Mapfre finaliza reestruturação de parceria com BB Seguros

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

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A Mapfre concluiu no dia 30 de novembro o processo de reestruturação societária com a BB Seguros. A definição vai permitir a seguradora espanhola avançar em sua participação no mercado segurador brasileiro, com uma estrutura de governança mais simples.

“O modelo de atuação que teremos a partir de hoje, foi discutido junto ao nosso sócio BB Seguros, de forma a propiciar ganhos mútuos e, seguramente, nossos clientes serão os maiores beneficiados com a reorganização, em razão de maiores eficiências operativas, independência de atuação e foco nos Canais em que trabalhamos”, afirma Wilson Toneto, CEO da Mapfre Regional Brasil.

A Mapfre desembolsou R$ 2,27 bilhões, resultado da compra de 100% dos negócios gerados pela Rede de Corretores e Affinities e 100% dos negócios de Automóvel e Grandes Riscos. Por meio do Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE, as empresas se manterão sócias no canal de distribuição banco nos negócios de Vida, Prestamista, Habitacional, Rural e Massificados, até 2031, sem grandes alterações em relação ao acordo inicial.

Segundo Toneto, o novo investimento da Mapfre no Brasil, confirma a confiança no País e a continuidade do projeto que começou no início dos anos 90, com a compra de uma seguradora local. “Nestes últimos meses, as equipes trabalharam intensamente para realizar os ajustes operacionais, tecnológicos e comerciais, necessários para esta nova etapa, e, portanto, não haverá nenhum tipo de solução de continuidade ou mudanças que afetem os nossos clientes e distribuidores”, explica o executivo.

Mercado aposta em crescimento nos próximos meses

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O mercado de seguros está otimista. É o que indica pesquisa realizada pela Fenacor, segundo a qual há, entre corretores, seguradores e resseguradores,a convicção de que haverá crescimento da receita de prêmios, da rentabilidade do setor e da economia brasileira, no primeiro semestre de 2019.

“Esse cenário é consequência direta das boas expectativas do mercado quanto às possíveis medidas econômicas a serem tomadas no início do ano que vem”, afirma o consultor Francisco Galiza, coordenador do estudo.

FenaSaúde lança página dedicada ao 4º Fórum

A Federação de Saúde Suplementar acaba de lançar uma landing page para reunir uma série de conteúdos produzidos no 4º Fórum da Saúde Suplementar, que ocorreu nos dia 22 e 23 de outubro no Rio. Para recapitular todo o evento, a página traz uma experiência exclusiva com resumo das palestras, fotos, vídeos e publicações. Considerado um dos fóruns mais importantes do segmento, o encontro contou com a participação de palestrantes internacionais, ministros e autoridades, que discutiram assuntos cruciais para manter o desenvolvimento e a sustentabilidade da cadeia da Saúde Suplementar.

Confira no link: http://4forum.fenasaude.org.br/

Seguradora Líder lança campanha para crianças sobre educação no trânsito

Promoção Pequeno Grande Motorista abordará boas práticas de segurança em vídeos para incentivar a conscientização de pais e filhos

Para reforçar o compromisso com a segurança no trânsito, a Seguradora Líder lançou no dia 29 uma campanha educativa voltada para o público infantil. Na promoção Pequeno Grande Motorista, crianças de 6 a 14 anos poderão enviar vídeos falando sobre boas práticas no trânsito e concorrer a um dia com os youtubers Isaac do Vine ou Juliana Baltar. A iniciativa reforça o compromisso do Seguro DPVAT por um trânsito menos violento, já que a ideia é chamar a atenção de pais e filhos para a importância da educação e conscientização.

Embora os números tenham diminuído nos últimos anos, a violência no trânsito ainda causa forte impacto nas famílias e atingem milhares de crianças. Dados do Seguro DPVAT mostram que, em 2016 e 2017, foram registradas mais de 560 mil ocorrências com vítimas de até 7 anos, todas indenizadas pelo benefício.

Para concorrer, as crianças deverão gravar um vídeo, de 1 a 2 minutos, e pedir que os responsáveis façam o upload no youtube, em modo público, com o título Sou Um Pequeno Grande Motorista. Na sequência, será necessário inscrever o vídeo no site da campanha (www.pequenograndemotorista.com.br) e aguardar a confirmação. As inscrições vão até 12 de dezembro.

