Bradesco Vida e Previdência reforça crescimento no Rio de Janeiro e amplia atuação no Sudeste

por Bradesco Seguros

O Rio de Janeiro ocupa posição relevante nos planos de crescimento da Bradesco Vida e Previdência. Líder no mercado regional, a companhia vem fortalecendo sua presença comercial no estado, com foco na expansão dos negócios, na proximidade com os corretores e na oferta de soluções alinhadas aos diferentes perfis e necessidades dos clientes.

A atuação está inserida em um movimento mais amplo de expansão no Sudeste. No primeiro semestre de 2026, a Bradesco Vida e Previdência manteve a liderança na região no segmento de Vida, com quase 23% de participação de mercado. Nesse contexto, a companhia realizou, na última quinta-feira (17/09), no Rio de Janeiro, mais uma agenda do Roadshow 2026, iniciativa que percorre diferentes mercados para fortalecer o relacionamento com corretores e parceiros.

“A proximidade com os mercados é fundamental para transformar conhecimento regional em estratégia comercial. O corretor tem um papel importante na identificação das necessidades dos clientes e na construção de soluções de proteção e planejamento. Ter equipes próximas e especializadas nos permite apoiar esse trabalho com conhecimento do mercado, capacitação e um portfólio cada vez mais aderente”, observa Fabio Magalhães, diretor Comercial da Bradesco Vida e Previdência.

Para José Luiz Fontes, superintendente Sênior de Negócios da companhia, o Rio de Janeiro reúne características que tornam o mercado relevante para a expansão dos negócios. “O Rio de Janeiro é um mercado potente e temos espaço para ampliar nossa atuação em seguros de vida e previdência. Nosso foco é crescer de forma sustentável, ao lado dos corretores, combinando presença comercial, conhecimento das particularidades locais e soluções adequadas aos diferentes perfis de clientes.”

O encontro contou com a participação do diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência, Bernardo Castello, dos superintendentes seniores de Negócios Ricardo Campos e Marcello Rosseti, além de todo o time Comercial regional do Rio de Janeiro. A agenda reforçou a importância da atuação próxima aos corretores e do acompanhamento das particularidades de um dos principais mercados do país para seguros de vida, previdência e proteção financeira.

Nos próximos meses, o Roadshow 2026 passará por outras cidades relevantes para os negócios da companhia. As agendas seguem avançando pelo país, fortalecendo o relacionamento com corretores e parceiros e ampliando o conhecimento sobre as dinâmicas de cada região, com foco na identificação de oportunidades e na troca de experiências sobre o mercado de seguros, previdência e proteção financeira.

Zurich abre edital nacional para apoiar projetos sociais via leis de incentivo fiscal

A Zurich Seguros anuncia a abertura das inscrições para o Edital de Seleção de Projetos via Incentivo Fiscal 2026, voltado a organizações da sociedade civil sem fins lucrativos de todo o Brasil. Com apoio técnico do IDIS (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social), o processo busca selecionar projetos sociais aprovados e aptos à captação por meio de leis federais de incentivo fiscal.  

Nesta edição, serão aceitos projetos enquadrados na Lei de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet; Lei de Incentivo ao Esporte; Fundo da Pessoa Idosa; e Fundo da Infância e Adolescência (FIA). As inscrições são gratuitas e permanecem abertas até 19 de outubro, às 23h59, horário de Brasília. Cada proposta deverá ser inscrita separadamente, e uma mesma organização poderá apresentar mais de um projeto.  

O edital de 2026 foi estruturado com base nas diretrizes atuais de investimento social privado da Zurich, estruturada em três programas. Educação e Desenvolvimento Social reúne projetos que utilizem educação, esporte, cultura ou cidadania para apoiar o desenvolvimento integral. Formação e Inclusão Produtiva contempla propostas ligadas à capacitação, trabalho, empreendedorismo e geração de renda. Já Comunidades e Resiliência abarcam ações voltadas a territórios e organizações locais expostos a vulnerabilidades sociais, econômicas ou climáticas.  

“Queremos que a seleção de projetos esteja diretamente conectada às prioridades do nosso investimento social privado. Buscamos propostas consistentes, com capacidade de execução e indicadores que permitam acompanhar os resultados, ao mesmo tempo em que direcionamos os recursos para temas e públicos que fazem parte da nossa estratégia de Responsabilidade Social Corporativa”, afirma Nathalia Abreu, superintendente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da Zurich Seguros. 

Recursos e critérios de seleção

O regulamento estabelece parâmetros de referência para análise das propostas, que variam de acordo com o mecanismo de incentivo fiscal utilizado. A eventual destinação de recursos estará sujeita ao processo de seleção, à disponibilidade orçamentária e às aprovações aplicáveis. O edital contempla projetos enquadrados na Lei Rouanet, Lei de Incentivo ao Esporte, Fundo da Pessoa Idosa e Fundo da Infância e Adolescência (FIA). 

A análise será dividida em etapas eliminatória e classificatória. Na primeira, serão verificados pontos como aprovação e aptidão do projeto para captação, documentação, regularidade cadastral, fiscal e trabalhista, requisitos de integridade e atendimento direto a pessoas em situação de vulnerabilidade. Os projetos também deverão prever ao menos uma possibilidade de atividade de voluntariado corporativo para colaboradores da Zurich.  

