Fundación Mapfre alerta público feminino sobre riscos cardíacos

A Fundación Mapfre dá início à terceira edição do programa “Mulheres pelo Coração”, criado com o objetivo de alertar o público feminino sobre os riscos de problemas cardiovasculares, responsáveis por 30,41% das mortes de mulheres no Brasil, segundo o Datasus, o que supera os óbitos por todos os tipos de câncer que atingem o aparelho reprodutor feminino.

Com o tema “Empoderamento do Coração” as atividades buscam incentivar hábitos de vida mais saudáveis por meio de diversas ações na cidade de São Paulo, em linha com a cultura da mulher brasileira e sua versatilidade. A Fundación acredita que ampliar o conhecimento de todos sobre o assunto é uma maneira eficaz de ajudá-lo a fortalecer a saúde coronariana.

“Essa é mais uma iniciativa da Fundación que promove bem-estar e qualidade de vida à sociedade. Além de levar informações sobre esse assunto, queremos contribuir de forma concreta com a saúde da população, por isso, também vamos oferecer exames médicos e orientação nutricional em pontos estratégicos da cidade”, afirma Wilson Toneto, CEO da MAPFRE no Brasil e representante da Fundación no país.

Outra novidade dessa edição é a “Bike do Coração”, que vai circular por diferentes pontos da capital paulista até o novembro, distribuindo o guia “Pela Saúde do Coração”, com informações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças cardiovasculares, entre outros brindes. A partir deste mês, a bicicleta estará em ações de conscientização nos parques Villa Lobos, da Juventude, do Carmo e da Água Branca, nas estações Tatuapé, República e Barra Funda do metrô. A Fundación também vai promover as aulas de Zumba, que acontecerão na Avenida Paulista, e atividades antes e depois da Corrida Vênus.

BB e Mapfre apoia grupo de idosos em Porto Alegre

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O grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre mantém anualmente, via Fundo do Idoso, o apoio à Sociedade Porto Alegrense de Auxílio aos Necessitados – SPAAN, por meio do programa Maturidade Protegida. A iniciativa visa proporcionar uma vida digna aos idosos, focando em assistências, qualidade de vida, proteção e suporte aos atendidos com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, entre outros profissionais.

Localizado no bairro Noai, em Porto Alegre, o SPAAN possui uma área com mais de 12 mil m² e oito prédios construídos, sendo três residenciais, onde os moradores são acomodados de acordo com a sua necessidade. Toda a estrutura é capaz de oferecer, além de dormitórios, áreas de lazer, salas de aula, massoterapia, aulas de artesanato, cultura e até mesmo inclusão digital. O objetivo do projeto Maturidade Protegida, além de manter os serviços prestados pela SPAAN, é ampliar a capacidade de atendimento da casa.

“Nós sempre apoiamos causas em favor da vida. Este projeto vem há muitos anos impactando a história de muitos idosos. Nosso objetivo é, além do incentivo, promover a ampliação no atendimento biológico, psicológico e social de cada participante”, concluiu Fatima Lima, diretora de Marketing e Sustentabilidade do grupo

“O apoio está sendo extremamente importante para a SPAAN, tanto na recuperação dos 5.800 metros quadrados de área construída, como na maior qualificação dos serviços de atendimento aos nossos idosos, proporcionando também o aumento de 130 para 150 moradores, tornando a Instituição uma referência nacional”, afirma Geraldo Hugo Sander, presidente da SPAAN. Por meio do Fundo Nacional do Idoso, a seguradora já apoiou 16 projetos que beneficiaram mais de 4 milhões de pessoas.

