Tokio Marine cria Canal exclusivo no Whatsapp para atender segurados do Sul do País

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Seguindo a filosofia Good Company do Grupo Tokio Marine, que visa olhar além do lucro, capacitar os Colaboradores e cumprir os compromissos, a Tokio Marine Seguradora criou, em uma ação inédita, um canal exclusivo para regulação de sinistros via Whatsapp simplificando o fluxo de regulação. Esta iniciativa busca atender uma carteira especifica de clientes que adquiriu seguro residencial “Casa Protegida” da Tokio Marine na rede de lojas Quero-Quero. O objetivo é minimizar os transtornos e facilitar o pagamento das indenizações destes segurados da região Sul do Brasil, a mais atingida pelas enchentes.

“Estamos cientes do sofrimento e das necessidades pelas quais a população está passando. Como o acesso às áreas atingidas pelas tempestades está muito difícil, criamos uma solução prática e fácil que garante muito mais agilidade no atendimento aos nossos clientes da região Sul”, afirma o Diretor de Sinistros, Alexandre Vieira.

O procedimento é bem simples. O cliente é orientado no momento do aviso do sinistro a enviar fotos do local sinistrado, em substituição à tradicional vistoria presencial. “Como muitos tiveram a casa alagada, estão sem computador e telefone fixo para envio de documentos e o celular é o único dispositivo disponível”, informa. A Seguradora analisa a solicitação como prioridade, agenda e efetua o pagamento da indenização em até 72 horas.

De acordo com Alexandre Vieira, já foram atendidos mais de 70 segurados e todo atendimento não demora mais que três dias, o que comprova o sucesso da iniciativa. “Nosso papel social é ajudar as pessoas a recuperar o respeito e a dignidade e viabilizar o restabelecimento da atividade econômica. Seguimos rigorosamente a filosofia do Grupo Tokio Marine, especialmente quanto ao pagamento de sinistros”, conclui o diretor.

Sobre a Quero-Quero

Fundada em 1967 na cidade de Santo Cristo, no interior do RS, a companhia tornou-se um dos mais sólidos e preparados grupos de varejo do Rio Grande do Sul. Atualmente, emprega mais de 3.000 funcionários entre as mais de 200 lojas da Rede Quero-Quero e Cartão Quero-Quero. A empresa é um estipulante da Tokio Marine no Canal Afinidades. A carteira de seguro residencial contempla 25.148 clientes ativos.

Riscos hídricos podem impactar em novos negócios

Cortês: A água é o novo petróleo
Cortês: A água é o novo petróleo
Cortês: A água é o novo petróleo

Fonte: Revista Cobertura – Tany Souza

Secas no sudeste e chuvas no sul são acontecimentos recorrentes no país, mas a perspectiva é que a situação se agrave. Há ainda catástrofes ambientais no mundo e agora no Brasil, além da falha de planejamento urbano, onde as grandes cidades são muito populosas, o que resultam na necessidade de procurar recursos hídricos de qualquer forma, o que tem como consequência a crise hídrica atual.

Esse cenário também traz à tona a crise energética, que em partes depende da água para geração de potência, o que agrava ainda mais os riscos do país. “O tema de segurança da água apareceu como assunto no relatório de 2011, em 2012 mudou para crise hídrica, que permanece até 2015 como risco de alta severidade e probabilidade. Esse é um desafio que há em todos os continentes, mas o Brasil ainda tem posição privilegiada, pois pode haver soluções locais a serem desenvolvidas em todos os ‘players’”, explicou o superintendente de engenharia de riscos da Zurich no Brasil, Carlos Cortéz, durante a Zurich Corporate Conference 2015, que aconteceu entre os dias 20 e 21, no Guarujá.

Para ele, os setores que sentem o maior impacto são a indústria e os hospitais. “85% dessas empresas têm maiores custos de operação devido a problemas da crise hídrica dos últimos anos, 27% já teve paralisação temporária das operações e outros 27% já viveram interrupção de transportação, principalmente na modalidade hidroviária”.

Porém, esse risco hídrico não é nomeado pelas seguradoras e é preciso cada vez mais fazer uma avaliação severa e correta dos riscos das empresas. “Temos que considerar os riscos da implantação de uma empresa em determinado local, como a proteção contra incêndio, o alto consumo de água da companhia”.

