MAG Seguros leva executivos para o MDTR 2026 

A MAG Seguros, especialista em vida e previdência e com 191 anos de atuação ininterrupta no país, levou 49 especialistas em proteção financeira e lideranças comerciais para participar da edição de 2026 da Million Dollar Round Table (MDRT), realizada em Anaheim, na Califórnia (EUA). Reconhecido como um dos principais encontros globais do setor, o evento reúne profissionais de diferentes países para debater tendências, compartilhar boas práticas e discutir estratégias voltadas ao aprimoramento da experiência e do relacionamento com clientes. 

A participação integrou a premiação da campanha Arrebenta 2025, iniciativa da companhia voltada ao reconhecimento de profissionais que se destacaram por desempenho, comprometimento e contribuição para ampliar o acesso das famílias brasileiras ao planejamento financeiro e à proteção de longo prazo. A comitiva contou ainda com a presença de Leonardo Lourenço, vice-presidente do Grupo MAG, Patrícia Campos, Diretora Estatutária de Gente e Gestão do Grupo MAG, e Márcio Batistuti, Diretor Comercial de Varejo da MAG Seguros. 

Durante o encontro, os participantes tiveram acesso a uma programação focada em inovação, desenvolvimento comercial, comportamento do consumidor, tendências do mercado segurador e estratégias de relacionamento, em um ambiente que promove a troca de experiências entre profissionais de diferentes mercados e realidades. 

Para Márcio Batistuti, diretor comercial de varejo da MAG Seguros, iniciativas como essa refletem o compromisso da companhia com a formação contínua de seus profissionais e com a evolução do setor. 

“Acreditamos que o desenvolvimento das pessoas é um dos principais motores para a construção de um mercado cada vez mais preparado para atender às necessidades da sociedade. Ao proporcionar acesso a experiências internacionais e ao contato com referências globais do setor, ampliamos o repertório dos nossos profissionais e fortalecemos sua capacidade de oferecer orientações cada vez mais qualificadas aos clientes”, afirma. 

Segundo o executivo, o investimento em capacitação gera impactos que vão além do desenvolvimento individual dos participantes. “Quando estimulamos a troca de conhecimento e o aprendizado contínuo, fortalecemos toda a rede comercial. Isso se traduz em mais qualidade no atendimento, maior proximidade com os clientes e soluções cada vez mais alinhadas às necessidades de proteção financeira das famílias brasileiras”, completa. 

A iniciativa faz parte da estratégia da MAG Seguros de valorização e desenvolvimento de sua força comercial. Por meio da plataforma MAG 365, a companhia promove ações permanentes de reconhecimento, capacitação e incentivo voltadas aos especialistas em proteção financeira e lideranças comerciais. Além da Arrebenta, a plataforma reúne campanhas como a Acelera e o tradicional Galo de Ouro, uma das mais importantes premiações do mercado segurador brasileiro. 

Além de vivenciarem o MDRT, os vencedores ainda participaram de momentos únicos e exclusivos, como passeios no parque Disneyland, na Califórnia, e experiências gastronômicas pensadas para que esses seis dias de viagem se tornarem memoráreis para os campeões. 

Ao investir continuamente no desenvolvimento de seus profissionais, a MAG reforça seu compromisso de ampliar o acesso à proteção financeira e contribuir para que mais brasileiros construam um futuro com maior segurança, planejamento e tranquilidade.

Liberty e ICEYE lançam seguro paramétrico contra incêndios florestais com monitoramento por satélite

A seguradora Liberty Mutual e a empresa finlandesa ICEYE anunciaram o lançamento de uma solução inédita de seguro paramétrico para incêndios florestais baseada em monitoramento remoto de propriedades por satélite. A cobertura foi desenvolvida para responder ao aumento da frequência e da severidade dos incêndios em diversas regiões do mundo, permitindo pagamentos mais rápidos aos segurados após eventos extremos.

Inicialmente disponível nos Estados Unidos e na Austrália, mercados com elevada exposição ao risco de incêndios florestais, a solução deverá ser expandida gradualmente para outras regiões à medida que a ICEYE ampliar o escopo de seus produtos.

A nova cobertura utiliza a constelação global de satélites com tecnologia de Radar de Abertura Sintética (SAR, na sigla em inglês) da ICEYE, capaz de monitorar áreas afetadas por incêndios mesmo durante a noite, sob fumaça intensa ou em condições climáticas adversas. As imagens captadas são combinadas com dados detalhados das edificações e analisadas por algoritmos automatizados de aprendizado de máquina para avaliar os danos em nível individual de cada imóvel.

