O Mattos Filho, um dos principais escritório de advocacia full-service da América Latina e de referência no setor (re)segurador, anuncia a contratação de dois advogados seniores para sua prática de Seguros, Resseguros e Previdência. Karen Ferraz de Aguiar Schiavon atuará em assuntos transacionais, como transferências de carteiras, contratos de distribuição/bancassurance, fusões, aquisições e formação de joint-ventures. Além de ampliar a atuação do escritório em operações de (re)seguros, Bernardo de Gonçalves Campos, que tem ampla experiência desse setor, também prestará assessoria jurídica a clientes em assuntos regulatórios.
Com cinco sócios dedicados exclusivamente ao setor de Seguros, Resseguros e Previdência, o Mattos Filho se posiciona como referência em tal indústria, assessorando clientes em demandas regulatórias, litígios, conciliações envolvendo sinistros e todos os tipos de operações acima mencionados.
Comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (22) proposta que regulariza a atuação das cooperativas de proteção veicular — criadas como uma alternativa aos altos custos dos seguros tradicionais.
O texto aprovado foi apresentado pelo relator do Projeto de Lei 3139/15, deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP). A proposta tramita em caráter conclusivo e deverá ser enviada ao Senado, a menos que haja recurso para ser analisada pelo Plenário da Câmara.
O texto aprovado equipara as cooperativas à seguradora veicular, mas a aplicação das regras no caso das cooperativas deve observar questões específicas, como a região de atuação e o tamanho da operadora. “As regras serão as mesmas, mas com uma ponderação dada ao tamanho da associação e cooperativa, sua área de abrangência e ao número de associados”, explicou o relator.
O texto original do projeto, do deputado Lucas Vergilio (PSD-GO), criminaliza as cooperativas de proteção veicular, que funcionam por meio de rateio, entre os associados, dos prejuízos gerados por roubos e acidentes com os seus veículos — sem o pagamento de apólices como nos seguros tradicionais.
Regulação – O novo setor será fiscalizado pela Susep. O relator observou que não caberia ao Congresso criar uma nova instituição para regular a atividade, já que a Constituição proíbe projetos de lei que aumentem as despesas do Executivo.
Para serem regularizadas, as cooperativas precisariam atender a requisitos como: apresentação de contratos claros, com descrição detalhada dos planos e serviços oferecidos; especificação de áreas geográficas de atuação e cobertura; e comprovação de viabilidade econômico-financeira.
O texto também autoriza a Susep, como ocorre com o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários, a firmar termo de compromisso nos casos em que a cooperativa desrespeitar as normas do Sistema Nacional de Seguros Privados.
Isonomia – Carvalho considera que, pelo fato de oferecerem produtos “iguais ou similares” aos das seguradoras tradicionais, as cooperativas não podem pagar impostos menores do que os dessas empresas e devem ser enquadradas no mesmo regime tributário, para não ferir o princípio constitucional da isonomia tributária.
O parecer deixa claro que as cooperativas de seguros deverão atuar com exclusividade em operações de seguros privados veicular, sem oferecer outros tipos de seguro. Segundo Carvalho, o objetivo é evitar a criação de cooperativas ou associações “mistas”, que combinem sua atuação no SNSP com outras atividades.
Além disso, o relatório prevê a atuação de corretores na venda dos seguros, como ocorre nas corretoras convencionais. Esses profissionais não podem ser acionistas ou sócios de instituição que opere no SNSP.
Crescer em tempos de crise exige criatividade e investimento no treinamento da equipe. É isso que tem feito a corretora JLT. Todos os anos o tradicional grupo inglês organiza uma conferência para reunir os líderes das filias de todo o mundo. Nesta semana, mais de 120 executivos de diversas nacionalidades e líderes das diversas operações globais se reuniram em Hampshire, cidade que fica a menos de 100 quilômetros da sede em Londres.
