Nova edição do Moldando Futuro abre inscrições para capacitação gratuita no setor automotivo

Estão abertas as inscrições para a nova edição do Moldando o Futuro, projeto realizado pela Zurich Seguros em parceria com a Escola do Funileiro, centro de formação em reparação automotiva pertencente à holding Escola do Mecânico. A iniciativa oferece 48 bolsas de estudo gratuitas para capacitação profissional nas áreas de funilaria, preparação e pintura automotiva, com turmas em Campinas, Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte.  

Voltado a mulheres, jovens em situação de vulnerabilidade social e pessoas 50+, o projeto busca ampliar o acesso à qualificação profissional e contribuir para a formação de mão de obra especializada para o setor de reparação automotiva. As inscrições seguem abertas até 30 de junho e devem ser realizadas pelo formulário oficial: Pesquisa Socioeconômica para Concessão de Bolsa de Estudos. A seleção será feita a partir de questionário socioeconômico e entrevistas com os candidatos. As aulas terão início em julho. 

A iniciativa ocorre em um contexto de aquecimento do mercado de reparação automotiva no país. O setor movimenta cerca de R$ 10 bilhões ao ano e ganha ainda mais relevância diante do envelhecimento da frota brasileira, cuja idade média já ultrapassa 10 anos. Esse cenário amplia a demanda por serviços especializados e reforça a necessidade de formação de profissionais qualificados para atender às novas exigências da cadeia automotiva. 

Na edição de 2025, o Moldando o Futuro formou 38 alunos em turmas realizadas em Belo Horizonte e São Paulo. Em 2026, o projeto amplia a sua atuação para novas regiões e passa a contar com novos cursos, além de acompanhamento pré e pós-empregabilidade. 

“A expectativa é que os recém-formados, após a qualificação, possam ter oportunidades no mercado de trabalho. Essa é uma parceria que fortalecerá ainda mais o setor de reparação e ajudará oficinas no recrutamento de profissionais preparados para atender à grande demanda do mercado.”, diz Sandra Nalli, fundadora da Escola do Funileiro. 

Formação, inclusão produtiva e fortalecimento da cadeia 

Para a Zurich, o Moldando Futuro contribui para responder a um desafio relevante para no setor automotivo: a formação de mão de obra qualificada para a cadeia de reparação. Ao aproximar capacitação técnica, parceiros especializados e oportunidade de desenvolvimento profissional, o projeto gera impacto positivo para os participantes e também para as oficinas, clientes e empresas do setor. 

‘’Quando apoiamos a formação de novos profissionais, contribuímos para uma cadeia de reparação mais preparada e conectada às necessidades do mercado. O projeto une capacitação, inclusão e oportunidades reais de desenvolvimento’’, afirma Fabio Santos Silva, superintendente de Sinistro da Zurich Seguros. 

A iniciativa se conecta à estratégia de sustentabilidade da Zurich Seguros ao integrar formação profissional, diversidade e empoderamento econômico. Com foco em públicos com menor acesso a oportunidades, o Moldando Futuro contribui para que mais pessoas possam desenvolver autonomia e construir novas trajetórias no mercado de trabalho. O projeto também fortalece práticas alinhadas à economia circular, ao valorizar a reparabilidade de peças e componentes automotivos, contribuindo para o melhor aproveitamento de materiais e para a redução da geração de resíduos na cadeia de reparação. 

“Para nós, sustentabilidade também passa por criar caminhos para que mais pessoas tenham acesso à formação e possam ampliar suas perspectivas profissionais. O projeto traduz esse compromisso ao unir inclusão produtiva e desenvolvimento de talentos”, afirma Nathalia Abreu, superintendente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da Zurich Seguros. 

Em 2026, a iniciativa passa a contar com uma estrutura mais clara de acompanhamento da jornada dos alunos, com monitoramento de indicadores como taxa de conclusão, frequência, evasão e empregabilidade após a formação. Os participantes também poderão contar com o apoio das plataformas de empregabilidade da Escola do Mecânico, como os aplicativos: Emprega Funileiro, Emprega Mecânico e Emprega+, que conectam candidatos em busca de oportunidades a empresas do setor.  

