A Sompo Seguros anuncia Rogério Santos como novo Diretor Técnico do Produto Automóvel. O executivo assume a posição com o desafio de contribuir com as políticas e estratégias voltadas à essa carteira. “A companhia já conta com estratégias bem claras sobre os objetivos que pretende alcançar nos próximos anos. Nossa contribuição será para que essas metas sejam alcançadas, garantindo a subscrição adequada de risco, a rentabilidade e o crescimento sustentável ao mesmo tempo em que disponibilizamos produtos adequados às necessidades dos segurados”, considera Santos.
Senado aprova Projeto de Lei que disciplina a proteção dos dados pessoais
Enquanto o blog aguarda retorno das entrevistas solicitadas a executivos sobre o impacto desta lei em seguros, abaixo detalhes do projeto que segue para sanção presidencial.
Fonte: Agência Brasil
O plenário do Senado aprovou hoje (10) o Projeto de Lei número 53, da Câmara, que disciplina a proteção dos dados pessoais e define as situações em que estes podem ser coletados e tratados tanto por empresas quanto pelo Poder Público. O texto foi aprovado nos termos do conteúdo votado na Câmara dos Deputados no fim de maio. Com isso, o Brasil se junta a diversos países do mundo, que já possuem legislação sobre o tema. O projeto agora vai a sanção do presidente Michel Temer.
O texto disciplina a forma como as informações são coletadas e tratadas, especialmente em meios digitais, como dados pessoais de cadastro ou até mesmo textos e fotos publicadas em redes sociais. A proposta foi mantida na semana passada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), conservando o conteúdo da Câmara e indicando regime de urgência para votação na casa. A urgência foi apresentada em plenário, mas não chegou a ser apreciada.
O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos, destacou que a regulação do tema já é uma realidade no resto do mundo. “Mais de 100 países já colocaram de pé leis e diretrizes de proteção de dados no ambiente da internet. A internet não pode ser ambiente sem regras. A privacidade é um valor civilizatório”, salientou.
O senador Eduardo Braga (MDB-AM), nomeado relator em plenário, defendeu a importância da proposta. “Na era digital dados são considerados grande ativo e patrimônio. Dados devem receber grau mínimo de proteção jurídica. Dados trafegam pelas redes e sem consentimento acabam sendo comercializados, em contraposição aos preceitos constitucionais, que garantem o direito à vida privada”, comentou.
“Todas as entidades, sem nenhuma exceção, foram partícipes na construção do projeto de lei e estamos votando algo que é uma unanimidade”, afirmou a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). “Estamos vivendo a revolução das redes sociais. Agora vamos ter marco regulatório que permite que cidadão possa acionar aqueles que fizerem mau uso de seus dados”, acrescentou o senador Jorge Viana (PT-AC).
Entenda o projeto
O PLC 53 considera dados pessoais a informação relacionada a uma pessoa que seja “identificada” ou “identificável”. Ou seja, o projeto de lei regula também aquele dado que, sozinho, não revela a quem estaria relacionado (um endereço, por exemplo) mas que, processado juntamente com outros, poderia indicar de quem se trata (o endereço combinado com a idade, por exemplo).
Foi criada uma categoria especial, denominada dados “sensíveis”, que abrange registros de raça, opiniões políticas, crenças, condição de saúde e características genéticas. O uso desses registros fica mais restrito, já que traz riscos de discriminação e outros prejuízos à pessoa. Também há parâmetros diferenciados para processamento de informações de crianças, como a exigência de consentimento dos pais e a proibição de condicionar o fornecimento de registros à participação em aplicações (como redes sociais e jogos eletrônicos).
O projeto de lei abrange as operações de tratamento realizadas no Brasil ou a partir de coleta de dados feita no país. A norma também vale para empresas ou entes que ofertem bens e serviços ou tratem informações de pessoas que estão aqui. Assim, por exemplo, por mais que o Facebook recolha registros de brasileiros e faça o tratamento em servidores nos Estados Unidos, ele teria de respeitar as regras. Também é permitida a transferência internacional de dados (como no exemplo citado), desde que o país de destino tenha nível de proteção compatível com a lei ou quando a empresa responsável pelo tratamento comprovar que garante as mesmas condições exigidas pela norma por instrumentos como contratos ou normas corporativas.
