CNseg vence ação que derruba obrigatoriedade de seguradoras comprarem crédito de carbono

CNseg STF
Legenda: Glauce Carvalhal, diretora jurídica da CNseg: definição da Selic como taxa para atualização de débitos civis está em linha com o momento econômico do país.

O Supremo Tribunal Federal acolheu nesta sexta-feira, 29 de maio, a Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) contra o Art. 56 (caput e parágrafo único) da Lei 15.042/2024 que obrigava as Seguradoras, entidades de previdência complementar, Sociedades de Capitalização e Resseguradoras locais a aplicação compulsória de, no mínimo, 0,5% de suas reservas técnicas e provisões em créditos de carbono.

A votação dos ministros já garantiu a maioria favorável à ação interposta pela CNseg. Para a CNseg, a aplicação compulsória em créditos de carbono colocaria em risco parte dessas reservas que existem exclusivamente para fazer frente ao pagamento das indenizações e aposentadorias dos clientes. Em março do ano passado, a CNseg, representando as sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores locais ingressou com a ADI no STF.

O dispositivo possuía vícios de inconstitucionalidade formal e material, era discriminatório e ainda feria os princípios constitucionais da isonomia, da livre iniciativa, da livre concorrência, do poluidor-pagador, da proporcionalidade, da razoabilidade, da segurança jurídica e da liberdade econômica, explica a diretora jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal. 

“Esses recursos são reservas técnicas e provisões para pagamentos de benefícios e indenizações aos segurados, não podem ser utilizados para outras finalidades. Portanto, as seguradoras têm o dever regulatório, legal e contratual de administrar esses recursos com a devida diligência e cautela”, disse a executiva. Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, a pauta de sustentabilidade é prioritária para o setor segurador, tanto que temos construído, ao lado dos governos federal e estadual, uma série de ações para mitigar os efeitos da transição climática. 

“O nosso interesse é manter investimento em sustentabilidade uma vez que o setor tem compromisso com essa agenda. Entendemos que o mecanismo do crédito de carbono não é o meio mais adequado. Uma das ações que temos defendido junto Ministério da Fazenda, por exemplo, é a emissão de “green bonds” porque há apetite do mercado segurador”, disse o presidente. 

Dyogo Oliveira acrescenta ainda que a Confederação permanece aberta ao diálogo com autoridades e reguladores para contribuir na construção de soluções que harmonizem os objetivos ambientais do país com a necessidade de estabilidade do setor segurador e a segurança dos consumidores.

Wiz Co reforça parceria com Paraná Banco  

A Wiz Co (B3:WIZC3) anuncia nesta sexta-feira (29/05) que a Paraná Seguros firmou novo acordo comercial com o Paraná Banco, voltados à expansão da distribuição de produtos financeiros a partir da formação de uma nova rede de correspondentes bancários, aproveitando a integração das capacidades comerciais e operacionais das duas empresas.

O anúncio marca uma nova fase da parceria e reforça a estratégia de crescimento nacional da operação conduzida pela Paraná Seguros. A joint-venture atua na distribuição de produtos financeiros fazendo uso da estrutura do Paraná Banco com foco em soluções no segmento de seguros, e irá ampliar o alcance geográfico da operação em nível nacional, fortalecendo a presença comercial em diferentes mercados.

“Essa nova etapa da parceria entre o Paraná Banco e a Wiz Co é uma oportunidade estratégica de atuarmos na ampliação de plataformas de crescimento e na diversificação de receitas por meio de produtos de crédito. Estamos unindo experiência, capilaridade e inovação para ampliar o acesso a soluções financeiras e gerar valor sustentável para todo o ecossistema”, afirma Lucas Neves, CEO da Wiz Co. 

Da esquerda para direita: Osvaldo Cavalcanti, CFO do Paraná Banco e Conselheiro da Paraná Seguros; Cristiano Malucelli, CEO do Paraná Banco; Danyelle Martins, diretora executiva da Paraná Seguros; e Lucas Neves, CEO da Wiz Co. 

Segundo a Wiz, esse movimento representa uma evolução natural da relação comercial já estabelecida, sustentada pela combinação entre sua experiência em distribuição, a abrangência da rede de atendimento do Paraná Banco e a capilaridade da base de clientes já atendida pela parceria.