Córtez ressalta que a gestão de riscos já chama a atenção dos investidores. “Hoje eles já estão percebendo esse risco, se preocupam e perguntam para as empresas o que estão fazendo em relação à crise hídrica. A água é o novo petróleo do mundo”.

Seguro é a saída para fundos de pensão enfrentarem risco de longevidade

© Copyright 2008 Corbis CorporationPor Márcia Alves

O aumento da expectativa de vida dos brasileiros criou um desafio a mais para os fundos de pensão. A situação deficitária de muitos fundos, que já na atualidade acumulam um rombo estimado em R$ 36 bilhões, pode se agravar e muito se não for implantado e aprovado rapidamente o seguro para o risco de longevidade. Esta foi a conclusão da atuária Magali Zeller, da consultoria AT Service Atuarial, durante sua participação em Palestra do Meio-Dia da APTS, realizada no dia 21 de outubro, quando apresentou o tema “Prática Atuarial e Longevidade

Segundo ela, o envelhecimento acelerado da população, as transformações na estrutura do mercado de trabalho e os desequilíbrios fiscais da economia brasileira podem impactar na solvência dos fundos e comprometer o pagamento de benefícios aos participantes, por ocasião da aposentadoria. Nesse aspecto, Magali destacou que a Resolução nº 17/2015, do Conselho Nacional da Previdência Complementar (CNPC), permitiu às entidades compartilhar do risco de longevidade com as seguradoras, atendendo os interesses de fundos de pensão, seus patrocinadores, participantes e assistidos.

O seguro longevidade para fundo de pensão ainda não foi aprovado na Susep, mas a expectativa é que a partir de 2016 já esteja disponível. “A cobertura de longevidade resolve um aspecto crítico, trazendo benefícios para a população ao oferecer uma proteção previdenciária efetiva para quem irá se aposentar dentro de 15 ou 20 anos”, disse. Segundo ela, a formatação do produto, sua precificação e custos, devem garantir ao menos uma renda mínima a partir de determinado momento, seja pela compra de anuidades ou pela contratação de benefício diferido vitalício.

Modelos de transferência de risco

Na opinião de Magali, diante desse desafio demográfico, o seguro longevidade para fundos de pensão seria a única alternativa. Em sua palestra, ela analisou a viabilidade de alguns modelos de transferência do risco de longevidade ao mercado de seguros. Um, é o que prevê a retirada de patrocínio. “Ao fazer a retirada de patrocínio, empresas contribuintes transferem todos os ativos e passivos para uma seguradora, que assume todas as responsabilidades do fundo de pensão”, explicou.

O desenhado deste modelo serve para o fundo de pensão fechado e totalmente financiado, composto, em sua maioria, por pensionistas e membros em gozo de benefício, que tenha grande impacto no balanço da empresa patrocinadora. “Neste caso, a empresa patrocinadora terá de simplificar a estrutura de governança”, sugeriu.

Em outro modelo, o fundo de pensão permanece intacto, com todos os seus participantes, e apenas a parte do risco atuarial e financeira é removida. Segundo Magali, este modelo pode ser instaurado independentemente do nível de reservas do fundo de pensão. É mais indicado para patrocinadoras que queiram minimizar o impacto do fundo em seu balanço ou para o fundo que pretenda fazer a retirada do patrocínio ou apenas remover riscos, permanecendo com o controle.

Outra maneira de promover a transferência parcial de riscos atuariais e financeiros dos fundos de pensão ao seguro é por meio de anuidades. A anuidade poderia contemplar um período mais longo da vida do participante – entre 65 e 85 anos (temporária) – ou mais curto – a partir dos 85 anos (diferida). Neste caso, Magali explica que o modelo pode ser aplicado apenas para alguns participantes, com contrato individual com a seguradora e possibilidade de portabilidade de formação de reserva para a obtenção de renda. A proteção contra longevidade seria embutida nos planos de renda vitalícia.

Já no seguro de longevidade, não haveria troca de ativos. De acordo com a atuária, os fluxos de caixa seriam trocados a cada período e os pagamentos fixos e flutuantes liquidados (encontro de contas). “O contrato deve ter colaterais para proteger ambas as partes de risco de crédito”, disse. Na prática, o fundo de pensão compra a proteção do seguro e a seguradora, por sua vez, garante os pagamentos mensais para os pensionistas existentes (desde que o fundo de pensão tenha desembolsos conhecidos previamente). “Em troca, o fundo pagaria um prêmio de risco, que é incluído na curva de desembolso acordada, com a possibilidade de recomprar o contrato no futuro, caso tenha interesse”, disse.

