Tokio Marine e Serasa anunciam parceria com Minha Bolsa Protegida e Seguro Auto

Com o intuito de levar proteção mais acessível para o dia a dia dos consumidores, a Serasa e a Tokio Marine anunciam parceria com os Seguros Minha Bolsa Protegida e Auto, conectando proteção ao momento de decisão financeira do Cliente.

O Seguro Minha Bolsa Protegida é inédito nesta parceria e pode ser contratado diretamente no aplicativo da Serasa. O produto está disponível em dois planos, com mensalidades de R$ 4,90 e R$ 10,90, que oferecem limites de cobertura diferenciados. O seguro cobre reposição de bolsa e itens pessoais como carteira, óculos de sol ou de grau, cosméticos, perfume, chaves e documentos em casos de roubo ou furto com subtração de bens mediante rompimento ou destruição de obstáculos. Também contempla proteção para transações eletrônicas indevidas, perda ou roubo de cartão e compras ou saques realizados sob coação. Estão cobertas bolsas, maletas, pastas, pochetes e mochilas.

“Para nós, disseminar a cultura do seguro significa tornar a proteção acessível, com soluções que façam sentido no dia a dia das pessoas e que caibam na sua realidade. Essa parceria com o Serasa nasce exatamente com esse propósito: ampliar o acesso, fortalecer a educação financeira e incentivar a população a se resguardar, especialmente diante dos riscos crescentes de fraudes e transações indevidas. Unimos a nossa expertise em gestão de riscos à proximidade do Serasa com o consumidor para gerar valor concreto e contribuir para uma relação mais consciente, responsável e estratégica das pessoas com suas finanças”, explica Marcia Silva, Diretora Comercial de Canais Especiais da Tokio Marine.

Para apoiar o Cliente em momentos difíceis, o Minha Bolsa Protegida inclui serviços de assistência como orientação jurídica, suporte para emissão de novos documentos, envio de chaveiro e adiantamento de fundos por perda ou roubo de até R$ 1.000. A cobertura é válida em todo o Brasil mediante registro de Boletim de Ocorrência.
 

Adicionalmente, a Tokio Marine passa a possibilitar também a contratação do Seguro Auto no marketplace Serasa. “Quando o Cliente está na Serasa, ele já está refletindo sobre organização e prioridades financeiras. Disponibilizar o Seguro Auto nesse espaço coloca a proteção de um patrimônio essencial exatamente nesse momento de decisão. Ao oferecer uma contratação digital, simples e confiável, facilitamos a escolha e ajudamos a preservar a estabilidade financeira no longo prazo”, explica a executiva.
 

“A vida moderna é cada vez mais acelerada e imprevisível. O seguro é, sem dúvida alguma, um importante aliado na gestão financeira, uma vez que é uma ferramenta estratégica de gestão de imprevistos: quando acontece um roubo, uma fraude ou qualquer evento inesperado, quem tem seguro retoma sua rotina com muito mais rapidez e segurança”. finaliza Marcia Silva. 

Porto Seguro expande atendimento em até 15 minutos na madrugada para novas cidades

A Porto Seguro anuncia a expansão de seu serviço de atendimento com chegada em até 15 minutos na madrugada para novas praças no Brasil. A partir de 1º de abril, a iniciativa passa a operar também nas cidades do Rio de Janeiro, Salvador e Campinas, ampliando o alcance de uma solução inédita que reforça o compromisso da companhia com a inovação, a segurança e o cuidado nos momentos em que o cliente mais precisa.
 

Lançado em novembro de 2025 na cidade de São Paulo, o serviço já apresenta resultados consistentes e ganhos relevantes na experiência do cliente. Desde o início da operação, mais de 95% dos atendimentos foram realizados dentro do tempo proposto.
 

Disponível para todos os segurados Porto Seguro Auto, o serviço funciona durante a madrugada, entre 22h e 5h. Ao acionar a assistência, o cliente recebe o primeiro suporte em até 15 minutos, exceto em rodovias. 
 

Entre os atendimentos contemplados estão troca de bateria, pane elétrica, troca de pneus, envio de combustível e abertura do veículo em caso de chave trancada. Caso o tempo de chegada ultrapasse o limite estabelecido, o cliente recebe 15% de desconto na renovação do seguro.
 

“O ‘15min!’ traduz o nosso compromisso de estar cada vez mais presentes na vida dos clientes, especialmente nos momentos em que eles mais precisam. Mantemos uma escuta ativa para entender as necessidades do consumidor e desenvolver soluções alinhadas à essência de cuidado da Porto Seguro. Os resultados da operação em São Paulo nos dão segurança para avançar com a expansão para novas cidades e levar esse modelo a diferentes regiões do país”, afirma Patricia Chacón, CEO da Porto Seguro.
 

