BB Seguridade lucra R$ 2,2 bilhões no primeiro trimestre

Delano Valentim de Andrade

A BB Seguridade anuncia ao mercado um lucro líquido gerencial de R$ 2,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026, resultado 11,2% superior ao registrado no mesmo período de 2025. O resultado operacional combinado das empresas do grupo, líquido de impostos, expandiu 2,2%, refletindo a evolução das receitas com taxa de gestão e melhora de eficiência na Brasilprev, o crescimento de receita de corretagem na BB Corretora e a manutenção da sinistralidade da Brasilseg em patamar historicamente baixo.

Também houve contribuição significativa do resultado financeiro combinado, que atingiu R$ 507,1 milhões, líquido de impostos, montante 58,5% superior ao observado no mesmo período do ano anterior, com redução no custo do passivo e melhora da rentabilidade dos ativos geradores de receitas financeiras.

Delano Valentim, presidente da BB Seguridade, afirma que “mesmo em cenário bastante desafiador conquistamos neste trimestre mais um resultado positivo, resultado de uma atuação estratégica que coloca o cliente no centro das nossas decisões, a quem agradecemos a confiança em nosso trabalho. Investimos na evolução das jornadas de venda da nossa rede de distribuição, e na construção de soluções personalizadas e
sustentáveis, oferecendo um portfólio completo de soluções que nos posicionam como referência em proteção e tranquilidade.”

Em seguros, o crescimento foi de 0,6% no lucro líquido em relação ao 1T25, com expansão do resultado financeiro e redução de 2,2 p.p. na sinistralidade, especialmente dos
segmentos rural e prestamista. O prêmio retido ficou estável e o prêmio ganho retido, que é a métrica sensível para formação do resultado do período, aumentou 0,4% em relação aos três primeiros meses de 2026.

Em previdência, o lucro líquido gerencial alcançou R$ 538,1 milhões, representando aumento expressivo de 51,1% em relação ao mesmo período de 2025, fortemente impactado pela expansão do resultado financeiro. O resultado operacional não decorrente de juros também registrou desempenho positivo, com alta de 6,9% em decorrência de melhora de 2,0 p.p. no índice de eficiência. As contribuições de previdência totalizaram R$ 14,6 bilhões, crescimento de 9,1%, com destaque para os planos esporádicos. A combinação entre maior volume de aportes e redução significativa dos resgates e portabilidades resultou em captação líquida positiva de R$ 3,9 bilhões no trimestre, revertendo o resgate líquido registrado no 1T25, a maior captação líquida de todo o mercado de previdência em 2026.

Em capitalização, o lucro líquido foi de R$ 81,3 milhões no 1T26, 50,6% superior ao apurado no mesmo período de 2025. O desempenho reflete, principalmente, a melhora do
resultado financeiro. A arrecadação com títulos de capitalização cresceu 7,6%, com destaque para os títulos tradicionais de pagamento único, devido à forte atuação da força de vendas, que performou, em março, o maior volume de arrecadação dos últimos dez anos. E reforçando a atratividade do produto para os clientes, o volume de sorteios pagos totalizou R$ 24 milhões no período, incremento de 54,6% ano contra ano.

A BB Corretora apurou lucro líquido de R$ 875,6 milhões no 1T26, crescimento de 3,1% em relação ao 1T25, com expansão de 1,4% das receitas de corretagem e aumento de 1,0 p.p. da margem líquida.

Swiss Re Corporte contrata Vitor Brandão, ex-Bradesco Seguros

lucas brandão

A Swiss Re Corporate Solutions Brasil anuncia a contratação de Vitor Brandão Passos como Diretor Executivo Comercial. Vitor Brandão traz mais de 15 anos de experiência no setor de seguros com ampla experiência em estratégia comercial, desenvolvimento de produtos e expansão de negócios tendo atuado em instituições financeiras de grande porte, incluindo o Grupo Bradesco.