Após a ocorrência de um incêndio, cada propriedade segurada é classificada de forma objetiva como “destruída” ou “não danificada”, de acordo com critérios previamente definidos. O resultado da avaliação pode ser disponibilizado em poucas horas, eliminando a necessidade de vistorias presenciais, reguladores de sinistros ou análises subjetivas.

Segundo as empresas, essa abordagem permite que os processos de indenização sejam iniciados em questão de dias, desde que os parâmetros contratados sejam atendidos.

A cobertura foi desenvolvida para complementar os seguros tradicionais de propriedade e pode ser utilizada por associações de moradores, comunidades residenciais, municípios, fundos públicos de gestão de riscos, operadores de infraestrutura crítica e também seguradoras e resseguradoras com carteiras expostas ao risco de incêndios florestais.

“Estamos ampliando os limites da tecnologia para oferecer uma nova geração de cobertura paramétrica contra incêndios florestais, mais rápida, responsiva e totalmente baseada em dados”, afirmou Jean-Christophe Garaix, responsável pelas áreas de seguros paramétricos e agrícola da Liberty. “A solução foi desenvolvida para enfrentar a crescente ameaça dos incêndios florestais e proporcionar proteção complementar ao seguro tradicional, permitindo uma liquidação de sinistros mais eficiente.”

Para Anke Sielker, responsável pelas soluções de resseguro da ICEYE, a iniciativa representa um avanço na aplicação de dados espaciais ao mercado segurador. “A oferta é baseada em observações rápidas e verificáveis geradas por nossa constelação de satélites SAR. Isso permite confirmar rapidamente quando os parâmetros de perdas previamente acordados são atingidos, proporcionando avaliações precisas e consistentes dos danos em cada propriedade”, afirmou.

O lançamento reforça uma tendência crescente no mercado global de seguros: o uso de seguros paramétricos apoiados por tecnologia de observação da Terra para ampliar a capacidade de resposta a eventos climáticos extremos e reduzir o tempo entre a ocorrência do sinistro e o pagamento das indenizações.

Corretora Vokan e seguradoras já estão no local do acidente da colisão de helicópteros hoje no RJ

acidente helicóptero
reprodução TV Globo

A colisão entre dois helicópteros registrada neste domingo no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, reacendeu o debate sobre as coberturas do seguro aeronáutico e os desafios para a apuração de responsabilidades em acidentes envolvendo aeronaves. Além das vítimas fatais, a queda das aeronaves provocou danos a veículos estacionados em uma concessionária da BYD, ampliando a dimensão do sinistro.

Embora as causas do acidente ainda estejam sob investigação, o CEO da Vokan Seguros, Luiz Eduardo Moreira, especialista em aeronáutico, e que desde a manhã está no local para prestar atendimento, explicou com exclusividade ao Sonho Seguro que as indenizações às famílias das vítimas e aos terceiros prejudicados não dependem, necessariamente, da conclusão das apurações sobre quem foi o responsável pela colisão.

CEO da corretora Vokan, responsável pela gestão de seguros de cerca de 22% das aeronaves seguradas no país

Segundo o especialista da corretora especializada exclusivamente no segmento aeronáutico e responsável pela gestão de seguros de cerca de 22% das aeronaves seguradas no país, o mercado dispõe de mecanismos para garantir a rápida assistência às vítimas. “Estamos diante de um evento extremamente raro na aviação. Em situações como essa, a prioridade inicial é garantir a indenização das vítimas e dos terceiros afetados. A discussão sobre responsabilidades vem depois e pode levar bastante tempo”, afirma.

De acordo com Moreira, três coberturas costumam estar envolvidas em acidentes dessa natureza: o seguro de casco, que cobre danos à própria aeronave; o RETA (Responsabilidade do Explorador ou Transportador Aéreo), seguro obrigatório para operações aéreas; e o LUC (Limite Único Combinado), uma cobertura complementar de responsabilidade civil. “O RETA e o LUC cobrem passageiros, tripulantes, terceiros em solo e também danos materiais causados pelo acidente. No caso específico deste domingo, os veículos atingidos entram na cobertura destinada a terceiros”, explica.

