Cresce interesse de resseguradoras por risco cibernético na América Latina, revela estudo da Marsh

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Os preços dos seguros comerciais na América Latina aumentaram 8% no quarto trimestre de 2023, em comparação com os 10% do trimestre anterior e contra um 2% no nível global, segundo o estudo Índice do Mercado de Seguros Globais publicado pela Marsh, líder global em corretagem de seguros e consultoria de riscos, um dos negócios da Marsh McLennan. Este é o vigésimo quarto trimestre consecutivo no qual se observa um aumento nos preços dos seguros comerciais.

O risco cibernético é um dos destaques. O estudo revela que o interesse dos resseguradores no seguro cibernético está crescendo na América Latina, de modo que as taxas aumentaram apenas 3%, traz o estudo da corretora Marsh. É o que revela oOs autores afirmam que há um interesse crescente por parte dos resseguradores, especialmente do Reino Unido, em compreender melhor a região da América Latina. Isso permite uma melhor negociação das condições técnicas e a possibilidade de limites mais elevados.

De acordo com o estudo, a maioria dos clientes experimentou aumentos nas tarifas. As empresas consideradas pelas seguradoras como tendo bons controles de segurança cibernética e políticas de gestão de risco, em linhas gerais registraram aumentos menores.

“Num momento de grande incerteza econômica global, os clientes valorizarão a estabilidade nas taxas de seguros, especialmente no que diz respeito às exposições de ativos físicos. Além disso, há uma maior concorrência entre as seguradoras por riscos bem gerenciados. Dado que o ano de 2024 apresenta desafios geopolíticos e econômicos significativos, estamos trabalhando em estreita colaboração com os nossos clientes e parceiros de negócios, para desenvolver soluções que lhes permitam ser mais resilientes diante dos acontecimentos globais e a tirar partido da melhoria constante das condições de mercado”, afirma Ernesto Díaz, Líder de Placement da Marsh Latin America. 

De acordo com Maria Eduarda Araujo, diretora de Placement da Marsh Brasil, o setor de seguros está passando por uma mudança em direção a um mercado mais favorável para a maioria das linhas de negócio. “Como resultado, as principais seguradoras estão ajustando suas estratégias e demonstrando maior interesse e apetite por riscos que apresentam uma cultura de seguros bem desenvolvida e resultados satisfatórios. Adaptar-se ao cenário em constante mudança e adotar estratégias que priorizem a gestão de riscos, excelência no serviço e soluções centradas no cliente serão fundamentais para alcançar o sucesso nesse ambiente altamente competitivo.”

Na América Latina, o relatório destaca que os seguros patrimoniais aumentaram em 6%, em comparação com os 8% do trimestre anterior, mostrando o primeiro decréscimo em 20 trimestres da série histórica do relatório. No Brasil, as seguradoras reduziram a capacidade para riscos com limites elevados e registros de perdas.

No Chile, o aumento da concorrência entre as seguradoras levou a reduções nas taxas em alguns setores empresariais, como hotéis, construção e universidades. No México, as seguradoras continuaram a avaliar as taxas de exposição a catástrofes (CAT) após o furacão de categoria 5 que atingiu Acapulco no final de outubro de 2023.

Já os preços dos seguros de responsabilidade civil aumentaram 11% no terceiro trimestre, em comparação com 15% no trimestre anterior. Os aumentos da responsabilidade civil no setor automotivo foram decorrentes da inflação e do aumento de acidentes e furtos. “As organizações de risco que exigem capacidade facultativa ou diferentes estruturas de subscrição de seguros também registaram uma ligeira redução nas taxas devido à participação de seguradoras internacionais, novas capacidades de resseguro e concorrência local”, comentam os autores em nota enviada à imprensa.

Quanto aos preços dos seguros de linhas financeiras e profissionais, o estudo identificou queda de 2%. “A diminuição deve-se em parte ao aumento da concorrência entre as seguradoras por share de mercado, bem como à entrada de novas oportunidades no mercado. Observou-se uma mudança notável por parte das seguradoras em termos de interesse em subscrição para cobrir riscos geopolíticos, tecnológicos e ESG”.

Artigo: O que os clientes buscam nos seguros hoje?

Por Nuno David, diretor comercial e de marketing da Mag Seguros

A pandemia acelerou transformações no comportamento e nas expectativas dos consumidores, tornando ainda mais complexo o desafio de atender a demandas cada vez mais personalizadas.