A operação é conduzida pela Porto Serviço, com frota de moto dedicada ao atendimento e equipada com rastreamento em tempo real. O design inclui pintura fotoluminescente e baús traseiros, facilitando a identificação durante a madrugada. Os profissionais utilizam uniformes e capacetes refletivos, reforçando a segurança e o reconhecimento em situações emergenciais. “A expansão do ‘15min!’ reflete a força da nossa operação e, principalmente, a atuação dos nossos prestadores. Cada etapa é pensada para garantir a qualidade técnica, o acompanhamento em tempo real e uma experiência mais humanizada, oferecendo cuidado e confiança em cada atendimento”, destaca Lene Araújo, CEO da Porto Serviço.
 

raA expansão segue um movimento contínuo de busca por inovação em prestação de serviço. Com 80 anos de história, a Porto Seguro é reconhecida no mercado de seguros por antecipar tendências e criar soluções que unem tecnologia, agilidade e proximidade. Ao longo dessa história, a companhia se destacou com inovações como a campanha “Trânsito Mais Gentil”, que promoveu uma direção mais consciente e segura. Além disso, foi a primeira a contar com uma frota própria de guinchos e a introduzir no Brasil ainda na década de 80 a tecnologia “Brake Light”, que acende automaticamente a terceira luz de freio quando acionado o pedal, aumentando a segurança no trânsito.

Guerra no Oriente Médio pressiona custos e pode impactar a precificação do seguro rural no Brasil

A escalada dos conflitos no Oriente Médio elevou o nível de incerteza nos mercados globais de energia e fertilizantes, pressionando os custos de produção no agronegócio brasileiro. Embora o seguro rural no país esteja historicamente concentrado na proteção contra riscos climáticos e perdas de produtividade, esse novo choque geopolítico afeta o setor de forma indireta, ao encarecer insumos, elevar o valor segurado das lavouras e exigir ajustes na precificação de riscos pelas seguradoras.
 

O Oriente Médio ocupa posição estratégica no mercado mundial de petróleo e derivados, insumos fundamentais para a produção e logística de fertilizantes, como a ureia nitrogenada, além de impactar o transporte global de insumos agrícolas e grãos. Com a intensificação das tensões na região, o preço da ureia nitrogenada já registrou alta de cerca de 33%, segundo monitoramento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
 

Esse movimento ocorre em paralelo ao aumento do custo do diesel, que ficou cerca de 25% mais caro, ultrapassando os R$ 7 reais, de acordo com levantamento do TruckPag – no início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74. A combinação desses fatores pode adicionar entre R$ 200 e R$ 300 por hectare ao custo de implantação da safra 2026/27, especialmente em culturas como soja, milho e trigo. 
 

O encarecimento da produção tende a ser refletido no valor segurado das lavouras e, consequentemente, pressiona o valor dos prêmios pagos pelos produtores nas apólices de seguro rural, justamente em um momento em que a contratação do seguro ganha ainda mais relevância para o acesso ao crédito agrícola.
 

Glaucio Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), avalia que, em cenários de maior instabilidade internacional e volatilidade de preços, o seguro rural se torna ainda mais estratégico para o produtor. “O seguro rural deve ser visto como uma ferramenta essencial de proteção do sistema de produção agropecuária. Em momentos de turbulência, com custos de insumos e preços agrícolas mais voláteis, essa proteção traz tranquilidade ao produtor diante de eventuais perdas climáticas que podem comprometer ainda mais margens já pressionadas”, disse.
 

Os efeitos desse novo cenário tendem a ser mais visíveis na safra 2026/27. Eventuais atrasos logísticos ou restrições na oferta de fertilizantes podem levar a ajustes no calendário de plantio, redução de área cultivada ou uso menos intensivo de tecnologia, fatores que elevam a percepção de risco de produtividade pelas seguradoras.

Ao mesmo tempo, a crescente vinculação do seguro rural ao crédito agrícola amplia o impacto de qualquer aumento nos prêmios sobre o custo financeiro da atividade. Nesse contexto, os produtores passam a depender ainda mais de apólices compatíveis com sua estrutura de custos e fluxo de caixa. Esse cenário se soma a um momento de fragilidade para o próprio mercado de seguro rural. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que o segmento encerrou 2025 com retração de 8,8% na arrecadação, totalizando R$ 12,9 bilhões em prêmios.

A queda ocorre em um momento particularmente sensível: de um lado, a maior exigência de seguro para acesso ao crédito tende a ampliar a relevância da proteção no campo; de outro, o choque de custos provocado pela guerra no Oriente Médio – especialmente via fertilizantes e combustíveis – pressiona o valor das apólices e desafia a sustentabilidade da carteira. Para 2026, as projeções da entidade indicam queda de quase 4%.
 

