Darwin Seguros lança plataforma digital de seguro garantia voltada ao mercado de leiloeiros

A Darwin Seguros lançou a plataforma “Leiloeiro Protegido”, desenvolvida para emissão digital de seguro garantia destinado a leiloeiros públicos habilitados pelas juntas comerciais brasileiras. O projeto conta com a parceria da Traderisk, consultoria especializada em crédito e seguro garantia. A iniciativa busca simplificar um processo que, até então, dependia de operações manuais e etapas burocráticas na contratação da apólice exigida para atuação profissional.

Por exigência legal, leiloeiros precisam apresentar seguro garantia às juntas comerciais para exercer a atividade. Sem a apólice, o profissional não consegue obter ou manter sua habilitação. Com a nova plataforma, a contratação passa a ocorrer de forma totalmente digital, incluindo preenchimento de dados, análise, emissão e acompanhamento da apólice em tempo real.

Segundo o CEO da Traderisk, Adriano Tomasoni, a proposta é trazer mais agilidade e previsibilidade ao processo. “O leiloeiro precisa de rapidez e segurança para exercer sua atividade. Eliminamos etapas manuais e desenvolvemos uma jornada digital que permite a emissão do seguro garantia em poucos minutos, reduzindo a burocracia e trazendo mais eficiência para o profissional”, explica.

A plataforma também incorpora os corretores de seguros à operação. Os profissionais cadastrados poderão acompanhar clientes, registrar leads e operar dentro do ambiente digital, mantendo a atuação comercial e o relacionamento com os segurados.

Para a Darwin Seguros, o projeto faz parte de uma estratégia voltada ao desenvolvimento de soluções especializadas direcionadas a nichos profissionais com demandas específicas de proteção e gestão de riscos.“O seguro garantia é um primeiro passo dentro de uma proposta mais ampla de soluções voltadas aos leiloeiros. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de um seguro de responsabilidade profissional (E&O) para essa categoria, ampliando a proteção dos profissionais no exercício da atividade”, afirma o CEO da Darwin Seguros, Edson Toguchi.

O seguro de Errors & Omissions (E&O), bastante difundido em mercados internacionais, oferece cobertura para erros, omissões ou falhas profissionais que possam gerar prejuízos a terceiros. No Brasil, o produto ainda possui presença limitada em diversos segmentos profissionais.

Na avaliação da seguradora, o avanço da digitalização e o desenvolvimento de produtos mais segmentados tendem a ampliar a oferta de soluções para categorias historicamente pouco atendidas pelo mercado segurador tradicional.

Das COPs à Semana do Clima, CNseg amplia debate sobre financiamento e adaptação climática

dyogo oliveira cnseg

A relação entre as mudanças climáticas e a atividade econômica deixou de ocupar apenas os espaços dedicados ao meio ambiente. Hoje, figura nas discussões sobre crédito, infraestrutura, seguros, mercado de capitais, planejamento urbano e produção de alimentos. É nesse ambiente que a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) participa da programação da Semana do Clima de São Paulo, com uma agenda construída ao longo dos últimos três anos em conferências internacionais e encontros voltados ao financiamento da adaptação climática.
 

A entidade passou a integrar de forma permanente as Conferências do Clima da Organização das Nações Unidas a partir da COP28, em Dubai. Desde então, participou da COP29, promoveu a Casa do Seguro durante a COP30, em Belém, e já prepara sua atuação na COP31, marcada para Antalya, na Turquia.
 

Nesse intervalo, a discussão também chegou à Europa: em 2025, a entidade realizou o Fórum de Seguros Brasil–França, em Paris; e este ano, promoveu o Fórum de Seguros Brasil–Portugal, em Lisboa, e o Fórum de Seguros Brasil–Reino Unido, em Londres, no âmbito da London Climate Action Week. Os encontros reuniram seguradoras, resseguradoras, reguladores, investidores e representantes do setor público para discutir instrumentos de financiamento, infraestrutura resiliente, modelagem de riscos e adaptação.
 

Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o conhecimento acumulado sobre riscos climáticos precisa chegar às decisões de investimento. “Fortalecer a resiliência climática exige ampliar a integração entre conhecimento técnico e mecanismos de proteção financeira. O seguro transforma o conhecimento sobre riscos em proteção financeira, permitindo que famílias, empresas e governos tenham condições de se recuperar com mais rapidez diante de eventos extremos”, disse.
 

