Segmento de Óleo e Gás reage, mas precisa ainda de mudanças

Release

Após anos de incertezas na economia, a indústria de óleo e gás no Brasil mostra sinais de recuperação. Durante o Seminário de O&G realizado pela corretora de seguros e resseguros JLT Brasil, no Rio de Janeiro, os debatedores convidados foram unânimes em afirmar que o recente anúncio do lucro de R$ 6,9 bilhões da Petrobras, a arrecadação recorde na 15ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o grande número de inscritos para a participação da 4ª Rodada do pré-sal, marcada para junho deste ano, são exemplos de que as empresas voltaram seus interesses para investimentos no país.

A retomada do crescimento da indústria de óleo e gás foi um dos temas discutidos no evento, que reuniu autoridades, empresas do setor de óleo e gás e mercado segurador. Segundo Tiago Macedo, Senior Council da Mayer Brown e Tauil e Chequer Advogados, as mudanças legislativas, políticas e regulatórias elevaram a atratividade dos investimentos. “O próximo governo não pode interromper esse crescimento. O que foi feito em tão pouco tempo teve um impacto enorme e é necessário manter a interlocução com a indústria, pois ainda há muito o que evoluir. Creio que não vamos retroceder, independentemente de quem seja eleito”, disse.

Adriano Bastos, presidente da BP Energia, e Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval da FIRJAN, também enalteceram os recentes movimentos do governo federal. “O que foi feito em 18 meses não conseguiram fazer em 20 anos e isso permitiu a retomada da nossa indústria. Precisamos fazer mais, como abrir portas para o crescimento dos produtores independentes, que são grandes geradores de empregos em localidades onde os grandes operadores não vão alcançar”, afirmou Bastos. “Estamos com expectativa elevada diante do cenário atual. É necessário consolidar essas mudanças para ir além”, complementa Karine.

O mercado de resseguros também comemora. “O mercado segurador vê com bons olhos essa retomada. Este é um segmento muito importante e poucas empresas têm interesse nessa atividade, já que envolve risco de grande complexidade. O aumento dos investimentos estimula nosso setor”, explicou Elias Junior, head de óleo e gás da Austral RE.

O desafio do licenciamento ambiental foi o tema do segundo painel e reuniu representantes de diversos atores do processo. Eles acreditam que é necessário aprimoramento em todas as áreas – Ibama, ANP, empresas – para que as mudanças aconteçam e tragam as melhoras esperadas. “Se o mercado muda, a legislação tem que acompanhar. Hoje o mercado possui um mix de operadores e é necessário integrar todos os stakeholders para podermos aprimorar o processo de licenciamento ambiental diante desse novo cenário”, afirmou Marcelo Mafra, gerente executivo de segurança operacional e meio ambiente da ANP.

Tomas Bredariol, analista ambiental do Ibama, revelou que o tempo do licenciamento depende de muitas partes, citando como exemplo, as áreas na Foz do Amazonas, arrematadas em 2013 e ainda sem perspectiva para o início da exploração. “Da parte técnica, existem questões ainda não resolvidas e que são muito relevantes, como as condições fronteiriças, por exemplo”.  Eduardo Bim, procurador da AGU, afirmou que o Brasil é muito tímido no que se refere às regras regulatórias comparado a outros países. A opinião é compartilhada por Carlos Henrique Mendes, do IBP, que aponta a grande necessidade de aperfeiçoamento das regras para minimizar as incertezas e viabilizar o planejamento das empresas. “Não vemos blocos ofertados fora do Brasil sem regras prévias, o que é essencial para o planejamento. Para o investidor, essa incerteza é horrível”, explicou Mendes.

