Seguradora Generali garante 20 dias de licença-paternidade aos colaboradores

Seguradora aderiu ao Programa Empresa Cidadã em 2023 e passou a garantir 20 dias de licença-paternidade aos colaboradores, o mesmo período que a nova lei federal só alcançará em 2029

O Brasil deu um passo importante para as famílias brasileiras. A Lei Federal 15.371, publicada no Diário Oficial da União no último dia 1º de abril, amplia a licença-paternidade de 5 para 20 dias, uma conquista celebrada por especialistas e família. A mudança, porém, será gradual: as novas regras começam a valer em 2027, e o período máximo de 20 dias só se tornará realidade em 2029.  

Na Generali Brasil, no entanto, os colaboradores não precisam esperar. Desde 2023, a seguradora já oferece 20 dias de licença-paternidade remunerada, e isso vale tanto para o nascimento quanto para a adoção de crianças. 

“Na nossa visão, isso possibilitou mais qualidade de vida e a possibilidade de participarem mais ativamente dos primeiros dias de vida da criança, equilibrando as atividades com as mamães”, diz Débora Pinto, diretora de Pessoas e Organização da Generali no Brasil. “Queremos que esse momento seja aproveitado da melhor maneira possível”. 

A empresa aderiu ao Programa Empresa Cidadã, do Governo Federal, estendendo os cinco dias previstos em lei por mais 15 dias, chegando, assim, ao total de 20 dias que o Brasil inteiro só alcançará daqui a três anos. O benefício também contempla pais que optaram pela adoção. 

Mas o apoio à família na Generali vai além do tempo de afastamento. As colaboradoras em licença-maternidade têm direito a seis meses remunerados (60 dias a mais do que a lei prevê) e à possibilidade de trabalhar remotamente por 1 ano enquanto o bebê for amamentado.  

Gestantes contam com folga mensal para o pré-natal e a isenção de coparticipação no plano de saúde aplica-se tanto às colaboradoras gestantes como aos colaboradores cujas parceiras também estejam. E os pais também podem acompanhar o pré-natal das parceiras, com um dia por mês assegurado para isso. 

Para Débora, o que motiva essas escolhas é simples: “Ser um empregador responsável significa olhar para o ser humano por inteiro. A família é parte central da vida de qualquer pessoa”, destaca. 

A aprovação da nova lei, para a Generali, é uma confirmação de que o caminho que a empresa escolheu está alinhado com o futuro que o Brasil quer construir. 

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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