Unimed Odonto lança serviço de Teleorientação Médica 24h para novos contratos individuais e familiares

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A Unimed Odonto, operadora odontológica do grupo Seguros Unimed, lança neste mês de maio um benefício exclusivo e inovador para as novas contratações de planos individuais e familiares no segmento pessoa física: a Teleorientação Médica 24h. O serviço, disponível no App da operadora, permite o contato imediato com médicos nas especialidades de Clínica Geral e Pediatria, 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive aos feriados.

O novo benefício foi desenhado estrategicamente para atuar como um verdadeiro “pronto-socorro digital” para situações pontuais de urgência, como febre, mal-estar e dores leves, em que o médico possa avaliar os sintomas, orientar a terapêutica e, se necessário, prescrever o medicamento. O foco principal é entregar uma solução de conveniência, agilidade e segurança sem a necessidade de deslocamentos desnecessários para casos de baixa complexidade.

“A inclusão da Teleorientação Médica no nosso portfólio para pessoa física agrega um valor imenso à jornada do cliente. Este é um diferencial competitivo importante que fortalece os nossos produtos no mercado, especialmente para aquele público que busca um complemento seguro e confiável à sua saúde geral”, analisa Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e de Produtos da Seguros Unimed.

A companhia reforça seu posicionamento no mercado, investindo em inovação para oferecer soluções que promovam a saúde dos clientes. O serviço funciona em ambiente seguro, oferece triagem qualificada, acesso ao histórico de atendimentos e não tem limite de uso para demandas imediatas. Assim, o médico está pronto para orientar o cliente nos cuidados imediatos e indicar quando procurar um recurso médico-hospitalar para uma avaliação mais completa. 

“A Unimed Odonto evoluiu para oferecer uma experiência de bem-estar integral. Neste novo canal digital, entregamos cuidado com agilidade, na palma da mão, garantindo ao nosso beneficiário, suporte qualificado quando mais precisar, seja para ele ou para seus familiares”, esclarece Fábio Nogi, superintendente de Inovação e Odontologia da Seguros Unimed. Após o atendimento, o registro das orientações recebidas é enviado para o e-mail e o WhatsApp do paciente.

Cuidado completo e especializado

Esse compromisso com a inovação e saúde integral reflete diretamente na evolução dos serviços oferecidos pela operadora nos contratos de pessoa física (individual/familiar), para atender diferentes perfis e necessidades de saúde.


Voltado ao bem-estar e revitalizado, o plano Pleno Orto está preparado para garantir o sorriso em dia. Com cobertura de Rol Ampliado, o produto oferece desde cuidados preventivos (como orientação, polimento e aplicação de flúor e selantes), urgências e odontopediatria, até procedimentos mais complexos, como cirurgias, próteses e tratamento de canal (endodontia). Além disso, oferece serviços de ortodontia completos, abrangendo documentação, aparelhos (fixo e removível) e manutenções. É a garantia de que o beneficiário e sua família terão uma experiência de cuidado integral, suporte acolhedor e proteção em todos os momentos.

Galo de Ouro 2026, da Mag Seguros, tem novas vivência para os corretores parceiros

O Grupo MAG, empresa especialista em vida e previdência, com 191 anos de atuação ininterrupta, inicia uma nova fase na jornada do Galo de Ouro 2026, uma das mais tradicionais campanhas de vendas do mercado segurador brasileiro. A premiação deixa de ter apenas um destino final para os vencedores e apresenta uma nova estrutura, com uma jornada de reconhecimento contínua e experiências significativas ao longo do caminho. 

Reafirmando sua tradição de oferecer vivências pensadas para valorizar o desempenho dos seus corretores parceiros, gerando visão de mundo, conexão e reconhecimento, a companhia anuncia a primeira parada dessa nova etapa, que acontece em Foz do Iguaçu, no Paraná, em uma experiência que simboliza um momento de celebração para os profissionais que se destacaram no primeiro semestre por sua performance comercial e lideram o ranking da campanha. 

A nova dinâmica amplia a proposta da campanha, oferecendo aos vencedores do Galo diferentes momentos de celebração e experiências exclusivas para quem conquista bons resultados ao longo do ano, fortalecendo a cultura de reconhecimento da companhia e estimulando o engajamento e alta performance. Foz do Iguaçu foi escolhida para representar o início de uma jornada ainda mais robusta, se transformando em um ponto de encontro para aqueles que seguem em constante movimento, na busca por evolução, crescimento e novas conquistas. 