A programação em São Paulo reúne temas que fizeram parte dessa agenda internacional. O primeiro compromisso será o lançamento do Grupo de Trabalho de Finanças Climáticas, organizado pelo Instituto Aya e O Futuro. Na sequência, a Confederação participa do encontro promovido pela Sustainable Business COP (SBCOP) sobre a contribuição do setor privado para a COP31.
 

No dia seguinte, representantes da entidade estarão na Fundação Getúlio Vargas (FGV) para discutir como planos de adaptação podem atrair investimentos privados destinados ao aumento da resiliência climática. Ainda em 4 de agosto, a CNseg participa do Climate 2026 – Economia, Clima e Competitividade, promovido pela Times Brasil e pela CNBC.
 

O dia 5 de agosto concentra duas iniciativas organizadas diretamente pela Confederação. Pela manhã, a CNseg realiza, ao lado da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o II Fórum de Finanças Sustentáveis. A proposta é discutir a estruturação de projetos, mecanismos financeiros e formas de ampliar a participação do capital privado em iniciativas ligadas à adaptação e à economia de baixo carbono.
 

À tarde, em parceria com FGV, promove a mesa-redonda “Risco Climático, Resiliência e o Setor de Seguros”. Pesquisadores, economistas, climatologistas, reguladores e representantes do mercado segurador discutirão o uso de dados científicos na avaliação dos riscos climáticos, seus reflexos sobre os municípios e alternativas para reduzir perdas econômicas. A programação retoma discussões iniciadas durante a London Climate Action Week e inclui temas como segurança hídrica, eventos extremos e métodos para estimar impactos econômicos associados ao clima. 
 

A agenda da CNseg na Semana do Clima será concluída em 6 de agosto, durante o World Climate Summit LATAM, com uma série de painéis organizados em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS). As discussões serão distribuídas em três frentes: a primeira tratará dos efeitos do El Niño e da proteção financeira diante da maior frequência de eventos extremos; a segunda abordará infraestrutura e concessões públicas, examinando como o risco climático pode ser incorporado ao planejamento de obras e serviços essenciais; e o último painel reunirá representantes do cooperativismo, do sistema financeiro, das seguradoras, do resseguro e do agronegócio para discutir seguro rural, crédito e gestão de riscos na atividade agrícola.
 

Ao reunir esses encontros em uma mesma semana, a programação conecta temas que vêm sendo tratados pela CNseg desde a COP28 e que continuarão presentes na preparação para a COP31, ampliando o diálogo entre setor segurador, mercado financeiro, pesquisadores, empresas e poder público.

SEMANA DO CLIMA DE SÃO PAULO – AGENDA


03/08: 14h – 15h

Lançamento do GT de Finanças Climáticas
Plataforma: São Paulo Climate Week
Organizadores: Instituto Aya & O FUTURO


03/08: 15h15 – 16h30

SBCOP: Liderança do Setor Privado para a COP31
Organizadores: SBCOP
Local: CNI


04/08: 09h – 12h

Dos Planos de Adaptação ao Investimento Privado: mobilizando empresas para a resiliência climática
Organizadores: FGV EAESP, Pres COP30, Pacto Global e iCS
Local: FGV EAESP


04/08: 11h30 – 12h30

CLIMATE 2026 – Economia, Clima e Competitividade
Organizadores: Times Brasil e CNBC
Local: CNBC


05/08: 08h30 – 12h30

Fórum de Finanças Sustentáveis
Parceiros: ANBIMA & FEBRABAN
Plataforma: Brazil Climate Solutions Week
Organizadores: Itaú e Bradesco (CUBO)


05/08: 15h – 17h

Roundtable – Risco climático, resiliência e o setor de seguros
Parceiro: FGV IISR
Local: FGV EAESP


06/08: 15h – 18h

Riscos Climáticos e o Setor Segurador: Como ampliar a resiliência do Brasil?
Parceiro: Instituto Clima e Sociedade
Plataforma: World Climate Summit
Organizador: World Climate Foundation


07/08: 13h – 18h

Dia dedicado à IA, Tecnologia e Resiliência no CUBO
Plataforma: Brazil Climate Solutions Week
Organizadores: Itaú e Bradesco (CUBO)

Fitch reafirma rating ‘AA-’ do Grupo Generali, com perspectiva estável

generali deixa russia

A Fitch Ratings reafirmou em “AA-”, com perspectiva estável, os ratings de Força Financeira de Seguradora (IFS, na sigla em inglês) do Grupo Generali. A agência também manteve em “A+” o Rating de Inadimplência do Emissor (IDR, na sigla em inglês) de longo prazo da Generali, igualmente com perspectiva estável.
 