Para Adriano Oka, Vice-Presidente da JLT Re e organizador do evento, o grande número de participantes da nona edição do Seminário de O&G demonstra que há um amplo espaço para debater melhorias que levem ao crescimento da indústria. “Há nove anos consecutivos nós promovemos esse encontro no intuito de fomentar uma discussão sobre como podemos aprimorar a indústria e oferecer novas soluções. Na primeira edição do evento, tivemos 30 participantes. Ver o auditório cheio hoje é muito satisfatório e mostra que estamos ocupando um espaço relevante como mediador de um debate estratégico para o país.

Philippe Jouvelot deixa AXA; Delphine Maisonneuve assume

A partir de julho de 2018, Delphine Maisonneuve, atualmente responsável pela área de P&C e Massificados na AXA França, será nomeada CEO da AXA no Brasil e membro do Conselho de Administração, após realizadas as aprovações de imigração e regulatória. Ela substitui Philippe Jouvelot, que deixou o cargo hoje, 18/06.

“Agradeço ao Philippe por ter liderado o começo da nossa operação no Brasil e por ter construído as fundações para o nosso crescimento. Temos uma grande ambição para o Brasil como um dos países de alto potencial de crescimento para o grupo AXA, comenta Benoît Claveranne, Membro do Comitê Executivo do Grupo AXA, CEO dos Mercados Internacionais e Mercados Emergentes e Presidente do Conselho Administrativo da AXA Seguros no Brasil.

E acrescenta: “Delphine Maisonneuve traz uma vasta experiência em seguros, com foco para o crescimento dos negócios, sustentada pela forte capacidade de liderança e seus valores profissionais. Acredito plenamente que essas qualidades credenciam Delphine a liderar, junto com o time a acelerarão da jornada da AXA no Brasil para tornar-se cada vez mais próxima dos seus clientes e parceiros, em consonância com a missão do Grupo AXA – “Empowering people to live a better life”.

“Estou muito feliz por liderar as operações da AXA no Brasil e minha ambição é contribuir com o time para fazer da AXA uma parceira ainda mais próxima de corretores e clientes.” afirma Delphine Maisonneuve.

 

Currículo

Delphine faz parte do Grupo AXA desde 1991, onde construiu uma sólida carreira principalmente na área comercial da AXA França e da AXA Espanha, assim como na matriz do Grupo. Liderou e executou com sucesso os projetos de transformação no modelo de distribuição, tanto em P&C como em Vida. Nos últimos sete anos, seu foco tem sido na área de Massificados e Varejo, sua atual área de responsabilidade na AXA França. Essa função inclui as áreas de Inovação em Produtos e Serviços, Precificação, Subscrição e Sinistros.

Qual será o futuro do seguro de vida e de saúde?, questiona Nuno David, da Mongeral Aegon

Qual será o Futuro do Seguro de Vida e de Saúde? Este foi o questionamento de Nuno Pedro David, diretor de Marketing da seguradora Mongeral Aegon durante o ECOA PUC-Rio, evento realizado no Rio de Janeiro.

Na fila de inovações que devem acontecer em pouco tempo e que certamente vão revolucionar estes mercados, o executivo pontuou a forte presença da medicina genética no dia a dia das seguradoras. Estes testes poderão contribuir desde o diagnóstico de doenças até a identificação de fatores genéticos que aumentam o risco da ocorrência de determinada enfermidade.

“Nesta perspectiva, seguradoras e clientes saem ganhando, uma vez que a precificação tende a ser cada vez mais acertada e personalizada, tendo em vista que as empresas podem levar em consideração as características de um indivíduo, e não de uma massa”, comenta o executivo.

 

 

 

Seguro de vida ganha destaque em nova campanha da Liberty para incentivar corretores

Release

A Liberty Seguros realiza sua nova campanha de incentivo a corretores, com foco no segmento vida. Sob o mote “Vida é agora”, a campanha  reconhece os profissionais que se destacam nas vendas dos produtos de Vida da seguradora, premiando os corretores com vouchers de viagem, notebooks, vale-presentes para lojas online.