“Com a chegada do Vitor estamos fortalecendo nossa diretoria comercial de grandes riscos, focada em corretores multinacionais e grandes clientes corporativos, e ampliando o escopo da função ao adicionar também a gestão de relacionamento comercial com o Banco Bradesco de Atacado, nos aproximando ainda mais dos nossos clientes. Além disso, contaremos com a experiência do Vitor para fortalecer nossa governança comercial na América Latina, trabalhando em sinergia com nossos escritórios na região”, explica Guilherme Perondi Head da Swiss Re Corporate Solutions para o América Latina, Espanha, África e Oriente Médio.

“Estou muito feliz com a oportunidade de juntar-me à equipe da Swiss Re Corporate Solutions, com quem já tive a oportunidade de trabalhar por vários anos quando fui parte da equipe da Bradesco Seguros. A companhia tem presença forte em riscos corporativos e minha missão será fortalecer nossa atuação nesse segmento estratégico para nós, ampliamos o suporte às equipes de subscrição , explorando mais sinergias regionais nos negócios e avançar na construção de uma joint-venture cada vez mais preparada para atingir as ambições dos nossos acionistas”, declarou Vítor Brandão.

Seguro garantia judicial avança e pode destravar mais de R$ 1 trilhão em recursos imobilizados

O Brasil registra 21,7 milhões de execuções fiscais em tramitação, com tempo médio de sete anos e sete meses para cada processo chegar ao fim. É o que aponta o Relatório Justiça em Números 2025 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), retrato de um ambiente jurídico em que a gestão do passivo judicial se tornou uma variável crítica para a saúde financeira das empresas.

Nesse contexto, o Seguro Garantia Judicial ganha protagonismo como instrumento estratégico, ao substituir o depósito em dinheiro e a penhora de bens em execuções fiscais, trabalhistas e cíveis. Com ele, as companhias mantêm liquidez e capacidade operacional enquanto aguardam a resolução dos litígios.

Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros, afirma que o mercado ainda apresenta ampla margem de expansão. “Temos mais de R$ 200 bilhões em depósitos judiciais ainda realizados nos tribunais. Ou seja, algumas empresas ainda não avaliaram as possibilidades que a mudança na regulamentação trouxe, com mais flexibilidade e a efetiva possibilidade de substituir esse dinheiro por um Seguro Garantia, o que libera aquela quantia para alavancar suas operações, por exemplo”, explica.

Somando esse volume ao estoque, de cerca de R$ 800 bilhões em processos ainda pendentes de julgamento no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Roque estima que o mercado de Seguro Garantia Judicial ultrapassa R$ 1 trilhão em recursos vinculados a disputas judiciais e administrativas.

Do ponto de vista econômico, o impacto sobre o caixa pode ser expressivo. Uma empresa com R$ 5 milhões em disputa judicial, por exemplo, que opte pelo depósito integral imobiliza esse montante por anos, arcando com o custo de oportunidade de manter capital parado, efeito especialmente relevante em cenário de juros elevados.

Ao contratar uma apólice de Seguro Garantia, o desembolso se reduz a um prêmio anual, cujo valor médio gira em torno de 1% a 2% do montante garantido, liberando os recursos para o capital de giro, expansão ou redução de endividamento. Diferentemente da fiança bancária, a solução não consome limite de crédito junto às instituições financeiras.

O Seguro Garantia Judicial pode ser utilizado como garantia original ou como substituto de garantias já constituídas em processos em andamento, o que abre a possibilidade de as empresas resgatarem capital imobilizado mesmo em litígios já iniciados, desde que não haja constrição prévia em dinheiro. As modalidades mais demandadas abrangem execuções fiscais (federal, estadual e municipal), depósito recursal trabalhista, ações cíveis, mandados de segurança e medidas cautelares.

Corretora de seguros Conduta Plus anuncia Leandro Nicésio como superintendente comercial

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Fonte: Conduta

A Conduta Plus Consultoria em Seguros anuncia a chegada de Leandro Nicésio como novo Superintendente Comercial, movimento que reforça a estratégia de expansão da empresa e acompanha o crescimento da carteira de clientes nas áreas de Benefícios e Ramos Elementares (RE).