Esta não é a primeira vez que conflitos internacionais afetam os produtores brasileiros. Em 2023, durante os conflitos entre Rússia e Ucrânia, houve forte pressão para garantir a chegada de fertilizantes ao país, de modo que os produtores tivessem insumos disponíveis para o plantio. “Ao mesmo tempo, o aumento do custo dos ingredientes utilizados na formulação desses fertilizantes no país pressionou, significativamente, as margens do produtor, criando naquele momento um cenário bastante complexo para o planejamento e a análise da atividade agrícola”, contou Toyama.
 

Outro fator de atenção é o risco logístico associado às rotas marítimas da região. Eventuais restrições no Estreito de Ormuz podem elevar fretes, prêmios de risco e os preços internacionais de combustíveis e fertilizantes. Com isso, o custo de implantação da safra tende a subir, elevando também o valor econômico das lavouras seguradas e ampliando a base de cálculo dos prêmios de seguro rural.
 

Diante desse novo ambiente de risco, Toyama defende uma combinação de medidas estruturais para fortalecer o sistema de proteção no campo. O Brasil ainda enfrenta limitações no orçamento de subvenção ao prêmio de seguro rural que restringe a cobertura de áreas agrícolas em um cenário internacional mais volátil como o atual. A falta de recursos contribui para a redução da área plantada segurada. Para este ano, o governo está remetendo um valor aproximadamente de R$ 1 bilhão, com possibilidade de veto. 
 

“A grande briga do setor está em ter a consistência do orçamento para 2026 e derrubada do veto pelo Congresso Nacional nas próximas semanas, o que daria mais tranquilidade para as seguradoras e o segmento agropecuário poder se planejar em relação à consideração em termos de seguros”, concluiu.
 

Em anos em que o custo da produção está elevado e os preços da commodity sendo pressionados com queda de preços, as margens dos produtores são bastante afetadas, logo, o programa de política pública deixa o produtor menos vulnerável em relação às volatilidades climáticas. 

Zurich lança seguro contra fraudes corporativas em meio ao avanço dos golpes e à maior pressão por compliance

Jose Bailone

Fraudes corporativas seguem entre os riscos mais relevantes para empresas e instituições financeiras em todo o mundo. Para atender uma demanda crescente por proteção a esse tipo de risco, a Zurich Seguros está lançando um novo produto voltado à proteção contra fraudes corporativas, o Zurich Fraudes Corporativas. A solução atua em duas frentes: enquanto uma atende instituições financeiras, a outra é direcionada a empresas de diferentes setores da economia.  

Entre os diferenciais da solução está a ampliação da cobertura para situações de fraude praticadas por terceiros, inclusive em casos em que não há participação direta de funcionários da empresa segurada, um tipo de ocorrência que tem se tornado mais frequente com o avanço dos golpes digitais. Também oferece cobertura contra manipulação fraudulenta de sistemas ou dados eletrônicos e podem contemplar extensões como falsidade ideológica, custos de investigação, despesas jurídicas e medidas voltadas à mitigação de perdas e recuperação de ativos. 

De acordo com Hellen Fernandes, gerente executiva de Linhas Financeiras da Zurich Seguros, as fraudes têm evoluído rapidamente, cenário que motivou a Zurich a estruturar produtos que atendam de forma robusta a essa necessidade das empresas.  

“Hoje, as fraudes aparecem em situações como golpes de engenharia social, falsificação de identidade de fornecedores ou manipulação de sistemas para autorizar pagamentos indevidos. São casos que podem gerar perdas financeiras relevantes e afetar a reputação e a confiança de clientes e investidores”, afirma a executiva. 

Para Jose Bailone, diretor executivo de Seguros Corporativos e Subscrição de Ramos Elementares da Zurich, diante de um cenário de riscos mais complexos e de maior pressão por governança e controles, a transferência de risco por meio do seguro tem ganhado espaço nas estratégias de gestão corporativa. Para muitas empresas, a contratação desse tipo de proteção passa a integrar uma abordagem mais ampla de gestão de riscos, que combina prevenção, compliance e mecanismos financeiros capazes de ajudar a absorver eventuais perdas decorrentes de fraudes.  

“Por isso, as apólices da Zurich foram estruturadas para apoiar as organizações na gestão desses eventos, oferecendo suporte financeiro para etapas como investigação, análise do incidente e adoção de medidas necessárias para conter impactos e reduzir prejuízos, inclusive à reputação da empresa”, afirma o executivo. 