“Essa evolução do Galo de Ouro acompanha o crescimento constante da própria MAG. Porém, mais do que premiar resultados, queremos reconhecer trajetórias, fortalecer vínculos e valorizar cada etapa percorrida pelos nossos parceiros e colaboradores. Nessa primeira parada, buscamos mostrar o quanto acreditamos que o reconhecimento deve acontecer ao longo da jornada, e não apenas ao final dela”, afirma Helder Molina, Chairman e CEO do Grupo MAG. 

Além da etapa em Foz do Iguaçu, o Galo de Ouro 2026 terá como grande prêmio final uma experiência internacional na Austrália, que se destaca por reunir um modelo econômico resiliente, investimentos consistentes em sustentabilidade, além de tecnologia e inovação, refletindo atributos alinhados à visão estratégica da MAG e ao perfil dos profissionais reconhecidos pela campanha. 

O Galo de Ouro visa reconhecer, anualmente, os profissionais de vendas que se destacam pelo desempenho, pelo protagonismo e pela visão inovadora durante todo o ano. Para a edição de 2026, a premiação contará com 16 categorias, que premiarão corretores e colaboradores da companhia. Além da viagem, os vencedores serão contemplados com uma premiação em dinheiro.

Allianz Seguros reforça patrocínios e anuncia novo time de atletas

Nos próximos três anos, a Allianz Seguros, uma das maiores seguradoras do Brasil e do mundo, patrocinará quatro atletas e uma paratleta brasileiros de diferentes modalidades esportivas: Alison dos Santos, medalhista olímpico de atletismo e especialista nos 400 metros com barreira; Duda e Ana Patrícia, campeãs olímpicas de vôlei de praia; Dora Varella, skatista profissional e finalista olímpica; e Jéssica Messali, atleta paralímpica, que terá o contrato com a companhia renovado. 

Os nomes foram escolhidos a partir do alinhamento dos esportistas com os valores institucionais da seguradora, como coragem, excelência e resiliência. Além do patrocínio e da aplicação da marca no uniforme, a parceria também inclui seguros Auto, e Residência para os atletas. 

“Com esse movimento, a Allianz promove o engajamento com atletas, torcedores e comunidades, conectando-se com jovens e incentivando a inclusão por meio do esporte. A iniciativa fortalece nossa missão de proteger e apoiar pessoas em suas jornadas, refletindo o impacto positivo do esporte na sociedade”, explica Maria Clara Ramos, diretoria executiva de Transformação, Estratégia e Marketing da Allianz Seguros. 

Desde 2021, a Allianz é a seguradora oficial dos Movimentos Olímpico e Paralímpico, com contrato global vigente até 2032. Há cinco anos, a companhia ainda assumiu localmente o compromisso de apoiar atletas de alto rendimento. O incentivo ao esporte faz parte do DNA do Grupo Allianz, que viabiliza competições seguras e bem-sucedidas para organizadores e torcedores e reúne, atualmente, mais de 100 atletas e paratletas de 33 países. 

Quem são os atletas e paratletas brasileiros patrocinados pela Allianz Seguros

Alison dos Santos (atletismo)

Conhecido como Piu, Alison é um dos maiores nomes do atletismo brasileiro, especialista nos 400 metros com barreiras. Medalhista olímpico, campeão mundial e pan-americano, ele tem 25 anos, mora atualmente nos Estados Unidos e é natural de São Joaquim da Barra (SP). 

Duda e Ana Patrícia (vôlei de praia)

Atuais campeãs olímpicas, Duda e Ana Patrícia são uma das duplas mais vitoriosas da história do vôlei de praia e acumulam diversos pódios. Amigas desde as categorias de base, formalizaram a parceria em 2022. Nascida em Aracaju (SE), Duda tem 27 anos. Ana Patrícia é natural de Espinosa (MG) e tem 28 anos. 

Dora Varella (skate)

Skatista profissional na modalidade Park, Dora foi duas vezes finalista olímpica, conquistando o 4º lugar nas Olimpíadas de Paris e o 7º lugar nas Olimpíadas de Tóquio. Nasceu em São Paulo (SP) e tem 24 anos. 

Jéssica Messali (triathlon)

Triatleta profissional da seleção Paralímpica de Triathlon, Jéssica compete no triatlo, na modalidade PTWC, com estreia na Paralimpíada de Tóquio, na categoria feminina. É natural de Jaboticabal (SP) e tem 38 anos. 

