Seguradoras pagam R$ 65 bilhões em indenizações por catástrofes naturais em 2012

Os prejuízos causados por desastres naturais no planeta chegaram a US$ 160 bilhões em 2012, segundo estudo divulgado pela Munich Re em janeiro. Desse total, as indenizações pagas aos clientes que tinham uma apólice de seguro chegaram a US$ 65 bilhões. Boa parte do valor, quase 60%, foi para clientes americanos, uma vez que os EUA é o líder de vendas de seguros no mundo. Há uma razão para isso. O país tem o histórico de furacões, frequentes e furiosos. Só o furacão Sandy causou prejuízos superiores a US$ 25 bilhões, de um total de US$ 43,5 bilhões no país. Os números ficaram abaixo dos US$ 366 bilhões de 2011, causados pelos 302 desastres naturais registrados naquele ano, entre eles o tsunami japonês de março e as chuvas e deslizamentos brasileiros de janeiro.

A íntegra do release (em inglês) divulgado pela seguradora alemã está disponível no portal do grupo: www.munichre.com

2013 promete ser mais um ano de ouro para as seguradoras

Crescimento. Esse é o maior desafio do setor de seguros em 2013, afirma Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros e futuro presidente da CNseg, confederação que reúne as empresas que atuam no setor, responsáveis por uma carteira de investimentos superior a R$ 400 bilhões. “Temos muitas frentes de negócios pela frente, principalmente no que diz respeito aos seguros voltados para o varejo”, disse ele, em uma conversa informal ontem a noite no estádio do Morumbi, em São Paulo, durante o Jogo das Estrelas, partida de futebol organizada desde 2004 por Zico e patrocinada pela Bradesco Seguros.

Segundo Rossi, há inúmeras oportunidades de negócios para seguradoras. Tanto pelo volume de investimentos previstos para 2013 como pela necessidade de proteção a riscos para tantas situações antes não previstas. Quem poderia imaginar, por exemplo, pagar uma fortuna por um ingresso do tenor Bocelli e não conseguir chegar ao show porque São Paulo parou após uma forte chuva? Hoje há seguros para quase tudo no Brasil. Inclusive para sequestro relâmpago, queima de eletrodoméstico por queda de energia, para má administração de executivos e até mesmo para limpar estragos no meio ambiente causado por um poluidor que ainda precisa ser “domesticado”.

Um dos pontos fortes do Bradesco, segundo Rossi, é a atuação no varejo, uma vez que o banco está presente, seja com uma agência, com um correspondente ou com um corretor, em todos os municípios do Brasil. “Para se ter uma idéia, vendemos mais de 18 mil apólices de seguros no canal Bradesco Express, que são nossos correspondentes bancários, em seis meses de projeto piloto”, contou. São seguros de tíquete mensal inferior a R$ 10. “Além disso, temos uma demanda importante de seguros pelas empresas, desde a grande até o microempresário, que buscam proteção para a operação e benefícios para reter e atrair talentos”. A educação financeira e a divulgação institucional de seguro, previdência, saúde e capitalização continuam entre as prioridades de Rossi, que prevê encerrar 2012 com crescimento acima da média do mercado.

Com tamanho otimismo dos executivos do setor, que revelaram expectativas semelhantes a de Rossi nas entrevistas concedidas nos últimos 40 dias, o setor deverá manter o ritmo frenético de notícias em 2013. As seguradoras, como nunca antes, geraram conteúdo como nunca em 2012. Consequentemente, foram notícia praticamente todos os dias do ano em jornais, teves, radios, portais e blogs. No Brasil e no exterior. O mais interessante foi a abrangência dos temas, até pouco tempo atrás limitado a automóveis, companhias com ações em bolsa e coluna de defesa do segurado.

Entre os preferidos da imprensa temos a entrada de novos players e entrevistas com CEOs mundiais em visita ao país. Principalmente em resseguro. Com a chegada da resseguradora do grupo Allianz, sobe para 13 o número de companhias locais autorizadas a operar no Brasil. Eventuais são cerca de 60 e as admitidas somam 29. Em saúde, um grande destaque foi a compra da Amil pela gigante United Health Group (UHG) por mais de R$ 9 bilhões. Também foi relevante o resultado obtido pelo grupo BB Mapfre e Zurich Santander, que praticamente finalizaram a integração das operações para poder começar 2013 com resultados consolidados.