“O avanço da parceria reforça uma estratégia construída com visão de longo prazo, baseada na combinação de capacidades complementares e na ampliação da eficiência operacional. Isto cria condições para expandir a distribuição dos produtos financeiros de forma mais estruturada, dando fôlego à presença regional, ampliando a capilaridade comercial e apoiando um crescimento sustentável em diferentes mercados do país”, diz Danyelle Martins, diretora executiva da Paraná Seguros.

A Wiz também informa que não haverá alteração no controle acionário da Paraná Seguros nem qualquer movimentação relacionada à aquisição ou alienação de participação societária.

Alper Seguros adquire Ritacco Seguros e Coporate Health e adiciona R$ 83 milhões em prêmios à carteira

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A Alper Seguros anuncia a aquisição da Ritacco Seguros e Corporate Health, empresas do Grupo Ritacco, tradicional referência no mercado de Benefícios, com quase 40 anos de atuação. A movimentação estratégica expande significativamente a operação da companhia em Guarulhos, município que detém o segundomaior PIB do estado de São Paulo e se consolida como um dos principais polos industriais do País. Com a transação, a Alper incorpora uma robusta carteira que soma R$ 83 milhões em prêmios e mais de 36 mil vidas.

Esta operação marca a 11ª aquisição da Alper voltada predominantemente para a unidade de Benefícios, reforçando oplano de consolidação da marca em praças de alta relevância econômica.

O fortalecimento da operação local é destacado por André de Barros Martins, Vice-Presidente Sênior de Benefícios da Alper Seguros. O executivo pontua que, embora a Companhia já mantenha um escritório orgânico na região desde 2024, o objetivo principal com este movimento é reforçar de forma robusta a posição e a presença da marca na localidade.

“A Ritacco Seguros e a Corporate Health são empresas tradcionais na praça, com muitos anos de atuação, alta expertise, consolidadas, com uma ótima carteira de clientes e histórico de boa prestação de serviços, tudo o quevalorizamos, então essa aquisição é justamente para reforçar a importância que vemos nessa praça e em histórias de empreendedorismo de sucesso como essa”, afirma Martins.

O executivo sinaliza que o movimento faz parte de uma estratégia de M&A ainda mais ampla para o decorrer do ano. “Entendemos que o mercado de M&A está aquecido e prevemos um volume expressivo de aquisições para esse ano. Estamos com um pipeline bastante aquecido, com várias aquisições em andamento, não só para a unidade de Benefícios, mas também para as outras unidades de negócio”, projeta Martins.

Transição fluida e potencial de cross-selling

Para garantir a continuidade da excelência e mitigar qualquer fricção no relacionamento com os clientes locais, o modelo de governança desenhado pela Alper assegura a permanência dos principais executivos e do time de primeira linha da Ritacco. Matteo Puosso Ritacco, principal executivo que lidera as áreas Comercial, Técnica, Financeira e de Sucesso do Cliente da Ritacco desde 2014, assume a liderança da filial da Alper em Guarulhos como executivo da Companhia.

“Ficamos muito felizes por essa união de valores e do modo de enxergar o negócio. A Alper tem valores conectados com os que sempre prezamos dentro das empresas do Grupo Ritacco e a mesma vontade de fazer acontecer que sempre tivemos. Estamos animados para essa nova fase, que trará ainda mais benefícios para a região de Guarulhos”, comenta Matteo.

A integração contará com a maturidade da Alper, que já soma 26 aquisições bem-sucedidas em seu histórico.Alinhada com a estratégia da Companhia de focar em

orretoras especialistas, a movimentação prevê uma forte avenida de crescimento por meio de cross-selling, introduzindo novas linhas de negócios da Alper, como Riscos Corporativos, Linhas Financeiras, Garantias e Transportes para a base de clientes da Ritacco.

André de Barros Martins detalha a dinâmica comercial desse período de transição. “Os seis primeiros meses após ofechamento da aquisição são mais focados na integração da corretora à operação da Alper, mas também já vamostrabalhando paralelamente as oportunidades de cross-sell que identificamos. Além da total preocupação com a adaptação integral do time, que é supercompetente”, pontua o executivo.

De acordo com Martins, a companhia conta com uma área exclusiva de Growth, responsável por realizar todo o mapeamento e o planejamento dessa estratégia de vendas cruzadas em conjunto com a liderança da operação.