Lucro líquido da Allianz recua 5,2%, para € 1,9 bilhão, no segundo trimestre

O grupo alemão Allianz divulgou que as receitas totais cresceram 2,9%, atingindo € 30,9 bilhões de euros no segundo trimestre deste ano comparado ao mesmo período do ano passado. O lucro operacional aumentou 2,3%, para  € 3 bilhões de euros. No segmento empresarial de gestão de ativos, o lucro operacional cresceu devido às receitas maiores, as quais foram impulsionadas pelos maiores volumes de ativos sob gestão e às margens ampliadas. Isso mais do que compensou pelo declínio no lucro operacional do ramo de vida e saúde, informa comunicado.  O lucro operacional no segmento property & casualty (todos os seguros, exceto vida e saúde) ficou estável. O lucro líquido atribuível aos acionistas diminuiu 5,2%,  para € 1,9 bilhão. O grupo informa que o impacto negativo pela venda do nosso tradicional portfólio de seguro de vida em Taiwan foi apenas parcialmente neutralizado pela redução nos impostos sobre rendimentos.

AIG suspende venda de RC profissional para médicos no Brasil

A AIG decidiu descontinuar a venda de seguro de responsabilidade civil para médicos em alguns países, inclusive no Brasil, onde poucas seguradoras atuam em razão de ser um risco com alta sinistralidade e fraudes e que acaba não agradando aos profissionais de saúde tanto pelas limitações de coberturas como também pelo elevado preço, afirmam corretores que pediram anonimato.

Segundo informou a seguradora, trata-se de uma decisão da matriz, que vai manter o produto apenas no mercado americano. No Brasil, o grupo segue atuando com mais de 40 categorias de apólices de responsabilidade civil profissional, como para advogados, contadores, corretores de seguros, cartórios entre outros.

A operação internacional da AIG decidiu descontinuar a sua linha de seguros de Responsabilidade Civil Profissional para a Área da Saúde e deixará de oferecer esta modalidade de seguro em todos os países onde a opera, fora dos Estados Unidos. Trata-se de uma decisão estratégica que faz parte do processo de realinhamento dos negócios da companhia. A AIG está continuamente avaliando sua operação, adequando-a  caso a caso e estabelecendo parcerias oupromovendo aquisições, como foram os casos recentes da parceria com da Carlyle e a aquisição da Validus”, informou a seguradora em nota solicitada pelo blog Sonho Seguro para confirmar a notícia revelada por corretores.

“A AIG Brasil continua sendo um país estratégico para a expansão de parcerias estratégicas com parceiros de negócios para o fortalecimento da marca no mercado de grandes riscos, pequenas e médias empresas e viagem”, acrescentou a companhia.

ANS marca para dia 4 nova audiência pública para debater planos de co-participação

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) marcou para o dia 4 de setembro, no Rio de Janeiro, uma nova audiência pública para debater uma nova regulação para as ofertas de planos de saúde na modalidade coparticipação e franquia. Os documentos que embasaram a discussão também estão disponíveis no portal da ANS na internet, além das regras para a participação na audiência, bem como todos os principais documentos elaborados sobre o tema.

O encontro vai acontecer no auditório da Secretaria de Fazenda e Planejamento, no Centro do Rio de Janeiro, das 8h30 às 17h30. É importante a participação da sociedade, uma vez que isso vai definir o modelo de regulação de coparticipação e franquia.

A participação na audiência dependerá de inscrição prévia por e-mail, tanto para ouvintes quanto para quem quiser expor uma ideia ou apresentar uma sugestão. São disponibilizadas, no total, 180 vagas para os participantes, sendo 15 reservadas para veículos de imprensa. Caso a data não seja suficiente para exposição e apreciação das propostas, a ANS pode estender a audiência pública para o dia 5/9. A atividade será transmitida ao vivo pelo Periscope.

SulAmérica Investimentos fecha parceria com asset Constellation e lança fundo de previdência

A SulAmérica anunciou parceria com hoje com a Constellation Asset Management, tradicional gestora de fundos de ações, com quase R$ 4 bilhões em ativos sob gestão. A primeira ação desta parceria é o fundo Constellation SulAmérica Prev FI Multimercado, com estratégia baseada em uma análise fundamentalista de empresas, com foco no alto retorno sobre o capital investido e que permite que o cotista seja sócio dessas companhias ao longo prazo. Além de oferecer maior diversificação de portfólio aos clientes, o objetivo da companhia é promover a gestão terceirizada de recursos, consolidando o conceito de arquitetura aberta em previdência, segundo nota divulgada aos jornalistas.

