Instituto de Longevidade Mongeral Aegon faz campanha para 60+

Release

O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon lança campanha de conscientização, em outubro, para celebrar o Mês do Idoso. Com o tema “Respeite. Reconheça. Repense seus conceitos”, o filme publicitário reúne pessoas com mais de 60 anos que chamam atenção para a representatividade e desafios enfrentados por esta população no Brasil.

“Até 2060, a expectativa é de que haja 73 milhões de idosos no Brasil e o país não está se preparando para isso”, destaca Bruno Varandas, gerente de Marketing do Instituto. Ele explica que, ao contrário do que acontecia há algumas décadas, os idosos de hoje são infinitamente mais ativos e estão em condição de continuar produzindo e trabalhando, mas esbarram na dificuldade de se manter no mercado de trabalho. “São vistos como funcionários ultrapassados, quando na verdade, são experientes e pacientes para ensinar e aprender, numa troca de conhecimento que só traz benefícios às empresas”, completa Varandas.

A campanha produzida pela agência Domínio Público lembra que o público 60+ representa um 1 quinto dos eleitores e são os provedores de renda das famílias. Ainda assim, mesmo sendo maioria, sofre com o preconceito etário e a ausência de políticas públicas que contribuem para a estabilidade fiscal, o desenvolvimento do mercado de trabalho e a concretização de metas de bem-estar social.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad) mostram que, aos poucos, essa realidade vem se modificando. No primeiro trimestre de 2017, o número de trabalhadores empregados com mais de 60 anos passou de 24,3% para 27% do total, na comparação entre o 1° trimestre de 2012 e o mesmo período de 2017. Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho, mostram que o número de trabalhadores idosos atuando formalmente no mercado cresceu 58,8% nos últimos cinco anos.

Mas Varandas ressalta que ainda há muito o que se fazer. “Ainda existe muito preconceito e isso precisa mudar. Para tanto, necessitamos criar esta consciência em todos os setores da sociedade”, disse. “Hoje já temos exemplos concretos de que é possível transformar o desafio de absorver essa mão de obra em uma grande oportunidade. As empresas que não enxergarem isso para os próximos anos, certamente perderão espaço”, concluiu o gerente.

Criado para colocar a questão da longevidade na agenda do desenvolvimento da sociedade brasileira e propor soluções em torno dos impactos sociais e econômicos, o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon é instituição sem fins lucrativos que contribui com ações concretas, especialmente na área do trabalho, de cidades e mobilização social.

A campanha será veiculada nos canais do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon até o fim de Outubro.

Liberty investe e cresce 15% ao ano em seguro de vida

A Liberty Seguros investe ano a ano para elevar a participação do seguro de vida no mix de produtos da companhia, dominado por automóvel, responsável por 80% das vendas totais de R$ 2 bilhões do grupo até julho deste ano, segundo dados divulgados pela consultoria Siscorp. Vida é a segunda carteira da companhia. “Temos crescido 15% ao ano nos últimos cinco anos”, contou Alexandre Vicente, diretor de seguros de pessoas.

Sem poder citar projeções para este ano, Vicente afirma que mesmo em período de crise as vendas de seguros de pessoas tem avançado por vários motivos. Os produtos inovadores, com mais benefícios para o consumidor, ajudam o corretor a vender mais. “Temos feito diversos encontros com os corretores. Tanto para apresentar os produtos desenhados com base nas sugestões dadas por eles a nós, como para treiná-lo sobre a melhor abordagem para conscientizar o consumidor sobre a importância de ter uma proteção financeiras para imprevistos. E o resultado tem sido muito bom”, comentou.

Atualmente, a Liberty atua com seguro de vida individual, vida em grupo, acidentes pessoais, prestamista, educacional e doenças graves. Para seguros com valores mais elevados, a seguradora coloca à disposição do cliente um profissional da saúde para preencher o questionário. “Usamos a telesubscrição há oito anos e ela traz diversos benefícios para todos”, afirmou. Principalmente para o corretor, uma vez que médicos e enfermeiras são mais preparados para preencher com clareza o questionário de saúde, livrando o profissional de vendas do trabalho burocrático e de erros no preenchimento.

