A Icatu Seguros reuniu, entre os dias 20 e 22 de fevereiro, os vencedores da Campanha Antonio Carlos de Almeida Braga Nacional 2025, para uma experiência exclusiva no Rio de Janeiro, que incluiu o desfile das campeãs do Carnaval na Marquês de Sapucaí.
A viagem nacional integra a ampliação e reformulação da campanha, que passou a contar com novas categorias em 2025, critérios mais abrangentes e mais possibilidades de premiação, somando-se à tradicional viagem internacional – neste ano, com destino a Budapeste, na Hungria. Com isso, a Icatu ampliou o número total de premiados, fortalecendo ainda mais o reconhecimento aos profissionais de destaque em Previdência, Vida Individual, Vida Empresarial, PME e Capitalização (Dupla Garantia e Garantia de Aluguel).
Ao todo,100 pessoas participaram da experiência, que teve como um dos objetivos reforçar o propósito da Icatu de valorizar quem está na linha de frente pela ampliação do acesso à proteção financeira no Brasil.
“Reunir os corretores premiados é celebrar quem impulsiona o nosso crescimento no dia a dia. Eles são fundamentais para nossa estratégia, por isso, ampliamos o reconhecimento da campanha com a viagem nacional, contemplando ainda mais profissionais”, destaca o presidente da Icatu Seguros, Luciano Soares.
Durante a programação, os corretores participaram de uma cerimônia exclusiva de premiação ,realizada no Roxy Dinner Show, em Copacabana. A condução foi da jornalista esportiva Carol Barcellos, que anunciou os vencedores em um evento fechado para a companhia. Após a entrega dos prêmios, os convidados assistiram a um espetáculo musical inspirado na cultura brasileira.
A agenda incluiu ainda a presença no desfile das campeãs do Grupo Especial, no camarote Verde e Rosa, na Marquês de Sapucaí, com recepção da velha guarda da Mangueira e vista privilegiada dos cortejos. No Hilton Copacabana, os participantes tiveram acesso a experiências exclusivas, além de momentos de integração em meio a cartões-postais como o Forte de Copacabana e o Pão de Açúcar.
Tradicional no mercado de seguros, a campanha internacional Antonio Carlos de Almeida Braga já contemplou corretores com viagens para cidades como Munique (Alemanha), Barcelona (Espanha), Cidade do México (México), Porto (Portugal), Machu Picchu (Peru) e Las Vegas (EUA), consolidando-se como uma das mais relevantes iniciativas de reconhecimento e incentivo do setor.
A CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) e a Trillia, braço de inteligência de dados da B3, anunciaram oficialmente um acordo de cooperação tecnológica. A aliança tem como objetivo transformar o mercado segurador brasileiro por meio do desenvolvimento de soluções baseadas em Inteligência Artificial (IA) e análise avançada de dados, de acordo com nota divulgada.
A colaboração une o “cérebro” institucional do setor de seguros à infraestrutura tecnológica de ponta da bolsa de valores brasileira. A Trillia atua como o motor tecnológico, fornecendo a infraestrutura operacional e a inteligência analítica necessária para processar grandes volumes de dados com segurança, enquanto a CNseg contribui com seu know-how técnico e capilaridade junto às seguradoras, garantindo que as soluções desenvolvidas atendam às demandas reais do mercado e possuam validação técnica rigorosa.
O foco central da parceria é a criação de produtos que aumentem a eficiência e a segurança do ecossistema de seguros. Entre os benefícios esperados estão a criação de ferramentas específicas para as necessidades atuais das seguradoras, processos mais rápidos para verificar informações e reduzir a burocracia, e o uso de IA para identificar padrões suspeitos, fortalecendo a segurança operacional. Além disso, a tecnologia deve permitir a redução de custos operacionais, o que pode se traduzir em preços mais competitivos para o consumidor final.
A Trillia consolidou-se como a linha de negócios da B3 dedicada a extrair valor de dados. Ao apoiar a CNseg, a bolsa reforça seu papel não apenas como uma plataforma de negociação, mas também como provedora de infraestrutura tecnológica essencial para o crescimento do mercado financeiro e de seguros no Brasil.