“As circulares da SUSEP 563/564 possibilitaram a criação de novas modalidades de produtos de previdência e novas características em fundos de investimento especialmente constituído (FIEs). Consequentemente, em parceria com a Constellation, pudemos ampliar a gama de produtos, deixando-os mais sofisticados para atender a demanda de novos e atuais clientes da companhia”, afirma o vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica, Marcelo Mello, na nota.

O objetivo do Constellation SulAmérica Prev FI Multimercado é investir de uma forma inteligente que, por meio da compra de uma carteira diversificada, aloca inicialmente 70% do seu dinheiro em ativos de renda fixa e 30% em ações selecionadas pela Constellation. Após o investimento inicial, apenas os rendimentos obtidos na renda fixa serão reinvestidos na compra de mais ações.

Construindo um portfólio que, no médio prazo, atinja uma posição em que o capital fique alocado 50% em ações e 50% em renda fixa. O aporte inicial requerido é de R$ 10 mil, sem contribuição regular, com taxa de performance com 20% do que exceder 100% da variação do CDI e taxa de administração de 1,5% ao ano. Estima-se que no longo prazo, a potencial valorização dos recursos alocados em renda varável pode levar o fundo a superar a variação do CDI com risco moderado.

A associação com a Constellation Asset Management está alinhada à estratégia de expansão de portfólio da companhia, que este ano também realizou parceria com a Ibiúna Investimentos e, em anos anteriores, com a JGP Gestão de Recursos e Brasil Plural, reforçando o perfil fundamentalista e multiproduto da SulAmérica Investimentos.

As perguntas certas são o segredo para PMEs contratarem seguro para risco cibernético

Artigo escrito por Thomas Schnitzer, Senior Cyber Risk Analyst da Swiss Re

A digitalização da economia e da sociedade proporciona diversas vantagens. Vivemos em um mundo onde praticamente todos têm um smartphone, compram produtos pela Internet e usam serviços de streaming multimídia. Sob a bandeira “Indústria 4.0”, as empresas estão se beneficiando da rapidez e do aumento de eficiência prometidos pela digitalização dos processos operacionais. Enquanto isso, estações de trabalho no PC funcionais e conexões rápidas à Internet também se tornaram essenciais para as atividades de negócios das empresas de pequeno e médio porte. Porém, a digitalização e a interconectividade crescentes também estão criando um alto grau de dependência de sistemas de TI funcionais e seguros, bem como a necessidade de pessoal bem qualificado.

Há vários anos, falhas de sistemas e ataques de hackers tem provocado cada vez mais casos de interrupção dos negócios, e o vazamento de dados também tem sido oneroso para empresas de todos os portes. No relatório anual “Barômetro de Risco” de 2018, da Allianz, a interrupção dos negócios e os incidentes cibernéticos são considerados como os dois maiores riscos para as empresas. Na maioria dos países ainda não há a obrigatoriedade de informar os incidentes cibernéticos, entretanto, podemos estimar as perdas anuais em todo o mundo em torno de US$ 400 bilhões.

As empresas de pequeno e médio porte estão mais cientes dos riscos cibernéticos e de seus impactos negativos sobre as operações comerciais normais. Em grande parte, isso foi impulsionado pelo surgimento de regulamentos de proteção de dados em diversos países o que, por sua vez, tem levado as pequenas e médias empresas (PME) a se interessarem pela análise de seus riscos de TI, protegendo-se e transferindo parte de seus riscos cibernéticos para as seguradoras.

Muitas seguradoras de ramos elementares e de responsabilidade civil têm reconhecido esse risco e estão oferecendo seguros cibernéticos para proteger as empresas dos custos elevados de incidentes nessa área. Os itens mais populares de cobertura para o próprio segurado incluem interrupção dos negócios, recuperação de dados e extorsão cibernética. Para perdas de terceiros existe cobertura para pedidos de indenização relativo a eventual perda de dados pessoais, multas contratuais de PCI (sistema de conexão para transmissão de sinais utilizado pelo setor de cartões) e responsabilidade de rede/multimídia. Um papel importante também é desempenhado pelo “componente de serviço” oferecido pelas seguradoras, como análises de segurança, medidas preventivas, treinamento e mediação de especialistas em casos de sinistros.

