Saúde está entre os principais riscos globais, revela estudo

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O mundo está mais arriscado com os efeitos da crise financeira, num período de eventos climáticos extremos, segundo o relatório Riscos Globais 2013 do Fórum Econômico Mundial, realizado com contribuições da Marsh & McLennan Companies, Swiss Reinsurance, Zurich Insurance Group, Oxford Martin School (Universidade de Oxford) e da Universidade Nacional de Cingapura do Centro Wharton de Gerenciamento de Riscos (Universidade da Pennsylvania). O estudo, resultado de uma pesquisa com mais de 1 mil especialistas e líderes empresariais, realça as severas disparidades de renda acompanhadas por desequilíbrios fiscais crônicos. Esses são os dois principais riscos globais atualmente que reflete as preocupações sobre as dívidas governamentais, segundo o estudo.

Na sequência de um ano marcado por condições meteorológicas extremas, do furacão Sandy às cheias na China, o aumento das emissões de gases de efeito estufa é considerado o terceiro maior risco global, enquanto a incapacidade de adaptação à mudança climática foi vista como o risco ambiental com maiores efeitos de contágio para a próxima década. “Estes riscos globais são essencialmente um alerta de saúde em relação aos nossos sistemas mais críticos”, afirma Lee Howell, editor do relatório e Diretor-Executivo do Fórum Econômico Mundial. “A resiliência nacional aos riscos globais necessita ser uma prioridade, para que os sistemas críticos possam continuar a funcionar, apesar de grandes alterações”, acrescentou.

Segundo Axel P. Lehmann, diretor de análise de riscos do Zurich Insurance Group, diante do custo crescente de acontecimentos como o furacão Sandy, as gigantescas ameaças aos “países-ilhas” e às comunidades costeiras, e sem resolver a questão das emissões de gases de efeito estufa, as evidências são claras. “Chegou o momento de agir”, diz.

Principais riscos analisados no relatório Riscos Globais 2013:

1. Saúde

Enormes avanços no campo da saúde deixaram o mundo perigosamente complacente. A crescente resistência a antibióticos pode empurrar os sistemas de saúde para um colapso, enquanto um mundo hiperconectado facilita a disseminação de pandemias. Este risco estabelece as relações entre resistência aos antibióticos, doenças crônicas e o fracasso do regime internacional de direitos de propriedade intelectual, recomendando maior colaboração internacional e modelos de financiamento diferentes.

2. Economia e Ambiente sob Estresse

Riscos socioeconômicos estão fazendo derrapar os esforços para ultrapassar os desafios colocados pela mudança climática. Num momento em que as mudanças estruturais estão acontecendo na economia e no ambiente, esta questão requer novas abordagens para que sejam realizados os investimentos estratégicos necessários para evitar os piores cenários de ambos os sistemas.

Para John Drzik, presidente executivo do Oliver Wyman Group, da Marsh&McLennan Companies, as duas tempestades – a ambiental e a econômica – encontram-se em rota de colisão. Se não alocarmos os recursos necessários para mitigar o risco crescente dos eventos climáticos severos, a prosperidade global das gerações futuras pode estar ameaçada. “Os líderes políticos e empresariais e os cientistas devem unir-se para a gestão destes riscos complexos”, afirma.

Segundo David Cole, diretor de análise de riscos do grupo Swiss Re, lidar com as crises econômicas e de mudança climática infelizmente não é visto como uma continuidade, mas como escolhas opostas. “O conceito que tem ganhado terreno é que não podemos ter soluções para as duas. Mas precisamos ir além desta abordagem reducionista. Então, por considerarmos uma abordagem holística das situações como o gerenciamento de risco inteligente, devemos ter essa atitude em relação aos desafios econômicos e de mudança climática que estamos enfrentando”, diz.

