Goldman Sachs prevê endurecimento do setor de resseguro até 2024

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Fonte: Reinsurance News

Analistas do Goldman Sachs previram que uma combinação de inflação geral subjacente mais alta e o impacto das mudanças climáticas levará a um maior endurecimento do mercado de resseguros entre 2022 e 2024, com ROEs melhores, com um ciclo melhor, já que o mercado recupera as perdas dos recentes catástrofes e COVID.

Olhando para as maiores resseguradoras europeias, o Goldman Sachs, portanto, espera que os ROEs gerados nos próximos três anos sejam para ROEs de ciclo de pico, assumindo perdas climáticas normais.

Curiosamente, os analistas veem que o ciclo de resseguros entre 2022 e 2023 será impulsionado mais pela aversão ao risco do que pela falta de capital, já que a oferta de resseguros continua atendendo confortavelmente à demanda.

Em vez disso, muitas resseguradoras têm um apetite de risco mais moderado após vários anos de perdas por catástrofes elevadas, além do impacto do COVID, o que significa que as resseguradoras europeias têm lutado para atingir suas metas de lucratividade desde 2017.

“Acreditamos que podemos ver os preços subirem em 2022, principalmente se a capacidade/capital for limitado devido a um declínio no resseguro disponível em janeiro”, afirmam. “Além disso, acreditamos que a mudança climática e o clima mais volátil serão um fator importante de médio prazo para as resseguradoras, pois são os credores/seguradores de último recurso contra perdas climáticas, e seu capital será ainda mais valioso em um mercado mais volátil.”

Olhando especificamente para o mercado de Londres, o Goldman Sachs acredita que as taxas de resseguro estão atrasadas, dada a importância do capital de terceiros neste mercado, que até certo ponto modera os aumentos de preços, pois o capital pode entrar no mercado mais rapidamente.

Além disso, muitos dos novos participantes neste mercado estão se concentrando em resseguros, já que uma start-up de resseguros precisa de pequenos departamentos de subscrição e sinistros, pois eles subscrevem riscos de grande valores/alta gravidade/baixa frequência.

Seguradoras e corretoras montam força tarefa para prestar apoio às vítimas das chuvas em Petrópolis (RJ)

petropolis seguradoras

Porto Seguro

Em apoio à população da cidade de Petrópolis, na região Serrana do Rio de Janeiro, que foi atingida ontem (15.02) por fortes chuvas, a Porto Seguro mobilizou sua equipe de profissionais de salvamento para dar assistência às comunidades que sofrem com enchentes, deslizamentos e se encontram em estado de calamidade pública.

A operação teve início na quarta-feira (16), com o envio de uma equipe especializada e veículos de resgate — três Marruás, caminhões utilizados em operações feitas em locais de difícil acesso, e uma moto aquática preparada para resgates em enchentes. A companhia deve atuar no resgate de automóveis e motocicletas, remoção de entulho, entre outras atividades para auxiliar os moradores da região.

As equipes do Porto Socorro também montaram forças-tarefa na Bahia e em Minas Gerais, regiões atingidas por fortes chuvas nos últimos meses, onde a empresa prestou apoio às comunidades diante das necessidades emergenciais.

Liberty

“Diante da catástrofe ocorrida em Petrópolis, no Rio de Janeiro, a Liberty Seguros informa que implementou uma força-tarefa para prestar o auxílio necessário para a população, além de ajudar e apoiar corretores e clientes envolvidos no desastre.

A seguradora tem uma grande frota segurada na região e a prioridade neste momento é retirar os veículos danificados das vias públicas, a fim de facilitar o trabalho dos bombeiros. Para tal, a companhia tem trabalhado com o prestador parceiro local e enviou reforços da capital para ajudar nos serviços. 

A Liberty também disponibilizou um atendimento ativo para abertura de sinistros e uma base de prestadores para qualquer emergência ou necessidade. Além disso, a equipe de Sinistros Auto está em campo para iniciar o processo de regulação e agilizar ao máximo o processo de atendimento e definição do tipo de perda dos sinistros.

Neste momento, toda ajuda é bem-vinda, e a agilidade das seguradoras é fundamental. As equipes da companhia estão mobilizadas para oferecer todo o apoio e suporte necessários”.