Segundo a Fitch, as classificações refletem a forte capitalização e o baixo nível de alavancagem da Generali, além de seu desempenho robusto e de seu sólido perfil corporativo.
 

A Fitch Ratings é uma das principais agências globais de classificação de risco de crédito e avalia a capacidade de empresas, instituições financeiras e governos de cumprir seus compromissos financeiros.
 

Yelum Seguros é a nova patrocinadora oficial da Arbitragem Brasileira

A CBF e a Yelum Seguros anunciam a ação “Cartão Yelum Seguros”, iniciativa inédita que transforma o simbolismo do cartão amarelo em uma plataforma de comunicação voltada à conscientização sobre segurança, prevenção e proteção. Dessa forma, a marca se torna a patrocinadora oficial da arbitragem brasileira, e passa a ser a primeira na história do futebol brasileiro a estampar os cartões dos juízes.

A ideia partiu de uma conexão natural entre a essência da Yelum, a cor de sua identidade visual e um dos símbolos mais reconhecidos do futebol, ressignificando o cartão amarelo como um sinal de atenção. Assim, ele passa a ser visto como um recurso que contribui para preservar a integridade dos atletas, o equilíbrio das partidas e o bom andamento do jogo, traçando um paralelo com a segurança e a prevenção que a seguradora deseja proporcionar para os brasileiros.

Esse projeto teve o desenvolvimento e a intermediação da agência Greenz – Aceleradora de Negócios em parceria com a Wolff Sports, agência de marketing esportivo. A partir do dia 30 de julho, até o final de 2026, os torcedores poderão ver a ação em prática durante todas as partidas do Campeonato Brasileiro Séria A e da Copa do Brasil, com todos os cartões amarelos exibidos pelos árbitros passarão a contar com o logotipo da Yelum. A identidade visual da marca também estará presente nas mangas dos uniformes e munhequeiras de toda a equipe de arbitragem.

A ação “Cartão Yelum Seguros” integra a estratégia da companhia para ampliar o reconhecimento da marca e fortalecer sua conexão com consumidores e corretores por meio de um dos territórios de maior relevância cultural do país.

“Nosso intuito era participar dessa vitrine de uma maneira totalmente inovadora. Ao invés de um patrocínio tradicional, como um clube, um campeonato ou uma propriedade esportiva tradicional, escolhemos um símbolo que faz parte da dinâmica do jogo e que tem relação direta com o negócio da seguradora, seu nome e identidade visual. Em suma, o cartão amarelo existe para chamar atenção antes que uma situação mais grave aconteça, e a lógica é semelhante à forma como entendemos o nosso papel no dia a dia das pessoas”, afirma André Truzzi, VP de Transformação e Assistência do Grupo HDI, responsável pela marca Yelum.

CNseg: mudanças climáticas exigem nova abordagem do seguro habitacional, concluem especialistas 

O aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos impõe ao mercado segurador o desafio de aperfeiçoar modelos de avaliação de riscos, incorporar novas tecnologias e fortalecer a cultura da prevenção. Esse foi o principal consenso do encontro “Seguro Habitacional e Eventos Climáticos: Desafios e Oportunidades”, promovido nesta terça-feira (28), em São Paulo, pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), com apoio da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e da Escola de Negócios e Seguros (ENS).

Na abertura do evento, o diretor executivo da FenSeg, Danilo Silveira, destacou que o risco é a própria matéria-prima do setor segurador e que a crescente exposição a eventos extremos exige uma evolução permanente dos modelos de análise e precificação. A presidente da Comissão de Seguro Habitacional da FenSeg, Elaine Fraqueta, reforçou que o debate sobre mudanças climáticas deixou de ser uma discussão de futuro para se tornar uma necessidade presente para o setor.
 

“Os eventos climáticos extremos exigem uma visão cada vez mais integrada do risco, baseada em prevenção, conhecimento técnico, inovação e uso inteligente de dados. O Seguro Habitacional tem um papel cada vez mais relevante na proteção das famílias, dos imóveis e da própria estabilidade do sistema de financiamento habitacional.”

