| A Youse plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora anuncia a contratação para o cargo de diretora de pricing e operações Brasil. No novo cargo, a executiva será responsável por monitorar todo o funcionamento operacional da empresa, além de desenvolver o planejamento estratégico e econômico-financeiro e gerenciar as pesquisas de preços de mercado custos de produtos Auto, Residência e Vida da Youse. Amanda Senedesi, traz para o novo cargo mais de 10 anos de experiência como consultora de pricing no mercado financeiro e segurador. Antes de chegar a Youse atuou em grandes companhias do mercado como Itaú e SulAmérica. Amanda iniciou suas atividades na Youse em julho de 2017 coordenando a equipe dos produtos Youse e há alguns meses passou a coordenar também a área de Sinistro e Relacionamento com prestadores de serviços, fundamental no apoio às vendas de produtos e serviços. “Minha missão é mostrar ao mercado os diferenciais dos produtos Youse, além de também garantir de que todos os processos comerciais sejam eficientes e produtivos, adequando os recursos e serviços às necessidades da empresa e dos clientes”, diz Amanda. A executiva é formada em Economia pela FEA USP, possui Doutorado em filosofia e é PhD pela Universidade de Stanford, Califórnia. |
Amanda Senedesi assume como diretora de pricing e operações Youse
Bradesco Seguros lança campanha Quinzena do Seguro
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Pela primeira vez, a Bradesco Seguros promove com exclusividade do Dia Nacional do Seguro, comemorado em 14 de maio, para marcar uma de suas maiores campanhas, a Quinzena do Seguro. Durante quinze dias serão oferecidas condições especiais na contratação de apólices. A estratégia, segundo Alexandre Nogueira, diretor de marketing, canais, inovação e estratégia do Grupo Bradesco Seguros, é destacar a acessibilidade e incentivar a cultura do planejamento financeiro. As promoções vão de 13 a 27 de maio.
Para a campanha, a Bradesco Seguros selecionou seis ofertas principais. Na contratação de um Seguro Auto, por exemplo, o cliente leva a assistência residencial por um ano. Planos de Previdência Privada serão apresentados com taxa de carregamento zero na entrada para aportes e novos planos, além de sorteios mensais de R$ 50 mil durante um ano.
A Quinzena do Seguro também oferece Plano odontológico para pessoa física com carência zero em toda a rede credenciada e assistência 24h, Plano Saúde (de 3 a 99 vidas sem taxa de implantação), Multiproteção (seguro de vida que garante a segurança e tranquilidade da família com condições especiais e sorteios adicionais de R$ 50 mil todo mês, durante um ano) e cartão de crédito Bradesco Seguros com a primeira anuidade gratuita. A contratação pode ser feita por meio de corretores de rede, corretores no mercado e corporate. Os canais disque seguros, telebanco, internet e mobile banking e shopping de seguros também estão à disposição para que o segurado obtenha mais informações.
A campanha foi desenvolvida pela AlmapBBDO e segue o mesmo tom leve e bem-humorado das últimas campanhas da Bradesco Seguros. São cinco filmes humorísticos desenvolvidos para TV aberta e um institucional estrelado por Mateus Solano para veiculação em TV fechada.
Na peça, o ator ressalta a importância do seguro como agente econômico fundamental no desenvolvimento do país há 210 anos. A chegada da família real em 1808 marca o início do mercado segurador no Brasil com a cobertura das embarcações e mercadorias, promovendo assim, o suporte necessário para a expansão do comércio marítimo.
O plano de ações para divulgação ainda inclui mídias on e off-line (TV aberta, TV fechada, rádios, jornais, revistas), ativações para funcionários Bradesco Seguros e banco, material de apoio de ponto de venda, canais internos, mídia online, redes sociais e divulgação a clientes, corretores e parceiros.
