A revista Carta Capital traz a edição “As empresas mais admiradas”, eleitas por votos dos leitores. No segmento Seguros, a Porto Seguro foi a campeã, seguida da SulAmérica, Bradesco, Allianz e Itaú, de acordo nota do blog Sonho Seguro.
Segundo o texto, que tem como título “Prudência e caldo de galinha”, uma pequena queda no crescimento do setor não afeta o bom desempenho recente. Em 2014, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros, a CNseg, obteve uma receita de 327,1 bilhões, que representou um crescimento de 12,1% em relação ao ano anterior. Marco Antônio Rossi, presidente da entidade, afirma que o índice, distante dos 18,3% registrados em 2012, deva se repetir neste ano.
Líder por seis anos consecutivos, a Porto Seguro teve uma redução de 7,7 pontos porcentuais em sua vantagem e ficou em 46,1%. A SulAmérica, que tinha registrado um quarto lugar em 2014, com 6% das indicações, retoma a segunda colocação, com 13,2% dos votos. Embora permaneça em segundo lugar, a Bradesco Seguros teve um bom aumento nos últimos dois anos, de 6,3% para 11%.
Em previdência, a Solidez Financeira continua como principal critério de avaliação e é apontada como determinante por 31,67% dos stakeholders. Neste ano, a Bradesco Previdência passa do segundo ao primeiro lugar, com um ganho de 4,5 pontos porcentuais. A Itauprev permanece em segundo e tem a maior pontuação na história deste ranking. A BrasilPrev, que havia ocupado o primeiro lugar em 2010, com 20,7%, fica agora em terceiro, com 20,8% das indicações. Icatu, Porto Seguro, SulAmérica e Caixa completam o ranking das empresas de previdência da edição das Empresas Mais Admiradas da Carta Capital.
A revista informa que além da solidez e da reputação de agilidade no pagamento de indenizações, a inclusão de uma série de serviços durante a vigência das apólices contribui para manter a Porto Seguro como a única seguradora destacada no ranking do macrossetor pelo segundo ano consecutivo. “Não temos a capilaridade dos bancos de varejo. Quando os consumidores procuram um dos nossos 29 mil corretores, buscam também subsídios de um consultor”, diz Fábio Luchetti, presidente da Porto Seguro. “Fizemos pesquisas com os clientes e, além do guincho, passamos a oferecer reparos residenciais, uma inovação no Brasil.”
O texto da revista destaca que em especial na área de automóveis, a maior fonte de receita da seguradora e segmento de competição mais acirrada no mercado, a associação de produtos como cartão de crédito e celular é fundamental para a fidelização. A Porto Seguro tem perto de 1,5 milhão de cartões emitidos, com um índice de renovação de 95% e programas de benefícios que geram descontos no seguro. Mais recentemente, foi lançado um serviço que estende a assistência a veículos de terceiros. “Se um cliente estiver no carro do sogro e o veículo enguiçar, pode chamar o guincho”, diz Luchetti. Para atuar na faixa orientada exclusiva mente pelo preço, a seguradora trabalha com a marca Azul, de linhas de produtos mais enxutos.
Em momentos de insegurança, a proteção patrimonial costumaganharum peso maior, mas os ramos de proteção pessoal e benefícios passam por um desaquecimento. “O bloco patrimonial tem se expandido entre 10% e 15% ao ano e o crescimento orgânico é tranquilo. Os produtos relacionados a pessoas e benefícios são em grande parte contratados por empresas e o segmento sofre com as demissões.” Para complementar o leque de serviços, a seguradora adquiriu a Health for Pet, de assistência veterinária. “Uma das facilidades é a visita em domicílio, muito útil para o grande número de clientes idosos.” Outra inovação é o aplicativo Vá de Táxi, que aproveita a sinergia entre as bases de clientes e cria mais elos de relacionamento com a companhia. O recurso proporciona benefícios pa ra quem tem seguro de automóvel e precisa substituído temporariamente por um táxi.