Ao longo da programação, especialistas dos segmentos de resseguro, tecnologia e análise de riscos apresentaram ferramentas, tendências e experiências que apontam para uma transformação estrutural na forma como o mercado gerencia os riscos climáticos.
 

CEO da Guy Carpenter Brasil, Pedro Farme defendeu que o setor precisa substituir a lógica tradicional de precificação baseada exclusivamente em dados históricos por modelos capazes de antecipar cenários futuros. Segundo ele, proteger riscos climáticos significa também preservar a capacidade de funcionamento das cidades e ampliar sua resiliência diante de desastres naturais.
 

Já o cientista social Élcio Batista destacou que os impactos das mudanças climáticas sobre as moradias também passam pelo planejamento urbano e pela redução das vulnerabilidades sociais, ampliando o papel do Seguro Habitacional dentro de uma estratégia mais ampla de adaptação das cidades.
 

Representando a Gallagher Re Brasil, Nathalia Fonseca mostrou como projeções climáticas e ferramentas analíticas vêm sendo incorporadas aos processos de subscrição, permitindo uma gestão mais eficiente dos riscos e maior capacidade de resposta das seguradoras.
 

Encerrando o encontro, o CEO da i4sea, Mateus de Oliveira Lima, defendeu uma mudança de postura na gestão dos eventos extremos. Para ele, tratar os fenômenos climáticos como situações imprevisíveis já não corresponde à realidade.
 

“Precisamos deixar de enxergar o clima como força maior e passar a trabalhar com informação de qualidade, dados brasileiros e inteligência capaz de apoiar decisões tanto na operação imediata quanto no planejamento de médio e longo prazo”.
 

No encerramento, a vice-presidente da Comissão de Seguro Habitacional da FenSeg, Letícia Doherty, ressaltou que o fortalecimento da resiliência climática dependerá cada vez mais da integração entre seguradoras, resseguradoras, empresas de tecnologia, poder público e comunidade científica.
 

Entre os principais consensos do encontro estiveram a necessidade de ampliar o uso de modelos probabilísticos de alta precisão, fortalecer a cultura do seguro, incorporar o risco climático ao planejamento estratégico das empresas e investir em soluções capazes de aumentar a capacidade de adaptação das cidades e da população frente aos eventos extremos.

São Paulo recebe mais de 100 obras de Joan Miró em exposição patrocinada pela CSH

Entre 7 de agosto e 12 de outubro, um universo visual único desembarca em São Paulo com Miró: Mestre das Formas, exposição internacional realizada pelo Instituto Totex no Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP), com patrocínio da CNP Seguros Holding Brasil, Youse, Caixa Residencial e Caixa Seguridade. A mostra reúne mais de 100 obras originais de Joan Miró (1893-1983), muitas delas que nunca haviam saído da Espanha.


Entre pinturas, gravuras, tapeçarias monumentais e fotografias históricas, o público brasileiro terá acesso a peças inéditas no país, como Mont-roig III (1974) e Personnages, oiseaux, étoile (1978), além de dez tapeçarias produzidas em parceria com Josep Royo, algumas com até dez metros de comprimento. Com curadoria do espanhol Jordi J. Clavero, o percurso é dividido em cinco núcleos temáticos que acompanham a trajetória do artista ao longo de mais de seis décadas de produção, sem vinculá-lo integralmente a um único movimento ou escola.


Para Sany Silveira, CEO da CNP Seguros Holding Brasil, o projeto está diretamente ligado ao propósito da companhia. “Acreditamos que a cultura é uma ferramenta de transformação. Quando apoiamos projetos como Miró: Mestre das Formas, contribuímos para que mais pessoas tenham acesso a experiências que inspiram, despertam a criatividade e ampliam o olhar sobre o mundo. Esse é um compromisso que faz parte do nosso propósito de cuidar das pessoas e gerar valor para a sociedade”, afirma.Tradição de incentivo à culturaO patrocínio à exposição de Miró dá continuidade à parceria da CSH com o Instituto Totex, responsável por trazer ao Brasil grandes exposições internacionais.


Em 2024, a companhia patrocinou o Desafio Salvador Dalí: Uma Exposição Surreal, que apresentou ao público brasileiro mais de 100 obras do mestre do surrealismo em uma experiência imersiva e acessível.