Mapfre

 Em total solidariedade à situação de calamidade pública na região de Petrópolis (RJ) em decorrência do forte temporal da última terça-feira (15), a MAPFRE informa que ativou um plano emergencial para atender os clientes afetados. Até o momento, a companhia registrou 36 avisos de sinistros e 80 acionamentos de assistência. A ação integrada envolve as áreas de Provedores, Contact Center e Sinistros, com reforço dos atendimentos de peritos e inspetores visando acelerar a análise dos sinistros.

O plano de contingência da MAPFRE conta com o monitoramento em tempo real dos prestadores de serviço para acompanhar a situação na região de Petrópolis. Outra ação realizada pela empresa foi o acionamento preventivo dos prestadores de serviço das cidades próximas, com o objetivo de reduzir o tempo de espera dos clientes.

Com relação a entrada de reguladores da companhia para constatação de danos em residências, a MAPFRE informa também que depende das condições de segurança dos locais e da permissão de acesso pelas autoridades, tais como a Defesa Civil. De qualquer forma, os riscos segurados na região estão sendo levantados para adiantar o processo de análise e para adoção de medidas de suporte aos clientes.

A companhia reitera que as formas dos clientes minimizarem os prejuízos e acelerarem as indenizações são comunicar os sinistros à seguradora por meios dos canais de atendimento e seguir as orientações dos órgãos de segurança pública. Para os clientes impactados, a MAPFRE solicita que entrem em contato tanto pelo telefone gratuito 24h 0800 775 4545, quanto pelo WhatsApp (11) 4004-0101.

Frente a situações como esta, a MAPFRE considera como fundamental que todos os envolvidos se preocupem em preservar a vida e segurança das pessoas, seguindo a orientação das autoridades competentes.

Allianz

 Diante dos temporais em Petrópolis ao longo desta semana, a Allianz Seguros lamenta vítimas e se solidariza com os seus familiares, como também moradores que tiveram seus bens atingidos.   

Como forma de agilizar os processos de sinistros ocorridos na cidade, a Allianz está disponibilizando uma estrutura especial de atendimento. As medidas tomadas pela empresa são para apoiar os segurados e facilitar as assistências e o pagamento de indenizações.   

A seguradora viabilizou Central 24h com atendimento diferenciado para a região; deslocou colaborador para apoiar na logística de assistência; enviou peritos próprios para os pátios onde os veículos sinistrados estão sendo direcionados; agilizará a análise e pagamento de sinistros de forma remota com analistas dedicados, os quais também estão entrando em contato proativamente com os clientes para abertura do sinistro; destinou uma frota de guinchos exclusiva para região; e instituiu um fluxo especial de comunicação entre a área de análise e a equipe Comercial para atendimento de corretores.

Ciclic

Com o intuito de criar mais um caminho para facilitar doações que auxiliem a população, a Ciclic, corretora online da BB Seguros, se uniu com a fintech Polen, que conecta empresas e instituições filantrópicas e, a partir de hoje (17/02), ao finalizar a compra de alguns seguros e serviços no site da Ciclic: www.ciclic.com.br, o cliente pode escolher, entre as causas sociais apoiadas, a opção SOS Petrópolis para a empresa destinar parte do valor. Todo o processo é auditado pelo Polen.

“Nós, da Ciclic, mantemos o olhar atento para o presente e acompanhamos as reais necessidades das pessoas para que possamos estender a nossa rede de proteção para quem mais precisa. Mais uma vez, agimos rápido e nos unimos ao Polen para ajudar a população de Petrópolis por meio de uma ação solidária que descomplica e automatiza o processo de doação em nosso site”, afirma Gustavo Zobaran, Diretor Executivo da Ciclic.

Seguradora chilena AVLA contrata diretores comercial e de subscrição no Brasil

avla

A AVLA, seguradora chilena, anuncia a chegada dos executivos André Luiz Bertolino, como novo diretor comercial, e Marcio Lossurdo, como diretor de crédito e subscrição. A chegada dos novos diretores tem como intuito acelerar o crescimento da marca e transformar a operação na maior do grupo na América Latina.

André Luiz Bertolino, que já atuou em empresas como XP inc, Wiz Soluções e Junto Seguros, ingressa na marca para liderar o time comercial no país. Formado em administração de empresas e MBA em gestão estratégica pela Fundação Getúlio Vargas, o profissional será o responsável por liderar o departamento comercial, alinhando as estratégias aos objetivos gerais do negócio e acompanhando e gerenciando os resultados obtidos pela equipe. 

