Mapfre é patrocinadora da Girl Power Run 2024 

tatiana Cerezer mapfre

A seguradora Mapfre é uma das patrocinadoras da Girl Power Run 2024, corrida voltada exclusivamente para mulheres que ocorre no dia 17 de março no Parque Villa-Lobos, em São Paulo. Com trajetos de 5k e 10k, a ação acontece pela terceira vez na capital paulista com o objetivo de fazer com que as participantes sejam protagonistas de suas próprias jornadas, fortalecendo ainda mais a ideia de que são donas de seus próprios caminhos.

A proposta da prova, que espera atingir um número de 8 mil participantes, vem ao encontro dos objetivos da companhia em incentivar iniciativas que promovam saúde, igualdade de gênero, bem-estar físico e emocional. A ação também é uma oportunidade para novas experiências e troca de conhecimentos. 

“Para nós na MAPFRE, é fundamental apoiar iniciativas como a Girl Power Run, que promovem saúde, bem-estar, esporte e a igualdade de gênero, fatores extremamente relevantes para o desenvolvimento da nossa sociedade. Estamos muito contentes em fazer parte de uma ação tão valiosa, que incentiva mulheres à prática do exercício físico, do empoderamento e de enfrentar novos desafios.”, destaca Tatiana Cerezer, diretora de Comunicação e Marketing da companhia. 

A Mapfre terá um estande exclusivo para receber todas as convidadas da companhia, além de ativações que estarão abertas para todo o público da corrida. Dentre elas está a apresentação do ELA, programa lançado pela companhia cujo foco é na saúde da mulher. O produto oferece assistências adicionais para o universo feminino e contempla benefícios para todas as fases da vida das mulheres, como juventude, casamento, gravidez e longevidade, por exemplo. 

O kit básico da Girl Power Run 2024 contém uma camiseta, uma sacola e uma medalha (após a realização da prova), com premiações para as três primeiras colocadas de cada categoria. As inscrições e mais informações sobre o evento estão disponíveis no site oficial da prova. 

Somente 15% dos brasileiros que possuem seguros têm Previdência Privada

Estevão Scripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência.

Embora o Brasil seja um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo, o investimento em uma vida mais tranquila na idade madura ainda é reduzido na população brasileira, mesmo entre quem já conta com recursos de proteção. Uma pesquisa realizada pela Bradesco Vida e Previdência revela que, entre as pessoas que possuem algum tipo de seguro, apenas 15% declararam ter um plano de previdência privada, enquanto outros 10% afirmaram que pretendem adquirir, mas ainda não o fizeram.

“Apesar de a sociedade brasileira estar ficando cada vez mais longeva, vemos que o planejamento financeiro de longo prazo ainda se restringe a uma parcela modesta da nossa população. Segundo dados da Fenaprevi, somente cerca de 8% das pessoas possuem previdência privada. Para que se tenha uma ideia, países com níveis educacionais e de renda mais altos chegam a ter de quatro a cinco vezes mais recursos alocados nessa modalidade de investimento em relação ao PIB do que o Brasil, o que mostra o grande desafio que temos pela frente”, destaca Estevão Scripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência.

O executivo lembra que, em 2024, a população economicamente ativa terá atingido o pico no país, tendendo a refluir em termos absolutos nos anos seguintes, enquanto a faixa etária acima de 65 anos continuará a aumentar de forma acelerada.

“Aparentemente, portanto, temos menos de 20 anos com condição demográfica favorável para redirecionar nossas estruturas educacionais, produtivas e dos sistemas de saúde e de proteção financeira, e preparar a sociedade para lidar com o novo cenário. Nesse contexto, instrumentos como a previdência privada têm um papel preponderante a desempenhar como provisão complementar de recursos às fontes públicas, cada vez mais restritas na fase pós- laboral”, enfatiza Scripilliti.