No ano passado, apoiou a realização da Retrospectiva Andy Warhol, considerada a maior mostra dedicada ao artista já realizada na América Latina, reunindo obras icônicas do principal nome da Pop Art e promovendo ações de democratização do acesso à cultura para estudantes e professores da rede pública.


Em 2026, além de Miró: Mestre das Formas, a CSH também apresenta Arte da Nossa Gente, exposição em cartaz no MAB FAAP até 11 de outubro. A mostra reúne mais de 150 obras de artistas brasileiros de diferentes regiões do país e convida o público a percorrer a diversidade de paisagens, culturas, técnicas e saberes que ajudam a construir a identidade brasileira.


“Ao apoiar tanto um dos maiores nomes da arte moderna internacional quanto a riqueza da produção artística nacional, a CSH reforça sua crença de que a cultura é um importante instrumento de conexão entre pessoas, histórias e diferentes formas de ver o mundo”, reflete Sany.

Por meio do esporte, Allianz Sports conecta colaboradores de 37 países

Considerado os “Jogos Olímpicos” do Grupo Allianz, o Allianz Sports chegou à 10ª edição em 2026 e reuniu mais de 1 mil colaboradores de 37 países em Paris, entre os dias 23 e 25 de julho. Criado em 1990 para comemorar o centenário da companhia, a ação é realizada a cada quatro anos e visa eliminar fronteiras culturais, regionais e profissionais da seguradora em todo o mundo. Neste ano, o encontro global contou com 97 categorias e 12 modalidades de esporte, como basquete, vôlei de praia, xadrez, meia-maratona, futebol, natação, tênis e atletismo.

Allianz Brasil foi representada por 10 colaboradores esportistas na competição. Fernando Martins, Hugo Leite, Luciano Ambrosini e Rogerio Araujo disputaram na modalidade tênis. Já Débora Sanches, Leonardo Dorini, Mariana Ramalho, Rafael Pedro de Oliveira, Raullison Celso de Castro e Thaisa Schnekenberg participaram da meia-maratona.

Embora o foco do evento seja promover o bem-estar e a integração entre os colaboradores, a iniciativa também criou oportunidades de desenvolvimento profissional, proporcionou a troca de experiências e ampliou a visão sobre o negócio e as diferentes formas de trabalhar. Mais do que uma competição, a iniciativa foi uma celebração da diversidade, da união do grupo e do orgulho em ser Allianz ao promover o esporte, fortalecer o espírito de equipe e criar laços duradouros entre colegas de diferentes países, regiões e profissões. Além disso, o evento ressaltou os principais valores da marca, como excelência, amizade, inclusão e respeito.

O esporte desenvolve habilidades como trabalho em equipe, disciplina, resiliência, foco, capacidade de adaptação e busca por alta performance. Essas competências, desenvolvidas por meio do esporte, também são essenciais no ambiente corporativo e na maneira como a Allianz desenvolve suas lideranças e equipes. Para a Allianz, investir no bem-estar dos colaboradores não é uma estratégia de curto prazo e, sim, um movimento inteligente para impulsionar o crescimento de forma sustentável e fortalecer os vínculos com a organização.

Esse compromisso já é observado internamente. Na mais recente pesquisa de engajamento da companhia, o índice de orgulho foi de 94%, enquanto 84% dos colaboradores afirmaram reconhecer que a Allianz oferece programas voltados ao bem-estar e à saúde, demonstrando que essas iniciativas são, de fato, percebidas e valorizadas pelas equipes. O futuro do trabalho será cada vez mais colaborativo e centrado nas pessoas. Profissionais mais conectados com a cultura, que se sentem valorizados e integrados ao ambiente de trabalho, tendem a colaborar e inovar mais, além de entregar melhores resultados.

Do Allianz Sports para a vida

Colaboradores da Allianz Brasil participam da edição 2026 do Allianz Sports, em Paris. Crédito: divulgação

A oportunidade de trocar experiências e entrar em contato com diferentes realidades e culturas esteve entre os aspectos mais valorizados pelos participantes brasileiros. Mariana Ramalho, analista de informática da Allianz, participou do evento pela primeira vez e diz ter ficado emocionada com tudo o que vivenciou ao longo dos dias de competição. “A grandiosidade do evento é impressionante. Difícil até de descrever e mensurar. Voltei não só com boas lembranças desse momento, mas também com novos aprendizados e amizades que vou levar para a vida.”