Entre os dias 13 de dezembro e 11 de janeiro de 2019, o público poderá votar no melhor vídeo. O mais votado ganhará uma viagem para o Rio de Janeiro, acompanhado do responsável legal, para encontrar o seu influenciador digital preferido, Juliana Baltar ou Isaac do Vine. O escolhido também receberá dicas de como se tornar um youtuber. De acordo com pesquisa realizada pela empresa First Choice, no ano passado, com crianças e adolescentes, 75% dos entrevistados sonhavam em seguir com a carreira de influenciador.

Liberty e OPIC lançam acordo de US$ 1 bi para investimento em mercados emergentes

O governo corre contra o tempo para atrair investidores para projetos de infraestrutura no Brasil. São bilhões em jogo, que atraem a atenção de investidores do mundo todo. Todos sabem, porém, que é preciso ter uma economia estável, segurança jurídica, bons projetos com custo viável para os investidores. Neste cenário, uma boa notícia. O Overseas Private Investment Corp. e a Liberty Mutual Insurance Co. lançaram em novembro um acordo de US$ 1 bilhão para facilitar o investimento do setor privado em mercados emergentes.

A OPIC é uma agência federal independente com sede em Washington que ajuda empresas dos EUA a investir em mercados emergentes designados. Ele faz isso, entre outras coisas, fornecendo seguro de risco político para empresas dos EUA que operam em 160 países em desenvolvimento e pós-conflito. “Esta nova e inovadora plataforma de co-investimento é um marco importante nos esforços da OPIC para mobilizar capital privado para promover as metas de financiamento do desenvolvimento do governo dos EUA por meio de investimentos que impulsionam o crescimento econômico, constroem infraestrutura crítica e empoderam mulheres em todo o mundo em desenvolvimento”, informou a OPIC em um comunicado divulgado em meados de novembro deste ano.

Segundo o documento, este é o primeiro acordo da OPIC com uma companhia de seguros dos EUA para compartilhar o risco de crédito em um portfólio global de novos empréstimos originados pela OPIC para bancos comerciais e outras instituições financeiras não-bancárias.

Para a Liberty Mutual, a parceria com a OPIC é parte de uma iniciativa estratégica maior voltada para o desenvolvimento de parcerias de longo prazo com instituições internacionais de desenvolvimento que podem trazer diversificação significativa para sua carteira de crédito e acesso a novos mercados. “A Liberty Mutual está totalmente comprometida em fornecer produtos de seguro de risco e crédito político de forma global”, comentou Peter Sprent, diretor de soluções financeiras de risco da Liberty Specialty Markets (LSM), em Londres, na nota divulgada. “A parceria com agências públicas como a Overseas Private Investment Corp. é uma maneira importante de nos aproximarmos desse mercado. Nós nos beneficiamos dos altos padrões de due diligence da OPIC – incluindo salvaguardas ambientais e trabalhistas – e monitoramento de crédito ”.

David Bohigian, vice-presidente executivo da OPIC, comentou no comunicado: “Essa plataforma de bilhões de dólares é um marco significativo na criação de abordagens inovadoras para catalisar o capital do setor privado para enfrentar os desafios globais.”

O comunicado diz que, em conjunto com o lançamento da plataforma de co-investimento, mais de US$ 235 milhões de financiamento estão sendo implantados em várias instituições financeiras que operam na América Central, América do Sul e África. “Os especialistas da OPIC criarão, financiarão e monitorarão a qualidade de crédito e o impacto no desenvolvimento – inclusive trabalhista, direitos humanos, impacto social, de gênero e ambiental – ao longo da vida dos projetos e a Liberty assumirá um risco significativo nos empréstimos que fazem parte do projeto”, finaliza o comunicado.

Zurich lança aplicativo Risk Appetite para corretores

App traz um quadro completo de produtos, serviços, coberturas, capacidade e expertise para riscos dentro da linha de seguros empresariais da companhia

A Zurich acaba de apresentar aos profissionais brasileiros o aplicativo Risk Appetite. Disponível para smartphones e tablets iOS e Android, o app traz um quadro completo dos produtos, serviços, coberturas, capacidade e expertise para riscos envolvendo os seguros de linhas empresariais da Zurich.