Bradsaúde estreia campanha nacional que marca início oficial da companhia no Novo Mercado da B3

Na última terça-feira, dia 5, a Bradsaúde apresentou sua campanha publicitária nacional, marcando o início oficial da companhia. A data coincide com a entrada da Bradsaúde (SAUD3) no Novo Mercado da B3, reforçando esse momento como um marco institucional e simbólico para a empresa.

Exibido na TV aberta/ fechada e acompanhado por anúncios em jornais de veiculação nacional, o filme (https://youtu.be/K58kP95mMYw), desenvolvido pela agência AlmapBBDO, traduz de forma emocional e institucional o posicionamento da Bradsaúde como o mais completo ecossistema de saúde do Brasil, criado para cuidar dos próximos capítulos da vida de milhões de brasileiros.

Com narrativa e imagens que dialogam diretamente com o cotidiano das pessoas, o comercial apresenta histórias que começam: um bebê que nasce, um casal que se forma, uma família que se reúne, os primeiros passos de uma criança, a conquista de um diploma. Momentos universais que representam novos caminhos, conquistas e sonhos. A locução conduz essas cenas com uma mensagem central: toda história precisa de cuidado para seguir em frente.

À medida que a narrativa avança, o filme amplia seu olhar e revela o sistema que sustenta esse cuidado em escala nacional. Hospitais, clínicas, centros de diagnósticos, consultórios odontológicos e tecnologia entram em cena, evidenciando a complexidade e a capilaridade de uma estrutura que atua de forma integrada em todo o Brasil.

O ponto alto do comercial é a visualização do mapa do Brasil iluminado, acompanhada por letterings que dimensionam a atuação da BradSaúde: mais de 13 milhões de beneficiários, cerca de 4.000 leitos, mais de 35 clínicas próprias, presença em todo o território nacional, além de números robustos de receita e resultados, reforçando a relevância da companhia no cenário da saúde brasileira.

O encerramento retoma a atmosfera humana que permeia toda a narrativa, com imagens de crianças sorrindo após consultas, médicos acolhendo pacientes e famílias reunidas. A campanha se conclui com a assinatura institucional que sintetiza o posicionamento da marca: “Bradsaúde. O mais completo ecossistema de saúde do Brasil.”. Com essa campanha, a Bradsaúde consolida seu lançamento oficial e apresenta ao país uma nova marca de saúde, integrada, nacional e preparada para cuidar da vida em todas as suas fases.

AXA no Brasil amplia proteção em Transportes com Seguro RC-V

Denis Maelaro, Diretor de P&C e Specialties da AXA no Brasil.

A AXA no Brasil amplia sua oferta de Seguro Transporte e passa a oferecer o Seguro de Responsabilidade Civil de Veículo, o RC-V, solução voltada à cobertura de danos materiais e corporais causados a terceiros durante a prestação do serviço de transporte rodoviário de cargas. O produto integra o portfólio de Transportes da companhia e se soma a outras soluções já utilizadas pelo setor, como RCTR-C, RC-DC e demais coberturas voltadas à atividade logística.

A chegada do RC-V acompanha a evolução regulatória do mercado de seguros de Transportes e reforça a importância de programas de proteção construídos com leitura técnica da operação. Para transportadores, a cobertura contribui para organizar uma frente sensível da atividade: a responsabilidade por eventuais danos causados a terceiros pelo veículo utilizado no transporte. Para corretores, o produto amplia a possibilidade de orientar clientes sobre lacunas de proteção, adequação às exigências do setor e composição mais consistente das apólices.

“Com a  Lei 14.599, o RC-V (Responsabilidade Civil do Veículo), se tornou obrigatório para transporte rodoviário de cargas, cobrindo danos corporais ou materiais a terceiros em acidentes. Temos uma carteira robusta de Transportes, com atuação que vai além das coberturas tradicionais e abrange também a parte de gestão de riscos, com serviços como a nossa central de monitoramento, a AXA Torre 360. Por isso, ter esse produto nos torna um parceiro mais completo, que pode concentrar todas as soluções necessárias em seguro do cliente”, afirma Denis Maelaro, Diretor de P&C e Specialties da AXA no Brasil.