Moreira explica que o pagamento das indenizações previstas no seguro obrigatório costuma ocorrer de forma relativamente rápida, independentemente da definição sobre eventual culpa dos envolvidos. “As famílias das vítimas não precisam aguardar o encerramento das investigações para receber as indenizações previstas no RETA. Posteriormente, podem existir discussões adicionais sobre valores complementares dentro das coberturas de responsabilidade civil”, afirma.

Moreira lembra que acidentes envolvendo colisão entre aeronaves em voo são extremamente incomuns no Brasil e exigem análises técnicas complexas. “Esse tipo de ocorrência é muito raro. Não é possível, neste momento, apontar qualquer responsabilidade. As investigações precisam reconstruir toda a dinâmica do acidente antes que qualquer conclusão seja alcançada.”

Além das perdas humanas, o acidente provocou danos materiais relevantes aos automóveis atingidos no estacionamento onde uma das aeronaves caiu. Segundo o especialista, os proprietários dos veículos também poderão ser indenizados pelas coberturas de responsabilidade civil das aeronaves envolvidas. “Os danos aos carros entram inicialmente nas coberturas destinadas a terceiros. Dependendo do valor total das perdas, as indenizações podem utilizar tanto os limites do RETA quanto do LUC”, explica.

Outro ponto frequentemente desconhecido pelo público é o papel do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Diferentemente de investigações policiais ou judiciais, o objetivo do órgão é exclusivamente preventivo. “O Cenipa não investiga culpa. O trabalho dele é identificar fatores contribuintes para evitar novos acidentes. Os relatórios podem levar um, dois ou até três anos para serem concluídos e não apontam responsáveis civis ou criminais”, afirma Moreira.

Mesmo sem a definição imediata de responsabilidades, as seguradoras costumam iniciar o processo de indenização às vítimas e terceiros. Somente após a conclusão das investigações e eventual comprovação de responsabilidade é que podem surgir ações de ressarcimento entre seguradoras ou proprietários das aeronaves.

“Se futuramente ficar comprovado que uma das partes teve responsabilidade pelo acidente, a seguradora que realizou os pagamentos poderá buscar ressarcimento por meio do direito de regresso. Mas isso é uma etapa posterior. Neste momento, o foco está na assistência às vítimas e na regulação dos prejuízos”, conclui.

Veículos elétricos desafiam seguradoras com custos de reparo mais elevados, aponta Swiss Re

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A expansão dos veículos elétricos no mundo está trazendo um desafio relevante para o mercado segurador: o aumento dos custos de reparo após acidentes. Embora a eletrificação avance rapidamente e deva representar a maioria das vendas de carros novos na Europa e na China até 2030, as seguradoras ainda enfrentam dificuldades para equilibrar a rentabilidade das carteiras diante da maior complexidade dos consertos, segundo estudo “Electric Vehicle Insurability: Markets Maturing“, do Swiss Re Institute.

De acordo com o relatório, a principal pressão não está relacionada à frequência dos sinistros, mas ao valor das indenizações. “As evidências continuam apontando para uma questão central na economia do seguro: os custos de reparo dos veículos elétricos permanecem mais elevados do que os dos veículos com motor a combustão”, afirma o estudo. 

Nos Estados Unidos, os custos médios de reparo de veículos elétricos foram cerca de 25% superiores aos dos modelos a combustão em 2025. Na França, a diferença chegou a aproximadamente 23%, enquanto no Reino Unido os reparos foram 25% mais caros e demandaram, em média, 14% mais tempo para conclusão. 

Segundo a Swiss Re, a diferença decorre de fatores estruturais, como baterias de alta tensão, sensores de assistência à condução (ADAS), sistemas eletrônicos embarcados, softwares de diagnóstico e a necessidade de oficinas certificadas para determinados procedimentos. “Mesmo com a evolução do mercado e o ganho de experiência das oficinas, esperamos que parte desse diferencial de custos permaneça”, destaca o relatório. 

Noruega e China mostram caminhos para o setor

A experiência internacional indica, porém, que o mercado tende a amadurecer à medida que cresce a base de dados disponível para precificação e gestão dos riscos. Na Noruega, país líder mundial na adoção da mobilidade elétrica, os veículos elétricos responderam por cerca de 96% das vendas de carros novos em 2025. O estudo mostra que, após um período inicial de deterioração da sinistralidade, as seguradoras passaram a segmentar melhor os riscos por modelo de veículo e perfil do cliente, além de investir em eficiência na regulação de sinistros e nas redes de reparação. 