Por meio do aplicativo, o corretor terá a oportunidade de compreender melhor os produtos e serviços da Zurich e os diferentes tipos de riscos subscritos. O Risk Appetite traz ainda outros recursos, como uma lista dos principais contatos locais, possibilidade de envio de e-mail direto pelo aplicativo, realizar pesquisas por setor, bem como conhecer os riscos globais e locais por países selecionados.

“O Risk Appetite serve como um guia para nossos corretores e parceiros de distribuição com uma visão geral sobre nossas ofertas de produtos e serviços em todo o mundo e uma ampla indicação dos tipos de riscos que somos capazes de subscrever. É uma maneira rápida e fácil de acessar os nossos recursos, otimizando a composição de propostas”, afirma Daniela Reia, Diretora Comercial P&C da Zurich no Brasil.

Usuários de dispositivos da Apple podem baixá-lo através da App Store e os usuários de Android podem baixá-lo através da PlayStore (basta procurar por “Zurich Risk Appetite”).

Fitch Ratings sinaliza céu de brigadeiro para seguradoras em 2019

Depois de muito trabalho dentro de casa nos últimos três anos, a recompensa para as seguradoras. A Fitch Rating divulgou um novo estudo sobre o mercado segurador, agora com perspectivas para 2019. Resumo da ópera: céu de brigadeiro, com indicadores favoráveis de crédito no ano em que se inicia um novo governo, de Jair Bolsonaro. A perspectiva de rating do setor brasileiro de seguros foi revisada para “Estável”. Era negativa desde 2015. A revisão reflete a mesma ação relativa ao soberano do Brasil.  Atualmente, todas as seguradoras brasileiras classificadas pela Fitch apresentam perspectiva estável. “A Fitch prevê um ambiente operacional favorável à manutenção do atualmente sólido perfil de crédito do setor brasileiro de seguros. A redução das incertezas políticas após as eleições de 2018 e a recuperação econômica devem contribuir para o crescimento dos prêmios, mas é improvável que a receita financeira se recupere significativamente”, afirma  Esin Celasun, diretora da Fitch.

Os juros baixos pressionam a receita financeira das seguradoras e ainda são um desafio. O aumento dos prêmios é bastante sensível ao crescimento econômico. Porém, acrescenta, o desempenho técnico e a solvência do setor permanecem fortes e continuarão sendo suportes, afirma o relatório. O crescimento dos prêmios no setor depende consideravelmente do cenário macroeconômico. Desde que o ambiente operacional começou a piorar, em 2014, o crescimento dos prêmios começou a desacelerar e deve atingir seu nível mais baixo em 2018, chegando a quase zero. A Fitch prevê modesta recuperação do crescimento dos prêmios em 2019, mas ainda abaixo de 5%, em decorrência da sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,3% em 2019 (1,3% em 2018). A inflação também é uma variável importante, para a qual a Fitch projeta 4,2% em 2019 (3,6% em 2018). O total de prêmios do setor, exceto saúde, diminuiu 1,5% até setembro de 2018.

A Fitch acredita que 2019 será um pouco menos desafiador para o setor de seguros, devido também à redução das incertezas políticas após as eleições. O novo governo sinaliza com uma agenda liberal, o que pode aumentar a confiança do consumidor e do investidor. Como resultado, o crescimento dos prêmios pode se recuperar, revertendo a tendência de 2018.

Para 2019, a Fitch projeta alta ainda modesta dos planos Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBLs) e Gerador de Benefícios Livres (PGBLs), que compõem mais de um terço dos prêmios, já que historicamente possuem relação positiva com a taxa de juros, que não deve mudar significativamente em 2019. Os VGBLs impulsionaram grande parte do crescimento do setor de 2010 a 2016, quando registravam alta média de 20% ao ano, mas o percentual diminuiu significativamente em 2017 (2%) e ainda mais em setembro de 2018 (-9%).

O resultado financeiro das seguradoras brasileiras é altamente vinculado às taxas de juros e inflação, já que a maior parte das carteiras de títulos das seguradoras brasileiras é exposta a títulos públicos com taxas vinculadas a essas duas variáveis. Consequentemente, o ciclo de flexibilização monetária que reduziu as taxas de juros em 975 pontos-base desde o último pico, no início de 2016, pressionou consideravelmente o resultado financeiro e parcialmente os lucros. É improvável que os juros sejam significativamente alterados em 2019, portanto, o resultado financeiro permanecerá relativamente modesto.