“Queremos motivar o debate nas famílias brasileiras sobre a importância do seguro em todas as fases e situações, oferecendo soluções que garantam segurança para o patrimônio, saúde, vida e família. Por ser uma empresa multirramo e operar em todo o território brasileiro, o Grupo Bradesco Seguros pode ofertar opções completas a seus segurados e estar presente em todos os momentos”, comenta Nogueira.
Segundo ele, o Brasil é um país de oportunidades para o seguro. Prova disso é o aumento da participação do mercado segurador no PIB, que saltou de 2% no início dos anos 2000 para mais de 6% em 2017. “Estamos mais fortes e preparados do que em décadas anteriores. Hoje, o Brasil responde por 2% de participação nos prêmios globais e é o 14º mercado segurador do mundo, com condições de atingir a oitava colocação em 2020.”
O Grupo Bradesco Seguros lidera o mercado brasileiro de seguros com cerca de 26% de market share.
Euler Hermes lança seguro de crédito “híbrido”
| Você já imaginou contratar um seguro de crédito e, na mesma apólice, contar com os benefícios tradicionais e, também, com cobertura não cancelável? Esse é o foco do Euler Hermes DUO, novo produto da Euler Hermes no Brasil, seguradora com mais de 120 anos de história e experiência global. Com sucesso e boas perspectivas de crescimento, após sua implantação em países como Estados Unidos e Canadá, o Euler Hermes DUO chega ao Brasil para garantir às empresas maior proteção aos compradores atuais e aumento para potencial expansão de vendas. Claudia Gonçalves, Head of Commercial Underwriting and Operations, explica que “a apólice de seguro de crédito tradicional tem a cobertura dinâmica, ou seja, os limites de crédito são analisados e alterados durante a vigência. Já a cobertura não cancelável, como o próprio nome diz, é aquela onde o topo da carteira de compradores tem limite de crédito fixo para toda a vigência. E esse é o objetivo do Euler Hermes Duo: combinar a expertise de crédito do seguro tradicional para o dia-a-dia com a proteção fixa para o risco catastrófico”. |
Masayuki Nagano assume o comando da Mitsui Sumitomo
Desde 02 de abril, Masayuki Nagano é o novo presidente e CEO da Mitsui Sumitomo Seguros, e tem como objetivo apoiar o plano de crescimento dos próximos anos. Nagano faz parte da Mitsui Sumitomo Insurance Group desde 1989, tendo passado por várias experiências internacionais, em países como Panamá, Estados Unidos e Alemanha. Formado em administração, já atuou nas áreas de marketing, comercial, resseguro e planejamento estratégico.
Hélio Kinoshita, vice presidente e responsável pela operação brasileira, reforça a importância da continuidade do plano estratégico de crescimento. “No início deste ano definimos um novo plano estratégico para os próximos 4 anos que denominamos MSS2021 e tem como foco a eficiência operacional e o relacionamento com o corretor, com forte investimento em tecnologia, produtos e capital humano. O apoio do Sr. Nagano é essencial para dar prosseguimento ao ritmo de crescimento e alavancar ainda mais nossa produção nos segmentos de varejo e corporativo, além de continuar reforçando a presença da Mitsui Sumitomo Seguros no mercado brasileiro”.
“Me sinto honrado de fazer parte da Mitsui Sumitomo Seguros. Quero contribuir com minha experiência e suportar o plano estratégico de crescimento, garantindo inovação, eficiência e um time forte, ressalta Nagano”.
Marsh promove evento para discutir cyber segurança
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Com o crescimento da exposição de dados e informações das empresas, a segurança cibernética passou a ser assunto prioritário para companhias do mundo todo. A partir deste cenário, a Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos, vai promover no dia 17 de maio o evento Cyber Segurança: Defina seu Risco, para destacar a importância do risco cibernético, seus impactos e implicações, tanto financeiras, como de reputação e responsabilidade jurídica. Os executivos das empresas AIG Brasil, Travelers Seguros e XL Catlin estarão presentes contribuindo para os debates.