Ficaram de fora das obrigações o tratamento para fins pessoais, jornalísticos e artísticos. Também não são cobertos o processamento de informações em atividades de segurança nacional, segurança pública e repressão a infrações. O texto indica que esses temas devem ser tratados em uma lei específica. O Poder Público ganhou também a possibilidade de tratar dados sem consentimento das pessoas, em determinadas situações, como na execução de políticas públicas. Para isso, o órgão deve informar em seu site em que hipótese o processamento de dados é realizado, sua finalidade e quais são os procedimentos adotados. Essas regras especiais se aplicam também aos cartórios.
Obrigações e direitos
Para coletar e tratar um dado, uma empresa ou ente precisa solicitar o consentimento do titular, que deve ser livre e informado. Essa autorização deve ser solicitada de forma clara, em cláusula específica, e não de maneira genérica. Caso uma empresa colete um dado para uma coisa e mude sua finalidade, deve obter novo consentimento. A permissão dada por alguém, entretanto, pode ser revogada se o titular assim o desejar.
O projeto prevê, contudo, algumas situações em que este não é necessário, como a proteção da vida, o cumprimento de obrigação legal e procedimento de saúde. A exceção mais polêmica é chamada de “legítimo interesse”, que na prática permite a uma empresa coletar um dado para um propósito e usá-lo para outro, desde que para “finalidades legítimas” e a “partir de situações concretas”. Nesse caso, somente os dados “estritamente necessários” podem ser manejados.
Outra obrigação das empresas incluída no relatório do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) é a garantia da segurança dos dados, impedindo acessos não autorizados e qualquer forma de vazamento. Caso haja algum incidente de segurança que possa acarretar dano ao titular da informação, a empresa é obrigada a comunicar à pessoa e ao órgão competente.
A redação prevê uma série de direitos ao titular, que pode solicitar acesso às informações que uma empresa tem dele – incluindo a finalidade, a forma e a duração do tratamento – e se houve uso compartilhado com algum outro ente e com qual finalidade. Também é possível requisitar a correção de um dado incompleto, a eliminação de registros desnecessários ou excessivos e a portabilidade para outro provedor de serviço. Ou seja, o usuário de uma conta de e-mail pode ter todas as suas mensagens, caso deseje abrir conta em outro serviço deste tipo. O titular também pode solicitar a revisão de uma decisão automatizada baseada em seus dados, como uma classificação para obtenção de crédito, por exemplo.
Fiscalização e órgão regulador
O relatório de Silva propõe a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, que ficará responsável pela edição de normas complementares e pela fiscalização das obrigações previstas na lei. Essa autoridade terá poder, por exemplo, para exigir relatórios de impacto à privacidade de uma empresa, documento que deve identificar como o processamento é realizado, as medidas de segurança e as ações para reduzir riscos. Ou seja, se o órgão suspeitar que em alguma empresa há risco de problemas no tratamento dos dados, o relatório reúne informações necessárias para uma primeira apuração. Pode também fazer uma auditoria, em que se verifique no local da empresa se o manejo dos dados está sendo realizado corretamente.
Se constatar alguma irregularidade em qualquer atividade de tratamento, a autoridade pode aplicar uma série de sanções, entre as quais está prevista multa de até 2% do faturamento da empresa envolvida, com limite de R$ 50 milhões, o bloqueio ou eliminação dos dados tratados de maneira irregular e a suspensão ou proibição do banco de dados ou da atividade de tratamento. O substitutivo também institui o Conselho Nacional de Proteção de Dados, formado por 23 representantes do Poder Público, da sociedade civil, de empresas e de instituições científicas e tecnológicas. O colegiado tem como atribuições propor diretrizes estratégicas sobre o tema e auxiliar a autoridade nacional.