Para proporcionar cada vez mais praticidade aos seus clientes, a Liberty Seguros, em parceria com a AutoGlass, empresa especializada em soluções para vidros e peças automotivas, oferece aos seus segurados o serviço de Vistoria Mobile.
A solução permite que o segurado solicite a vistoria de peças danificadas do seu veículo – como vidros, faróis, lanternas e retrovisores – diretamente de seu smartphone ou dispositivo móvel, sem precisar se deslocar até uma oficina. Além da facilidade proporcionada pelo serviço, especialmente para segurados que residem em cidades diferentes das oficinas indicadas, os clientes podem ter até 5% de desconto na franquia quando a vistoria é solicitada pelo site da AutoGlass.
O Vistoria Mobile funciona de maneira muito simples: no início do atendimento, o segurado recebe uma mensagem de texto com um link com instruções para o registro. Nesse portal, ele envia fotos das peças a serem avaliadas, seguindo as instruções específicas para cada área do automóvel. Após o envio das fotos, o atendimento é registrado e enviado para um processo interno de aprovação. Em apenas 3 meses de implantação foram registrados mais de 4.800 atendimentos.
“Serviços como o Vistoria Mobile reforçam o compromisso da Liberty Seguros em oferecer atendimento excepcional, trazendo agilidade com conectividade para nossos clientes nos momentos em que eles mais precisam de nós”, diz Adriana Gomes, diretora de Seguros Pessoais da Liberty Seguros. “De acordo com nossas pesquisas, os segurados têm atribuído alto índice de satisfação a esse serviço”, finaliza.
Atualmente, apenas 35% dos brasileiros possuem algum tipo de seguro, sendo que 185 milhões não têm seguro de vida, 58 milhões de residências não têm cobertura, bem como 38 milhões de automóveis. Esses foram alguns dos números apresentados por Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg e da Federacion Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES), como oportunidades para o desenvolvimento do seguro no Brasil, em sua palestra na XXXV Conferencia Hemisferica de Seguros da FIDES, que aconteceu entre 25 e 28 de outubro, em Santiago do Chile.
“Temos ainda muito a avançar”, disse ele, lembrando que, apesar de o setor no Brasil já corresponder a 6% do PIB, somos ainda o 13º país em quantidade de prêmios e apenas o 43º em valor de prêmios per capta. E para que ocorra a massificação do seguro em terras brasileiras, necessitamos, segundo Rossi, de canais de mais fácil acesso, de contratações mais rápidas, de cláusulas mais simples de serem negociadas, de pagamentos de sinistro feitos mais rapidamente, além de comunicação mais assertiva e direta.
Mas, pelo menos ao que se refere aos canais de comunicação, o presidente da FIDES – cujo mandato se encerrou ao fim do evento – afirmou que estes vêm sofrendo um grande transformação nos últimos 25 anos e, hoje, já se vende seguros em agências bancárias, em oficinas, por meio de prestadores de serviço, corretores, pela internet, por cartão de crédito, concessionárias, caixa eletrônico, entre outros canais. “E a maioria das seguradoras brasileiras já está habilitada a comercializar em todos os lugares em que haja oportunidade de venda de seguros”. Como exemplo, citou a Bradesco Seguros, empresa que também preside e que também vende seguro por meio de todos os canais citados, além de em supermercados, farmácias e outros pequenos estabelecimentos, em uma canal chamado de Bradesco Express, que funciona como uma mini-agência bancária. “Na Amazônia, temos um Bradesco Expresso dentro de um barco, que vai correndo as localidades oferecendo crédito, conta corrente e seguro”.
“O mundo mudou e essa transformação, evidentemente, deve estar dentro de nossas vidas e nossa história. Há quase 60 anos, escutamos, pelo rádio, o Brasil ser campeão mundial de futebol. Depois, chegou a televisão, depois, o microcomputador, depois, os celulares e os tablets. Atualmente, o Bradesco faz, diariamente, 7 milhões de transações pelo telefone celular, analisando contas corrente e oferecendo crédito e seguro”.