Na fase classificatória, entram na avaliação a qualidade técnica, a aderência ao programa social escolhido, a capacidade de mensurar resultados, a estrutura da organização e o potencial de participação dos colaboradores da seguradora. Os critérios variam conforme a frente do projeto e incluem aspectos como trajetória educacional, empregabilidade, geração de renda e fortalecimento de comunidades.  

“Realizar a gestão deste edital da Zurich pelo segundo ano consecutivo é motivo de orgulho para nós. Contribuir para que os incentivos fiscais sejam direcionados a organizações comprometidas e alinhadas às causas prioritárias da empresa é um trabalho de grande responsabilidade, que exige cuidado e atenção em todas as etapas do processo”, afirma Henrique Baretto, gerente de projetos do IDIS.  

Os projetos selecionados terão execução prevista para 2027, preferencialmente por até 12 meses. O resultado será divulgado em 2 de dezembro de 2026. Durante a execução, as organizações apoiadas deverão acompanhar indicadores e prestar informações sobre o desenvolvimento e os resultados dos projetos.  

A Zurich realiza seleções abertas para destinação de recursos incentivados anualmente. Na edição de 2025, desenvolvida também com apoio do IDIS, a chamada recebeu 845 inscrições de organizações interessadas.  

“Receber 845 inscrições no ciclo anterior mostrou a procura por uma chamada aberta e nacional. Em 2026, queremos manter a transparência do processo e aprofundar a análise da qualidade técnica, da capacidade de execução e dos resultados que cada projeto se propõe a alcançar. Nosso objetivo é selecionar propostas consistentes e conectadas às prioridades sociais da Zurich”, conclui a superintendente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da Zurich Seguros. 

As organizações interessadas podem consultar o regulamento completo e realizar a inscrição aqui. Em caso de dúvidas, o contato indicado no edital é editaldeincentivadoszurich@idis.org.br. 

Generali está entre as melhores empresas do mundo, segundo Revista TIME  

A Generali foi reconhecida como a 18ª maior empresa do mundo no ranking World’s Best Companies 2026, elaborado pela revista TIME em parceria com a Statista, se destacando como uma das principais seguradoras presentes na lista.

Esse reconhecimento reforça a capacidade da Generali de unir crescimento consistente, inovação e geração de valor de longo prazo, por meio de um modelo de negócios sustentável e centrado nas pessoas. A estratégia da empresa segue priorizando as necessidades de clientes, colaboradores, investidores e comunidades, tratando responsabilidade social e sustentabilidade como pilares essenciais para navegar um cenário global cada vez mais dinâmico. No Brasil, a companhia completou 101 anos em 2026.

O ranking World’s Best Companies avaliou 1.000 companhias em todo o mundo, com base em três critérios principais: satisfação dos colaboradores, crescimento da receita e transparência nas práticas de sustentabilidade

A metodologia combina dados de mercado, avaliações de desempenho ambiental, social e de governança (ESG) e os resultados de uma ampla pesquisa internacional, que ouviu cerca de 200 mil funcionários em mais de 50 países. Os dados financeiros e ESG foram coletados e analisados pela Statista.

Para a Generali, figurar entre as top 20 do mundo é um marco relevante, especialmente em uma lista que abrange organizações de diferentes setores e regiões. O resultado confirma a habilidade do grupo em entregar resultados sólidos, ao mesmo tempo em que mantém investimentos contínuos em pessoas, inovação e em um modelo de desenvolvimento sustentável, pilares que orientam a execução da estratégia Lifetime Partner 27: Driving Excellence.

CNseg: STF reafirma competência da União para legislar sobre seguros e derruba lei de São José do Rio Preto

CNseg STF
Legenda: Glauce Carvalhal, diretora jurídica da CNseg: definição da Selic como taxa para atualização de débitos civis está em linha com o momento econômico do país.

O Supremo Tribunal Federal (STF) reafirmou a competência privativa da União para legislar sobre seguros ao concluir o julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1258, de relatoria do ministro Gilmar Mendes, e, por unanimidade, reconheceu a inconstitucionalidade da Lei Municipal nº 14.796/2025, de São José do Rio Preto (SP).


A legislação municipal estabelecia uma série de regras para a atuação das seguradoras no processo de reparação de veículos sinistrados. Entre outras medidas, proibia a aquisição direta de peças de reposição pelas seguradoras, impunha obrigações às oficinas de funilaria e pintura e determinava formas específicas de comunicação com os consumidores. A norma também previa um modelo obrigatório de declaração, sanções administrativas e multas, além de atribuir ao Procon municipal e a outros órgãos locais competência para fiscalizar e aplicar penalidades.


Para a diretora Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, a decisão do STF reforça um princípio fundamental para o funcionamento do mercado de seguros: a necessidade de uma regulação uniforme em todo o território nacional.