Apoios
O PLC tem apoio de diversas entidades, como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e a Coalizão Direitos na Rede, que reúne entidades de defesa de direitos dos usuários de internet. Mas encontrava resistência em organizações do ramo financeiro, como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional de Seguradoras.
“Este projeto é fundamental para o desenvolvimento da economia digital no Brasil porque ele alcança equilíbrio entre a proteção do direito do cidadão em um arcabouço que ajude as empresas a inovarem”, avaliou a diretora jurídica da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
“Essa discussão contou com dezenas de entidades da sociedade civil mas também com inúmeras entidades do setor empresarial, que entenderam que a proteção de dados é princípio que deve ser garantido na legislação brasileira”, comentou Marcos Urupá, do Coletivo Intervozes, entidade integrante da Coalizão Direitos na Rede, que reúne organizações de defesa de direitos dos usuários.
HDI inclui celulares na cobertura do seguro residencial
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A HDI Seguros lança novas coberturas para o HDI EM CASA, produto da companhia voltado para o segmento de proteção residencial. A novidade contempla cobertura adicional de roubo e furto qualificado de bicicleta em circulação fora da residência segurada e a inclusão de aparelhos celulares como bens garantidos na cobertura de roubo e furto de bens no local de risco.
“Nossos investimentos em seguro residencial são voltados para atender cada vez melhor nossos clientes, considerando as necessidades da vida moderna, onde celulares e dispositivos eletrônicos são praticamente insubstituíveis no dia a dia dos segurados. Da mesma forma, com a ampliação de ciclovias em diversas cidades, a necessidade de proteção para bicicletas chamou nossa atenção e decidimos incluir em nosso produto”, explica Fabio Leme, vice-presidente técnico, da HDI Seguros.
São indenizados celulares, tablets, notebooks e bicicletas que estejam dentro do endereço do imóvel segurado. Além disso, no caso de bicicleta, que é um bem móvel, agora temos disponível a garantia adicional para sinistros ocorridos em qualquer local, desde que as mesmas estejam em poder dos segurados ou cônjuges e filhos moradores da residência protegida.
“O seguro residencial ainda tem baixa adesão no Brasil, diferentemente de em outros países, como os EUA, por exemplo. Um dos fatores para isso é o desconhecimento de seu custo-benefício. Uma apólice custa em média apenas R$300,00 ao ano. Além disso, o HDI EM CASA oferece diversos serviços de assistência gratuitos, como instalação de filtro, chuveiro e torneira elétrica, conserto de ar condicionado, vidraceiro, mudança e guarda-móveis, entre outros. Para nós, a ampliação das coberturas, assim como as assistências, é uma forma de mostrar para as pessoas os benefícios do seguro”, destaca Fabio Leme.
Capitalização fatura R$ 8,6 bi de janeiro a maio
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Nos cinco primeiros meses do ano, as 17 empresas representadas pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), faturaram, juntas, R$ 8,6 bilhões. Em comparação ao ao mesmo período do ano passado, o montante representa um crescimento de 8,1%, num universo de 17 milhões de clientes com títulos ativos.
Ainda de acordo com os dados divulgados pela FenaCap, o valor das provisões técnicas – os recursos acumulados e, posteriormente, resgatados pelos clientes antecipadamente, ou no fim da vigência – também cresceu, fechando o período com R$ 29 bilhões, aumento de 2,7%. Confirmando tendência verificada no ano, houve redução de 7,2% no volume de resgates, que ficaram em R$ 7,1 bilhões.
“Esse desempenho do segmento, que mostra avanço no faturamento e nas provisões técnicas, associado à redução dos resgates, reforça o novo comportamento do consumidor, mais cauteloso diante das incertezas econômicas”, avalia Marcos Coltri, presidente da FenaCap.
