O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, está entre as lideranças presentes à abertura do III Congresso Internacional CBMA de Arbitragem, que ocorre nesta manhã de quarta-feira. O evento, realizado pelo Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA), reúne especialistas nacionais e estrangeiros no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
Marcio Coriolano relatou que o setor segurador experimenta um avanço sem precedentes da judicialização. “Somente no setor de Saúde Suplementar, segundo dados da Central Nacional das Unimed, as despesas em 2016 apenas com procedimentos não cobertos contratualmente foram R$ 320 milhões. Na saúde pública como um todo, em 2017 foram dispendidos R$ 7 bilhões por estados e municípios, em virtude de decisões judiciais, crescimento de mais de 1.000% entre 2010 e 2017”, afirmou.
O presidente destacou que o Congresso do CBMA pode contribuir com respostas assertivas sobre a judicialização, já que o procedimento da arbitragem pode ser cada vez mais usado para os seguros de médios e grandes riscos. Pediu que, se possível, os juristas e especialistas presentes também debatessem o procedimento da mediação, mais apropriado para os contratos por adesão, onde, segundo ele, também ocorre intensa judicialização.
Olhar os números das seguradoras publicados pela Superintendência de Seguros Privados, como faz a consultoria Siscorp, nos traz dados bem interessantes. Um deles está nesta tabela. O quadro abaixo mostra a eficiência operacional que o mercado segurador brasileiro vem conquistando com os investimentos feitos nos últimos anos em processos e cortes de custos, conquistados desde a adoção de robôs para atividades rotineiras como com a saída de carteiras não rentáveis que acabam ocasionando em redução do quadro de funcionários.
Dawson Henriques de Oliveira, sócio diretor da Siscorp, afirma que apesar de não haver crescimento no volume de prêmio emitido líquido no primeiro semestre de 2018 em relação ao mesmo período de 2017, o resultado operacional teve um aumento de 55% enquanto o resultado financeiro registrou queda de 8%. “Os gestores das seguradoras já esperavam essa queda por conta dos ajustes para baixo que o governo vem promovendo na taxa de juros da economia, a Selic. Como consequência da melhora operacional, o resultado final foi um incremento de 17% no lucro líquido do setor no primeiro semestre deste ano”, conclui.
A Mongeral Aegon lançou um dos mais modernos e competitivos seguros de assistência funeral (SAF) do mercado. O produto tem como principal objetivo levar a tranquilidade e segurança em um dos momentos mais delicados e sensíveis da vida, prestando todas as providências relativas ao funeral.
A seguradora trabalha com quatro tipos de planos: dois individuais e dois familiares. Os grandes diferenciais em relação ao mercado são o oferecimento de transporte e hospedagem para liberação do corpo, meio de transporte para o acompanhamento do velório, lápide e sepultamento de membros, importante no caso de amputação. No plano maior, o traslado internacional é ilimitado.
Os planos da Mongeral Aegon oferecem, também, o tratamento das formalidades administrativas, organização do funeral, preparação do corpo, traslado, sepultamento ou cremação.
“Antes de lançarmos estas duas novas soluções, nós realizamos uma série de pesquisas para saber o que as pessoas procuram neste tipo de produto. Isto foi fundamental para entregarmos à sociedade uma opção que seja adequada ao momento sensível que é a perda de um ente querido”, explica Patrícia Costa, gerente de Produtos e Inteligência de Mercado da Mongeral Aegon.
As soluções de seguro de assistência funeral da companhia permitem que o beneficiário opte pela prestação de serviço, solicitando diretamente à Mongeral Aegon, ou que ele contrate um serviço à parte, sendo reembolsado no valor limite do capital segurado contratado. Os planos de SAF da seguradora estão disponíveis para contratação de pessoas entre 16 e 85 anos.