Ainda segundo a pesquisa, a adesão a esse tipo de investimento é relativamente recente: entre os entrevistados, 53% declararam que a contratação ocorreu nos últimos cinco anos. Quando perguntados sobre as principais razões que os levaram a ter um plano de previdência privada, 83% afirmaram buscar um complemento para a aposentadoria; 59%, segurança financeira; 17%, investir em um negócio próprio no futuro; 14%, aquisição de imóvel; e 12%, compra de automóvel. O levantamento também indicou que quem possui previdência privada e mantém outros tipos de investimentos opta, majoritariamente, por Poupança (56%) e CDB (44%), configurando um perfil mais conservador. 

“Embora o segmento de previdência privada tenha registrado crescimento considerável nos últimos anos, o grande desafio é expandir a cultura do planejamento financeiro de longo prazo para uma parcela mais expressiva da nossa população, incluindo os jovens, pois, quanto mais cedo se inicia esse planejamento, melhor”, conclui Scripilliti.

 Metodologia da pesquisa 

Realizada em 2023 via painel de respondentes, a pesquisa quantitativa contou com 1.000 participantes de todas as regiões do Brasil, tendo como objetivo mapear o comportamento dos segurados em relação a diversas categorias, como bens, saúde física e financeira. A iniciativa está alinhada à missão do Grupo Bradesco Seguros de disseminar a cultura de proteção no país. 

Allianz fatura € 161,7 bi e lucra € 9,1 bi em 2023, alta de 5,5%

A Allianz reportou lucro operacional e lucro líquido para o quarto trimestre e para o ano inteiro de 2023, marcando um desempenho recorde para a gigante dos seguros. Em 2023, o volume total de negócios da Allianz aumentou 5,5%, para 161,7 bilhões de euros, com o segmento de bens e acidentes liderando esse crescimento devido aos efeitos positivos de preços e volume, e ao forte apoio do segmento de vida e saúde, particularmente nos Estados Unidos. O lucro líquido básico dos acionistas avançou 30,3%, para 9,1 bilhões de euros  

No setor dos seguros patrimoniais, o volume total de negócios cresceu 8,4% para 76,5 bilhões de euros no ano, com o crescimento interno refletindo um forte desempenho, apoiado por efeitos significativos de preço e volume. O lucro operacional registou um ligeiro aumento para 6,9 bilhões de euros, apesar de um pequeno aumento no índice combinado devido ao aumento dos sinistros resultantes de catástrofes naturais.

O segmento de seguros de vida/saúde reportou fortes lucros operacionais, com o valor atual dos prêmios de novos negócios (PVNBP) para 67,3 bilhões de euros, impulsionado por volumes mais elevados nos Estados Unidos. O lucro operacional do ano aumentou para 5,2 bilhões de euros, principalmente devido ao desempenho nos Estados Unidos e em outras regiões.

Na gestão de ativos, as receitas operacionais diminuíram ligeiramente em 1,8% para 8,1 bilhões de euros no ano, embora o lucro operacional tenha permanecido sólido em 3,1 bilhões de euros. O segmento registrou entradas líquidas resilientes, com os ativos de terceiros sob gestão atingindo 1,712 bilhões de euros no final de 2023.

“A disciplina da nossa estratégia, execução e gestão de capital reforçam a nossa perspectiva de lucro operacional para 2024, a nossa nova política de dividendos e o nosso programa renovado de recompra de ações. No próximo ano, continuaremos a concentrar-nos em desbloquear os benefícios da nossa escala para aumentar ainda mais a nossa produtividade e em converter a nossa experiência do cliente num crescimento rentável para todos”, disse o CEO Oliver Bäte.

Perdas econômicas de US$ 200 bi deverão aumentar devido às alterações climáticas

As alterações climáticas terão um impacto maior nas perdas econômicas no futuro, segundo o mais recente estudo do Swiss Re Institute. Uma nova análise de 36 países classifica as Filipinas e os EUA como os países economicamente mais expostos atualmente, onde é provável que ocorra uma intensificação dos riscos devido às alterações climáticas. A economia dos EUA perde quase 0,4% do PIB (US$ 97 bilhões), enquanto as Filipinas perdem 3% do PIB (US$ 12 bilhões) causados pelos quatro perigos climáticos, estando ao mesmo tempo expostas à intensificação dos riscos no futuro.