Para calcular os prêmios adequados para a cobertura cibernética, as seguradoras precisam compreender os riscos cibernéticos de seus clientes. Os analistas de risco cibernético auxiliam os subscritores no processo de tomada de decisões, analisando a exposição ao risco cibernético e a adequação das medidas de proteção. Para tanto, eles precisam de amplas informações dos possíveis segurados, na forma de questionários preenchidos, apoiando a documentação e a discussão de riscos. É necessário esclarecer a abordagem geral do proponente à gestão do risco de TI e entender os complexos sistemas, redes e organização de segurança envolvidos. Frequentemente, esse tipo de análise se assemelha a uma auditoria externa de segurança cibernética, que pode durar dias ou até mesmo semanas, o que significa que ela só pode ser usada para avaliar riscos vultuosos.

No caso das PMEs, em virtude do baixo valor dos seguros e prêmios envolvidos, as seguradoras não têm condições de arcar com as custosas e demoradas análises de riscos cibernéticos. Consequentemente, a maioria das seguradoras trabalha atualmente com questionários convencionais de risco, parte deles ainda impressos, mas que cada vez mais podem ser preenchidos online. Por exemplo, em sua versão básica, o questionário modelo da Associação das Seguradoras Alemãs apresenta 10 perguntas, com outras que podem ser acrescentadas dependendo do potencial de risco. Por exemplo, empresas com faturamento anual entre €5 e €10 milhões e que processam dados reservados devem responder a 35 perguntas. Dependendo do valor segurado e dos elementos de cobertura considerados, algumas seguradoras reduzem seus questionários sobre riscos cibernéticos para menos de cinco perguntas e fazem referência aos requisitos adicionais de segurança de TI estipulados em suas condições gerais de seguros.

Em geral, os questionários de risco abrangem duas áreas distintas: exposição ao risco e qualidade do risco. Sobre a exposição ao risco é importante para as seguradoras saberem o tamanho exato e o faturamento anual da empresa, bem como o setor em que ela atua. Outras questões essenciais envolvem o volume de dados pessoais armazenados e processados pela empresa e sua dependência do funcionamento dos sistemas de TI.

Cinco critérios são essenciais para entender até que ponto uma empresa se protege contra os ataques e o impacto dos incidentes de segurança de TI: identificação das informações e dos recursos que precisam ser protegidos, sua proteção adequada, reconhecimento de ataques e incidentes, reação adequada a eles e a recuperação ordenada dos sistemas, processos e dados de TI após um incidente.

No caso das PMEs, perguntas relativas às medidas básicas essenciais de segurança são de suma importância:
– Existe um sistema de gerenciamento de acessos, bem como treinamentos regulares em segurança de TI para os funcionários?
– O software é atualizado em intervalos regulares e há sistemas antigos em uso?
– Os computadores, laptops e redes contam com segurança adequada e ficam separados uns dos outros?
– As cópias de segurança são feitas regularmente?

É relativamente fácil para as seguradoras adotarem questionários cibernéticos para as PMEs e, em geral, seu preenchimento não exige muito tempo. Com questionários virtuais, as respostas podem ser avaliadas e as ofertas preparadas rapidamente. Contudo, os resultados da pesquisa indicam que os questionários de seguros são respondidos pelos próprios diretores administrativos das PMEs, o que representa um certo perigo, já que nem sempre eles estão familiarizados com esse conjunto de problemas relativamente novos, altamente complexos e em rápida mutação. Frequentemente eles subestimam a situação das ameaças à sua empresa e superestimam seu nível de segurança de TI.

Outra possível abordagem para a avaliação de riscos é o uso de uma análise de “fora para dentro”. Ela envolve a avaliação externa do nível de segurança de uma empresa, usando dados e varreduras disponíveis publicamente, mas sem o envolvimento ativo da empresa analisada. Nesse processo, são coletados dados de empresas vulneráveis e de sistemas afetados, configurações não seguras e vazamento de dados. Além dos fatores tecnológicos, fatores econômicos e comportamentais obtidos em diversas fontes também são levados em consideração para determinar um perfil de risco abrangente.