O IRB(P&D), área do IRB(Re) dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento, estruturou uma base de índices climáticos desenvolvida para identificar e quantificar eventos extremos, como chuvas intensas, secas, ondas de frio, ondas de calor e vendavais. Considerando dados de 1961 a 2024, a base foi elaborada com séries diárias de precipitação, temperatura, vento, evapotranspiração, radiação e umidade. O resultado reúne 68 índices padronizados de extremos, adequado para uso atuarial e de resseguro.
“A indústria de seguros tem exercido papel estratégico na observação, análise e modelagem de riscos associados a eventos climáticos extremos, acumulando décadas de experiência e bases de dados sobre perdas decorrentes de desastres naturais. A atual tecnologia de informação permite a utilização de técnicas refinadas de big data, machine learning e inteligência artificial”, explica Reinaldo Marques, superintendente do IRB(P&D).
A compreensão de parâmetros é essencial não apenas para fins meteorológicos, mas também para aplicações atuariais e financeiras, uma vez que eventos climáticos têm provocado aumentos significativos nas perdas econômicas e seguradas em escala global. Em 2024, as perdas seguradas globais alcançaram US$ 145 bilhões, o sexto maior valor já registrado, conforme o relatório Climate and Catastrophe Insight 2025, da multinacional Aon.
De acordo com o Banco Internacional de Dados de Desastres, o Brasil ocupou a quarta posição mundial em número de ocorrências de desastres em 2023, superando a média anual observada entre 2003 e 2022. Informações do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) indicam que 2024 apresentou o maior número de alertas emitidos de desastres no país, com 75% dos registros sendo relacionados a chuvas intensas.
Com a consolidação da base de índices, o IRB (P&D) conduziu a análise dos extremos climáticos no Brasil ao longo dos últimos 60 anos, a fim de compreender a intensidade e a evolução dos eventos extremos. A partir dessa estrutura, foi também desenvolvida uma análise de tempo de retorno, voltada a estimar a frequência e a recorrência nas diferentes regiões do país.
“O conhecimento gerado representa um avanço essencial para o setor segurador e ressegurador, aprimorando a precificação atuarial, o dimensionamento de reservas e o planejamento de instrumentos de proteção financeira. A diferenciação regional evidencia a importância da base climática IRB(P&D) como ferramenta estratégica para o desenvolvimento de modelos de precificação sensíveis às condições locais e para o fortalecimento da resiliência financeira do país diante da intensificação dos riscos climáticos e da necessidade de políticas eficazes de adaptação”, afirma Reinaldo.
As reclamações protocoladas por usuários contra planos de saúde caíram 13,5% em 2025, segundo dados oficiais divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a partir de Notificações de Intermediação Preliminar (NIP). Foram 50.419 queixas a menos no ano.
As estatísticas mostram que oito em cada dez demandas dos beneficiários são solucionadas pelas operadoras ainda em âmbito administrativo, sem, portanto, necessidade de recorrer à Justiça. O prazo é de, no máximo, cinco dias.
As NIP são mecanismos criados pela ANS para mediar conflitos entre beneficiários e operadoras de planos de saúde, permitindo que as demandas sejam resolvidas de forma rápida, antes de qualquer processo judicial.
“As operadoras têm realizado esforços contínuos para aprimorar o atendimento e a comunicação, investindo em canais próprios mais eficientes, mais transparência e maior capacidade de resolução. Temos todas as condições de acolher, receber e solucionar as demandas, de acordo com o que estabelece a regulação”, ressalta Bruno Sobral, diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). “A redução dos registros por meio de NIPs é um forte indicador de que as demandas têm sido solucionadas cada vez mais diretamente com os beneficiários, de forma ágil e responsável.”
Procons – O setor de saúde suplementar também apresentou desempenho positivo em outro importante ranking que mede a satisfação dos clientes: o do Consumidor.gov, mantido pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça.
Em 2025, as operadoras e administradoras de planos de saúde foram apenas o 12° segmento mais reclamado junto ao órgão. Foram 34.793 reclamações no ano, o que corresponde a 1,5% do total de queixas protocoladas no sistema mantido pelo governo federal – em 2024, as operadoras respondiam por 2,2% do total.