Avanço dos golpes 

De acordo com a Association of Certified Fraud Examiners (ACFE), associação internacional que reúne especialistas em investigação e prevenção a fraudes, organizações perdem em média cerca de 5% de sua receita anual em decorrência de fraudes ocupacionais (provocadas pelos próprios colaboradores). A edição 2024 do relatório Report to the Nations, produzido pela entidade, analisou 1.921 casos em 138 países e registrou perdas superiores a US$ 3,1 bilhões. 

Em paralelo, a sofisticação dos golpes também tem aumentado. O Global Fraud Report 2024, elaborado pela GBG, empresa global de tecnologia especializada em verificação de identidade e prevenção a fraudes digitais, mostra que 96% dos profissionais de risco, fraude e compliance afirmaram ter observado aumento na complexidade das fraudes no último ano. 

No Brasil, esse cenário também avança. Em pesquisa de 2024 da Grant Thornton Brasil (empresas de auditoria, consultoria e tributos), realizada com mais de 100 profissionais de empresas de diferentes setores brasileiros, 63% haviam identificado uma ou mais fraudes no último ano, sendo o principal objetivo a obtenção de ganhos financeiros e a principal motivação a ocorrência de uma oportunidade. 

Por outro lado, em linha com pesquisa global da PWC (também de 2024), resultado da consulta a 2,5 mil empresas em mais de 60 países e em que 81% acreditam que os esforços governamentais em aplicar leis anticorrupção estão se tornando mais robustos, o Brasil apresenta um ambiente de maior atenção à governança corporativa, integridade e controles internos.  

O Banco Central também vem fortalecendo mecanismos de prevenção e resposta a fraudes no sistema financeiro e no ecossistema do Pix, com atualizações regulatórias e operacionais voltadas ao aumento da segurança das transações digitais. Nesse contexto, cresce a percepção de que controles internos, compliance, tecnologia e instrumentos de transferência de risco precisam atuar de forma complementar.

Soluções para instituições financeiras e empresas de diversos setores 

O produto substitui versões anteriores da companhia e foi reformulado com coberturas ampliadas, alinhadas aos produtos globais da companhia. Ambos os seguros são destinados a empresas com faturamento anual mínimo a partir de R$ 1 milhão. 

A nova configuração busca ampliar a proteção das empresas diante do avanço e da sofisticação das fraudes corporativas, incorporando mecanismos que apoiam as organizações tanto na resposta ao incidente quanto na gestão das consequências financeiras e operacionais associadas a esse tipo de ocorrência. Na prática, as apólices foram desenhadas para responder a situações cada vez mais frequentes no ambiente corporativo.

Prudential do Brasil e Mercado Pago lançam seguro inédito para pagamento de despesas essenciais


Rio de Janeiro, abril de 2026
 – A Prudential do Brasil, maior seguradora independente em Seguros de Pessoas no país, e o Mercado Pago, instituição financeira do Grupo Mercado Livre, iniciam neste mês a oferta do novo Seguro de Despesas. A proposta de Seguro de Vida inédita no mercado brasileiro apoia o segurado no pagamento de contas essenciais, como luz e água, transacionadas pelo aplicativo do banco digital, em situações de morte ou perda de renda. A cobertura traz um modelo inovador em relação a outros produtos da categoria.
 

Na prática, o usuário que realiza o pagamento de contas de consumo pelo aplicativo do Mercado Pago e contrata o seguro passa a contar com uma indenização securitária, que pode ser utilizada livremente pelos segurados. A novidade oferece maior tranquilidade para a organização financeira familiar em momentos de imprevisto, como desemprego involuntário, e representa um avanço na democratização dos seguros de vida ao combinar simplicidade, custo acessível e contratação totalmente digital.
 

Segundo Luciana Amano, vice-presidente de Massificados da Prudential do Brasil, o lançamento reforça o posicionamento da companhia de atuar de forma cada vez mais estratégica às empresas parceiras, levando soluções securitárias inovadoras que ampliam e fortalecem seu portfólio de produtos.
 

“Buscamos constantemente apoiar os nossos parceiros comerciais a evoluir seu ecossistema de serviços, levando inovação e soluções que agreguem valor real ao negócio. A parceria com o Mercado Pago exemplifica essa visão, ao integrar o seguro de forma simples, digital e eficiente à jornada do parceiro. Dessa forma, o seguro deixa de ser um produto isolado e passa a exercer um papel estratégico de impulsionador de negócios, ajudando a otimizar seu core business”, afirma a executiva.
 