Burke: “O mundo está desafiador. E por isso nós temos de estar em constante processo de mudança”
Apesar da descontração e diversidade do grupo, que presta consultoria nas áreas de resseguros, seguros corporativos e benefícios em 42 países, o encontro anual com o CEO Global, Dominic Burke, neste ano foi embalado por uma realidade dura do mundo de negócios. “O mundo está desafiador. E por isso nós temos de estar em constante processo de mudança para manter o crescimento e o elevado nível de atendimento aos nossos clientes”, disse.
Como é de praxe, a primeira parte do evento é conduzida por um convidado, sempre um líder da indústria. Neste ano foi Bruce Carnegie-Brown, ex-executivo do Santander, ex-membro do board da JLT e hoje chairman do Lloyd’s of London, que falou sobre sua visão do mercado em relação aos desafios da JLT para manter o ritmo de crescimento e sobre as perspectivas para o mercado segurador mundial.
Brown relembrou 2017, um difícil ano do Lloyd’s, com perdas superiores a US$ 2 bilhões relacionadas às catástrofes naturais, como os terremotos do México e os furacões no Caribe e em Porto Rico. “Apenas 25% das perdas causadas pelos estragos nas ilhas devastadas do Caribe tinham cobertura de seguro. Os outros 75% vão depender de esforços governamentais ou serão perdas não possíveis de serem compensadas, o que é muito triste e ruim para uma região que depende do turismo”.
Bruce: 2017 mostrou ao mundo que os riscos são imprevisíveis e ainda há baixa penetração de seguros até nos EUA
Bruce ressaltou aos presentes como é importante aprender com um ano de perdas. “2017 mostrou ao mundo que os riscos são imprevisíveis e ainda há baixa penetração de seguros até nos Estados Unidos, que é o maior mercado de seguros do mundo”, comentou. A rapidez com que o mercado londrino pagou as indenizações foi enfatizada por ele, por ser esse um dos momentos que uma corretora mais preza no relacionamento com seu cliente.
Segundo estudos apresentados durante a palestra, a economia de um local atingido por catástrofe se recupera rapidamente e até mostra crescimento médio de dois pontos percentuais quando o consumo per capita de seguro é elevado. “Temos muito trabalho para conscientizar as empresas sobre a severidade dos riscos e criar portfolios de produtos que atendam as necessidades de cada perfil de risco. Os resultados confirmam que devemos ter um foco implacável em disciplina de subscrição. O desafio para todos nós é reduzir o custo de condução de negócios, porque isso está tendo impacto em margens de subscrição já estreitas”.
Rodrigo Protasio, CEO da JLT Re no Brasil, uma das corretoras que mais cresce no segmento corporativo no país, saiu do encontro ainda mais animado do que entrou. “A visão do Bruce em relação ao mercado e os desafios que a inteligência artificial, riscos cibernéticos e ativos intangíveis estão trazendo para indústria nos deu a dimensão do empenho que todos temos de ter para agregar valor nas propostas aos clientes. Temos de nos reinventar. Investir na venda consultiva, entender o risco, sentar com seguradoras e resseguradoras para desenhar um programa sob medida. Não só para manter nossos clientes, mas também para conquistar aqueles que pensam que estão protegidos, mas na verdade não estão”, frisou.
O excesso de liquidez do mercado e a transformação trazida pela revolução tecnológica também pautaram o encontro. “O excesso de capital ajuda a manter os preços estáveis, com margem para descontos aos clientes com bom histórico de prevenção. Já as fintechs e insurtechs nos sinalizam quanta eficiência e inovação é possível agregar ao nosso negócio”, enfatiza Protasio.
Ao contrário do Lloyd’s, a JLT teve um ano com resultado comemorado pela equipe. As ações do grupo, negociadas na bolsa de Londres, subiram 45% no ano passado. “As operações na América do Norte têm crescido muito e a JLT agora se organiza para unir as especialidades do grupo em estruturas globais em uma plataforma unificada, que vai proporcionar ganhos aos nossos clientes, tanto em experiência como em qualidade de serviços”, garante o executivo brasileiro. “Temos a ambição de sempre negociar as melhores condições e termos para nossos segurados, bem como ser considerado por eles o melhor risk adviser”.