O número registrado pelas operadoras em 2025 equivale à média de 95 reclamações por dia, num sistema que realiza 5,3 milhões de procedimentos diariamente e atende 53 milhões de brasileiros.
Em termos globais, as reclamações de todos os segmentos junto à Senacon somaram 2,3 milhões em 2025. É a maior marca da série histórica, iniciada em 2014. O crescimento em relação a 2024 foi de 65%, também a maior alta anual registrada.
O sistema da Senacon também reúne queixas enviadas a órgãos como Procons, Defensorias Públicas, Ministérios Públicos, Tribunais de Justiça, Agências Reguladoras, entre outros órgãos parceiros do Ministério da Justiça.
O líder do ranking do Ministério da Justiça é o segmento de bancos, financeiras e cartões de crédito, com 997 mil reclamações em 2025, de acordo com a Senacon.
“Nossas associadas tratam toda e qualquer reclamação como absolutamente relevante, pois, diferentemente de outros setores, lidamos com um serviço essencial que impacta diretamente a vida e o bem-estar das pessoas. Por isso, nosso olhar permanente, atento e cuidadoso para cada manifestação dos nossos beneficiários, em busca de melhorias contínuas”, afirma o diretor-executivo da FenaSaúde.
A Inteligência Artificial deixou de ser pauta experimental para se consolidar como prioridade estratégica nas seguradoras brasileiras. É o que mostra o novo estudo da CNseg, a Confederação das Seguradoras, em parceria com a consultoria EY, que aprofunda a análise sobre a aplicação de IA no setor e revela um movimento já disseminado nas companhias, ainda que com impactos financeiros predominantemente incrementais.
O levantamento indica que o setor segurador brasileiro investe cerca de R$ 20 bilhões por ano em tecnologia, e a previsão para 2026 apenas em IA é de R$ 2,8 bilhões, R$ 2 bilhões acima do valor aportado no ano passado, distribuídos em praticamente todas as áreas das companhias — do atendimento e backoffice às operações e tecnologia da informação. Dentro desse montante, a IA vem ganhando peso como agenda prioritária, citou Dyogo de Oliveira, presidente da CNseg, em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira pela manhã.
“Trata-se de um movimento que já está presente nas companhias. A Inteligência Artificial deixou de ser uma hipótese e passou a integrar os processos. Saímos do estudo convictos de que a maioria das empresas enxerga a IA como oportunidade concreta de melhorar eficiência e produtividade”, afirma
Segundo ele, diante da centralidade do tema no cenário global, a confederação decidiu aprofundar o diagnóstico. O novo estudo mostra que os investimentos em IA estão distribuídos principalmente nas frentes de experiência do cliente, operações e tecnologia. “O setor já demonstrava no estudo anterior que tecnologia era investimento prioritário. Agora vemos que a IA ocupa posição estratégica dentro dessa agenda”, acrescenta Dyogo.
A adoção é ampla: 80% das empresas já implementaram soluções de IA. Essas companhias respondem por aproximadamente R$ 210 bilhões do faturamento do setor, o equivalente a cerca de 50% do market share. Para Alexandre Leal, diretor técnico da CNseg, isso demonstra que o avanço não está restrito a nichos. “Estamos falando das maiores empresas do mercado, com escala relevante. A IA já é realidade operacional”, diz.
A motivação é clara. Segundo o estudo, 81% apontam melhoria da experiência do cliente como principal razão para investir em IA. Em seguida aparecem automação de tarefas (69%) e redução de custos (65%). Diferenciação competitiva é citada por 50%, geração de novas receitas por 35% e reforço da segurança e gestão de risco por 15%. “Quando perguntamos sobre o foco estratégico, 100% mencionam produtividade. A IA é vista, antes de tudo, como alavanca de eficiência”, afirma Leal.
Os casos de uso se concentram principalmente em backoffice, TI, atendimento, sinistros e operações. Entre as aplicações mais comuns estão chatbots, assistentes com análise de voz e sentimento, análise de documentos, copilotos para desenvolvimento de código e ferramentas de apoio à subscrição. 80% das companhias já implementaram aplicações voltadas diretamente ao cliente.