Para Daniel Issa, diretor de seguros do Mercado Pago, a iniciativa representa mais um avanço na estratégia da empresa de oferecer soluções financeiras completas aos clientes. “Segurança financeira não deveria ser um privilégio. Com o Seguro de Despesas, nossos clientes passam a contar com uma proteção inédita no Brasil para o pagamento de suas contas. Quanto mais utilizam a plataforma para organizar e pagar despesas, maior é o valor da indenização em caso de perda de renda. É mais um passo para consolidar o Mercado Pago como um parceiro financeiro completo para as famílias brasileiras.”
 

Iniciada em 2022, a parceria entre a Prudential do Brasil e o Mercado Pago já soma um diversificado portfólio de produtos voltados à proteção financeira dos usuários. Além do novo Seguro de Despesas, os clientes do banco digital também podem contratar seguro de vida individual, acidentes pessoais e prestamista, diretamente pelo aplicativo, bem como participar de sorteios mensais no valor de R$10 mil, ampliando as opções de cuidado e planejamento financeiro de forma simples e acessível.

Seguradora AXA fortalece estratégia de assessorias para 2026

A AXA no Brasil inicia 2026 com uma nova configuração estratégica para o atendimento às Assessorias. Identificando o alto potencial desse ecossistema, que movimenta cerca de R$ 9 bilhões por ano no mercado, a seguradora decidiu integrar o atendimento das Assessorias diretamente ao Canal Varejo.

A decisão é uma evolução natural do projeto iniciado no último trimestre de 2024. Na época, a AXA criou a estrutura de “Canais Especiais” para testar um atendimento dedicado a Grupos de Corretores e Assessorias. O resultado em 2025 comprovou o sucesso do modelo: com 5 comerciais dedicados, a companhia atendeu 29 Assessorias e 8 Grupos, alcançando um crescimento de cerca de 30% em prêmios emitidos e oferecendo benefícios como visibilidade de carteira no Portal do Corretor e vagas na campanha de viagem Top Club.

Para 2026, a estratégia é de massificação. A companhia enxerga massificação para além do produto: é ter processos e produtos mais simples, permitindo ampliar o número de corretores, praças onde atua, com um pensamento interno com foco em massificados. Por isso, as Assessorias ganham escala dentro do Varejo, com uma gestão dividida por macrorregiões para aumentar a proximidade. Lucas Pelegrino assume a gestão das regiões São Paulo e Sul, e Maxwell Costa lidera as regiões MG, CO, N/NE, RJ e ES. Os dois respondem a Felipe Granato, Superintendente Canal Digital, Varejo e Assessorias.

Já os Grupos de Corretores, devido à sua complexidade e volume, passam a ser atendidos pelo canal Consultivo, sob a liderança de Gustavo Carvalho, que assume a função de alavancar ainda mais os negócios desse perfil.

Expansão e Benefícios 

O plano de expansão para 2026 é agressivo. Após avaliar um volume alto de empresas, a AXA está em processo de cadastro de novas assessorias. Esse movimento abre as portas da seguradora para quase 5 mil corretores que, anteriormente, não atuavam com a marca.

“Estamos redesenhando os contratos para 2026 com uma proposta de valor muito clara: proximidade comercial real e rentabilidade. Teremos novos gatilhos para comissão adicional baseados em produção e resultado, além da manutenção de benefícios como a participação nas campanhas de viagem Top Club para as assessorias e seus corretores estratégicos”, destaca Felipe Granato.

Com a nova estrutura, a AXA projeta sustentar o ritmo de crescimento do canal, que já aponta para uma evolução de 40% em prêmios.

IA na subscrição exige dados confiáveis para evitar decisões frágeis, diz Samplemed

A inteligência artificial já começa a transformar a subscrição de seguros de vida e saúde, trazendo ganhos relevantes de escala, agilidade e eficiência operacional. Mas, na avaliação de Cláudia Guzzo, diretora de Produtos e Experiência do Cliente da Samplemed, o avanço tecnológico não elimina um desafio estrutural do setor: a qualidade e maturidade dos dados que sustentam as decisões. Sem essa base, o risco não é apenas perder eficiência, mas amplificar inconsistências e comprometer a sustentabilidade técnica do negócio.

“A subscrição inteligente começa no dado. Decisões confiáveis só emergem quando a inteligência artificial opera sobre informações bem governadas, estruturadas e contextualizadas. Sem essa fundação, a tecnologia não corrige inconsistências — ela as amplifica”, afirma a executiva.

Segundo ela, o mercado ainda tende a concentrar a discussão sobre inteligência artificial nos algoritmos e na automação, enquanto a governança da informação é negligenciada porque exige uma transformação menos visível, mais estrutural e de longo prazo. Historicamente, muitas empresas trataram dados como insumo operacional, e não como ativo estratégico, o que criou um passivo estrutural que agora começa a aparecer com mais intensidade diante do avanço da IA.

