Fundo temático de saúde e biotecnologia da SulAmérica Investimentos agrega dois executivos no conselho consultivo especializado

Fonte: SulAmérica

O fundo de investimento em ações SulAmérica Saúde e Biotecnologia FIAagora conta com Carlos Murillo, presidente regional da Pfizer na América Latina, e Graciema Bertoletti, Chief Growth Officer da Opy Health, em seu conselho consultivo especializado. O produto temático investe em empresas dos setores de saúde – hospitais, farmacêuticas, centro de diagnósticos e pesquisas – e de biotecnologia.

Murillo tem 23 anos de experiência na indústria farmacêutica. Na Pfizer está há 16 anos e lá também já desempenhou o papel de presidente no Brasil e no Chile. Em 2020, assumiu como executivo responsável pela América Latina.

Bertoletti, por sua vez, atuou 20 anos com fusões e aquisições e em mercado de capitais. Ingressou no setor da saúde há 6 anos, na Amil/UnitedHealth Group (UHG), onde foi diretora nas áreas de Gestão de Rede Médica e Dental, e de Produtos Médicos. A executiva é ativa também em temas sociais: foi líder do grupo de diversidade de gênero na UnitedHealth e é co-fundadora do grupo de diversidade racial Conselheira 101. Atualmente, é Chief Growth Officer da Opy Health, uma empresa de infraestrutura hospitalar. 

Para enriquecer as discussões sobre o tema no conselho, ambos se unem a lideranças de referência do setor, como Denise Soares, presidente do Hospital Beneficência Portuguesa, Sidney Klajner, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Ricardo Bottas, presidente da SulAmérica, e Gabriel Portella, membro do Conselho de Administração da SulAmérica.

“O SulAmérica Saúde e Biotecnologia FIA tem um portfólio composto por aproximadamente 15 empresas de diversos setores da saúde, um mercado com interessante potencial de expansão, e até 20% da carteira tem exposição internacional no setor de biotecnologia. É um produto bastante sofisticado e importante dentro da nossa carteira de fundos em um cenário de busca por cuidado e saúde crescentes no Brasil. Quanto mais investimentos e uso de tecnologia de ponta por parte das empresas, mais recursos teremos à disposição para cuidar da saúde da nossa população”, pontua Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica.

Sob a liderança do time de gestão de renda variável da SulAmérica Investimentos, o fundo investe em empresas dos setores de saúde e biotecnologia, e tem como estratégia superar a rentabilidade do Ibovespa no longo prazo. O produto conta, ainda, com uma avaliação ESG (ambientais, sociais e de governança, em português) constante dos ativos das empresas investidas, em linha com o compromisso de investimento responsável da asset.

O SulAmérica Saúde Biotecnologia FIA é classificado como “ações setoriais” na Anbima, possui taxa de administração de 2% e 20% de performance sobre o que exceder o Ibovespa. A aplicação mínima é de R$1 mil. Saiba mais em www.sulamericainvestimentos.com.br.

Projeção da inflação sobe mais uma vez e traz alerta para os custos da desinflação, diz economista da CNseg

Pedro Simoes CNseg

A mediana da projeção para o IPCA este ano subiu de 5,44% para 5,50%, acima do teto da meta, no boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, 14, pelo Banco Central. Para 2023, segue em 3,50%. “O mercado especula se a posição explicitada na Ata pelo Copom quer dizer 1) uma Selic que chegue a um nível mais alto no final do ciclo de aumento ou; 2) permaneça mais tempo em níveis mais elevados, caindo menos ao longo do ano que vem (ou, alternativamente, uma combinação das duas coisas)”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, no boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana. 

Por enquanto, o ajuste foi o seguinte: a projeção para a Selic ao final deste ano subiu de 11,75% para 12,25%. Para o final de 2023, permaneceu em 8,00%. “Essas mudanças de sinalizações são evidência da grande incerteza que, como estamos frisando neste espaço e em outras publicações da CNseg, devem ser a marca de 2022. O que poderia amenizar a alta dos juros seria um cenário de atividade ainda mais fraca que o esperado”, acrescenta. 