Atualmente, 30% dos jovens formados pela escola já foram encaminhados ao mercado de trabalho, o que representa cerca de 40 mil alunos. 

Expansão 

Recentemente, a holding Escola do Mecânico inaugurou na cidade de Campinas, um complexo educacional que passou a abrigar também a Escola do Funileiro. Com 2.000 m², o espaço é o maior centro da região voltado à ampliação da formação técnica e profissional na área de reparação automotiva.  

Com a ampliação da capacidade de ensino, a escola incorporou ambientes integrados de aprendizagem prática, tecnológica e sustentável.  

A partir dessa expansão, passa a reunir, em um mesmo complexo, diferentes frentes de formação técnica, incluindo funilaria, mecânica, pintura, práticas e um olhar direcionado para as questões de sustentabilidade, criando um ecossistema educacional mais completo.  

“Comecei com um galpão grafitado na cidade e, agora, me deparo com essa estrutura enorme apoiada por grandes parceiros do setor. Tudo que está aqui representa o nosso compromisso com a formação de novos mecânicos e funileiros preparados e maduros para lidar com os desafios e inúmeras mudanças tecnológicas que estamos vendo nos carros. O mercado está sedento e precisa contratar bons profissionais”, observa Sandra, executiva que atua há mais de 30 anos no segmento. 

A Escola do Funileiro já está no Município de Fazenda Rio Grande, em Curitiba; na capital São Paulo, e na cidade de Barueri, Município de SP.   

Ariel SSPE anuncia a chegada de Laércio Vicente, especialista em LRS

A Ariel SSPE anuncia a contratação de Laércio Vicente, especialista em Letra de Risco de Seguro (LRS). Com uma trajetória consolidada nos mercados de seguros, resseguros e previdência, Laércio acumula experiência nas áreas atuarial, técnica, de produtos e gestão financeira. Ao longo da carreira, passou por empresas como Itaú Seguros e Terra Brasis Resseguros. Mais recentemente, atuou como diretor estatutário da Andrina SSPE, onde participou da estruturação e operação da primeira emissão de LRS realizada no Brasil. Sua experiência prática na implementação desse novo mercado chega à Ariel SSPE em um momento de expansão das alternativas de transferência de riscos e de aproximação entre o setor segurador e o mercado de capitais.

“A chegada do Laércio representa mais um passo importante na construção da Ariel SSPE. Sua experiência combina profundo conhecimento técnico com participação direta em marcos importantes para o desenvolvimento do mercado de LRS no Brasil. Estamos muito felizes em tê-lo conosco nesta nova etapa”, afirma Aline Meza, executiva da Ariel SSPE.

Para Laércio, a Ariel nasce com o propósito de ampliar a capacidade do mercado segurador brasileiro por meio de novas estruturas de transferência de riscos. “A Ariel SSPE é uma empresa independente, formada por profissionais que sempre acreditaram em um novo modelo de transferência de riscos como forma de expandir a capacidade do mercado segurador brasileiro, além de criar uma alternativa interessante de investimento para o mercado de capitais. Estou motivado e feliz por fazer parte deste projeto e contribuir para a expansão dessa solução no Brasil”, diz.

Lloyd’s e Chubb lançam consórcio para ampliar cobertura de riscos de guerra no Estreito de Ormuz

O Lloyd’s of London anunciou um novo consórcio com a Chubb como seguradora líder, destinado a ampliar a capacidade de seguro para riscos de guerra marítima de navios e cargas que transitam pelo Estreito de Ormuz. A iniciativa conta com o apoio de sindicatos participantes da Lloyd’s e parceiros especializados e já está disponível para corretores e clientes.

O consórcio emitirá apólices primárias para embarcações e cargas, oferecendo até US$ 200 milhões em capacidade para riscos de casco e P&I (Proteção e Indenização), além de outros US$ 200 milhões destinados exclusivamente à cobertura de cargas, segundo informações publicadas pelo Reinsurance News. De acordo com a Lloyd’s, a cobertura continuará sendo estruturada por meio de corretores, sujeita à análise individual dos riscos, condições contratuais e exclusões específicas, sempre em conformidade com sanções, controles de exportação e demais exigências legais e regulatórias.

