Graças ao apoio mundial da Zurich Seguros, a exposição “Amazônia” já encantou pessoas em Paris (França), Roma (Itália) e Londres (Inglaterra) e agora chega a São Paulo. “Por acreditarmos no poder da imagem como instrumento de conscientização sobre as mudanças climáticas, apoiamos este projeto fotográfico de Lélia e Sebastião Salgado, que compartilham a nossa visão e aspiração por um mundo melhor, e com quem já temos estabelecida uma parceria no Instituto Terra. Como seguradora, lidamos com impactos climáticos todos os dias e acreditamos que a sensibilização sobre este risco inspirará mais pessoas a tomarem medidas pelo planeta”, afirmou Edson Franco, CEO Brasil da Zurich.
Segundo Franco, quando o Grupo Zurich se deparamos com este projeto – que também chama a atenção para a urgência da proteção dos povos originários – imediatamente ficou motivado a se juntar ao fotógrafo Sebastião Salgado e à sua esposa e curadora da mostra Lélia Salgado para patrocinar a circulação global dessa mostra. “Essa linda exposição dispensa comentários. As imagens produzidas pelo Sebastião são profundas, majestosas, emocionantes e nos colocam dentro da floresta que nós (e o mundo) queremos ver preservada para garantir o nosso futuro climático e ambiental.”
Sebastiao Salgado mostrou sua a gratidão pelo patrocínio. Foi a primeira frase ao subir ao placo. “Agradeço a Zurich por nos apoiar globalmente e localmente. E também ao Itaú e a Natura. Nosso grande objetivo é tocar o coração das pessoas. Que o brasileiro venha conhecer o bioma de perto um pouco da história da Amazônia retratada nas 200 imagens e sete vídeos com o cotidiano de 12 comunidades indígenas. Leiam as legendas para entender a grandeza deste bioma para o mundo”, recomenda o fotógrafo Sebastião Salgado.
Das milhares de fotos, 200 foram selecionadas pela curadora Lélia Wanick Salgado e mostram lugares conhecidos apenas por indígenas ou militares do Exército que monitoram seu extenso território. Segundo a curadora, o objetivo é colocar o visitante no meio da floresta, ambientada por uma criação sonora original, composta pelo músico francês Jean-Michel Jarre a partir dos sons concretos da floresta. “As montanhas, os rios aéreos, as comunidades, tudo isso é mostrado com legendas para que o público saia da exposição informado sobre cada uma das imagens”, disse.
As fotos foram registradas por terra, água e ar. De todas, de tirar o fôlego diante da imensidão da Amazônia. As que retratam fenômenos naturais, como chuvas, são as minhas preferidas. Os vídeos, com lideranças indígenas, tocam o coração de quem ouve, com menções aos problemas que enfrentam e as consequências que a devastação causa. O recado de todos eles é um: se não cuidarem da Amazônia, haverá um grande desequilíbrio ambiental, com repercussões para todos.
“Espero que os brasileiros votem este ano em quem tenha um projeto sustentável para a Amazônia, ao contrário do atual governo, que só fez destruir instituições como o Ibama e a Funai”, afirmou Salgado durante a coletiva de imprensa. Realmente é um convite para ver, ouvir e, ao mesmo tempo, refletir sobre o futuro da biodiversidade e a urgente necessidade de proteger os povos indígenas e preservar esse ecossistema imprescindível para o planeta.
A relação da Zurich com Lélia e Sebastião já vem de algum tempo. “Em 2020, a Zurich firmou uma parceria com o Instituto Terra – outro projeto maravilhoso concebido e conduzido por eles – para plantar 1 milhão de árvores de diversas espécies nativas na Fazenda Bulcão, em Aimorés (MG). Em duas décadas, essas árvores sequestrarão mais de 163 mil toneladas de carbono do meio ambiente”, citou Franco.
Salgado e Lélia criaram um espaço dedicado à preservação ecológica, o Instituto Terra, em 1998, iniciativa que já promoveu o reflorestamento de uma área de cerca de 600 hectares de Mata Atlântica em Aimorés (MG), além do cultivo de milhões de mudas de árvores em extinção. No final da exposição, o visitante pode conhecer mais do instituto.
“Tanto o patrocínio global dessa exposição como esta parceria em Minas estão intimamente ligados à agenda ambiental da nossa companhia. O Grupo Zurich está comprometido com ações que buscam frear os impactos das mudanças climáticas do planeta. Como seguradora lidamos todos os dias com as consequências desse fenômeno e iniciativas como esta nos permitem cumprir o nosso propósito de conscientizar e proteger pessoas dos riscos futuros. E a crise climática continua sendo a maior ameaça de longo prazo que a humanidade enfrenta”, finalizou o CEO da Zurich.
Onde: no Sesc Pompeia, entre os dias 15 de fevereiro e 10 de julho, com visitação de terça a sábado, das 10h às 21h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h. A entrada é grátis! De São Paulo, a exposição segue para o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, onde fica em cartaz de 19 de julho a 29 de janeiro de 2023.


