E para evidenciar essa transformação do mundo e das pessoas, citou pesquisa da Revista Time feita entre seus assinantes, a quem foi perguntado o que era o mais importante para a sobrevivência do ser humano. Em primeiro lugar, como mais necessário, foi respondido o sol. Em terceiro lugar, a água e, à frente desta, em segundo lugar, a internet. Outro dado apresentado, também constatado em pesquisa, é que 80% dos jovens e 50% dos adultos vão para a cama levando seus telefones celulares, sendo que 30% os verificam a cada 10 minutos ao longo do dia e 20% preferem perder a aliança a perder o tablet. “Assim é o novo mundo, com características completamente diferentes”.
Em 2016, prosseguiu, 50% da população economicamente ativa do mundo será da geração Y, que já nasceu com internet e está acostumada a fazer tudo ao mesmo tempo, sempre conectada. E alertando para um detalhe relevante para o mercado segurador, Rossi também disse que essa geração Y, apesar de digital, confia nos dados e informações divulgados pelas instituições na internet, desejando que sejam disponibilizados cada vez mais, para que possam se desenvolver.
Falando para as centenas de profissionais de seguro de toda a América Latina, Rossi deu bastante ênfase à importância da internet como canal de comercialização de seguros, afirmando que, em 2020, 7 bilhões de pessoas terão acesso à rede mundial de computadores. Por isso, afirmou, é preciso uma maior flexibilidade por parte dos reguladores, que precisam entender a necessidade de menos burocracia, permitindo que a oferta seja feita de forma mais simples e diferenciada.
E se muito ainda precisa ser feito, Rossi aproveitou para citar um elemento que ajudou no processo de transformação do mundo do seguro nos últimos anos, que foi a adoção de uma comunicação mais simples e bem humorada na venda de seguro. Para exemplificar, apresentou, ao final da palestra, três comerciais de seguradoras brasileiras (SulAmérica, HDI e Bradesco) que fazem exatamente isso e podem ser assistidos abaixo.
O dia começa com o balanço do banco Bradesco, sem trazer ainda resultados do HSBC pois a negociação ainda aguarda aprovação dos órgãos reguladores. O segundo maior banco privado do Brasil registrou lucro líquido ajustado no período de nove meses de 2015 de R$ 13,3 bilhões, alta de 18,6% em relação ao mesmo periodo de 2014, sendo R$ 3,8 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 29,2% do total. O lucro líquido do braço segurador no 3o trimestre de 2015 totalizou R$ 1,3 bilhão (R$ 1,2 bilhão no 2o trimestre de 2015) e de 24,5% comparado aos R$ 1,05 bilhão do terceiro trimestre de 2014. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido ajustado foi de 26,8% no terceiro trimestre deste ano.
Os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização foram de R$ 45,4 bilhões no período de nove meses de 2015, evolução de 18,6% em relação ao mesmo período de 2014. As provisões técnicas alcançaram R$ 168,6 bilhões, apresentando uma evolução de 15,5% em relação ao saldo de setembro de 2014, segundo dados acessados pelo blog Sonho Seguro na divulgação dos resultados. No comparativo entre o 3o trimestre de 2015 e o mesmo período do ano anterior, houve incremento de 17,2% nos prêmios emitidos, contribuição de previdência e receita de capitalização. Segundo nota do grupo, o crescimento das vendas no acumulado do ano foi influenciado pelos produtos de “Vida e Previdência” e “Saúde”, que apresentaram crescimento de 26,0% e 20,7%, respectivamente.
Abaixo release divulgado pelo grupo:
Faturamento do Grupo Bradesco Seguros cresce 18,6% no ano, atingindo R$ 45 bilhões
O Grupo Bradesco Seguros, com atuação multilinha no mercado segurador brasileiro e presença em todas as regiões do país, fechou os nove primeiros meses de 2015 com faturamento de R$ 45,5 bilhões, o que representa crescimento de 18,6% sobre igual período do ano passado, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. O lucro líquido registrou evolução de 22,5% na mesma base de comparação, totalizando R$ 3,9 bilhões, com Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 24,7%.