Quanto a Brexit, sigla para a saída da Grã Bretanha da União Europeia, Protasio afirma não ser um risco ao negócio da corretora inglesa. “Pelo contrário. Tem sido um “upside”. Somos uma empresa global e grande parte das nossas receitas são em dólar. Temos operações importantes na Austrália, América Latina, Estados Unidos e Ásia onde somos líderes, para atender nossos clientes que queiram buscar outro país sede. Por isso, o Brexit pode ser até uma oportunidade para nós”.
Protasio: Esperamos crescer 20% em 2018. Estamos contratando gente e devemos terminar o ano com 450 colaboradores
Em relação ao Brasil, o grupo sabe que o país depende da retomada da confiança política e assim conquistar a confiança dos investidores e atrair capital externo para os investimentos em infraestrutura. “Veja o sucesso das últimas rodadas de concessões do governo com as linhas de transmissão, aeroportos e petróleo. Mas os investimentos só virão após a eleição. Enquanto isso, nos preparamos ainda mais para o momento certo. Somos líderes nas especialidades de petróleo, energia, engenharia e construção. Somos muito competitivos em infra-estrutura e seguro de crédito estruturado para projetos de parcerias público privadas, segmentos que lideramos na Inglaterra e na Europa”, diz
Protasio informa que o grupo cresceu mais de 25% de forma orgânica no ano passado no Brasil e estima crescer 20% neste ano. “Administramos no Brasil mais de R$ 2,3 bilhões em prêmios entre benefícios e riscos corporativos. Estamos contratando gente e devemos terminar o ano com 450 colaboradores. Acredito fortemente que, ao desenvolver o acesso ao mercado global, seremos capazes de nos beneficiar das oportunidades disponíveis no mercado especializado em seguros e resseguros nos próximos anos”, conclui o executivo, esbanjando confiança no futuro do Brasil e da JLT.
A SulAmérica lança um novo fundo de previdência em parceria com a Ibiuna Investimentos. Trata-se do SulAmérica Ibiuna Long Biased PREV FIM, fundo com análise fundamentalista e estratégia onde o gestor possui flexibilidade na exposição da carteira. O novo produto será ofertado via SulAmérica Prestige, um plano de previdência com caráter de diversificação de carteira e sucessão patrimonial.
Fundada em maio de 2010, a Ibiuna Investimentos é um grupo de gestão de investimentos sediado em São Paulo, atualmente com R$ 6,3 bilhões em ativos sob gestão em estratégias líquidas distribuídos em 3 famílias de fundos: multimercado macro, ações e previdência. O objetivo dessa associação é complementar o portfólio da asset e proporcionar ganhos de capital no longo prazo aos cotistas. Com opções em VGBL e PGBL, o cliente poderá alocar o investimento no fundo multimercado, que será composto de ativos nos mercados de juros, moedas e ações.
“Estamos sempre atentos às necessidades do mercado e às expectativas de nossos clientes. No momento que a taxa básica de juros está em constante queda, é natural que se procure por outras fontes de ganho. Nesse quadro, a parceria com a Ibiuna nos garante diversidade da grade e permite que nossos clientes tenham mais opções de investimentos, com a mesma segurança de que terão retorno com qualidade”, afirma Marcelo Mello, vice-presidente de Vida, Investimentos e Previdência da SulAmérica.
O aporte inicial requerido pelo novo fundo é de R$ 10.000,00 ou aportes regulares de R$ 800,00. A associação com a Ibiuna Investimentos está alinhada à estratégia de expansão de portfólio da companhia, que ano passado também realizou parceria com a JGP Gestão de Recursos e lançou um fundo com foco em melhores oportunidades existentes nos mercados de renda fixa e variável, cambial, crédito privado e de investimentos no exterior, reforçando o perfil fundamentalista e multiproduto da SulAmérica Investimentos.
