazes de garantir a sustentabilidade do negócio”, comenta a diretora de RH.

Patrícia é psicóloga e possui especialização em Administração de Recursos Humanos, além de dois MBAs, um deles em Administração de Recursos Humanos pela Universidade de São Paulo (USP) e o outro em Gestão de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Assim como o aprofundamento acadêmico, a executiva tem longo repertório prático em seu currículo, acumulando experiências em empresas como Johnson & Johnson, Natura, Arcor e L’OREAL.

GBOEX completa 105 anos sendo líder no mercado em que atua

O grupo GBOEX acaba de completar 105 anos. Foi fundado em 24 de maio de 1913, no Colégio Militar de Porto Alegre. A ideia era, primeiramente, amparar financeiramente as famílias de associados militares falecidos. Mas em 1965, o grupo optou por expandir sua área de atuação e abriu suas portas à população civil e hoje é líder de mercado entre as entidades abertas de previdência complementar sem fins lucrativos, com 63% de market share de janeiro a maio deste ano, segundo ranking elaborado pela Siscorp com base em dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O blog Sonho Seguro entrevistou Ilton Roberto Brum de Oliveira, diretor-presidente da diretoria executiva do GBOEX para saber como a centenária empresa passou por vários planos econômicos e como se reinventa agora com a disfunção digital que transforma os mercados financeiros. “O que faz uma empresa ficar por mais tempo, durar mais que outras é uma questão de gestão”, afirma. Veja abaixo trechos da entrevista.

O GBOEX completa 105 anos em um país com altos e baixos. Qual a receita de sucesso?

Em 105 anos foram muitas mudanças, muitos planos econômicos, abertura do mercado novos players. Isso exigiu da empresa muito planejamento, comprometimento e disciplina. Foi criada com uma nobre missão: proteger famílias. Nasceu com os valores “tradição, solidez e segurança”, que se mantiveram intactos, ultrapassando todas as crises do país, conquistando o respeito no segmento em que atua, bem como da população e dos seus associados. Você me pergunta qual a receita? Uma empresa pode durar 3, 5, 20, 100 anos ou mais. O que faz uma empresa ficar por mais tempo, durar mais que outras é uma questão de gestão. Uma boa gestão é aquela preparada para enfrentar qualquer desafio, mantendo forte o seu alicerce. Não fazemos estratégias pensando só no agora. Fazemos pensando no futuro.

O  GBOEX hoje está entre as maiores empresas de previdência do Brasil. Quais as ações para estimular o hábito de poupar para a aposentadoria?

O “carro-chefe” é a previdência de risco, o pecúlio, que é uma forma de previdência em caso de óbito do titular do plano. Esta cobertura visa prover a família caso o responsável financeiro venha a faltar. A previdência como forma de  aposentadoria é muito importante, pois visa a formação de uma reserva financeira para quando a pessoa não estiver mais na vida ativa. Buscamos otimizar a rentabilidade da poupança de nosso cliente. O GBOEX Prev apresenta excelentes rendimentos, mas estamos sempre evoluindo e por isso, em breve, apresentaremos novidades.

Quais os desafios a vencer? 

Os desafios são vencer as questões culturais, que a cada ano, vem sendo trabalhadas e gerando avanços no entendimento da necessidade de proteção. As pessoas estão cada vez mais cientes da necessidade de proteger a vida, além de proteger somente os bens materiais. A comunicação, por parte das companhias, está ampliando essa percepção. Estamos em constante desenvolvimento, acompanhando essas mudanças, para estarmos sempre preparados e inovando  estratégias. A disseminação da importância desses valores de proteção, é uma das nossas principais preocupações.

Além do hábito de poupar, acredita que as pessoas estão mais atentas aos riscos como acidente pessoal, pecúlio, funeral entre outros?

Risco existe sempre, cada vez mais.  Fatores como violência, acidentes, catástrofes ambientais e a insegurança na previdência social geram atualmente mais preocupações do que no passado. As redes sociais e a facilidade de comunicar-se permitem que os fatos sejam divulgados mais rápidos e para diversos públicos. Isso desperta atenção das pessoas. Muito já se desenvolveu em relação à cultura securitária. Não é mais vista como supérfluo.  Muitas pessoas já entendem como uma necessidade,  mas precisamos ampliar ainda mais esse pensamento. Buscamos trabalhar a questão da educação. Entendemos esse trabalho como compromisso com a sociedade, como parte integrante da nossa missão, que é proteger essas famílias e apresentar soluções, destacando a importância da prevenção. Em breve inauguraremos um curso EaD focado em Educação em Seguros, para auxliar o processo de sensibilização do seguro e previdência.

De que forma a inovação está no dia a dia da empresa?

Nas constantes atualizações que realizamos, seja na área comercial, marketing ou TI, em todos os setores para que haja crescimento. A concorrência é grande e precisamos investir em todas as áreas para acompanhar as mudanças no comportamento do consumidor e as  novas tecnologias. Também investimos na capacitação dos colaboradores, bem como na forma de buscamos no mercado pessoas com experiências em áreas estratégicas para perpetuar esta marca com mais de um século de existência.