Já na China, onde o mercado de seguros para veículos elétricos movimentou cerca de RMB 190 bilhões em 2025, com crescimento de 35% em um ano, reguladores, seguradoras e montadoras vêm atuando conjuntamente para reduzir os custos dos sinistros. O índice combinado do segmento caiu de 109% em 2023 para cerca de 105,7% em 2025, ainda acima da média do mercado automotivo, mas em trajetória de melhora. 

Segundo o estudo, uma das estratégias adotadas pelos chineses foi vincular a precificação dos seguros à reparabilidade dos veículos. “A resposta regulatória fortalece a conexão entre dados de sinistros, economia dos reparos e desenho dos veículos”, afirma a Swiss Re. 

Design dos veículos entra na discussão

O estudo aponta que a próxima fronteira da discussão envolve o próprio projeto dos veículos elétricos. As baterias podem representar cerca de 40% do valor de um veículo novo e, em muitos modelos, pequenos danos acabam exigindo a substituição integral do componente. Para enfrentar esse problema, seguradoras e entidades do setor vêm defendendo o conceito conhecido como design for insurability, que busca tornar os veículos mais fáceis e econômicos de reparar. 

Entre as soluções estudadas estão baterias modulares, componentes de alta tensão mais acessíveis, protocolos padronizados de reparo e maior disponibilidade de informações técnicas para oficinas independentes. “Os fabricantes já começam a incorporar conceitos de reparabilidade desde as fases iniciais de desenvolvimento dos veículos”, destaca o relatório. 

Reflexões para o mercado brasileiro

Embora o estudo não trate especificamente do Brasil, as conclusões oferecem sinais importantes para um mercado que vive forte crescimento da frota elétrica, impulsionado principalmente pela chegada de fabricantes chineses.

Na avaliação da Swiss Re, a evolução sustentável desse mercado dependerá não apenas do avanço tecnológico dos veículos, mas também da capacidade de seguradoras, montadoras, oficinas e fornecedores de peças desenvolverem um ecossistema preparado para lidar com os novos riscos.

“O amadurecimento dos mercados de seguros para veículos elétricos mostra que avanços em redes de reparação, acesso a dados e cooperação entre seguradoras e fabricantes podem melhorar a segurabilidade desses veículos ao longo do tempo”, conclui o estudo. 

MetLife Brasil conecta parceiros às principais discussões globais do mercado segurador no MDRT 2026

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A MetLife Brasil participou mais uma vez do MDRT Annual Meeting (Million Dollar Round Table), um dos principais encontros globais da indústria de seguros de vida e planejamento financeiro, que aconteceu entre os dias 6 e 10 de junho, em Anaheim, Califórnia (EUA). Neste ano, a companhia levou a maior delegação de parceiroscomerciais ao MDRT, que, junto com líderes da MetLife, representaram uma das maiores comitivas presentes no evento.  

Reconhecido internacionalmente por reunir profissionais de alta performance e lideranças do mercado segurador, o MDRT promove debates sobre tendências, inovação, desenvolvimento de negócios e excelência comercial. Apenas cerca de 2% dos profissionais de seguros de vida no mundo integram a associação, o que reforça o alto nível de qualificação dos participantes e o foco da MetLife em valorizar os parceiros comerciais. A presença ampliada da MetLife no encontro reforça a estratégia da companhia de capacitar parceiros comerciais de alto nível no mercado segurador. 

“Participar do MDRT é uma oportunidade de acompanhar de perto os movimentos que estão moldando o futuro do mercado de seguros. Queremos ampliar o acesso dos nossos parceiros às principais discussões da indústria, promovendo conexões, troca de experiências e desenvolvimento contínuo para apoiar a evolução dos negócios. Estar presente em um dos encontros mais relevantes do setor também reforça o compromisso da MetLife com a capacitação e o crescimento sustentável dos parceiros comerciais”, afirma Jaime Neto, vice-presidente comercial da MetLife Brasil. 