Com empresas maiores e fortalecidas, a concorrência fica mais acirrada e a troca de presidentes impõe mudanças nas estratégias das seguradoras. A participação estrangeira ficou tão relevante, que Paulo Marraccini, representante da alemã Allianz, venceu a disputa para o comando da FenSeg, a federação que reúne as seguradoras de seguros gerais e resseguro. No entanto, o maior número de notícias ficou para microsseguros, seguido de inovação, tecnologia, solvência, sustentabilidade e adaptação das empresas a um novo cenário de juros baixo. Tivemos também muitas matérias sobre lançamentos de produtos em todos os segmentos – seguros gerais, previdência e vida, saúde e capitalização.

Tanta movimentação gerou outro motivo para comemorar: o expressivo aumento de jornalistas que cobrem o setor. Tenho muitos concorrentes agora. Ainda bem, pois de monótono chega a minha própria pessoa. E o ano ainda não acabou e cá estou eu com mais notícias. Hoje a Susep soltou muitas portarias. Entre eles, autorização para empresas do grupo BB Mapfre a atuarem em microsseguros: Mapfre Seguros, Mapfre Affinity, Vida Seguradora e Aliança do Brasil, bem como a Panamericana de Seguros.

Tudo indica que em 2013 o ritmo será ainda mais frenético, com tantos eventos programados ( o evento mundial da Limra será no Brasil em 2013), tantos contratos de obras de infraestrutura a serem assinados, tanto transporte de equipamentos e mercadoria em um país que se prepara para sediar dois eventos mundiais. Enfim, 2013 promete muita movimentação nesse setor que prevê bater R$ 400 bilhões em arrecadação até 2015, segundo estudo da CNseg. A entidade estima que o seguro rural saltará 84%; e o segmento patrimonial, 60%, riscos de engenharia 300%. Bem, se depender da vontade da presidente Dilma, o setor terá muitos negócios e, consequentemente, vai ser notícia e vai continuar atraindo investidores. Ontem Dilma anunciou a edição de medida provisória que abrirá crédito extraordinário de R$ 42,5 bilhões no Orçamento da União deste ano.

Tais números aumentam as expectativas com o setor de seguros e aguçam o apetite dos investidores. Só neste mês tivemos autorizações de investimentos da BTG Pactual, Sancor e aprovação de R$ 15 milhões do Banco Mundial na Terra Brasis. E as corretoras online. Milhões de reais para viabilizar a tecnologia necessária para vender seguro pela internet. Fora um sem fim de aprovações de aumento de capital. Só hoje temos o aumento de R$ 13,5 milhões no capital da Bradesco Capitalização, que passa para R$ 180 milhões. A BMG Seguradora também elevou o capital em R$ 38,5 milhões, para R$ 56 milhões. A Cardif aportou R$ 39,5 milhões, elevando o capital social para R$ 276 milhões.

O ano já deve começar com destaque para o setor, com o IPO da BB Seguros. Nos bastidores do setor falam em um segundo programa de emissão de ações no setor. Esse, por enquanto, totalmente confidencial, afirmam os executivos de plantão.Logo pensei na Bradesco, a única que não tem um sócio estrangeiro. Mas Rossi descartou: “Nossa estratégia continua a mesma. Seguridade é um tema importante para nossos acionistas há anos e assim continuará”, afirmou. Pressionado sobre o grande volume de dinheiro que o grupo poderia ganhar com o voraz apetite dos investidores estrangeiros por um quinhão do mercado de seguros, Rossi brincou: “O que faríamos com tanto dinheiro?”.

Bem, imagino que se Rossi, um dos poucos executivos do setor que participa ativamente do Facebook, colocasse essa pergunta na rede, teria inúmeras sugestões e propostas. Ainda mais que o grupo está extremamente ativo na divulgação de práticas sustentáveis como os investimentos em projetos como a Ciclofaixa, o Porteiro Amigo, Jogo das Estrelas, bem como a Árvore de Natal e o patrocínio de diversos espetáculos, como Família Adams e em 2013 o Rei Leão. Vai que…. surge uma oportunidade. Ainda mais sendo a seguradora oficial dos Jogos Olímpicos de 2016 e com um cenário extremamente competitivo pela frente com os bancos concorrentes buscando no seguro uma forma de compensar a perda de rentabilidade com o spread. Sempre é bom ter $ de sobra na mão.