Mas o que motiva a decisão de um cliente ao escolher uma seguradora? Vejamos os aspectos sociais, culturais e pessoais que influenciam essa escolha, revelando insights para desenvolvermos estratégias de vendas mais eficazes e relações duradouras com os clientes.

Fatores sociais e culturais na decisão de compra

Houve uma redefinição de prioridades desde a pandemia. Segundo a Pesquisa Globo – Mercado de Seguros, 72% dos entrevistados passaram a dar mais importância à segurança financeira de suas famílias, enquanto 73% se tornaram mais atentos à saúde.

Esses números refletem uma mudança na mentalidade coletiva, com a proteção e o bem-estar assumindo um papel central.

O setor de seguros deve compreender que fatores como a valorização da família e o cuidado com o futuro dos filhos influenciam a contratação de seguros saúde ou de vida. Desse modo, podemos criar mensagens e produtos compatíveis com esses valores.

Além disso, a confiança na marca e a percepção da solidez da seguradora são aspectos valorizados, com 61% dos clientes de seguros preferindo marcas que se preocupam com o meio ambiente e 60% optando pelas que se engajam com ações sociais.

Quanto à preocupação com diversidade e inclusão, 55% dos clientes de seguros observam esse fator ao decidir se vão se relacionar com uma marca.

Para nos conectarmos com o público, nossas estratégias de comunicação e marketing devem reforçar a segurança e a confiabilidade de nossas empresas.

Preferências e comportamentos pessoais

Centro de Expertise Setorial em Financial Services do Grupo Globo publicou dados comportamentais interessantes: 85% das pessoas que têm algum tipo de seguro não gostam de ter dívidas, ao passo que esse número cai para 75% quando se considera a média da população.

Com relação a gastar dinheiro de maneira criteriosa, a proporção é de 80% no primeiro grupo e 73% no segundo. Tais números sugerem um perfil de cliente consciente, que valoriza a segurança e a previsibilidade no planejamento financeiro.

Como esses insights podem nos ajudar? Por exemplo, um cliente com aversão a dívidas pode ser mais receptivo a benefícios voltados para a estabilidade financeira. Alguém que gasta com cuidado pode valorizar seguros com excelente custo-benefício e clareza nas coberturas oferecidas.

Para aumentar as chances de conversão e fortalecer a fidelidade a nossas marcas, é essencial incorporarmos esses fatores ao desenvolvermos produtos e ao nos comunicarmos com o nosso público.

Estratégias de vendas e personalização de produtos

Os dados do Grupo Globo revelam uma oportunidade: 60% dos clientes estariam dispostos a trocar de seguradora por ofertas mais personalizadas. Isso indica uma demanda por produtos que atendam especificamente às necessidades individuais do consumidor e chamam atenção para as possibilidades que o Open Insurance trará.

A sobreposição de produtos de seguros também oferece insights. Por exemplo, entre os clientes com seguro de saúde, muitos têm outros seguros:

  • 57%: seguro auto,
  • 60%: seguro residencial,
  • 59%: seguro de vida,
  • 67%: previdência privada.

Isso sugere que podemos criar estratégias como oferecer pacotes personalizados atendendo a múltiplas necessidades.

É interessante considerar também como os clientes se informam sobre seguros e os contratam. 27% se informam através de corretores, 26% nos sites das empresas e 23% em buscadores como o Google. Vemos assim a importância de uma comunicação multicanal, alcançando os clientes onde eles se sentem mais confortáveis.

Os números também nos ajudam a tirar conclusões sobre a necessidade de garantirmos a facilidade de contratação: 37% preferem contratar diretamente com o corretor, 23% pelo WhatsApp e 19% por telefone. É evidente que simplificar o processo para o cliente deve ser uma de nossas prioridades.

Não há dúvidas de que o setor de seguros deve entender profundamente o cliente. Alinhando nossas ofertas com as necessidades do consumidor, aumentamos as chances de sucesso e fortalecemos a confiança e a fidelidade a nossas marcas.

Quais estratégias você vai adotar para alcançar seus objetivos?

HDI Auto dá condições diferenciadas para empresas parceiras e funcionários

Fonte: HDI

Para crescerem em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, as organizações devem buscar soluções acessíveis, além de benefícios diferenciados para seus colaboradores, que ofereçam proteção e praticidade. Nesse contexto, a HDI Seguros possui um produto focado na proteção dos veículos de funcionários de empresas privadas, que oferece condições especiais de custo e parcelamento. 