O Grupo Europ Assistance fechou acordo com a Seguradoras Unidas para adquirir a participação que esta tinha na Europ Assistance Portugal, passando a deter 100% da empresa, que opera no país há 25 anos.
Essa aquisição reforça a aposta estratégica do grupo em Portugal, onde presta assistência a mais de meio milhão de portugueses. A Europ Assistance iniciou a sua atividade na assistência em viagem e assistência automóvel, mas nos últimos anos tem desenvolvido outras áreas de negócio, como assistência saúde e lar & família.
Para o CEO do Grupo Europ Assistance, Antoine Parisi, “essa operação confirma o compromisso do grupo com Portugal. Além disso, a Europ Assistance Portugal tem participações importantes nas operações do Brasil, Chile e Argentina, consolidando a atuação do grupo nos mercados da América do Sul”.
Paula Casa Nova, CEO da empresa em Portugal, reforça: “Portugal é uma oportunidade para o crescimento da Europ Assistance, em um mercado cada vez mais competitivo e em constante evolução, graças aos avanços da tecnologia, mas onde a componente humana continua a ser decisiva para o nosso sucesso no futuro”.
De acordo com estudo da Associação Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística (NTC&Logística), em 2017 foram registrados 25.790 casos de roubos de cargas no Brasil, o que totaliza um prejuízo de R$ 1,570 bilhão. Rio de Janeiro e São Paulo, juntos, são responsáveis por 81,56% das ocorrências.
De acordo com Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny, gerenciadora de riscos na área de transportes e logística do Brasil, “de maneira geral, as estatísticas mostram um quadro pessimista sem melhorias em curto prazo, porém as empresas que têm inserido programas de gerenciamento de riscos em suas operações desafiam os números conquistando melhores resultados”.
A comissão especial encarregada de analisar o Projeto de Lei 3139/15, do deputado Lucas Vergilio (PSD-GO), vota nesta terça-feira (22) o parecer do deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP).
O texto original da proposta criminaliza as cooperativas de proteção veicular, que funcionam por meio de rateio, entre os associados, dos prejuízos gerados por roubos e acidentes com os seus veículos — sem o pagamento de apólices como nos seguros tradicionais. Já o substitutivo de Vinicius Carvalho, lido no último dia 15, autoriza o funcionamento das cooperativas, mas estabelece regras para que elas possam atuar.
Essas associações foram criadas como uma alternativa aos altos custos dos seguros tradicionais. Os críticos das cooperativas, entre eles o autor do projeto de lei, elas deveriam ser proibidas de funcionar porque estariam oferecendo seguros veladamente sem pagar impostos e sem oferecer aos consumidores as mesmas garantias dos seguros tradicionais.
Os representantes das cooperativas, no entanto, argumentam que elas não podem ser equiparadas a empresas, pois não visam ao lucro e têm apenas o objetivo de ratear despesas dos associados, em uma forma de “socorro mútuo”.
A reunião está marcada para as 14h30, no plenário 4.
A SulAmérica lançou seguro pioneiro que oferece proteção e serviços de Assistência 24h para imóveis de contêiner, uma forma sustentável de construção que vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil.
“O lançamento do seguro para contêineres reflete a atenção da SulAmérica às transformações e demandas do mercado”, explica o vice-presidente de Auto e Massificados da companhia, Eduardo Dal Ri. “Nosso objetivo é garantir que os proprietários desses espaços possam usufruir de toda a proteção que um seguro oferece”.
O seguro pode ser contratado por proprietários de imóveis que sejam construídos com mais de 25% de contêiner, instalado de forma fixa e que seja adaptado para habitação ou utilização comercial. Atualmente, além de moradia, os contêineres são reaproveitados em diferentes usos comerciais, como bares, lojas, hamburguerias, restaurantes, e para abrigar unidades culturais e esportivas.