Para Luciano Ambrosini, diretor Comercial Regional São Paulo Interior, que competiu pela quarta vez no Allianz Sports, cada edição reserva novas surpresas. Segundo ele, as experiências do evento ultrapassam o contexto esportivo e geram impactos duradouros.“Aprendemos muitas coisas aqui que levamos para o nosso dia a dia, como trabalho em equipe, colaboração, disciplina, dedicação, respeito, superação e consistência. Tudo isso me ajudou a crescer como profissional e como pessoa.”

Ao ser questionada sobre o momento mais marcante, Débora Sanches, account comercial da seguradora, foi categórica: “ver a união dos times e a cooperação entre colaboradores de todos os países é algo impressionante e comovente.” Já para Hugo Leite, consultor de Automóvel, Massificados e Vida, um dos grandes destaques foi perceber a dimensão global da Allianz e a forma acolhedora com que foi recebido por colegas de diferentes partes do mundo. “Conhecer de perto as diferentes culturas e a maneira como os valores da empresa se conectam em cada país foi um grande aprendizado”, finaliza.

Starr amplia seu portfólio de produtos digitais no Brasil com o Seguro de Erros e Omissões (E&O)

A Starr anuncia a inclusão de seu produto de Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (E&O) em seu portal digital de negócios no Brasil, ampliando ainda mais suas capacidades de distribuição digital e tornando mais ágil e simples o processo de cotação e emissão online de apólices pelos corretores.

A disponibilização do Seguro de E&O dá continuidade ao recente lançamento do produto  de Responsabilidade Civil Geral no portal digital da Starr e faz parte dos investimentos contínuos da companhia na expansão de sua estratégia de distribuição digital no Brasil. Por meio de uma jornada totalmente digital, os corretores podem cotar e emitir apólices em poucos minutos, contando ao mesmo tempo com a reconhecida expertise técnica de subscrição da Starr.

“O lançamento do Seguro de E&O foi impulsionado por um foco claro na experiência dos corretores que atuam com pequenas e médias empresas e necessitam de cotações rápidas”, afirma Tiago Lino, Gerente de Financial Lines da Starr Brasil. “Ao simplificarmos o processo de cotação e emissão de apólices, os corretores passam menos tempo em atividades administrativas e mais tempo apoiando seus clientes. O resultado é uma experiência mais ágil e intuitiva, com apólices de Responsabilidade Civil Profissional cotadas e emitidas em poucos minutos, sem comprometer a qualidade técnica de subscrição pela qual a Starr é reconhecida.”

“Este lançamento representa mais um importante passo em nossa estratégia de ampliar o portfólio, acelerar a distribuição e aumentar a eficiência operacional para os corretores, mantendo a excelência em subscrição e fortalecendo nossas parcerias com o mercado”, destaca Denis Maelaro, Chief Underwriting Officer da Starr Brasil. “Ao combinar nossa expertise técnica com uma jornada digital simples e eficiente, proporcionamos uma melhor experiência aos corretores e apoiamos novas oportunidades de crescimento no segmento de pequenas e médias empresas.”

“O lançamento do produto de Erros e Omissões (E&O) no Portal do Corretor representa mais um marco importante na evolução digital da Starr no Brasil”, afirma Igor Di Beo, CEO da Starr Brasil. “Continuamos investindo em soluções que facilitam a realização de negócios com a Starr, ao mesmo tempo em que ampliamos nosso portfólio e fortalecemos nossas parcerias em todo o mercado.”

Suhai Seguradora entra no mercado residencial

SUHAI SEGURADORA - Fernando Soares - CEO

Após consolidar sua atuação como uma das principais seguradoras do segmento automotivo no Brasil, a Suhai Seguradora inicia um novo capítulo de expansão e anuncia entrada no mercado de seguro residencial, movimento que marca sua transição de uma operação focada em um único segmento para uma seguradora multiproduto. A iniciativa acompanha o momento de crescimento da companhia, que, além de superar R$ 1 bilhão em faturamento no primeiro semestre de 2026, registrou crescimento de mais de 53% em sua base de clientes nos últimos três anos. 