Os dados da federação mostram ainda que, nos cinco primeiros meses do ano, foram distribuídos R$ 448 milhões em prêmios a clientes de títulos de capitalização de todo o Brasil. A cada dia útil do período, as empresas de Capitalização pagaram o equivalente a R$ 4,3 milhões em sorteios. O Sudeste foi a região que recebeu o maior volume de prêmios. Ao todo, foram R$ R$ 199 milhões distribuídos para os clientes dos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
O executivo Marcos Coltri assumiu a presidência da Federação Nacional de Capitalização – FenaCap, em lugar de Marco Antonio da Silva Barros, que esteve à frente da entidade por quase sete anos. A mudança já era esperada desde que Barros assumiu a presidência da Brasilprev, em março de 2018.
Formado em Administração de Empresas com especialização em Marketing e Finanças, Coltri foi diretor comercial da Brasilcap entre fevereiro de 2014 e outubro de 2017 e, atualmente, é membro do Conselho de Administração da empresa. Executivo de carreira do Banco do Brasil desde 1988, Marcos Coltri também foi diretor comercial do grupo segurador BB Mapfre e, no momento, ocupa a diretoria de Empréstimos, Financiamentos e Crédito Imobiliário do banco.
AXA e XL Group anunciam a futura identidade de marca
Após o anúncio da aquisição do XL Group Ltd pela AXA em 5 de março, as duas empresas apresentam hoje um novo passo no processo de combinação das operações do XL Group, AXA Corporate Solutions e AXA Art em uma nova divisão do Grupo AXA dedicada às grandes linhas patrimoniais e de responsabilidade civil, bem como riscos especiais.
A nova divisão será chamada AXA XL e operará sob a marca principal AXA. Seus serviços serão identificados em três principais categorias:XL Insurance, que incluirá a operação de seguros do XL Group e da AXA Corporate Solutions. Também incluirá XL Art & Lifestyle, a combinação da divisão Fine Arts & Specie da XL Catlin e da AXA ART.
A XL Reinsurance, que incorporará a operação de resseguros do XL Group; e a XL Risk Consulting, que incorporará o AXA MATRIX e a Divisão de Engenharia de Risco GAPS do XL Group. Além disso, o sindicato principal do XL Group no Lloyd’s continuará sendo conhecido como XL Catlin Syndicate 2003.
Sob a marca AXA, as novas ofertas apresentarão uma proposta atraente para clientes e corretores em todo o mundo. “Estamos muito satisfeitos em anunciar mais um marco importante no processo de planejamento de integração com o XL Group, o qual tornará a AXA na seguradora nº 1 do mundo nas linhas patrimoniais e de responsabilidade. Sob esta nova marca e nome comum, estou animado em ver a futura criação de AXA XL, uma divisão baseada na cultura comum da AXA e do XL Group sobre pessoas, excelência operacional e inovação. A combinação desses atributos nos colocará em uma posição ideal para estabelecer uma liderança de marca ainda mais forte e oferecer uma proposta única de valor a nossos clientes”, disse Thomas Buberl, CEO da AXA.
“Nós reconhecemos a oportunidade que temos à nossa frente de levar essa combinação única de elementos que fazem da XL um sucesso – nosso talento, nossa abordagem, nossas ferramentas – à família AXA. Acredito que juntos seremos mais fortes e que seremos ambiciosos. Continuaremos tendo nossos clientes e corretores como o centro de nossas atenções ao mesmo tempo em que nos concentraremos firmemente no futuro dos riscos e nas soluções necessárias para crescer ainda mais”, comentou Greg Hendrick, atual Presidente e COO do XL Group.
Essa nova marca e os novos nomes vêm após o anúncio, no dia 6 de junho, de que os sócios acionistas do XL Group aprovaram um acordo para que a AXA adquirisse 100% do XL Group. O fechamento da aquisição deve ser concluído durante o segundo semestre de 2018, sujeito a condições de fechamento comuns, incluindo o recebimento das aprovações regulatórias obrigatórias, que ainda estão pendentes. Até que a aquisição esteja fechada, XL Group e AXA permanecem como duas empresas separadas.