“A Constituição Federal estabelece, em seu artigo 22, inciso VII, que compete privativamente à União legislar sobre seguros. Essa definição é fundamental para garantir uniformidade e segurança jurídica à atividade securitária, que é baseada na mutualidade, em cálculos atuariais e na gestão de grandes reservas financeiras, sob supervisão de órgãos federais”, afirmou a executiva.


Segundo Glauce, a criação de normas diferentes por estados e municípios pode comprometer a previsibilidade necessária à gestão dos riscos e à operação das seguradoras.


“Se cada estado ou município pudesse estabelecer regras próprias sobre contratos, prazos de indenização, coberturas ou outras obrigações relacionadas ao seguro, teríamos uma fragmentação regulatória que dificultaria a gestão dos riscos e poderia afetar a própria solvência das seguradoras. Por isso, o entendimento reiterado do STF é tão importante para a estabilidade e o adequado funcionamento do mercado.”


Decisão se soma a outros julgamentos

A decisão envolvendo São José do Rio Preto não é um caso isolado. Nos últimos anos, o STF também considerou inconstitucionais leis estaduais que interferiam na atividade securitária pelo mesmo fundamento: a invasão da competência privativa da União para legislar sobre seguros.


Em Goiás, a Lei nº 20.415/2019 estabelecia sanções para seguradoras que adotassem condutas consideradas lesivas aos segurados ou a terceiros. No Rio de Janeiro, a Lei nº 8.182/2018 determinava que as seguradoras publicassem periodicamente, em seus sites, listas de veículos excluídos de suas coberturas. 


Em Santa Catarina, o STF declarou inconstitucional a Lei nº 15.171/2010, que impunha restrições semelhantes ao vedar a indicação de oficinas credenciadas pelas seguradoras e fixar regras para o desmonte e a venda de veículos sinistrados. Cenário parecido ocorreu em Rondônia, onde a Corte invalidou a Lei nº 2.026/2010. A norma estadual obrigava as seguradoras a destruírem as carcaças de veículos com “perda total” para impedir a reutilização das peças. Os exemplos são inúmeros.


Na avaliação da diretora Jurídica da CNseg, a sucessão de decisões evidencia a importância de preservar a competência federal sobre a matéria.


“O setor de seguros precisa de previsibilidade para calcular, precificar e administrar riscos. A existência de regras diferentes em cada unidade da Federação criaria um ambiente de insegurança jurídica incompatível com a natureza da atividade. A jurisprudência do STF vem reconhecendo justamente essa característica e reafirmando que a legislação sobre seguros deve observar a competência constitucionalmente atribuída à União”, declarou.

Rio Grande do Sul cria fundo para ampliar seguros contra enchentes, com aporte de R$ 102 milhões 

Fonte: Estadão, por Breno Damascena

O governo do Rio Grande do Sul estruturou um fundo com aporte inicial de R$ 102 milhões para ampliar a oferta de seguros contra desastres climáticos. Anunciado nesta segunda-feira, 21, o Fundo Gaúcho de Riscos Climáticos vai assumir parte do risco de perdas provocadas por enchentes, como forma de estimular seguradoras a oferecer apólices para esse tipo de evento no Estado.

A expectativa do governo é que, ao assumir parte do risco das operações, o fundo estimule as seguradoras a oferecer apólices e reduza o custo do seguro. O capital aportado ficará aplicado por cinco anos e os rendimentos obtidos serão destinados ao financiamento da manutenção de diques, comportas e casas de bombas na região.

“Somos um dos Estados que mais sofre com desastres climáticos. Isso justifica que avancemos com uma política”, justifica Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. “O alto risco climático encarece a atividade econômica e afasta investimentos. Ao criar um mecanismo público de resseguro, o Estado reduz esse custo e destrava novos investimentos”, afirma.

Recentemente, o governador do RS foi cobrado pelo presidente Lula (PT) sobre o atraso na entrega de obras para prevenir desastres em enchentes no Rio Grande do Sul. Ele disse já ter destinado R$ 6,5 bilhões para ajudar o Estado em 2024, mas que as obras não haviam sido finalizadas. Leite atribuiu a demora à revisão dos projetos.

Além de fomentar o mercado privado de seguros no Rio Grande do Sul, fundo pretende reduzir a parcela dos prejuízos que acaba sendo absorvida pelo poder público após desastres climáticos

A enchente de 2024 provocou R$ 41,3 bilhões em danos patrimoniais em imóveis, negócios, lavouras e veículos, segundo estimativas do governo estadual. Desse total, R$ 5,2 bilhões correspondem a danos ao setor público e R$ 36,1 bilhões, ao setor privado. As perdas de receitas para empresas, trabalhadores e para os governos foram de R$ 34,1 bi.

“Hoje, ainda que você queira comprar uma apólice, não tem gente que queira vender. Nós queremos reaquecer e fomentar o mercado de seguros”, afirma Pricilla Santana, secretária da Fazenda do Rio Grande do Sul.

Na prática, o fundo vai compartilhar parte do risco assumido pelas seguradoras. Para isso, poderá comprar Letras de Risco de Seguro (LRS), títulos vinculados a riscos de operações de seguros e emitidos por essas companhias. Enquanto não forem utilizados nas operações de seguro, os recursos permanecerão aplicados em ativos de baixo risco, vinculados ao governo.