Tais análises espelham a abordagem dos autores de ataques, cujo primeiro passo é coletar informações sobre as vítimas vulneráveis. Mas, ao contrário de um ataque, os sistemas de uma empresa são apenas objeto de uma varredura, sem serem efetivamente penetrados. Os provedores desses serviços incluem a BitSight, Cyence, Security Scorecard e uma série de startups. Esse tipo de avaliação tem diversas vantagens: é realizada de forma automatizada em intervalos regulares, executa análises objetivas e comparáveis, e também pode levar rapidamente em consideração novas falhas e fontes de dados. Contudo, como essas varreduras não examinam o funcionamento interno da empresa, permitem apenas uma avaliação externa e, portanto, limitada da vulnerabilidade técnica. Ao avaliar uma PME, essa abordagem pode ser limitada pela tendência dessas empresas de, dependendo de seu setor, terem uma presença digital pequena.

No futuro, é provável que abordagens combinadas ofereçam o melhor potencial para a análise do risco cibernético das PMEs. Um exemplo seria uma varredura automatizada de fora para dentro, executada paralelamente ao preenchimento de um questionário virtual e verificação das páginas na web indicadas pela empresa. Isso permite uma análise direta das informações sobre gerenciamento de correções e configurações seguras. As ameaças cibernéticas estão em constante evolução, de forma que tomar como base o cenário de risco no momento da subscrição não é suficiente. Ao invés disso, seguradoras e segurados precisam que sua carteira e exposição em TI sejam constantemente mensuradas e calculadas. Uma opção seria a integração dos resultados da varredura de software ou hardware usada na rede interna da PME para examinar os sistemas, configurações e falhas de segurança.

A indústria de seguros desenvolveu abordagens iniciais e procedimentos estruturados para a análise do risco cibernético das PMEs. O cenário de mudança constante das ameaças, novas formas de análise em casos de sinistro cibernético e o progresso tecnológico terão impacto sobre o desenvolvimento de métodos de análise de risco. As seguradoras de riscos cibernéticos devem determinar seus prêmios com base nos resultados da análise objetiva dos riscos e nas medidas de proteção empregadas pelos segurados. Dessa forma, o mercado segurador pode desempenhar um papel importante para estimular a maturidade cibernética de uma economia como um todo, bem como ajudar a ampliar a resiliência cibernética de cada empresa.

Seminário debaterá projeto de lei do contrato de seguros

O presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS) e sócio fundador do escritório de advocacia ETAD, Ernesto Tzirulnik, participa na próxima quarta-feira (8) do 2º Seminário de Seguros Haüptli Advogados Associados, em São Paulo, no Hotel Maksoud Plaza.

Com o tema “A regulação de sinistro e as regras do PLC 29/2017 (Projeto de Lei do Contrato de Seguro)”, Tzirulnik coordena o terceiro painel do evento que reúne Daniel Bellini, da Pottencial Seguradora, e Hilton Gomes dos Santos, da Swiss RE para debaterem o tema.

As inscrições podem ser feitas por e-mail (eventos@hauptli.adv.br) com o nome completo e CPF do inscrito e serão formalizadas mediante a entrega de um quilo de alimento não perecível na data e local do evento. Os alimentos arrecadados terão como destino a Sociedade Beneficente Vivenda da Criança.

Leitores do blog Sonho Seguro têm desconto em curso do IDS

Os seguidores do blog Sonho Seguro terão desconto de 15% no curso Responsabilidade Civil e Seguro, do Instituto IDS América Latina.  O curso em referência possibilitará ao aluno o domínio dos principais aspectos e novos contornos da ligação entre os seguros e a responsabilidade civil.
Os professores que ministrarão as aulas são Angélica Carlini, Bruno Miragem, Ilan Goldberg, Sérgio Barroso de Mello e Thiago Junqueira; os coordenadores são Pedro Ivo Mello, Raphael Miranda e Thiago Junqueira.
O curso acontecerá nos dias 10, 11 e 12 de setembro, de 18h30 às 21h30, na sede do IDS, e disponibilizado ao vivo  e gravado (on demand).
Se tiver interesse, use o cupom promocional DENISE15, que garante o benefício 15% de desconto aos seus seguidores.