A campanha, que acontece até o dia 16 de junho, irá premiar os corretores de todas as filiais que alcançarem os objetivos de venda dos produtos Liberty Vida Perfil, Liberty Vida Especial e Vida Global, todos disponibilizados pelos corretores e no portal da seguradora: http://www.libertyseguros.com.br/Pages/Home.aspx. A premiação é realizada no formato “Vendeu, Ganhou”. Corretores que venderem a partir de duas novas apólices, com vigência até 30 de maio, dos produtos citados serão automaticamente premiados com vouchers.

Para simplificar o dia a dia dos parceiros na venda dos produtos de vida, a Liberty Seguros oferece diversos serviços para facilitar a contratação, dentre eles, a telessubscrição. O serviço consiste em uma entrevista por telefone para coletar e analisar informações de saúde de clientes e possíveis clientes, agilizando o processo de oferta e fechamento da proposta do seguro. Além disso, a seguradora disponibiliza accounts regionais para atender aos corretores de forma ainda mais próxima, oferecendo dicas sobre os produtos mais adequados, considerando as particulares de cada região.

 

Sincor-RJ intensifica as atividades de qualificação ao corretor

Release

De acordo com o Planejamento Estratégico de ações que geram oportunidades de conhecimento a categoria, o Sincor-RJ vem com uma série de eventos que agregam valores e ampliam novos horizontes nos negócios aos corretores. Na próxima terça-feira, dia 22 de maio, acontece à primeira reunião do Comitê de Tecnologia para ampliar o debate sobre o tema.

O Diretor de Ensino e Tecnologia, Arley Boullosa, convidou três profissionais que atuam no segmento: Julio Fazenda, da IBROWSE; Maurício Mello, da ProEvo; e Israel Martins, da Dino Marketing Digital. Na quarta-feira, dia 24 de maio, acontece à palestra sobre o tema “Seguro Fiança, Garantia e Garantia Judicial, que conta com a apresentação do Gerente Regional RJ/ES da Pottencial Seguradora, Eduardo Fontes; do Sócio-Diretor da ProBrokers Seguros, Leandro Carvalho; e do Gestor da Vieira Corretora de Seguros, Fernando Vieira.

Na quarta-feira, dia 24 de maio, o Diretor de Ensino e Tecnologia, Arley Boullosa, promove um curso básico de Seguros voltado para os funcionários das corretoras. Já na sexta-feira, dia 25, o sindicato promove o II Debate Lagos, que acontece em Cabo Frio e conta com a participação de diversos executivos ligados ao setor.

O Diretor de Ensino e Tecnologia, Arley Boullosa, permanece focando em temas como a Tecnologia para discutir os seus impactos e ampliar o debate sobre o tema. “Nosso objetivo é aprofundar o assunto tecnologia e para isso mudamos o formato. Não teremos uma palestra e sim uma reunião para discutirmos os impactos que a tecnologia está causando no mercado, em nossas operações, tendências e o que os corretores podem e devem fazer para se tornarem mais eficientes, produtivos e competitivos. Abrimos inscrições para corretores associados e não associados e queria um grupo com 15 corretores interessados no tema. Tivemos 23 inscritos em dois dias e fechei as inscrições para não fugirmos do que queremos para os encontros”, explicou Boullosa.

O Sincor-RJ tem uma meta de trazer dois mil corretores para palestras, cursos, worshops e treinamentos e há um empenho para cumprir esse objetivo, qualificando não só os corretores de seguros, mas os funcionários das corretoras, que atuam nas empresas e precisam ter conhecimento. O estímulo de novos negócios e o estímulo à prospecção da captação de novos segurados também é a missão da Diretoria de Ensino e Tecnologia na atuação com a categoria.