O HDI Auto Funcionário foi desenvolvido com o objetivo de oferecer uma oportunidade de negócios para os corretores e seus clientes que possuam uma empresa privada e tenham intuito de oferecer a seus colaboradores a opção de contratação de seguro automóvel, com custo mais atrativo em comparação aos seguros tradicionais, oportunidade de parcelamento facilitado e ausência de juros na hora da contratação, além de poder ser estendido a familiares, como pais, filhos e cônjuges (mediante análise e aprovação). 

A contratação é realizada pelo funcionário, com a intermediação do corretor, de acordo com sua necessidade, sendo totalmente customizável e com emissão de apólice individual, característica que reforça a flexibilidade do produto para se adequar à rotina do segurado. 

O produto conta com Indenização Parcial e Completa e com coberturas especiais, que englobam colisão, incêndio, roubo e furto, danos materiais e corporais a terceiros, além de acidentes pessoais de passageiros. Também possui coberturas adicionais com opção de até 3 planos de assistência 24h, que podem ser contratadas para veículos leves, pick-ups nacionais e importadas, e motos. 

“Trazemos para o mercado um portfólio grande de produtos que oferecem segurança, praticidade e acessibilidade, visando atender às mais diferentes demandas e realidades de nossos clientes. Com o HDI Auto Funcionário, oferecemos o seguro ideal para funcionários de empresa parceira do corretor de seguros, que buscam garantir a proteção de seus veículos com ótimo custo-benefício, o que proporciona um estreitamento da relação entre empresa e funcionário”, avalia Carla Oliveira, Diretora de Automóvel da HDI Seguros.

Tokio Marine renova parceria com Felipe Massa para 2024

Pelo terceiro ano consecutivo, a Tokio Marine será a patrocinadora do piloto Felipe Massa na temporada da Stock Car Pro Series. A parceria prevê que a logomarca da Seguradora estará estampada no macacão, no capacete, em painéis do box da equipe e no carro do piloto em todas as etapas da modalidade até o final do ano. Massa também participará de ações de relacionamento e ativações e, mais uma vez, será o garoto propaganda da campanha de mídia da marca.

Segundo o Diretor de Marketing e Estratégia de Crescimento, Flávio Otsuka, a relação entre a Tokio Marine e Felipe Massa decorre da sinergia entre a missão da Companhia de prover segurança para pessoas e empresas e a preocupação do piloto com proteção. “Temos em comum o propósito de conscientizar a sociedade sobre a importância de estar seguro e protegido. Estamos muito felizes em manter o patrocínio ao Felipe”, afirma o executivo.

A temporada 2024 da Stock Car começa em Goiânia, no dia 3 de março.

“É uma honra estar pelo terceiro ano seguido com a Tokio Marine, manter essa relação bastante positiva, sempre passando a importante mensagem de segurança e proteção nas pistas e no trânsito”, declara Felipe Massa.

Icatu Seguros bate recorde de vendas e lucro ancorada em uma gestão ativa com parceiros e educação financeira

Luciano Soares CEO da Icatu Seguros
Divulgação

Depois de anos investindo em tecnologia e pessoas, a Icatu Seguros colhe os resultados, embalados também pela maior preocupação das pessoas em ter uma reserva financeira. A seguradora especializada em seguros de pessoas e títulos de capitalização fechou o ano de 2023 com um resultado recorde nos 32 anos de atuação da companhia. O lucro líquido chegou a R$ 351 milhões, crescimento de 23% em relação ao ano anterior. O faturamento chegou próximo a R$ 13 bilhões (R$ 12,9 bilhões), avanço de 21%. 

De janeiro a dezembro, a companhia cresceu 21% em seguro de vida, 27% em contribuições para a previdência e 10% em capitalização, em relação a 2022. No período, a companhia alcançou R$ 58,8 bilhões de ativos sob gestão, com mais de 10 milhões de clientes ativos, 39 filiais, uma força consultiva de mais de 9 mil corretores, e mais de 300 parceiros entre bancos, cooperativas, varejistas, insurtechs e fintechs.