Willis Towers Watson anuncia contratação de novos líderes
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A corretora e consultoria Willis Towers Watson anuncia a contratação de cinco executivos com larga experiência no setor de seguros para reforçar o time de líderes da empresa no Brasil. A movimentação tem como foco ampliar a gama de soluções aos clientes da companhia e também mostra o apetite da Willis Towers Watson em intensificar sua atuação no mercado nacional. “A chegada dos novos executivos fortalece a nossa estratégia de crescimento para este ano e também reforça o nosso compromisso em ofertar serviços que vão ao encontro dos interesses dos nossos clientes”, afirma José Otávio Sampaio, head of Brazil da Willis Towers Watson.
Álvaro Trilho ingressa como diretor de Novos Negócios na estrutura de Client Management. Com 27 anos de experiência no mercado de seguros, Trilho passou grande parte deste período no comando da área de riscos de grandes companhias. O executivo é também diretor da Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR) e membro do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Formado em Relações Internacionais, tem pós-graduação em Marketing pela ESPM e MBA pelo Insper.
Raquel Silva ocupará a posição de head of Affinity Brazil. A executiva passou os últimos 27 anos em seguradoras e corretoras multinacionais, onde se especializou no segmento Affinity e teve a oportunidade de liderar projetos que se consolidaram em modelos inovadores de distribuição. Raquel Silva é formada em Administração de Empresas, tem MBA em Gestão Empresarial e também em Marketing, ambas pela FGV-SP.
Com mais de 15 anos de experiência no mercado segurador brasileiro, Danilo Renaldin chega para atuar como gerente de Sinistros. Formado em Direito, Renaldin possuiu know-how em sinistros de alta complexidade (Large Loss and Complexo Claims), já trabalhou em grandes corretoras e seguradoras nacionais e internacionais, sendo a última companhia a XL Catlin.
O novo time de líderes também contará com Cláudio Mello como gerente de Novos Negócios para Grandes Contas. Mello está no mercado de seguros há 30 anos, com expertise em subscrição, análise e aceitação de riscos. Com larga experiência no desenvolvimento de programas de seguros de Property e Engineering Risks, Mello ocupou, durante 10 anos, a superintendência da área de Subscrição e Aceitação de Grandes Riscos do maior conglomerado segurador brasileiro.
Completa o pool de contratações Mario Luiz Ferreira, que ingressa na Willis Towers Watson como gerente de Seguros Facultativos. O executivo traz para a consultoria e corretora sua bagagem de 21 anos de atuação no segmento, nas áreas de Seguros e Resseguros. Graduado em Marketing, Ferreira intensificará o relacionamento comercial com as seguradoras parceiras, em São Paulo, além de incrementar o volume de negócios de resseguros facultativos do grupo.
Musical sobre Zeca Pagodinho inicia temporada em SP sob patrocínio da SulAmérica
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O Circuito SulAmérica de Música e Movimento anuncia o início da temporada do musical “Zeca Pagodinho – Uma História de Amor ao Samba” – em São Paulo, dia 14 de julho. O patrocínio, da maior seguradora independente do País, visa incentivar diversos eventos culturais e esportivos pelo Brasil.
“O circuito é a forma de levar a cultura por todo o Brasil, reforçando o compromisso da companhia em propiciar mais lazer e entretenimento para a sociedade e nós temos muito orgulho em receber esse espetáculo que homenageia um dos maiores nomes da nossa música popular brasileira”, afirma o diretor da regional São Paulo Capital da SulAmérica, Luciano Lima.
O musical conta a história de Jessé Gomes da Silva Filho, popularmente conhecido como Zeca Pagodinho, desde a infância no subúrbio de Xerém até o auge da fama. Ficará em cartaz na cidade da garoa de 14 de julho até 5 de agosto, no Teatro Procópio Ferreira. Conta com quatro músicos e um regente que se unem aos 13 atores, sob direção do protagonista Gustavo Gasparini.