HDI Seguros fortalece presença no Nordeste com investimento estratégico no São João de Caruaru (PE) 

A HDI Seguros avança em sua estratégia de crescimento e fortalecimento institucional no Nordeste ao patrocinar um dos maiores festejos juninos do Brasil: o São João de Caruaru (PE). A iniciativa integra o plano de expansão da seguradora na região, considerada estratégica para o mercado segurador, ao mesmo tempo em que amplia sua conexão com a cultura popular e com os parceiros locais. 

Neste momento, o evento entra em sua segunda etapa, o “São João na Cidade”, que acontece entre os dias 28 de maio e 28 de junho e concentra a maior movimentação de público e atrações da programação. É nesse período que a HDI Seguros intensifica sua presença institucional, levando ao público o conceito da campanha “Cuida que é São João: Se tem cuidado tem HDI”, alinhado ao compromisso da seguradora com proteção, proximidade e cuidado com as pessoas.

Reconhecida por reunir cerca de 1,5 milhão de visitantes e gerar aproximadamente 3,7 milhões de impactos ao longo de 72 dias de programação, a festividade se consolida como uma importante plataforma de relacionamento e visibilidade para a marca junto ao mercado regional. Além da relevância cultural, o evento movimenta a economia local e fortalece cadeias produtivas ligadas ao turismo, comércio e serviços.

O investimento também está conectado à agenda de Sustentabilidade da seguradora, especialmente no eixo de investimento social privado por meio das leis de incentivo à cultura. A iniciativa dialoga diretamente com o território de marca da HDI Seguros, que valoriza a cultura local como forma de potencializar as belezas do cotidiano e fortalecer conexões genuínas com as comunidades. Ao apoiar uma programação que reúne mais de 1.300 atrações culturais, a marca reforça sua estratégia de proximidade com o público nordestino, valorizando os aspectos culturais que fazem parte da identidade da região. 

Embora o calendário junino tenha começado em 10 de abril com ações descentralizadas voltadas às raízes culturais do interior pernambucano, é durante a fase atual que ocorre o maior fluxo diário de visitantes, estimado em cerca de 100 mil pessoas por dia. Para esse período, a HDI Seguros estruturou uma operação voltada especialmente ao relacionamento com corretores de seguros, parceiros comerciais, convidados estratégicos e também ao público presente na festa.

Entre as ativações promovidas pela marca está a “Estação HDI”, espaço aberto ao público inspirado na atmosfera da estação ferroviária de Caruaru, local onde a estrutura está posicionada durante o evento. O conceito do estande foi desenvolvido para representar o início da jornada dos visitantes pelo São João, conectando a experiência da festa à mensagem de cuidado e segurança proposta pela campanha da seguradora.

A ambientação traz elementos visuais que remetem ao universo das viagens e das tradições juninas, criando um ponto de encontro e interação com o público. Como parte da experiência, a marca distribuirá exclusivamente no estande um passaporte personalizado, reforçando a ideia de que a jornada pelo São João começa no local. O espaço também contará com brindes, ativações interativas e experiências voltadas à aproximação com os visitantes, ampliando a presença institucional da seguradora junto às comunidades locais e ao público da festa. 
 

Já o Camarote HDI foi concebido como um espaço exclusivo de relacionamento para receber corretores, parceiros comerciais e convidados estratégicos nos dias de maior destaque da programação. Inspirado na identidade visual da marca, o ambiente reforça o posicionamento da seguradora de investir em experiências de networking, conexão e fortalecimento de vínculos com o mercado regional. 

Com trajetória consolidada no mercado nacional, a seguradora utiliza sua participação no São João de Caruaru para ampliar sua capilaridade no Nordeste e fortalecer vínculos com parceiros e comunidades locais. Ao associar sua marca a uma manifestação cultural de grande relevância econômica e social, a seguradora reafirma seu compromisso com o crescimento sustentável, a valorização da cultura brasileira e a geração de valor compartilhado.

Generali lança plataforma digital imersiva de engenharia de riscos e prevenção de perdas 

A Generali Global Corporate & Commercial (GC&C) lançou o MetaRELP, uma plataforma digital imersiva desenvolvida para fortalecer seus serviços de Engenharia de Riscos & Prevenção de Perdas (RELP, na sigla em inglês). A iniciativa reflete a ambição da GC&C de tornar a comunicação sobre riscos mais eficaz em ambientes industriais complexos e apoiar discussões mais qualificadas sobre prevenção junto aos clientes.
 