“As alterações climáticas revelam fenômenos meteorológicos mais severos, resultando num impacto crescente nas economias. Portanto, torna-se ainda mais crucial tomar medidas de adaptação. O setor de seguros está pronto para desempenhar um papel importante, catalisando investimentos em adaptação, diretamente como investidor de longo prazo e indiretamente, através da subscrição de projetos de apoio ao clima e do compartilhamento de conhecimento sobre riscos. Quanto mais precisamente os riscos das mudanças climáticas forem precificados, maiores serão as chances de que os investimentos serão realmente feitos”, afirma Jérôme Jean Haegeli, Economista-Chefe do Grupo Swiss Re.

Com base nas conclusões do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), o novo relatório do Swiss Re Institute “Mudança climática: o calor está (ainda) ligado” analisa onde os perigos provavelmente se intensificarão e sobrepõe-os com suas próprias estimativas de perdas econômicas resultantes de os quatro principais perigos climáticos a partir de hoje. Isto proporciona uma visão das possíveis implicações econômicas diretas caso as catástrofes naturais relacionadas com o clima se intensifiquem devido às alterações climáticas.

Com perdas econômicas anuais de 3% do PIB até hoje, as Filipinas são as mais afectadas pelos quatro perigos climáticos de todos os 36 países, ao mesmo tempo que estão expostas a uma elevada probabilidade de intensificação dos riscos. Os EUA são o segundo mais exposto. Atualmente, com US$ 97 bilhões (0,38% do PIB), registra as maiores perdas econômicas em termos absolutos devido a fenômenos meteorológicos em todo o mundo e, ao mesmo tempo, uma probabilidade média de que os perigos se intensifiquem.

Em geral, os países com lacunas consideráveis na proteção dos seguros e onde o estabelecimento de medidas de mitigação e adaptação de perdas fica aquém da taxa de crescimento econômico, estão financeiramente em maior risco devido à intensificação dos riscos. As economias asiáticas em rápido crescimento, como a Tailândia, a China, a Índia e as Filipinas, são as mais vulneráveis, de acordo com o relatório.

Embora se preveja que o risco de inundações se intensifique a nível mundial, o principal factor de grandes perdas económicas relacionadas com as condições meteorológicas nos EUA, bem como no Leste e Sudeste Asiático, são os ciclones tropicais. Hoje, em termos absolutos, as perdas económicas decorrentes de fenómenos meteorológicos nos EUA são as mais elevadas do mundo, causadas principalmente por ciclones tropicais (furacões). As tempestades severas também são responsáveis por uma grande parte das perdas econômicas.

O primeiro passo para reduzir as perdas é através de medidas de adaptação. Exemplos de ações incluem a aplicação de códigos de construção, o aumento da proteção contra inundações e, ao mesmo tempo, a vigilância dos assentamentos em áreas propensas a perigos naturais. Em última análise, as perdas em percentagem do PIB de cada país dependerão da adaptação futura, da redução das perdas e da prevenção.

Inter inaugura plataforma digital de seguros para empresas 

paulo padilha banco inter

Fonte: Inter

O Inter anuncia o seguro voltado para o público PJ. Com o nome Empresa Protegida, o produto chega para expandir a oferta de serviços e potencializar o crescimento da base de clientes do Inter Empresas, que hoje já ultrapassa 1,8 milhão de contas. Esse é o primeiro seguro 100% voltado ao público PJ, o que marca a expansão de uma oferta de contratação simples, rápida e transparente, já conhecida pelos clientes pessoa física, também para o Super App Inter Empresas. 

“Com essa oferta conseguiremos atender um enorme mercado que, até então, permanecia desassistido. Mesmo sendo obrigatório por lei, menos de 30% das empresas possuem coberturas. Esse é o primeiro produto do Brasil voltado para o público PJ em que a cotação e a contratação são 100% digitais, automáticos e sem necessidade de vistoria para mais de 80 atividades econômicas” disse o diretor de Seguros do Inter, Paulo Padilha. “Nossa missão é conscientizar e facilitar o acesso de milhões de empreendedores a produtos com excelente custo-benefício e que são fundamentais à gestão de qualquer negócio”, finaliza. 