A primeira parte do espetáculo é apresentada pelo ator Peter Brandão, que interpreta Jessé na sua fase inicial, quando se apaixonou pelo samba ainda jovem. O ator, e diretor, Gustavo Gasparini é quem faz o cantor na sua fase madura, quando Zeca atinge sua popularidade com músicas conhecidas no Brasil todo.
O Circuito SulAmérica Música e Movimento, que completa dez anos em 2018, já patrocinou espetáculos que foram sucesso em todo o país, dentre eles Tim Maia – Vale Tudo, As Noviças Rebeldes, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Palavra Cantada, Turma da Mônica – O Show e recentemente Vamp – O Musical. A seguradora também patrocina eventos de esporte de participação, que buscam incentivar a prática de atividade física por meio de ações e iniciativas em diversas cidades, como o circuito Up Night Run.
SERVIÇO
Início: 14 de julho de 2018
Final: 5 de agosto de 2018
Local: Teatro Procópio Ferreira
Endereço: Rua Augusta, 2823 – Cerqueira César, São Paulo/SP
SulAmérica é destaque no Prêmio Top of Mind de RH 2018
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A SulAmérica, maior seguradora independente do País, foi novamente eleita pelos profissionais de recursos humanos como a mais lembrada no segmento de saúde suplementar. A cerimônia de premiação ocorreu no dia 28 de junho, no Villa Blue Tree, localizado na zona sul de São Paulo. Em sua 21ª edição, o prêmio realizado anualmente pela Fênix Editora marca a segunda vez da companhia como finalista na categoria.
“Ficamos muito honrados com este reconhecimento que comprova a excelência na entrega de nossos serviços. A SulAmérica investe continuamente em inovação e qualidade, mantendo a experiência do beneficiário e da empresa cliente sempre no centro da estratégia de negócios, e esta premiação mostra que estamos no caminho certo”, afirma a diretora técnica de Relacionamento com Clientes Saúde e Odonto da SulAmérica, Raquel Giglio. Representaram a companhia no evento as superintendentes de Relacionamentos com Clientes Adriana Lins e Gisele Lopes
Tokio Marine celebra 59 anos no Brasil com a marca de R$ 2 bi em vendas
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A Tokio Marine comemora, neste mês de julho, 59 anos de sua chegada ao Brasil. Em um cenário ainda marcado pelo baixo desempenho econômico do País, a seguradora alcançou a marca de R$ 2 bilhões em prêmios emitidos até maio, um crescimento de 7,6% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados oficiais da Susep.
No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi ainda maior, de 13,7%, com a emissão de quase R$ 5 bilhões em prêmios Esse desempenho consolida um histórico de resultados bem superiores à média do mercado de seguros no qual a Tokio Marine atua (sem VGBL, Saúde e Previdência). Nos últimos seis anos, a Companhia triplicou de tamanho, passando de R$ 1,6 bilhão, em 2011, para R$ 4,78 bilhões em prêmios emitidos no final de 2017.
“Estamos crescendo fortemente e de forma orgânica no mercado brasileiro e temos muito orgulho em comemorar quase 60 anos de presença no País. O Brasil tem uma agenda própria de demandas e nós temos plena confiança na recuperação econômica e na retomada de investimentos, que terão efeitos muito positivos sobre o mercado de seguros. A Tokio Marine continua firme no propósito de difundir a cultura do seguro e aumentar a penetração dessa indústria no PIB nacional”, afirma o presidente José Adalberto Ferrara.
Segundo o executivo, a estratégia da seguradora é investir continuamente no aprimoramento de Produtos e Serviços, alicerçada pelos pilares de Crescimento, Rentabilidade e Qualidade/Inovação. “Nosso processo de distribuição é feito 100% através dos nossos 26 mil Corretores e Assessorias, razão pela qual temos o compromisso de continuar inovando e investindo continuamente para ajudá-los a vender mais, reduzir o trabalho operacional e oferecer a melhor solução para o Cliente final”, conclui Ferrara.