Com a aceleração da digitalização, o volume de dados disponíveis cresceu de forma significativa, mas nem sempre acompanhado por uma evolução equivalente em gestão e padronização das informações. “A IA depende diretamente da qualidade do dado, e essa qualidade exige disciplina, governança e investimento contínuo — elementos que nem sempre acompanham a pressão por resultados rápidos”, explica.

Desafios na origem dos dados

Na prática, os principais problemas que comprometem a subscrição começam ainda na coleta de informações. Dados incompletos, inconsistentes entre diferentes fontes e falta de contexto adequado são algumas das dificuldades mais comuns enfrentadas pelas seguradoras, segundo Guzzo.

Esse cenário, de acordo com a executiva, muitas vezes está relacionado a questionários mal estruturados, coleta pouco orientada à resultados e ausência de padronização nos dados clínicos. “Mais importante do que perguntar é perguntar da forma correta. Sem isso, há o risco de não coletar informações essenciais ou de coletá-las de forma inconsistente, comprometendo a análise posterior”, afirma.

Resultados de exames e informações médicas frequentemente chegam em formatos diferentes, dificultando a comparabilidade e a interpretação. Nesse contexto, a adoção de padrões internacionais, como LOINC e HL7, passa a ser um elemento importante para garantir consistência e interoperabilidade das informações ao longo de toda a cadeia de subscrição.

Além disso, a rastreabilidade ganha relevância, especialmente no seguro de vida, em que decisões tomadas na contratação podem ser revisadas anos ou até décadas depois. Sem trilhas claras de decisão, aumentam os riscos de questionamentos, de retrabalho e inconsistências.

O avanço das jornadas digitais também trouxe uma pressão crescente por agilidade na contratação de seguros. No entanto, acelerar processos sem uma base estruturada pode comprometer a consistência técnica e a conformidade regulatória. “Agilidade e qualidade não são excludentes, mas essa equação só funciona quando a velocidade é construída sobre processos bem estruturados, critérios claros e informações confiáveis”, afirma Guzzo.

Segundo ela, plataformas bem estruturadas, questionários dinâmicos, biometria e dados provenientes de wearables são algumas das ferramentas que permitem acelerar a jornada sem comprometer a análise técnica. Movimento que também contribui para reposicionar a subscrição como parte da experiência do cliente, e não apenas como etapa burocrática.

Automação com responsabilidade

Outro ponto de atenção, segundo a executiva, é o risco de amplificação de erros quando a automação é baseada em dados incompletos ou inconsistentes. Nesse cenário, a inteligência artificial pode replicar falhas em larga escala.

Para mitigar esse risco, a Samplemed afirma atuar desde a origem da coleta de dados, com questionários inteligentes e uma taxonomia estruturada de riscos. A empresa também mantém equipes multidisciplinares responsáveis pela governança e pela curadoria das informações utilizadas nos modelos de IA. Esse processo inclui monitoramento contínuo, auditorias e retroalimentação dos modelos, com o objetivo de garantir consistência e aderência técnica nas decisões.

Na avaliação da executiva, a evolução da análise de dados também permite uma subscrição mais individualizada, tornando as decisões mais justas tanto para o cliente quanto para a seguradora. Dados mais granulares ajudam a reduzir distorções na aceitação, na precificação e na definição de agravamentos.

Além disso, a integração entre plataformas, viabilizada pelo uso de APIs, tem desempenhado um papel central na transformação da subscrição nos últimos anos. Sob a perspectiva da interoperabilidade e da automação orientada a dados, esse avanço permite a orquestração contínua de informações entre corretoras, seguradoras e plataformas de subscrição. Como destaca Guzzo, torna-se possível iniciar análises quase em tempo real, com fluxos automatizados de dados, o que amplia a eficiência operacional, reduz assimetrias informacionais e fortalece a capacidade de avaliação e resposta ao risco. Processos que antes levavam semanas podem ser concluídos em poucas horas, inclusive com apoio da inteligência artificial na leitura de exames médicos integrados a laboratórios.

Para que a inteligência artificial seja utilizada de forma ética e auditável, a executiva aponta alguns pilares fundamentais: qualidade dos dados, rastreabilidade, transparência, segurança da informação e supervisão humana. “A IA deve apoiar a decisão humana, não substituí-la. É essencial manter mecanismos de revisão e intervenção quando necessário”, afirma. Entre as referências utilizadas, ela cita padrões internacionais como ISO 27001, ISO 27701 e ISO 42001, além de diretrizes da OCDE para uso responsável de inteligência artificial.