É isso. Um 2013 cheio de novidades para todos. E que todos me contem tudo para eu poder levar muita informação de qualidade para os leitores. De preferência, em primeira mão! E que possa ajudar que mais pessoas tenham a proteção financeira para continuar vivendo com qualidade mesmo diante de imprevistos! Desejo que as seguradoras superem os desafios e as dores do crescimento, com rentabilidade, é claro, para garantir o investimento requerido pelas novas regras de solvência, tão vital para garantir os direitos dos consumidores e a sustentabilidade do setor.

André Gregori comandará operação de seguros e resseguros do BTG Pactual

Como já era previsto, André Marino Gregori, que deixou a Fator Seguradora levando boa parte da equipe para um projeto confidencial no início do ano, comandará a operação de seguros e de resseguros do BTG Pactual, com foco em seguro garantia. A Susep aprovou ontem apenas a operação de seguros. Conforme noticiado pela Agência Estado, o capital social da seguradora do banco será de R$ 50 milhões, dividido em 50 milhões de ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. O montante está acima da exigência mínima da Susep, de R$ 15 milhões. Ainda falta, porém, a autorização para o banco de André Esteves atuar também em resseguros, atividade na qual a instituição visa a atuar como uma companhia local (com sede no Brasil). A resseguradora do BTG terá capital de R$ 100 milhões, também superior aos R$ 60 milhões exigidos pela autarquia do mercado.

Mongeral Aegon e Sindserj fecham parceria para servidores

Release

A seguradora Mongeral Aegon é a nova parceira do Sindserj, associação que reúne todos os sindicatos de servidores do governo do estado do Rio de Janeiro. A empresa vai comercializar seguro de vida específico para atender 420 mil funcionários afiliados ao sindicato. A ação faz parte do programa de benefícios Mais no Futuro, que inclui seguros saúde e residencial. Criado após a realização de uma pesquisa com os servidores, o programa foi lançado último sábado (22). Os produtos poderão ser adquiridos a partir de 3 de janeiro, exclusivamente pelo site www.maisnofuturo.com.br.

A Mongeral Aegon projeta um crescimento de 20% em seus negócios na regional Recife em 2013, mantendo a média anual de incremento nas vendas de seguros de vida e previdência na região, que engloba unidades em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. A previsão é alcançar R$ 1 milhão somente na comercialização de novos produtos. Em comparação a 2011, a empresa também deverá crescer 20% neste ano, mantendo a média registrada nos últimos sete anos.

Na avaliação de Alcindo Araújo, gerente regional da seguradora, o sucesso do trabalho e as projeções para 2013 são resultado, principalmente, do lançamento do Minha Família, seguro voltado para microempreendedores, que ajudou a superar as expectativas nas vendas. “Ultrapassamos a marca de 15 mil cliente somente para esse seguro”, afirma.

Outra ação fundamental que embasou a estratégia de crescimento da empresa na região foi a consolidação de parcerias com o Sindicato das Indústrias Gráficas de Pernambuco (Sindusgraf), o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) e a Finsol, instituição de microfinanças parceira da Mongeral Aegon na comercialização do Minha Família.

A seguradora também investiu no treinamento de cerca de 180 profissionais da região, em um programa de formação de corretores que, por seus resultados, recebeu no início de 2012 o reconhecimento da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB-PE).

Programa de Formação de Corretores

Há quase uma década a seguradora oferece, em parceria com a Escola Nacional de Seguros (Funenseg), o programa de formação de corretores, que prepara profissionais para seguirem para a habilitação na Susep. A Mongeral Aegon foi uma das primeiras seguradoras a oferecer cursos fechados em parceria com a Funenseg, a partir da circular Susep Nº 177, de 11 de dezembro de 2001. Nesse período, foram habilitados 2.303 profissionais, sendo mais de 500 somente em 2012.