O líder da Marsh Risk Consulting, Carlos Santiago, apresentará na ocasião os resultados da pesquisa que a Marsh realizou em parceria com a Microsoft e contou com a participação de mais de 1.300 executivos. O estudo analisa quais são os principais objetivos relacionados ao risco cibernético de organizações de todo o mundo das mais diversas indústrias e tamanhos, além de elencar quais são as principais estratégias de gestão.
Logo após, o diretor executivo para Risk Management & Specialties da Marsh Brasil, Marcelo Elias, vai moderar uma segunda plenária que discutirá temas como os maiores impactos dos riscos cibernéticos à organização, exclusões da apólice e causalidades, regulamentações, e danos cobertos. Participarão do debate a Líder para Produtos Financeiros Marsh, Juliana Casiradzi; o Gerente para Financial Lines da AIG Brasil, Flávio Sá; o Gerente Financial Lines D&O/E&O da Traveleres Seguros, André Jabur Rodrigues; e a Head de International Financial Lines da XL Catlin, Silvia Gadelha.
Cyber Segurança: Defina seu Risco
Data: 17 de maio de 2018
Horário: 08h30 às 11h00
Local: Restaurante Cantaloup – Rua Manuel Guedes, 474, Itaim Bibi, São Paulo.
NotreDame Intermédica tem alta de 18% em receita líquida no 1o. trimestre
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Em sua primeira divulgação de resultados como companhia integrante do novo mercado na B3, o Grupo NotreDame Intermédica reportou um crescimento de 18% em sua receita líquida no primeiro trimestre de 2018 comparado ao mesmo período do ano anterior, apresentando crescimento nas três linhas de receita: planos de saúde, planos odontológicos e serviços hospitalares, este último com crescimento de 98,3%.
A rentabilidade da empresa expandiu mais aceleradamente, com um crescimento de 24% no EBITDA ajustado, saltando de R$172 milhões no primeiro trimestre de 2017 para R$213 milhões no mesmo período de 2018, e um crescimento de 43% no lucro líquido ajustado, que atingiu R$138 milhões no primeiro trimestre de 2018.
Segundo Irlau Machado Filho, presidente do Grupo NotreDame Intermédica, a performance deste trimestre foi marcada pelas aquisições realizadas nos últimos anos. “Os investimentos em verticalização e expansão de nossa Rede Própria têm se mostrado movimentos vencedores. Importante ressaltar que, apesar dos investimentos em revitalizações de Unidades próprias (hospitais e Centros Clínicos) e das aquisições recentes de hospitais e operadoras de saúde, a companhia tem mantido baixo seu grau de alavancagem”, ressalta.
Os indicadores operacionais provam a eficácia da estratégia de verticalização adotada pelo Grupo. No 1T18, 72% das consultas ambulatoriais foram realizadas na Rede Própria, contra 67% no 1T17, reflexo das ações de internalização de consultas em novas especialidades. As aquisições e a abertura de prontos-socorros impactaram o percentual de internações na Rede Própria, que também acompanhou essa tendência, passando de 56% para 60% (1T17 vs 1T18).
Houve crescimento na receita de Planos de Saúde do Grupo, que aumentou 14,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para o incremento de 3,1% no número médio de beneficiários – de 2,02 milhões para 2,09 milhões – mesmo diante de cenário macroeconômico ainda desafiador.
Outro importante motor de crescimento foram os Planos Odontológicos. A unidade de negócios cresceu 19,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, motivado pelo aumento de 18,5% no número médio de beneficiários, que atingiu 1,56 milhões.
Para Glauco Desiderio, Diretor de Relação com Investidores do Grupo NotreDame Intermédica, “o estímulo ao cross-sell, com a venda de planos odontológicos para clientes que possuem plano de saúde, justifica o crescimento deste indicador nos últimos 12 meses. Hoje, 61,4% dos clientes de planos de saúde possuem planos odontológicos”, revela.