3. Crises Digitais

Da imprensa à Internet, sempre foi difícil prever como as novas tecnologias vão moldar a sociedade. Apesar de muitas vezes constituir uma força para o bem, a democratização da informação também pode ter consequências voláteis e imprevisíveis, como se reflete nos tumultos provocados pelo filme anti-islâmico postado no YouTube. Enquanto o papel tradicional da mídia como guardiã encontra-se em erosão, este caso mostra como a conectividade possibilita que as crises digitais se espalhem e coloca a questão do que se pode fazer para evitar isso.

A íntegra do relatório pode ser vista no site www.weforum.org/globalrisks2013. O relatório descreve 50 riscos globais e agrupa-os em categorias econômicas, ambientais, geopolíticas, sociais e tecnológicas, a que foi pedido que fossem classificados em termos de possibilidade e impacto. Os dados mostram que os jovens que responderam estavam mais preocupados com os riscos do que as pessoas mais velhas, revelando também que as mulheres são mais pessimistas do que os homens. Numa base regional, os especialistas da América do Norte tenderam a ver mais riscos do que os de outras regiões.

AGCS é a décima terceira resseguradora local no Brasil

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A Allianz Global Corporate & Specialty AG (AGCS) recebeu da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) a licença de ressegurador local no Brasil. A AGCS Brasil inicia suas operações com a inauguração de dois escritórios no país, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Como resseguradora local, a AGCS Brasil pretende dobrar o seu faturamento, que hoje é de R$ 200 milhões, até 2015.

A AGCS Brasil chega com uma posição financeira robusta no mercado local. A AGCS Brasil recebeu rating global A – (perspectiva ‘estável’) e um rating local AAA (perspectiva ‘estável’) da agência internacional de rating Standard & Poor’s. O rating soberano brasileiro atinge o rating global A –, o que significa que a AGCS Brasil opera com a mais alta classificação possível de solidez financeira neste mercado.

A meta no mercado brasileiro, que representa cerca de 50% do mercado potencial para a AGCS na América do Sul, será alcançada por meio da cooperação com todas as seguradoras do mercado. Com isso, o Brasil será o centro das operações nesta região e irá alavancar a expansão da AGCS em toda a América do Sul. O objetivo é faturar na região em torno de 900 milhões de reais até 2015.

“Queremos triplicar nossas receitas em mercados emergentes nos próximos cinco anos e o Brasil é um mercado muito importante para a estratégia de crescimento”, diz o CEO Global da AGCS, Axel Theis. “Ter uma unidade local é essencial para atender aos nossos clientes e expandir as operações em outros mercados da América do Sul”.

O anúncio das operações como resseguradora é acompanhado da abertura de dois escritórios locais no Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). O presidente para o Brasil é o executivo Ângelo Colombo, que lidera os negócios no País desde 2009. Para ele, a demanda do mercado brasileiro é impulsionada, principalmente, por grandes investimentos em infraestrutura – portos, aeroportos, energia elétrica e outros –, além do aumento das atividades de perfuração de petróleo offshore. “Contamos ainda com um número cada vez maior de empresas brasileiras que pretendem competir em mercados globais, aumentando a demanda também por programas de seguros internacionais”, diz Colombo.

Para desenvolver com sucesso a operação local, a AGCS irá atuar em conjunto com todas as seguradoras e corretores corporativos no mercado brasileiro. “Nossa equipe é completa. Temos especialistas no mercado brasileiro e também executivos de fora do país com experiência global comprovada. Assim, atendemos de forma eficiente os nossos clientes no Brasil, pois aplicamos os padrões da indústria global orientados pelas práticas locais”, diz Drault Ernanny, vice-presidente executivo da AGCS no Brasil.

Sobre a Allianz Global Corporate & Specialty

A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) é uma marca dedicada da Allianz SE para empresas e clientes de seguros de riscos especiais. A AGCS fornece seguros e consultoria de gestão de risco em todo o espectro de negócios de transporte, aviação e corporativos, incluindo Energia, Engenharia, Linhas Financeiras, Seguro de Responsabilidade Civil, Propriedade e Programas de Seguros Internacionais.