O tema seguro foi incluído nos debates do G-20 pela primeira vez graças ao esforço de profissionais do setor que sentiam um certo desconforto em constatar que no meio de tantos grupos de discussão não estava um setor que tem como propósito apoiar o crescimento sustentável das economias. Tal inquietação culminou na criação do Fórum de Seguros na Argentina, apresentado por uma comitiva argentina ontem em São Paulo para cerca de 60 executivos brasileiros. “Temos aqui executivos que representam cerca de 80% do PIB de res/seguros do Brasil e certamente poderemos agregar muitas discussões para o Fórum”, afirmou José Carlos Cardoso, presidente do IRB Brasil Re e um dos coordenadores do evento.
Trata-se da primeira reunião internacional do setor de seguros dos países membros do G-20, no qual os líderes do setor internacional trocarão experiências, idéias e propostas sobre os desafios do mercado global de seguros. A ideia de criar um evento exclusivo para falar de resseguro e seguro, que acontecerá nos dias 25 e 26 de setembro, em Bariloche, surgiu a reboque da Argentina estar sediando as discussões do G-20 neste ano. O comitê organizador do evento de seguros está responsável por mostrar ao mundo a importância da indústria de seguros como um mecanismo de proteção social para promover a estabilidade e crescimento financeiro e econômico no contexto maior do G-20, que tem como temas a “guerra comercial”, a regulamentação financeira e a redução, até 2035, do déficit global em infraestrutura que chega a US$ 5,5 trilhões.
“É um fato histórico”, afirmou Carlos Alfredo Magarinos, embaixador argentino no Brasil. “Esse evento marca um momento especial da relação bilateral dos dois países, que tem muitas oportunidades de crescimento em diversos segmentos”. Ele ressaltou que o evento foi viabilizado diante do incansável trabalho de Juan Pazo, superintendente de seguros da Argentina. “As prioridades da Presidência da Argentina do G-20 estão intimamente ligadas aos principais temas do setor de seguros, como a promoção de investimentos de longo prazo para a infraestrutura, construir uma economia resiliente, a disrupção digital de seguros e negócios globalizados”, citou.
Desde que assumiu o comando da “Susep” argentina, Pazo viajou para diversos países com o objetivo de colocar o mercado segurador na rota de crescimento, absorvendo as regras internacionais que regem o setor de seguros e de resseguros. Segundo Pazo, as discussões relacionadas ao desenvolvimento sustentável, as barreiras ao investimento de longo prazo em infra-estrutura, inovação tecnológica e estabilidade financeira não podem ser totalmente abordadas sem a voz do setor de seguros. “Ele conseguiu convencer o governo e os líderes do G20 sobre a importância do setor para o crescimento dos países e obteve autorização para criar um fórum específico dedicado ao seguro, que já conta com mais de 40 representantes de organismos multilaterais como OCDE e FMI, além de grandes players do setor mundial”, acrescentou o chairman do evento, Adrián Werthein.
Desde então, várias entidades da indústria mundial de seguros, como a The International Cooperative and Mutual Insurance Federation (ICMIF) e a Geneva Association, que concentram uma boa parcela dos executivos que representam o PIB mundial de seguros em seus quadros de colaboradores, uniram esforços para produzir uma agenda para o evento, em parceria com suas associadas. SulAmérica, Bradesco e IRB Brasil Re são membros da Geneva Association, que reúne executivos das maiores seguradoras do mundo. “Temos muitos assuntos em comum nos dois mercados, que podem render bons frutos para o fortalecimento do setor na região”, comentou Patrick Larragoiti, presidente do conselho da SulAmérica, presente no evento.
Mesmo sendo mercados muito diferentes, tanto em tamanho como em regulamentação, os dois têm como prioridade elevar a penetração do setor no PIB, ambos com 3% ( desconsiderando saúde e capitalização dos dados brasileiro). Em gestão de ativos de seguros, a argentina tem um representatividade de 3,8%, enquanto o Brasil exibe 13,8% sobre o PIB, superado apenas pelo Chile, com 21,9%.