“Participar de um desafio tão grande como esse e poder fazer parte de uma empresa conceituada em outros países e que chegou ao Brasil para se destacar, é uma grande honra. Chego para somar e com o objetivo não somente de criar um time de vendas de alta performance, como também levar conhecimento com máxima qualidade para os nossos pequenos e médios corretores, que muitas vezes são desassistidos pelo mercado” diz Bertolino.

Já Marcio Lossurdo é formado em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e já atuou em empresas como BTG, BMG Seguros e Sura. Lossurdo vai liderar a equipe de subscrição do país priorizando a inovação na parametrização de riscos e no sistema de subscrição com foco em flexibilidade e agilidade.

“Chego com senso de urgência, entusiasmado e cheio de energia para contribuir com a AVLA nessa expansão para o Brasil. Estarei à frente de todo o processo de tecnologia em subscrição e gerenciamento de riscos, a espinha dorsal para tornar a seguradora mais acessível e flexível para as empresas da regional brasileira”, comenta Lossurdo. 

“A AVLA chegou ao Brasil no final de 2021 com o compromisso de entregar soluções de seguros para as mais de 14 milhões de pequenas e médias empresas que hoje são mal assistidas nessa esfera. Para continuar com nossa trajetória de construção de um time de primeira linha, anunciamos a chegada desses dois profissionais de referência no mercado de seguro garantia, que vão acelerar ainda mais nosso crescimento no Brasil”, comenta Felippe Astrachan, Country Manager da AVLA no país. 

Riscos climáticos e cibernéticos estão entre as tendências mundiais para o setor de seguros nos próximos anos

IAIS seguros tendencias

Fonte: CNseg

A Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS, em inglês) acaba de divulgar o planejamento de trabalho para o biênio 2022 – 2023, com destaque para os temas identificados como tendências mundiais para o setor de seguros nos próximos anos: riscos climáticos, transformação digital, riscos cibernéticos, cultura e conduta e inclusão financeira. Além desses temas, a IAIS também terá como foco as questões de diversidade, equidade e inclusão no setor de seguros, particularmente na relação com a cultura e governança das empresas. 

O trabalho conduzido pela IAIS conta com o apoio e contribuição ativa das empresas de seguros, representadas internacionalmente pela Federação Global de Seguros (GFIA) e nacionalmente pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg.

“No início de 2021, a IAIS publicou o mais importante documento de referência para supervisores e reguladores de seguros internacionais sobre recomendações e diretrizes a serem observadas relacionadas a supervisão de riscos climáticos. Na ocasião, foi aberta consulta pública para associações de mercado contribuírem com suas sugestões de ajustes. A CNseg e outras associações de seguros do mundo, como da Austrália, França e Reino Unido, participaram por meio da GFIA enviando seus comentários”, destaca a Diretora-Executiva da CNseg, Solange Beatriz.

A IAIS, que reúne supervisores e reguladores de seguros de mais de 200 jurisdições do mundo, incluindo a Susep (Brasil), é o órgão normativo internacional responsável por desenvolver e auxiliar na implementação de princípios, normas e outros materiais de apoio para a supervisão do setor de seguros. Acompanhando as tendências mundiais para o setor de seguros nos próximos anos, em dezembro de 2021, a Susep submeteu à consulta pública minuta de circular que dispõe sobre requisitos de sustentabilidade a serem observados pelas empresas do setor. A minuta circular posta em consulta pública utiliza importantes referências internacionais – como as recomendações da IAIS sobre supervisão de riscos climáticos e as do TCFD sobre a divulgação de riscos financeiros relacionados ao clima – para guiar as exigências de mercado, que incluem, principalmente, a definição de processos para gestão de riscos de sustentabilidade, a criação de uma política específica nas empresas e a divulgação de um relatório temático anual.

Tendências do biênio 2022- 2023

Riscos climáticos – A IAIS pretende divulgar documentos adicionais que complementarão as recomendações sobre supervisão climática publicadas em janeiro de 2021. Para isso, a organização irá trabalhar em conjunto com a Rede de Bancos Centrais para Sustentabilidade (NGFS) e o Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) a fim de levantar melhores práticas e desenvolver material de apoio específico para o setor de seguros sobre análise de cenários climáticos.