Desde sua fundação, em 2013, a Suhai construiu sua trajetória com a proposta de democratizar o acesso ao seguro automotivo, através de uma alta taxa de aceitação, incluindo veículos antigos, motoristas de aplicativo e motoentregadores. Agora, a companhia amplia seu portfólio e leva esse mesmo propósito a um novo segmento, ainda pouco explorado no país. Cerca de 83% dos domicílios brasileiros não contam com seguro residencial, segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o que reforça o potencial de expansão do mercado e a oportunidade de ampliar o acesso à proteção para milhões de brasileiros. 

“Em 2025, estabelecemos uma meta ousada: manter o crescimento acelerado da companhia e dobrar o faturamento em três anos. Para alcançar esse objetivo, entendemos que, mais do que explorar oportunidades no segmento automotivo, poderíamos ampliar nosso portfólio e levar proteção a um número cada vez maior de brasileiros. Nesse contexto, o seguro residencial terá um papel fundamental para concretizar essa estratégia”, comenta Fernando Soares, CEO da Suhai Seguradora.

Da democratização da mobilidade à proteção do lar

Assim como ocorreu no segmento automotivo, a entrada da Suhai no novo mercado foi construída com foco na ampliação do acesso ao seguro. O novo produto foi desenvolvido para oferecer desde coberturas essenciais até planos mais completos, permitindo que cada cliente escolha a proteção mais adequada às suas necessidades e ao seu orçamento.

A seguradora atenderá construções de alvenaria, madeira e isopainel, incluindo casas, apartamentos, condomínios, chácaras, sítios, fazendas e imóveis de veraneio. Como grande diferencial, também serão aceitos dentro da modalidade imóveis destinados à locação por temporada, como Airbnb, imóveis desocupados e até residências que também funcionam como pequenos negócios.

Com quase 20 opções de coberturas, quatro modalidades de planos de assistência 24 horas e disponibilidade de Check-up Residencial, pacote de manutenção preventiva com mais de dez serviços voltados à conservação do imóvel, o Residencial Suhai também se destaca na abrangência dos imóveis aceitos. 

“Com base em pesquisas sobre as diferentes realidades dos lares brasileiros, a Suhai desenvolveu um produto flexível, que permite ao cliente contratar a proteção mais adequada às suas necessidades e ao seu orçamento”, afirma Rodrigo Catanzaro, Superintendente de Produtos e Subscrição da Suhai Seguradora. “Contemplar residências que também abrigam pequenos negócios, por exemplo, era fundamental para construirmos um seguro conectado à forma como milhões de brasileiros vivem e trabalham”, acrescenta. 

Segundo levantamento do Sebrae e do Governo Federal, aproximadamente 4,3 milhões de microempreendedores individuais trabalham na própria residência. Já dados do IBGE mostram que cerca de 6,5 milhões de brasileiros exercem suas atividades profissionais em casa, cenário que reforça a necessidade de soluções de proteção adaptadas a esse perfil.

Nova etapa de crescimento da companhia

Além de representar a entrada em um novo mercado, o lançamento fortalece a estratégia comercial da Suhai Seguradora. A empresa conta atualmente com mais de 50 mil corretores cadastrados, e espera expandir essa rede com a nova frente de atuação.  Ao mesmo tempo,  a companhia cria novas oportunidades de negócios para os corretores que já distribuem seus produtos, contribuindo para o aumento do ticket médio por cliente. 

“Nosso compromisso é crescer junto com os corretores, que sempre foram protagonistas da trajetória da Suhai. O seguro residencial amplia as possibilidades de atuação desses parceiros, permitindo que ofereçam uma solução complementar para a mesma base de clientes e fortaleçam o relacionamento com eles. É um movimento que gera valor para toda a cadeia”, afirma Eduardo Grillo, Diretor Executivo Comercial.

Antes da disponibilização nacional, o produto passou por um projeto-piloto, iniciado em março de 2026, para validação operacional e comercial. A comercialização em todo o Brasil começa em 30 de julho por meio de toda a rede de corretores cadastrados.

Desastres naturais causam US$ 112 bi em perdas no semestre; calor extremo e risco de Super El Niño preocupam seguradoras

Screenshot

As catástrofes naturais provocaram perdas econômicas globais de aproximadamente US$ 112 bilhões no primeiro semestre de 2026, valor ligeiramente inferior à média dos últimos dez anos, segundo levantamento da resseguradora Munich Re. Desse total, apenas US$ 44 bilhões estavam segurados, o que significa uma lacuna de proteção de cerca de 60%.