Para Presidente do Sincor-RJ, Henrique Brandão, intensificar as atividades para compartilhar conhecimento é fundamental para que os corretores criem argumentos dinâmicos para novas oportunidades de negócios. “Aumentamos a demanda de novos cursos, palestras semanais, workshops e debates porque a categoria precisa se atualizar e se qualificar em relação aos produtos oferecidos pelas seguradoras, ter habilidades para lidar com as novas tendências tecnológicas e ter a consciência de que se não se aliar a tecnologia, vai parar no tempo e ficar pra atrás. O sindicato está de portas abertas para o profissional corretor de seguros, pois estamos aqui para gerar discussões sobre diversos assuntos e dar todo suporte necessários aos que possuem interesse em ampliar sua carteira de clientes e ter sucesso na profissão”, concluiu Brandão.

Capitalização fatura R$ 5 bi no trimestre, alta de 4,8%

Release

A receita do segmento de Capitalização, entre os meses de janeiro e março, ultrapassou os R$ 5 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 4,8% em relação ao mesmo período do ano passado.  “O primeiro trimestre do ano mostra que o segmento de capitalização está retomando a curva de crescimento”, avalia Marco Antonio Barros, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

Os resgates parciais e finais injetaram R$ 4,2 bilhões na economia brasileira, valor 8,6% menor que o retirado no mesmo período do ano passado. “Com a retomada do crescimento econômico, nossa expectativa é manter o ritmo de expansão, com clientes evitando sacar o dinheiro guardado nos planos de capitalização antes do fim do prazo de vigência”, completa o presidente da entidade.

As empresas de Capitalização distribuíram R$ 255 milhões em prêmios, 7,6% a menos que o primeiro trimestre do ano passado. E representando um o volume de prêmios pagos por dia útil de R$ 4,1 milhões.

As reservas técnicas, recursos de títulos de capitalização ativos que serão devolvidos aos clientes futuramente sob forma de resgates, somaram R$ 29 bilhões, registrando crescimento de 1%. Esse percentual indica que o mercado está mais cauteloso, acumulando recursos, ao invés de resgatar. Além do indicativo positivo, outro fator que mostra a importância do mercado de capitalização, é a forma de aplicação destes recursos, visto que são aplicados em títulos públicos, financiando assim a poupança interna.

A Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) divulgou, no dia 02 de maio, a Circular 569. O documento, considerado o novo marco regulatório do segmento de Títulos de Capitalização, vinha sendo aguardado pelas empresas do mercado.

O documento, dividido em sete capítulos, aborda questões como sorteios e cessão dos direitos, entre outros temas. Na prática, entre as principais mudanças, estão: a criação de mais duas modalidades: Instrumento de Garantia e Filantropia Premiável. As novas modalidades se juntam as atuais quatro já existentes: Tradicional, Popular, Incentivo e Compra Programada.

As novas soluções já eram oferecidas pelo setor há alguns anos, mas não havia uma legislação específica. Até então, a modalidade de Garantia Locatícia(Instrumento de Garantia), vinha sendo apresentada como uma opção dentro do modelo tradicional (aquele que devolve 100% do valor acumulado corrigido pela TR); e o produto que permitia ações de filantropia (Filantropia Premiável), era oferecido dentro da modalidade Incentivo.

“A criação de regras próprias para essas duas novas modalidades, permite mais transparência e segurança jurídica na oferta dos produtos”, avalia Marco Antonio Barros, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

Instrumento de Garantia: a modalidade substitui o fiador nas transações de alugueis para imóveis residenciais e corporativos. Funciona na seguinte forma: o inquilino adquire um título de capitalização e o valor é negociado diretamente com a imobiliária ou  com o proprietário.  Quando a locação terminar, o inquilino receberá de volta 100% do valor corrigido pela TR, caso entregue o imóvel nas mesmas condições encontradas. Os produtos dessa nova modalidade passam a ter prazo de vigência igual ou a partir de seis meses.