A agenda da delegação brasileira no MDRT foi estruturada para potencializar conexões e o acesso às melhores práticas globais do setor. A programação teve início no dia 7 de junho, com um evento de boas-vindas promovido pela MetLife, reunindo parceiros brasileiros em um ambiente dedicado ao networking e à troca de experiências. O encontro contou com a participação de Joe Jordan, especialista internacional em finanças comportamentais e um dos nomes mais reconhecidos do mercado global de seguros. A iniciativa reflete o movimento da MetLife de ampliar, ano após ano, o apoio e o estímulo à participação de seus parceiros no MDRT, fortalecendo a excelência e desenvolvimento contínuo no canal. 

Para os parceiros, a participação representa uma oportunidade única de desenvolvimento e troca com referências globais do setor. “Participar do MDRT é uma oportunidade de enxergar a dimensão e o impacto desse mercado ao lado de profissionais que construíram negócios de grande longevidade e operações cada vez mais estruturadas. A troca de experiências com empreendedores do mundo inteiro me proporciona insights valiosos para evoluir continuamente, fortalecer o meu negócio e entregar ainda mais valor aos clientes da minha corretora.” Comenta Caroline Signofi, parceira comercial da MetLife Brasil. 

O MDRT é uma associação global independente que reúne profissionais do mercado de seguros de vida e serviços financeiros reconhecidos pelos mais altos padrões de ética, conhecimento técnico e excelência em performance. 

Seguradoras firmam parceria com Prefeitura após estudo apontar perdas de R$ 2,9 bi em SP em cenário climático extremo

Um evento climático extremo de grandes proporções poderia causar prejuízos de cerca de R$ 2,9 bilhões em ativos e residências na cidade de São Paulo. O alerta faz parte de um estudo inédito apresentado nesta sexta-feira (12) pelo Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP), em parceria com a consultoria global de riscos e resseguros Guy Carpenter, durante o anúncio de uma cooperação com a Prefeitura da capital voltada ao fortalecimento da resiliência climática, realizado hoje no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

A análise considera um cenário com recorrência de 100 anos — equivalente, segundo os autores, a eventos de magnitude semelhante às enchentes registradas no Rio Grande do Sul em 2024. O levantamento mostra ainda que uma em cada dez pessoas que vivem em habitações vulneráveis na cidade está exposta a riscos classificados como altos, muito altos ou extremos relacionados a eventos climáticos. Também estima impactos sobre a atividade econômica, com potencial de interrupção de operações em áreas comerciais e industriais da capital.

Representando o prefeito Ricardo Nunes, os secretários municipais Fabrício Cobra, das Subprefeituras, e Marcos Monteiro, de Infraestrutura Urbana e Obras, participaram do encontro que formalizou a parceria entre o setor segurador e o município. “São Paulo vem investindo continuamente em infraestrutura, monitoramento e tecnologia para ampliar sua capacidade de resposta aos eventos climáticos e a parceria com o setor de seguros fortalece esse trabalho. Quero parabenizar o Sindseg SP pela iniciativa e pelos estudos realizados. Tenho certeza de que essa cooperação contribuirá para tornar a cidade cada vez mais resiliente”, afirmou Cobra.

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O estudo foi patrocinado pelo Sindseg-SP e desenvolvido pela Guy Carpenter com o objetivo de mapear a exposição da cidade a diferentes riscos climáticos e seus potenciais impactos sobre a população, a infraestrutura e os serviços essenciais. A iniciativa faz parte de um movimento crescente do mercado segurador de compartilhar com o poder público a inteligência utilizada tradicionalmente na precificação e gestão de riscos.

“A Prefeitura de São Paulo já está bem adiantada nessa agenda e o setor de seguros quer colocar sua experiência em gestão de riscos a serviço desse esforço. Acreditamos que a combinação de conhecimento técnico e cooperação pode gerar resultados positivos para a população”, afirmou Patricia Chacon, presidente do Sindseg-SP.

Segundo Pedro Farme, CEO da Guy Carpenter Brasil, a proposta foi ampliar a utilização dos modelos de risco para além da estimativa de perdas seguradas, incorporando aspectos relacionados à vulnerabilidade urbana, à continuidade dos serviços e aos impactos econômicos indiretos decorrentes dos eventos climáticos. “As mudanças climáticas tornam cada vez mais importante o uso de dados e evidências na tomada de decisão. O estudo oferece uma visão integrada desse cenário e ajuda a transformar informações em subsídios úteis para orientar ações e prioridades”, disse.