A empresa inovou ao criar o site Nova Profissão (www.novaprofissao.com.br), dedicado à captação de novos corretores. A ferramenta permite a organização do perfil dos candidatos, concentrando em apenas um canal o recebimento de cadastros de todo o país. O site recebeu 11 mil cadastros nos últimos dois anos. Os interessados em ingressar nas turmas disponíveis para o próximo ano já podem acessar o portal e fazer o cadastro. A seleção será retomada em fevereiro.

Seguro que indeniza vítimas de trânsito tem alta de 4,4%

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou a tabela com os valores reajustados do seguro obrigatório (DPVAT) para 2013, de carros, motocicletas, ônibus e caminhões. O aumento é de 4,4% em relação a este ano. Já as indenizações pagas em casos de acidentes de trânsito não mudam: R$ 13,5 mil (morte e invalidez) e até R$ 2.700 (despesas médicas). O pagamento do seguro é feito, anualmente, na mesma guia do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que estará disponível para impressão a partir do dia 14 de janeiro, segundo a Secretaria estadual de Fazenda do Rio. Para carros de passeio, o valor passará de R$ 101,16 para R$ 105,65. No caso das motos, o reajuste vai de R$ 279,27 para R$ 292,01. Os caminhões e caminhonetes tiveram o seguro alterado de R$ 105,68 para R$ 110,38. Os ônibus e micro-ônibus terão o pagamento da taxa mantido em R$ 396,49. O seguro obrigatório é pago, todos os anos, pelos proprietários de veículos. O montante arrecadado é usado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito.

Que bonito isso!

 

CNseg lista os temas da agenda do mercado em 2013

noticia do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Após destacar os temas mais importantes para o mercado em 2012 – a regulamentação do microsseguro; a criação da Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantia (ABGF); repatriação de carros brasileiros roubados e levados para a Bolívia; debates sobre o Projeto de Lei 3.555/2004; adesão ao Principles for Sustainable Insurance (PSI); discussões sobre o Programa de Subsídio ao Prêmio do Seguro Rural (PSR); sugestões para Lei de Licitações por meio do Seguro Garantia; e redução do custo de apólice e sua extinção a partir de 2013- o presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, divulgou também os assuntos que vão dominar a agenda do setor em 2013, durante almoço de confraternização com jornalistas, nesta terça-feira, dia 18.

A lista é encabeçada pelo microsseguro, cujos primeiros produtos estão sendo licenciados pela Susep neste momento. A CNseg lembra que, no mundo, o mercado potencial está estimado em 3 bilhões de pessoas, o que é uma sinalização de que, também no Brasil, haverá um ambiente propício para os negócios. Contudo, será preciso entender como as comunidades mais pobres funcionam e os tipos de proteção que demandam.

O aumento da expectativa de vida é outro tópico da agenda do próximo ano. A longevidade gera bônus e ônus para população e governos, e, ao mesmo tempo, abre novos desafios e oportunidades para previdência complementar e saúde complementar. Expectativa de vida ao nascer do brasileiro deve atingir 80 anos em 2040, mesmo ano em que se espera observar equilíbrio entre as taxas de mortalidade e natalidade. Pelas contas da OCDE, o gasto público com pensões atingirá 15,8% do PIB no Brasil em 2050.

Nesta altura, haverá 2,5 brasileiros em idade laboral (20 – 64) para cada brasileiro com 65 anos ou mais. Hoje essa razão é de oito. Já o gasto com saúde no Brasil mantém a espiral de alta, chegando a aproximadamente 9% do PIB em 2010, crescimento de 34%, quando comparado a 1995.

Em 2013, o mercado segurador acredita que o governo deverá regulamentar a criação do PGBL Saúde, importante instrumento para custear as despesas futuras dos trabalhadores, quando de sua passagem para a aposentadoria. A Lei Geral de Seguros é outro tema de preocupação. A rigor, o mercado entende que uma nova legislação não chega a ser necessária- mas a proposta avança no Congresso-, porque as relações de consumo estão bem disciplinadas pelo capítulo XV do Código Civil, que hoje norteia os contratos de seguro, ao lado dos dispositivos do Código de Defesa do Consumidor, um grande conquista da sociedade.