Outro benefício da telesubscrição é que o especialista colhe informações importantes para que a seguradora avalie o comportamento das pessoas e possa precificar subscrever de forma correta. Um dos segmentos que o grupo quer elevar a participação é na faixa até 50+. A demanda está aquecida mesmo para o seguro de doenças graves. Tanto pelo pavor das pessoas em pensar em doenças como o câncer, como também pelo apelo de receber a indenização para usar em vida. Ao ser diagnosticado com uma das doenças citadas no contrato, o segurado recebe um valor determinado para usar como quiser. Geralmente, receber um diagnóstico grave traz despesas inesperadas, como remédios ou mesmo um tratamento não coberto pelo plano de saúde.

Outra melhoria citada por Vicente veio da tecnologia, sendo a Liberty uma das empresas mais inovadoras, segundo a edição Valor Inovação deste ano, produzida pelo jornal Valor Econômico. “Além de facilitar a contratação, a tecnologia possibilita que o cliente tenha na palma da mão todos os benefícios e serviços agregados aos seguros de pessoas”, citou o executivo. Entre os benefícios criados para encantar os clientes, Vicente cita assessoria com nutricionistas, assistência aos filhos e também aos animais de estimação.

SulAmérica patrocina o clássico “O Pequeno Príncipe”

sulamerica

Release

A Orquestra Ouro Preto chega à cidade da garoa com o concerto “O Pequeno Príncipe”, um espetáculo voltado para os pequeninos. A iniciativa da maior seguradora independente do País integra o Circuito SulAmérica de Música e Movimento, que almeja divulgar e dar acesso a eventos culturais e esportivos de qualidade pelo Brasil.

Saindo de seu planeta, o principezinho conhece um Rei com seu cravo, um homem de negócios e seu xilofone, e um geógrafo com sua flauta, até chegar a um planeta azul – o nosso planeta. Envolvidos por arranjos e melodias compostas especialmente para essa apresentação, tanto as crianças quanto os adultos devem se preparar para uma aventura sem precedentes, cheia de simbolismos e descobertas, na qual a coragem para encarar os descobrimentos e o valor de contemplar as pequenas coisas se encontram em uma narrativa repleta de musicalidade.

“Nossos incentivos são para afirmar nossa missão de levar a melhor conveniência tanto para nossos clientes, quanto para a sociedade em geral. A sinfônica vem fazendo um trabalho lindo e, merecidamente, sendo reconhecida por isso. O Pequeno Príncipe é uma história que marcou diversas gerações e ver as músicas que embalaram a imaginação de crianças, por mais de 30 anos, sendo tocadas em uma orquestra de cordas será uma experiência inesquecível para os paulistanos”, afirma o diretor da regional São Paulo Capital da SulAmérica, Luciano Lima.

Inspirado na antiga Coleção Disquinho, o universo de Saint-Exupéry ganha uma nova versão através dos sons e dos timbres da Orquestra Ouro Preto. A adaptação feita carinhosamente pelo Maestro Rodrigo Toffolo, diretor artístico e regente titular do grupo, recebe música original de um dos mais premiados compositores brasileiros: Tim Rescala.

O concerto será no Teatro das Artes, dentro do Shopping Eldorado, no dia 17 de outubro, às 20h. A orquestra é formada por cerca de 20 músicos, com direção artística e regência titular do maestro Rodrigo Toffolo.

Circuito SulAmérica Música e Movimento

O Circuito SulAmérica Música e Movimento, que completa dez anos em 2018, já patrocinou espetáculos que foram sucesso em todo o país, dentre eles Tim Maia – Vale Tudo, As Noviças Rebeldes, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Palavra Cantada, Turma da Mônica – O Show e recentemente Vamp – O Musical. A seguradora também patrocina eventos de esporte de participação, que buscam incentivar a prática de atividade física por meio de ações e iniciativas em diversas cidades, como o circuito Up Night Run.