O lançamento ocorre em um momento de aumento das tensões geopolíticas e de renovada preocupação com a segurança da navegação no Estreito de Ormuz e regiões próximas. Esse cenário tem influenciado tanto o apetite das seguradoras quanto a demanda por capacidade especializada para cobertura de riscos de guerra.

Não é a primeira vez que a Chubb assume papel de destaque na proteção dessa rota marítima estratégica. Neste ano, a seguradora foi escolhida pelo governo dos Estados Unidos para administrar a Gulf Maritime Insurance Facility, mecanismo bilionário apoiado pela Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos EUA (DFC).

O presidente e CEO da Chubb, Evan Greenberg, destacou a importância da iniciativa. “Temos orgulho de liderar este consórcio, que oferece aos nossos corretores e clientes uma solução simples e eficiente para suas necessidades de seguro, ao mesmo tempo em que demonstra a relevância do setor segurador no apoio ao comércio global”, afirmou.

Pela Lloyd’s, o CEO Patrick Tiernan ressaltou que a organização trabalhará em estreita colaboração com a Chubb e os sindicatos participantes para mobilizar rapidamente capacidade especializada adicional em apoio aos navios, tripulações e cargas que transitam pelo Estreito de Ormuz.

vanA criação do consórcio ganha ainda mais relevância em um momento em que o Irã voltou a ameaçar o fechamento do Estreito de Ormuz em meio à escalada dos conflitos no Oriente Médio. A região é considerada uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo, gás e mercadorias, tornando a gestão dos riscos de guerra um tema central para seguradoras, resseguradoras e operadores do comércio internacional.

Bradesco Capitalização celebra 42 anos com campanha especial do Max Prêmios

Em comemoração aos 42 anos da Bradesco Capitalização, o Max Prêmios Torcida ganha uma campanha especial que reforça a proposta do produto: unir planejamento financeiro, possibilidade de prêmios e benefícios para clientes que também vivem a paixão pelo futebol.

Disponível nas modalidades de pagamento único e pagamento mensal, o Max Prêmios Torcida é um título de capitalização da modalidade tradicional, com sorteios periódicos e resgate de 100% do valor pago ao fim da vigência, conforme as condições do produto.

Na opção de pagamento único, o cliente pode adquirir títulos de R$ 50 ou R$ 100, com vigência de 60 meses. Durante a campanha, é possível ganhar 1 ponto Livelo a cada R$ 2, além de participar de um sorteio especial em 18 de julho, com 10 prêmios de até R$ 50 mil, e de sorteios mensais com 2 prêmios de até R$ 10 mil. Já na modalidade de pagamento mensal, o título tem valor de R$ 200 e vigência de 48 meses. Nessa opção, o cliente pode ganhar 3 pontos Livelo a cada R$ 1, referentes às duas primeiras parcelas pagas, além de concorrer a 24 prêmios mensais de até R$ 100 mil.

Os clientes também têm acesso ao Max Club, plataforma de benefícios que oferece vantagens como cupons de desconto e cashback em marcas parceiras. Para José Pires, presidente da Bradesco Capitalização, a campanha reforça a proximidade da companhia com os clientes em uma data especial. “O Max Prêmios Torcida reúne os principais atributos da capitalização: incentivo à educação financeira, sorteios e benefícios adicionais, em uma proposta simples e acessível. No ano em que a Bradesco Capitalização completa 42 anos, o produto reforça a conexão da companhia com os brasileiros por meio de uma paixão nacional: o futebol”.

Segundo Pires, a flexibilidade é outro diferencial do produto. “Com opções de pagamento único ou mensal, o Max Prêmios Torcida se adapta a diferentes perfis de clientes, combinando reserva financeira, sorteios, pontos Livelo e outros benefícios”, complementa.

O Max Prêmios Torcida pode ser contratado pelos canais Bradesco, conforme disponibilidade e regras da campanha. Informações sobre vigência, sorteios, resgate e acúmulo de pontos estão disponíveis no regulamento do produto.

Marsh Risk Brasil reforça time e traz novas lideranças para Diretorias de Infraestrutura e Indústrias

A Marsh Risk Brasil acaba de anunciar a contratação de duas novas executivas nas áreas de Indústrias e Infraestrutura. Ida Patrícia de Sá será a nova Diretora de Indústrias de Risk Management da companhia.