O governo explica que, se não houver sinistros, o fundo deverá obter retorno tanto da aplicação financeira dos recursos quanto da remuneração associada ao risco assumido nas operações.

Segundo o governo estadual, 2024 também registrou o maior volume histórico de pagamentos de sinistros no Estado. Ainda assim, os valores pagos cobriram menos de 10% dos danos e perdas econômicas estimados.

O governo gaúcho também anunciou a criação de um instrumento para atrair investidores privados para fortalecer e expandir empresas locais. Com aporte inicial de R$ 300 milhões, provenientes de recursos de privatizações estaduais, o Fundo Fácil busca estimular empresas gaúchas com faturamento de até R$ 500 milhões a acessar o mercado de capitais.

As empresas elegíveis poderão captar recursos por meio da emissão de títulos de dívida, como debêntures, utilizando o Regime ‘Fácil’ da CVM. O Fundo Fácil atuará como investidor âncora, podendo adquirir até 40% da emissão, enquanto pelo menos 60% dos recursos deverão ser obrigatoriamente aportados por investidores privados.

A estrutura foi desenhada de forma rotativa, de modo que o capital retorne aos cofres públicos para financiar novos ciclos de crescimento. A expectativa do governo é alavancar até R$ 800 milhões em investimentos totais no Rio Grande do Sul, focando em setores como agropecuária, máquinas e equipamentos, e semicondutores.

Leite justifica que o fundo foi criado para substituir o antigo modelo de incentivos fiscais baseados no ICMS, que está se encerrando com a reforma tributária. “Em vez de focar apenas em atrair empresas de fora com isenção fiscal, a nova orientação é atrair investidores privados para fortalecer os negócios locais que já empreendem no Estado”, explica.

As empresas serão selecionadas com base em avaliações realizadas pela Invest RS, agência de desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Segundo a entidade, mais de 500 empresas com faturamento dentro do limite do programa já foram mapeadas.

“Menos de 1% das empresas brasileiras acessa o mercado de capitais por conta do custo de entrada, exigências de governança e adaptações na gestão. Nós podemos crescer muito economicamente a partir deste estímulo”, afirma o governador do Estado.

Yelum Seguros, HDI e Aliro fecham parceria e incorporam película antivandalismo aos seguros Auto

Rafael Ramalho Grupo hdi


O Grupo HDI, segundo maior grupo segurador do Brasil e detentor das marcas Yelum Seguros, HDI e Aliro, que somam mais de 4,5 milhões de clientes no Brasil, anuncia uma parceria inédita no mercado brasileiro com a Maxpar Assistências, empresa do Grupo Autoglass, que é referência na prestação de serviços para seguro auto. Como resultado da colaboração, os segurados dos produtos Auto passam a contar com um serviço exclusivo incorporado ao Plano de Vidros, sem necessidade de contratação adicional.

A solução, inédita no mercado segurador brasileiro, garante a reposição da película antivandalismo sem custo nos casos de substituição de vidros cobertos pelo seguro, desde que o veículo já possua essa proteção instalada. Com isso, o Grupo HDI amplia a proteção oferecida aos clientes e reforça seu protagonismo na evolução do seguro automotivo.

A iniciativa amplia o nível de proteção oferecido aos clientes, agregando mais praticidade, segurança e conveniência à experiência com o seguro automotivo. Reforçando seu compromisso com a inovação, o Grupo HDI dá mais um passo à frente no mercado: disponibilizará, por meio da plataforma de benefícios Aproveite+, 25% de desconto para a instalação da película nas lojas da Autoglass. Tornando a tecnologia mais acessível aos clientes que ainda não contam com essa proteção.

A partir da análise do comportamento dos consumidores e das novas demandas relacionadas à segurança veicular (a cobertura de vidros é extremamente importante e procurada, estando presente em quase 90% das apólices de automóvel do Grupo HDI), a companhia identificou um movimento de crescimento na busca por soluções capazes de ampliar a proteção dos motoristas, especialmente diante da preocupação com roubos, furtos e assaltos nos grandes centros urbanos.

Em São Paulo, por exemplo, foram registradas mais de 161 mil ocorrências de roubos e furtos de celulares em 2025, segundo dados da mesma fonte. Diante desse cenário, foi vislumbrada uma oportunidade de transformar uma demanda crescente por proteção em uma solução concreta incorporada ao seguro, antecipando uma necessidade dos consumidores e ampliando a atuação da companhia para além da cobertura tradicional.

Outros dados relevantes compartilhados pela Maxpar (Grupo Autoglass) revelam que dentro das lojas da marca, no último ano, a comercialização de películas de antivandalismo cresceu 53% em volume e 259% em valor, além de um aumento de quase 30% na procura por películas de segurança no primeiro trimestre de 2026 no estado de São Paulo.