SERVIÇO

Data: 17 de outubro de 2018

Horário: 20h

Local: Teatro das Artes – Shopping Eldorado

Endereço: Avenida Rebouças, 3970 – 409 – Pinheiros, São Paulo/SP

Lucratividade do setor em alta, afirma sócio da Siscorp

Nos últimos 15 anos, a margem de lucro do mercado segurador, ou seja, a medida entre o lucro líquido sobre o patrimônio líquido, tem oscilado entre 17% e 22%. Em 2018, deverá chegar a 20% contra 17,5% em 2017. Para Flávio Faggion, sócio da Siscor, esse crescimento é resultado de ações das seguradoras. “Elas passaram a otimizar e melhorar muito a sua capacidade de aceitação de risco sem deixar que a produção caísse. Isso fez com que a sinistralidade em 2018 reduzisse 2 pontos percentuais em relação a 2017”, explica Faggion em mais uma edição do Panorama do Seguro.

Outro aspecto, aponta, são as ações tomadas para a melhoria da produtividade e diminuição com as despesas administrativas, que chegaram a cair, também, dois pontos percentuais: de 22% para 20%. Apesar disso, Faggion acredita que ainda há o que melhorar. “As operadoras têm que se aperfeiçoar para atender a demanda do atual mercado de consumo que já está mudando e vai mudar mais ainda, mas os nossos produtos de seguros ainda estão privilegiando coberturas que não estão olhando para esse mercado”, conclui.

Minuto e Thinkseg entram em ranking global de insurtech

A Minuto Seguros e a ThinkSeg são as duas insurtechs classificadas pela Fintech Global, empresa inglesa especializada em pesquisas, no ranking com as 100 insurtechs mais inovadoras do mundo.

O Insurtech 100 é uma lista feita anualmente pela Fintech Global com as 100 empresas mais inovadoras do setor. Ela é produzida por um grupo de especialistas que analisam critérios minuciosos. Dessa lista, potenciais investidores e profissionais do ramo conseguem avaliar quais modelos de seguro digital têm maior força de mercado, além da maior probabilidade de sucesso e impacto duradouro na indústria.

“Ser reconhecido no Brasil já é uma tarefa difícil, principalmente por conta da qualidade das empresas atuando no país, então, o reconhecimento mundial é algo que não imaginávamos. Mas, é uma grata surpresa integrar uma lista com empresas tão qualificadas no mundo”, relata Marcelo Blay, CEO da Minuto, em release.

De acordo com Andre Gregori, CEO e fundador do grupo, ter esse reconhecimento mostra que estão no caminho certo, ao oferecer aos clientes uma forma totalmente digital e inovadora de contratar seguros, trazendo real disrupção e melhorias para todos do mercado “O nosso principal objetivo é inovar o mercado, utilizando a tecnologia para oferecer produtos personalizados, além de desburocratizar o acesso aos seguros no Brasil. Por isso, fazer parte desta lista é um reflexo de que estamos realmente atendendo aos anseios do consumidor moderno, que está cada vez mais digitalizado e procurando por novas formas de adquirir os seus produtos”, afirma Gregori.

Entre os fatores utilizados para a seleção final das insurtechs e a inclusão na lista, alguns são preponderantes, como: o crescimento em termos de capital, receita, capacidade de atração e retenção de novos consumidores, inovação em soluções tecnológicas, redução de custos potenciais, geração de economia de custo ou melhorias de eficiência em toda a cadeia de seguro e o quão relevante é a empresa para os executivos do mercado de seguros.

“Eles foram bem criteriosos com os motivos para as empresas integrarem a lista. Acredito que o mais impactante é questão de melhorias na eficiência em toda a cadeia de seguro. Saber que a Minuto está contribuindo para isso é gratificante e nos dá mais vontade de continuar colaborando com o ecossistema de inovação em seguros! ”, conclui o CEO da Minuto.