Nesse contexto, diz ele, a ata da última reunião da autoridade monetária, divulgada na última terça-feira em um tom bem mais hawkish (duro), esteve bem mais coerente com o cenário geral. Além disso, as expectativas de inflação continuam em alta, em um ajuste contínuo que atesta o que já foi alertado desde meados do ano passado: o custo de uma forte desinflação ainda este ano seria relevante.

O economista da CNseg também destaca a forte movimentação da semana passada no Brasil e exterior. Permanecem as tensões entre a Rússia e as potências ocidentais, reunidas na OTAN, em relação à Ucrânia, com todas as suas consequências sobre os mercados e os preços de ativos (principalmente commodities energéticas). Ao mesmo tempo, a divulgação do CPI, a inflação ao consumidor dos EUA, veio novamente acima do esperado em janeiro, deixando ainda mais inequívoco um dos principais fatores que tendem a tornar 2022 um ano desafiador: a forte reversão dos estímulos monetários na maior economia do mundo. Com a variação de 0,6% no mês, a inflação americana chegou ao nível mais alto desde 1982, atingindo 7,5% na medida anualizada. Mesmo quando se descontam os preços mais voláteis, o núcleo do CPI cresce a um ritmo anual de 6%.  “Se os juros sobem mais que o esperado nos EUA, o diferencial de juros (que influencia fluxos de investimento, a taxa de câmbio e, consequentemente, a inflação) fica menor, e que pressiona os juros no Brasil”, afirma. 

Nesta semana, sem divulgações tão relevantes de indicadores econômicos, as atenções devem estar voltadas para a política, especialmente para as propostas e projetos que tratam da política de preços dos combustíveis, com seus impactos sobre a inflação e o risco fiscal.

Leia o boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana neste link, no portal da CNseg.

Exposição “Amazônia”, patrocinada pela Zurich, começa em 15 de fevereiro em SP; no Rio, dia 19 de julho

Graças ao apoio mundial da Zurich Seguros, a exposição “Amazônia” já encantou pessoas em Paris (França), Roma (Itália) e Londres (Inglaterra) e agora chega a São Paulo. “Por acreditarmos no poder da imagem como instrumento de conscientização sobre as mudanças climáticas, apoiamos este projeto fotográfico de Lélia e Sebastião Salgado, que compartilham a nossa visão e aspiração por um mundo melhor, e com quem já temos estabelecida uma parceria no Instituto Terra. Como seguradora, lidamos com impactos climáticos todos os dias e acreditamos que a sensibilização sobre este risco inspirará mais pessoas a tomarem medidas pelo planeta”, afirmou Edson Franco, CEO Brasil da Zurich.

Segundo Franco, quando o Grupo Zurich se deparamos com este projeto – que também chama a atenção para a urgência da proteção dos povos originários – imediatamente ficou motivado a se juntar ao fotógrafo Sebastião Salgado e à sua esposa e curadora da mostra Lélia Salgado para patrocinar a circulação global dessa mostra. “Essa linda exposição dispensa comentários. As imagens produzidas pelo Sebastião são profundas, majestosas, emocionantes e nos colocam dentro da floresta que nós (e o mundo) queremos ver preservada para garantir o nosso futuro climático e ambiental.”

Sebastiao Salgado mostrou sua a gratidão pelo patrocínio. Foi a primeira frase ao subir ao placo. “Agradeço a Zurich por nos apoiar globalmente e localmente. E também ao Itaú e a Natura. Nosso grande objetivo é tocar o coração das pessoas. Que o brasileiro venha conhecer o bioma de perto um pouco da história da Amazônia retratada nas 200 imagens e sete vídeos com o cotidiano de 12 comunidades indígenas. Leiam as legendas para entender a grandeza deste bioma para o mundo”, recomenda o fotógrafo Sebastião Salgado.

Das milhares de fotos, 200 foram selecionadas pela curadora Lélia Wanick Salgado e mostram lugares conhecidos apenas por indígenas ou militares do Exército que monitoram seu extenso território. Segundo a curadora, o objetivo é colocar o visitante no meio da floresta, ambientada por uma criação sonora original, composta pelo músico francês Jean-Michel Jarre a partir dos sons concretos da floresta. “As montanhas, os rios aéreos, as comunidades, tudo isso é mostrado com legendas para que o público saia da exposição informado sobre cada uma das imagens”, disse.