Com 26 anos de experiência no mercado de seguros, Nicésio construiu sua trajetória com forte atuação nas áreas de Benefícios e Ramos Elementares, com foco em grandes contas. Nos últimos 14 anos, atuou como Gerente Regional, liderando o atendimento a empresas de grande porte, especialmente dos setores têxtil, alimentício e metalúrgico.

“Estou muito feliz em fazer parte de uma empresa que compartilha valores, cultura e propósito alinhados com o que acredito. Encontrar um time comprometido em oferecer soluções consistentes e personalizadas é um grande motivador e este é um momento importante para ampliar a nossa presença territorial e fortalecer a proximidade com os clientes”, afirma Nicésio.

O movimento também inclui o reforço da equipe técnica com a chegada de Katiane Lessa, que passa a integrar o time de Ramos Elementares, e Alessandra Séspedes, que assume posição na área de Benefícios. Novas contratações estão previstas para apoiar a expansão comercial, sob a liderança do novo superintendente.

De acordo com Marcos Gollin, Diretor de Ramos Elementares e Novos Negócios da Conduta Plus, a chegada de Nicésio representa um passo estratégico para sustentar o crescimento da empresa com solidez. “Estamos vivendo um momento de expansão consistente, que exige reforço de lideranças com experiência prática em gestão de grandes contas e visão de mercado. A chegada do Leandro fortalece a nossa estrutura comercial e amplia a nossa capacidade de atender clientes com operações cada vez mais complexas”, destaca Gollin.

Segundo o executivo, a ampliação do time está alinhada ao posicionamento da empresa como parceira estratégica dos clientes. “Mais do que crescer em volume, nosso foco é crescer com qualidade, mantendo a proximidade com o cliente e garantindo soluções estruturadas, que realmente façam sentido para cada realidade operacional”, acrescenta.

Uso de seguro por bancos para liberar capital cresce mais de 10 vezes, aponta Howden

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O uso de seguros em estruturas de gestão de capital por bancos cresceu mais de dez vezes entre 2020 e 2024. É o que aponta o relatório “Opportunity in Flux”, da Howden, corretora global especializada em seguros de alta complexidade, lançado em março deste ano. De acordo com o estudo, que analisa o mercado global de crédito e risco político, o volume de operações de transferência significativa de risco (SRT, na sigla em inglês) estruturadas com suporte de seguro passou de cerca de €500 milhões em 2020 para aproximadamente €6 bilhões em 2024, o equivalente a R$ 36 bilhões.

Essas estruturas permitem que instituições financeiras transfiram parte do risco de crédito de seus portfólios para o mercado segurador, reduzindo a exigência de capital regulatório e ampliando a capacidade de concessão de crédito.

De acordo com o relatório, o movimento ocorre em um contexto de mudanças nas exigências regulatórias de capital e crescente complexidade na gestão de riscos no sistema financeiro, em um ambiente de maior incerteza econômica e geopolítica. 

“O crescimento dessas operações mostra que o seguro passou a ter um papel mais ativo na gestão de capital dos bancos, especialmente em estruturas que exigem otimização de risco e eficiência no uso de recursos”, afirma Andoni Hernández, CEO da Howden Brasil, filial da corretora global. 

Tokio Marine lança benefício de saúde financeira para colaboradores 

Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine_ Luciana Amaral 2

A Tokio Marine anuncia o lançamento de um benefício corporativo: o Aplicativo de Bem-Estar Financeiro. A novidade passa a integrar o pacote de benefícios oferecido pela Companhia e reúne, em uma plataforma simples e intuitiva, conteúdos educativos, ferramentas de planejamento e consultorias especializadas para apoiar a organização da vida financeira.

“O bem-estar financeiro é parte fundamental da qualidade de vida e impacta diretamente o dia a dia das pessoas. Com a adesão a esse novo benefício, queremos oferecer apoio prático para que nossos Colaboradores cuidem de suas finanças com mais consciência, segurança e autonomia, sem nenhum custo. Afinal, a saúde financeira também faz parte do autocuidado.”, afirma Luciana Amaral, Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine. 
 