Na comparação com os nove primeiros meses de 2014, os segmentos que apresentaram evolução acima de 20% são: Vida e Previdência (26%) e Saúde (20,7%).
– O Grupo Bradesco Seguros está fortemente comprometido com o processo de evolução e transformação da indústria e da cultura do seguro no Brasil. Não apenas pelo papel que exerce no setor, com um quarto de market share, mas também por suas iniciativas em termos de criação de produtos, inovação e investimentos em tecnologia, e por sua presença em todos os municípios brasileiros – afirma o Presidente do Grupo Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi.
No segmento Saúde, todos os produtos apresentaram evolução, com destaque para a carteira de pequenas e médias empresas, que atingiu a marca de um milhão de vidas. No total, são mais de 4,5 milhões de segurados em Saúde, consolidando a liderança do Grupo em faturamento no mercado brasileiro de saúde suplementar.
De janeiro a setembro de 2015, os ativos financeiros alcançaram a marca de R$ 182 bilhões, equivalentes a cerca de 30% do total administrado pelo mercado segurador brasileiro, enquanto as provisões técnicas apresentaram considerável aumento, alcançando R$ 168,6 bilhões, contra R$ 145,9 bilhões no mesmo período de 2014.
– Esses resultados decorrem diretamente das estratégias de atuação implementadas nos últimos anos, no sentido de unificar nossas linhas de negócios e ampliar a sinergia dentro do Grupo Bradesco Seguros, a fim de possibilitar a obtenção de resultados, ainda melhores, em nossa atuação – destaca o Presidente do Grupo segurador.
Segundo Rossi, uma ação concreta voltada para o incremento da sinergia do Grupo foi o desenvolvimento, com investimentos expressivos em Tecnologia da Informação, de um novo sistema operacional, cujo objetivo é assegurar, de forma ágil e eficiente, o aprimoramento de uma visão única do cliente, levando em conta todas as suas necessidades de proteção como segurado.
Um exemplo dessa nova visão comercial vem do segmento Saúde. No primeiro semestre de 2014, de todos os planos de saúde corporativos comercializados, 26% contavam com o produto odontológico. Este ano, no mesmo período, esse número saltou para 43%. O ganho de sinergia resultante dessa reestruturação já representou, nos primeiros nove meses de 2015, cerca de R$ 1,8 bilhão.
Merece destaque, também, a melhora do Índice de Eficiência Administrativa, que, na comparação do terceiro semestre de 2015 com igual período do ano passado, passou de 4,6% para 4,3% – quanto menor o índice, melhor a performance.
Pelo 14º ano consecutivo, a marca Bradesco Seguros – patrocinadora oficial dos Jogos Rio 2016, com o Banco Bradesco, e seguradora oficial do evento – foi apontada pelo Instituto Datafolha como Top of Mind na categoria “Seguros”. O reconhecimento é concedido anualmente às marcas mais lembradas pelo consumidor.
O Protector, plataforma digital da Argo Seguros Brasil, realizou no dia (27/10), o 3º Encontro de Corretores Protector, no Novotel Jaraguá. O evento foi um sucesso, contando com mais de 200 corretores parceiros que puderam conhecer de perto as novidades e tendências do mercado, com profissionais renomados levando conhecimento e experiências que podem servir como ideias para ultrapassar os desafios do setor nos dias de hoje.
Com abertura do CEO da seguradora, Pedro Purm, o evento deu início com uma visão e panorama geral do diferencial que a Argo Seguros, junto com o Protector, oferece ao mercado, buscando sempre levar serviços de forma inovadora e descomplicada para a comercialização do seguro. Com a palavra, Roberto Uhl, Gerente de Canais Digitais da Argo Seguros, esteve à frente do evento apresentando a plataforma digital Protector.
“A plataforma foi lançada no mercado com o principal objetivo de trazer uma experiência inovadora para os corretores e segurados, um sistema de contratação de seguro online ágil e fácil. Com a plataforma Protector é possível fazer a contratação em 05 minutos. Hoje já conseguimos registrar mais de 2 mil downloads do aplicativo, 14 mil segurados, 2 mil corretores parceiros, e nossa expectativa é agregar cada vez mais funcionalidades que permitam ao corretor vender mais”, explica Roberto Uhl.