Uma das principais aplicações do MetaRELP é apoiar o treinamento e o desenvolvimento dos engenheiros de risco, oferecendo uma plataforma contínua de capacitação à medida que os riscos evoluem, surgem novos cenários, aumenta a complexidade operacional e ocorrem novos sinistros.
 

O MetaRELP também converte inspeções típicas de engenharia de riscos em visitas interativas em 3D a instalações industriais, com riscos, exposições e controles realistas. Todos os engenheiros de risco podem explorar e ser treinados em áreas-chave de um local, compreender a relação entre riscos, exposições e controles, além de visualizar como diferentes riscos podem aumentar o potencial de perdas, favorecendo um diálogo mais claro entre engenheiros de risco, clientes, corretores e subscritores. Isso fortalece o julgamento técnico em toda a comunidade internacional de engenharia de riscos da GC&C.
 

Outra aplicação do MetaRELP é ampliar a conscientização dos clientes por meio de simulações imersivas de incidentes em realidade aumentada. Ao demonstrar como eventos como incêndios, falhas em maquinário ou medidas inadequadas de proteção contra enchentes podem evoluir dentro de uma instalação, a plataforma torna o impacto do risco mais tangível e reforça o valor das ações preventivas, deixando as recomendações mais concretas na prática. 
 

Matthew Day, Head de Engenharia de Riscos & Prevenção de Perdas da GC&C, comentou: “O MetaRELP reflete claramente nossa ambição de modernizar a Engenharia de Riscos e Prevenção de Perdas. Como parte do plano Next Level 2025–27 da GC&C, estamos investindo em soluções digitais escaláveis que apoiem avaliações de risco e discussões de subscrição em diferentes mercados. Recomendações pragmáticas e eficazes são fundamentais para construir resiliência e proteger nossos clientes contra incidentes; ao unir treinamento técnico e engajamento comercial, a plataforma oferece uma ferramenta poderosa para comunicar claramente riscos e estratégias eficazes de mitigação.”
 

A solução foi desenvolvida em colaboração com a Vection Technologies, selecionada por meio de um processo de seleção de parceiros apoiado pelo Generali Innovation Fund, que contribuiu para ampliar a escala da iniciativa. Os recursos de realidade virtual e aumentada da Vection Technologies permitem recriar digitalmente instalações industriais e simular cenários realistas de perdas, transformando avaliações técnicas de risco em experiências interativas.
 

Gianmarco Biagi, CEO e Chairman da Vection Technologies, afirmou: “Estamos orgulhosos de apoiar a GC&C no lançamento do MetaRELP, uma plataforma que leva a engenharia de riscos e a prevenção de perdas a uma nova dimensão imersiva. Por meio de nossas tecnologias de realidade virtual e aumentada, transformamos inspeções tradicionais de risco em visitas interativas em 3D, permitindo a simulação de cenários complexos de perdas e tornando os planos de prevenção mais claros e aplicáveis na prática.” 

“O MetaRELP demonstra a escalabilidade e a versatilidade das soluções da Vection Technologies para o setor de seguros, apoiando o treinamento contínuo de engenheiros de risco e fortalecendo o diálogo entre seguradoras, clientes e corretores. Gostaria também de agradecer à liderança da GC&C pela confiança e ao Generali Innovation Fund por apoiar uma colaboração que transforma inovação tecnológica em benefícios concretos para os negócios e para a resiliência dos clientes”, completa Biagi. 

Bradesco Saúde lança o plano Regional Noroeste Paulista

Fonte: Bradesco

A Bradesco Saúde lança o Bradesco SaúdeRegional Noroeste Paulista (NOSP), plano desenhado para atender às empresas da região que buscam equilíbrio entre assistência de alta qualidade e custos acessíveis para o cuidado de seus funcionários.

O produto é voltado principalmente a pequenas e médias empresas, de 3 a 199 vidas, incluídas no segmento SPG, mas também está disponível para o segmento Empresarial (acima de 200 vidas).

A abrangência do Bradesco Saúde Regional Noroeste Paulista compreende cerca de 20 municípios, com destaque para Bauru e Marília, além de cidades como Lençóis Paulista e Agudos.

Para atender à demanda local, o novo produto conta com prestadores hospitalares de relevância na região, entre eles o novo Hospital Santa Lúcia Bauru. A rede também inclui prestadores ambulatoriais relevantes, como o Labormed, o Laboratório Biolab e o CDM Marília.