O levantamento destaca que os riscos climáticos deixaram de ser um desafio futuro para se tornarem uma realidade presente. Dados apresentados durante o evento mostram que mais de 93% dos municípios brasileiros sofreram impactos relacionados a chuvas intensas ou deslizamentos de terra nos últimos anos. Apenas em 2024, cerca de cinco milhões de pessoas tiveram danos em suas moradias em decorrência de desastres climáticos no país, com prejuízos estimados em R$ 36,2 bilhões em habitações. Nos últimos dez anos, as perdas públicas e privadas acumuladas alcançaram R$ 420 bilhões.

O estudo também reforça um debate que vem ganhando espaço entre seguradoras, resseguradoras e formuladores de políticas públicas: o impacto econômico de longo prazo dos desastres naturais. Segundo os dados apresentados, eventos climáticos não afetam apenas ativos físicos, mas também investimentos, consumo, arrecadação e desenvolvimento econômico. A conclusão é que economias com maior penetração de seguros tendem a apresentar recuperação mais rápida e menores perdas indiretas após grandes catástrofes.

Para Patricia Chacon, o anúncio representa apenas o início de uma agenda permanente de cooperação entre o setor segurador e o município. “Este é um primeiro passo. A aproximação entre poder público e setor de seguros cria oportunidades para compartilhar experiências, apoiar decisões estratégicas e ampliar a capacidade de preparação da capital diante dos desafios que virão”, afirmou.

A expectativa é que o trabalho realizado em São Paulo possa servir de referência para outras cidades brasileiras. Em um cenário de aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos, a iniciativa busca aproximar planejamento urbano, gestão pública e inteligência de riscos para reduzir vulnerabilidades e ampliar a capacidade de adaptação das cidades.

MetLife patrocina formação gratuita para jornalistas interessados no mercado de seguros

A MetLife será uma das patrocinadoras da Jornada Valor de Jornalismo em Seguros, iniciativa do Valor Econômico, da Editora Globo, em parceria com a CNseg, Confederação Nacional das Seguradoras. O curso gratuito tem como objetivo aproximar jornalistas interessados em se aprofundar no mercado de seguros e ampliar o conhecimento sobre o papel do setor na economia e na proteção da sociedade. 

As inscrições estão abertas até 17 de julho e a formação será realizada presencialmente entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro, na sede da Editora Globo, em São Paulo. Ao longo de cinco dias, os participantes terão contato com especialistas, executivos e reguladores para aprofundarem o conhecimento no setor. A programação abordará temas como: funcionamento do mercado, regulação, análise de dados, riscos emergentes, mudanças climáticas, tecnologia, inovação, longevidade, previdência e educação financeira. 

Para a MetLife, o apoio à iniciativa reforça o compromisso da companhia em ampliar o debate sobre seguros no Brasil, contribuindo assim para a democratização do seu acesso entre pessoas de diferentes idades e classes sociais. Segundo dados da FenaPrevi, apenas 18% da população possui algum tipo de seguro de vida e 64% dos brasileiros não conhecem nenhum benefício desse tipo de proteção. 

“Patrocinar um programa como este é certamente contribuir para o fortalecimento do setor e difundir a importância da proteção para os brasileiros. Queremos contribuir para que mais jornalistas conheçam de perto o mercado de seguros, seus desafios e sua importância para pessoas, empresas e para a economia do país. Apoiar essa jornada é uma forma de incentivar uma cobertura mais qualificada e ampliar o diálogo do setor com a sociedade”, afirma Denise Coelho, Diretora de Marketing e Comunicação da MetLife Brasil. 

Além das aulas, a jornada terá estudos de caso, oficinas práticas e atividades de networking. A seleção dos participantes considerará perfil, motivação e interesse na cobertura do mercado de seguros e jornalismo econômico. 

Mais informações: 

Inscrições: até 17 de julho de 2026 
Realização do curso: 31 de agosto a 4 de setembro de 2026 
Local: Sede da Editora Globo, São Paulo 
Formato: Presencial 
Participação: Gratuita 
Inscrições e mais informações: http://jornadavalormercadodeseguros.valor.com.br 

Porto alcança posição histórica e é eleita a marca mais forte do Brasil e da América Latina

A Porto foi reconhecida como a marca mais forte do Brasil e da América Latina no ranking Brand Finance Brazil 100 2026, tornando-se líder nacional em força de marca pela primeira vez. A companhia alcançou 96,93 pontos no Brand Strength Index (BSI), índice que mede a força das marcas, registrando crescimento de 7,4% em relação ao ano anterior e conquistando o rating máximo AAA+.