Solução

Magali defende que a prática atuarial é fundamental para prever cenários futuros, por meio da análise de riscos e expectativas. Segundo ela, a gestão de riscos consiste no mapeamento e identificação dos riscos inerentes ao passivo atuarial de cada plano de benefícios, considerando as hipóteses biométricas, demográficas, econômicas e financeiras, seus regimes financeiros e métodos de financiamento. O resultado será a definição da Matriz de Risco Atuarial, contemplando o mapeamento e a identificação de fatores potenciais de risco, quantificação, ajuste, controle e acompanhamento do processo.

Para Magali, cabe aos atuários e ao mercado segurador desenvolver práticas que possam minimizar em seus cálculos o risco da longevidade. “Um plano que tenha seu passivo mal precificado certamente terá um custo maior para contratar o seguro, do ponto de vista da regulação”, afirmou.

Rossi faz balanço de mandato na FIDES na abertura da XXXV Conferencia Hemisferica de Seguros

discurso_rossi_fides_gdFonte: CNseg

A XXXV Conferencia Hemisferica de Seguros da Federacion Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) teve início oficialmente hoje, dia 26, em Santiago do Chile, com a palestra de abertura do Presidente da FIDES e da CNseg, Marco Antonio Rossi, que começou agradecendo às associações de seguros que o apoiaram ativamente na condução da instituição.

Rossi, cujo mandato à frente da FIDES se encerra durante o evento que vai até o dia 28, destacou, entre os passos para o cumprimento de sua missão, a reestruturação do site da Federação, concluída em abril de 2014, passando a funcionar como uma plataforma online de divulgação de temas de interesse para o mercado segurador latino-americano, em consonância com o contexto socioeconômico e os temas atuais na região.

A reestruturação do site, lembrou ele, também permitiu que fossem firmadas parcerias inéditas com empresas de consultoria, que se tornaram patrocinadoras da Fides, mediante a contrapartida de veiculação de publicidade no site, gerando receita adicional para a Fides e, ao mesmo tempo, oferecendo conteúdo de relevância para os membros.

Outra ação importante destacada foi a reativação dos Grupos de Trabalho, que já começaram a executar seus primeiros projetos, como o GT sobre Solvência, que está produzindo um mapa do estado dos regimes de solvência nos países membros, e o GT de Proteção do Consumidor, que já realizou um mapeamento das normas de proteção do consumidor de seguros e dos motivos mais frequentes de reclamação dos segurados.

Ainda em consonância com o objetivo de aprimoramento das relações de consumo de seguros, Rossi ressaltou a realização de pesquisa executada pela LIMRA sobre as Diretrizes da ONU sobre Proteção ao Consumidor, que contou com a participação de 129 empresas associadas tanto à LIMRA como à FIDES.

Outros projetos realizados pela Fides e lembrados por Rossi foram o de mapeamento da regulação do microsseguro nos países membros e o do “Seguro Agrícola para a América Latina”, fruto de parceria da Fides com o Banco Mundial, com o objetivo de minimizar o impacto econômico das mudanças climáticas na região e promover o desenvolvimento de produtos de seguro agrícola e instrumentos inovadores de gestão de riscos.

Durante seu mandato, no período de 2014 e 2015, o presidente da FIDES também disse ter tido a grata satisfação de dar boas vindas a quatro importantes players do mercado de seguros como novos membros aderentes da Fides: A Terra Brasis Resseguros, o IRB Brasil RE, a Markel Resseguradora e a ECHO RE, que fortaleceram o quadro de resseguradoras, juntando-se à Munich RE, Swiss RE, Transatlantic RE e Patria RE.

No encerramento de seu discurso, Rossi disse deixar uma boa safra de realizações graças à soma dos esforços de todos os envolvidos, ressaltando a solidez do trabalho de todos os que vieram antes dele, na partilha e na prática dos ideais da Federação, em prol do fortalecimento do mercado segurador latino-americano.
E para que a história de avanços e realizações da FIDES não se perca no tempo, Rossi anunciou a disponibilização do site da FIDES e da CNseg do Relatório de Atividades da FIDES 2014 – 2015, em espanhol, português e inglês.

http://ww3.cnseg.org.br/Public/fides/Relat_FIDES-WEB-PORT.pdf

Fides, um pouco de notícias de Santiago do Chile

Não fui na XXXV Conferencia Hemisferica de Seguros da Federacion Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES), que teve início oficialmente hoje, dia 26, em Santiago do Chile, mas arrumei um pouco de conteúdo do que está acontecendo por lá para quem quiser ler. Basta copiar o link e colar no endereço da web para ler o boletim da Inteligent Insurer, das Bermudas.