Em 2023, a operação de seguros do Inter foi responsável por uma receita de R$ 172,9 milhões, aumento de 32% em relação a 2022. Mais de 1,7 milhão de clientes finalizaram 2023 com seguros ativos, o que significa 31% a mais em relação ao ano anterior. Considerada de alta margem, a operação de seguros se consolidou com 26 produtos disponíveis para o público pessoa física e o objetivo é seguir crescendo os resultados com uma plataforma voltada também ao público PJ.

Porto dobra lucro para R$ 2,2 bilhões em 2023, sendo a vertical Seguros responsável por 86%

Paulo Kakinoff CEO da Porto

A Porto comemora os resultados obtidos em 2023, com crescimento e rentabilidade nas quatro verticais da holding: seguros, saúde, banco e serviços. O lucro líquido dobrou de um ano para outro, alcançando R$ 2,26 bilhões no ano passado, com a vertical Seguros responsável por 86%. O Retorno sobre Patrimônio Médio (ROAE) foi de 19,6% no ano. 

“Realmente foi um ano histórico para o grupo, com um resultado que gera entusiasmo em toda a equipe com a preservação do time executivo e aquisição de novos, como o diretor de relações com investidores, Domingos de Toledo Piza Falavina, e a nova executiva-chefe de operações da vertical Porto Seguros, Patrícia Chacon, ex-CEO da Liberty. Temos uma agenda estruturante pela frente, que nos anima muito”, comentou em entrevista a um grupo de jornalistas Paulo Kakinoff, que assumiu o comando do grupo em janeiro de 2024, mas vinha no último ano acompanhando todas as principais decisões do corpo diretivo num período de transição com Roberto Santos, agora no Conselho. 

Segundo ele, o bom desempenho veio da recomposição dos preços num ambiente competitivo, crescimento de 16,2% das vendas em todas as verticais para uma receita total de R$ 31,7 bilhões, com avanço na expansão orgânica dos negócios, incorporação dos clientes da CDF e a estreita relação com os mais de 37 mil corretores parceiros de negócios. 

“Os corretores, que conhecem as características regionais e culturais em todo o Brasil e cada CPF individualmente, são responsáveis também pelo bom resultado que estamos apresentando. Eles são essenciais na nossa modelagem de risco, agregando valor ao imenso banco de dados que usamos para fazer uma subscrição equilibrada”, citou. O índice de renovação de apólices está em 75%. 

Na Porto Seguro, vertical comandada por Rivaldo Leite e que responde pelos produtos de seguros e por quase R$ 1,9 bilhão do lucro de 2023, os prêmios avançaram 12,1%, para R$ 19,8 bilhões, justificado pelo aumento de 8,1% na base de clientes comparado ao ano anterior e por adequações na precificação. O Índice Combinado encerrou o ano passado em 86,9%, com índice de sinistralidade de 53,7% considerando-se Porto e Azul. Segundo o executivo, a melhora se deve ao aprimoramento na subscrição de riscos, aumento no controle de sinistros e evolução mais favorável no valor dos automóveis, diminuindo a pressão sobre os custos dos sinistros, explicaram os executivos. 

Kakinoff destacou que a Porto Saúde, comandada por Sami Froguel,  ultrapassou 543 mil beneficiários, com receitas de R$ 4,6 bilhões e lucro de R$ 200 milhões, segundo dados do balanço publicado no portal da holding. “Vislumbramos uma tendência de crescimento em saúde em razão de produtos desenhados para cada mercado e pela segmentação de clientes”, afirmou. A sinistralidade recuou 3,7 p.p. no quarto trimestre de 2023 em comparação ao 4T22 e 4,4 p.p. em relação ao 3T23. Segundo os executivos, este fato foi impulsionado pelas iniciativas de adequação tarifária, ações para redução de fraudes e melhoria na subscrição de riscos.