Na prática, o RC-V facilita endereçar situações em que a operação rodoviária pode causar prejuízos materiais ou corporais a terceiros. Essa proteção ganha relevância em um mercado no qual transportadores lidam com rotas de alta circulação, operações urbanas, entregas fracionadas, contratação de agregados, exigências de embarcadores e maior atenção à segurança jurídica nas relações comerciais.

A AXA tem atuado para fortalecer sua presença em Transportes com soluções capazes de acompanhar diferentes perfis de operação. A proposta é oferecer ao corretor um portfólio que permita uma conversa consultiva com o cliente, considerando exposição real ao risco, obrigações regulatórias e continuidade do negócio. 

Catia Rucco Rivelles assume como Head de Agro da Swiss Re Corporate Solutions no Brasil

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A Swiss Re Corporate Solutions anunciou a promoção de Catia Rucco Rivelles ao cargo de Head of Agro Underwriting no Brasil, reforçando sua estratégia de fortalecimento no segmento agro, uma das frentes mais relevantes do mercado de seguros no país.

A executiva já integrava a companhia desde março de 2024, quando assumiu como Agro Business Manager. Agora, passa a liderar a área de subscrição de riscos do agronegócio, assumindo um papel estratégico no desenvolvimento de soluções e na ampliação da atuação da seguradora nesse segmento.

“Assumir essa posição é uma oportunidade de ampliar ainda mais a contribuição do seguro rural para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, em um momento em que a gestão de riscos se torna cada vez mais essencial. Nosso foco é avançar na construção de soluções que estejam alinhadas às necessidades reais do campo, fortalecendo a parceria com corretores e clientes”, afirma Catia.

Com uma trajetória sólida no setor, Catia acumula quase 15 anos de experiência na MAPFRE, onde atuou em diferentes posições de liderança. Entre os destaques estão os cargos de superintendente de Seguros Rurais e superintendente de Seguros Agrícolas, além de sua atuação como gerente comercial e subscritora de riscos agrícolas.

Engenheira agrônoma formada pela UNESP – Universidade Estadual Paulista, Catia também possui MBA em Agronegócio pela Universidade de São Paulo, combinação que sustenta sua atuação técnica e estratégica no desenvolvimento de soluções para o campo.

A nomeação ocorre em um importante momento de seguros voltados ao agronegócio, impulsionada pela ampliação dos riscos climáticos e pela necessidade de proteção financeira nas cadeias produtivas, reforçando o papel das seguradoras e dos corretores na estruturação de soluções cada vez mais especializadas para o setor.

Previdência e saúde financeira avançam como estratégias de benefícios

Em um cenário em que apenas 17% dos colaboradores se sentem financeiramente seguros e 81% demonstram preocupação com o custo de vida, a saúde financeira passou a ocupar um papel central na gestão corporativa. É o que revela a 10ª Pesquisa de Benefícios da Lockton, que reuniu mais de 620 empresas e aponta uma mudança relevante na forma como as organizações vêm estruturando suas estratégias de benefícios.

O estudo mostra que o comportamento financeiro dos colaboradores passou a ser tratado como uma variável relevante na gestão de riscos, impulsionando a adoção de iniciativas voltadas à educação financeira, ao planejamento de longo prazo e ao estímulo à previdência corporativa. Ainda assim, o desafio é significativo: mais de 90% das empresas não possuem levantamento estruturado sobre o grau de endividamento de seus colaboradores.

Esse movimento ocorre em paralelo a um contexto econômico mais amplo. Dados do Banco Central do Brasil indicam que as apostas esportivas online movimentaram cerca de R$ 120 bilhões em 2024. Já levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que mais de 77% das famílias brasileiras estavam endividadas em 2025, evidenciando a pressão contínua sobre o orçamento doméstico.

Atenta a esse cenário, a pesquisa da Lockton também identificou o avanço da previdência corporativa e a ampliação de programas de educação financeira, com crescimento de quase 10% nos últimos dez anos. O dado indica uma evolução consistente na preocupação das empresas com o planejamento de longo prazo e a sustentabilidade financeira dos colaboradores.

Ao mesmo tempo, o avanço das apostas online surge como um novo ponto de atenção. O fácil acesso às plataformas e a lógica de ganhos imediatos têm influenciado o comportamento financeiro, elevando o risco de endividamento e seus impactos no ambiente de trabalho.