A Allianz Global Corporate & Specialty opera em mais de 150 países por meio da rede do Grupo Allianz e de parceiros. A empresa conta com mais de 3.000 pessoas, e fornece soluções de seguro para mais de metade das empresas Fortune Global 500, com um faturamento de €4,9 bilhões brutos em todo o mundo (2011). A Allianz Global Corporate & Specialty tem um Rating de Solidez Financeira AA (‘Muito Forte’) da Standard & Poor’s e de A + (‘Superior’) da A.M. Best. Para mais informações, visite o site www.agcs.allianz.com.

Tempo Assist tem 300 vagas abertas

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Devido a forte expansão de suas operações em 2012 principalmente nas Unidades Assistência, Odonto e Saúde, a Tempo Assist, uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguros saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde, inicia o ano oferecendo 300 vagas para analistas de atendimento em Barueri (SP).

Os profissionais irão atuar no departamento de call center da companhia, e serão responsáveis por efetuar o atendimento telefônico, fornecendo informações, esclarecendo dúvidas e orientando os usuários dos serviços do Grupo Tempo Assist quanto ao uso dos produtos e serviços da empresa, além de executar procedimentos operacionais.

Os contratados terão direito a assistência médica, odontológica, residencial, seguro de vida, auxílio creche-babá, convênio farmácia, vale transporte e refeição, além de direito a cesta básica e acesso ao ambulatório no local de trabalho.

Para participar do processo de seleção, o profissional precisa ter o seguinte perfil: idade superior a 18 anos, ensino médio completo ou cursando. A jornada de trabalho é em escala 6×1 (seis dias trabalhados por semana e direito a uma folga). Os contratados passarão por treinamento de 15 dias para que possam, posteriormente, iniciar as atividades dentro da empresa.

Os novos funcionários da Tempo Assist contarão ainda com a oportunidade de crescimento profissional e pessoal dentro da companhia, formada por um time que privilegia a excelência em um ótimo ambiente de trabalho. Apenas em 2012, de todas as vagas abertas na companhia, 30% foram preenchidas por colaboradores vindos das próprias centrais de atendimento.

Os interessados em participar do processo de seleção devem enviar seus respectivos currículos para o e-mail: recrutamento.central@tempoassist.com.br

Sobre a Tempo Assist

Empresa de capital aberto listada no Novo Mercado da BM&FBovespa, a Tempo Assist é uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguro saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde. Sua missão é assegurar o bem-estar dos clientes, oferecendo a melhor experiência de atendimento, por meio de seu time e parceiros. A Companhia administra redes pulverizadas em cada um de seus negócios, contabilizando mais de 50 mil prestadores de serviços em todo o Brasil. Isso só é possível graças à sólida estrutura composta por profissionais especializados e sistemas sofisticados, que acompanham a evolução do mercado.

www.tempoassist.com.br

Seguro é visto como essencial, mesmo diante da crise (ou pela crise)

Muito interessante essa pesquisa da GFK patrocinada pela Zurich. Vale a pena ter na memória. Nem sei citar a fonte deste texto de tanto copy cola que tem na web. Mas acredito que seja um release.

Os europeus continuam preocupados com a crise econômica. Segundo uma pesquisa encomendada pelo Zurich Insurance Group, quando se trata de reduzir as despesas, eles preferem cortar do orçamento gastos com jantares fora de casa, férias e roupas. Ao contrário de seguros, educação e renda, que são vistos como essenciais. O levantamento, divulgado esta semana, foi realizado em sete países europeus pela empresa especializada em pesquisa de mercado GfK a pedido da Zurich.

A crise econômica é considerada mais preocupante para pessoas em países na região do Mediterrâneo. Cerca de 70% dos entrevistados em Portugal, 65% na Itália e 59% na Espanha estão muito preocupados com a atual crise financeira. Por outro lado, em países como Áustria (44%) e Alemanha (38%) o percentual é significativamente menor. Os russos (31%) e suíços (28%) são os menos interessados na crise econômica.