As fotos foram registradas por terra, água e ar. De todas, de tirar o fôlego diante da imensidão da Amazônia. As que retratam fenômenos naturais, como chuvas, são as minhas preferidas. Os vídeos, com lideranças indígenas, tocam o coração de quem ouve, com menções aos problemas que enfrentam e as consequências que a devastação causa. O recado de todos eles é um: se não cuidarem da Amazônia, haverá um grande desequilíbrio ambiental, com repercussões para todos.

“Espero que os brasileiros votem este ano em quem tenha um projeto sustentável para a Amazônia, ao contrário do atual governo, que só fez destruir instituições como o Ibama e a Funai”, afirmou Salgado durante a coletiva de imprensa. Realmente é um convite para ver, ouvir e, ao mesmo tempo, refletir sobre o futuro da biodiversidade e a urgente necessidade de proteger os povos indígenas e preservar esse ecossistema imprescindível para o planeta.

A relação da Zurich com Lélia e Sebastião já vem de algum tempo. “Em 2020, a Zurich firmou uma parceria com o Instituto Terra – outro projeto maravilhoso concebido e conduzido por eles – para plantar 1 milhão de árvores de diversas espécies nativas na Fazenda Bulcão, em Aimorés (MG). Em duas décadas, essas árvores sequestrarão mais de 163 mil toneladas de carbono do meio ambiente”, citou Franco.

Salgado e Lélia criaram um espaço dedicado à preservação ecológica, o Instituto Terra, em 1998, iniciativa que já promoveu o reflorestamento de uma área de cerca de 600 hectares de Mata Atlântica em Aimorés (MG), além do cultivo de milhões de mudas de árvores em extinção. No final da exposição, o visitante pode conhecer mais do instituto.

“Tanto o patrocínio global dessa exposição como esta parceria em Minas estão intimamente ligados à agenda ambiental da nossa companhia. O Grupo Zurich está comprometido com ações que buscam frear os impactos das mudanças climáticas do planeta. Como seguradora lidamos todos os dias com as consequências desse fenômeno e iniciativas como esta nos permitem cumprir o nosso propósito de conscientizar e proteger pessoas dos riscos futuros. E a crise climática continua sendo a maior ameaça de longo prazo que a humanidade enfrenta”, finalizou o CEO da Zurich.

Onde: no Sesc Pompeia, entre os dias 15 de fevereiro e 10 de julho, com visitação de terça a sábado, das 10h às 21h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h. A entrada é grátis! De São Paulo, a exposição segue para o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, onde fica em cartaz de 19 de julho a 29 de janeiro de 2023.

AIG anuncia Claudia Valencia como líder para a América Latina no relacionamento com corretores e clientes

aig claudia valencia

A AIG traz Claudia Valencia como a nova líder regional de Engajamento com Clientes e Corretores para a América Latina. A executiva irá atuar ao lado da liderança regional da seguradora e será responsável por conduzir os planos de crescimento com os parceiros de corretagem e comandar as estratégias de clientes em toda a região.
 

Com mais de 25 anos de experiência no setor de seguros, Claudia Valencia atuou em diferentes cargos de produto e liderança em diversas operações internacionais. Na nova função, ela retorna à AIG, onde já trabalhou por mais de 11 anos. A executiva ocupou responsabilidades regionais e nacionais da América Latina em seguros comerciais e pessoais, tanto na AIG quanto em outras corporações. A função mais recente dela foi Diretora de Produtos de Crime e Chefe de Programas Internacionais para Linhas Financeiras na Zurich North America. Claudia possui MBA pelo Instituto de Empresas de Madrid e graduação em Administração pela Universidad de Los Andes, na Colômbia.
 

A escolha de Claudia Valencia para esta nova função, somada à sua experiência e capacidade profissional, fortalece a presença feminina em cargos de liderança da AIG na América Latina. A seguradora tem a promoção da diversidade como um de seus pilares globais para um crescimento sustentável da sociedade e da companhia.