Na Porto Bank, vertical de negócios financeiros liderada por Marcos Roberto Loução, as receitas totais superaram R$ 4 bilhões em 2023 e o ganho chegou a R$ 451 milhões, com destaque para o crescimento nas receitas de consórcio e para o incremento de negócios na vertical. “Em relação às operações de crédito, o banco apresentou um resultado com evolução positiva da inadimplência, com tendência de se manter em 2024. As novas safras têm apresentado boa performance, indicando a efetividade das políticas implementadas nos últimos meses. Assim, o foco na gestão de risco e na melhor qualidade da carteira de crédito continuam sendo pilares do crescimento sustentável da vertical”, destacou Kakinoff. 

Em outros negócios, a companhia atingiu receita de R$ 853 milhões no ano e perdas de R$ 157 milhões.  A redução é explicada pela desaceleração do ritmo da operação do carro por assinatura, que passa por uma reestruturação. “Estamos neste momento discutindo sobre qual será o formato que a Porto vai ofertar este serviço. A hipótese é que a companhia tenha uma parceira para fazer a gestão, através da qual pode capitalizar o negócio com seus distribuidores, os corretores de seguros”, informou, sem descartar ter um sócio. “Mas a nossa preferência é ter parcerias”, enfatizou. 

Vertical de Serviços: a vedete de 2024

A menina dos olhos para 2024 é a nova vertical Porto Serviço, lançada em dezembro de 2023 e que tem como CEO Lene Araújo, inicia sua jornada com o potencial de alavancar o volume de vendas no B2C e já tem intensificado parcerias estratégicas B2B para distribuição do seu portfólio de serviços. Os resultados desta vertical, considerando os rebates das seguradoras, serão divulgados a partir do primeiro trimestre de 2024. 

A vertical de Serviços é que deve receber a maior intensidade de ações e projetos neste ano, inclusive aquisições como as já divulgadas Unigás e CDF, pelo potencial imenso tanto com expansão geográfica como em oferta de serviços. Este processo deve se intensificar ao longo deste ano, informou. “Temos uma capacidade de processamento gigantesca, com atividades de aquisição, desenvolvimento de conhecimento da marca, dos serviços que são oferecidos, do portfolio”, acrescentou, ressaltando que o seguro auto é um dos principais indutores da vertical de serviços. 

Ganho financeiro mantido com aplicações de longo prazo

Questionados sobre conseguir obter o mesmo resultado financeiro em 2024 com a tendência de queda da taxa Selic, os executivos afirmaram que o atual portfolio de investimento deverá apresentar bons resultados nos próximos três anos, beneficiando-se de títulos longos e numa aposta de que os juros ainda se manterão num patamar elevado. E mesmo que caia mais rapidamente, a composição do preço dos produtos e serviços irá considerar esta diferença. O CFO da Porto, Celso Damadi, informou que a carteira de títulos comprados considera juros entre 5% e 5,5%. “Levando em conta uma inflação de 3,5% a 3,8%, consideramos ter um receita robusta para os próximos anos”.

O retorno sobre as aplicações financeiras (ex-previdência) geridas pela tesouraria da companhia foi de R$ 378,2 milhões no 4T23, o que representa uma rentabilidade equivalente a 106,7% do CDI. O desempenho foi impulsionado, principalmente, pela rentabilidade das alocações em renda variável no período, além do fechamento dos spreads de crédito e da marcação a mercado de uma parte da carteira alocada em juro nominal (DI futuro). Mesmo com impacto negativo dos títulos marcados na curva (NTN B), o resultado foi acima do CDI no período. Em relação ao quarto trimestre do ano passado, o resultado financeiro cresceu 111,4%, atingindo R$ 355,9 milhões.

Mudanças climáticas sob a lupa dos dados

Os efeitos das mudanças climáticas é algo que não preocupa a direção da Porto. Até o momento, apesar de todos os desastres naturais ocorridos em 2022 e 2023, Kakinoff afirmou os dados da companhia não sinalizaram um risco sistêmico. “É inegável que vivemos mudanças climáticas, mas temos base para um refinamento das modelagens de risco e preço. Somos uma companhia com grande escala”, enfatizou.