Entre os recursos disponíveis no app está o check-up financeiro online, que permite uma análise rápida da situação financeira pessoal em poucos minutos, com resultados individuais e confidenciais, além de uma ampla biblioteca de conteúdos educativos, como vídeos, cursos curtos, e-books, possibilitando que o aprendizado aconteça no ritmo de cada usuário.
 

Outro diferencial são as consultorias financeiras personalizadas, que podem ser agendadas com especialistas por videochamada ou WhatsApp, para apoiar desde a organização do orçamento até a renegociação de dívidas, planejamento de investimentos e definição de objetivos financeiros de curto, médio e longo prazo. O aplicativo ainda disponibiliza orientações sobre investimentos, com recomendações alinhadas ao perfil e às metas de cada Colaborador, incluindo reserva de emergência e projetos futuros.
 

“Essa iniciativa reforça nosso compromisso com um ambiente de trabalho mais humano, onde o cuidado vai além do profissional. Ao apoiar a saúde financeira, contribuímos para decisões mais equilibradas no presente e para um futuro com mais tranquilidade”, finaliza Luciana.

Generali Brasil amplia portfólio com foco em inclusão e personalização de coberturas 

A Generali Brasil reforça sua estratégia de expansão no mercado de seguros com uma abordagem centrada na inclusão e no desenvolvimento de produtos que respondam às necessidades reais da população. A iniciativa combina o uso intensivo de dados, inteligência artificial e escuta ativa dos parceiros de negócios para criar soluções acessíveis e transparentes.

Entre os produtos desenvolvidos nessa linha estão coberturas para transações via Pix, Bolsa Protegida e proteções voltadas ao período gestacional, iniciativas que refletem o compromisso da companhia em democratizar o acesso ao seguro para perfis que antes encontravam poucas opções no mercado. “Temos um olhar muito atento para a forma como nossos produtos impactam o dia a dia das pessoas. Nosso foco é desenvolver soluções que façam sentido e tenham usabilidade real”, afirma Conrado Gordon, Chief Insurance Officer da Generali Brasil.

A aplicação de machine learning e inteligência artificial tem permitido à companhia ampliar o escopo das coberturas com mais segurança. Um exemplo prático é o seguro para celulares, que passou a contemplar a perda do aparelho, situação antes inviável pelo risco de fraude. Com ferramentas de análise preditiva, tornou-se possível identificar padrões e controlar sinistros com maior precisão.

A tecnologia também contribui para a educação financeira dos consumidores. Por meio de aplicativos, os clientes passam a compreender melhor as coberturas contratadas, inclusive conceitos técnicos, de forma acessível e intuitiva.


Modelo modular e seguros paramétricos

Outro destaque da estratégia é a construção de produtos no modelo “plug and play”, ou seja, coberturas modulares que o cliente pode combinar conforme suas necessidades. Essa flexibilização é viabilizada por avanços regulatórios e pela expansão do Open Finance. A companhia também avança no desenvolvimento de seguros paramétricos, que utilizam dados externos (como índices climáticos) para automatizar o pagamento de indenizações sem necessidade de aviso de sinistro. 

A capilaridade geográfica da operação é tratada como um ativo estratégico. Diante das marcantes diferenças sociais, econômicas e regionais do Brasil, a companhia considera essas variáveis no processo de desenvolvimento de produtos, buscando maior aderência às realidades locais. “Inclusive estamos abertos a analisar novas parcerias com redes regionais, criando produtos inovadores que atendam a todos de forma democrática e descomplicada”, finaliza o executivo.

Seguradora Pier contrata Renan Gaeta como diretor financeiro e legal

A Pier anuncia a chegada de Renan de Carvalho Gaeta como novo Diretor Financeiro e Legal. Com mais de duas décadas de experiência no setor de seguros, o executivo acumula passagens por empresas como MetLife, MDS e Tokio Marine – que atuou por 14 anos. Na nova posição, Gaeta terá como foco fortalecer a área financeira, apoiar a diversificação de produtos e estruturar processos e governança para sustentar o crescimento acelerado da companhia.