Filantropia Premiável: nesse caso o consumidor adquire um título com o objetivo de contribuir com entidades beneficentes. A cessão do direito de resgate para uma entidade de assistência social deverá ficar clara para o consumidor, no ato da compra do título de capitalização. O direito a participação do sorteio, porém, continua sendo do cliente que adquiriu o título. Os produtos dessa nova modalidade são de pagamento único (PU).

AIG traz a Rússia para o Brasil

A data de um dos primeiros clássicos do Mundial de Futebol, entre as seleções da Espanha e de Portugal, em 15 de junho, é a data escolhida para a inauguração da CASA AIG, espaço que a AIG Seguros abre em São Paulo especialmente para celebrar o campeonato ao lado de clientes, corretores e funcionários.

 A CASA AIG terá sua sede no Museu do Objeto Brasileiro (Avenida Pedroso de Morais, 1234 – Pinheiros), que será totalmente exclusivo e personalizado pela AIG para trazer os diversos elementos que compõem a rica cultura russa, desde a decoração e gastronomia, até os rituais de celebração.

 “Pensamos em uma ação que pudesse beneficiar o maior número de parceiros possível, diante da importância que cada um deles tem para nós. Estamos trabalhando cada detalhe para que nossos convidados tenham uma experiência inesquecível e enriquecedora, ao mesmo tempo em que fortalecemos o relacionamento com eles”, afirma Fabio Oliveira, CEO da AIG Brasil.

 Logo na chegada aos eventos, os convidados serão recepcionados pelo ritual do Pão e Sal, uma solene e acolhedora cerimônia russa, em que o “karavai” (grande pão redondo) é entregue por uma jovem sorridente e deve ser mergulhado no sal antes de ser ingerido. A tradição ancestral, que representa as boas vindas, até hoje é empregada na Rússia. Essa é apenas uma das ações que a AIG preparou para estimular a imersão na cultura do país, ao mesmo tempo em que promoverá a celebração a partir da temática do futebol.

 A Casa AIG contará com dois ambientes preparados para garantir o entretenimento dos convidados. No andar inferior, será possível entrar no clima da competição por meio de jogos típicos, games e outras ativações. No segundo piso, as partidas serão transmitidas em um telão com mais de quatro metros, em um verdadeiro clima de estádio, com arquibancadas nas laterais. Haverá ainda shows típicos, bandas e a presença de um DJ.

Todos os eventos serão exclusivos aos convidados da AIG e acontecerão a partir do cronograma (dia e horário) de jogos do Brasil e de outras seleções. A expectativa da seguradora é reunir mais de mil pessoas na Casa AIG ao longo da competição. “Queremos que todos se sintam em casa, com uma pitada da cultura russa, assistindo aos jogos do mundial de futebol com os amigos da AIG”, completa Oliveira.

Caixa Seguridade divulga lucro de R$ 370 milhões no 1o. tri

A Caixa Seguridade divulgou  lucro líquido de R$ 370,1 milhões no primeiro trimestre, com alta de 15,2% ante o mesmo período do ano passado e expansão de 14,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior. A receita operacional cresceu 19,6% na comparação anual, a R$ 460,5 milhões, enquanto as despesas aumentaram 33,8%, a R$ 28,1 milhões. O resultado financeiro despencou 35,2%, a R$ 2,7 milhões, na comparação anual.

Em release, o grupo informa que no processo de reorganização das parcerias, finalizou a construção dos documentos definitivos para a nova parceria com a CNP Assurances e aguarda a aprovação destes documentos nas instâncias de governança das duas companhias para a concretização do novo negócio para os ramos de seguro de vida, seguro prestamista e previdência privada, para então dar continuidade ao processo de escolha dos novos parceiros para os demais ramos.

Paralelamente, a Caixa Seguridade negocia com a Wiz Soluções um acordo para viabilizar a sua permanência no balcão Caixa até o início de 2021, para pós 2021, a Caixa Seguridade abrirá um processo competitivo para a contratação de um prestador de serviço que atuará no balcão da Caixa e neste processo competitivo a Wiz será convidada a participar.