Além deste boletim, a CNseg publicou um post em seu portal com o discurso do presidente da Cnseg, Marco Antonio Rossi, e também da Fides, cargo que deixa no final deste congresso. Também no portal da CNseg, um link com os feitos da gestão de Rossi. Vale a leitura.

http://content.yudu.com/web/1aa0x/0A3xmqo/FIDM15/flash/resources/index.htm?referrerUrl=http%3A%2F%2Fcontent.yudu.com%2Fweb%2F1aa0x%2F0A3xmqo%2FFIDM15%2Findex.html

Caso Volkswagen deve gerar pedidos de indenizações, especialmente em D&O

Impacto da manipulação de emissões ainda não se reflecte nas vendas do grupo germânico
Impacto da manipulação de emissões ainda não se reflecte nas vendas do grupo germânico
Impacto da manipulação de emissões ainda não se reflecte nas vendas do grupo germânico

Fonte: Agências internacionais

Especialistas na área de seguros D&O consultados pela Reuters anteciparam que é provável que o caso Volkswagen gere importantes reclamações para as seguradoras que cobrem os diretores do grupo alemão. Eles apontam que uma empresa do porte do fabricante alemão geralmente contrata cobertura de cerca de 500 milhões de euros por ano.

Esse dinheiro, disseram os especialistas, seria usado para pagar as indenizações contra executivos da empresa por parte dos acionistas bem como dos gastos legais. Em todo caso, ressaltam geralmente este custo é distribuído entre mais de uma dúzia de seguradoras e resseguradoras.

Além disso, a Volkswagen teria que assumir os gastos uma vez que se supere o limite da apólice D&O, que normalmente não cobre multas e sanções.

O que é uma realidade é que a empresa terá que enfrentar as demandas por sua atuação. Como informou o jornal “El Mundo”, vários escritórios de advocacia na América do Norte começaram a apresentar demandas coletivas contra a Volkswagen pela fraude por emissões de seus veículos diesel e reclamam ao fabricante centenas de milhões de dólares em danos.

O fabricante alemão contratou os serviços do escritório de advocacia Kirkland & Ellis, o mesmo que defendeu a companhia petrolífera BP após o desastre da plataforma Deepwater Horizon em 2010 no Golfo do México na costa da Louisiana, nos Estados Unidos.

Nesse sentido, muitos escritórios de advocacia já anunciaram que estão investigando a apresentação de demandas dos acionistas da Volkswagen AG após a perda de valor das ações da empresa alemã. É o caso da Block & Leviston, que está investigando “se a Volkswagen enganou os investidores ao não revelar a sua intenção de ignorar os controles de emissões.”

Por outro lado, considera-se pouco provável que as seguradoras da Volkswagen cubram os custos relacionados com a retirada dos veículos afetados, como explicou à agência de notícias Richard Leedham, sócia de um escritório de advocacia em Londres

Mailson da Nobrega diz que recuperação econômica vai demorar até cinco anos

Mailson: Educação e produtividade devem puxar retomada do crescimento
Mailson: Educação e produtividade devem puxar retomada do crescimento
Mailson: Educação e produtividade devem puxar retomada do crescimento

Fonte: CNseg

O crescimento do Brasil deve continuar baixo, diz Maílson da Nobrega. “Vamos levar em torno de três a cinco anos para consertar essa crise que se instalou no país para voltarmos a crescer’, sentencia o economista em sua palestra de abertura do XI Seminário Internacional de Gerência de Riscos e Seguros, da Associação Brasileira de Gerência de Risco (ABGR), que começou hoje, em São Paulo, reunindo centenas de participantes para discutir temas relevantes da indústria de seguros e de interesse direto dos grandes consumidores de seguros.

Segundo ele, apesar da crise brasileira ser muito grave, está longe de levar a economia ou a política do pais próximo da situação da Argentina ou da Venezuela. Entre os inibidores de piora da crise Maílson da Nóbrega cita a reação da economia a mudanças de preços relativos e queda de juros a partir de 2016 e o baixo risco de crises cambiais e bancária. “Temos um sistema bancário forte e muito resiliente aos problemas que estamos enfrentando”, comentou. No lado social, a ampla rede de proteção social, com mais da metade da população com renda garantida, ameniza o risco de comoções sociais.