Para ver o ranking completo, acesse o site.

 

AIDA debate temas relevantes durante XV Congresso Mundial

Enquanto muitos curtem o feriado do dia 12 de outubro, data em que se comemora o Dia de Nossa Senhora de Aparecida e Dia dos Corretores, especialistas em direito se reunem no Rio de Janeiro no XV Congresso Mundial da AIDA, o AIDA Rio 2018, realizado pela primeira vez no Brasil, no Rio de Janeiro. Pela relevância do evento e dos temas debatidos,  publico  um resumo dos debates enviado pela assessoria de imprensa do evento. Vale a leitura:

“Somos um fórum aberto para o debate acadêmico, científico, dialético e crítico da mais alta envergadura. Sempre com o objetivo de aprimorar as instituições de seguros e torná-las ainda mais significativas em um contexto social e econômico”. Com essas palavras, o anfitrião do evento e presidente da AIDA Brasil, Inaldo Bezerra Silva Junior, recebeu, na sexta-feira, 12 de outubro, lideranças do setor de seguros, autoridades e congressistas.

A presidente da AIDA World, Peggy Sharon, ressaltou a honra e agradeceu a confiança por ter sido escolhida como a primeira mulher a liderar a seção internacional da entidade. Em sua fala, ela destacou o processo de inovação pelo qual o mundo está passando e enfatizou que a AIDA precisa abraçar essas mudanças. “Já chegou o momento de mudança também para a AIDA. Hoje, mais mulheres estão chegando à liderança do nosso time. Eu e o meu grupo estamos aqui para trabalhar de mãos dadas em prol dessa entidade e para fazer com que a AIDA seja cada vez mais relevante e significativa para as leis de seguros”, enfatizou.

Nessa mesma linha, o titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha de Ataídes, falou sobre a importância da participação do órgão supervisor do setor em um evento de alcance mundial e também abordou a inovação como ponto de discussão em questões regulatórias. “Gostaria de destacar a relevância desses estudos e trabalhos, esse estímulo dos aspectos jurídicos para o regulador. Uma vez que aprimoramos os contratos e as relações, facilita muito a missão da Susep que é desenvolver os seus mercados supervisionados”, pontuou, fazendo referência aos direitos do consumidor em um momento de tantas inovações, já que haverá impacto nos contratos de seguros.

Já o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, discorreu sobre a importância da atividade seguradora no mundo, citando que a indústria do seguro responde por 6% do PIB mundial, movimentando cerca de US$ 4,9 trilhões e que, no Brasil, os números giram em torno de US$ 83 bilhões. “O setor de seguros também passou a fazer parte da pauta de mudanças das políticas macroeconômicas globais”, afirmou, explicando que está havendo uma revisão de benefícios antes garantidos pelo poder público e que agora estão migrando para o setor privado. Além disso, Coriolano pontuou a crescente judicialização do setor de seguros. “Todos precisamos nos debruçar sobre o assunto para verificar eventuais falhas regulatórias ou de lacunas contratuais”, ponderou.

O presidente da Escola Nacional de Seguros, à ocasião, também presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Robert Bittar, concordou que a ciência jurídica exige uma constante atualização. “A dinâmica do tempo, as mudanças comportamentais da sociedade e o surgimento de novos riscos pelas atividades humanas impõem aos operadores da justiça estar pensando sempre muitos passos à diante dos fatos”, afirmou, observando que a atividade de seguro possui princípios universalizados.

Nesse sentindo, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sebastião Reis, chamou atenção para o fato do mundo hoje ser uma aldeia global onde os países e as economias estão cada vez mais próximos. “Um evento dessa magnitude demonstra, mais uma vez, não só a importância do Brasil em um cenário internacional, mas também o anseio deste País de cada vez mais contribuir para a discussão de um assunto tão palpitante e fundamental nos dias de hoje”, concluiu, ressaltando que o STJ está à disposição da AIDA para futuros debates e encontros sobre as questões que envolvem seguros.