A equipe de mulheres da seguradora, Ana Mello, Janete Tani e Luciana Bakker, ficou responsável pelas novidades da Argo, com o lançamento de novos seguros que devem ampliar o leque de atuação da empresa no mercado. Recentemente foi lançado o Protector Empresarial, seguro voltado para escritórios e consultórios com amplas coberturas e serviços de assistência; e o Protector Bikes, para bicicletas esportivas. Até o final do ano a expectativa é de lançar outros dois seguros, Protector Equipamentos e Protector Reformas.
Eduardo Pitombeira, Head of Digital Product Design da Argo Group, em Nova Iorque, EUA, trouxe ao evento uma visão global do que o mercado segurador vem trabalhando em tecnologia e inovação. Rafael Fragnan, Gerente de Sinistros da Argo Seguros, apresentou números registrados e casos reais no mercado de sinistros, esclareacendo dúvidas com os corretores presentes no evento.
Dentre os palestrantes convidados, estiveram presentes a corretora de seguros Cláudia Simplício, com mais de 15 anos de experiência no mercado, que mostrou como foi possível levantar sua corretora com poucos recursos investindo no mercado digital e apostando em SEO, Facebook Ads e YouTube. E, Dado Schneider, Mestre e Doutor em Comunicação pela PUC/RS, revelou um olhar bem-humorado sobre o mercado tecnológico e o acelerado processo de mudança.
A SulAmérica lançou uma novidade para as imobiliárias que integram as carteiras dos corretores parceiros da seguradora: o aplicativo SulAmérica Garantia de Aluguel. Pioneiro no mercado imobiliário, o app traz informações sobre as diferentes modalidades de garantia locatícia, além de permitir fazer simulações do Garantia de Aluguel no smartphone ou tablet com mobilidade e praticidade aos usuários.
O app está disponível nas lojas Google Play (Android) e App Store (iOS). Com navegação simplificada e atrativa, a ferramenta possibilita que se compare o SulAmérica Garantia de Aluguel, solução de garantia locatícia com outras opções disponíveis no mercado, como fiador, depósito e seguro-fiança. Há ainda informações adicionais sobre o produto e um vídeo que destaca seus diferenciais, como o retorno de 100% do valor pago pelo título e os sorteios mensais.
“A inovação está sempre presente na SulAmérica, que criou o Garantia de Aluguel e agora traz mais um diferencial para o corretor trabalhar junto a esse público”, destaca o vice-presidente de Capitalização da SulAmérica, André Lauzana. “O mercado imobiliário traz diversas oportunidades de novos negócios, e tanto o produto quando o aplicativo podem ser instrumentos de aproximação para potenciais clientes.”
Sem burocracia, o SulAmérica Garantia de Aluguel dispensa análise de crédito do locatário na aquisição e na renovação anual, possui renovação automática e conta ainda com a Assistência Residencial (serviços como chaveiro, eletricista, encanador etc.) e uma ampla rede de descontos em empresas parceiras. Já imobiliárias e locadores podem contar gratuitamente com a Assistência Locatícia, que oferece auxílio para cobrança de aluguel e de taxas em atraso ou até eventual desocupação do imóvel alugado.
O Valor traz um especial sobre seguros, que dá uma dimensão ao leitor da importância da indústria de seguros mundial e o grande potencial do Brasil, visto como um dos mercados mais atraentes do mundo. O mercado segurador brasileiro deve fechar 2015 com um crescimento de 12% nominais, completando, assim, seis anos consecutivos de expansão de dois dígitos. O resultado foi a conquista de um marco histórico: em junho, pela primeira vez, os ativos das seguradoras ultrapassaram os dos fundos de pensão.