“Todas as linhas de negócios alcançaram crescimentos históricos”, comemora o CEO Luciano Soares, no comando desde abril de 2023 e que atuava há mais de uma década no Conselho de Administração da seguradora. Em conversa com o Sonho Seguros, o executivo credita o bom desempenho ao foco em eficiência operacional, ampliação da estratégia de diversificação do negócio e a aposta da companhia em inovação de produtos e serviços. 

Além dessas iniciativas, apoio em ações de educação financeira para o público final e gestão participativa rendem elogios dos parceiros de negócios, entusiasmados com a pró-atividade da Icatu em trazer soluções para que os canais de distribuição estimulem a base de clientes a se interessar por proteção financeira que os ajudem a manter um orçamento positivo nos vários ciclos de vida.

“Os números expressivos de 2023 são reflexo de uma estratégia consistente, de longo prazo, e resultado do nosso olhar atento para as transformações do mercado segurador e demandas da sociedade brasileira. No último ano, avançamos em atualizações e inovações em nosso portfólio de produtos, serviços e soluções. Acredito na gestão estratégica da companhia, orientada à contínua diversificação da nossa atuação, para manter os patamares sustentáveis de crescimento ao longo dos anos”, afirma Soares

E a estratégia deu resultado. No ramo de vida, a Icatu bateu recorde de R$ 4,2 bilhões em prêmios retidos, evolução de 21% em relação a 2022, resultado acima do mercado, cujo aumento foi de 9,5% no mesmo período. São destaques o crescimento dos produtos de vida individual, com 90%, e do Icatu Vida PME, modalidade em grupo voltada para pequenas e médias empresas, com 27%.

Soares destaca o desenvolvimento de um seguro de vida com jornada 100% digital, que agradou tanto os canais de distribuição como os clientes. O produto pode ser embutido na plataforma de diversos parceiros de forma simples e intuitiva, por meio do portal de APIs. “Um dos diferenciais da Icatu é a capacidade de se conectar aos mais diversos canais de distribuição. Temos de entender, respeitar e ajudar o canal a trabalhar. Podemos ter o melhor produto do mundo, mas se ele não chegar ao consumidor final, de nada adianta”, pondera Soares.

Em sua opinião, tudo passa por um processo de educação financeira. “Precisamos dar informações e ver o que mais faz sentido para cada consumidor, pois os nossos produtos envolvem diversas fases da vida de cada individuo. E não está relacionada a idade cronológica. E sim em quando tem filhos, quando constituiu uma família, se mudou de família. Temos de entender a percepção do imponderável da vida e ajudar cada um a se proteger dentro da sua realidade marcada por mudanças constantes. A calibragem dos produtos, não limitado a cobertura de morte, e a acumulação, com previdência e capitalização precisa ser revisto. Se fez algo há 20 anos, certamente tem uma necessidade de ajuste no hoje”, comenta.

Esta bagagem de conhecimento compartilhada com a base de clientes e o investimento em um portfólio de fundos diversificado, que garante a possibilidade de alocação para qualquer perfil de cliente ajudaram a impulsionar o crescimento em previdência. As contribuições alcançaram R$ 6,1 bilhões, avanço de 27% em relação a 2022, e as reservas avançaram 6%, para R$ 52,7 bilhões. São mais de 400 fundos – 150 deles de grade – de renomados gestores do país. “A gestão desta linha de negócio é refletida no crescimento expressivo no volume captado e nas reservas. São resultados que se sobressaem diante de uma estratégia de negócio consistente ao longo dos nossos mais de 30 anos de companhia”, acrescenta Soares.

Em capitalização, a Icatu faturou R$ 2,6 bilhões, evolução de 10% em relação a 2022. O volume de provisões ficou na ordem dos R$ 3,8 bilhões. No período, retornou aos clientes cerca de R$ 2,1 bilhões. Entre as estratégias para o segmento, a companhia tem investido na garantia locatícia via título de capitalização, que registrou crescimento de 25% em 2023.

Soares está otimista com o produto Dupla Garantia, lançado em novembro. “É uma solução inédita no mercado que combina os benefícios do Garantia de Aluguel com o seguro prestamista e que. traz muitos benefícios ao cliente. Sabemos que toda inovação tem o seu período de maturação e temos a certeza de que este produto será bem sucedido pelos benefícios que traz neste cenário onde o fiador de imóvel é um personagem em extinção”, comentou. Atualmente, a modalidade representa 28,4% da carteira de capitalização da Icatu.