“O lançamento faz parte do movimento de expansão e diversificação de portfólio da Bradesco Saúde, com foco em produtos com olhar regional. Essa estratégia envolve oferecer uma rede com hospitais reconhecidos na região pela qualidade, além de preço competitivo, para podermos atender às necessidades de empresas dos mais variados perfis, sobretudo o segmento PME (Pequenas e Médias Empresas)”, destaca Flávio Bitter, diretor-geral da Bradesco Saúde.

Região Noroeste de São Paulo

A região Noroeste do Estado de São Paulo se destaca por sua força econômica e elevada qualidade de vida das suas cidades. Bauru, com uma população de mais de 390 mil habitantes (estimativa IBGE 2025), tem IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,801, conforme dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), e mais de 74 mil empresas ativas, de acordo com o Sebrae. Já Marília, com mais 247 mil moradores, possui IDH 0,798 e mais de 47 mil empresas ativas, segundo as mesmas fontes. Os micro, pequenos e médios negócios possuem participação relevante na economia local, respondendo por 53,1% dos trabalhadores empregados por empresas em Bauru e por 63,6% em Marília, pelos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério da Economia, compilados pelo Sebrae.

Principais características do Regional Noroeste Paulista

O Bradesco Saúde Regional Noroeste Paulista oferece segmentação assistencial (ambulatorial + hospitalar com obstetrícia), que compreende cobertura para urgência e emergência, consultas, exames, terapias, internação e cirurgias, inclusive parto, e modalidades de acomodação em quarto individual ou em enfermaria.

Para garantir a sustentabilidade do modelo e mensalidades mais acessíveis, o produto adota a coparticipação obrigatória para o segmento SPG (30% nos grupos de procedimentos). Já para o segmento Empresarial (empresas a partir de 200 pessoas), a coparticipação é opcional e negociável.

Caso o beneficiário faça viagens nacionais a trabalho ou a lazer, também é possível contar com:

  • Seguro Viagem Bradesco: cobertura de até R$ 60 mil para despesas médicas em viagens nacionais, com até quatro acionamentos anuais (mesmo padrão de excelência aplicado em outras capitais).
  • Cobertura adicional para atendimento fora da abrangência geográfica: exclusivamente nos casos de urgência e emergência, beneficiários do plano Regional Noroeste Paulista podem contar com atendimento em hospitais parceiros, localizados em diversos municípios do território nacional.

Outros destaques:

·                Reembolso: reembolso específico para o segmento SPG e sob avaliação para o segmento empresarial.

 ·                Psicologia Online: Acesso facilitado a psicólogos da Conexa Psicologia Viva pelo app e pela área exclusiva do site Bradesco Saúde.

·                Saúde Digital: Telemedicina pelo app 24h por dia e consultas agendadas com profissionais de diversas especialidades.

·                Clube+Saúde: Descontos e cashback em produtos e serviços de saúde e bem-estar, como farmácias, academias, alimentação e suplementos.

·                Possibilidade de contratação simultânea: plano de saúde + plano odontológico.

·                Serviço adicional: na cidade de São Paulo, o produto ainda oferece, como cobertura adicional, acesso ao Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), para atendimentos selecionados.

Câmara aprova alteração em projeto de seguro rural e texto volta ao Senado

Fonte: CNN

Em uma votação que durou menos de 15 minutos, o plenário da Câmara de Deputados aprovou o texto com alterações à proposta original sobre seguro rural. Com isso, o projeto deve voltar para apreciação do Senado Federal. A aprovação reformula o seguro rural, prevendo taxas de juros menores, prazos diferenciados e prioridade em operações de crédito rural quando amparadas por seguro.

O Projeto de Lei 2951/24 foi aprovado com substitutivo do relator Lupion, que fez poucas mudanças, como o detalhamento de cláusulas desse seguro como garantia nos empréstimos rurais. Na proposta do novo texto, que teve debate de turno único entre os parlamentares, o prêmio do seguro será subsidiado por fundo bancado com recursos públicos.

Segundo o texto, o fundo poderá ser composto por ações de empresas nas quais a União tenha participação minoritária, ou por excesso de ações necessárias ao controle de empresas de economia mista (como a Petrobrás), assim como imóveis e outros direitos da União.