“A parceria entre o Grupo HDI e a Autoglass representa um importante avanço para o mercado segurador. Fruto de uma demanda real dos motoristas, essa iniciativa pioneira passa a incluir a reposição da película antivandalismo em eventos cobertos, ampliando a proteção oferecida aos clientes. A novidade evidencia a capacidade do Grupo HDI de antecipar tendências e transformar demandas dos consumidores em soluções concretas. O movimento reforça nosso posicionamento como referência em inovação no mercado segurador e demonstra que os consumidores estão no centro das decisões que orientam a evolução dos produtos e serviços das marcas Yelum, HDI e Aliro”, afirma Rafael Ramalho, VP de Auto, Vida e Massificados do Grupo HDI.

Já Renan Bernabé, Head Comercial da Maxpar, finaliza ressaltando que “a parceria com o Grupo HDI por meio das marcas Yelum Seguros, HDI e Aliro reforça o compromisso da Maxpar em acompanhar as transformações do mercado segurador e contribuir para a segurança e comodidade dos clientes. A película antivandalismo é uma solução que utiliza tecnologia capaz de aumentar potencialmente a resistência aos impactos dos golpes no vidro, dificultando o acesso ao interior do veículo, além de reter os estilhaços no caso de uma eventual quebra. Para nós, esse movimento reforça a importância de desenvolver e disponibilizar soluções que contribuam para uma experiência mais segura e completa para o cliente”.

CNseg lança nova fase do Notícias do Seguro e transforma portal em hub de informação sobre o setor

Já está no ar o novo Notícias do Seguro, portal de conteúdo dedicado ao mercado segurador desenvolvido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). A reformulação amplia o papel do canal, que passa a funcionar como um hub de informação e conhecimento do setor para aproximar temas relacionados a seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização. 
 

A mudança passa por um novo layout, mais clean, com novas editorias e totalmente conectado às novas tecnologias de encontrabilidade como as LLMs, modelo de inteligência artificial, WhatsApp e redes sociais focando em ampliar a distribuição de conteúdo de forma mais assertiva. 
 

Outra importante mudança está na abordagem editorial. As Notícias do Seguro pretende ser a voz do setor, publicando seus posicionamentos institucionais sobre diferentes temas e ampliando a produção de conteúdos explicativos e de serviço sobre assuntos como proteção financeira, riscos climáticos, longevidade, saúde suplementar, infraestrutura, tecnologia, inteligência artificial, sustentabilidade e economia.
 

A superintendente-executiva de Comunicação e Marketing da CNseg, Carla Simões, explica que a Confederação quer tornar o conhecimento produzido pelo setor segurador mais acessível e conectado às questões que fazem parte da vida das pessoas, logo, o Notícias do Seguro passa a olhar não apenas para o que o mercado tem a comunicar, mas também para aquilo que a sociedade busca compreender. 
 

“É uma mudança importante na nossa estratégia de comunicação, porque amplia o diálogo com diferentes públicos e transforma informação técnica em conteúdo útil, capaz de ajudar as pessoas a entender melhor o papel do seguro na economia e no dia a dia”, afirma Carla. “Vale conferir a novidade no www.noticiasdoseguro.org.br”.

Brand Publishing 

O novo modelo adota princípios de Brand Publishing, estratégia que estrutura o canal da organização como uma mídia proprietária e permanente. Além das notícias e da agenda institucional, as pautas passam a considerar dúvidas do público, comportamento de busca, estudos, dados, mudanças regulatórias, tendências e temas de interesse da sociedade.
 

A estratégia vem sendo estruturada com apoio da empresa Barões Brand Publishing, enquanto a operação e as decisões editoriais permanecem sob responsabilidade da CNseg. Para Paulo Henrique Ferreira, diretor-executivo da Barões, a nova etapa do portal contribui para consolidar a posição da CNseg como uma liderança editorial no setor de seguros, ao organizar e dar visibilidade a debates, informações e pautas relevantes para a indústria.
 

“A proposta é consolidar essa posição de liderança editorial no setor, reunindo debates e pautas fundamentais para a indústria. Ao mesmo tempo, quando pertinente, esses conteúdos estarão disponíveis de forma estruturada para a parcela da sociedade interessada em compreender melhor o mercado de seguros, um setor essencial e que vem despertando cada vez mais interesse”, afirma PH.
 

Mais mudanças 

A reformulação também integra de forma mais estruturada os diferentes canais de comunicação da CNseg. Conteúdo da Revista de Seguros, SeguroPod, vídeos, redes sociais e especiais poderão ser conectados a uma mesma agenda editorial e distribuídos em diferentes formatos.
 

O portal também passa a incorporar critérios de encontrabilidade desde a produção do conteúdo. Práticas de SEO, GEO e AEO serão utilizadas para melhorar a organização e a recuperação das informações por pessoas, mecanismos de busca e interfaces de inteligência artificial.
 

Com a reformulação, a CNseg pretende consolidar o Notícias do Seguro como um espaço permanente de informação e diálogo entre mercado, governo, imprensa, especialistas e sociedade, ampliando o acesso ao conhecimento produzido pelo setor segurador.

Allianz simplifica contratação de seguro E&O com jornada 100% digital

Screenshot

Alinhada à estratégia de transformação digital, que busca simplificar processos, aumentar a eficiência operacional e proporcionar maior autonomia aos corretores, a Allianz Seguros leva a jornada de compra digital ao seguro E&O. O produto protege profissionais e empresas contra reclamações decorrentes de erros, omissões ou falhas na prestação de serviços profissionais.