Transformação digital e riscos cibernéticos – Para os temas transformação digital e riscos cibernéticos, a IAIS destacou a continuidade da realização de estudos sobre a implementação de plataformas e ferramentas de inteligência artificial (IA), machine learning, governança de dados pessoais, interfaces de programação de aplicativos (APIs), dados abertos (open data) e tecnologias de consenso distribuído (DLTs). Também vai divulgar uma nota pública sobre as principais tendências e desenvolvimentos relacionados à implantação de modelo de supervisão denominado “supervisão tecnológica” (SupTech), em conjunto com a Iniciativa Acesso ao Seguro (A2ii) e com o Instituto de Estabilidade Financeira (FSI).

Inclusão financeira diversidade, equidade e inclusão – Na seara de inclusão financeira, são aguardados novos estudos em parceria com o Fórum de Inclusão Financeira (FIF) e outras organizações com foco em aumentar a penetração de microsseguros e de seguros inclusivos e aprimorar supervisão. Já para o início dos trabalhos em diversidade, equidade e inclusão, o Grupo de Trabalho de Governança (GWG) realizará um levantamento inicial das principais ações conduzidas internacionalmente que poderão subsidiar documentos de recomendação e estudos de efetividade, a fim de identificar possíveis áreas para trabalho futuro da IAIS na promoção a incorporação de considerações de DE&I na governança das seguradoras e modelos de negócios.

Argo conclui venda da unidade brasileira para o GP, que marcará sua entrada em seguros

fusões aquisicoes

A Argo Group International Holdings, Ltd. (NYSE: ARGO) anunciou hoje a conclusão da venda da Argo Seguros Brasil para a Spice Private Equity Ltd., do grupo GP Investimentos. A aquisição foi anunciada em outubro passado, a um preço de compra de R$ 160 milhões (cerca de US$ 30 milhões), sujeito aos termos do contrato de compra. “O fechamento desta transação é outro passo definitivo à medida que a Argo evolui como uma seguradora especializada focada em riscos de seguros nos EUA”, disse Andy Borst, presidente interino de operações internacionais, em comunicado divulgado nesta quinta-feira, 17. “Desejo boa sorte ao time do Brasil no futuro.”

A GP pretende usar a Argo como ponto de partida para uma plataforma ampla de seguros, aproveitando que a companhia adquirida tem tecnologia embarcada em seus processos de operacionalização – a Argo tem a plataforma Protector, de distribuição de seguros de responsabilidade civil, e atua também com apólices de risco patrimonial.

B3 e Pottencial realizam primeiro registro do seguro residencial junto à Susep

Fonte: Pottencial

A Pottencial completou a operação de registro do seguro patrimonial no ramo 0114 (seguro Compreensivo Residencial) no dia 15 de fevereiro, tornando-se a primeira seguradora a registrar eletronicamente as apólices desta categoria utilizando a plataforma InsurConnect, da B3.

Os registros foram realizados a fim de atender às exigências regulatórias da Superintendência de Seguros Privados (Susep). De acordo com as normas da Circular Susep nº 629/2021, a partir de 1º de março de 2022, fica obrigatório o registro das operações relativas às apólices, certificados e bilhetes dos seguros classificados no grupo de ramos patrimonial.

A B3 é credenciada e homologada pela Susep para operar o Sistema de Registro de Operações (SRO) por meio do seu sistema InsurConnect. O SRO teve início em 2019 e realiza os registros das operações de seguro, garantindo integridade e unicidade das operações registradas, além de transparência, e tratamento de dados em conformidade com a LGPD.

“O avanço dos registros eletrônicos está, aos poucos, modernizando o mercado de seguros e tornando os processos mais eficientes, ágeis e transparentes para todos os participantes. Mais uma vez a Pottencial se mostrou preparada para atender às novas demandas e realizou as atividades relacionadas ao registro de operações de seguros antes do prazo estabelecido”, explica Claudia Prado Santos, gerente de Relacionamento da B3.