Para 2024, o otimismo é ainda maior. Além de um cenário de melhora da economia, de consumidores com dívidas renegociadas e, portanto, mais atentos a importância de poupar para emergências, a Susep (Superintendência de Seguros Privados) traz novas regras que devem estimular o segmentos de pessoas. “Temos muitas mudanças que visam tornar os produtos mais simples e acessíveis para a população e que também estimulam ainda mais a competição entre as companhias do setor”, avalia.

Uma delas é a possibilidade de o consumidor definir os parâmetros da renda no período que antecede o seu recebimento, escolhendo como quer receber o benefício. Também poderá optar por uma renda enquanto mantém os aportes ao plano e assim aproveitar taxas de mercado em momentos favoráveis, além de definir a tributação no final e não mais na entrada no plano.

A Susep também regulamentou que a reserva previdenciária pode ser dada como garantia de empréstimos. Mas a adesão automática de funcionários nos planos de previdencia oferecidos pelas empresas é o que mais chama a atenção de Soares. Hoje a previdência privada tem 11 milhões de clientes no sistema previdenciário e a grande maioria clientes individuais.

“Era uma medida esperada pelo setor há anos e passou despercebida por muitos, mas eu acredito que ela trará um impacto positivo para o setor no médio e longo prazo”, afirma. Segundo ele, a adesão automática está ligada a finanças comportamental. Ao tomar a decisão pelos trabalhadores, dando a faculdade de sair ao invés da opção na hora de entrar, faz com que as pessoas se sintam mais seguras e é comprovado que isso gera melhor compreensão da importância do produto de acumulação de renda. O que se tornar um benefício para toda a sociedade, que cada dia mais entende que os governos não conseguirão arcar com um valor de aposentadoria que todos almejam”.

Brasilprev lança solução digital para auxiliar clientes na utilização dos recursos financeiros acumulados

sandro bonfim Brasilprev
divulgação

Fonte: Brasilprev

A Brasilprev está, mais uma vez, inovando ao criar a plataforma Jornada Digital Minha Renda, que visa auxiliar os clientes a utilizarem de forma otimizada os recursos acumulados para seus projetos de vida. Essa iniciativa, desenvolvida pela área de Desacumulação, é um autosserviço acessível pelo site da empresa.

“Estamos em constante busca por uma maior personalização de nossas consultorias, visando atender aos objetivos específicos de cada cliente”, afirma Sandro Bonfim, superintendente de Produtos da Brasilprev. “Queremos ajudá-los a tomar decisões importantes, levando em consideração fatores como o aumento da longevidade, algo crucial nessa equação.”

Segundo Bonfim, a plataforma possibilita aos participantes a realização de simulações antes de finalizarem a contratação digital, mas também permite a consulta humanizada, caso os clientes tenham dúvidas no processo. “Após a escolha, os participantes entram automaticamente em nosso programa de relacionamento, recebendo a certificação de contratação da renda e comunicações periódicas, como o extrato de pagamentos da renda, por exemplo.”

Serviço tem sido bem avaliado

Implementada pela Brasilprev em abril de 2023 em formato piloto, a Jornada Digital Minha Renda, passou inicialmente por uma avaliação de resultados tecnológicos, integrações e ajustes. Em julho, houve um aumento nas comunicações para estimular os clientes a acessarem a plataforma, resultando em apoio por telefone ou presencial, com resultados animadores. Entre abril e dezembro do ano passado, mais de 200 participantes utilizaram a jornada, realizando em média 10 simulações por participante, que resultaram em 95 contratações, com uma taxa de conversão de 34%. O Net Promoter Score (NPS) aferido pela jornada foi de 67, indicando uma boa receptividade do serviço pelos usuários.

Olho no futuro

De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), o Brasil possui aproximadamente 14 milhões de planos de previdência privada contratados, sendo que apenas 54 mil estão atualmente recebendo algum tipo de renda. A Brasilprev, com 2,6 milhões de participantes em todo o país, estima que cerca de 100 mil pessoas devem atingir a data de aposentadoria em 2024 (ou já atingiram), porém ainda não decidiram como utilizar os recursos acumulados.