O modelo de desenvolvimento predominante é híbrido: 77% combinam soluções internas e externas. Apenas 15% desenvolvem internamente, 4% utilizam exclusivamente parceiros e outros 4% adotam soluções prontas de fornecedores.
Apesar do avanço, os resultados financeiros ainda são majoritariamente incrementais. 77% das empresas relatam algum impacto positivo, mas sem alteração estrutural do modelo de negócio. 84% apontam aumento de receita de até 1% em determinados processos. “Ainda é tímido, mas é algo que já aparece no ganho de receita”, diz Leal.
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Em contrapartida, há ganhos operacionais expressivos em áreas específicas. Algumas empresas registraram redução de até 50% no tempo de resposta ao cliente. Outras dobraram o número de cotações com apoio de IA. Cerca de 30% indicaram aumento relevante de produtividade em TI. Além disso, 85% afirmam que a IA melhorou a capacidade tecnológica existente.
A expectativa é que o investimento comece a se pagar com maior intensidade à medida que escala e governança avancem. 62% das empresas esperam redução de custos superior a 1% ainda neste ano, sendo que 20% projetam queda acima de 5%. Empresas ligadas a bancos demonstram maior propensão a investir — algumas indicam destinar até 1% da receita à IA em 2026.
Para os próximos cinco anos, 68% projetam que determinados processos estarão totalmente automatizados, sem intervenção humana, especialmente em sinistros, subscrição e operações. 66% pretendem criar equipes dedicadas exclusivamente à IA.
Ainda assim, as barreiras permanecem relevantes. No Brasil, 69% apontam a integração com sistemas legados como principal obstáculo. A precisão e confiabilidade dos modelos são citadas por 58%, a falta de expertise técnica e estratégica por 46% e o custo de implementação por 38%. A dificuldade de mensurar claramente o retorno sobre investimento também aparece como entrave.
Comparação com outros países
A comparação internacional reforça o estágio de maturidade brasileiro. Segundo Nuno Vieira, sócio e líder de Consultoria em Seguros da EY para a América Latina Sul, o Brasil está em estágio anterior ao dos Estados Unidos, mas é o mercado mais avançado da América Latina, seguido pelo México.
“Nos EUA, a adoção é semelhante, mas os impactos substanciais são mais frequentes e os investimentos mais agressivos. O desafio lá está mais relacionado à alocação de orçamento e à escassez de especialistas. No Brasil, ainda lidamos com integração tecnológica e consolidação de dados”, explica.
Nos Estados Unidos, 66% também citam integração com legados, 59% mencionam precisão de modelos e 100% apontam orçamento e falta de expertise como desafios centrais. O diagnóstico da EY indica que, em ambos os mercados, a consolidação da IA depende menos da tecnologia em si e mais de governança, qualidade de dados, talento e estratégia de investimento.
Para Leal, o próximo passo é ganhar escala com responsabilidade. “Precisamos avançar com governança, ética e foco no consumidor. A IA é uma ferramenta poderosa para melhorar processos, reduzir custos e ampliar receitas, mas deve estar alinhada à confiança que é a base do setor segurador.”
Segundo a conclusão dos executivos, a Inteligência Artificial já está incorporada à agenda estratégica das seguradoras brasileiras. Os ganhos ainda são graduais, mas o setor aposta que, com escala e maturidade operacional, a combinação de aumento de produtividade, redução de custos e melhoria da experiência do cliente permitirá que o investimento se converta em vantagem competitiva sustentável.
Em celebração de seu centenário, a Generali Brasil realizou uma série de atividades especiais ao longo de 2025: iluminou o Cristo Redentor, criou um espaço de memória na sede da empresa, patrocinou corridas de rua, plantou árvores, lançou um livro. E em 2026 a companhia pretende continuar a somar nesse acervo. A partir de fevereiro, a mostra “101 Anos. 101 Mulheres – Elas transformam caminhos” vai ressaltar a força feminina na construção da sociedade.