Seguradora Alfa faz parceria com Onbank para ofertar seguros para classes de menor renda

A Alfa Seguros fez parceria com a Onbankfintech fundada na Bahia, para viabilizar a oferta de seguros on-line em todo o Brasil. Segundo Renata Sampaio, superintendente comercial da Alfa, neste primeiro momento, a parceria pretende oferecer aos clientes da plataforma o seguro de acidentes pessoais, uma proteção de baixo custo que resguarda os segurados em uma série de situações que podem ocorrer no dia a dia. A previsão das duas empresas é de que, somente no primeiro semestre de 2022, sejam emitidas mais de 100 mil apólices. 

Renata explica que a intenção do projeto é ampliar e facilitar o acesso dos usuários da Onbank oferecendo soluções em seguros que estão ao alcance de um clique. Ela ressalta que existem hoje, no Brasil, mais de 30 milhões de pessoas vivendo à margem dos serviços financeiros de excelência e enfrentando inúmeros transtornos em seu cotidiano para efetuar transações bancárias básicas.

“O nosso objetivo foi levar às pessoas uma forma de acessar o sistema financeiro através de uma conta digital – e todos os benefícios que isso traz – de forma segura e descomplicada. Assim, a parceria com a Alfa foi o casamento perfeito, pois está em linha exatamente com o nosso posicionamento de mercado, que é o de dar acesso às pessoas de baixa renda a serviços financeiros essenciais”, explica Eduardo Silva, diretor-executivo da Onbank, em comunicado.

fintech conta hoje com uma série de benefícios diferenciados, pensados exatamente para atender às necessidades do seu público. O executivo cita como exemplo o desconto que os clientes podem ter ao realizar a compra de um botijão de gás com o cartão da instituição; e futuramente, a opção de, sempre que indicar um novo usuário, receber uma porcentagem sobre produtos contratados por ele dentro da plataforma. 

“Atualmente, é muito comum que uma única pessoa seja a provedora financeira da família. Por esse motivo, quando firmamos essa parceria com a Onbank, decidimos oferecer primeiramente a proteção para acidentes pessoais, pois se trata de uma apólice com valor acessível que pode trazer um fôlego financeiro importante para os beneficiários diante de eventualidades do cotidiano”, complementa Renata. Segundo ela, a parceria iniciada com a Onbank se soma a uma série de ações inovadoras que vêm sendo implementadas pela instituição com o objetivo de contribuir com o aperfeiçoamento do mercado financeiro.

“Na Alfa, o uso da inovação para levar soluções aos clientes é uma estratégia que permeia todos os segmentos onde atuamos. Hoje, possuímos inclusive um hub de inovação aberta, denominado Alfa Collab, que conta com a participação de 17 startups de diferentes áreas, inclusive de seguros, e tem como foco a realização de negócios com startups capazes de apoiar os desafios da transformação digital e interessadas na experiência empresarial e no acesso ao mercado proporcionado pelas empresas que compõem o Conglomerado Alfa”, finaliza. 

Agricultores receberam R$ 5,4 bilhões em indenizações de seguro rural em 2021

pedro loyola

Fonte: MAPA

As companhias seguradoras habilitadas no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), pagaram R$ 5,4 bilhões em indenizações aos agricultores entre janeiro e dezembro de 2021, que representa um crescimento nominal de 115% sobre os R$ 2,5 bilhões pagos no mesmo período de 2020. Os dados agregados são disponibilizados para diversos segmentos, dentre eles o de seguro rural nas modalidades agrícola, aquícola, de florestas e pecuária, que são passíveis de participação no PSR. 

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou a Síntese Mensal dos principais dados relativos ao desempenho do setor de seguros até dezembro de 2021. As informações foram obtidas a partir dos dados encaminhados pelas companhias supervisionadas. 

O diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, afirma que essas informações da Susep são apenas contábeis de ano civil, sendo necessário aguardar o transcorrer do ano safra e da vigência das apólices contratadas em 2021 para uma análise de sinistralidade de apólices contratadas que tiveram indenizações.