O executivo destaca, ainda, a receita de serviços hospitalares que cresceu 98,3% em relação ao mesmo período do ano anterior e hoje representa 7,8% da receita líquida total do grupo, ante 4,7% no mesmo período do ano anterior.
JLT Brasil organiza 9ª edição do seminário de Óleo e Gás
O setor de petróleo começa a dar sinais de recuperação. A retomada definitiva do crescimento da indústria ainda depende do governo e isso inclui questões ambientais. Para discutir sobre a recuperação do segmento e os desafios do licenciamento ambiental a corretora de seguros e resseguros JLT Brasil promove nesta quarta-feira (16/05), no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a partir das 13h30, a 9ª edição do Seminário de Óleo e Gás.
O evento terá como palestrantes Alexandre Chequer (Mayer Brown e Tauil e Chequer Advogados) e Eduardo Fortunato Bim (AGU). Participarão dos debates Bruno Freire (Austral Re e Associação Nacional dos Resseguradores Locais); Adriano Bastos (BP Energia); Itagyba Alvarenga (Ibama), Marcelo Mafra (ANP) e Luís Henrique Mendes (IBP).
Para o vice-presidente de Energia da JLT Brasil, Adriano Oka, é preciso manter os compromissos assumidos com as operadoras vencedoras nas últimas licitações. “Precisamos manter os incentivos que atraíram estes investimentos, cumprir o calendário de licitações, solucionar a questão da unitização e tratar cuidadosamente as questões ambientais. É fundamental promover o diálogo com as operadoras em vez de estabelecer medidas impositivas. Eventos como esse propiciam essa aproximação e esse debate”, explica.
Serviço
Insurtechs revolucionam a experiência do consumidor de seguros
por Márcia Alves
Seguro por assinatura, vistoria pelo celular e aplicativos que oferecem prêmio ou dinheiro pela indicação de novos clientes já são realidade no setor de seguros graças à chegada das insurtechs. A revolução que essas empresas estão provocando na operação de seguros será um dos assuntos discutidos no evento “Insurtechs”, que a Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) e a Escola Nacional de Seguros (ENS), realizarão no dia 28 de maio.
Beatriz Rocha Pinto, porta-voz do Comitê de Insurtechs da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), entidade que está mapeando o ecossistema de insurtechs no País, apresentará um panorama desse segmento. “As insurtechs contribuirão de forma relevante para o crescimento e transformação do setor. Além do alcance de nichos atualmente não explorados, trarão para o mercado segurador novas referências de experiência com o consumidor”, diz.
Henrique Mazieiro, co-fundador do Grupo Planetun, avalia que essas empresas podem não apenas melhorar a experiência do segurado, como também reduzir custos para as seguradoras. “As insurtechs vêm ganhando cada vez mais força no mercado ao desenvolverem inovações que chegam para suprir ineficiências do setor”, diz. No evento, ele apresentará as soluções criadas pela Planetun, que facilitam e agilizam processos e negócios por meio do uso de ferramentas inovadoras.
O plano de assinatura de seguros residencial da Kakau Seguros será apresentado pelo CEO da empresa, Henrique Volpi. “Vamos falar sobre a Anna, um chatbot que criamos e que, através de machine learning, aprende a cada atendimento realizado, interagindo de forma natural com cada cliente”, diz. Outra novidade é o produto recém-lançado voltado para smartphones novos e usados, que a empresa aposta como diferencial de mercado.
O jornalista Antonio Carlos Teixeira, que é assessor Executivo Estratégico de Comunicação para Negócios de InsurTech, Seguros e Transição para Economia de Baixo Carbono, abordará o tema sob o aspecto da sustentabilidade. Na sequência, Italo Flammia, diretor da Oxigênio Aceleradora, irá explicar como funcionam os programas de aceleração, com investimentos e mentorias. “O mercado de seguros é um setor bastante tradicional e que, assim como todos os outros, precisa estar sempre atento às novas tecnologias e modelos de negócio”, diz.