A pesquisa também verificou o receio da perda de emprego. As populações mais receosas estão na Rússia, Portugal e Itália, onde uma em cada sete pessoas estão com medo de perder o emprego, e na Espanha, onde o índice chega a uma em cada seis. Na Alemanha e na Suíça, o índice chega a menos de 5% e na Áustria apenas 1% dos entrevistados têm medo de serem despedidos.

Corte de gastos Os suíços, alemães e russos dizem que são mais susceptíveis a reduzir seus custos para jantar fora, caso necessitem cortar seu orçamento familiar. Os austríacos, portugueses e espanhóis afirmaram que iriam diminuir gastos com viagens e os italianos gastariam menos com itens de vestuário e moda. Um quarto dos suíços, alemães e russos e quase um terço dos austríacos estariam dispostos a pagar menos para despesas com carro ou moto. No entanto, eles são muito relutantes em cortar despesas com educação, seguros e aluguel, vendo-os como essenciais ao invés de despesas de luxo.

Prioridades

Os entrevistados de todos os países concordam que, apesar da crise econômica, a necessidade de uma boa cobertura de seguro não mudou. Mais de 91% dos entrevistados nos países mediterrâneos e da Suíça manteriam o seu seguro mesmo quando forçado a cortar o orçamento familiar. E mesmo na Rússia, onde o maior percentual de entrevistados disse que cortaria custos de seguro, apenas 18% o fariam.

A maioria dos russos e espanhóis não economiza em seu seguro de carro. Muito pelo contrário, são os austríacos os mais propensos a reduzir o seguro de carro se tiveram que economizar em custos de seguros. Para os italianos, seguro de acidentes é a cobertura mais importante, enquanto os portugueses valorizam mais o seguro do lar e dos bens, e os suíços e alemães não querem abrir mão de sua cobertura de responsabilidade civil. Se eles tiveram que economizar em custos de seguro, os suíços, portugueses e alemães tendem a cortar o seguro de vida, o espanhol o seguro saúde e os russos e italianos nos seguros contra roubo e incêndio.[1]

Previdência privada No atual cenário, um terço dos suíços e austríacos considera a provisão proveniente de previdência privada importante e investe em seguro de vida ou em um plano de previdência privada. 36% dos portugueses e cerca de um quarto dos alemães, russos e espanhóis consideram importante ter previdência, apesar de dizer que eles não têm dinheiro sobrando para isso. Um em cada três italianos ainda não considerou ter um plano de previdência privada. Um quinto dos alemães e russos e um quarto dos espanhóis estão com medo que a sua provisão proveniente da previdência privada não será suficiente. Os suíços (8%) são os menos preocupados com isso.

Falha humana ainda é a principal causa de perdas náuticas, aponta estudo da Allianz

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Um ano após o acidente com o Costa Concórdia na Itália, um estudo da Allianz revelou que foram reportadas 106 perdas de navios até 25 de novembro de 2012 em todo o mundo. O relatório destaca que o erro humano continua a ser uma das principais causas dos acidentes e que a fadiga, formação inadequada dos tripulantes, bem como as pressões econômicas, são motivos de preocupação.“Em algumas empresas, especialmente nos setores de carga a granel e petróleo, há poucos recursos para a manutenção das embarcações e treinamentos”, justifica o chefe de marinha de casco da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Sven Gerhard.

Para diminuir esses riscos, algumas regulamentações focaram na fragilidade humana, como foi o caso da Convenção do Trabalho Marítimo, que entra em vigor neste ano e trata do bem-estar e das condições de trabalho no mar. Já as principais montadoras de embarcações de passageiros implantaram procedimentos próprios em conjunto com a Associação internacional de Linhas de Cruzeiros e o Conselho Europeu de Cruzeiros que vão além dos requesitos de segurança internacionais.