O detalhamento de prêmios emitidos arrecadados pelo mercado do seguro rural e as indenizações pagas por cultura, eventos e região dos sinistros ocorridos é uma análise que será feita após as apólices emitidas em 2021 transcorrerem o período de vigência ao final do ano-safra, que vai de julho a junho. Os dados detalhados serão compilados no segundo semestre de 2022, quando as companhias seguradoras entregarem todas as informações ao Mapa, que publicará um relatório de sinistros.

No ano de 2021, as lavouras de milho 2ª safra foram responsáveis pelo maior volume de indenizações, pois os produtores do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo tiveram muito sinistro decorrente da estiagem, agravado por geadas. Além da estiagem e geadas no milho 2ª safra, contribuíram para um aumento da sinistralidade nas lavouras brasileiras em 2021 as geadas ocorridas no café, principalmente em Minas Gerais e São Paulo.

Contratação

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 15 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores pessoa física ou jurídica, independente de acesso ao crédito rural. 

A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa.

A partir de 2022 o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40% para todas as culturas/atividades, exceto para a soja, cujo percentual será fixo em 20%. Essa regra vale para qualquer tipo de produto e cobertura.

SulAmérica anuncia cinco novas coberturas nos produtos Vida Individual e Vida Mulher

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica adicionou cinco novas coberturas nos seguros individuais Vida Individual Vida Mulher. Agora, quem contratar ou já for cliente de um desses produtos pode incluir na apólice as proteções Adiantamento de Doença Terminal (ADT), Filhos Póstumos (FP), além de três alternativas de Diária por Internação Hospitalar (DIH).

A cobertura Filhos Póstumo (FP) garante ao responsável legal de um recém-nascido o pagamento de indenização, conforme capital contratado, em caso de morte do titular ou cônjuge. Já a de Adiantamento de Doença Terminal (ADT) vem para antecipar, parcialmente ou em até 100%, o capital segurado da cobertura de morte, em caso de diagnóstico de doença terminal – a contratação é flexível e o cliente pode escolher o percentual que pretende antecipar.

A proteção Diária por Internação Hospitalar (DIH), por sua vez, protege o segurado contra custos por internação, disponibilizando indenização correspondente ao valor da diária prevista em contrato. A cobertura é dividida em três opções: Internação Hospitalar por Doença ou Acidente (DIH DA), Internação Hospitalar por Acidente (DIH A) e Internação hospitalar por Doença ou Acidente em Unidade de Terapia Intensiva – UTI (DIH UTI)

“As novidades vêm em linha com o propósito da SulAmérica, de oferecer Saúde Integral – saúde física, emocional e financeira – aos clientes, com soluções mais completas, flexíveis e inovadoras. Por meio dos nossos produtos de Vida, tem sido fundamental ampliarmos a oferta de coberturas e de proteção às pessoas, principalmente no atual cenário de pandemia, assim como facilitar o processo de contratação e geração de novos negócios aos nossos parceiros corretores e corretoras de seguros”, pontua Victor Bernardes, diretor de Vida e Previdência da SulAmérica.

PT protocola no STF ação direta de inconstitucionalidade contra resolução 407, que atualiza a contratação de seguros de grandes riscos

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As conversas de bastidores entre os executivos de seguros estão a todo vapor nesta quinta-feira. O motivo é que Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF), na quarta-feira (9/2), uma ação direta de inconstitucionalidade contra uma resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados, que estabeleceu normas para a elaboração e comercialização de seguros de grandes riscos, a Resolução no 407/2021.

A medida tem recebido muitas críticas, com pareceres que indicam um viés de que isto não dará em nada. “A flexibilização promovida pela Susep colocou o mercado de seguros brasileiro no século XXI e no patamar dos países desenvolvidos do setor. Produtos padronizados pelo Estado só há em mercados de países muito atrasados e nós sempre fizemos parte deste time, até 2019 quando a Lei 13.874/2019 permitiu que a Susep flexibilizasse, modernizando a atuação dela no setor. Redigir condições contratuais de seguros sempre foi da competência da iniciativa privada e não do Estado, no mundo todo. Só aqui e em outros países da AL prevalecia o modelo estatal, menos Colômbia e Chile”, afirmou um advogado em anonimato, que traz opiniões semelhantes a de outros executivos do setor.