A exposição, localizada na matriz da Generali, no Rio de Janeiro, oferece ao público interno e convidados uma jornada imersiva e interativa sobre a presença e o legado de mulheres ao longo de um século, dentro e fora da companhia. Idealizada como uma experiência física e digital, propõe um diálogo entre gerações, trajetórias e conquistas que transformaram a história nas artes, na ciência, na política, no esporte e na vida cotidiana, além de seu papel fundamental na evolução do mercado de seguros e na construção de uma cultura de proteção e resiliência.
São cinco territórios temáticos: Vitalidades, Vanguardas, Expressões, Ancestralidades e Futuros. Eles revelam o poder da diversidade feminina como força de criação e transformação.
“Esta é uma homenagem às mulheres que constroem e inspiram a Generali e a sociedade. São vozes múltiplas que, somadas, representam o que acreditamos ser a base de um futuro mais equitativo e colaborativo”, afirma Debora Pinto, diretora de pessoas e organização.
Ao longo da exposição, colaboradores e visitantes são convidados a interagir com ativações sensoriais e conteúdos digitais, participando da construção coletiva dessa narrativa. Entre histórias conhecidas e descobertas, a mostra reforça o compromisso da Generali com a valorização da diversidade e o protagonismo feminino como pilares de sua trajetória centenária.
No fechamento da experiência, o público encontra o símbolo central da mostra: a centésima primeira mulher, refletida no espelho, uma homenagem à visitante que se reconhece como parte dessa história em transformação.
“101 anos, 101 mulheres – Elas transformam caminhos” está sendo elaborada com apoio da Approach e Pacta Clara, e reforça o legado de um século de presença da Generali no Brasil, inaugurando um novo ciclo pautado por inclusão, inovação e respeito à trajetória de todas as mulheres que constroem o amanhã.
Serviço
Solicitamos que jornalistas interessados em visitar a mostra escrevam para generali.imprensa@approach.com.br.
A Tempo, que atua no segmentos de assistências, conveniências e serviços especializados, anuncia a chegada de Marcelo Litvin como novo Chief Financial Officer (CFO). A nomeação reforça o compromisso da empresa com uma gestão financeira ainda mais estratégica, conectada ao negócio e alinhada à agenda de crescimento sustentável.
Mais do que liderar a área financeira, Marcelo chega com papel central na discussão de temas como alocação de capital, alavancas de valor, gestão de riscos e eficiência operacional, e irá atuar em apoio direto ao comitê executivo e ao conselho de administração.
Com passagens por Oi, Philips, Alpargatas e Bliv, o executivo construiu uma carreira sólida nas áreas de finanças, estratégia e operações, com experiência internacional e atuação em países como Brasil, Argentina e Estados Unidos. Ao longo de sua trajetória, ocupou posições de liderança e ocupou cargos de COO, CFO e Chief Transformation Officer, com foco em criação de valor, transformação e crescimento em ambientes complexos.
“Enxergamos no Marcelo um perfil hands-on, orientado a resultados e com alta capacidade de execução. Ele também é reconhecido por seu estilo colaborativo e por liderar equipes de alta performance. Chega com o desafio de fortalecer a cultura de controles internos, conformidade e disciplina financeira, sem perder a agilidade necessária para sustentar o crescimento da Tempo. Sua chegada representa mais um passo importante na consolidação da nossa estratégia, reforçando nossa ambição de crescimento sustentável, excelência operacional e geração de valor de longo prazo”, explica João Armesto, CEO da Tempo.
Na nova posição, Marcelo destaca o potencial de escala do ecossistema da companhia. “É um privilégio assumir a Diretoria Financeira de uma empresa que é referência nos segmentos em que atua, com alta capacidade de operar em qualquer cidade do Brasil, e que conta com uma proposta de valor muito relevante para o amplo mercado de serviços do país — especialmente nas frentes de Assistência e Conveniência. Quero contribuir para acelerar essa tese, que está repleta de oportunidades”, reforça Marcelo Litvin.