Para o mercado, o ideal seria o aprimoramento do Decreto Lei nº 73, algo importante para a manutenção de ambiente propício para os grandes grupos internacionais de resseguro (100 empresas operam atualmente no mercado brasileiro). Nesse sentido, a CNseg defende a transformação da Susep em Agência Reguladora, para ampliará os poderes do órgão regulador. Ainda na agenda do mercado, o incentivo ao seguro rural, seguro garantia, criação do seguro popular de automóvel e coberturas voltadas para catástrofes.

Conheça os vencedores do prêmio CNseg de sustentabilidade

matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Os vencedores do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga, organizado pela CNseg e que este ano teve como tema a sustentabilidade, finalmente foram conhecidos, durante o almoço de confraternização do mercado segurador, que acontece agora no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Dividido em 3 categorias – Comunicação, Processos e Produtos, os vencedores receberam os prêmios, que variam entre 5 e 15 mil reais, das mãos dos presidentes das federações associadas à CNseg.

Na categoria Comunicação, a vencedora foi Adriana Boscov, da SulAmerica, com o trabalho “Programa de educação ambiental para sustentabilidade”, sobre a estratégia de disseminação do tema sustentabilidade para os stakeholders internos da seguradora entre os anos 2009 e 2011 e para profissionais do mercado segurador, de 2011 a 2012.

Na categoria Processos, o primeiro lugar ficou com Ishiguro de Lima, também da SulAmerica, com o projeto de certificação digital em saúde, cujo objetivo é disseminar uma mudança cultural que é a redução de papel no processo de faturamento de contas médicas-hospitalares, entre os prestadores de serviços médicos e as operadoras de plano privado de assistência à saúde.

Ainda da SulAmerica, Kleber Lopes de Almeida Junior e Lívia Prata Nascimento garantiram o primeiro lugar na categoria Produtos com o trabalho “Tinta à base d’água”, que visa estimular a utilização de uma linha de tintas mais moderna onde, em sua composição, a maior parte do solvente é substituída por água.

LISTA COMPLETA DOS GANHADORES

Categoria Comunicação:

1º Lugar: Programa de educação ambiental para sustentabilidade – Adriana Boscov – SulAmerica .
2º Lugar: Academia de sustentabilidade – Maria de Fátima Mendes Lima – BBMapfre.
3º Lugar: Programa Porteiro Amigo do Idoso – Rosana Gonçalves de Rosa– Bradesco.
3º Lugar: Projeto de campanha de combate à dengue – Adriana Boscov e Aline Gislene de Oliveira – Sul América.

Categoria Processos:

1º Lugar: Projeto saúde Certificação Digital em saúde – Rosemeire Ishiguro de Lima – SulAmerica.
2º Lugar: Sistematização indicadores de sustentabilidade – Adriana Boscov e Jean Pauline Espinosa– Sul América.
3º Lugar: Gestão sustentável de impressos – Eugenio Trigueiro Rodrigues – Bradesco.

Categoria Produtos:
1º Lugar: Tinta à base d’água – Kleber Lopes de Almeida Junior e Lívia Prata Nascimento – SulAmerica.
2º Lugar: Seguro residencial com serviços ambientais – David Pereira da Silva – Itaú.
3º Lugar: Projeto Itaú Microcréditos – Fernanda Bianco – Itaú.
3º Lugar: Programa Idade Ativa – Elizabeth Christiane Vignol Gutierrez, Andrea Mitiko Goto Hanai, Raquel Chinarro Martin e acqueline Caballero Minamioka – Sul América.
3º Lugar: Previdência sem blablabla – Fabiano Lima, Adriana Nannini, Renata Soares, Natalia Pisani e Claudia Lobato – SulAmerica.

Dez mitos e verdades sobre a previdência privada

Extraído do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Dez mitos e verdades sobre a previdência privada MetLife elabora lista com os principais equívocos sobre o tema A previdência privada é um recurso que garante uma renda complementar, permitindo que o beneficiário mantenha seu padrão de vida e a tranquilidade durante a aposentadoria. No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas e cultivam diversos mitos sobre esta opção. Para esclarecer alguns pontos, Flavio Sahib, diretor de distribuição em canais bancários da MetLife, aponta dez mitos e verdades sobre a previdência privada. Confira.

