Icatu Seguros orienta como declarar a previdência privada e garantir os benefícios fiscais

Quem investe no modelo PGBL pode deduzir até 12% da renda bruta anual, já no VGBL o imposto incide apenas sobre os rendimentos no momento do resgate

Para quem tem um plano de previdência privada, chegou o momento de usufruir dos benefícios fiscais no imposto de renda. A Receita Federal recebe até 29 de maio a Declaração Anual do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Esse momento reacende as dúvidas de muitos contribuintes sobre como preencher corretamente seus investimentos em previdência privada. Para apoiar nesse processo, a Icatu Seguros — líder entre as seguradoras independentes em Seguro de Vida, Previdência e Capitalização — esclarece os principais pontos para a declaração de 2026.

Modalidade

O primeiro item a ser observado é o modelo contratado, explica Talita Raupp, superintendente de produtos de Previdência da Icatu Seguros. “Quem optou pelo PGBL pode abater até 12% da renda bruta anual do imposto devido – o modelo é indicado para quem faz a declaração completa”, diz. No momento do preenchimento da declaração, as contribuições devem ser informadas na ficha Pagamentos Efetuados. O benefício é aplicável apenas às contribuições realizadas dentro do ano calendário de 2025. 

Já o VGBL é recomendado para quem faz a declaração pelo modelo simplificado, é isento ou já atingiu o teto de 12% do PGBL. “Embora não ofereça dedução fiscal, o imposto incide apenas sobre os rendimentos no momento do resgate”, complementa Talita. Nesse caso, o valor total investido deve ser informado na ficha Bens e Direitos.

Tabelas regressiva ou progressiva 

Também é importante se atentar ao tipo de tributação – progressiva ou regressiva. Desde 2024 essa escolha pode ser feita no momento do recebimento do benefício ou no primeiro resgate. “Essa flexibilização é muito relevante para o planejamento fiscal, permitindo ao investidor uma escolha muito mais assertiva de qual a melhor tabela.”

Na tabela progressiva, os valores resgatados ou recebidos como benefício são tributados de acordo com a tabela do Imposto de Renda, que varia de 0% a 27,5%, dependendo da renda do contribuinte. No momento do resgate, há uma cobrança inicial a título de antecipação do IRRF de 15% na fonte, que depois é ajustada conforme a declaração anual do IR. “Uma novidade é que a partir desse ano os ganhos tributáveis até a faixa de R$ 5 mil são isentos e de R$ 5mil a R$ 7.350  terá o IRRF reduzido, ampliando as possibilidades de diminuir o imposto na tabela progressiva”, conta Talita.

Na tributação regressiva, quanto mais tempo o dinheiro estiver investido, menor a alíquota de imposto no momento do resgate, podendo chegar a 10% após 10 anos da contribuição. “Esse valor fica em uma faixa de alíquota abaixo de outros tipos de investimentos, provando que a previdência privada vai muito além da aposentadoria. Além de um ótimo aliado para acumulação de médio e longo prazo, ele vem com uma série de benefícios fiscais acoplados”, conta a superintendente da Icatu Seguros. “Sem contar que os participantes aposentados com doença grave comprovada são isentos de imposto de renda no PGBL e em resgates no VGBL.”, completa.

Planejamento financeiro

Os dois modelos e regimes de tributação trazem inúmeros benefícios. Na prática, a escolha deve estar alinhada ao objetivo do investidor. “Com o apoio de um especialista, é possível fazer uma escolha mais assertiva e eficiente do ponto de vista fiscal”, conclui.

Previdência privada na Icatu Seguros

A Icatu Seguros é a maior seguradora independente do país em previdência privada, com mais de R$ 55 bilhões em reservas. A companhia conta com um dos mais robusto e diversificado marketplace de previdência do Brasil: são mais de 400 fundos, sendo cerca de 150 deles de grade, ou seja, estão disponíveis para qualquer cliente. Com um modelo de negócios robusto baseado no conceito B2B2C, a companhia conta com uma ampla rede de parceiros, incluindo bancos, fintechs e cooperativas.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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