Apesar de o Brasil ser o líder absoluto em seguros na América Latina, com US$ 83,3 bilhões em prêmios de um total de US$ 167,8 bilhões em 2017, como destacou Marcio Coriolano, presidente da CNseg, os dois países também buscam a internacionalização dos mercados, ajustes do arcabouço regulatório, desenvolvimento em agronegócios e garantias financeiras para projetos.
“Temos também o desafio de viabilizar garantias securitárias para projetos de infraestrutura”, ressaltou Coriolano, em sua apresentação sobre o mercado brasileiro. “Não apenas através do desenvolvimento de produtos inovadores para melhorar a resiliência econômica, mas também como um catalisador de recursos ao investirmos reservas que superam R$ 1 trilhão”, acrescentou.
Coriolano apresentou um panorama do mercado de seguros brasileiro, com o histórico do desempenho dos segmentos dos seguros no período de 2008 a 2017, bem como as prioridades regulatórias e a agenda da CNseg. Ele lembrou também que o setor de seguros precisa estar incorporado com mais efetividade nas agendas macro e microeconômicas do governo para ser ainda mais presente na proteção da sociedade e no papel de destacado investidor institucional, formando poupanças.
O xerife do mercado de seguros da Argentina informou aos presentes que usou as regras de abertura do resseguro no Brasil como referência para o mercado argentino, que começa a se consolidar depois de enfrentar sérios problemas no passado. Já o Brasil buscou no ano passado aprender com a Argentina mais sobre seguro de acidente do trabalho, que representa uma boa fatia do faturamento das companhias portenhas.
Cardoso: Nosso papel é liderar as discussões, aproveitando a presença de grandes nomes do nosso mercado
O presidente do IRB finalizou as apresentações, afirmando ser de grande importância que os empresários brasileiros apoiem o evento. “O objetivo geral é apresentar aos líderes do G-20 o papel das seguradoras como provedores de soluções para alguns dos problemas mais urgentes que o mundo enfrenta hoje, como a falta de recursos para projetos de infraestrutura, um tema que muito significa para todos nós”. Também são coordenadores do evento juntamente com Cardoso, Alejandro Simón (Sancor Seguros), Recaredo Arias (GFia) e Toyonari Sasaki (LIAJ – Life Insurance Association of Japan).
Entre os palestrantes, o Fórum de Seguros na Argentina já tem a confirmação de Jonathon Dixon, secretário geral da IAIS; Joaquim Levy, diretor administrativo e CFO do Banco Mundial; Inga Beale, CEO, Lloyd’s de Londres, Marcio Coriolano, da CNseg entre outros tantos pesos pesados do mercado mundial de seguros. Alguns representantes presentes no encontro no Brasil elogiaram a iniciativa e disseram que certamente o evento contará com a força das subsidiárias do grupo na Argentina e com o apoio da unidade brasileira.
A agência americana de classificação de risco de crédito Moodys Investor Service anunciou hoje que está mudando a perspectiva para a indústria de seguros brasileira para os próximos 12 a 18 meses de negativa para estável, uma vez que espera um aumento no volume de prêmios e rentabilidade estável na esteira de um melhor ritmo de contratações apesar do crescimento econômico lento.
“Embora o atual ambiente econômico no Brasil limite as perspectivas de crescimento para as seguradoras, o setor, de um modo geral, tem crescido a um ritmo mais rápido que o da economia”, afirma o vice-presidente da MoodyŽs Diego Kashiwakura. Ele acrescenta que a baixa popularidade do mercado de seguros significa que o setor tem espaço para crescer assim que as condições macroeconômicas, tais como o nível de emprego, melhorarem.
A Moody’s espera que as seguradoras brasileiras foquem cada vez mais na eficiência dos processos de subscrição dos seguros para mitigar os efeitos da redução dos resultados financeiros. “Com as taxas de juros reduzidas, esperamos que as seguradoras concentrem-se nos resultados operacionais, fortalecendo políticas e controles e diminuindo as despesas com a atividade para sustentar os retornos sobre o capital”, de acordo com Kashiwakura.