Programação

Dia 10/09 -Segunda

De 18h30 às 20h30 – Prof. Sergio Barroso de Mello: A responsabilidade civil e o seguro. De 20h30 às 21h30 – Prof. Thiago Junqueira: Novos paradigmas da responsabilidade civil.Dia 11/09 -Terça
De 18h30 às 19h30 – Prof. Thiago Junqueira: Novos paradigmas da responsabilidade civil. De 19h30 às 21h30 – Prof. Ilan Goldberg: RC e D&O.

Dia 12/09 – Quarta

De 18h30 às 20h – Prof. Bruno Miragem: O contrato de seguro e os direitos do consumidor: aspectos controvertidos.

De 20h às 21h30 – Profa. Angélica Carlini: O seguro de riscos cibernéticos.

CORPO DOCENTE

– Angélica Carlini: Pós-doutora em Direito, Doutora em Direito Político e Econômico, Doutora em Educação, Mestre em Direito Civil e Mestre em História Contemporânea. Advogada. Consultora da CNseg para a área de Relações de Consumo. Presidente da Comissão de Direito Securitário da OAB- Campinas. Conselheira da seção brasileira da AIDA. Docente no programa de Mestrado em Administração de Empresas da Universidade Paulista (UNIP) e coordenadora do Projeto de Mestrado em Direito da Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES).

– Bruno Miragem: Doutor e Mestre em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professor Adjunto da UFRGS. Advogado e consultor jurídico.

– Ilan Goldberg: Doutorando em Direito Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Regulação e Concorrência pela Universidade Cândido Mendes (UCAM). Professor da FGV- Rio. Advogado.

– Sergio Barroso de Mello: Especialista em Direito Privado pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e em Contrato de Seguro e Resseguro pela Universidade de Santiago de Compostela (USC). Vice-Presidente Mundial da AIDA. Presidente do GNT Responsabilidade Civil e Seguro da AIDA Brasil. Professor convidado de diversas Instituições. Advogado.

– Thiago Junqueira: Doutorando em Direito Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Direito Civil pela Universidade de Coimbra. Professor do IDS América Latina e da Escola Nacional de Seguros. Advogado.

Mongeral Aegon lança atendimento via Whatsapp

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A seguradora multinacional Mongeral Aegon lança neste mês o seu atendimento via Whatsapp. Neste primeiro momento, o canal será voltado para corretores parceiros da companhia. Ainda no segundo semestre, a seguradora ampliará o recurso para beneficiários e segurados em caso de sinistro. A implementação completa acontece no primeiro trimestre de 2019, quando todos os clientes poderão entrar em contato pelo aplicativo de mensagens.

O atendimento via Whatsapp seguirá todo o protocolo de segurança semelhante a um contato telefônico. O aplicativo será operado pelos agentes de relacionamento da companhia, e não por robôs, garantindo o relacionamento humanizado, que já foi, inclusive, premiado internacionalmente.

“O nosso objetivo é de oferecer aos nossos públicos mais uma forma de contato visando conveniência e facilidade, mas sem perder de vista a humanização, atenção e a segurança na hora do atendimento. Esperamos, com esta implementação, agilizar cada vez mais o nosso relacionamento com clientes, beneficiários e corretores”, explica Claudia Mattioli, gerente de Relacionamento da Mongeral Aegon.

Neste mês, os cerca de 6 mil corretores parceiros da Mongeral Aegon em todo o Brasil poderão solicitar diversas informações por meio do aplicativo. Ainda neste ano, em setembro, os segurados e beneficiários poderão, em caso de sinistro, entrar em contato com a seguradora por este novo canal, que ajudará com todas as informações e no acompanhamento do processo de pedido de benefício até o pagamento. A terceira fase acontecerá no primeiro trimestre de 2019 e contemplará todos os demais clientes da companhia, independentemente do tipo de solicitação.