Para Gibran Silva, gerente de arquitetura de soluções e dados da Pottencial, é um orgulho, para a empresa, ser, mais uma vez, a primeira a realizar o registro eletrônico junto à parceira B3. “São vários os fatores que nos permitem sustentar este pioneirismo, entre os quais destaco a competência e engajamento de todo o nosso time e os investimentos recorrentes em tecnologia. Na Pottencial, a tecnologia é totalmente voltada para o negócio, não havendo divisão entre as duas coisas. A agilidade está em nosso DNA e é essencial não apenas para oferecermos processos cada vez mais simples, mas para nos anteciparmos às tendências e movimentos do mercado”, disse.

A B3 atua como provedor da infraestrutura para o mercado securitário e, além do SRO, também oferece plataforma para auxiliar as seguradoras no cumprimento das normas regulatórias do Open Insurance.

Vila Sésamo e Fundação MetLife expandem o projeto global para famílias em situação de vulnerabilidade no Brasil e México 

MetLife

A Sésamo (Sesame Workshop) e a Fundação MetLife anunciam a terceira fase de uma parceria de sete anos. A iniciativa “Sonhar, Planejar, Alcançar: Fortalecimento Financeiro” expande o trabalho que vem sendo feito desde 2015 e tem como objetivo promover a saúde financeira e fortalecer as habilidades, comportamentos e atitudes de crianças e famílias de modo que consigam lidar com os desafios econômicos e alcançar seus sonhos.   

Nesta nova fase, a iniciativa vai se concentrar em questões raciais e de gênero em comunidades negras no Brasil e indígenas no México. A nossa expectativa é que a iniciativa “Sonhar, Planejar, Alcançar” continue ajudando o público do projeto a se conectar com tópicos relevantes sobre o fortalecimento financeiro. Todo o contexto pandêmico tem demonstrado a grande importância de cultivar a resiliência financeira, particularmente em populações historicamente afetadas pela discriminação e pela pobreza. 

O projeto “Sonhar, Planejar, Alcançar” é lançado nesta segunda semana de fevereiro a partir de encontros online e atividades orientadas com representantes de quatro Secretarias Municipais de Educação parceiras: Rio de Janeiro, Manaus, Salvador e Belo Horizonte, para revisar, discutir e traçar estratégias sobre a implementação, engajamento e expansão do projeto.  

Como as famílias continuam lidando com a incerteza causada pela pandemia, os recursos de “Sonhar, Planejar, Alcançar” ajudarão os familiares e educadores a refletir e praticar estratégias para resiliência e a flexibilidade para superar os desafios financeiros. 

Em sua terceira fase, 2022 e 2023, o foco serão crianças negras, indígenas e suas comunidades, tendo a expectativa de alcançar diretamente 500 escolas, 4.000 profissionais da educação infantil, 75 mil crianças e suas famílias, e 50 espaços comunitários, a partir dos quais serão alcançadas mais 30 mil famílias via parcerias diretamente estabelecidas entre a Sésamo e Organizações da Sociedade Civil. 

“Com uma parceria de sete anos, estamos orgulhosos de expandir este importante trabalho com a Sesame Workshop e nos dedicamos a ajudar famílias de todo o mundo a construir um futuro mais confiante”, diz Tia Hodges, Presidente e CEO da MetLife Foundation. “Nesta nova fase, nosso objetivo coletivo é promover uma mentalidade, habilidades e comportamentos para promover a saúde financeira das comunidades que não foram atendidas pelos esforços de inclusão financeira”. 

“Estamos orgulhosos em poder anunciar a ampliação deste importante trabalho com a Sesame Workshop no Brasil, ainda mais porque ainda vivemos uma pandemia e é, cada vez mais necessário desenvolvermos a saúde financeira das comunidades e na sociedade como um todo”, comenta Breno Gomes, CEO da MetLife Brasil. 

“Junto com a MetLife Foundation, estamos comprometidos em dar às crianças e famílias estratégias e ferramentas para planejar com sucesso o futuro”, conta Sherrie Westin, Presidente da Sesame Workshop. “Como parte de nossa missão de ajudar as crianças a se tornarem mais inteligentes, fortes e gentis, esta nova fase apoiará crianças pequenas em todo o Brasil e México na construção da saúde financeira e da resiliência necessárias para prepará-las para a escola e a vida.” 