“Não se trata de controlar escolhas individuais, mas de reconhecer que esse novo contexto exige uma resposta mais estruturada das empresas. Programas de educação financeira, apoio psicológico e benefícios bem desenhados passam a funcionar como instrumentos de gestão, ajudando a reduzir impactos e aumentar a previsibilidade dos custos”, afirma Bruno Cerboncini, Superintendente de Benefícios da Lockton.

Para a Lockton, o cenário reforça uma mudança estrutural na forma como as empresas lidam com benefícios corporativos e gestão de pessoas, com maior integração entre comportamento financeiro, saúde e estratégia de negócio. Em um ambiente de maior complexidade econômica, a tendência é que a agenda de saúde financeira e previdência corporativa ganhe ainda mais relevância, exigindo das companhias uma atuação mais preventiva, orientada por dados e alinhada à sustentabilidade de longo prazo.

Grupo Generali reforça liderança em sustentabilidade ao integrar índices globais da Dow Jones 

Consolidando sua posição entre as líderes globais em sustentabilidade, o Grupo Generali foi incluído pelo oitavo ano consecutivo no Índice Dow Jones Best-in-Class World e pelo sétimo no Índice Dow Jones Best-in-Class Europe, anteriormente conhecido como Índices de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI). O reconhecimento ressalta a abordagem integrada da seguradora em ESG, refletida em seu desempenho consistente e incorporado à governança, estratégia, gestão de riscos e processos de tomada de decisão operacional.
 

Além disso, o compromisso da Generali com a sustentabilidade foi mais uma vez reconhecido pelas classificações MSCI ESG Ratings, que avaliam a resiliência das empresas diante de riscos e oportunidades relacionados a práticas ESG. A análise da MSCI, que abrange mais de 17 mil empresas em todo o mundo, confirmou a classificação ESG “AAA”, mantida pelo Grupo desde 2022. Isso posiciona a Generali entre as empresas líderes.
 

Marco Sesana, diretor-geral do Grupo, comentou: “A Generali integrou plenamente a sustentabilidade ao seu modelo de negócios e às suas operações, continuando a atuar como uma seguradora, investidora, empregadora e agente corporativo responsável. Estamos extremamente orgulhosos por sermos novamente confirmados como líderes globais em sustentabilidade pelos índices Dow Jones e pela MSCI, o que reconhece os fortes resultados que continuamos a alcançar nesta área”.
 

Sesana destacou que, no âmbito da estratégia “Lifetime Partner 27: Driving Excellence”, a Generali está acelerando ainda mais essa ambição. “Temos metas claras voltadas para apoiar a transição verde e justa e fortalecer a resiliência social, com o objetivo de continuar a gerar crescimento lucrativo com impacto positivo nas pessoas, no planeta e em todas as nossas partes interessadas”.
 

O Índice Dow Jones Best-in-Class World Index é composto por líderes globais em sustentabilidade identificados pela S&P Global por meio da Avaliação de Sustentabilidade Corporativa (Corporate Sustainability Assessment – CSA) e representa os 10% melhores entre as 2,5 mil empresas incluídas no S&P Global BMI Index, com base em critérios econômicos, ambientais e sociais de longo prazo. Já o Dow Jones Best-in-Class Europe Index reúne as empresas europeias líderes em sustentabilidade.
 

A MSCI ESG Research fornece análises de milhares de empresas em todo o mundo, avaliando sua exposição a riscos ambientais, sociais e de governança específicos de cada setor, bem como a capacidade de gerenciá-los em comparação com os concorrentes. As classificações, também integradas aos Índices MSCI ESG, auxiliam os investidores institucionais na avaliação de riscos e oportunidades que não são destacados nas análises de investimento tradicionais. 

Cooperativas e associações entram oficialmente no mercado de seguros

Sonho Seguro e Valor Econômico

A publicação das Resoluções CNSP 491 e 492 marca um dos movimentos mais relevantes da modernização do mercado segurador brasileiro nas últimas décadas ao abrir espaço formal para a atuação de cooperativas de seguros e entidades de proteção patrimonial mutualista, conhecidas popularmente como associações de proteção veicular. As normas regulamentam a Lei Complementar 213/2025 e consolidam um novo desenho institucional para o setor, ampliando o alcance da supervisão da Superintendência de Seguros Privados sobre modelos que até então operavam parcialmente à margem da estrutura tradicional de seguros.