O processo de geração da apólice, que antes levava, em média, três dias entre a precificação e a emissão, agora é realizado em poucos minutos, com cotação customizada de até três cenários simultâneos, flexibilidade na escolha de franquias, além da disponibilização de uma rede credenciada de defesa especializada para suporte jurídico aos segurados. A opção é válida tanto para novas apólices quanto para renovações externas e endossos sem movimento de prêmio.

Entre os recursos que contribuem para o ganho de eficiência estão o preenchimento automatizado de dados cadastrais a partir do CPF ou CNPJ, a parametrização das regras por categoria de risco, a geração automática da documentação e a possibilidade de envio direto das cotações por e-mail. A jornada digital ainda incorpora uma série de melhorias, como a definição da retroatividade já na cotação, prazo complementar flexível, ampliação do limite para até R$ 10 milhões e ajustes estruturais que tornam o produto mais aderente às necessidades dos clientes.

“A digitalização do E&O representa um importante avanço, combinando rapidez operacional, autonomia para os corretores e evolução do produto. A iniciativa amplia o acesso ao seguro, simplifica processos e aprimora a experiência dos parceiros comerciais, mantendo a qualidade técnica e o suporte especializado característicos da companhia”, afirma Mauricio Masferrer diretor executivo de Negócios Corporativos e Managing Director da Allianz Commercial Brasil.

O seguro ainda recebeu novas classes de risco e, atualmente, 14 categorias são atendidas, entre elas administração de condomínio e síndico, advogados, contadores, corretores de seguros, corretores de imóveis e imobiliárias, engenheiros e arquitetos, leiloeiros, serviços de consultoria, organizações de eventos e turismo. O produto também possibilita o atendimento de outras atividades diretamente com os subscritores, que podem atender demandas para contratos específicos e atividades intelectuais que não se enquadrem no portal, observadas as diretrizes de subscrição.

O executivo ressalta que a novidade fortalece a competitividade da seguradora em um segmento com crescente potencial de expansão. “Observamos que o mercado brasileiro de E&O vem apresentando evolução consistente, impulsionado pelo aumento da complexidade regulatória, pela profissionalização dos serviços especializados e maior conscientização das empresas e profissionais em relação aos riscos decorrentes de erros e omissões”, complementa Masferrer.  

Em 2025, a Allianz alcançou R$ 10 milhões em prêmios emitidos na carteira, representando um crescimento de aproximadamente 30% em relação ao ano anterior. No primeiro semestre de 2026, a seguradora já contabiliza mais de R$ 12 milhões em faturamento no segmento de E&O, valor 13% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

Nuno David assume desafio de construir seguradora de vida do IRB(RE) e mira mercado ainda pouco protegido

O IRB(Re) dá um novo passo em sua estratégia de expansão, e o CEO Nuno David tem pela frente o desafio de transformar a recém-autorizada IRB(Seg) Vida e Previdência em uma operação relevante no mercado brasileiro de seguros de pessoas. A missão combina a experiência acumulada pelo grupo em 87 anos de atuação no resseguro com uma proposta de negócios voltada à ampliação da proteção financeira da população. A ambição, afirma, é conquistar espaço em um mercado ainda marcado pela baixa penetração do seguro de vida, sem entrar em confronto direto com as seguradoras que já são clientes do ressegurador.

A nova companhia recebeu autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para operar seguros de pessoas e planos de previdência complementar aberta em todo o território nacional. A Portaria Diore/Susep nº 165, de 9 de setembro de 2026, também homologou a eleição dos administradores e o estatuto social da seguradora, que nasce com capital social de R$ 18,5 milhões e controle acionário indireto do IRB(Re).

Para Nuno, a criação da seguradora representa uma mudança na posição ocupada pelo grupo na cadeia de valor do seguro. Até agora, o IRB atuava predominantemente na aceitação de riscos originados por outras companhias. Com a nova operação, passa a ter acesso direto à originação de seguros de pessoas, utilizando um modelo de baixa retenção e uso intensivo do resseguro do próprio grupo.

“O IRB(Re) sempre esteve na cadeia de valor do seguro, mas atuava em uma etapa posterior, assumindo riscos de seguros contratados por outras companhias. A IRB(Seg) Vida nasce para dar ao grupo acesso direto à criação e à comercialização de seguros de pessoas”, explica. Segundo o executivo, a iniciativa não deve ser interpretada como uma diversificação oportunista, mas como parte da construção de um ecossistema que reúne seguros, resseguros, gestão de ativos, securitização de riscos, tecnologia e inovação. A proposta é conectar a distribuição ao cliente final à capacidade técnica e financeira do ressegurador.