Escuta ativa é a principal arma de Nuno David no comando da operação comercial e de marketing da MAG Seguros

nuno david mag seguros

Escuta ativa. Esta tem sido a principal virtude dos acionistas da MAG Seguros. E é exatamente isso que Nuno David, que assumiu o comando da área comercial do grupo neste ano, tem feito. Ele já conhecia as pessoas. Claro. Em agosto próximo, completa 13 anos de empresa e atuando na área de marketing. Desde janeiro, passou a ser diretor comercial e de marketing. Para Nuno, a arte de ouvir é o que move a MAG Seguros. “Essa é a principal filosofia do grupo e a que mais nos orgulha. Temos perguntas e com base nas respostas vamos refletir e criar a estratégia mais aderente ao modelo de negócio da empresa que tem como meta encantar nossos públicos: funcionários, parceiros de negócios, consumidores”, conta. 

A primeira leva de agendamentos de viagens logo que assumiu, em janeiro, incluiu São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro. Agora parte para Goiânia, interior de São Paulo e Belo Horizonte. “Como estamos começando a sair de uma pandemia para uma possível endemia nos próximos meses, acredito que minha agenda ficará bem mais dinâmica”, diz ele, que desenvolveu um algoritmo próprio de pandemia baseado na realidade dos principais países do mundo. 

Questionado se este novo cargo é estressante por envolver muitas responsabilidades num ano fraco crescimento da economia no Brasil e de muita volatilidade, além de viagens num cenário de pandemia, Nuno foi categórico em sua resposta. “Meu antecessor, o querido Osmar Navarini, deixou uma operação redonda. Uma equipe fantástica. Estou a fazer o que mais gosto. Quero conhecer mais de perto todas as pessoas. Saber como estão. Se suas famílias estão bem. Se precisam de algo. Se são casados. Se tem filhos. Para que time torcem. O que a MAG pode fazer por elas. Que tipo de produtos e serviços são recomendados para seus clientes. Quais produtos e ferramentas já experimentaram e podemos instalar aqui. E te digo: tenho passado dias incríveis. Um período rico tanto do ponto de vista profissional como pessoal”, afirma o executivo português, naturalizado brasileiro.  

Com um bloco de anotação em mãos, Nuno registra as principais sugestões dos profissionais ligados a sua área. “Depois de compilar observações e críticas, teremos um plano para o que podemos melhorar. Também teremos uma comunicação mais eficaz sobre o porquê de as coisas funcionarem da forma como são e que talvez não sejam bem entendidas”, cita.

Os profissionais de vendas se distribuem em cinco vertentes. Dos 1.450 funcionários do grupo, 943 estão na área comercial. A principal delas é o “salão de vendas”, formado por profissionais treinados pela companhia para atendimento de cliente pessoa física, responsável por praticamente 50% da produção em prêmios da MAG Seguros. Parceiros de negócios, como plataformas financeiras e escritórios de investimentos; corretores de grande porte; cooperativas; e afinidades tem hubs individuais de vendas. Cada um sob a tutela de um gestor.  

Nuno, assim como seus concorrentes, está otimista com 2022, um ano atípico e com um grau elevado de volatilidade nos mercados financeiros mundiais. O Brasil traz também para o cenário internacional conturbado eleições, um déficit fiscal ainda indefinido, que assusta investidores, índice alto de desemprego, inflação elevado, juros num ciclo ainda de alta, mas com viés de estagnação e baixa, segundo a última ata do Comitê de Política Monetária (Copom).

Dentro deste cenário, temos um mercado de seguros com grande oportunidade de crescimento. O Brasil têm um papel fundamental em difundir a cultura de seguros num país. O consumo per capita dos produtos e serviços de seguros é de US$ 271, muito abaixo da média mundial de US$ 809, segundo estudo da Swiss Re. “O país tem 213 milhões de pessoas. Tem sido penoso para as famílias saírem deste processo e retomar a rota de crescimento. No entanto, muitas delas tiveram a ajuda de um seguro de vida neste período de pandemia para retomar após alguma dificuldade sofrida. Isso trouxe para a sociedade mais consciência do produto vida. E nos estamos preparados para este momento que certamente beneficiará todo o setor e ajudará a consolidar no Brasil uma sociedade mais resiliente por ter alguma proteção financeira para momentos difíceis”, garante. 

Dentro do Brasil, temos uma diversidade enorme de consumidores. Alguns se beneficiaram na crise, outros permaneceram com o mesmo status social e outros amargam perdas relevantes. Nuno enfatiza que a MAG Seguros tem ofertas para toda a população. “Não dependemos de uma faixa de renda. E nossa missão todo dia é oferecer a melhor experiência para nossos funcionários, corretores, parceiros e clientes”, argumenta. Sem poder fazer projeções futuras, Nuno garante que a companhia cresceu em 2021. O balanço financeiro está previsto para ser divulgado no final de fevereiro.