No relatório anual “Safety and Shipping Review” a AGCS destaca a evolução da segurança do transporte em 2012. O ano foi marcado por duas grandes perdas: o Costa Concordia, em 13 de janeiro, e o Rabaul Rainha, em 2 de fevereiro, que causaram diversas mortes. O estudo completo está disponível em inglês no site http://www.agcs.allianz.com/about-us/news/agcs-safety-and-shipping-review-2013/

Principais destaques do estudo

Em 2012, houve um acréscimo de 91 navios perdidos em relação ao ano anterior, mas o número ainda é 27% menor que a média anual de 146 embarcações nos últimos dez anos.

O naufrágio (afundamento ou submersão) foi a causa mais comum das perdas no ano passado (49%), seguido de soçobramento ou encalhe (22%).

As colisões, tais como a que envolveu o Baltic Ace e o Corvus J, no início de dezembro de 2012, responderam por um número relativamente pequeno de perdas (6%).

Com 30 perdas reportadas, houve o dobro de acidentes marítimos concentrados nos mares do sul da China, sudeste de Ásia , Indonésia e Filipinas. As perdas de navios também foram mais frequentes no leste do Mediterrâneo e no Mar Negro (15 perdas em 2012) e nas áreas em torno do Japão, da Coreia e norte da China (10 perdas).

Allianz Seguros muda para uma sede maior em SP

Depois de várias gerações de CEOs, o novo presidente da Allianz Seguros, Edward Lange, conseguiu colocar em prática o velho desejo de mudar para um prédio mais moderno, deixando o velho centro financeiro, na região da Avenida Paulista, para se instalar no novo centro financeiro da capital paulista. A primeira intenção era comprar um imóvel, até mesmo como investimento diante do novo cenário de juros baixos. Mas os preços de imóveis em SP chegam a ser proibitivos. A boa notícia é que a seguradora alugou a torre III inteira do complexo WTorre Nações Unidas ainda neste ano. Terá como vizinhos várias empresas do setor, como Liberty, HDI, Argo, Munich Re, MetLife entre outros, já instalados na região da Berrini, a menos de cinco quilômetros do local.

O empreendimento, com 24,6 mil m² de área construída, será entregue já com o selo Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), isso porque reúne as mais modernas concepções arquitetônicas com tecnologias verdes de construção. O objetivo central da mudança é obter mais eficiência operacional, já que cerca de mil colaboradores de São Paulo estarão em um mesmo edifício, além de aprimorar os serviços aos clientes e corretores. Hoje, os funcionários ficam alocados em dois endereços diferentes, que somam 16 mil m². A ação faz parte do plano de crescimento da seguradora no Brasil, de faturar R$ 5,8 bilhões até 2015, além de reforçar o compromisso dos acionistas com as operações do país.

Segurar.com passa a comercializar apólice de Responsabilidade Civil Profissional

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A Segurar.com, única corretora 100% online do Brasil e com a maior gama de seguros comercializados via internet, amplia seu portfólio com a oferta do seguro de Responsabilidade Civil para contabilistas, engenheiros e médicos. Por meio do site www.segurar.com, profissionais dos três ramos já podem adquirir proteção profissional de forma rápida e sem burocracias.

O Protector é um produto da Argo Seguros subsidiária do Argo Group International – voltado aos segmentos de seguros especiais e resseguros. “A oferta cada vez maior de proteção, a diferentes categorias de profissionais, começa a fazer parte da realidade dos brasileiros”, explica Oswaldo Romano, CEO da companhia. “Este produto se enquadra em nossa estratégia de simplificar a entrega de um seguro de qualidade aos profissionais com pouco tempo disponível para pesquisas e processos burocráticos”, completa.

A apólice de Responsabilidade Civil Profissional — destinada aos contabilistas, engenheiros e médicos–, tem como propósito assegurar a proteção e dar a assistência a esses profissionais em uma eventual ação judicial. “Buscando a inovação e a oferta de uma linha de produtos pouco conhecida pelo consumidor brasileiro, firmamos esta importante parceria comercial com a Argo Seguradora, que tem demonstrado muito empenho em inovar no mercado brasileiro, da mesma maneira que a Segurar.com”, explica Renato Spadafora, COO da empresa.