Ida é formada em Direito, tem quase 25 anos de experiência no mercado e já ocupou posições estratégicas em grandes corporações no País. Durante sua trajetória, adquiriu uma visão ampla do ecossistema de seguros, atuando em diversas frentes, como, por exemplo, grandes riscos, benefícios, sinistros severos, controles internos, continuidade de negócios, gestão de crises e de riscos corporativos. Em sua última experiência, ocupou a posição de Head Global de Seguros e Riscos na Natura.

Já Maria Lucia Ramos chega à empresa como Diretora de Relacionamento de Infraestrutura da Marsh Risk Brasil, segmento considerado estratégico pela companhia. Formada em Engenharia pelo Mackenzie, iniciou sua carreira no Itaú, ingressando depois para o universo de seguros, passando por diversas corretoras.

A Marsh Risk se diferencia em um mercado competitivo ao combinar profundo conhecimento setorial, atuação em escala e especialização por indústria — com equipes dedicadas a setores estratégicos como Infraestrutura — para apoiar clientes em projetos complexos e de grande impacto econômico.

“O segmento de Infraestrutura desempenha um papel estratégico em nossa atuação, apoiando clientes em projetos complexos e de grande relevância para o desenvolvimento econômico do país. Seguimos investindo no fortalecimento da nossa capacidade de atendimento, no aprofundamento do relacionamento com nossos clientes e na construção de soluções cada vez mais alinhadas aos desafios e oportunidades desse mercado, por isso, o reforço ao time nessas duas áreas estratégicas é essencial para nós”, destaca Paula Lopes, Presidente da Marsh Risk Brasil.

Startups espaciais iniciam conversas com seguradoras para avaliar riscos de data centers no espaço

Fonte: Reuters, Akash SriramJemima Denham, de Nova York e de Londres

Empresas espaciais iniciaram conversas com seguradoras sobre cobertura para centros de dados orbitais de IA. A iniciativa sinaliza um progresso inicial para o setor experimental apoiado pelas empresas SpaceX de Elon Musk e Blue Origin de Jeff Bezos. O conceito de satélites de data center —projetados para contornar as limitações de energia da Terra— tem atraído crescente atenção desde que Musk os descreveu como o futuro do desenvolvimento de IA (inteligência artificial), antes da abertura de capital recorde da SpaceX neste mês.

Garantir seguros é crucial para empresas que querem tirar os data centers orbitais do papel. A falta de cobertura para o hardware caro e os riscos envolvidos dificultaria atrair o financiamento necessário para expandir tais empreendimentos.

A Blue Origin e diversas startups espaciais, incluindo a Orbital, a Starcloud, a Lonestar Data Holdings e a Cowboy Space, também sinalizaram sua intenção de lançar data centers baseados no espaço.

A Reuters conversou com quatro corretoras e seguradoras, além de três empresas do setor espacial, que afirmaram ter ocorrido negociações sobre a cobertura destas tecnologias, embora as conversas ainda estejam em fase preliminar.

A corretora de seguros Marsh afirmou que várias empresas entraram em contato com seguradoras para entender o que a cobertura futura para data centers orbitais poderia abranger, sem revelar os nomes das interessadas.

“Já estamos começando a ver empresas focadas em data centers e empresas focadas em infraestrutura digital buscando apoio da comunidade de seguros”, disse Patton Kline, líder da área de aviação e espaço da Marsh nos Estados Unidos.

A Lonestar informou que realizou recentemente uma reunião informativa nos escritórios da Marsh para o mercado de seguros Lloyd’s de Londres, com a presença de cerca de 25 seguradoras.

A SpaceX e a Blue Origin não responderam aos pedidos de comentários.

As seguradoras já cobrem falhas de lançamento, mau funcionamento de satélites, detritos orbitais e clima espacial em um mercado global que arrecada cerca de US$ 500 milhões em prêmios anuais, de acordo com executivos do setor e a seguradora Axa XL.

Mas, embora as seguradoras tenham décadas de experiência na cobertura de satélites, elas possuem poucos dados sobre infraestrutura de IA orbital. “As discussões no mercado estão focadas em saber se o risco pode ser modelado, em vez de qual deveria ser o prêmio”, disse Kasey Roh, diretora da Upstage AI nos EUA, empresa que desenvolve ferramentas de IA para seguradoras.