Neste cenário, o lançamento da Jornada Digital Minha Renda pela Brasilprev reflete a visão de futuro da empresa, considerando o grande número de potenciais clientes que em breve entrarão na fase de desacumulação, uma etapa natural do ciclo de vida do produto previdência. Embora a consultoria nesta fase já fosse oferecida pela empresa, a novidade é a sua transformação em um serviço totalmente digital. Este projeto demonstra a preparação da companhia para contribuir com a modernização, crescimento sustentável e maior visibilidade da indústria brasileira de previdência complementar aberta.

“Em 2024, a Brasilprev continuará aprimorando a Jornada Digital Minha Renda, implementando outras ferramentas, visando garantir a melhor oferta de renda, comparativo de impostos, sugestão de renda de acordo com o perfil do cliente. Para isso, estamos investindo nossos reforços na construção de modelos analíticos para aperfeiçoar nossas interações com os clientes. 

Afinal, o momento de utilização da reserva necessita de muito planejamento e equilíbrio entre o seu estilo de vida atual e o seu futuro”, completa Sandro Bonfim. 

Cenário – Além dos desafios internos para promover uma escolha consciente, existente também o Novo Marco da Previdência, que irá abrir um leque de opções e tipos de utilização da reserva. O que irá garantir aos clientes novas opções e formas de flexíveis de utilização da reserva e, como desafio – a Jornada Digital Minha Renda deverá transpor esses novos produtos de forma simples e objetiva para os seus clientes.

CNseg e UNEP FI lançam projeto inédito de ESG no Brasil

cnseg Dyogo Oliveira

Fonte: CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) promoveu nesta quarta-feira, dia 28 de fevereiro, um workshop para divulgar oficialmente as principais conclusões do projeto “Construindo Seguros para a Transição Climática”. O evento contou com a presença de autoridades da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI), bem como de executivos do mercado de seguros e especialistas em sustentabilidade. 

Durante sua participação, Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, frisou que o mundo olha com mais atenção para a possibilidade de contribuição do setor de seguros no combate aos impactos causados pela transição climática. O executivo também lembrou que os temas relacionados à sustentabilidade têm um espaço importante na agenda da Confederação. “Justamente por sua relevância, estamos trabalhando para implementar uma segunda fase do projeto, a qual abordaremos os riscos de transição e daremos mais profundidade na ferramenta, com foco no seguro rural e dando granularidade em alguns outros riscos”. 

A primeira fase do projeto foi elaborada com base na contribuição de 21 das principais seguradoras da Brasil, o documento representa um exercício inicial para avaliar os riscos climáticos de forma integrada, além de apoiar as seguradoras na conformidade com os requisitos da circular nº 666 da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Além do relatório, o projeto resultou no desenvolvimento de duas ferramentas. 

Mapa de Calor de Riscos Climáticos Físicos mensura a exposição das capitais brasileiras e demais cidades selecionadas aos 11 principais riscos climáticos físicos. Já a ferramenta de Projeção de Perdas Seguradas para Cenários de Inundações Urbanas no Brasil utiliza dados históricos das seguradoras, examinados com parâmetros fixos, científicos e estatísticos, para mensurar potenciais impactos econômicos provocados por catástrofes naturais. 

Ana Paula de Almeida Santos, diretora de sustentabilidade e relações de consumo da CNseg, aproveitou o encontro para destacar os três grandes objetivos do roadmap de sustentabilidade da entidade a médio e longo prazo que são: promover uma transição justa para a economia de baixo carbono; promoção de uma sociedade mais resiliente às mudanças climáticas e promover a inclusão e combate às desigualdades. A Confederação já trabalha em projetos relacionados a todos os objetivos. 

O evento contou com a participação de especialistas renomados, incluindo Butch Bacani, líder da Iniciativa de Seguros Sustentáveis (PSI) da Organização das Nações Unidas; Fernando Libano, Technical Officer/Susteinable Finance da OIT; Paula Peirão, coordenadora regional associada para a América Latina e Caribe da UNEP FI; Laurindo dos Anjos, diretor da Caixa Residência; Beatriz Ferrari, gerente de Finanças Sustentáveis do NINT; e Pedro Werneck, especialista ASG da CNseg.

Sobre o projeto

O “Construindo Seguros Para Transição Climática” foi uma iniciativa focada na capacitação sobre os impactos físicos das mudanças climáticas, visando impulsionar estratégias de gestão de riscos e oportunidades climáticas, assim como compreender seus potenciais impactos financeiros para o setor de seguros brasileiro. Alinhado com os objetivos do Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS), a ação foi desenvolvida por meio da parceria entre UNEP FI e Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), com apoio técnico do ERM NINT, e faz parte de uma esteira de compromissos assumidos pelo setor de seguros com a agenda de sustentabilidade e com endereçamento de questões climáticas.