1. No plano de previdência, você define quanto e quando quer receber a sua renda.

Verdade! Trata-se do período de concessão do benefício. Quando for atingida a idade de saída escolhida, a reserva acumulada transforma-se efetivamente em renda. É possível optar, ainda, pela melhor forma de recebê-la, como benefícios, rendas vitalícias ou temporárias.

2. A previdência privada é uma forma de investimento contratado para garantir uma renda ao comprador ou seu beneficiário.

Verdade! A maior parte das pessoas enxerga a previdência como forma de investimento apenas, e não como “seguro”. As seguradoras cuidam dos setores que auxiliam o bem-estar da pessoa física, seja diretamente ou indiretamente, como no caso dos planos de Previdência Privada, que o auxiliarão na aposentadoria.

3. Além da aposentadoria, é possível ter outros benefícios.

Verdade! O participante ou segurado pode ter a sua disposição outros benefícios durante o período de acumulação, que o protegem contra morte ou invalidez.

4. Quem é jovem não deve se preocupar, pois ainda tem muito tempo para pensar em aposentadoria. E quem é mais velho já não tem mais tempo para adquirir um plano.

Mito! Para os jovens, começar o quanto antes permite que, com uma pequena parcela mensal, seja possível acumular uma boa quantia na aposentadoria. Já uma pessoa com 45 anos de idade, por exemplo, ainda tem outros 10 ou 15 anos até se aposentar. Estamos vivendo mais, portanto, mesmo que um pouco mais tarde, ainda há tempo para contratar um plano de previdência e garantir uma aposentadoria mais tranquila.

5. As alíquotas de Imposto de Renda diminuem à medida que o tempo passa.

Depende! Para o sistema regressivo sim. Quanto mais tempo o dinheiro permanece aplicado, menos imposto se paga. Já para o sistema progressivo não, porque o IR é constante. O investidor paga o imposto de renda no resgate, seguindo a mesma tabela que tributa os salários.

6 .Fundos de previdência são aplicações de longo prazo.

Verdade! Resgatar o investimento com pouco tempo não é bom negócio, pois a alíquota de IR pode ser mais alta do que a de outros fundos de investimento de longo prazo.

7. Caso a instituição escolhida quebre, o beneficiário perde tudo.

Verdade! Com a Lei Complementar 109, a previdência privada passou a contar com grande segurança jurídica, uma vez que as regras que regulamentam o setor ficaram extremamente rígidas para as empresas que comercializam o serviço. Por isso, é sempre importante pesquisar e procurar uma empresa com solidez financeira.

8. A portabilidade permite que o participante ou segurado migre para outra entidade.

Verdade! Na fase de acumulação, a lei permite que o participante ou segurado migre a reserva para outra instituição de previdência privada, sem a necessidade de pagar por custos adicionais. Durante a fase de aposentadoria não são permitidas transferências de reservas.

9. É preciso muita disponibilidade financeira para adquirir um plano de previdência privada.

Mito! Atualmente, existem planos no mercado que permitem contribuições a partir de R$ 30 por mês. Outros, depois de abertos, podem receber aplicações a qualquer momento, para aproveitar uma sobra de recursos do aplicador.

10. O Plano de Previdência é indicado somente para alguns perfis de renda e classe social.

Mito! O benefício máximo pago pela previdência social é de R$ 3.689,66, os planos de previdência privada são recomendados para quem tem salário superior a esse valor. No entanto, o investimento, que pode ser iniciado desde cedo e agora com valores cada vez mais populares, é uma forma de garantir a renda complementar garantindo mais tranquilidade e estabilidade durante sua aposentadoria.