O setor também pode se beneficiar do debate vigente no país sobre a reforma da previdência, que custa mais de 10% do PIB ao Brasil. A implementação de uma reforma criaria novas oportunidades de crescimento para a indústria de seguros, já que os pensionistas teriam de buscar produtos de vida e previdência para complementar ou substituir benefícios futuros menores. A recente criação do seguro vida universal, um produto com características flexíveis que combina elementos de proteção e poupança, é outra fonte de potenciais oportunidades de crescimento para a indústria de seguros, avalia a Moody’s.
Enquanto isso, como a maior parte dos investimentos do setor está concentrada em títulos de dívida do governo do Brasil, a qualidade geral dos ativos para as seguradoras é de certa forma limitada, bem como a diversificação de portfólio. Isto também significa que uma elevação ou rebaixamento do rating soberano do Brasil (Ba2, estável) impacta diretamente as seguradoras do país.
A American Life lança o American Life Diagnóstico de Câncer Infantil, um seguro que garante ao segurado de até 19 anos de idade o recebimento de um capital no caso do diagnóstico de câncer. A apólice deve ser contratada pelos pais ou responsáveis em favor do menor e vai possibilitar que haja recursos suficientes para que a criança receba o melhor que a medicina tem a oferecer.
“Sabemos que o tratamento adequado do câncer infantil salva 80% dos diagnosticados, por isso, é justo pensar em uma solução que auxilie pais, responsáveis e, lógico, as crianças, a enfrentar a doença”, ressalta Francisco de Assis Fernandes, diretor comercial da American Life.
O American Life Diagnóstico de Câncer Infantil garante um pouco mais de tranquilidade e a certeza aos familiares de que a criança diagnosticada poderá se concentrar na batalha para vencer o câncer.
A Sharecare, empresa americana de saúde digital, que lançou sua plataforma integrada de gestão de saúde no Brasil no início de 2018, acaba de anunciar a aquisição da Window Channel Network (WCN), rede líder em distribuição de vídeos em alta definição para relaxamento, sono, meditação e mindfulness. Esta é a 12ª aquisição da Sharecare em âmbito global.
A rede conta com mais de 30 mil horas de conteúdo diário, incluindo 11 canais especializados com 225 títulos e 400 horas de vídeos ambiente para se exercitar, relaxar, meditar e ter um sono mais tranquilo. Com a nova aquisição, os fundadores da WCN, Jim Wilmer e Mark Knight, agora fazem parte da equipe, e os conteúdos, disponíveis na Apple TV, App Store (iOS), Google Play (Android), Amazon Prime, Roku e Fire TV, passam a ser da marca Sharecare.
“A aquisição da WCN baseia-se no nosso compromisso de reunir elementos essenciais para o bem-estar, prevenção e estilo de vida saudável em uma plataforma, em nome do consumidor”, afirma Jeff Arnold, presidente e CEO da Sharecare nos Estados Unidos. “Combinando o conteúdo da WCN, vencedor de prêmios internacionais, com o rico conjunto de dados integrados da Sharecare, a tecnologia exclusiva de análise de estresse por voz e os recursos de realidade virtual, iremos fornecer às pessoas uma experiência on demand única que beneficia tanto o corpo quanto a mente, inspirando-as a usar a plataforma Sharecare diariamente”, completa.
O estresse e o sono estão entre os 13 principais indicadores de saúde que avaliam se o usuário da plataforma Sharecare, app gratuito disponível na App Store e no Google Play, conquista ou não um Green Day, métrica patenteada pela Sharecare que ajuda o usuário a acompanhar o progresso diário em direção às próprias metas personalizadas de saúde e bem-estar, e que pode render recompensas, como acesso livre a conteúdo exclusivo, além de descontos e benefícios em parcerias.