Parte do desafio é atribuir valor aos chips de IA em rápida evolução, que podem ser vulneráveis às condições adversas do espaço, afirmou Euwyn Poon, presidente-executivo da Orbital.

David Wade, analista de seguros espaciais da Atrium, afirmou que as startups apoiadas por capital de risco precisariam se expandir antes que houvesse um mercado de seguros significativo para data centers orbitais.

“Até que superemos essa rodada inicial de financiamento e comecemos a ver algumas dessas empresas se expandirem captando dívidas, acho que as necessidades de seguros são muito limitadas no momento.”

Yelum e HDI transformam vendas de seguros de vida e residencial em descontos para seguro auto

Rafael Ramalho Grupo hdi

Grupo HDI, por meio de suas marcas Yelum e HDI Seguros, iniciou, em 1º de junho, a ação Conta Corrente Turbinada, um incentivo voltado aos corretores parceiros com foco no crescimento integrado das carteiras de Seguro de Vida, Seguro Residencial e Seguro Auto. A iniciativa converte 50% do prêmio das vendas e renovações de Vida e Residencial em créditos que podem ser utilizados para conceder descontos em seguros Auto.

A proposta foi desenvolvida para oferecer mais flexibilidade comercial aos parceiros Yelum e HDI, criando uma alternativa para fortalecer negociações, ampliar oportunidades de vendas e estreitar o relacionamento com os clientes, onde o Corretor tem autonomia para conceder descontos no momento certo e gerar mais negócios. Ao mesmo tempo, estimula a diversificação das carteiras, reduzindo a dependência de um único ramo e ampliando a atuação dos corretores em segmentos com potencial de expansão no mercado brasileiro.

A mecânica é simples: a cada venda de seguros novos ou renovação congênere de Vida e/ou Residencial nos produtos elegíveis, metade do prêmio é convertida em créditos. Os valores ficam disponíveis para aplicação em descontos na contratação de seguros Auto.

Um dos diferenciais da ação está na liberdade de utilização desses créditos. O desconto pode ser concedido a qualquer cliente da carteira do corretor, independentemente de ele possuir ou contratar um seguro de Vida ou Residencial. Dessa forma, não existe obrigatoriedade de vínculo entre os produtos, o que afasta qualquer caracterização de venda casada e preserva a autonomia comercial dos parceiros.

“A Conta Corrente Turbinada materializa nossa estratégia de investir continuamente na rentabilidade e no desenvolvimento dos corretores parceiros. Criamos uma solução que amplia a capacidade de negociação no segmento Auto, ao mesmo tempo em que incentiva a diversificação da carteira e fortalece a atuação consultiva do corretor, cada vez mais relevante na jornada de proteção das famílias brasileiras”, afirma Rafael Ramalho, vice-presidente de Auto, Vida e Massificados do Grupo HDI.

Segundo o executivo, a iniciativa acompanha uma transformação observada em todo o setor de seguros, marcada por uma atuação mais consultiva, integrada e centrada nas necessidades dos clientes. “O mercado evolui para modelos que combinam experiência, personalização e conveniência. Com essa ação, oferecemos aos corretores uma oportunidade de gerar valor para seus negócios, ampliar a competitividade e criar novas conexões com diferentes perfis de consumidores, sempre preservando sua autonomia comercial”, complementa Ramalho.

Além de ampliar o potencial de geração de receitas em Vida e Residencial, a ação cria benefícios para o cliente final, que passa a ter acesso a condições mais competitivas na contratação do seguro Auto. A iniciativa reforça o compromisso do Grupo HDI com o fortalecimento do canal corretor e com o desenvolvimento de soluções alinhadas às transformações do mercado, combinando rentabilidade, flexibilidade comercial e uma oferta cada vez mais diversificada de proteção.