Embora os prejuízos tenham ficado abaixo da média dos últimos cinco anos, a resseguradora alerta que as mudanças climáticas e o aumento da exposição em áreas de risco continuam ampliando a probabilidade de eventos mais severos no futuro.

“O primeiro semestre trouxe um alívio em relação aos anos recentes de perdas elevadas. Mas as mudanças climáticas e o crescimento da exposição permanecem, aumentando o risco de prejuízos ainda maiores. A melhor forma de reduzir as perdas é evitar construções em áreas de alto risco e continuar investindo em prevenção”, afirmou Thomas Blunck, membro do Conselho de Administração da Munich Re.

Terremoto na Venezuela foi a maior tragédia do semestre

O evento mais devastador do período ocorreu em 24 de junho, quando dois terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5atingiram a região de Morón, cerca de 200 quilômetros a oeste de Caracas, na Venezuela. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), foi o terremoto mais intenso registrado na região desde 1900. Milhares de pessoas morreram e as perdas econômicas preliminares são estimadas em US$ 30 bilhões. Apesar da dimensão da tragédia, as perdas seguradas devem ficar abaixo de US$ 1 bilhão, evidenciando a baixa penetração do seguro no país.

Para as seguradoras, o principal evento do semestre foram as tempestades severas nos Estados Unidos, incluindo tornados e granizo. As perdas econômicas alcançaram aproximadamente US$ 30 bilhões, enquanto os prejuízos segurados somaram US$ 22 bilhões. Ainda assim, os números ficaram abaixo da média dos últimos dez anos, de US$ 34 bilhões em perdas totais e US$ 26 bilhões em perdas seguradas.

O relatório destaca que as ondas de calor recordes registradas na Europa e na América do Norte foram um dos principais fenômenos climáticos do semestre. Na Alemanha, por exemplo, a cidade de Möckern registrou 41,8°C, superando em 0,6°C o recorde nacional estabelecido em 2019. O destaque é que o novo recorde ocorreu em junho, antes mesmo do período tradicionalmente mais quente do verão europeu.

Segundo estudos citados pela Munich Re, a recente onda de calor europeia teria sido aproximadamente 3,5°C mais friase tivesse ocorrido há 50 anos, reforçando a influência das mudanças climáticas. A Europa é hoje o continente que mais aquece no planeta, com uma velocidade superior ao dobro da média global.

Nos Estados Unidos, pesquisadores concluíram que a combinação entre temperaturas extremas e elevada umidade registrada em junho seria praticamente impossível sem o aquecimento global.

Além do impacto sobre a saúde, o calor extremo vem gerando perdas econômicas relevantes por meio da redução da produtividade, paralisações industriais, danos à infraestrutura, interrupções no transporte e prejuízos agrícolas.

Um estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), citado pela Munich Re, mostra que dez dias adicionais com temperaturas acima de 35°C reduzem, em média, 0,3% da produtividade anual do trabalho — impacto equivalente ao provocado por um aumento de 5% nos preços da energia. Na Alemanha, estima-se que mais de 5 mil pessoas tenham morrido em decorrência do calor entre abril e junho.

Super El Niño amplia preocupação para o segundo semestre

A Munich Re alerta que o segundo semestre poderá ser marcado pela formação de um Super El Niño, fenômeno climático que tende a elevar ainda mais as temperaturas globais e alterar o padrão de eventos extremos em diversas regiões do mundo. As projeções indicam que o fenômeno pode aumentar o risco de secas e incêndios florestais em áreas como Austrália, América Central e sudoeste da África.

Por outro lado, regiões como o oeste da América do Sul, partes do Brasil e o sudoeste dos Estados Unidos podem enfrentar aumento das chuvas intensas e enchentes repentinas. O El Niño também costuma reduzir a atividade de furacões no Atlântico Norte, ao mesmo tempo em que favorece a formação de ciclones tropicais no Pacífico Norte.

Segundo Tobias Grimm, cientista-chefe de clima da Munich Re, o cenário preocupa porque combina dois fatores de risco simultâneos. “É uma combinação perigosa: enquanto o aquecimento global continua avançando, o mundo caminha para um Super El Niño, que elevará ainda mais as temperaturas. Os efeitos deverão ser claramente sentidos no segundo semestre. Investir em prevenção salva vidas e reduz os prejuízos econômicos provocados pelos desastres”, afirmou.