Também compuseram a mesa de abertura, o desembargador Milton Fernandes de Souza, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), que salientou a heterogeneidade do Brasil, exemplificando que, no Amazonas, muitas vezes um juiz para chegar à comarca precisa de três dias de barco. E o presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio de Janeiro e do Espírito Santos (Sindseg RJ/ES), Roberto Santos, que exaltou a contribuição que a realização do Congresso Mundial no Brasil traz para o mercado segurador.

Peggy: “São muitas as diferenças, mas chegamos à conclusão de que a busca pela equidade e possível equilíbrio entre as partes é compartilhada por todos os sistemas legais”

A nova presidente da AIDA World, Peggy Sharon, abriu a programação de painéis no segundo dia do AIDA Rio 2018. A advogada apresentou uma pesquisa realizada com 29 países sobre as estipulações pré-contratuais e ciência das partes no contrato de seguros. O estudo verificou que existe, em muitos casos, uma lacuna de informações entre a seguradora e o segurado, além de diferenças legislativas e contratuais adotadas pelos países – enquanto alguns adotam o direito comum, outros seguem as normas do direito civil.

No Reino Unido, Brasil e Japão, por exemplo, diferenciam seguro para pessoas físicas e seguro comercial. Já outros, como Colômbia, Dinamarca, Taiwan e Uruguai, utilizam regras gerais de proteção ao consumidor. “São muitas as diferenças, mas chegamos à conclusão de que a busca pela equidade e possível equilíbrio entre as partes é compartilhada por todos os sistemas legais”, afirma Peggy.

Na sequência, um dos consensos do painel “Novas tecnologias – veículos e robôs autônomos, riscos cibernéticos e processo de seguro” foi que a tecnologia está à frente da lei. Isso porque o mundo está mudando e evoluindo em uma escala bem mais rápida do que os ambientes regulatórios. Durante a explanação, foram abordados aspectos relativos aos reflexos jurídicos e de seguros no direito internacional.

Entre os pontos apresentados, destacaram-se questões como o limite entre a liberdade e a privacidade dos consumidores diante da disseminação massiva de informações pessoais, inclusive por meio das mídias sociais – o que pode levar à discriminação; e o emprego da responsabilidade (à seguradora, ao segurado ou mesmo ao responsável pela manutenção do veículo) à luz da utilização de carros autônomos.

Pellon: “O desastre de Mariana matou 19 pessoas e desalojou centenas, poluindo o solo, o ar, causando a mortandade de animais, da flora, e tornando extensas áreas urbanas e rurais imprestáveis”

A legislação, no que diz respeito ao seguro ambiental, ainda é pouco clara em diversas regiões do planeta. O conselheiro da AIDA World e integrante da Comissão Organizadora do AIDA Rio 2018, Luís Felipe Pellon, realizou, neste dia 12 de outubro, uma importante análise sobre um dos mais graves casos de catástrofes ambientais do nosso país: o rompimento da barragem do Fundão, da empresa Samarco, em Mariana, Minas Gerais (MG), no ano de 2015. O painel aconteceu no segundo dia do Congresso.

“Mais de 55 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro e sílica percorreram cerca de 22km, passando pelo Rio Doce e atingindo o oceano Atlântico, matando 19 pessoas e desalojando centenas, poluindo o solo, o ar, causando a mortandade de animais, da flora, e tornando extensas áreas urbanas e rurais imprestáveis”, enumerou o advogado.

Ao explicar os aspectos e causas do acidente, Pellon contou que a empresa optou pela técnica de construção mais econômica – e arriscada – para a barragem, e que diversas questões deveriam ter servido como alertas de que havia algo errado. Ele ressaltou, ainda, a importância da atuação do poder público na prevenção de tragédias como essa, por meio das chamadas fiscalizações pós licença.