Programe-se
INSURTECHS
Data e horário: Dia 28 de maio, das 9h às 12h
Local: Auditório da Escola Nacional de Seguros – Rua Augusta, 1.600, Consolação, S. Paulo (SP)
Realização: APTS e ENS
Entrada: gratuita. Vagas limitadas.
Inscrições no site da ENS (ens.edu.br) ou diretamente pelo link https://bit.ly/2JTfBwR
Seguro viagem na vending machine
Fonte: Revista IstoÉ Dinheiro
Desde o começo de maio, quem passa pelos terminais de embarque 2 e 3 do aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, encontra uma máquina da SulAmérica Seguros. O equipamento foi criado pela Moriseg Corretora de Seguros para vender seguro viagem. “O mercado seguradorpassa por uma grande mudança e precisa se adaptar ao auto-atendimento”, diz Leandro Moriya, sócio da corretora paulista. A compra da proteção é simples, o pagamento é feito com cartão de crédito e a apólice é enviada para o email informado. Do total de passageiros para o exterior, apenas 32% contratam um seguro. “É um grande mercado a ser explorado”, afirma Moriya. A Moriseg negocia a instalação de totens nos aeroportos de Porto Alegre e Brasília em cerca de 90 dias.
Brasil e Chile lideram retomada econômica da América Latina
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O Country Risk Book, estudo econômico desenvolvido pela Coface, seguradora de crédito francesa e líder de mercado no Brasil, aborda temas como Risco País, tendências macroeconômicas mundiais e as perspectivas políticas para o país. A Avaliação de Risco País da Coface (160 países) é feita numa escala de oito níveis, por ordem ascendente de risco: A1 (risco muito baixo), A2 (risco baixo), A3 (risco bastante aceitável), A4 (risco aceitável), B (risco significativo), C (risco elevado), D (risco muito elevado) e E (risco extremo). A Avaliação de Risco Setorial da Coface (13 setores em 6 regiões geográficas, 24 países que representam quase 85% do PIB mundial) é feita numa escala de quatro níveis: risco baixo, risco médio, risco elevado e risco muito elevado.
O estudo deste ano demonstra que depois de dois anos de recessão, economicamente falando a América Latina voltou a crescer em 2017. De acordo com a economista da Coface para América Latina, Patrícia Krause, ano passado houve uma alta de 1,1% e a estimativa é de +2,4% em 2018. “Esse crescimento deve ser liderado por Brasil e Chile. A estimativa da Argentina foi revisada para baixo por conta da seca e dos recentes acontecimentos”, explica a economista.
Segundo Patricia, as moedas começam a reportar maior volatilidade e, por ora, ainda há espaço para política monetária expansionista na região, com exceção da Argentina e do México. A economista salienta que o longo calendário eleitoral em 2018 e cenário de maior protecionismo global são riscos a serem monitorados. Dia 27 de maio há o 1ºturno na Colômbia, com um possível 2° turno em 17 de junho. “As pesquisas mostram o candidato de direita e anti-acordo de paz liderando as pesquisas”, comenta Patricia.
No México, as eleições serão no dia 1 de julho (um único turno), com o candidato esquerdista Andrés Manuel López Obrador liderando as pesquisas. “No Brasil o cenário ainda é muito incerto, difícil de prever qualquer movimentação política mais assertiva”, declarou a economista, lembrando que as eleições por aqui serão nos dias 7 (1º turno) e 28 de outubro (2º turno).
As taxas de juros na região (AL) ainda estão em níveis historicamente baixos. “Se o prêmio de risco subir abruptamente, bancos centrais ficariam sob pressão para aumentar as taxas”, explica Patricia. Em março deste ano, as taxas eram as seguintes: 2,5% no Chile, 2,75% no Peru, 4,25% na Colômbia, 6,5% no Brasil e 7,5% no México.