O imbróglio político, segundo Maílson da Nobrega, vai se alongar. “Impeachment é como bomba atômica. É para ter mas não é para usar, diz o ex-ministro. Em sua opinião, os efeitos de um processo de impeachment da presidente Dilma seria muito danoso ao Brasil. “O processo apresentado na semana passada está muito mal feito, com argumentos fracos e por isso ficará sendo questionado por um longo período”, diz. Para ele, o impeachment não afeta a crise econômica, que se mantém a mesma e demora de três a cinco anos para ser resolvido. Entre os riscos, novas quedas da nota de crédito do Brasil, que podem vir com a piora das contas caso não se consiga fazer o ajuste da dívida publica. “Na pior da situação, não haverá ruptura. Mas temos de nos preparar para um longo período de crise. A partir de 2019, há uma previsão de melhora muito grande”, afirma, citando que as conquistas do Brasil nas últimas décadas foram enormes. “Temos instituições sólidas, uma base industrial complexa e diversificada, um agronegócio competitivo. Tudo isso nos traz oportunidades incríveis para serem exploradas pelos empresários e colocar o Brasil nos trilhos”, diz.

O otimismo de Maílson da Nóbrega tem base no processo democrático instalado no Brasil, com voto eletrônico e um sistema de urna, segundo ele, totalmente blindado a fraudes. “Temos também um judiciário independente e isso é fundamental para o crescimento do Brasil. Temos também uma imprensa livre, que não se curva a pressão do governo brasileiro”, afirma.

Ele garante que o Brasil não volta mais a ter uma ditadura. O desafio agora é ficar rico. Entrar no clube dos ricos. A próxima a entrar neste seleto grupo é a Coreia do Sul. Essa é a nova realidade brasileira. “Só temos 25 países ricos no mundo”, afirma. “Eu tenho esperança de ver o processo de produtividade acelerado e também educação de melhor qualidade nas escolas”, diz.

O principal risco desse cenário traçado por ele não se confirmar é se a população eleger um demagogo. “Ai só rezando”, diz. Mas para o ex-ministro, o Brasil está predestinado ao sucesso e irá superar seus desafios, fazer as reformas para ganhar produtividade e ter uma mudança significativa de patamar a partir de 2019.

Sobre o evento: O X Seminário Internacional de Gerência de Riscos e Seguros, promovido pela Associação Brasileira de Gerenciamento de Riscos (ABGR), acontece de 21 a 23 de outubro na AMCHAM Business Center, situada à Rua da Paz, 1431, na Chácara Santo Antonio, em São Paulo (SP). Com tema central “A gerência de riscos no cenário globalizado”, o Seminário reunirá profissionais do mercado segurador, corretores, expositores, palestrantes e executivos de seguradoras. Entre os temas escolhidos para discussão com os gestores de riscos, a programação traz D&O – Aplicabilidade da Lei Anticorrupção: expectativas, Soluções Paramétricas; Regulação de Sinistros; e Enterprise Risk Management (ERM), visão global, com palestras de Álvaro Igrejas (Willis), Celso Júnior (Zurique) e Márcia Cicarelli (Demarest Advogados); Gestão de Risco Energético, com Rodrigo Violaro (Swiss Re Corporate Solutions), Victor Garibaldi (MDS) e Márcia Ribeiro (Light).

SulAmérica reforça atendimento na região Sul durante período de fortes chuvas

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Com o aumento das chuvas e vendavais na região Sul em outubro, a SulAmérica reforçou sua operação de atendimento aos segurados nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A região registrou um aumento de 53% no total de sinistros nas três primeiras semanas do mês, em relação ao mesmo período do ano passado. As ocorrências referem-se aos seguros residencial, condomínio, empresarial (especialmente pequenas e médias empresas) e auto, e estão relacionadas principalmente às fortes chuvas e suas consequências, como destelhamentos e danos causados por granizo.

Para agilizar o acionamento das assistências e o pagamento das indenizações, a seguradora ativou seu plano de contingência, reforçando a atuação dos canais de atendimento e levando às áreas atingidas vistoriadores com protocolos especiais para a liquidação dos sinistros causados pelos eventos climáticos.