Assurant lança seguro para equipamentos domésticos usados

A Assurant anunciou o lançamento de seguro para conserto de equipamentos domésticos usados, que cobre não só a mão de obra, mas também as peças.  Chamado Proteção de Usados, o seguro oferece a tranquilidade de proteção para equipamentos como geladeira, fogão, lavadora de roupas, TV, entre outros, garantindo o reparo de vícios funcionais, mecânicos e elétricos, com reposição de peças e mão de obra. O consumidor poderá contratar a proteção por meio de combos para cada ambiente da residência, como cozinha, lavanderia, sala e equipamentos portáteis conectados.

Os equipamentos cobertos pelo seguro Proteção de Usados são consertados por centros de assistência técnica credenciados, com garantia de uso de peças de origem genuína e de técnicos certificados. Outra vantagem do produto é que não será cobrada franquia – aquele valor que o segurado precisa pagar quando aciona um seguro.

De acordo com pesquisa realizada em 2017 pela a Assurant em três diferentes regiões do Brasil, 75% dos entrevistados consideraram o produto atrativo. Os principais motivos destacados pelos consumidores foram: no mercado não existe nenhum produto ou assistência que inclua os custos das peças no conserto do equipamento; a disponibilidade de um único número 0800 para acionamento do serviço independentemente da marca; e poder contar com profissionais qualificados e de confiança.

A primeira empresa a fechar parceria com a Assurant para oferecimento da Proteção de Usados aos consumidores é a Whirlpool Corporation, que atua no Brasil com as marcas Brastemp, Consul e KitchenAid.

A Whirlpool Corporation é a maior fabricante de eletrodomésticos do mundo e possui no Brasil 3 fábricas, 2 escritórios administrativos, 4 centros de tecnologia, 23 laboratórios e 3 centros de distribuição.

Durante a vigência do seguro de Proteção de Usados, o consumidor poderá acionar o seguro até três vezes para qualquer um dos produtos do combo escolhido, desde que possuam no máximo cinco anos de uso, mediante apresentação de nota fiscal de compra. “Temos boa expectativa de aceitação desse seguro porque ele traz um benefício enorme. Além disso, não há nada semelhante no mercado. Algumas seguradoras até oferecem mão de obra para reparos como serviços inclusos em seguros residenciais ou de veículos, mas nenhuma delas inclui a reposição de peças”, destacou Rogério Guandalini, diretor de marketing da Assurant.

 

SulAmérica Tático FI Multimercado teve desempenho acima da média

Release

A SulAmérica Investimentos aposta na gestão de portfólios diversificados que objetivam sempre o melhor retorno sobre os investimentos de seus clientes. O Fundo Tático FIM em seus primeiros meses tem mostrado retorno superior ao rendimento de seus pares no mercado.

O produto, lançado em setembro de 2017, aplica em ativos financeiros de diversas classes, explorando oportunidades de ganhos originados por movimentos de curto prazo nos preços desses ativos, visando superar a variação do CDI em 140%, no médio prazo. O Tático é composto por renda fixa (somente Risco de Mercado), moedas e renda variável.

“A vantagem desse fundo encontra-se no próprio nome: tático. É um fundo que opera no curtíssimo prazo, aproveitando oportunidades e buscas de assimetrias, mesmo diante de cenários adversos. Ele também possui baixa correlação com os investimentos tradicionais. Em seis meses, o Tático alcançou índice de 148,71% do CDI”, afirma Marcelo Mello, vice-presidente de Vida, Investimentos e Previdência da SulAmérica.

O fundo também apresentou sharpe de 3,01 desde o início e volatilidade reduzida para cada uma das estratégias que o compõem. O aporte inicial requerido para este investimento é de R$ 5.000,00, com taxa de administração de 1,5% ao ano e taxa de performance de 20% do que exceder o CDI.