Elaborado pela consultoria global Brand Finance, o ranking avalia anualmente as marcas mais relevantes do país com base em atributos como reputação, familiaridade, consideração, recomendação e preferência dos consumidores, além da capacidade das empresas de converter esses atributos em valor para seus negócios.

“Receber esse reconhecimento é motivo de muito orgulho para todos que fazem parte da Porto. Ser a marca mais forte do Brasil demonstra a solidez da nossa trajetória e a confiança que construímos ao longo dos anos com clientes, corretores, parceiros e colaboradores. Essa conquista reflete a consistência da nossa atuação e o compromisso permanente de entregar valor e cuidado em todas as interações com nossos públicos”, afirma Luiz Arruda, vice-presidente Comercial e Marketing da Porto.

Presença amplificada

O resultado consolida a trajetória de fortalecimento da marca Porto nos últimos anos, impulsionada pela evolução do seu ecossistema de negócios, formado pelas verticais de Seguros, Saúde, Bank e Serviços. O movimento ampliou a presença da companhia na vida dos consumidores e fortaleceu a percepção do público sobre a abrangência de suas soluções.

A estratégia também tem sido sustentada pela combinação entre experiências presenciais e digitais, apoiada pelo conceito de humanicanalidade, integrando atendimento humano, tecnologia e uma ampla rede de parceiros para oferecer jornadas cada vez mais fluidas, convenientes e personalizadas.

“Construir uma marca forte exige presença constante, capacidade de gerar conexões genuínas e entrega consistente ao longo do tempo. Nos últimos anos, ampliamos nossa atuação em territórios estratégicos, fortalecemos nossa presença em grandes eventos e investimos em experiências que aproximam a Porto e suas unidades de negócios das pessoas. Esse reconhecimento mostra que estamos conseguindo transformar propósito, relacionamento e experiência em valor de marca”, pontua Oliver Haider, superintendente de Marketing da Porto.

Entre as iniciativas que contribuíram para o fortalecimento da marca estão a consolidação do reposicionamento da Porto como marca única, campanhas institucionais como “Todo Cuidado é Porto” e a presença com foco em quatro territórios estratégicos: Cultura do Carro, Bem-Estar, Entretenimento e Educação. Tais territórios incluem ações como Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, Porsche Cup, The Town, corridas de rua e iniciativas proprietárias da companhia. O objetivo central é criar experiências e momentos marcantes que gerem aproximação e conexões genuínas tanto com os clientes quanto com os corretores, consolidando o papel da Porto como uma marca presente e relevante no cotidiano das pessoas.

Dentro dessa arquitetura de proteção, a transformação digital opera como uma infraestrutura projetada para reduzir os atritos e melhorar a vida das pessoas. Um exemplo recente desse tipo de inovação é a iniciativa 15 minutos, focada no cuidado e no atendimento de assistência veicular, em até 15 minutos, entre 22h e 5h  em São Paulo capital, Campinas, São Caetano do Sul, Salvador e Rio de Janeiro capital.

Além disso, a Porto segue avançando em sua estratégia digital e atinge a marca de 4,6 milhões de usuários únicos em seu aplicativo, consolidando o App Porto como um dos principais canais de relacionamento da companhia, reunindo, em um único ambiente, serviços, benefícios e soluções que facilitam o dia a dia dos usuários – incluindo também o acesso de novos públicos interessados no ecossistema da marca.

Além da liderança em força de marca, a Porto também foi a única empresa a figurar entre as primeiras posições dos três pilares ESG avaliados pela Brand Finance, reforçando sua atuação consistente em temas relacionados à sustentabilidade e governança corporativa.

Zurich amplia proteção para quem comprar Smart TVs em nova campanha

Em um ano em que o futebol volta a ocupar o centro das atenções dos brasileiros, a Zurich Seguros lança uma nova campanha para ampliar a proteção de Smart TVs por meio da garantia estendida. A ação oferece um ano adicional de cobertura grátis aos consumidores que contratarem 24 meses de proteção. Somada à garantia original do fabricante, a proteção total do produto pode chegar a quatro anos, acompanhando o consumidor até o próximo Mundial de Futebol. 