Brasilprev projeta forte expansão dos negócios neste ano

Matéria extraída do portal da CNseg

A Brasilprev, o braço do Banco do Brasil na previdência privada, espera fechar 2012 com indicadores bastante positivos, tomando como base os números acumulados no ano. Até setembro, por exemplo, o volume de arrecadação subiu para R$ 12,3 bilhões, 45% acima do resultado obtido no ano anterior e praticamente 15 pontos percentuais acima da média do setor. O executivo Ricardo Flores, presidente da empresa sócia da americana Principal, lembra que a captação líquida positiva em portabilidade, no valor de de R$ 416 milhões, é praticamente o dobro do registrado pelo segundo colocado, segundo dados divulgados até setembro pela Federação Nacional das Empresas de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

A perspectiva de Flores é de que a Brasilprev termine 2012 com ativos na casa dos R$ 66 bilhões em ativos sob gestão, um crescimento de R$ 17 bilhões em relação aos R$ 49 bilhões de 2011. Segundo Flores, a empresa está inserida em segmento com grandes desafios e oportunidades no Brasil. “Temos um grande potencial para crescer, diante da necessidade da população poupar para garantir projetos de longo prazo, como a aposentadoria, como também num cenário de juros baixos os investimentos com maior chance de ganho são os de longo prazo, principal característica dos nosso fundos”, diz ele, por meio de nota à imprensa.

Para ele, a classe média será a grande responsável por garantir o crescimento do setor nos próximos anos. Atualmente, o setor acumula ativos de R$ 328 bilhões, o equivalente a 7,6% do Produto Interno Bruto (PIB). “Em 2019 estimamos que o patrimônio dos fundos de previdência aberta ultrapassem R$ 1 trilhão”, aposta. A presença da classe C no mix de clientes do banco tem sido significativa, diz Flores. Atualmente, a classe C, formada por famílias com renda mensal de R$ 1.734 a R$ 7.475, representa uma boa parcela dos clientes da empresa.

Flores destaca que o Brasil apresenta muitas oportunidades que podem trazer rentabilidade interessante para quem aplica no longo prazo. “Projetos de concessão rodoviária, portos, aeroportos são segmentos promissores e que o retorno não termina com a realização dos mundiais esportivos”, diz o executivo.

O presidente da Brasilprev afirma que o grupo tem uma equipe de analistas de primeira linha para garimpar boas oportunidades de investimentos e assim trazer aos clientes de previdência uma rentabilidade mais atraente diante do atual cenário de juros baixos. A perspectiva de Flores é de incrementar em R$ 10 bilhões a carteira de investimento em projetos privados de infraestrutura, totalizando R$ 30 bilhões, A carteira de ativos do grupo encerra 2012 em R$ 66 bilhões, sendo R$ 20 bilhões já aplicados nesse perfil de risco.

Além de projetos de crédito privado, Flores acredita que haverá maior interesse dos clientes por fundos diferenciados, como focados em empresas que pagam bons dividendos. No exterior, apesar das recentes regras que permitem, Flores acredita que o Brasil oferece boas oportunidades, o que inibe o interesse de alocação em outras terras. No entanto, para ter um mercado com investimentos mais sofisticados será preciso preparar o brasileiro para fazer boas escolhas de investimentos, assim como consultores financeiros para explicarem aos clientes o risco dos novos produtos. “O brasileiro estava acostumado a ter rentabilidade sem correr risco num cenário de juros altos com os títulos do governo. Agora será preciso apostar no longo prazo e correr um pouco de risco para ter um rendimento diferenciado”, diz.

A educação financeira é uma das prioridades do grupo, que já tem alguns projetos voltados para treinamento dos funcionários e clientes, mas que serão ampliados nos próximos anos para atender a crescente demanda de previdência pela classe C, pouco habituada ainda a comprar produtos financeiros. Segundo pesquisa na base de dados do grupo, clientes com renda inferior a R$ 4 mil ou com reserva abaixo de R$ 10 mil representam 23% dos planos da companhia, que em número significa 409 mil planos. O valor médio de contribuição mensal fica em R$ 109 na classe C contra R$ 355 na média geral.

Cerca de 42% têm segundo grau de escolaridade e 81% têm menos de 50 anos. Entre as modalidades da previdência, 74% optam pelo plano VGBL, destinado para quem faz a declaração simplificada do Imposto de Renda. O Sudeste concentra a maior parte deles, com 46% do total, e 20% estão no Nordeste, 18% no Sul, 10% no Centro-Oeste e 4% no Nordeste.