Para o Brasil, Patricia destaca que mudou a projeção para PIB de 2018 para 2,5%, ante 2,8% anteriormente. ”Sentimos que o Brasil não terá uma retomada forte e de longo prazo. Essa revisão do PIB se deu em função, principalmente, pelos dados de atividade aquém do esperado no primeiro trimestre do ano. Também começamos a sentir o efeito da forte queda da Selic sobre as taxas cobradas pelos bancos comerciais, mas ela não deve cair mais do que 6,25%; pois, por mais que a inflação esteja baixa, a pressão sobre o câmbio é muito forte”, comenta a economista.
Parece que o crescimento mundial alcançou seu máximo (uma previsão de 3.2% em 2018 de acordo com a Coface) e está começando a mostrar sinais de fraquezas nos países avançados. A tendência de insolvência empresarial confirma este cenário, em 2017 apresentou uma caída sem precedentes em seus números e em 2018 espera-se uma tendência de baixa: -7% na zona do Euro e -5% nos Estados Unidos. A avaliação de risco país de Portugal foi melhorada para A2, já que o país está aproveitando uma dinâmica boa de crescimento.
Normalmente, o ciclo econômico dos Estados Unidos está à frente dos ciclos de países da Zona do Euro e dos emergentes. Se a confiança das empresas e a taxa de utilização da capacidade de produção dos Estados Unidos sugerem uma duração recorde do ciclo atual, a caída nos lucros corporativos (-10,3% interanual no final de 2017), e o risco de superaquecimento do mercado de trabalho, anunciam uma mudança de fase, depois de vários recordes alcançados em 2017, o índice de confiança das empresas agora demonstra claramente, que o pico máximo foi superado. Este ponto de inflexão coincide com as fortes restrições da oferta e um nível de risco político que permanece alto.
“A retórica protecionista foi desencadeada no mundo desde a eleição de Donald Trump e o espectro de uma guerra comercial poderia explicar a deterioração da confiança das empresas. A Coface espera que o presidente Trump continue anunciando medidas protecionistas antes das eleições que ocorrerão em novembro de 2018, as quais poderiam afetar o desempenho empresarial”, afirma Bart Pattyn, presidente e CEO da Coface América Latina.
Segundo ele, no curto prazo, medidas de imposição de tarifas sobre uma seleção de produtos chineses não teriam impacto significativo na economia real ou sobre a boa dinâmica de comércio mundial (Coface prevê + 3.7% em 2018). No longo prazo, a guerra comercial aberta entre China e Estados Unidos poderia intensificar-se em alguns setores como tecnologia da informação e comunicações.
Em geral, risco menor para os negócios
Neste contexto de uma demanda mundial crescente, o aumento dos preços de petróleo permitiu que a Coface melhorasse a avaliação de risco para Nigéria que é o oitavo exportador de petróleo, de D para C, assim como também a avaliação do setor de energia no Brasil (risco médio) e Argentina (risco médio). Já no Chile o setor foi revisado para cima, devido aos investimentos em fontes de energia renováveis que o país tem feito nos últimos anos (baixo risco).
A melhora na avaliação do risco país da África do Sul para B, levou em consideração estes fatores, além da recuperação da aceleração econômica, a qual foi impulsionada pela produção do setor químico, que agora se encontra como risco médio e o setor de papel (risco médio), assim como as vendas no varejo que também estão em médio risco. Por outro lado, as commodities mais caras prejudicaram os países importadores como Tunísia, pais cuja avaliação foi rebaixada para C.
Apesar das sanções do ocidente, confirma-se a recuperação da Rússia, tendo o principal motor o consumo doméstico e em menor grau, o retorno dos investimentos empresariais, resultando em uma melhora na avaliação de risco para três setores: químico, agora em risco baixo, papel em risco médio e construção em risco alto.