A iniciativa contempla exclusivamente novas Smart TVs adquiridas até 19 de julho em lojas físicas, e-commerce e aplicativos dos varejistas participantes. 

A campanha conecta um período de maior mobilização em torno das transmissões esportivas ao uso cada vez mais presente da Smart TV nos lares brasileiros, como ponto de acesso a entretenimento, informação, streaming, games e conteúdos ao vivo. Ao ampliar a cobertura do produto, a Zurich busca oferecer mais tranquilidade ao consumidor, reforçar a importância da proteção para bens de maior valor agregado e preservar o investimento feito em um dos equipamentos mais presentes na rotina da população. 

“Os grandes momentos do futebol costumam reunir famílias e amigos em torno da TV. Transformamos esse momento de mobilização em um benefício concreto para o consumidor, oferecendo um ano adicional de cobertura para quem contrata a proteção de 24 meses. Isso está alinhado à nossa visão de desenvolver soluções a partir das necessidades reais dos nossos clientes”, afirma Ricardo Vianna, diretor Comercial de Parcerias da Zurich Seguros. 

Além do benefício promocional, a campanha também reforça a atuação da Zurich no segmento de afinidades, em que combina experiência em garantia estendida, força no varejo e relacionamento com grandes redes para ampliar o acesso dos consumidores a soluções de proteção. De acordo com dados da Susep, no primeiro trimestre de 2026, a arrecadação do seguro de garantia estendida chegou a mais de R$ 1 bilhão, com crescimento de 11,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. No mesmo intervalo, a Zurich avançou 14,6%, desempenho acima da média do mercado e em linha com sua posição de liderança no segmento. 

À medida que a tecnologia ganha cada vez mais espaço na rotina das famílias, cresce também a preocupação dos consumidores em proteger produtos que representam investimentos importantes. Para Ricardo, essa transformação reforça a necessidade de acompanhar as novas formas de consumo e as expectativas dos clientes. 

“Queremos oferecer soluções simples e acessíveis, proporcionando uma jornada de contratação descomplicada e uma cobertura que permanece ao lado do consumidor mesmo depois da compra, garantindo mais tranquilidade ao longo da vida útil do produto”, complementa o executivo.  

Porto Saúde apresenta Blue Run em São Paulo com foco em bem-estar e qualidade de vida

A Porto Saúde apresenta Blue Run, evento esportivo que une a prática da corrida ao conceito de bem-estar integral, na cidade de São Paulo, no dia 19 de julho, com largada no Parque da Independência. Com o objetivo de proporcionar saúde em movimento, oferecendo aos corredores a leveza da liberdade em cada quilômetro percorrido, a prova contará com percursos de 5k e 10k. Mais do que uma corrida, é um convite ao autocuidado. Inspirada na cor azul, símbolo de equilíbrio, serenidade e saúde, a prova reforça a importância de cuidar do corpo e da mente, transformando cada quilômetro em um passo rumo a uma vida mais saudável e plena.   

Os atletas serão alocados em diferentes pelotões de largada, de acordo com seu ritmo de corrida (histórico dos últimos 12 meses). Os inscritos em sua primeira participação nos eventos O2 serão alocados no pelotão Branco. Conheça os pelotões: 

Quênia: Ritmo abaixo de 05’00” min/km 
Azul: Ritmo de 05’01” até 06’10” min/km 
Verde: Ritmo de 06’11” até 07’55” min/km 
Branco: Ritmo acima de 07’56” min/km 

Com infraestrutura profissional, postos de hidratação, ambulâncias, kits exclusivos e percursos cuidadosamente planejados, o evento oferece uma experiência completa e segura aos participantes. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas no site https://www.circuitobluerun.com.br/ipiranga-sao-paulo/unica O kit da prova conta com camiseta, sacola, número de peito e medalha (pós-prova). 

Serviço: 
Porto Saúde apresenta Blue Run São Paulo
Data: 19/07/2026 
Local:  Parque da Independência 
Distâncias: 5km e 10km 
Horário da largada: Em breve no site 

Valor do Kit: consulte as opções de kits no site do evento 
Retirada do Kit: em breve no site 
Patrocinadores: Porto Saúde 
Apoio: Rehidrat 
Organizador: Associação Caminhando Juntos para o Amanhã Melhor  
Comercializadora: Norte Marketing Esportivo 
Site oficial: https://www.circuitobluerun.com.br/ipiranga-sao-paulo/unica