A expectativa do governo e da autarquia é que a regulamentação estimule maior concorrência, amplie a inclusão securitária e leve proteção financeira a regiões e públicos historicamente menos atendidos pelas seguradoras tradicionais. O tema ganha relevância em um país ainda marcado por baixa penetração de seguros, especialmente em segmentos patrimoniais e de proteção individual.

“O Brasil possui um déficit de proteção patrimonial e a expectativa é que o novo arcabouço favoreça o surgimento de atores que possam oferecer soluções adaptadas para o seu público específico”, afirmou Regis Dudena, secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda e presidente do Conselho Nacional de Seguros Privados ao Valor.

Para Alessandro Octaviani, superintendente da Susep, a regulamentação inaugura um novo ciclo para o setor. Segundo ele, o marco “possibilitará um ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico, inclusão e acesso ao seguro, com vistas à construção de um mercado mais amplo, sólido e sustentável”.

Embora o cooperativismo de seguros esteja previsto na legislação brasileira há mais de seis décadas, o segmento nunca conseguiu se desenvolver de forma significativa no país. Agora, com regras prudenciais, operacionais e de governança mais claras, a avaliação da autarquia é que o modelo finalmente ganha condições de expansão.

Carlos Queiroz, diretor da Susep, destaca que as cooperativas poderão operar de forma ampla em seguros de danos, pessoas e responsabilidade civil, com exceção de segmentos vedados pelo CNSP, como capitalização, previdência, riscos aeronáuticos, marítimos, nucleares e ligados à indústria de petróleo.

“As cooperativas de seguros poderão atuar de forma ampla, garantindo danos patrimoniais, pessoais e de responsabilidade civil em todos os segmentos do mercado relevantes para a atuação do cooperativismo”, afirmou o diretor ao Valor.

A regulamentação estabelece uma estrutura em três níveis para o cooperativismo segurador: cooperativas singulares, centrais de cooperativas e confederações. A norma também disciplina a relação entre essas entidades, criando uma arquitetura semelhante à existente em outros ramos do cooperativismo brasileiro, como crédito e agropecuário.

Outro ponto considerado estratégico é a possibilidade de integração entre cooperativas de crédito e cooperativas de seguros. As regras permitem que cooperativas singulares de crédito participem de cooperativas centrais de seguros, respeitados limites de capital e poder de voto. A medida pode ampliar a oferta de soluções financeiras integradas aos associados e fortalecer o modelo cooperativista no interior do país.

Além disso, as cooperativas de seguros passam a ter autorização para contratar resseguros, em condições semelhantes às demais cedentes do mercado, desde que observadas as normas específicas da Susep. O dispositivo é considerado essencial para garantir capacidade operacional e diluição de riscos.

As resoluções também trazem exigências robustas de governança corporativa. As cooperativas deverão contar com Conselho de Administração, Diretoria e Conselho Fiscal, além de políticas formais aprovadas em assembleia, regras de transparência, segregação de funções e critérios para renovação de mandatos.

Na área financeira, foram definidos critérios para capital social mínimo, integralização de cotas-partes, distribuição de sobras e restituição de capital, sempre condicionados ao cumprimento de requisitos prudenciais. As cotas-partes foram classificadas como impenhoráveis, reforçando a proteção patrimonial dos cooperados.

Paralelamente, as associações de proteção patrimonial mutualista também passam a integrar oficialmente o sistema supervisionado pela Susep. O modelo, bastante disseminado no segmento automotivo, especialmente entre veículos de menor valor e em regiões de menor renda, terá regras próprias de funcionamento.

Pela regulamentação, o consumidor deverá integrar uma associação, que contratará uma administradora de operações de proteção patrimonial mutualista. Caberá a essa administradora realizar a gestão técnica, operacional, financeira e contábil dos grupos mutualistas.

Nesses grupos, os prejuízos decorrentes de sinistros serão rateados entre os participantes, conforme regras previamente estabelecidas. Diferentemente do seguro tradicional, em que a seguradora assume integralmente o risco mediante pagamento do prêmio, no mutualismo os próprios associados compartilham coletivamente os custos das indenizações.

O novo segmento poderá atuar apenas na cobertura de danos patrimoniais relacionados a veículos terrestres, automotores ou não, responsabilidade civil decorrente de acidentes envolvendo esses veículos e assistências vinculadas diretamente a esses danos.