Acredita que o brasileiro está preparado para poupar quando a economia retomar e devolver o poder de compra das famílias ?

Uma realizada pela Datafolha em 2017 mostra que o brasileiro é imediatista e tem baixíssima tendência a poupar dinheiro. Ainda falta de percepção da necessidade de proteção,  porém se tem obtido progressos na contratação de planos de caráter previdenciário. Como já citei, as pessoas estão começando a se preocupar mais com o futuro, em virtude do trabalho em conjunto que as empresas do setor de previdência e seguros, bem como das entidades e confederações do setor, estão desenvolvendo em termos de educação financeira e educação em seguros. As estatísticas constantemente publicadas pela CNseg e FenaPrevi mostram a evolução do segmento de vida. As contribuições a planos de previdência complementar aberta somaram R$ 117,66 bilhões em 2017, resultado 2,5% superior ao montante acumulado no mesmo período em 2016, quando os aportes totalizaram R$ 114,7 bilhões. Estamos no caminho certo. Tenho certeza disso.

Precisamos de respostas assertivas na judicialização, diz Marcio Coriolano

Fonte: CNseg

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, está entre as lideranças presentes à abertura do III Congresso Internacional CBMA de Arbitragem, que ocorre nesta manhã de quarta-feira. O evento, realizado pelo Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA), reúne especialistas nacionais e estrangeiros no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Marcio Coriolano relatou que o setor segurador experimenta um avanço sem precedentes da judicialização. “Somente no setor de Saúde Suplementar, segundo dados da Central Nacional das Unimed, as despesas em 2016 apenas com procedimentos não cobertos contratualmente foram R$ 320 milhões. Na saúde pública como um todo, em 2017 foram dispendidos R$ 7 bilhões por estados e municípios, em virtude de decisões judiciais, crescimento de mais de 1.000% entre 2010 e 2017”, afirmou.

O presidente destacou que o Congresso do CBMA pode contribuir com respostas assertivas sobre a judicialização, já que o procedimento da arbitragem pode ser cada vez mais usado para os seguros de médios e grandes riscos. Pediu que, se possível, os juristas e especialistas presentes também debatessem o procedimento da mediação, mais apropriado para os contratos por adesão, onde, segundo ele, também ocorre intensa judicialização.

Lucro operacional das seguradoras registra avanço de 55% no 1o. semestre

Olhar os números das seguradoras publicados pela Superintendência de Seguros Privados, como faz a consultoria Siscorp, nos traz dados bem interessantes. Um deles está nesta tabela. O quadro abaixo mostra a eficiência operacional que o mercado segurador brasileiro vem conquistando com os investimentos feitos nos últimos anos em processos e cortes de custos, conquistados desde a adoção de robôs para atividades rotineiras como com a saída de carteiras não rentáveis que acabam ocasionando em redução do quadro de funcionários.

Dawson Henriques de Oliveira, sócio diretor da Siscorp, afirma que apesar de não haver crescimento no volume de prêmio emitido líquido no primeiro semestre de 2018 em relação ao mesmo período de 2017, o resultado operacional teve um aumento de 55% enquanto o resultado financeiro registrou queda de 8%. “Os gestores das seguradoras já esperavam essa queda por conta dos ajustes para baixo que o governo vem promovendo na taxa de juros da economia, a Selic. Como consequência da melhora operacional, o resultado final foi um incremento de 17% no lucro líquido do setor no primeiro semestre deste ano”, conclui.

Mongeral Aegon apresenta novo seguro de assistência funeral

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A Mongeral Aegon lançou um dos mais modernos e competitivos seguros de assistência funeral (SAF) do mercado. O produto tem como principal objetivo levar a tranquilidade e segurança em um dos momentos mais delicados e sensíveis da vida, prestando todas as providências relativas ao funeral.

A seguradora trabalha com quatro tipos de planos: dois individuais e dois familiares. Os grandes diferenciais em relação ao mercado são o oferecimento de transporte e hospedagem para liberação do corpo, meio de transporte para o acompanhamento do velório, lápide e sepultamento de membros, importante no caso de amputação. No plano maior, o traslado internacional é ilimitado.

Os planos da Mongeral Aegon oferecem, também, o tratamento das formalidades administrativas, organização do funeral, preparação do corpo, traslado, sepultamento ou cremação.

“Antes de lançarmos estas duas novas soluções, nós realizamos uma série de pesquisas para saber o que as pessoas procuram neste tipo de produto. Isto foi fundamental para entregarmos à sociedade uma opção que seja adequada ao momento sensível que é a perda de um ente querido”, explica Patrícia Costa, gerente de Produtos e Inteligência de Mercado da Mongeral Aegon.

As soluções de seguro de assistência funeral da companhia permitem que o beneficiário opte pela prestação de serviço, solicitando diretamente à Mongeral Aegon, ou que ele contrate um serviço à parte, sendo reembolsado no valor limite do capital segurado contratado. Os planos de SAF da seguradora estão disponíveis para contratação de pessoas entre 16 e 85 anos.