Até agora, apenas uma voz a favor: “Os partidos políticos deveriam utilizar sua legitimidade sempre para expurgar do sistema juridico todas as normas inconstitucionais e abusivas como essa que forja num só ato administrativo a revogação da realidade e do código Civil. O IBDS pleiteara habilitação como amicus curiae.” Ernesto Tzirulnik, presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS).

A Resolução CNSP 407/2021 que dispõe sobre princípios e características gerais para a elaboração e comercialização de contratos de seguros para cobertura de grandes riscos. O novo normativo, juntamente com a Circular nº 621/2021, visa segregar a regulação de seguros para cobertura de grandes riscos e massificados dadas as diferentes complexidades destes seguros. São avanços promovidos pela Susep com o objetivo de desregulamentar o setor, aumentar o número de produtos oferecidos, a cobertura do seguro no país, e, consequentemente, reduzir o preço final do produto para o consumidor.

A simplificação da regulação de seguros de grandes riscos irá possibilitar ao mercado ampla liberdade negocial entre as partes, acabando com a necessidade de registro de informações na Susep. Isso proporcionará maior flexibilidade e agilidade para as seguradoras na diferenciação de produtos e, principalmente, estimulará a inovação.

Com base na natureza do seguro, a norma estabelece como grandes riscos os seguintes ramos:  riscos de petróleo, riscos nomeados e operacionais (RNO), global de bancos, aeronáuticos, marítimos e nucleares. Além destes, atendendo à demanda do mercado, a Susep incluiu o grupo de riscos de crédito interno e crédito à exportação, quando os segurados forem pessoas jurídicas.

Os demais ramos de seguros de danos poderão ser classificados como contratos de grandes riscos quando o limite máximo de garantia (LMG) for superior a R$ 15 milhões; ou quando, no exercício imediatamente anterior, o contratante tiver ativo total superior a R$ 27 milhões ou faturamento bruto anual superior a R$ 57 milhões.

Vamos acompanhar as opiniões e atualizar este post.

Segbox, de João Arthur Baeta Neves, lança revista sobre tecnologia e inovação em seguros

Para divulgar as grandes transformações durante a pandemia do coronavírus, a Segbox, uma agência digital online que busca atender as necessidades do corretor de seguros e comportamento do cliente, lançou a Revista Insurtalks Digital, voltado exclusivamente para tecnologia e inovação em seguros.

“A Insurtalks vai trazer os principais investimentos e iniciativas das seguradoras em inovação e tecnologia. Além de apresentar os avanços dos outros players do mercado – corretoras, assessorias, prestadores de serviços, startups e insurtechs -, que estão continuamente modernizando processos de trabalho dos seus diversos públicos”, ressalta o CEO da Insurtalks, João Arthur Baeta Neves.

Segundo ele, um dos nossos principais objetivos é que o conteúdo chegue principalmente aos corretores, que são a maior parcela da indústria do seguro. “Queremos eles antenados e somando conhecimento, para que possam realizar melhores negócios e ter grandes resultados”, destaca João Arthur. E já programa um evento: o InsurtalksDay. “Vamos reunir o que há de melhor sobre o mercado das insurtechs. Será um evento presencial transmitido pela Internet”, comenta em nota.

De acordo com dados da empresa, são 45 mil e-mails na newsletter, 9 mil contatos no WhatsApp e um alcance de 35 mil pessoas nas redes sociais que vão contar com conteúdo especial a cada trimestre. Além da revista, o portal atualiza notícias diárias sobre inovação e tecnologia desde novembro de 2021, com a publicação de releases das empresas, traduções de notícias publicadas em sites internacionais e, segundo Baeta, terá também conteúdo produzido por uma equipe própria.

Ituran Brasil cresce 22% em 2021 

Ituran

Fonte: Ituran

De olho em inovação, a Ituran Brasil fechou 2021 com um crescimento em faturamento de 22% e projeta novamente expansão neste ano, de 10%. A receita para continuar avançando no mercado brasileiro são novas vertentes tecnológicas, ampliação de portfólio de produtos e aprimoramento na relação com cliente.