Segundo a Susep, as administradoras mutualistas terão de observar normas prudenciais, de governança, produto e conduta muito próximas às exigidas das seguradoras tradicionais, numa tentativa de elevar a proteção ao consumidor e reduzir assimetrias regulatórias.

O próximo passo será o recebimento dos pedidos de autorização para funcionamento das administradoras mutualistas. Após a aprovação das primeiras operações, as associações poderão migrar oficialmente para o novo modelo supervisionado, concluindo o processo de regularização.

A expectativa do mercado é que a regulamentação abra espaço para novos modelos de negócios, maior competição e expansão da cultura de proteção no país, especialmente em nichos e regiões ainda pouco explorados pelas seguradoras tradicionais.

Seguradora Zurich ajusta estratégia para avanço de carros chineses e eletrificados no Brasil

Zurich Seguros - 23/08/2022 - Executivos. Foto: Leonardo Rodrigues

A aceleração das exportações de veículos chineses para o Brasil — que somaram US$ 2,16 bilhões no primeiro trimestre de 2026, quase o triplo dos US$ 763,8 milhões registrados no mesmo período de 2025, segundo dados antecipados pelo Valor — começa a se refletir de forma concreta também no mercado de seguros. O movimento, que inclui tanto modelos elétricos quanto a combustão, já altera a dinâmica de risco e exige adaptações operacionais e comerciais das seguradoras.

Na Zurich Seguros, essa transformação aparece de forma clara nos números da carteira. No primeiro trimestre de 2026, a companhia registrou crescimento de 15,1% em itens no seguro automóvel, enquanto os veículos de marcas chinesas avançaram cerca de 75% em apólices emitidas, evidenciando uma mudança relevante na composição do portfólio.

“A Zurich entende que o avanço da eletrificação da frota, aliado à expansão das montadoras chinesas, vem redefinindo de maneira estrutural o mercado automotivo brasileiro e a dinâmica do seguro”, afirma João Merlin, diretor de Negócios em Automóvel da companhia.

A seguradora afirma que vem se antecipando a esse cenário. Pioneira na oferta de seguros para veículos elétricos e híbridos desde 2019, a empresa ampliou sua estrutura com serviços específicos, como assistência 24 horas com frota elétrica — incluindo guinchos e motos 100% eletrificados — lançada no fim de 2024.

O avanço dos eletrificados, porém, traz desafios técnicos relevantes para o setor. O custo elevado de componentes, especialmente baterias, a necessidade de mão de obra especializada e a ainda limitada disponibilidade de peças tornam a subscrição e a precificação mais complexas. Esse cenário se intensifica com o crescimento acelerado da frota: o Brasil registrou aumento de quase 89% nas vendas de veículos eletrificados em 2024, superando 177 mil unidades, seguido por alta de 26,2% em 2025 e avanço superior a 110% no primeiro trimestre de 2026, com cerca de 90 mil veículos emplacados.

Diante desse contexto, a companhia afirma que tem reforçado o monitoramento de dados e o ajuste gradual de preços e coberturas, buscando equilibrar competitividade e sustentabilidade técnica. “A leitura de risco exige acompanhamento constante, e nossa abordagem é evoluir junto com o desenvolvimento desse segmento, com uma visão de longo prazo”, aponta o executivo.

A mudança também alcança a operação de sinistros. A Zurich vem ampliando a capacitação da rede credenciada e estabelecendo parcerias com oficinas preparadas para veículos eletrificados, além de adotar iniciativas como o Selo Auto Eco e o uso de oficinas certificadas com práticas ambientais.

No campo comercial, a estratégia passa por fortalecer o papel consultivo dos corretores em um ambiente mais técnico e sofisticado. A seguradora já conta com produtos específicos para veículos híbridos e elétricos, com coberturas como proteção para cabos de carregamento, carro reserva eletrificado e assistência diferenciada.

Para a companhia, o avanço das importações — puxado especialmente pelos modelos chineses — já começa a alterar o perfil de risco do mercado, sobretudo pela maior severidade potencial dos sinistros. “Esses veículos apresentam maior complexidade técnica e custo de reparação, o que exige atenção no curto e médio prazo”, afirma Merlin.

A expectativa é que, com o ganho de escala e a evolução da infraestrutura — como rede de oficinas e disponibilidade de peças —, o mercado caminhe para maior previsibilidade. Até lá, o setor deve seguir ajustando suas estratégias para acompanhar uma transformação que, ao que tudo indica, não é pontual, mas estrutural.