De acordo com estudo apresentado na mesma plenária, pela presidente do Grupo Nacional de Trabalho de Linhas Financeiras da AIDA Brasil, Mariana Menescal, as diferenças entre as leis aplicadas ao seguro ambiental ao redor do mundo vão desde a própria definição do que se enquadraria como risco ambiental até os critérios para definir a quem deve ser atribuída a responsabilidade pelos danos em caso de sinistro.

O trabalho contou com a colaboração de sete seções da AIDA. A partir de respostas enviadas por 22 países, foi possível constatar que o tema é ainda pouco desenvolvido do ponto de visto jurídico. “Somente no México, por exemplo, existe uma estrutura de regulamentação específica para o segmento”, ressaltou Mariana.

Além disso, a penetração desse tipo de proteção ainda é baixa: segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a produção do mercado de seguros brasileiro para esses riscos representam menos de 1% no ramo de seguros patrimoniais e Responsabilidade Civil. “Essa situação se repete na maioria dos países questionados em nosso estudo”, contou a advogada.

Na sequência, o Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sebastião Reis, que presidiu o painel, avaliou: “o que podemos concluir é que existe, hoje, uma preocupação real com a efetividade das leis dentro dessa área. Até que elas se tornem mais concretas, há um longo caminho a ser percorrido”.

O terceiro integrante do painel, o advogado Pery Saraiva Neto, presidente do Grupo Nacional de Trabalho da AIDA Brasil voltado a esse segmento, defendeu a garantia da prevenção como uma das principais missões a serem perseguidas pela legislação. “Precisamos avançar na modulação de instrumentos econômicos de proteção ambiental, entendidos com soluções reguladas pelo Direito que visam romper com sua lógica meramente repressiva, com o objetivo de incentivar a adoção de melhores práticas”, afirmou.

Em sua visão, isso se refletiria na instituição de estímulos econômicos para a adoção de práticas ambientalmente adequadas, protetivas e sustentáveis. O tema será objeto de reunião no último dia do Congresso Mundial, 13 de outubro, quando as experiências do México e da Argentina serão compartilhadas.

Veículos autônomos, compliance, contratos de seguro e riscos ambientais estiveram em pauta no último dia do AIDA Rio 2018

Em desdobramento aos painéis realizados no dia 12 de outubro, a programação do AIDA Rio 2018 do dia 13 abriu espaço para debates mais específicos entre os grupos de trabalho da entidade. A reunião com foco em novas tecnologias foi conduzida pelos professores Robert Merkin e Kyriaki Noussia, ambos da Universidade de Exeter, do Reino Unido.

Muito foi falado em relação a quem seria o responsável em caso de acidentes causados ou envolvendo veículos autônomos, e mesmo sobre a definição do que pode ser considerado um veículo autônomo. Segundo os professores, a Alemanha está bem avançada em relação a outras jurisdições, porque já prevê regras específicas para esses veículos em seu Ato de Tráfego (RTA, sigla em inglês).

Do ponto de vista do seguro, também foi debatida a possibilidade de que, em um futuro bem próximo, seja criado um modelo de responsabilidade específica, já que, em uma escala global, 90% dos acidentes de trânsito estão relacionados ao motorista.

Na reunião do grupo de trabalho sobre Estipulações pré-contratuais e ciência das partes contou com representantes da Itália, Turquia, África do Sul e Brasil. As advogadas Sara Landini, Ozlem Gurses, Darren Millard e Angélica Carlini foram conduzidas pela presidente da Aida World, Peggy Sharon, e discutiram os deveres de divulgação por parte do segurado, segurador e intermediário.

Os participantes do Congresso também tiveram oportunidade de entender um pouco mais sobre governança corporativa com os professores Paolo Rainelli (Itália), Hsien-Nung, Kuei (Taiwan) e Bernardo Gabineski (Brasil). As realidades de cada país foram apresentadas pelos palestrantes.