O fundo apelidado de “Fundo Catástrofe” está previsto pela Lei Complementar 137/10, de 2010, mas, segundo a Câmara, não chegou a ir para frente por falta de investimentos e de regulamentação. Os parlamentares destacaram a necessidade dos produtores terem acesso ao seguro rural, em especial, devido aos problemas de acesso a crédito e de extremos climáticos.

Além disso, mencionaram que a urgência da aprovação se dá em razão do calendário de anúncio do Plano Safra 2026/27, que deve sair entre junho e julho. A proposta também estabelece prioridade no acesso ao crédito rural, inclusive em casos de prorrogação ou renegociação de dívidas.

O projeto ainda altera regras da Lei do Seguro Rural (10.823/2003) sobre o fornecimento de dados de produção. Atualmente, os produtores precisam apresentar informações históricas individualizadas dos ciclos produtivos anteriores.

Pela nova proposta, os tipos de informações exigidas passarão a ser definidos em regulamento do Poder Executivo.

Alterações de destaque

O substitutivo aprovado pela Câmara proíbe o contingenciamento ou bloqueio de despesas ligadas a obrigações constitucionais e legais, incluindo ações de subvenção ao prêmio do seguro rural.

Pelo texto, a subvenção ao seguro rural passa a ter execução orçamentária obrigatória, limitada ao valor previsto no projeto original da Lei Orçamentária Anual encaminhado pelo Executivo ao Congresso.

A proposta também autoriza o remanejamento de recursos do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para o seguro rural, desde que a transferência não comprometa o funcionamento do programa nem as operações já contratadas.

Outra mudança prevista é a possibilidade de uso de recursos do fundo, a critério do conselho diretor, para fortalecer bancos de dados sobre operações de seguro rural e ações de zoneamento de riscos agropecuários.

O substitutivo ainda permite a criação de subfundos com patrimônios segregados para atender setores específicos do agronegócio.

Além disso, em relação ao seguro de atividades agrícolas, o substitutivo estabelece prazos para andamento do processo de obtenção da indenização após os eventos de sinistro.

A garantia de empréstimos também terá cláusulas específicas nas novas regras do seguro rural, caso o texto passe no Senado.

Outra alteração que consta no texto aprovado na Câmara é que o fundo de seguro rural transfira riscos para empresas resseguradoras, ou adquira Letras de Risco de Seguros (LRS), conforme regulamentação da Superintendência de Seguros Privados.

A LRS é um título de crédito vinculado a operações de seguros e resseguros, com livre negociação no mercado financeiro.

Como foi a votação

Antes da votação, o parecer foi lido em plenário pelo deputado Arnaldo Jardim(Cidadania-SP). O relatório recebeu parecer favorável das comissões de Agricultura; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça, que consideraram o projeto adequado do ponto de vista orçamentário, constitucional e jurídico. O substitutivo aprovado incorporou mudanças ao texto original do Senado, prevalecendo a versão apresentada pelo relator da Comissão de Agricultura.

O relator, Pedro Lupion, destacou que a cobertura de áreas seguradas no Brasil ainda é muito reduzida, principalmente por causa da “complexidade de marcos normativos, da insuficiência de recursos direcionados à subvenção, das incertezas inerentes ao acesso aos programas governamentais e das dificuldades operacionais enfrentadas por produtores e seguradoras”.

Durante a votação, parlamentares da federação PT-PCdoB-PV apresentaram um destaque para votação em separado do artigo 6º do substitutivo. O encaminhamento da votação foi feito pelo deputado Bohn Gass (PT-RS), mas o plenário decidiu manter o texto como estava.

Após a conclusão da análise dos destaques, a Câmara aprovou a redação final da proposta, consolidando o texto que será reenviado ao Senado.

Na semana passada, o deputado federal Pedro Lupion apresentou o relatório do Projeto de Lei (PL) 2.951/2024, que reformulou o marco legal do seguro rural no Brasil.

O parecer incluia execução obrigatória dos recursos da subvenção ao prêmio do seguro rural, prazos para pagamento de indenizações, uso das apólices como garantia em operações de crédito e mudanças no Fundo de Cobertura Suplementar dos Riscos do Seguro Rural.