“Fechamos 2021 com crescimento de vendas em geral, nosso segmento de frotas (B2B) teve um recorde de crescimento de base ativa de 89% em comparação de 2020. Novas vertentes tecnológicas e relacionamento com cliente impulsionaram o crescimento no País”, destaca o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon, projetando que “em 2022, a empresa pode avançar ainda mais”. 

Mesmo com a pandemia da Covid-19 e o avanço de novas variantes, como a Omicron, a Ituran Brasil buscou alternativas sólidas para fechar o ano de forma positiva, apoiada na inovação do seu portfólio e na expansão para novos mercados. 

Uma das apostas é o mercado de mobilidade urbana de carsharing e carpooling, com o anúncio em novembro de 2021 da criação da IturanMob, que começa agora a operar no Brasil. “A nova parceria estratégica com a startup de mobilidade urbana de carsharing e carpooling MobLab, formando uma joint venture voltada na implementação de soluções tecnológicas de mobilidade, a IturanMob, nos coloca em um novo mercado. Vamos avançar no segmento”, afirma Louzon.

Com a oferta de serviços da IturanMob, a Ituran Brasil pretende avançar ainda mais no segmento B2B.  No ano passado, o crescimento no segmento B2B, como um todo, foi de 70% em comparação do 2020. Para 2022, a expectativa é de uma expansão de 35%.

Além da joint venture, a Ituran inovou mais uma vez na área de seguros, expandindo a cobertura do Ituran com Seguro, produto que é um dos carros-chefes da companhia. Para isso, a empresa fechou importantes parcerias com seguradoras de peso no mercado, como HDI Seguros, Liberty Seguros, MAPFRE, Tokio Marine e Assurant. 

“Em 2021, ampliamos a cobertura para veículos até 25 anos, implementamos o carro reserva e passamos oferecer os seguros Perda Parcial e de peças e de conteúdo. Além disso, estendemos toda a expertise do Ituran com Seguro para o segmento de motos. E em 2022 mais novidades virão por aí”, promete o diretor comercial da Ituran Brasil, Roberto Posternak.    

A Ituran Brasil construiu um modelo de superação, mais que isso, deu um passo à frente em soluções avançadas que permitiram resultados. Em 11 anos do Ituran com Seguro, a empresa emitiu mais de 2,6 milhões de apólices do produto. O segmento corporativo teve um crescimento de 89% no ano passado – em relação a 2020 – atendendo às necessidades do mercado de gestão de frotas.

A Ituran atingiu no ano passado um recorde de 100.000 veículos recuperados durante os 22 anos de atuação da empresa no Brasil, volume correspondente a um patrimônio de mais de R$ 4 bilhões. A tecnologia avançada de monitoramento e recuperação da Ituran, que inclui inteligência artificial e machine learning, trouxe resultados fantásticos aos clientes e parceiros. No segmento de monitoramento sem seguro, a empresa recupera 9 veículos a cada 10 roubos/furtos.

Além dos canais telefônicos, que estão funcionando normalmente, os clientes ainda podem contar com os digitais disponibilizados pela empresa: o aplicativo Ituran Digital, o portal do cliente, o chat online e o WhatsApp. As interações digitais representam 70% de todas interações recebidas na Ituran durante 2021.

Com a migração cada vez maior para o mundo digital, a empresa teve um crescimento de 20%% nos atendimentos via canais digitais em 2021. Hoje, 70% dos atendimentos ao cliente são realizados pela internet. “Graças aos fortes investimentos em tecnologia, a operação continuará funcionando em plena conformidade com os padrões globais da companhia”, reforçou Louzon.

“Com a crise que tirou os empregos e também reduziu a renda, foi preciso oferecer opções com melhor custo-benefício ao consumidor”, completa o CEO da Ituran Brasil, relatando que “o combo de monitoramento com seguro, em parceria com renomadas seguradoras do mercado, foi um mecanismo de alavancagem”.

Louzon lembra que o Brasil, em faturamento, é o mercado mais promissor da multinacional. O ganho global da empresa foi de US$ 245,627 milhões em 2020. “Somos líderes no grupo e projetamos um crescimento novamente em 2022. Essa é a nossa meta”, finalizou.