Fusões e aquisições – De janeiro de 2014 até julho de 2015, foram noticiadas mais de 30 negociações mundiais envolvendo seguradoras, resseguradoras e corretoras. Em julho, o presidente-executivo da ACE, Evan Greenberg, surpreendeu o mundo ao fazer uma oferta de US$ 28 bilhões para comprar a Chubb. Em setembro, a colombiana Suramericana, da qual a Munich Re detém 18% do controle, fez uma proposta pelas operações da inglesa RSA na América Latina . Ambas envolvem o Brasil, que foi protagonista de 13 negociações listadas no estudo da KPMG. “Outras conversas estão em andamento, podendo ainda ser fechadas neste ano”, diz David Bunce, s&oacu te;cio da consultoria, sem poder revelar detalhes.
Corretores – No atual cenário recessivo, as corretoras precisam, o quanto antes enxugar custos, voltar a prospectar clientes e estar atentas a oportunidades de desenvolvimento em carteiras diferentes das habituais. Sem dúvida, o caminho mais curto para isso é ofertar diferentes produtos para os clientes que fazem parte do seu cadastro e relacionamento, afirma Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros.
Bolsas – Em todo os mercados do mundo, os papéis que compõem o setor de seguros estão sempre entre os mais procurados porque são extremamente sólidos. Elias Zoghbi, sócio-líder da indústria de seguros da Deloitte no Brasil, explica que a base do modelo de uma seguradora é trazer um papel com mais solidez, conta o Valor.
Paramétricos – “O clima mudou as estações. A internet das coisas transformou as relações. Temos acordos como o Transpacífico, no qual o produto final é fruto de uma produção em cadeia mundial, com riscos diversos em diferentes países. O seguro de responsabilidade civil solicitado pelo portal Airbnb viabiliza o aluguel de imóveis em mais de 190 países. Como calcular o preço para usuários de diversas nacionalidades, crenças, cultura política e social? A indústria tem de inovar para se manter em crescimento”, comenta Ângelo Colombo, CEO da Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS Brasil) .
Infraestrutura – Um dos resultados da Operação Lava-Jato foi demonstrar a necessidade de revisão do seguro garantia de obras de infraestrutura. A operação policial, que desvendou uma rede bilionária de corrupção envolvendo a Petrobras e as principais construtoras do país, paralisou uma série de obras que estavam contratadas com as empresas envolvidas nas denúncias.
Cyber – O Brasil ainda engatinha na oferta de seguros contra crimes cibernéticos, mas a tendência é de crescimento da demanda nos próximos anos com a percepção do aumento de risco e do surgimento de novas ameaças às empresas. Por enquanto, AIG Brasil e XL Catlin são as únicas seguradoras que vendem produtos no mercado nacional. A Argo Seguros Brasil planeja entrar na disputa a partir de 2016.
Automóvel – Com o pé no freio. É assim que se comporta o mercado de seguros de automóveis neste ano, que sofre com a expressiva retração na venda doméstica de veículos novos, principal componente dos negócios desse segmento. Os dados mais recentes da Anfavea, entidade que representa as montadoras, apontam queda de 22,7% nas vendas até setembro ante o mesmo intervalo do ano passado, com 1,95 milhão de unidades emplacadas no período, pior número da indústria automobilística em oito anos.
Vida – Aos poucos, o brasileiro começa a abandonar uma característica que ainda lhe é atribuída: ele investe em segurar o seu carro, mas não faz seguro de vida. Essa área não apenas está se expandindo, como lidera (e impulsiona) a categoria de seguro pessoal da qual faz parte. Para executivos do mercado, trata-se de uma mudança comportamental dos últimos anos que combina um trabalho de conscientização e educação financeira feito pelas seguradoras e outros agentes econômicos, melhora no poder aquisitivo da população e uma remodelação dos produtos. Nem mesmo a crise econômica parece afetar fortemente esse seg mento que trabalha com projeções de expansão este ano.
D&O – Durante uma década, executivos de seguradoras se desdobraram para construir a cultura do risco de responsabilidade civil nos executivos brasileiros e assim venderem o seguro conhecido mundialmente como Directors e Officers, que visa proteger o patrimônio do executivo em caso de demandas judiciais por má gestão. Em 2005, quando o produto estava consolidado em países da Europa, Japão e Estados Unidos, o Brasil engatinhava, com R$ 85 milhões em vendas. Só ; as empresas listadas na Bolsa de Nova York se interessav am por comprar a apólice.