No Brasil, por exemplo, o advogado Bernardo Gabineski explicou que a governança corporativa ainda está em processo de desenvolvimento. “Foram firmados há 10 anos compromissos internacionais para instaurar mecanismos de combate à corrupção, mas esse processo foi acelerado com a Lava Jato e, com isso, as empresas estão trabalhando cada vez mais com compliance e governança corporativa. A operação da Polícia Federal foi um componente importante deste processo de desenvolvimento, agregou a divulgação dessas boas práticas”, afirma.

Bernardo explica que todas as empresas envolvidas tinham governança corporativa. “O ponto central é avaliar se estavam realmente comprometidos com as boas práticas ou apenas mantinham um documento que não era seguido. E o maior desafio dessas empresas hoje é mostrar para os stakeholders, seus empregados e a sociedade como um todo que viraram a página e que estão em um novo cenário, não mais envolvidos em corrupção”, acrescenta Gabineski.

Na reunião sobre seguro poluição, a advogada brasileira Patrícia Godoy Oliveira realizou apresentação sobre o produto no país, expondo um breve histórico das leis ambientais nacionais. Ela informou que R$ 68 milhões foram arrecadados em prêmios em 2017, segundo dados da Susep. “A sinistralidade é alta, ficando em torno de 30%”, completou. Para ela, a maior dificuldade das empresas é entender a importância das coberturas e das exclusões – ou seja, o que não pode ser contratado – e que a participação da área jurídica é essencial no momento da contratação.

O engenheiro ambiental Carlos Sá, da Cooper Bros, compartilhou dificuldades recorrentes na regulação de sinistros em acidentes que envolvem danos ao meio ambiente. Já Luciano Pérez fez um relato sobre a experiência mexicana: “temos leis ambientais recentes muito bem estabelecidas, mas a forma como elas serão cumpridas ainda está em aperfeiçoamento. É preciso que as empresas olhem para essa questão de uma maneira mais social”.

Por fim, a advogada ambientalista Rossana Bril, da Argentina, fez um apelo nessa mesma linha. “Ao observar as normas, pensamos estar muito bem protegidos, mas a verdade é que criamos processos muito longos”, avaliou, citando um caso de julgamento que já dura 20 anos. De acordo com a especialista, conflitos ambientais envolvem questões sociais e culturais complexas, e precisam ser tratadas com maior diálogo e rapidez.

Trânsito no Brasil vitimou cerca de dez crianças por dia no ano passado

Release

Na próxima sexta-feira, dia 12 de outubro, é celebrado o Dia das Crianças. Além das comemorações, a data também deve servir para conscientizar a população sobre os cuidados com as crianças no trânsito. Dados da Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT, chamam a atenção para um cenário preocupante sobre acidentes envolvendo os pequenos. No ano passado, foram 3.834 vítimas indenizadas, na faixa etária de 0 a 7 anos, em todo o país. Desse total, 72% passaram a conviver com algum tipo de invalidez permanente (aproximadamente 2,8 mil crianças). Outras 752 indenizações foram pagas para casos fatais.

Os dados revelam ainda que a maior incidência de acidentes são os atropelamentos: mais de 2,4 mil vítimas pedestres (cerca de 63% do total). Somente neste ano, de janeiro a setembro, cerca de 2,3 mil indenizações do Seguro DPVAT já foram pagas para meninos e meninas de 0 a 7 anos de idade vítimas de acidentes no Brasil. As crianças são um dos grupos mais vulneráveis a ocorrências no trânsito. Para o especialista em segurança no trânsito, Rodolfo Rizzotto, a frágil condição física, ainda em desenvolvimento, comum distração e dificuldade de percepção dos perigos enfrentados, mesmo acompanhado de seus responsáveis, são fortes facilitadores dos incidentes com pedestres dessa faixa etária.