Crescer sem disputar mercado com as cedentes

Um dos principais desafios de Nuno será administrar a relação entre a nova seguradora e as companhias que já mantêm negócios com o IRB(Re). A estratégia anunciada é evitar a concorrência direta com as cedentes estratégicas por meio de preços ou taxas. “O primeiro ponto é o que não vamos fazer: não vamos concorrer com as cedentes estratégicas do IRB(Re) disputando preços ou taxas. O nosso posicionamento é de complementaridade. Isso não é uma frase de cortesia; é a regra de atuação que nos permite crescer criando valor para o mercado como um todo”, afirma.

A diferenciação pretendida está na capacidade de oferecer soluções integradas aos parceiros de distribuição, combinando produtos de seguros com o conhecimento técnico e a estrutura de capital do grupo. Nuno destaca também a autonomia proporcionada pelo capital brasileiro e pelo centro de decisões instalado no país. Segundo ele, isso permite responder às demandas comerciais sem depender da aprovação de uma matriz internacional.

Outro componente da estratégia é uma plataforma tecnológica modular, desenvolvida desde o início para facilitar a integração com diferentes parceiros e acelerar o lançamento de produtos. A promessa é colocar novas soluções no mercado em questão de dias, sem criar dependência tecnológica para os distribuidores.

A velocidade comercial, porém, terá de conviver com exigências regulatórias elevadas. A nova seguradora foi autorizada a operar no segmento prudencial S1, o mais rigoroso da classificação da Susep, que impõe requisitos de supervisão compatíveis com os das maiores companhias do setor. “Os desafios são os de qualquer entrante sério: fortalecer uma marca já importante e relevante, ganhar a confiança dos canais e executar com disciplina num regime prudencial exigente. Preferimos crescer com qualidade de carteira a crescer depressa”, diz.

Seguro de vida coletivo será a porta de entrada

A oportunidade identificada pelo executivo está na distância entre a dimensão do mercado brasileiro de seguros e o contingente de pessoas que ainda não dispõe de proteção financeira adequada. Embora o Brasil tenha o maior mercado segurador da América Latina, Nuno avalia que o seguro de vida ainda apresenta baixa penetração na população. Para ele, ampliar essa cobertura exige modelos de distribuição capazes de alcançar consumidores que não são atendidos pelos canais tradicionais. “Esse vazio não se fecha com mais um balcão bancário; fecha-se levando proteção a comunidades que hoje não têm oferta estruturada”, afirma.

A estratégia comercial será implementada em etapas. No início, a prioridade estará no seguro de vida coletivo e nas coberturas incorporadas a relações comerciais já existentes, como seguro prestamista, vida em grupo na relação entre empregadores e empregados e produtos distribuídos por novos ecossistemas de negócios.

A escolha está associada ao potencial de escala desses segmentos e à demanda já identificada entre os parceiros comerciais. O seguro de vida individual virá em uma segunda etapa, com distribuição apoiada em corretores e canais consultivos. A previdência complementar aberta, embora já esteja contemplada na autorização regulatória, será desenvolvida posteriormente, quando a base de seguros de vida estiver consolidada.

A intenção é trabalhar com produtos de acumulação e renda de longo prazo, evitando uma estratégia concentrada na disputa por taxas de administração com os grandes bancos. A meta anunciada é construir, em cinco anos, uma seguradora de porte relevante no segmento de pessoas, sustentada pela rede de distribuição e pela capacidade técnica e de capital do IRB.

Corretores e plataformas terão papéis complementares

A distribuição será multicanal, mas seguirá uma hierarquia definida. O principal canal será formado por parceiros que já possuem uma base própria de clientes e podem incorporar o seguro a uma relação comercial estabelecida. O segundo pilar será o corretor de seguros, tanto nas operações estruturadas de apólices coletivas quanto na comercialização de produtos individuais. “Não concebemos vida individual sem ele”, afirma Nuno, ao destacar o papel do corretor na orientação dos consumidores e na construção de soluções de proteção adequadas às suas necessidades.

Plataformas digitais e outros ecossistemas complementarão a estratégia. O executivo também identifica oportunidades na evolução do Open Insurance, especialmente com o avanço do compartilhamento de dados autorizado pelos clientes, que poderá facilitar a comparação e a contratação de produtos.

O modelo pressupõe uma relação de parceria na qual a seguradora fornece tecnologia, produtos e capital, sem disputar com o distribuidor o relacionamento comercial com o consumidor. “A seguradora não disputa a relação com o cliente contra o parceiro; ela a viabiliza, com produto, tecnologia e capital”, resume.

Experiência de 87 anos em resseguro será usada para desenvolver produtos

Uma das principais apostas de Nuno está na transformação do conhecimento acumulado pelo IRB(Re) em uma ferramenta para desenvolver produtos e aprimorar a precificação dos seguros de pessoas. O executivo explica que, ao longo de sua trajetória, o ressegurador reuniu experiência com sinistros provenientes de diferentes carteiras do mercado, uma base de conhecimento que uma seguradora recém-criada dificilmente conseguiria desenvolver isoladamente.

A utilização dessa experiência poderá contribuir para a definição do apetite de risco, a elaboração de modelos de precificação e a redução do tempo necessário para responder às demandas dos parceiros comerciais. Na avaliação de Nuno, essa capacidade também abre espaço para o desenvolvimento de coberturas que enfrentam limitações de oferta em razão da complexidade técnica, da insuficiência de dados ou da necessidade de capital. Entre as oportunidades identificadas estão seguros de invalidez por doença, diárias por incapacidade e produtos de acumulação e renda de longo prazo.