Condomínios – As notícias de assaltos a condomínios já são corriqueiras no Brasil, mas sempre aumentam a sensação de insegurança e ajudam a impulsionar as vendas de sistemas de proteção e de coberturas adicionais de seguros. Hoje, soma-se a essa ameaça a percepção do risco relacionado a outros eventos, como impacto de queda de aeronaves e explosões de gás foi vasto o noticiário sobre a queda, no ano passado, sobre prédios em Santos, do jatinho que matou o e ntão candidato à Presidência Eduardo Campos, e sobre os casos de vazamento de gás que interditaram um conjunto de edifícios residenciais e um quarteirão inteiro no Rio de Janeiro. Eventos climáticos extremos agora também entram nesse cenário, informa o Valor.
Eletrônicos – A popularização dos dispositivos móveis fez surgir a necessidade de proteção contra os riscos inerentes ao seu uso e abriu caminho para que algumas seguradoras incluíssem a carteira de eletrônicos em seu portfólio de ofertas. A Porto Seguro e a QBE Brasil, por exemplo, atuam no ramo há oito anos, oferecendo cobertura a danos físicos e subtração de smartphones, tablets e notebooks.
Solvência – O mercado segurador brasileiro se aproxima ano a ano dos padrões contábeis internacionais, exigência global que tem dado muito trabalho aos órgãos reguladores e às seguradoras do mundo inteiro. Um marco no assunto é o início da Solvência II na Europa a partir de 2016 e que traz impactos no Brasil. “Muito se fala neste tema, mas poucos sabem o que isso significa”, comentou Roberto Westenberger, titular da Susep.
Transportes – A crise econômica e a desvalorização cambial tiveram efeitos inversos sobre o mercado de seguros de transportes, segundo especialistas de algumas das mais importantes empresas que atuam no segmento ouvidas pelo Valor. Enquanto o ambiente recessivo repercutiu imediatamente no mercado de transportes nacionais (embarcadores), fazendo as receitas de prêmios caírem 14% de janeiro a agosto em relação ao mesmo período do ano passado, a maior competitividade das exportações trazida pelo real desvalori zado elevou em 14% no mesmo período o faturamento do setor com transportes internacionais.
TI – Um seguro de transporte de cargas contratado on-line? Uma apólice de seguro de vida emitida pela internet? Embora a era do bom e velho papel timbrado e assinado prevaleça para consolidar negócios no setor de seguros, estudo sobre digitalização e loyalty com 3,5 mil clientes da Bain & Company, entre eles brasileiros, aponta que os mesmos 65% que ainda hoje fecham contratos de forma tradicional, projetam lançar mão, em cinco anos, de ferramentas digitais e híbridas, isto é, papel e web, para interagir com corretoras.
A Mongeral Aegon, primeira empresa do setor de seguros e previdência a criar um portal de e-commerce com processo de compra 100% online, revela o perfil de quem contrata esses serviços pela internet. O levantamento feito entre janeiro e julho de 2015 a partir da base de clientes da plataforma da empresa revela que o consumidor deste tipo de solução financeira é composto principalmente por mulheres, 56% ante 44% do público masculino. Já a idade do público, segue a tendência daqueles que acessam a internet: a maioria tem até 50 anos. Sobre as formas de pagamento, enquanto as transações de itens de consumo na internet tendem a ser via cartão de crédito, na hora de contratar o seguro ou previdência, a preferência é por débito automático, representando 80% dos clientes. Outros 11% usam cartão de crédito e 9% preferem realizar o pagamento via boleto bancário.
“Como este canal de contratação de seguros foi inaugurado pela companhia há dois anos, ainda estamos conhecendo o perfil de quem contrata via web, essencial para pensar em melhorias na experiência de compra. Hoje pouco mais de 6% da população tem um seguro de vida e a loja online permite melhorar o acesso das pessoas a essas soluções financeiras”, diz Rafael Rosas, superintendente de marketing direto da Mongeral Aegon.