Tendências para 2026

A subscrição de seguros de vida e saúde caminha, segundo a executiva, para um cenário de maturação, no qual automação, personalização e governança de dados deixam de ser iniciativas isoladas e passam a compor uma arquitetura integrada de decisão. Com a automação, casos simples devem seguir para aprovação automática, enquanto o subscritor humano passa a atuar de forma mais estratégica, focado em situações complexas. “A inteligência artificial atua como copiloto técnico, enquanto o subscritor humano mantém o julgamento técnico e a responsabilidade final”, afirma.

Ao mesmo tempo, a personalização avança como diferencial competitivo, trazendo o desafio de tornar decisões complexas compreensíveis e percebidas como justas pelos clientes. Um movimento é especialmente relevante do ponto de vista da governança de dados: o salto de qualidade não virá de “mais dados”, mas de dados melhor estruturados, melhor governados e melhor conectados à decisões que precisam ser explicáveis, auditáveis e eticamente sustentáveis.

Na avaliação da executiva, esse movimento representa uma evolução do uso da tecnologia no setor, com maior foco em qualidade, transparência e sustentabilidade das decisões. “A subscrição do futuro exige automação inteligente, dados governados e decisões explicáveis. É nesse equilíbrio que o setor deve avançar”, conclui.

Insurtech Brasil 2026 destaca inteligência artificial e reúne líderes das principais seguradoras do país

A inteligência artificial será um dos principais temas do evento Insurtech Brasil 2026, que chega à sua 9ª edição consolidado como o principal encontro de tecnologia e inovação em seguros do país. Realizado no dia 28 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo, o evento deve reunir mais de 1,5 mil participantes entre executivos de seguradoras, empresas de tecnologia, plataformas digitais e especialistas do setor.

Neste ano, a programação reforça o papel da inteligência artificial como um dos motores da transformação do mercado de seguros. O tema atravessa diferentes painéis do evento, abordando desde precificação e subscrição até sinistros, análise de dados e modernização de sistemas.

Outro destaque da edição é a presença crescente de CIOs, CTOs e líderes de inovação das principais seguradoras do país, que participarão tanto como palestrantes quanto como parte do público do evento. Entre os nomes já confirmados estão Mariano Chiavetti, vice-presidente de Tecnologia e Operações da Seguros SURA; Alfredo Lalia, CEO da Sompo; Daniel de Rosa, CIO, CTO e COO da Sompo; Adilson Lavrador, COO da Tokio Marine Seguradora; e Victor Horta, Chief Product Officer da Pier Seguradora.

Para José Prado, CEO do Insurtech Brasil, a presença dessas lideranças reflete o momento vivido pelo setor. “A tecnologia passou a ocupar um papel central na estratégia das seguradoras. Executivos responsáveis por tecnologia, dados e inovação estão cada vez mais envolvidos nas decisões de negócio, e isso se reflete também no perfil dos debates do evento”, afirma.

Segundo o executivo, o avanço da inteligência artificial tem acelerado mudanças estruturais no setor. “Hoje a discussão não é mais sobre se a tecnologia vai transformar o mercado de seguros, mas sobre como as empresas estão aplicando inteligência artificial, dados e novas arquiteturas tecnológicas para melhorar eficiência, precisão de risco e experiência do cliente.”

A edição de 2026 também tem atraído um número crescente de profissionais ligados a ciência de dados e analytics dentro das seguradoras, ampliando o perfil técnico da audiência e fortalecendo o evento como espaço de troca entre executivos do setor e empresas de tecnologia que desenvolvem soluções para o mercado.

Na trilha dedicada à tecnologia em seguros, os debates abordam temas como modernização de sistemas core, arquitetura baseada em APIs, uso de inteligência artificial na precificação de seguros e novas formas de acelerar a inovação dentro das organizações.

Entre os painéis previstos estão discussões sobre plataformas de distribuição e modelos de Insurance as a Service, modernização de sistemas legados das seguradoras e aplicações de inteligência artificial na análise de risco. Também entram na agenda temas como desenvolvimento acelerado com IA, RPA e automação, além da modernização da arquitetura de dados para permitir analytics avançado e personalização de produtos.

Além do conteúdo técnico, o evento também se consolida como uma plataforma de networking qualificado, reunindo executivos responsáveis por tecnologia, inovação e transformação digital em seguradoras, além de empresas que desenvolvem soluções para o setor.

O evento Insurtech Brasil 2026 acontece no dia 28 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo. Confira mais informações em https://www.insurtechbrasil.com/

MetLife Xcelerator chega a Harvard e acelera a discussão sobre o futuro dos seguros

São Paulo, abril 2026 – A Harvard Business School selecionou a MetLife Xcelerator, unidade de embedded insurance da MetLife na América Latina, como estudo de caso para analisar uma das transformações mais relevantes que a indústria atravessa atualmente: a incorporação da proteção financeira às plataformas digitais que milhões de pessoas utilizam todos os dias. 