A visão da Porto é que as mudanças climáticas podem, na verdade, ter um efeito positivo ao impulsionar o crescimento do setor como um todo, caso a população entenda como riscos que colocam seu patrimônio em risco. “Nosso negócio é vender produtos que protejam a sociedade de riscos”, comentou. Vale lembrar que a Porto Seguro é líder destacada de mercado de seguro auto e residência, com significativa margem da segunda colocada em cada segmento.

No âmbito da digitalização das operações, a Porto registrou 49 milhões de interações e atendimentos digitais no quarto trimestre de 2023 e 53% dos acionamentos para serviços de carro ou residência do trimestre foram feitos por meio do Super App e do WhatsApp.

Corretora de seguros Solutions registra indenizações de R$ 15,8 milhões em 2023

A corretora de seguros  Solutions foi responsável por gerenciar o total de R$ 15,8 milhões de indenizações decorrentes do acionamento dos seguros contratados sob sua intermediação junto às seguradoras com as quais opera e que garantem os riscos de seus clientes. 

“Em 2023, verificamos uma maior incidência de eventos climáticos, como alagamentos, queda de raios, vendavais, que causaram danos materiais às instalações prediais, veículos, obras e corporais às pessoas”, afirma Sérgio Frade, diretor-presidente da Solutions Gestão de Seguros. A corretora também observou maior incidência de roubo de bens, especialmente veículos e cargas transportadas.

Fator Seguradora torna oferta do garantia judicial recursal e trabalhista 100% online

SÃO PAULO, 26 DE FEVEREIRO DE 2024 – A Fator Seguradora reformulou a maneira de cotar e emitir o Seguro Garantia Judicial Recursal e de Execução Trabalhista, produtos da carteira de Seguro Garantia da Seguradora, migrando 100% da operação de backoffice para o seu canal digital, o fatorconnect. Com esse movimento, a Fator quer desmistificar o Seguro Garantia como produto complexo e que requer especialização por parte dos Corretores. As mudanças são uma ótima oportunidade para os Corretores que ainda não emitem Apólices de Seguro Garantia pelo canal digital da Seguradora. 

Pelo fatorconnect, a cotação e emissão é descomplicada, autoexplicativa e automática. Em poucos cliques, o Corretor de Seguros consegue realizar o cadastro do Tomador, cotar e emitir uma Apólice. A emissão do Seguro Garantia Judicial Recursal ou de Execução Trabalhista não demora mais de três minutos para ser concluída no novo sistema.

Nestas modalidades de Seguro Garantia, quem contrata a Apólice é o Tomador do seguro (empresa que precisa apresentar garantia no processo), que garante ao Segurado (juízo do processo ou a contraparte do Tomador) o pagamento no caso de inadimplência. O público-alvo é qualquer empresa que seja reclamada ou executada na Justiça do Trabalho, independentemente do porte, o que faz o produto ter amplo universo de comercialização. 

“No seu dia a dia, as empresas precisam lidar com custos decorrentes de processos judiciais. Com o Seguro Garantia Judicial Recursal e de Execução Trabalhista, elas não precisam depositar dinheiro em juízo, nem comprometer suas linhas de crédito contratando fiança bancária. Sempre recomendamos aos Corretores que eles tragam essa possibilidade de contratação por serem produtos de preço acessível e que dispensam o depósito de dinheiro, que poderia ser investido ou aplicado no negócio”, afirma Fabio Gobara, Superintendente de Subscrição da Fator Seguradora.  

Atrativos para os Corretores

Uma das facilidades agora disponíveis passam pelo processo de aprovação automática de crédito, sem a necessidade de interação com a Seguradora. Além disso, os meios de pagamento foram aprimorados, como a antecipação da data do vencimento da 1ª parcela do boleto e a possibilidade de pagamento pelo cartão de crédito.

“Esta antecipação pelo boleto ou o pagamento pelo cartão de crédito dá ao Corretor de Seguros mais segurança e eficiência operacional” – comenta Liliana Márquez, Superintendente de Crédito e responsável pela Transformação Digital do Seguro Garantia da Fator Seguradora.