“E vamos certamente crescer em 2022. Investimos muito para encontrar pessoas em potencial para ofertar nossos produtos e serviços que estão cada dia mais aderentes às necessidades de um novo hábito de consumo da sociedade. E isso nos faz acreditar que cresceremos acima da média do mercado mesmo num ano de volatilidade como sinalizam os economistas para 2022. Afinal, na MAG, fazemos a nossa parte: construímos uma empresa que está ao lado das pessoas em momentos bons e também ruins”. 

A MAG tem sido reconhecida por investir pesado em tecnologia e inovação. Em outubro de 2021, foi a segunda empresa mais inovadora no segmento de Seguros e Planos de Saúde, segundo o Prêmio Inovação Brasil, do Valor Econômico com a PwC. A empresa também figura na 58ª posição na lista das 150 companhias mais inovadoras do país. 

Corretora de resseguros Latin Re ganha nova sócia: Patrícia Russo

Renata corretora Latin Re

Patricia Russo, com mais de 10 anos de experiência no mercado segurador brasileiro e americano e com certificação ARe, junta-se ao time de riscos facultativos da Latin Re como gerente e associada.

Ela iniciou sua carreira na extinta JLT Re Brasil e se mudou para New Jersey, onde atuou pela AIG NY. Agora Patricia retorna ao Brasil para se juntar aos ex-colegas Maria Eduarda Bomfim, Juliana Souza e Felipe Aragão.

O objetivo é continuar crescendo e ultrapassar a marca de 250 milhões de reais em prêmios facultativos nos próximos 2 anos.

Na opinião de Patrícia, o maior desafio e, também, o que mais a motiva é pensar em ajudar a Latin Re a alcançar um nível de crescimento representativo dentro do setor competitivo de resseguros e ainda contribuir com o desenvolvimento de relacionamentos e parcerias entre a Latin Re e os diversos players do mercado.

Caixa Seguridade lucra R$ 1,9 bilhão em 2021, alta de 7,16%

A Caixa Seguridade registrou um lucro líquido de R$ 545,7 milhões no quarto trimestre do ano passado, com crescimento de 20,4% na comparação com o mesmo período de 2020. Segundo release da companhia, trata-se do melhor resultado trimestral da história da companhia.

No acumulado de 2021, o lucro líquido subiu 7,2% frente ao período anterior para R$ 1,896 bilhões. As receitas totais de seguros, previdência, capitalização e consórcio aumentaram em 19,3% ante 2020 e atingiram R$ 45,2 bilhões no ano passado.

De acordo com a holding, “o desempenho do ano de 2021 foi influenciado pelo incremento das receitas de distribuição, que incluem as comissões de corretagem ou intermediação de produtos de seguridade, que alcançou no acumulado do ano o valor de R$ 1,123 bilhão”. Também contribuiu para a melhora do desempenho, o resultado de investimentos em participações societárias, que fechou 2021 com aumento de 4,5% em relação a 2020.

O quarto trimestre também marcou, conforme a Caixa Seguridade, o melhor resultado trimestral da história para o segmento de previdência privada aberta da companhia, com arrecadação de R$ 9,2 bilhões. Em 2021, as receitas com planos de acumulação alcançaram R$ 32,1 bilhões, uma alta de 28,5% em relação a 2020.

Os prêmios de seguros, por sua vez, subiram 1,7% na comparação anual, em um total de R$ 7,5 bilhões no ano passado. A holding destacou o crescimento anual de 28,3% no ramo residencial, alta de 6,5% no habitacional, que registrou também o melhor trimestre da empresa, e o avanço de 5,6% do segmento vida.

Já o ramo prestamista, teve um recuo anual de 14,9% nos prêmios emitidos. Segundo a Caixa Seguridade, o resultado reflete o fim da alavancagem da oferta de crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e empresas de Pequeno Porte (Pronampe) que se concentrou em 2020.

O resultado financeiro também apresentou recuo no ano passado. A linha teve queda de 48,03% em 2021 ante 2020, para R$ 10,572 milhões.