Os clientes que contratarem o seguro para residências de contêiner contam com as mesmas coberturas e serviços de assistência do produto para imóveis de alvenaria. Com isso, o contêiner poderá contar com garantias para cobrir sinistros tais como incêndios, explosões, danos elétricos, roubo e responsabilidade civil familiar.
Além disso, poderá contar com serviços de chaveiro, eletricista, encanador, conserto de eletrodomésticos, entre outros, todos integrantes dos planos de assistência 24 horas.
Os responsáveis por abrigar empresas montadas nessas estruturas metálicas também podem contratar as mesmas coberturas voltadas ao uso residencial, além de escolher garantias específicas de cada tipo de negócio. Entre elas estão cobertura contra roubo de bens e valores de clientes no estabelecimento e deterioração de mercadorias em ambiente frigorificado.
Avanço Dados da Câmara Brasileira e Contêineres, Transporte Ferroviário e Multimodal (CBC), dão conta de que só nos últimos dez anos mais de 200 mil estruturas foram reaproveitadas em diferentes usos. Segundo a entidade, o reaproveitamento dos contêineres evitou que eles virassem sucata, trouxe uma inovação ecologicamente correta e a amplamente sustentável, além de gerar emprego e renda.
O momento econômico que ainda vivemos demanda muito apoio do mercado de seguro de crédito no Brasil. Utilizado com frequência por empresas americanas e europeias, esse modelo ainda é pouco popular entre as companhias brasileiras, mas pode ser uma solução importante para o desenvolvimento de vários negócios.
O seguro de crédito tem como objetivo a proteção de parte importante dos ativos da empresa, protegendo o negócio em caso de inadimplência dos compradores decorrente de mora, falência ou outro risco coberto indenizando à empresa pelas perdas sofridas. No entanto, um dos principais motivos para a baixa penetração desse seguro no Brasil é o fato de as companhias o considerarem como um custo financeiro adicional e não uma ferramenta de gestão do setor de contas a receber com benefícios que vão desde o monitoramento da carteira, passando pela expansão das vendas e chegando, é claro, à cobrança dos clientes inadimplentes e nas indenizações.
“O apelo é forte e é também por conta disso que a modalidade vem crescendo no Brasil nos últimos dois anos. E não é para menos, afinal 30% a 40% dos ativos de uma companhia são recebíveis. Ter uma proteção para garantir o recebimento dos ativos torna-se uma ferramenta importante, com a vantagem adicional de se tornarem elegíveis aos benefícios fiscais concedidos”, aconselha Thiago Tristão, diretor de riscos empresariais da MDS Brasil.
Outro fator que deve influenciar as empresas a contratarem seguro de crédito é o acordo de Basileia 3, que a partir de 2019 vai exigir que os bancos tenham volumes maiores de capital para operações mais arriscadas. Essas exigências serão menores para as empresas que tiverem um seguro de crédito.
“A perda do grau de investimento do Brasil também colabora para o crescimento da contratação, visto que a demanda dos bancos internacionais aumenta justamente para compensar a falta do selo de bom pagador do Brasil. Até lá, as empresas não podem ficar descobertas, arcando sozinhas com a inadimplência de fornecedores e colocando em jogo a sustentabilidade do negócio”, analisou Thiago.
O seguro traz outra vantagem às companhias: o poder de negociar melhores taxas de financiamento e com maiores limites, ficando livres para focar no crescimento do próprio negócio e diminuindo a preocupação em relação à possibilidade de não pagamento de seus clientes.
De maneira geral, corretoras e seguradoras que atuam com o produto podem ajudar o empresário a escolher os clientes, mercados e limites de crédito corretos de maneira a evitar e minimizar o não pagamento da dívida comercial. Dando subsídios para que ele se sinta mais confiante para conceder crédito adicional aos clientes atuais e para buscar novos clientes maiores que, de outra forma, poderiam parecer muito arriscados.
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