Grupos de Tomadores

Para a contratação do Seguro Garantia Judicial Recursal e de Execução Trabalhista pelo fatorconnect, são definidos critérios de aceitação para dois grupos distintos de Tomadores:

– Tomadores com limite aprovado de forma 100% automática pelo fatorconnect, poderão emitir Apólices de Seguros de até R$ 100.000,00 de Importância Segurada (I.S) até o limite de crédito concedido, sem a necessidade do Contrato de Contragarantia (CCG).

– Tomadores com limite aprovado pela equipe de crédito da Fator Seguradora, poderão emitir Apólices com Importância Segurada (I.S) de até R$ 1.000.000,00 de forma 100% automática, desde que tenham seu Contrato de Contragarantia (CCG) devidamente regularizado, bem como, enviar propostas com valores superiores, pelo fatorconnect, e solicitar uma análise à área de Subscrição (mesa) da Fator Seguradora.

Consumidores afirmam que ter um seguro aumentaria confiança nas compras online, mas são sensíveis ao preço

pesquisa chubb varejo

Os consumidores que realizam compras em plataformas de comércio eletrônico confiam mais nelas do que nas empresas que vendem seus produtos por meio desses canais digitais, revela uma nova pesquisa da Chubb.

Essa diferença de confiança é mais evidente entre o crescente segmento de compradores que adotaram os sites de comércio das redes sociais, com 85% afirmando confiar nos mercados das redes sociais. Isso contrasta com as empresas que vendem seus produtos por meio desse canal. Uma maioria significativa dos vendedores online não confia nos sites de comércio das redes sociais quando se trata de gerenciar inventário (75%), lidar com reembolsos e devoluções (69%), envio e conformidade (67%), processamento de pagamentos (65%) e à segurança e privacidade (58%). Essas são algumas das principais conclusões de “Crossing the e-commerce trust divide”, uma pesquisa global de consumidores e vendedores online encomendada pela Chubb à iResearch Services.

Entre os consumidores que fazem compras online por meio de plataformas de comércio eletrônico e redes sociais, três em cada quatro relatam terem sofrido fraudes financeiras, e mais da metade (55%) tiveram pagamentos perdidos devido a falhas. Mais de dois em cada cinco (42%) afirmam receber frequentemente produtos danificados.

“Seja nas redes sociais ou nas plataformas de comércio eletrônico, a jornada do cliente deve ser simples, fácil e inspirar confiança no consumidor: sua confiança é frágil”, disse Amy McNeece, Chefe de Parcerias para Consumidores Digitais e Pequenas Empresas da Chubb na América do Norte. “Problemas de entrega, produtos danificados e fraudes online podem minar a confiança do consumidor em um instante, e a fidelidade do cliente é fundamental na era do comércio digital”.

O estudo também revela diferenças regionais, uma vez que os consumidores da América Latina compram em plataformas de comércio eletrônico com mais frequência do que os da América do Norte, Europa e Ásia. “O ritmo acelerado das compras online na América Latina revela um consumidor digitalmente inteligente”, disse Gabriel Lázaro, Vice-Presidente Executivo e Chefe Digital do negócio internacional de seguros gerais da Chubb. “Isso tem sido impulsionado pela alta adoção de dispositivos móveis e redes sociais ao longo da última década. O consumidor da classe média emergente tem acesso, por meio das plataformas de comércio eletrônico, a uma gama cada vez mais ampla de serviços em comparação com os canais tradicionais.”

Outras descobertas importantes:

  • Nada no comércio eletrônico é mais importante para os consumidores do que a segurança dos pagamentos. Quase oito em cada dez consumidores em todo o mundo afirmam que a segurança da plataforma de pagamento é sua principal preocupação.
  • O aumento da confiança nos mercados das redes sociais não se limita à Geração Z ou às mulheres. As gerações nascidas após os Baby Boomers (Geração Z, Millennials e Geração X) tendem a sentir-se mais à vontade com o comércio nas redes sociais do que com outros canais de venda. Os homens tendem a utilizar mais as plataformas de redes sociais para fazer compras do que as mulheres, com uma diferença de 61% para 31%. A Geração Z, o grupo etário mais jovem pesquisado, compra através das redes sociais duas vezes mais do que os compradores da Geração X.
  • Os consumidores latino-americanos são os usuários mais frequentes de lojas online entre as regiões pesquisadas. Um em cada quatro (25%) dos entrevistados latino-americanos compra online várias vezes por semana, o dobro da taxa de consumidores em outras partes do mundo. Além disso, quase três quartos (74%) visitam e compram em plataformas de comércio eletrônico pelo menos várias vezes por mês, em comparação com 62% dos entrevistados norte-americanos, 59% dos europeus e 56% dos asiáticos.
  • Os consumidores afirmam que ter um seguro aumentaria sua confiança para realizar compras online, mas são sensíveis ao preço. A maioria dos consumidores diz que ter um seguro aumentaria sua confiança para realizar compras online. Sete em cada dez consumidores gostariam de ter cobertura, principalmente para proteger as compras de produtos eletrônicos, eletrodomésticos, equipamentos de exercício e roupas. Para proteger essas compras, a maioria diz que estaria disposta a adicionar um por cento ao preço dos itens que compram.

Há uma área em que consumidores e vendedores online estão alinhados: ambos querem uma experiência de compra mais segura de ponta a ponta. “A disponibilidade de seguros online pode contribuir para construir e manter a confiança”, disse McNeece. “Isso é especialmente verdadeiro para as empresas menores que precisam pensar em como construir e proteger suas marcas e conquistar clientes recorrentes”.

Metodologia

A pesquisa, encomendada pela Chubb, foi realizada pela iResearch em novembro de 2023, envolvendo 500 consumidores que compram por meio de canais online, incluindo plataformas de comércio eletrônico, redes sociais e vitrines digitais, e 525 vendedores online que vendem por esses canais online. A pesquisa, conduzida online e compilada pela iResearch, ouviu consumidores e vendedores online da América do Norte, Europa, Ásia e América Latina. Trinta por cento dos consumidores pesquisados estão na Europa, 30% na América do Norte, 25% na Ásia-Pacífico e 15% na América Latina. A pesquisa também representa uma ampla variedade de vendedores online em todo o mundo: 32% estão na América do Norte, 31% na Europa, quase 20% na região da Ásia-Pacífico e 18% na América Latina.

Liberty lança primeira campanha de incentivo para corretores de 2024 

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros, marca que integra o Grupo HDI, anunciou o lançamento da primeira campanha de incentivo para corretores de 2024, com foco em seguros de vida. A ação faz parte do programa Cresça com o Vida, projeto da empresa que visa desenvolver os profissionais e ampliar seus negócios no segmento, além de reconhecer os parceiros que tiverem as melhores performances em vendas de produtos do setor. 

A campanha teve início no dia 1º de fevereiro e se estenderá até 30 de abril, com emissões válidas até o dia 15 de maio deste ano. A ação será dividida em duas mecânicas de premiação, a “Vendeu, Ganhou” e o “Ranking Corretor”, e os produtos participantes são Liberty Vida Perfil, Liberty Vida Especial, Liberty Affinity Vida, Liberty Vida Global e Liberty Vida Mais Tranquila. 

No primeiro formato, a cada apólice de vida emitida dos produtos contemplados, o participante ganha R$ 50 no cartão Cresça com a Liberty, e a cada emissão do produto Vida Mais Tranquila, o profissional recebe R$ 30 no Cartão. Já na categoria “Ranking Corretor”, os três parceiros que mais se destacarem durante o período da iniciativa concorrem a uma bicicleta, um relógio smartwatch e R$ 1 mil em créditos no Cartão Cresça com a Liberty. Os interessados em participar da campanha podem acessar este link para mais detalhes.

“A frente de seguros de vida é extremamente estratégica para o Grupo HDI, e vemos um grande potencial neste segmento em 2024 e nos próximos anos”, explica o Diretor de Seguros de Pessoas do Grupo HDI, Alexandre Vicente. “Nesse contexto, um dos nossos focos é constantemente lançar projetos que empoderem e eduquem os corretores sobre a venda dessas proteções, para que eles continuem atuando como os verdadeiros agentes de negócio que são, ensinando os consumidores sobre a importância desses produtos e contribuindo para o desenvolvimento do mercado segurador como um todo”, completa o executivo.