A influência digital como motor de crescimento profissional foi o tema central do novo episódio do PodPorto, que reuniu Sabrina Sato e lideranças da Porto para discutir como os corretores podem fortalecer sua presença nas redes e ampliar oportunidades de negócio para os desafios do futuro no mercado de seguros. Ao lado de Luiz Arruda, VP Comercial e Marketing; Patrícia Coimbra, Diretora de Gente Cultura e Oliver Haider, superintendente de marketing da companhia, a conversa destacou a influência digital como ferramenta de conexão, educação e crescimento profissional no mercado de seguros.
Historicamente à frente das iniciativas educacionais da companhia, Luiz Arruda e Patrícia Coimbra abordaram a evolução de projetos como Porto AcademIA e Corretor Influenciador, que oferecem capacitação prática para fortalecer a presença dos profissionais nas redes sociais. Desde o lançamento, o programa engajou mais de mil corretores, com 700 formados até o momento. O impacto reflete diretamente no negócio, com um crescimento expressivo na diversificação das carteiras e ampliação da oferta de múltiplos produtos junto aos clientes.
Ao longo da conversa, Sabrina Sato compartilhou sua experiência no universo digital e reforçou que a influência vai além dos números. “Influência de verdade começa na confiança. Quando a comunicação é honesta, ela aproxima e fortalece relações”, destacou. A influenciadora também ressaltou o papel do corretor como agente essencial na tomada de decisões dos clientes. “Valorizar o corretor é valorizar quem cuida de pessoas de verdade. Projetos como esse ajudam o profissional a se comunicar melhor, sem deixar de ser quem ele é”, disse.
A Fábrica de Conteúdos, outra iniciativa da companhia, complementa o desenvolvimento dos corretores ao disponibilizar vídeos oficiais sobre os produtos, prontos para personalização e publicação nas redes sociais. “Queremos facilitar vendas, destravar oportunidades e fortalecer a autoridade do corretor, ampliando o impacto de um trabalho essencial que já acontece todos os dias. Nosso compromisso é oferecer aos parceiros materiais de alto nível, que garantam posicionamento, escala e mais performance junto aos clientes. Com isso, a Porto dá um passo relevante ao consolidar uma produção de conteúdos mais estruturada e eficiente, sempre com o cuidado e a proximidade que fazem parte do nosso DNA”, explicou Luiz Arruda, VP Comercial e de Marketing da Porto.
A plataforma reúne conteúdos desenvolvidos em parceria com a Flint, plataforma brasileira focada em educação e estratégia digital para a creator economy – empresa da qual Sabrina é sócia –, incluindo materiais criados com inteligência artificial.
Outro destaque foi o anúncio da primeira premiação dedicada aos Corretores Influenciadores, prevista para outubro, que reconhecerá profissionais que se destacarem na produção de conteúdo digital. A Porto também confirmou novas turmas do programa em 2026, desenvolvido e realizado em parceria com a Flint, e módulos avançados para quem já concluiu a formação inicial.
Para Patrícia Coimbra, a troca com especialistas e corretores fortalece a evolução do projeto. “Influência pode parecer distante no início, mas quando existe orientação e ferramentas certas, as barreiras diminuem e o desenvolvimento acontece de forma natural”, afirmou.
O episódio, que pode ser assistido a partir do dia 25 de fevereiro, no canal oficial Corretor É Pra Sempre no Youtube, encerra com uma mensagem de incentivo aos profissionais. “Ninguém precisa virar outra pessoa para se comunicar melhor. Consistência vale mais que perfeição e todo mundo pode construir sua própria influência no dia a dia”, concluiu Sabrina.
Um dos principais encontros globais do setor de seguros e resseguros do mundo, o Miami Reinsurance Week, realizado nos Estados Unidos, consolidou a percepção que já vinha sendo observada por players internacionais. A leitura é que o momento é de soft market, com queda de taxas e ampliação da capacidade disponível, especialmente em determinadas linhas de negócios.
O evento, que reúne anualmente executivos, resseguradores, seguradoras, corretores e especialistas de diversas regiões do mundo, foi marcado por discussões sobre competitividade, precificação e estratégia de alocação de capital. Entre os temas predominantes, estão a pressão por redução de taxas, em especial em linhas financeiras, E&O (Errors & Omissions) e D&O (Directors & Officers) e riscos patrimoniais.