O caso “MetLife Xcelerator: Driving Digital Transformation” analisa um modelo que está redefinindo a distribuição de seguros na região. Por meio de banca digital, e-commerce, aplicativos e wallets, a MetLife Xcelerator integra soluções de proteção às experiências do dia a dia de forma simples, ágil e fluida.

Com mais de 10 milhões de apólices ativas na América Latina, a MetLife Xcelerator cresceu com base em uma premissa clara: aproximar o seguro do momento e do ambiente em que hoje acontece a vida digital. 

“O fato de a Harvard Business School ter escolhido a MetLife Xcelerator como estudo de caso confirma que essa conversa já não é mais sobre o futuro: ela está acontecendo agora. Na MetLife, estamos impulsionando uma forma mais simples, mais digital e mais relevante de levar proteção a milhões de pessoas”, afirma Javier Cabello, head regional da MetLife Xcelerator”. 

Além do reconhecimento, o estudo abre uma discussão importante para o setor: como crescer, inovar e superar certas inércias de um negócio tradicional em um contexto em que os ecossistemas digitais estão transformando a relação com os clientes. 

Porto acelera estratégia digital com lançamento da Fábrica de Conteúdos

A Porto, anuncia oficialmente a Fábrica de Conteúdos, iniciativa que amplia a forma como a companhia produz e distribui materiais digitais para clientes e corretores em todo o país. Com apoio de inteligência artificial, processos ágeis e uma estrutura modular de produção, o projeto nasce com o objetivo de fortalecer a presença digital dos parceiros e ampliar o potencial de vendas por meio de comunicação estratégica.

A iniciativa surge em um momento em que o mercado demanda conteúdos cada vez mais rápidos, relevantes e personalizados. A proposta da Porto é transformar a produção de vídeos e materiais digitais em um fluxo contínuo, capaz de atender às diferentes verticais do ecossistema: Seguro, Saúde, Bank e Serviço, com escala e consistência.

Conteúdos prontos para ampliar a atuação digital dos corretores

A Fábrica de Conteúdos foi desenvolvida com foco no corretor, oferecendo vídeos oficiais, de fácil personalização e prontos para compartilhamento nas redes sociai. Os materiais são pensados para dialogar diretamente com o cliente final, com linguagem simples, formatos curtos e explicações objetivas sobre produtos e serviços.

Entre os diferenciais estão a possibilidade de personalização via PromoDigital, a utilização de formatos otimizados para Instagram, WhatsApp e YouTube e a integração com as estratégias comerciais da companhia. A iniciativa também prevê a produção de conteúdos com atores, vídeos desenvolvidos com inteligência artificial e materiais modulares que permitem reaproveitamento e ganho de escala.

Estratégia integrada ao desenvolvimento digital da rede

O lançamento da Fábrica de Conteúdos está conectado à estratégia mais ampla de desenvolvimento digital da Porto para sua rede de parceiros. A iniciativa complementa programas como o Corretor Influenciador, dentro da plataforma Porto AcademIA, ao oferecer materiais prontos que ajudam a potencializar as estratégias aprendidas pelos profissionais nas redes sociais.

O projeto reúne também conteúdos desenvolvidos em parceria com a Flint, plataforma brasileira especializada em educação e estratégia digital para a creator economy, empresa da qual Sabrina Sato é sócia. A colaboração reforça a conexão entre capacitação e execução prática, ao integrar metodologias de construção de marca pessoal, autoridade digital e influência aplicada a negócios. Dessa forma, a Fábrica de Conteúdos não apenas entrega ativos prontos, mas fortalece o posicionamento do corretor no ambiente digital como estratégia real de geração de vendas.

“A Fábrica de Conteúdos nasce para facilitar vendas, destravar oportunidades e fortalecer a autoridade do corretor, ampliando o impacto de um trabalho essencial que já acontece todos os dias. Nosso compromisso é oferecer aos parceiros materiais de alto nível, que garantam posicionamento, escala e mais performance junto aos clientes. Com isso, a Porto dá um passo relevante ao consolidar uma produção de conteúdos mais estruturada e eficiente, sempre com o cuidado e a proximidade que fazem parte do nosso DNA”, comenta Luiz Arruda, VP Comercial e de Marketing do Grupo Porto”. 

Com mais de uma centena de vídeos previstos já nas primeiras etapas do projeto, a companhia aposta em inovação e tecnologia para transformar a comunicação em um ativo estratégico de negócios. A expectativa é ampliar a presença digital dos corretores, fortalecer o relacionamento com clientes e posicionar a Porto como referência no uso de IA aplicada à comunicação no mercado segurador.