O IRB(P&D), estrutura de pesquisa e desenvolvimento do grupo, terá papel nesse processo, oferecendo suporte em modelagem e análise de dados. A nova seguradora também investe em dados e analytics desde o início das operações, com a intenção de transformar o conhecimento do resseguro em soluções que possam chegar ao consumidor com maior agilidade.

“A vantagem do resseguro só vira vantagem competitiva se a seguradora souber usá-la na ponta. Por isso investimos em dados e analytics desde o primeiro dia, para que a informação que chega ao grupo pelo resseguro se transforme em produto melhor, preço mais justo e subscrição mais rápida para o cliente”, afirma.

O desafio de Nuno será transformar essa combinação de experiência técnica, tecnologia e parcerias em uma operação comercial capaz de ganhar escala. Mais do que lançar uma nova seguradora, o projeto pretende demonstrar como a integração entre seguro e resseguro pode ampliar a oferta de proteção no Brasil, preservando o relacionamento do IRB com suas cedentes e construindo uma carteira sustentável no longo prazo.

Café CVG-SP traz ao debate as transformações e a evolução do seguro de vida

por Márcia Alves

A terceira edição do Café CVG-SP, realizado no dia 14 de setembro, nas dependências da Bradesco Vida e Previdência, analisou o tema “Vida Individual – Proteção em Movimento”. O evento trouxe visões distintas de seguradores e corretores sobre as recentes transformações no seguro de vida individual, que evidenciam a evolução do produto e as perspectivas de expansão. As coberturas em vida foram destaque, assim como o papel do corretor, mas o grupo também discutiu a baixa penetração e a falta de oferta.

Após as boas-vindas do diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência, Bernardo Castello, e do presidente do CVG-SP, Anderson Mundim, superintendente Executivo na mesma seguradora, o diretor de Relações com o Mercado do CVG-SP, Marcos Salum, que atuou como mediador, destacou as transformações no seguro. “Hoje, não falamos mais sobre o fim, mas sobre a jornada de vida do cliente”, disse.

Venda consultiva

Karina Batistuti, superintendente de Negócios da MAG, considera possível aumentar a penetração do seguro de vida. “Há muito espaço para crescer e o caminho é a venda consultiva pelo corretor”, disse. No entanto, considera que falta especialização. “A venda consultiva gera mais confiança, relacionamento e rentabilidade, abrindo espaço para a oferta de mais produtos”, disse. Ela revelou que após o falecimento do pai, aos 39 anos, sua mãe conseguiu manter o padrão de vida da família por causa do seguro. “Graças a um corretor que convenceu meu pai a contratar, hoje estou aqui”, disse.

Visão otimista

Globalmente, o seguro de pessoas tem um histórico de bom desempenho, com market share de 44% e crescimento de 2,5% ao ano. No Brasil, os resultados são bem mais modestos, mas Fabio Magalhães, diretor de Mercado da Bradesco Vida e Previdência, é otimista. Em 2025, o segmento cresceu 13,4% no país e neste ano ficou pouco abaixo de 10%. Embora a penetração tenha aumentado apenas 1%, entre 2021 e 2025 (de 17% para 18%), ele avalia que é preciso comemorar.

Fabio Magalhães observou que os maiores receios da população, como morte, doença, invalidez e perda de renda, de acordo com pesquisas da CNseg e Limra, podem ser cobertos pelo seguro de vida. A seu ver, a população tem recursos para adquirir seguro. “O prêmio mensal de uma apólice pode custar o mesmo que um serviço de streaming”, disse. 

O novo papel do corretor

Diretor do Instituto MVP (Minha Vida Protegida), Ricardo Tarantello falou sobre o orgulho de atuar para conscientizar sobre o seguro de vida. Para melhorar a oferta, ele avalia que o corretor deve ir além da especialização, se tornando nexialista, assumindo a oferta de seguros distintos e até de investimentos. Na sua avaliação, o mercado está em transformação e as novas coberturas em vida têm contribuído para isso. “Hoje, não precisamos mais falar em morte, ficou gostoso falar de seguro de vida”, disse.  

Vida em transformação

O mediador Marcos Salum perguntou aos convidados como resolver o problema da baixa penetração. Karina Batistuti reconheceu que ainda falta cultura do seguro. “Temos de levar o seguro para as escolas”, disse. Outra questão debatida foi sobre como aumentar o número de corretores no ramo. Para Fabio Magalhães, os corretores detêm a confiança do cliente. “Então, aproveitem e façam a oferta”, disse.

No encerramento, Marcos Salum avaliou o debate: “Estão chegando novas modalidades e coberturas em vida, que tangibilizam o produto e derrubam o antigo tabu de se falar sobre seguro de vida”. Para o presidente do CVG-SP, o evento foi excelente. “O Café CVG-SP mostrou a evolução do seguro de vida e as mudanças nos processos para facilitar a venda do corretor”, disse Anderson Mundim.