“Nosso principal objetivo em situações como estas é promover com rapidez a volta à normalidade para as famílias e empresas atingidas pelas chuvas e vendavais. Quanto antes elas conseguem voltar às suas rotinas, menor será o impacto desse evento em suas vidas”, afirma o diretor da Regional Sul da SulAmérica, Gilson Bochernitsan.

Em caso de sinistro, é necessário que o segurado acione a seguradora por meio da Central de Atendimento 24h (telefones 4004-5903, para capitais e regiões metropolitanas, e 0800-970-0200 para demais localidades; site www.sulamerica.com.br).

Porto Seguro Viagem fecha parceria com Fenactur e passa a ser oferecido também em agências de turismo

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A partir de outubro de 2015, mais de 20 mil agências de turismo no País podem se tornar representantes do Seguro Viagem, do Porto Seguro Viagem. A parceria com a Federação Nacional de Turismo (Fenactur) possibilita ao cliente o acesso 100% on-line para cotações de seguro viagem de forma rápida e prática.

A venda direta do produto existe desde 2011 e com essa novidade o cliente que está fechando um pacote de turismo passa a ter mais um canal disponível. Segundo a superintendente comercial de Vida e Previdência, Fernanda Pasquarelli, a novidade expande os canais de oferta. ″É importante ressaltar que com mais esse canal o viajante pode optar por onde deseja contratar o serviço, se pela agência de turismo no ato da compra do pacote, pelo nosso site ou pelo Corretor″.

O Porto Seguro Viagem possui diversos tipos de planos que atendem às necessidades de cada viajante e de cada região de destino, contendo limites de coberturas de acidentes pessoais, cancelamento e interrupção de viagem, extravio de bagagem, além disso, coberturas como despesas médicas hospitalares e/ou odontológicas, traslado médico, entre outras, que poderão ser utilizadas via serviços de assistência no mundo inteiro.

O serviço também oferece o conforto dos serviços de Concièrge do Porto Viaje Bem, que permite atendimento diferenciado para a confirmação de reservas em restaurantes e hotéis, indicação para locação de carro, orientações sobre as principais atrações e pontos turísticos do local de destino, viabilização para que o turista compre ingressos para os melhores espetáculos, parques, jogos, museus, entre outros. Disponível a partir da contratação do seguro, independente da data de viagem.

″A parceria com a Fenactur teve como objetivo unir esforços para que o viajante tenha o Porto Seguro Viagem como opção por meio das agências de turismo. Assim, estamos levando ao viajante a opção em adquirir um produto moderno, aderente às necessidades do viajante, em um canal que tem tudo a ver com o melhor momento da oferta ao cliente, já que aconselhamos adquirir o Seguro Viagem a partir do momento em que o viajante compra a passagem ou o pacote de viagem″, complementa Fernanda.

Para mais informações sobre o Porto Seguro Viagem acesse o site:

http://www.portosegurosaude.com.br/seguros/seguroviagem

Gringos querem comprar no Brasil

Os gringos querem comprar no Brasil. Somente em outubro, tradicional mês de construção do orçamento do próximo ano e também de gastar os recursos que sobraram em caixa do ano corrente, vários CEOs comentaram que o Brasil é foco da estratégia mundial do projeto de expansão da matriz. Foi assim com HDI, Zurich, Mitsui e agora com a AXA. A Agência Estado publicou entrevista com a francesa AXA, na qual Philippe Jouvelot, presidente da Axa no País, diz que o momento é “mais fácil” para começar uma operação no Brasil diante do câmbio, que é favorável, e o retorno, beneficiado pelos juros altos. Depois de dois anos e meio de estudos, a francesa emitiu a primeira apólice em janeiro.

Nos últimos cinco anos, a companhia, que soma 1,3 trilhão em ativos ao redor do globo, comprou 20 empresas no mundo. Agora, favorecida pela desvalorização do real, mantém apetite para aquisições no Brasil e vê no sistema de saúde local uma oportunidade futura de negócio. “Com o câmbio favorável, tudo que você compra sai mais barato. O dinheiro investido dá mais lucro. Colocamos meio bilhão de reais (no País) e o retorno é de 14,25% no lugar de 8% antigamente. Para uma seguradora que gosta de entrar no longo prazo, não tem melhor momento”, avalia Jouvelot, em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

Questionado, o francês, que tem 30 anos de Axa, prefere não comentar transações em andamento. Fontes dizem que AIG e Pan Seguros, de BTG e Caixa, estariam no páreo final da disputa.