Estudos sobre a meditação como um meio de tratamento para doenças ou condições específicas ainda estão em andamento, mas a prática tem comprovação científica na melhora da empatia, da produtividade e no alívio do estresse. Os vídeos da WCN são projetados para reduzir o estresse, promover um sono mais tranquilo e atenção plena (mindfulness). O propósito da Sharecare é incorporá-los diretamente na plataforma, o que, aliados às ferramentas e conteúdos já disponíveis no app, podem ajudar diretamente o usuário a conquistar cada vez mais Green Days.
Nos últimos cinco anos (de 2013 para 2017), o índice de aumento do custo médico hospitalar foi de 89,4%. O valor da cobertura médica hospitalar saltou de R$ 3.107,58 (per capita ano) para R$ 5.855,78. De 2016 para 2017, a variação foi de 13,3%, segundo dados da Pesquisa UNIDAS 2018, divulgada nesta quarta-feira.
Das internações, o maior gasto é com materiais. Representa mais de 23% do todo. Seguido por medicamentos (17,2%), diárias (14,9%) e honorários (12,8%). Transformando isso em números absolutos observamos que somente o segmento de autogestões movimenta recursos com as despesas assistenciais (sem custo administrativo) no montante aproximado de R$ 15 bilhões. O mercado de saúde suplementar como um todo compreende mais de R$ 130 bilhões por ano, valor esse superior ao sistema público (SUS), segundo a União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde.
Além do aumento dos custos, a carteira está bastante envelhecida. A Pesquisa UNIDAS 2018 aponta que o índice de envelhecimento (proporção idosos X jovens até 14 anos) é de 191,9%, resultado bem superior aos demais segmentos do mercado, vez que as autogestões concentram historicamente o maior número de idosos e, como essa carteira não se renova, esse índice tem aumentado ano a ano.
Atualmente 25,9% dos beneficiários tem 60 anos de idade ou mais, enquanto o mercado de saúde com fins lucrativos apresenta cerca de 12%. Portanto, as autogestões já trabalham com um perfil etário e epidemiológico com o qual o Brasil só deverá conviver efetivamente em 2030. São hoje 1.027.233 idosos (eram 850 mil no último levantamento de 2016), sendo 1.588 centenários. Embora o percentual tenha reduzido um pouco com relação à última pesquisa (2016 – 28,2%), o número de centenários cresceu 10% (1.429, 83% mulheres).
A taxa de internação da última faixa da ANS (Agência Nacional de Saúde), considerada de 59 anos ou mais, é atualmente de 19,9%. Isso representa mais que o dobro da taxa em beneficiários com até 18 anos (8,6%). Também é um índice muito superior ao das outras faixas de beneficiários que seguem uma variação média de 1% a cada mudança de perfil etário.
A Pesquisa UNIDAS é feita anualmente desde o ano 2000 e visa conhecer o perfil das instituições de autogestão em saúde. A publicação se consagrou como um importante referencial para identificar tendências e orientar a tomada de decisões das autogestões, sendo utilizada por diversas entidades do segmento privado da saúde, inclusive pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A pesquisa traz dados desde inflação médica até ranking das causas mais comuns em internações. Este ano, contou com 44 filiadas participantes, contabilizando quase 4 milhões de beneficiários. Os dados foram coletados em 2016 e primeiro semestre de 2017.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizará, no dia 28/08, o seminário “Ouvindo os contratantes: como os grandes consumidores de planos de saúde podem participar das decisões regulatórias?”. O encontro destina-se a empresas interessadas em conhecer as regras relacionadas aos planos coletivos empresariais. O seminário será transmitido pelo Periscope (@ans_reguladora).