“Estou muito feliz em assumir esse desafio. A Pier sempre me chamou atenção pelo que construiu no digital, algo que quem conhece o setor sabe o quanto é difícil. Encontro aqui um momento que me motiva: preparar estrutura, processos e times para crescer com consistência. Além disso, a aplicação de inteligência artificial na área financeira foi um fator decisivo para minha escolha”, afirma o novo Diretor da seguradora.

Formado em Administração pela Mauá e com MBA pela FGV, Gaeta construiu sua carreira com atuação em diferentes frentes de finanças, como planejamento financeiro (FP&A), fusões e aquisições (M&A) e reestruturação de diferentes áreas de finanças. Ao longo da trajetória, também esteve envolvido na viabilidade financeira de novos produtos e parcerias, sempre com foco em conectar a área financeira às estratégias de negócio. 

Na Pier, sua atuação será voltada à gestão de solvência e liquidez, além da construção de uma base financeira preparada para acompanhar o ritmo de expansão da empresa.

“A chegada do Renan fortalece um pilar essencial para o nosso momento. Estamos avançando em um ritmo acelerado e precisamos sempre garantir a sofisticação da área e uma estrutura financeira cada vez mais robusta, conectada ao negócio e preparada para os próximos passos da companhia”, destaca Camila Kataguiri, CEO da Pier.

Porto Seguro é eleita a melhor seguradora de automóveis pelo nono ano consecutivo

emerson Bernardes porto seguros

A Porto Seguro foi eleita, pela nona vez consecutiva, a melhor seguradora de automóveis no prêmio “O Melhor de São Paulo”, promovido pela Folha de S.Paulo. O reconhecimento reforça a consistência da companhia na entrega de produtos e serviços de qualidade, além da confiança dos consumidores ao longo dos anos.

A premiação é baseada em pesquisa realizada pelo Datafolha com moradores da cidade de São Paulo para identificar as marcas mais lembradas e preferidas em 39 categorias, abrangendo setores como lazer, educação, imóveis e carros. No levantamento, a Porto Seguro foi citada espontaneamente por 49% dos entrevistados das classes A e B.

“Receber esse reconhecimento por mais um ano é motivo de grande orgulho para todos nós. O resultado reforça nosso compromisso contínuo em oferecer soluções inovadoras e personalizadas, sempre com o cuidado que é marca da Porto Seguro. Ressalto, ainda, a importância do trabalho dos nossos mais de 47 mil corretores parceiros, coautores da nossa história e fundamentais no relacionamento direto com cada cliente”, afirma Patricia Chacón, CEO da Porto Seguro.

A conquista também reflete os diferenciais que sustentam a liderança da Porto Seguro no segmento, como um portfólio auto completo, desenvolvido para atender diferentes perfis de clientes — de soluções que impulsionam a inclusão securitária a ofertas mais personalizadas para os públicos premium e private. A companhia segue investindo, ainda, em iniciativas pioneiras, como o atendimento em até 15 minutos durante a madrugada, reforçando seu compromisso de estar presente nos momentos em que o cliente mais precisa.

Jaime Soares, diretor executivo Auto da Porto Seguro, aponta que a premiação destaca o compromisso da companhia com a inovação e a escuta ativa junto aos times internos e corretores parceiros. “Esse olhar atento e consultivo tem guiado avanços importantes em nosso portfólio. Neste ano, já desenvolvemos novos lançamentos e seguiremos focados em continuar oferecendo uma experiência mais completa e alinhada aos diferentes perfis de público”, afirma. 
 

Icatu Seguros: sucessão patrimonial sai do campo do tabu e entra na agenda financeira das famílias

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Falar sobre sucessão patrimonial ainda costuma remeter a inventário, burocracia e perda. Mas especialistas do mercado financeiro defendem que o tema precisa migrar para outro campo: o do planejamento em vida. Em vez de ser tratado apenas após a morte, o processo de organização patrimonial pode ser incorporado à estratégia financeira das famílias, com foco em proteção, continuidade e redução de incertezas.