A Tokio Marine é atualmente a quinta maior Seguradora do Brasil, considerando os ramos nos quais atua.
Moody’s afirma que resseguradoras estão capitalizadas para temporada de furacões
| Um fraco fenômeno El Niño pode ocorrer durante a temporada de furacões no Atlântico neste ano, segundo análise da Moody’s. A agência detalha que as principais organizações meteorológicas publicaram suas previsões para a temporada de furacões no Atlântico em 2018, que se estende de 1º de junho a 30 de novembro. Em geral, os especialistas preveem que a atividade de tempestades desta temporada se aproximará das médias históricas da Bacia do Atlântico, uma região que cobre parte do Oceano Atlântico Norte, o Mar do Caribe e o Golfo do México. “As temperaturas mais frias do que a média da superfície do mar (TSM) no Atlântico Norte tropical, junto com fortes ventos e as pressões sobre o nível do mar, darão como resultado um El Niño neutro ou fraco, que poderá originar-se durante a temporada de furacões este ano”, informa a agência. Ao que acrescenta que, mesmo assim, “os resseguradores estão entrando na temporada de furacões com sólidas posições de capital para suportar as perdas potenciais derivadas de eventos de furacões, apesar das grandes perdas do ano passado”. No entanto, a Moody’s informa que vários modelos preditivos estão mostrando resultados um tanto divergentes; dependendo dos períodos de tempo considerados. Embora os dados históricos se baseiem em 30 anos, sugerem uma probabilidade relativamente elevada de uma temporada próxima do normal (40%) e acima do normal (35%), o que significa que no modelo baseado em 67 anos sugere que a atividade abaixo do normal é a mais provável, com uma probabilidade de 69%, de acordo com o índice ACE. Em média, essas previsões apontam para cerca de 13 tempestades com nome durante a temporada de 2018, com cerca de 6 destas tempestades tornando-se furacões, dos quais três poderiam alcançar o status de furacão maior. De acordo com dados fornecidos pela NOAA, em média, um ou dois furacões tocam a terra nos Estados Unidos a cada temporada. Dadas essas previsões, a Moody’s admite que, apesar das perdas do ano passado, a indústria de resseguros tem capital suficiente para absorver as perdas relacionadas a furacões nesta temporada. Cabe lembrar que os furacões, particularmente o Harvey, Irma e Maria, juntamente com outros eventos catastróficos no ano passado, acabaram com a rentabilidade das várias resseguradoras durante o ano e levaram a rentabilidade do setor para o seu nível mais baixo desde 2005. O resseguro está preparado para as grandes perdas. “No entanto, os níveis de capital não foram significativamente afetados, uma vez que apenas algumas resseguradoras de nível médio se concentraram em negócios imobiliários e empresas especializadas que reportaram reduções de capital no final de 2017”, informa o relatório. Além disso, enfatiza a agência, vários players aumentaram o tamanho de seus instrumentos de capital alternativo, incluindo fundos e ILS durante os últimos meses de 2017 e no primeiro trimestre de 2018. Como resultado, “acreditamos que nossas resseguradoras qualificadas estejam bem posicionadas para lidar com grandes perdas potenciais por furacões. Após um dos anos dos mais caros registrados em termos de perdas catastróficas, os preços de resseguro de sinistros catastróficos nos EUA. só experimentaram aumentos moderados nas contas afetadas pelos sinistros, suprimidos pela superabundância de capacidade e a intensa concorrência de fontes alternativas, que puderam ser rapidamente recarregadas após os eventos do ano passado “, conclui a agência. Nem os preços sofreram mudanças significativas. Segundo a JLT RE, “a Flórida é uma das zonas mais expostas a furacões nos EUA. mas, na área, as taxas de resseguro de catástrofe para Não Vida aumentaram em média 1,2% na renovação de 1º de junho de 2018 e permanecem 40% abaixo dos níveis de 2012.” |