Serviço
Seminário – Ouvindo os contratantes: como os grandes consumidores de planos de saúde podem participar das decisões regulatórias? Data: 28/08 Horário: 9h às 17h Local: Auditório da Ancine – Av. Graça Aranha, 35 – Centro / Rio de Janeiro Número de vagas: 90 Inscrições:eventos@ans.gov.br
Programação:
9h – Credenciamento
9h15 – Abertura: Rodrigo Aguiar (Diretor de Desenvolvimento Setorial) e Simone Freire (Diretora de Normas e Habilitação dos Produtos e Diretora de Fiscalização da ANS)
9h30 – Painel I – Contratação
Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) e Acreditação de Operadoras (PQO)
Mecanismos financeiros e assistenciais de regulação
10h30 – Perguntas e debate
11h – Painel II – Qualidade
Modelos de remuneração
Programas de indução à qualidade
12h – Perguntas e debate
12h30 – Intervalo para almoço
14h – Painel III – Obrigações
Portal de Informações do Beneficiário da Saúde Suplementar (PIN-SS) e Extrato obrigatório de reajuste
Reajuste nos contratos coletivos
15h – Debate e perguntas
15h30 – Painel IV – Fiscalização e Monitoramento
Central de Atendimento e Processo de fiscalização
Monitoramento do PIN-SS e Extrato de reajuste
Monitoramento da garantia de atendimento
A eleição de diretoria do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), marcada para setembro, no próximo almoço, será realizada com a apresentação de chapa única encabeçada pelo atual secretário Evaldir Barboza de Paula. A chapa foi a única inscrita até o dia 7 de agosto, na sede da entidade, de acordo com o prazo estabelecido pelo estatuto. Além de Evaldir Barboza, compõem a diretoria o ex-mentor Nilson Arello Barbosa (secretário), Jorge Teixeira Barbosa (tesoureiro) e na Junta Fiscalizadora Ivone Elise Gonoretske, Nilson Moraes e Raquel A. Mangue Gomes.
Durante o almoço realizado no mesmo dia, no Terraço Itália, apenas com a presença de associados, Evaldir Barboza manifestou otimismo em relação ao novo mandato. “Será um grande desafio, mas temos certeza de que venceremos”, disse. Ele também afirmou que em sua trajetória profissional não costuma contar com a sorte, mas se prepara para alcançar o sucesso. “Estou preparado para essa transição na gestão do Clube, até porque conto com uma equipe maravilhosa, com três Barbosas e com dois Nilsons”, brincou.
O candidato a mentor do CCS-SP relembrou sua trajetória na vida associativa, que começou com a adesão a grupos de trabalho do Sincor-SP. “Em vez de apenas reclamar, é preciso se associar para ter representatividade e fazer a transformação”, disse. Ele prometeu apresentar no próximo almoço da entidade os planos e projetos para a nova gestão. Ao longo do almoço, Evaldir Barboza recebeu os cumprimentos de diversos associados e votos de sucesso para a nova gestão.
O atual mentor Adevaldo Calegari falou aos associados em tom de despedida. Lembrou-se de que assumiu o cargo de secretário na gestão de Alexandre Camillo (2012/2013) e, em 2014, a mentoria, após o afastamento deste para concorrer à presidência do Sincor-SP. “Depois de concluir o mandato do Camillo, a generosidade de vocês me permitiu ser eleito para um novo mandato e, posteriormente, reeleito”, disse. Aos membros da chapa que assumirá o comando do Clube na próxima gestão, ele pediu que mantenham a qualidade conquistada ao longo de 45 anos, que é reconhecida por todo o mercado. Encerrou sua fala com um agradecimento: “Obrigado, foi um prazer comandar essa nau”.
O almoço também foi marcado pela presença do ex-mentor Alexandre Camillo, que, recentemente, oficializou a sua candidatura a deputado estadual pelo PSD (Partido Social Democrático). Licenciado da presidência do Sincor-SP para disputar as eleições, ele falou dos desafios de sua candidatura e da representatividade que pretende garantir aos corretores, sobretudo na condição de cidadãos. “Temos de dar uma basta às mazelas que estamos vivendo”, disse. Camillo espera contar com o apoio dos 40 mil corretores de seguros em atividade no estado. “Temos união e reconhecimento, e se abraçarem a nossa causa, vamos dar um passo para mudar esse país”, disse.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.