Essa mudança de percepção ganha relevância em um país em que a consciência sobre o tema já existe, mas a ação ainda caminha lentamente. Pesquisa Vida e Finitude, realizada pela Icatu Seguros, mostra que 67% dos brasileiros pensam sobre a própria morte, porém apenas 16% se organizam financeiramente para esse momento. Outros 59% já conversaram ou pretendem conversar com a família sobre o assunto, mas 43% ainda não estruturaram nenhuma solução.

Para Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida da Icatu Seguros, o dado revela um hiato entre intenção e prática. “Existe consciência, existe preocupação, mas ainda falta transformar isso em atitude concreta. O tema segue cercado por mitos culturais e muitas famílias adiam decisões importantes”, afirma. Segundo ela, falar sobre sucessão patrimonial não significa apenas discutir herança. “Estamos falando de continuidade financeira, de cuidado com quem fica e de organização da vida patrimonial. É um ato de amor e de responsabilidade com a família”, afirma.

Quando o planejamento não acontece, os impactos podem ser relevantes. Custos inesperados, demora no acesso aos recursos, necessidade de vender bens às pressas, endividamento e conflitos familiares costumam aparecer em momentos de fragilidade emocional. “Muitas vezes a família tem patrimônio, mas não tem liquidez. Há imóveis, investimentos ou participação em empresas, mas o dinheiro imediato para custear despesas, impostos ou reorganizar a vida não está disponível”, diz Luciana.

Nesse contexto, o seguro de vida aparece como ferramenta complementar dentro da sucessão patrimonial. O capital segurado é pago diretamente aos beneficiários, sem necessidade de inventário, o que tende a acelerar o acesso aos recursos. Na prática, isso pode evitar a venda apressada de bens ou a contratação de empréstimos em um momento delicado. “O seguro cuida do agora. Ele garante liquidez, estabilidade e amparo imediato. É uma reserva financeira para que a família atravesse a transição com menos pressão”, afirma a executiva.

Além da cobertura por morte, produtos de vida passaram a incorporar outras proteções, como indenizações por doenças graves, invalidez e diárias por internação hospitalar, ampliando o papel do seguro dentro do planejamento financeiro. “Seguro de vida não é apenas sobre morte. Ele também pode apoiar a reconstrução da vida diante de eventos inesperados, como uma doença grave ou a impossibilidade de continuar exercendo uma profissão”, afirma Luciana.

A previdência privada, por sua vez, cumpre papel complementar. Embora seja mais associada à aposentadoria, também pode contribuir para a sucessão patrimonial ao permitir indicação de beneficiários, facilitar o acesso aos recursos e apoiar a transferência organizada de patrimônio, dependendo das regras vigentes e do produto contratado. “A previdência cuida do depois. Ela ajuda a preservar, acumular e transferir patrimônio de forma estruturada para as próximas gerações”, afirma.

Na avaliação da executiva, a combinação entre seguro e previdência tende a ganhar espaço à medida que o país envelhece e as estruturas familiares se tornam mais complexas. Casais recasados, famílias recompostas, dependência financeira entre gerações e filhos ainda em formação tornam a sucessão um tema menos linear do que no passado.

Ela cita ainda a chamada “geração sanduíche”, formada por adultos que sustentam filhos e, ao mesmo tempo, ajudam financeiramente os pais. “É um público que percebe com mais clareza a importância da proteção financeira, porque vive responsabilidades simultâneas”, afirma.

Considerando esse contexto, a Icatu Seguros lançou no último ano uma cobertura inédita no mercado para morte de pais e mães, criada para amparar filhos em caso de perda familiar. A cobertura está disponível para segurados cujos pais tenham até 80 anos no momento da contratação e conta com capital segurado de até R$ 100 mil por familiar, podendo chegar a R$ 200 mil caso a cobertura inclua ambos os pais.

Para Luciana, ampliar a educação financeira será decisivo para acelerar esse movimento. “As pessoas já falam mais sobre o tema. O próximo passo é transformar conversa em planejamento. Informação clara e boa orientação fazem toda a diferença”, conclui.