A cobertura do Protector contempla pessoas físicas ou jurídicas que entendam que a atividade profissional da qual fazem parte oferece riscos, pressupondo inclusive indenização. Em casos de defesas jurídicas por danos materiais ou morais, a Argos Seguros garantirá os gastos necessários, como honorários de advogados, depósitos recursais, fianças, contratação de perito, sucumbências e demais despesas. A apólice contempla atos praticados em período de até 5 anos antes da contratação do serviço. Os planos estão disponíveis a partir de R$ 99 no site da Segurar.com.

Via internet, por meio de cartões de crédito ou débito, o brasileiro já pode adquirir, pelo site da Segurar.com, apólices de seguros em diversas categorias. Além do RCF também estão disponíveis são: Seguro Auto, Viagem, Residencial, Equipamentos portáteis (gadgets), Lar Protegido, Mulher Protegida, Vida, Acidentes Pessoais, Diária Hospitalar e, futuramente, serviços de Assistência 24 horas para Autos, Residências e Funeral.

Carta Verde gratuita para segurados do Porto Seguro Auto

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Com a chegada das férias de verão, aumenta o número de turistas brasileiros que terão como destino os países vizinhos. Para quem pretende ir de carro, o Porto Seguro Auto (www.portoseguro.com.br/auto) oferece gratuitamente o seguro obrigatório “Carta Verde” para os segurados que residem nos Estados do Paraná, de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso do Sul.

A “Carta Verde” garante o reembolso de danos materiais e corporais causados a terceiros devido a acidentes com veículos ocorridos durante a vigência do seguro, exigido para entrada em países do Mercosul, como Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai.

Outra garantia oferecida gratuitamente para segurados do Porto Seguro Auto nos Estados da Região Sul e Mato Grosso do Sul é a “Extensão de Perímetro”, cobertura para danos sofridos pelo veículo segurado. A gratuidade é válida para clientes que pretendem viajar para a Bolívia, mas a cobertura pode ser contratada para os mesmos países abrangidos pela Carta Verde.

Tanto a “Carta Verde” quanto a “Extensão de Perímetro” também podem ser contratadas por não segurados da Companhia. “Com essas iniciativas, queremos oferecer ainda mais comodidade e segurança àqueles que pretendem viajar para os países vizinhos, a fim de que aproveitem a viagem sem preocupações”, explica Marcelo Sebastião, diretor do Porto Seguro Auto. “É possível aproveitar essa vantagem também no período de férias, para viagens e para passeios”, completa.

Terra Brasis quer 2,5% do mercado de resseguros

Matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)
Ser a resseguradora preferida pelo mercado local. Esse é o objetivo dos executivos da Terra Brasis, companhia local que tem entre seus acionistas o International Financial Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial. “Nos focamos em compreender as ideias e os projetos dos nossos clientes e atender com competência suas necessidades de resseguro”, diz Rodrigo Botti, diretor da companhia, que tem como meta deter 2.5% do mercado brasileiro de resseguros nos próximos três anos. Veja abaixo trechos da entrevista concedida ao portal da CNseg.

Recentemente a Terra Brasis recebeu autorização da Susep para integralizar aporte de R$ 15 milhões do Banco Mundial. O que isso significa de fato para a companhia?

Com isso completamos nosso processo de incorporação frente à Susep. Temos hoje um capital integralizado de R$100 milhões, tamanho que consideramos o adequado para o início de operação de uma resseguradora local, e nossa estrutura societária esta em linha com os mais altos padrões de governança corporativa.

Pode-me dizer como é a composição acionária da Terra Brasis?