Procura por seguro de joias cresce em meio à alta dos roubos de alianças em São Paulo  

Fonte: Howden

A procura por seguro de joias tem aumentado no Brasil em meio ao crescimento dos roubos de alianças, relógios e outros itens de valor em grandes centros urbanos. A avaliação é da Howden Brasil, filial da corretora global especializada em seguros de alta complexidade. O movimento ocorre em meio ao aumento dos roubos de alianças, relógios e joias registrados em grandes centros urbanos como São Paulo, onde foram contabilizados 11 casos por dia apenas no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

De acordo com Ricardo Minc, diretor de Esportes, Mídia e Entretenimento da Howden Brasil, o perfil de quem busca esse tipo de cobertura também mudou nos últimos anos. “Percebemos que a procura deixou de ser exclusiva de grandes colecionadores. Hoje, há um aumento real de clientes que desejam proteger itens de uso diário, como alianças de casamento e relógios, que possuem valor financeiro e emocional”, explica.

Para muitas pessoas, a dúvida é se o seguro residencial já não seria suficiente para garantir a proteção desses bens. No entanto, Minc esclarece que joias e relógios normalmente possuem restrições relevantes nas apólices residenciais tradicionais. Em muitos casos, há exclusão total para esse tipo de bem ou limites bastante reduzidos, geralmente vinculados apenas à cobertura de roubo ou furto qualificado dentro da residência.

O mercado brasileiro ainda é considerado pouco desenvolvido quando comparado aos Estados Unidos e à Europa, onde existem seguradoras especializadas exclusivamente nesse segmento. Como alternativa, o mercado especializado trabalha com o modelo Jewelry Insurance”, que opera no formato “all risks” (todos os riscos). Segundo Minc, a proposta é aproximar o mercado brasileiro de um padrão já consolidado nos Estados Unidos, focado no uso real do bem e não apenas na proteção da residência. Essa modalidade oferece cobertura dentro e fora de casa, em eventos e viagens internacionais, protegendo não apenas contra roubo, mas também contra danos acidentais, quebra e perda de pedras preciosas.

Em termos práticos, a cobertura permanece válida em qualquer lugar do mundo enquanto a joia está sendo utilizada. Segundo Minc, esse é um diferencial relevante em um momento em que relatos de roubos envolvendo turistas brasileiros em grandes capitais internacionais têm se tornado mais recorrentes. Quando as peças não estão sendo utilizadas, a regra geral é que fiquem guardadas em um local trancado, sem obrigatoriedade de cofre para a maioria das situações. A exigência do cofre ocorre prioritariamente em hotéis, onde é necessário utilizar o equipamento do quarto ou da recepção sempre que disponível.

A flexibilidade também se estende à contratação, pois mesmo peças herdadas de família ou sem nota fiscal podem ser protegidas. Nesses casos, o processo é viabilizado por meio de fotos, descrições detalhadas e laudos de avaliação, o que garante um valor de reposição justo em caso de sinistro.

Para Ricardo Minc, o ponto central é ampliar o conhecimento sobre as novas modalidades do mercado. “O desafio é mostrar que o seguro de joias não é algo burocrático ou inacessível, mas uma ferramenta para que as pessoas possam usar seus bens no dia a dia com mais tranquilidade em diferentes ambientes”, finaliza.

Inteligência artificial deve transformar seguros nos próximos anos, afirma o presidente da CNseg

“A inteligência artificial já entrou definitivamente na agenda estratégica do mercado segurador e tende a provocar mudanças profundas na forma como seguros serão comercializados e operados nos próximos anos”, afirmou o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, durante participação na sexta edição do Conexão Futuro Seguro. O evento, realizado em 26 de maio, em formado presencial e online, foi promovido pela Escola de Negócios e Seguros – ENS, em parceria com a Federação Nacional dos Corretores (Fenacor) e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento dos Corretores de Seguros (IBDCOR).


Ao comentar os impactos da IA no setor, Dyogo comparou o atual momento tecnológico à chegada dos computadores nas décadas de 1970 e 1980. Segundo ele, a adaptação às novas ferramentas deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade para empresas e profissionais.


“O que muitos estão falando é que quem não tiver inteligência artificial, esse sim vai ser excluído do mercado”, afirmou. 


O presidente da CNseg citou uma pesquisa realizada pela Confederação no ano passado mostrando que todas as seguradoras brasileiras já possuem projetos ligados à inteligência artificial, ainda que em diferentes níveis de maturidade. Os resultados observados até agora, segundo ele, ainda são modestos em termos de redução de custos e expansão de negócios, mas apontam para uma trajetória sem volta. 