Para acessar o projeto “Construindo Seguros para a Transição Climática”, o mapa de calor de riscos e danos climáticos físicos no Brasil ou solicitar acesso à ferramenta de cenários de perdas climáticas por inundações urbanas clique aqui

FenaCap divulga balanço de 2023 com crescimento em todas as regiões

Fonte: Fenacap

A Capitalização registrou 5,6% de evolução na arrecadação de 2023, comparando ao desempenho do ano anterior. Segundo a FenaCap (Federação Nacional de Capitalização),   foi registrado crescimento em todas as regiões do País, totalizando R$ 30 bilhões em arrecadação e R$ 24,6 bilhões entre resgates e sorteios pagos, com um  repasse recorde de R$ 1,6 bilhão para a instituições do terceiro setor via Filantropia Premiável.

No mesmo recorte, a região Sudeste continua com a maior participação, com 56,2%, seguida pelas regiões, Sul (18,7%), Nordeste (11,2%), Centro-Oeste (9,4%) e Norte (4,5%). Em 2023, além de diversos Projetos de Lei aprovados, a FenaCap também  realizou o estudo “Estimativa de Mercado para Capitalização”, no qual foram apresentadas possibilidades ainda mais arrojadas para o segmento, com previsão de arrecadação três vezes maior do que a atual, totalizando R$ 89 bilhões, por ano.  

Para o diretor-executivo da FenaCap, Carlos Alberto Correa,   o comportamento positivo acompanha uma atuação constante em prol do segmento, com o cliente no centro das estratégias de negócio. “A população está cada vez mais atenta aos diversos usos dos nossos produtos, o que impacta diretamente no nosso desempenho.  Podemos destacar inúmeras conquistas de 2023, como o valor recorde de reservas técnicas, totalizando R$ 39,5 bilhões.  

Também nos empenhamos nas discussões para desenvolvimento do setor, com negociação direta sobre projetos de lei aprovados, garantindo ainda mais segurança jurídica às partes envolvidas. Com 94 anos de história, a Capitalização vive  momento especial e, sem dúvida, avançará ainda mais nos próximos anos”, comenta Carlos Alberto. 

Para 2024, a Federação estima manter o bom desempenho do setor, progredindo ainda mais. “Estamos sempre atentos a novas oportunidades, oferecendo produtos cada vez mais alinhados a diversos perfis de consumidores. A consequência deste trabalho se apresenta na robustez do segmento, com números cada vez mais expressivos e uma penetração maior da Capitalização em diversas faixas etárias e classes sociais”, reforça o diretor-executivo. 

Participação das regiões na arrecadação do setor (em bilhões): 

Tokio Marine lança SuperApp para os Corretores

Tokio Marine Seguradora Sergio Miotto

Fonte: Tokio

Com inovação como um dos pilares de sua estratégia de negócios, a Tokio Marine anuncia o lançamento do SuperApp do Corretor. O novo aplicativo é mais uma iniciativa da plataforma Brokertech, que tem o objetivo de disponibilizar aos Parceiros da Companhia, soluções cada vez mais digitais para auxiliá-los a fomentar os negócios. O novo aplicativo chega para simplificar o dia a dia dos Corretores e Assessorias, possibilitando que tenham na palma das mãos as principais funcionalidades do Portal do Corretor.

O Diretor de Tecnologia da Tokio Marine, Sérgio Miotto, explica que o SuperApp promove a inclusão digital dos Corretores ao oferecer uma série de benefícios, entre eles o de agilizar os processos operacionais. “Nosso desafio inicial era criar uma interface que incorporasse novas tecnologias, sem deixar de ser atraente e intuitiva. O resultado é um aplicativo leve, de fácil navegação e que agrega funções de outros canais digitais”, destaca.

Desenvolvido pela equipe do laboratório de Inovação da Tokio Marine no Brasil, em parceria com a empresa CBYK, o aplicativo está disponível para dispositivos Android e iOS, dando autonomia para o Corretor gerenciar processos e carteiras dos Clientes de qualquer lugar. Com ele, é possível administrar e realizar pagamentos, conferir propostas e endossos, registrar e acompanhar sinistros, abrir chamados de Assistência 24 horas, consultar renovações e fazer cotações de todos os produtos. 