O sócio controlador com 80% de participação é o grupo Financeiro Brasil Plural, capitaneado por executivos brasileiros que possuem um amplo histórico de sucesso no mercado de capitais nacional. O IFC (International Financial Corporation), braço financeiro do Banco Mundial para o setor privado, participa com 14%. Os 6% restantes pertencem à administração e a investidores minoritários. A administração tem ainda a direito de aumentar sua participação dependendo dos resultados da resseguradora.

Por que o Banco Mundial, por meio da IFC, entrou como um dos acionistas do grupo?

Entendemos que o IFC busca não somente retorno ao capital aplicado, mas também projetos que contribuam para o desenvolvido do país. O setor de resseguros se encaixa neste objetivo. O desenvolvimento do mercado de resseguros local proporcionará ao Brasil um aumento significativo da sua base de investidores institucionais, em um momento de grande demanda. Proporcionará também às seguradoras que operam no Brasil uma nova fonte de suporte, apoio técnico e alternativa de capacidade.

Foi fácil atrair esse sócio de peso?

Não. O processo de due-diligence foi um dos mais compreensivos que já presencie em mais de 15 anos de mercado financeiro. O processo incluiu análise profunda do nosso plano de negócios e do perfil dos acionistas e da administração. Por uma semana visitamos, junto com representantes do IFC, corretoras, seguradoras e órgãos de mercado discutindo nosso projeto. Ficamos muito felizes quando escutamos do IFC que uma vez apresentado ao seu comitê, nosso projeto foi aprovado em tempo recorde.

Quais benefícios a resseguradora tem de ter o IFC entre acionistas?

Em primeiro lugar, a participação acionária dessa entidade em nossa companhia atesta a competência e o alto nível de governança com que estamos desenvolvendo nosso projeto. Ao mesmo tempo contribui para projetar a Terra Brasis e o grupo Financeiro Brasil Plural no âmbito global. Em segundo lugar, o IFC possui ampla experiência no mercado internacional de seguros e resseguros inclusive com investimentos nestas áreas em várias partes do mundo. Acreditamos que esta experiência nos será de grande valia nos próximos anos. Contamos hoje com um painel de retrocessionários internacionais de peso, e a presença do IFC nos nossos quadros ajudou a estabelecer estas parcerias.

Qual o business plan da resseguradora?

Somos uma empresa privada, dirigida por executivos brasileiros e incorporada por capital nacional. Temos foco exclusivo em resseguros, sem operações de seguros diretos. Este posicionamento nos faz único dentre as mais de cem resseguradoras hoje presentes no Brasil. Atuamos em todas as modalidades de resseguros, tanto em contratos como em negócios facultativos.

Como pretende se diferenciar dos seus concorrentes? Afinal, são muitos.

Temos uma operação eficiente, com poder de decisão ágil e flexibilidade para acompanhar a dinâmica do mercado ressegurador nacional. Acreditamos que uma resseguradora, além de ser uma portadora de riscos, é uma prestadora de serviços ao mercado segurador. Neste sentido desenvolvemos uma área de research e um programa de cursos de resseguros oferecidos a clientes e parceiros.

O cenário de juros baixos atrapalha os planos da Terra Brasis?

Não necessariamente. É fato que isso reduzirá a receita obtida pela aplicação financeira de provisões e capital. Entretanto isto pode ser compensado de várias formas, entre elas pelo aumento no volume de prêmios de resseguro decorrente de maior crescimento econômico. Vale lembrar que isso não é um desafio único do Brasil. A maior parte do mundo convive hoje com juros reais pertos dos mínimos históricos. Quanto à aplicações financeiras temos a sorte de ter uma interação eficiente com os administradores do grupo Brasil Plural, profissionais de competência comprovada na administração de recursos e cujos fundos figuram usualmente entre os melhores do setor.

Como os acionistas enxergam o mercado de seguros em 2013?

O mercado de seguros segue como um dos mais atraentes da econômica brasileira. No mercado de capitais, o setor de seguros continua bastante aquecido. No ano passado a venda Amil para United Health Care foi uma das maiores transações já realizadas no Brasil e para o primeiro semestre deste ano, o IPO programado da BB Seguridade é no momento o grande destaque.