Dyogo destacou que, embora o conceito de inteligência artificial tenha origem em estudos matemáticos da década de 1950, a tecnologia entrou recentemente em uma fase de crescimento exponencial. Para ele, o que existe atualmente representa apenas o início das transformações que ainda virão.


“O que a gente está vendo de Inteligência Artificial hoje é apenas uma pequena semelhança do que vai acontecer nos próximos cinco ou dez anos”, afirmou. 


Durante o debate, o presidente da CNseg também buscou afastar a percepção de que a IA substituirá completamente o trabalho humano. Segundo ele, a tecnologia deve funcionar como instrumento de apoio às pessoas, ampliando capacidades e tornando processos mais eficientes.


Para ilustrar as mudanças provocadas pela inovação tecnológica no mercado segurador, Dyogo lembrou que, há poucas décadas, seria difícil imaginar a venda de seguros por aplicativos de mensagens. Hoje, no entanto, ferramentas digitais já fazem parte da rotina dos corretores e consumidores.


“Não sabemos exatamente como estaremos usando inteligência artificial daqui a dez anos para vender seguros, mas é absolutamente certo que estaremos usando de alguma maneira”, disse. 


Ao encerrar sua participação, Dyogo Oliveira afirmou que o setor deve acompanhar as transformações tecnológicas sem receio, mas com responsabilidade e atenção às oportunidades concretas trazidas pelas novas ferramentas. Segundo ele, apesar de ainda estar em estágio inicial, a inteligência artificial já demonstra potencial para ampliar a eficiência, apoiar decisões e criar novas possibilidades para o mercado segurador.

Tokio Marine cria diretoria Assessorias Brasil e unifica diretorias Norte e Nordeste

Marcelo Goldman Tokio Marine Seguradora

Em continuidade às ações estratégicas que vem implementando para aprimorar o atendimento aos Corretores de Seguros, a Tokio Marine anuncia a criação da Diretoria Assessorias Brasil, sob a liderança de Ronaldo Dalcin, e a unificação das Diretorias Norte e Nordeste, agora sob responsabilidade de Cefas Rodrigues. Os objetivos das iniciativas são ganhar eficiência operacional, padronizar rotinas e garantir que os times comerciais estejam cada vez mais próximos dos cerca de 50 mil Corretores e Parceiros de Negócios que hoje trabalham com a Companhia. 
 

Com as mudanças, a Diretoria Comercial Nacional Varejo e Vida da Tokio Marine fica estruturada em quatro verticais especializadas: duas dedicadas a Produtos (Vida e Produtos PJ) e duas focadas em Canais de Distribuição (Assessorias e Grupos Econômicos). “Temos como missão atender o Corretor com excelência, entendendo cada vez mais suas demandas e as características de cada negócio. Dessa forma, esses dois movimentos refletem a importância de uma operação que combina conhecimento técnico, atendimento consultivo e especializado e visão estratégica”, afirma o Vice-Presidente Comercial e Produtos Massificados, Marcelo Goldman. 
 

Para Ronaldo Dalcin, até então responsável pela região Nordeste, assumir a Diretoria Assessorias Brasil é ampliar o compromisso da Companhia com esse importante canal de distribuição. “As Assessorias ocupam um papel estratégico em nosso negócio: atuam como importante conexão comercial e dão suporte para os Corretores atuarem como Consultores de Proteção dos nossos Clientes. Nesta nova jornada, o foco é fortalecer nosso relacionamento por meio de escuta ativa e direcionamento claro, impulsionando resultados consistentes em todo o país”, destaca.
 

Já Cefas Rodrigues, que liderava a atuação da Companhia no Norte do país, reforça que a unificação do atendimento com o Nordeste é um movimento estratégico, considerando o potencial econômico das duas regiões. “Agora podemos atuar de maneira ainda mais assertiva nesses importantes mercados, compartilhando experiências, fortalecendo nossas melhores práticas e ampliando nossa capacidade de relacionamento com Corretores e Clientes”, comenta o executivo.
 

Ainda como parte das alterações na estrutura organizacional da Diretoria Comercial Varejo e Vida, o executivo Renato Almeida assumiu, em março, a cadeira de Superintendente Comercial de Grupos Econômicos e Comercial PJ.