De acordo com o vice-presidente da Newe Seguros, Rodrigo Motroni, que participa presencialmente do encontro em Miami, o ambiente de mercado está mais favorável à contratação. “O que mais temos escutado aqui é o soft market. O mercado está soft, com taxas caindo, principalmente em algumas linhas específicas, como linhas financeiras, E&O e D&O e riscos patrimoniais. Esse foi o principal tema das conversas”, afirma.
Segundo o executivo, além da queda nas taxas, há um aumento significativo na oferta de capacidade por parte dos resseguradores. “Existe capacidade de mercado praticamente para todas as linhas. A disponibilidade de resseguro está ampla, muito em função desse cenário mais competitivo”, explica.
Para o executivo, o movimento indica uma mudança relevante em relação aos ciclos mais recentes de endurecimento do mercado, marcados por restrição de capacidade e aumento de preços após períodos de alta sinistralidade e volatilidade global.
“A expectativa é que as discussões iniciadas em Miami sirvam como termômetro para as renovações ao longo do ano, influenciando decisões de contratação e posicionamento das empresas”, avalia.
A Bradesco Vida e Previdência apresenta a Viva Longevidade, plataforma digital que incentiva as pessoas a criarem hábitos mais equilibrados de forma prática, interativa e personalizada. A ferramenta utiliza inteligência interativa e gamificação para acompanhar o bem-estar do usuário ao longo do tempo.
Por meio de um assistente virtual inteligente, a plataforma calcula o “Índice de Saúde”, atualizado conforme o usuário registra informações sobre rotina, hábitos e estilo de vida. A Viva Longevidade também oferece a opção de integração com dispositivos como Fitbit, Garmin, Polar e Strava.
A iniciativa reforça a visão de que longevidade não é apenas viver mais, mas se preparar para viver melhor. “Cuidar do bem-estar é um ato de planejamento, assim como fazemos com as finanças. Quando negligenciamos esse cuidado, o custo aparece lá na frente, seja físico, emocional ou econômico”, afirma Bernardo Castello, diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência.
A plataforma conta com um hub de conteúdos, com mais de 80 artigos relacionados às categorias da Roda da Vida, recurso para visualização e interação das informações, composta por sete categorias: nutrição, autocontrole, atividade, atenção plena, sono, saúde física e bem-estar mental. À medida que o usuário progride nas dimensões, ele desbloqueia metas e conquistas.
“Quando pensamos em longevidade, logo imaginamos o que vamos colher lá na frente. Mas essa construção acontece no presente. O futuro é reflexo direto das escolhas que fazemos hoje. Investir agora é viver melhor, com mais qualidade”, reforça Marcio Atalla, consultor de Saúde e Estilo de Vida.
Para engajar os usuários, a ferramenta traz stories interativos, canal contínuo de acompanhamento que, a partir dos dados e perfil de cada pessoa, envia mensagens, lembretes, dicas e orientações personalizadas. Esses conteúdos estimulam a criação de hábitos, registram a evolução ao longo do tempo e garantem feedback recorrente sobre objetivos e rotinas, ajudando o cliente a manter constância e foco nas metas.
“Com a Viva Longevidade, queremos apoiar as pessoas na construção do seu futuro, oferecendo uma ferramenta para ajudar os usuários a gerenciar sua rotina de forma fácil e divertida, usando recursos interativos para promover hábitos mais saudáveis. Funciona como um acompanhamento 360°. Realizamos, por alguns meses, um período de teste com os funcionários e foi um sucesso”, explica Castello.
Esse é mais um passo na trajetória do Grupo Bradesco Seguros, que há mais de 20 anos lidera o debate sobre longevidade e planejamento. A Viva Longevidade vai além do acompanhamento individual ao incorporar uma dimensão social, com interação entre amigos, desafios colaborativos e participação em programas de bem-estar corporativo. Em breve a plataforma contará com um sistema de recompensas, em que os usuários poderão ganhar benefícios a partir dos desafios propostos, além de estar disponível para todos os clientes da Bradesco Vida e Previdência com seguro de vida e/ou plano de previdência privada ativos.
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