Acredita que a mudança nas aplicações das reservas de planos de previdência privada divulgadas no dia 2 de janeiro pelo Banco Central vão estimular investimentos das empresas de previdência em projetos de infraestrutura?

A legislação vai neste sentido, entretanto decisões estratégicas deste vulto dependem de outros fatores além de legislação favorável.

Em termos de negócios, acredita que ao investir em projetos as seguradoras podem ter um peso maior na exigência de um programa de seguro mais vigoroso e recomendação de parceiros envolvidos nos contratos?

Este raciocínio parece coerente. No momento em que as seguradoras se tornam um investidor relevante de um projeto, terão maior ingerência sobre ele. Tendo “seguros”como sua área de expertise, provavelmente dedicarão uma atenção maior sobre este ponto.

Quais os principais desafios e oportunidades neste ano?

Os desafios e oportunidades são diversos e me parece difícil identificar os principais para 2013. O Brasil esta passando por uma transformação social e econômica que ira constantemente desafiar seguradores e resseguradores. Microseguro é uma área apenas começando no Brasil. O seguro agrícola tem potencial de ser muito maior do que é hoje. O setor de energia, com investimentos extraordinários em exploração em águas profundas, é um desafio especifico para o Brasil. Setores como vida e saúde e seguro de crédito, tem potencial de crescimento elevado. E estes são apenas algumas frentes de desenvolvimento do nosso mercado.

É um cenário propício para começar do zero?

Para a Terra Brasis é o ano de consolidação como um dos players importantes do mercado local. Nosso maior desafio, comum a toda empresa start-up, é a falta de um histórico de operação. Nossa proposta de negócio tem sido muito bem aceita por corretores e seguradoras, entretanto é natural que alguns grupos se sintam mais confortáveis com companhias que já tenham algum tempo de operação. Temos tranquilidade que este desafio será naturalmente superado com o passar do tempo. Nossos acionistas tem a consciência de que resseguro é um negócio de longo prazo, baseado em parcerias sólidas, construídas gradualmente em tempos bons e tempos difíceis.

Estudos de players internacionais indicam que haverá aumento do preço do resseguro já nas renovações de janeiro para recompor perdas com o Sandy. Isso afetará o Brasil?

Isso, marginalmente, é possível. Sem dúvida existe impacto das condições de mercado globais nos preços praticados no Brasil. Por outro lado, acreditamos que ainda há amplo espaço para o desenvolvimento de precificação específica para o Brasil. Com o desenvolvimento do mercado de resseguros local, a precificação deve se tornar mais técnica e menos dependente das condições global.

Há números disponíveis para dimensionar o custo de catástrofes no Brasil?

Relativo a catástrofes, infelizmente, no momento nosso conhecimento ainda é superficial. Estudo que publicamos no ano passado (Terra Report Edição Especial n°1 – Catástrofes Naturais Brasileiras) indica que ao contrário do que se normalmente acredita, o Brasil possui significativa e crescente incidência de catástrofes naturais. Estamos dedicando esforços significativos em fomentar um maior entendimento sobre este assunto, o que esperamos tenha um significativo e positivo efeito no mercado segurador e na sociedade brasileira como um todo.

PSI conta agora com seis seguradoras

Uma boa notícia no porta da CNseg. A Seguradora Líder e a Seguradora Porto Seguro acabam de firmar compromisso de adesão aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros – PSI, programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, voltado para a indústria global de seguros e lançado em 2012, durante a Rio+20. A partir desse momento, as duas seguradoras se comprometem a observar as diretrizes do PSI, que abrangem as dimensões ambiental, social e de governança. Contando com o apoio da CNseg para a preparação dos documentos exigidos, já são seis as seguradoras brasileiras signatárias do PSI: Bradesco Seguros, Itau Seguros, Mongeral AEGON, Porto Seguro, Seguradora Lider, SulAmerica.