“É uma grande satisfação celebrar o lançamento do SuperApp para Corretores em parceria com a Tokio Marine. Nossa parceria, já firmada em outros projetos, tem gerado muitos resultados, como esse que proporciona autonomia aos corretores na gestão de clientes. Nosso compromisso contínuo com Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) reflete nosso empenho em agregar ainda mais valor às demandas dos nossos clientes. Estamos ansiosos por mais conquistas juntos!”, Ricardo Lopes, sócio-diretor comercial da CBYK. 

Inovação – A operação brasileira da Tokio Marine é uma das líderes em inovação e novas tecnologias entre os 46 países nos quais o Grupo Tokio Marine atua. Anualmente, a Companhia investe cerca de R$ 140 milhões em projetos de tecnologia com ênfase em Inteligência Artificial, Data Science e Big Data, entre outros, que agilizam os processos internos, sustentam o crescimento e facilitam o dia a dia dos Parceiros de Negócios e Segurados. “Na Tokio Marine, a adoção de novas tecnologias a serviço da transformação digital e da automação de processos é peça-chave para garantir a agilidade e prover um atendimento eficiente para nossos públicos em todas as plataformas”, conclui Sérgio Miotto.

Zurich lança campanha Vida PME para incentivar a contratação do seguro 

zurich seguros marcio benevides

Fonte: Zurich

Para incentivar a contratação do seguro de vida para pequenas e médias empresas, a Seguradora Zurich lança a campanha de vendas chamada Mais Vida PME. A campanha, com vigência entre 1º e 31 de março de 2024, tem como objetivo fomentar as vendas motivando os corretores a operarem ainda mais com o produto, com uma remuneração extra que pode chegar até a R$ 700 por apólice emitida, valor maior do que a edição passada.  

O mercado de vida PME tem um grande potencial de negócios para o corretor de seguros. De acordo com o Mapa de Empresas, elaborado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), o Brasil registrou até início de fevereiro mais de 1,2 milhão de empresas de pequeno porte ativas. 

“Nosso objetivo com essa edição da campanha é dar ao corretor a possibilidade de novas oportunidades de negócios, além de diversificar o portfólio e criar uma perspectiva de relacionamento de longo prazo com seus clientes, entendendo as necessidades de proteção que as empresas e seus colaboradores apresentam”, diz Marcio Benevides, diretor executivo de distribuição da Zurich.  

Benefícios para o cliente 

Voltado a companhias de 3 a 500 funcionários, o Zurich Vida Empresa PME é um seguro de vida que oferece diversos  benefícios como indenizações por morte e invalidez; proteção para cônjuge e filhos dos colaboradores; cesta natalidade, que garante o fornecimento de um cartão alimentação ao beneficiário após o nascimento do(a) filho(a) para auxiliar na compra de itens de higiene e alimentação; e até verbas rescisórias, para auxiliar as empresas com o reembolso das despesas em caso de morte do colaborador.   

Daniela Cruz, superintendente de produtos Vida, Previdência e Capitalização da Zurich, destaca que o produto ainda permite a contratação do serviço de telemedicina, o que é vantajoso para empresas que nem sempre possuem benefícios voltados à saúde de seus colaboradores.   

O produto PME da Zurich oferece aos clientes quatro opções de capital segurado: Capital Global, Uniforme, Escalonado ou Múltiplo Salarial. “Conseguimos trabalhar em diferentes nichos de atividades de empresas, desde comércio e serviço até siderurgia, por exemplo”, explica Daniela. 

As empresas que fazem a contratação podem usar o benefício de abater no imposto de renda como despesa operacional, além de ser uma estratégia importante na retenção de talentos, dado a relevância de poder contar com um benefício repleto de vantagens.   

Pesquisa Datafolha a pedido da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), aponta que o plano de saúde (81%) é o principal benefício para o trabalhador, seguido por seguro de invalidez ou incapacidade (75%). 

“Uma das características mais marcantes do seguro oferecido pela Zurich é o fato de que o nosso Vida PME se adequa ao perfil e às necessidades de cada empresa e foi desenvolvido para resguardar os pequenos empresários e seus colaboradores dos imprevistos do dia a dia”, destaca Daniela.