A Fitch espera que os resultados técnicos do setor permaneçam contribuindo para os resultados, que resistiram à crise. O índice combinado do setor, exceto saúde, atingiu média de 90% durante 2015-2017, caindo para 86% em setembro de 2018. A melhora dos resultados técnicos reflete o maior foco das seguradoras em precificação, controle de despesas e medidas de eficiência, que visam compensar a redução do resultado financeiro e o baixo crescimento dos últimos três anos. O ROAA do setor, excluindo saúde, caiu de 1,5% em 2017 e de uma média de 1,9% em 2013-2016 para 1,4% em setembro de 2018. A Fitch não espera que esse índice fique abaixo de 1,0%.

A capitalização do setor permanece confortável e, apesar de um aumento recente dos índices de alavancagem, não limita o crescimento dos prêmios. Em setembro de 2018, os passivos líquidos e os prêmios ganhos líquidos em relação ao patrimônio líquido aumentaram para 15,7 vezes e 1,5 vez, respectivamente (13,9 vezes e 1,4 vez, em 2017). O aumento se deve principalmente às altas distribuições de dividendos realizadas.

Das seguradoras brasileiras classificadas pela Fitch, o rating de Força Financeira de Bradesco Seguros e os IDRs da SulAmérica permanecem limitados pelo rating soberano. “Qualquer alteração nos ratings soberanos ou em sua Perspectiva afetará as notas dessas empresas”, informa a agência. Os demais emissores brasileiros do setor classificados pela Fitch não possuem ratings em escala internacional e, portanto, não são diretamente afetados por alterações no rating soberano.

Presidente da BB Seguridade renuncia; Werner Süffert assume interinamente

A BB Seguridade Participações divulgou nota na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de demissão de Antônio Maurício Maurano. Ele renunciou aos cargos de diretor-presidente e de membro do Conselho de Administração, com efeito a partir de hoje, 28 de novembro de 2018.  Werner Romera Süffert, atual diretor de Gestão Corporativa e Relações com Investidores, vai  acumular interinamente a função.

Süffert, 45 anos, é funcionário de carreira do Banco do Brasil desde 1993, tendo atuado como Gerente Geral da agência de Paris, Gerente Executivo nas áreas de cartões, novos negócios de varejo e marketing além de ter exercido a função de gestor nas áreas de finanças, gestão de riscos, distribuição e logística. Ingressou na BB Seguridade em 2013 como Gerente Executivo de Finanças, Controladoria e Relações com Investidores, função esta que exerceu até fevereiro de 2014 quando assumiu a posição de Diretor de Gestão Corporativa e Relações com Investidores. É graduado em Administração de Empresas pela Universidade de Brasília – UnB, possui MBA em Negócios Internacionais pela FIPE-USP e Mestrado em Administração pelo COPPEAD- UFRJ.

Generali é citado como um dos investidores do IPO estimado em R$ 2 bi do BMG

O Valor Econômico informa que o banco mineiro BMG decidiu dar continuidade ao processo de oferta pública inicial de ações (IPO), cuja listagem na B3 será feita no início de dezembro. Conforme duas fontes, a instituição financeira aceitou reduzir a avaliação de preço pedida aos investidores para seguir em frente com a operação. O banco protocolou ontem à noite, na CVM seu prospecto definitivo, conforme antecipado pelo Valor. A oferta, primária e secundária de ações preferenciais, deve movimentar cerca de R$ 2 bilhões. Um dos principais investidores deve ser a seguradora italiana Generali.

Valor: Chubb avalia pedido de indenização de Bendine

O Valor Econômico informa que a seguradora Chubb está no meio de uma disputa entre o Banco do Brasil e o ex-presidente da instituição financeira Aldemir Bendine. O executivo, que foi preso na 42ª fase da Operação Lava-Jato sob suspeitas de recebimento de propina da construtora Odebrecht, solicitou ao banco o pagamento de uma indenização de R$ 1,8 milhão referente ao seguro D&O. Segundo apurou o Valor, a seguradora pediu informações adicionais ao executivo para saber se ele terá direito ou não à apólice – procurada, a empresa não quis comentar o caso. No entanto, processos movidos por corrupção não costumam ser cobertos pela apólice de D&O, o que significa que há poucas chances de o executivo conseguir acessar os valores.