Um dado curioso identificado neste consumidor é o horário escolhido pela maioria para realizar a transação. Do total, 76% afirmam ter contratado durante o expediente do trabalho e 16% fazem uso desta modalidade de compra de casa. Apenas 7% afirmam adquirir o produto no trabalho, mas depois do expediente.
Segundo o levantamento, os profissionais que mais pensam no futuro quando acessam o meio virtual são administradores, vendedores, advogados, empresários, gerentes e professores. Os aposentados, corretores e pensionistas também compõem o quadro de clientes, mas a maioria (67%) atua em profissões variadas.
A maioria das pessoas que contratam seguros e previdência pela internet ainda está localizada nos grandes centros, 53% nas capitais e ainda distribuídos por dez grandes cidades brasileiras, principalmente: São Paulo (33%), Rio de Janeiro (24%), Brasília (10%), Belo Horizonte (7%), Salvador (6%), Recife (4%), Fortaleza (4%), Guarulhos (4%), Cuiabá (4%) e Campo Grande (4%).
Primeira empresa do setor de vida e previdência a criar uma plataforma de venda 100% online, a Mongeral Aegon investe na integração e ampliação dos seus canais de venda, privilegiando a figura estratégica do corretor. Para isso criou lojas personalizadas para esses profissionais dentro do portal de e-commerce, gerando oportunidade de negócios e unindo o tradicional modelo de vendas ao ambiente digital. A companhia investe também na facilidade de acesso para o cliente: o portal é responsivo, permitindo ao cliente navegar e contratar não só por meio do desktop – por onde ainda é feita maior a parte das compras (52% no primeiro trimestre de 2015) -, mas também via dispositivos móveis, tendência que começa a ganhar força. Para se ter ideia, 33,12% das contratações foram feitas via celular e smartphone e 4,9% via tablets no mesmo período.
“Criamos um projeto integrado onde a figura estratégica do corretor está inserida no modelo de vendas e com novas oportunidades de gerar negócios”, diz Rafael Rosas, superintendente de marketing direto da Mongeral Aegon.
A seguradora XL Catlin anunciou hoje o lançamento de uma nova área de atuação no Brasil com a nomeação da subscritora sênior, Daniela Murias, residente em São Paulo, para os produtos de aviação.
Daniela tem mais de 15 anos de experiência na indústria da aviação e amplo conhecimento do mercado brasileiro, tendo ocupado o cargo de Chefe de Aviação para uma (re)seguradora local. Ela possui MBA em Segurança de Vôo e está atualmente cursando MBA em Direito da Aviação e aulas de pilotagem para uma licença de piloto privado.
Segundo Eric Donofrio, Gerente Regional de Aviação para as Américas da XL Catlin, “O mercado de aviação no Brasil tem grande necessidade de seguradoras com capacidade de responder às submissões de cobertura de seguro com rapidez e mantendo padrões de subscrição excepcionais. Acreditamos que nossa equipe, com seu conhecimento local e o apoio de nossos sistemas e nossa experiência global pode realmente responder a estas necessidades e gerar um impacto significativo no mercado.”
Renato Rodrigues, gerente geral da operação de seguros da XL Catlin no Brasil, acrescentou: “A população do Brasil está crescendo, os projetos de infra-estrutura e de desenvolvimento estão avançando. Recebemos alguns dos principais eventos internacionais e ainda sediaremos os Jogos Olímpicos em 2016. A combinação destes fatores significa que o mercado de aviação está se tornando cada vez mais crítico para a economia brasileira. Isto é evidenciado pelo fato de que as viagens aéreas domésticas mais do que triplicaram nos últimos 10 anos e o número total de aeronaves registradas no Brasil passou de mais 14 mil para quase 21 mil entre 2003 e 2014. Acreditamos que tendo a Daniela aqui no Brasil, com o suporte de nossas equipes regionais e globais, estamos idealmente posicionados para apoiar a indústria da aviação no Brasil e equacionar seus riscos neste mercado em rápida expansão”.
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