Confira abaixo a lista dos produtos elegíveis:

Yelum Seguros
Vida: Vida Perfil, Vida Especial, Vida Mais Tranquila e Vida Global
Residência: Yelum Residência

HDI Seguros
Vida: Vida Individual, Vida Top Mulher e Vida Global (Somente Anual)
Residência: HDI em Casa

Pottencial Seguradora anuncia Renata Horta como nova Diretora de Gente e Cultura

A Pottencial Seguradora, empresa líder no mercado brasileiro de Seguro Garantia e vice-líder em Seguro Fiança Locatícia, anuncia a chegada de Renata Horta como sua nova Diretora de Gente e Cultura.

Com mais de 20 anos de experiência em Recursos Humanos, Renata construiu sua trajetória em empresas de diferentes portes e segmentos, incluindo os setores de aviação, mídia e indústria farmacêutica. Ao longo da carreira, liderou iniciativas de desenvolvimento organizacional, gestão de performance, engajamento, transformação cultural, compliance, ESG e eficiência operacional.

Administradora de formação, com pós-graduação em Gestão de Pessoas e Marketing, MBA em Negócios e formação como conselheira, a executiva traz uma visão estratégica voltada à construção de ambientes de confiança, colaboração e alto desempenho.

“Estou muito entusiasmada em fazer parte da Pottencial, uma empresa que se destaca por sua trajetória de crescimento, inovação e valorização das pessoas. Espero contribuir para consolidar um ambiente ainda mais colaborativo, que estimule o potencial dos profissionais e apoie os objetivos estratégicos do negócio”, afirma Renata.

“Renata reúne sólida experiência em gestão de pessoas e uma visão estratégica alinhada ao atual momento da Pottencial. Sua chegada reforça nosso compromisso com a evolução das competências, o fortalecimento do ambiente organizacional e o crescimento sustentável da companhia”, destaca João Geo Neto, CEO da Pottencial.

Na nova posição, Renata será responsável por dar continuidade as estratégias de atração, desenvolvimento e retenção de talentos, além de liderar as iniciativas de cultura organizacional e experiência dos colaboradores.

CNseg anuncia Monique Cardoso como superintendente de Sustentabilidade

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) anuncia a chegada de Monique Cardoso como a nova superintendente de Sustentabilidade. Com mais de duas décadas de trajetória no mercado corporativo, a executiva assume o desafio de consolidar as diretrizes da área no setor de seguros, fortalecendo a agenda de gestão climática, resiliência e finanças sustentáveis da entidade. Também reforça a pauta social no segmento, como Diversidade e Inclusão, e seguros inclusivos.


Monique possui sólida experiência na construção de estratégia de Sustentabilidade corporativa para empresas de grande porte, reguladas e de capital aberto, gestão de riscos ambientais e sociais, e interlocução com conselhos de administração e investidores. Sua contratação reforça o compromisso da CNseg em capitanear o debate sobre o papel estratégico do mercado segurador na transição para uma economia de baixo carbono, especialmente em um momento de intensa mobilização do país em fóruns globais de clima e natureza.


Sua chegada enriquece a equipe técnica da Confederação em um momento crucial. O setor de seguros se torna, cada vez mais, um pilar indispensável no Brasil e no mundo para a mitigação de riscos climáticos e para o fomento de investimentos sustentáveis.


Trajetória e expertise técnica

Mestra em Gestão para a Competitividade (linha de Sustentabilidade) pela EAESP/FGV, a nova superintendente acumula passagens por grandes organizações e consultorias estratégicas.


Antes de ingressar na CNseg, a executiva atuou como Head de Sustentabilidade no grupo Lavoro Agro (Pátria Investimentos), liderando a agenda ESG no ecossistema do agronegócio. Também foi gerente executiva de Sustentabilidade no Grupo Big/Walmart e consultora estratégica para diferentes empresas e organizações internacionais de fomento socioambiental.

Lucro das seguradoras cresce 17,5% no primeiro quadrimestre, para R$ 12,5 bilhões

O lucro líquido dos 50 maiores grupos seguradores do país alcançou R$ 12,52 bilhões no primeiro quadrimestre de 2026, alta de 17,5% em relação aos R$ 10,66 bilhões — R$ 2 bilhões a mais — registrados no mesmo período de 2025, segundo levantamento da consultoria Siscorp, com base em dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O resultado reforça o momento positivo do setor, impulsionado principalmente pelo crescimento das operações de seguros de pessoas, previdência e produtos financeiros ligados à proteção.

O mercado supervisionado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) arrecadou R$ 139,59 bilhões entre janeiro e abril de 2026. O volume representa uma redução nominal de 0,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Como o volume de arrecadação não avançou no período, especialistas apontam a alta do lucro como um resultado de ganhos por eficiência, resultado do investimento tem tecnologia nos últimos anos.

O Banco do Brasil manteve a liderança isolada do ranking, com lucro de R$ 2,34 bilhões entre janeiro e abril, crescimento de 12,7% em comparação aos R$ 2,07 bilhões apurados um ano antes. Na sequência aparecem Bradesco, com R$ 1,65 bilhão (+8,4%), e Caixa Seguridade, que registrou lucro de R$ 1,60 bilhão, avanço de 18,5% sobre os R$ 1,35 bilhão de abril de 2025.

Fonte: Consultoria Siscorp

A quarta posição continuou com o Itaú Unibanco, cujo lucro saltou de R$ 842 milhões para R$ 1,11 bilhão, crescimento de 31,7%. A principal mudança entre os líderes, porém, foi protagonizada pela Porto. A companhia avançou da sétima para a quinta posição do ranking ao elevar seu lucro líquido de R$ 489 milhões para R$ 835 milhões, uma expansão de 70,8%, a maior entre os dez maiores grupos seguradores.

Com a ascensão da Porto, a SulAmérica caiu da quinta para a sexta colocação, embora tenha apresentado crescimento expressivo de 43,4%, alcançando R$ 733 milhões. A Prudential subiu uma posição, passando de oitava para sétima, com avanço de 50,1% no lucro, para R$ 631 milhões.

A Tokio Marine permaneceu entre os dez maiores grupos, mas foi uma das poucas seguradoras a apresentar retração no período. O lucro caiu de R$ 503 milhões para R$ 450 milhões, recuo de 10,4%, fazendo a companhia passar da sexta para a oitava posição. Zurich e HDI completam o grupo das dez maiores, com lucros de R$ 390 milhões e R$ 384 milhões, respectivamente. Enquanto a Zurich avançou 23,6%, a HDI registrou queda de 19,1%.

Entre as seguradoras que ocupam posições intermediárias no ranking, alguns movimentos chamam atenção. A Seguros Unimed consolidou a 11ª colocação com lucro de R$ 348 milhões, alta de 30,8%. A Icatu cresceu 20,3%, chegando a R$ 290 milhões, enquanto o Santander avançou para R$ 288 milhões, crescimento de 5,1%.

No grupo das empresas que mais aceleraram o lucro, a XP Vida e Previdência praticamente dobrou seu resultado, passando de R$ 33 milhões para R$ 66 milhões, crescimento de 98,6%. O BTG Pactual também apresentou forte expansão, de 66,6%, alcançando R$ 125 milhões. A MetLife, por sua vez, saltou de R$ 9,9 milhões para R$ 86 milhões e ganhou espaço entre os 20 maiores grupos seguradores do país.

Já entre as companhias com pior desempenho aparecem Mitsui Sumitomo, AXA e Sura, que encerraram o quadrimestre com pequeno prejuízo. A Sura registrou resultado negativo de R$ 8,8 milhões, enquanto a AXA apresentou perdas de R$ 5,6 milhões. A Mitsui Sumitomo fechou o período com prejuízo de R$ 4,8 milhões.

Outro indicador relevante do levantamento é o retorno sobre patrimônio líquido anualizado (ROE). O conjunto dos 50 maiores grupos atingiu 32% em abril de 2026, acima dos 29% registrados um ano antes, evidenciando melhora da rentabilidade do setor. Entre os destaques aparecem Banco do Brasil, com ROE de 112%, BTG Pactual, com 96%, Safra, com 62%, Potencial, com 55%, e Santander, com 54%.

O ranking mostra que, embora os grandes conglomerados bancários continuem dominando a liderança do mercado segurador brasileiro, seguradoras independentes e especializadas vêm ganhando espaço. A ascensão da Porto ao grupo das cinco maiores e o crescimento acelerado de empresas como XP Vida e Previdência, BTG Pactual e MetLife indicam um ambiente mais competitivo e diversificado, sustentado pela expansão dos seguros de pessoas, previdência e produtos de proteção financeira.