“As crianças costumam repetir o comportamento de seus pais e familiares e sofrem as consequências disso. Quando os adultos não atravessam na faixa, não respeitam o semáforo ou não usam a passarela, a criança tende a repetir esses costumes”, alerta o especialista.

Com relação aos passageiros, atitudes como o não uso dos equipamentos de segurança e imprudência dos adultos ao volante acabam se tornando frequentes causas de acidentes envolvendo os mais jovens.

“Muitos pais e responsáveis não usam, por exemplo, os equipamentos obrigatórios, como a cadeirinha. As justificativas são variadas, mas a falta de uso do equipamento, inclusive de forma adequada, contribui para o agravamento dos acidentes”, reforça Rizzotto.

O DPVAT é um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração da culpa. Ele pode ser destinado a qualquer cidadão brasileiro – motorista, passageiro ou pedestre. O seguro oferece três perfis de coberturas: morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada de saúde (até R$ 2.700).

Bradesco Seguros reúne especialistas em saúde e qualidade de vida para discutir longevidade no Brasil

Release

A população brasileira está vivendo mais. Essa e outras constatações foram discutidas no “Diálogos da Longevidade”, evento promovido pelo Grupo Bradesco Seguros, reunindo especialistas em saúde na última quarta-feira, no Habitat InovaBRA, em São Paulo. No palco, o médico Alexandre Kalache, Presidente do Centro Internacional de Longevidade do Brasil e também da Aliança Global de Centros de Longevidade Internacionais, e o psiquiatra e comunicador Jairo Bauer, foram os responsáveis por falar sobre a longevidade sob diferentes aspectos: desde a importância de se preparar para o futuro à dualidade existente entre a estética e a saúde.

Alexandre Kalache destacou que, nos dias de hoje, envelhecer não é mais como era na época dos baby boomers, geração nascida pós Segunda Guerra Mundial. “Essas pessoas que hoje estão com seus 50, 60 anos estão revolucionando a velhice. São indivíduos com maior nível de saúde e vitalidade, têm um padrão educacional mais alto do que seus pais e avós, voz ativa, além de serem mais exigentes nas escolhas diárias”.

Já Jairo Bouer trouxe a esse cenário a visão dos jovens, que não encaram a saúde como um valor, mas como um produto voltado à estética. “Fazer com que os adolescentes percebam que a saúde vai muito além de procedimentos estéticos é um dos nossos principais desafios. Essa geração da ‘imagem a ser curtida’ traz consigo grandes questionamentos sobre autoaceitação, e é essa a barreira que precisamos quebrar”.

A íntegra do evento pode ser conferida nas redes sociais do Grupo Bradesco Seguros. Novas percepções sobre longevidade serão tratadas no Fórum da Longevidade, que ocorrerá em 21 de novembro, em São Paulo.

Crédito das fotos: Casa da Photo.

MetLife busca jovens talentos para Programa de Estágio 2019

Release

A MetLife inicia as inscrições para seu programa de estágio do próximo ano. Em busca de jovens talentos, a companhia dispõe de 20 vagas para universitários que estejam empenhados em contribuir com a simplificação e melhoria do negócio de seguros no pais, além de orientados a se desenvolverem profissionalmente.

“As tecnologias estão remodelando os hábitos dos consumidores e impulsionando mudanças fundamentais em nosso setor. No dia a dia, fica claro quão valiosa é a contribuição das novas gerações para que companhia seja bem-sucedida neste movimento e seja cada vez mais pautada em elementos como a simplificação e a agilidade”, afirma Andrea Barradas, diretora de Recursos Humanos na MetLife.

Na MetLife, o programa de estágio prevê o desenvolvimento dos jovens colaboradores com base em três pilares: capacidades, conhecimento do negócio e habilidades pessoais. Ao longo de doze meses, são aplicados treinamentos para o aprimoramento de aspectos como criatividade, condução de projetos, gestão do tempo, inteligência emocional, metodologias ágeis, mindfulness, negociação, propósito e até apresentações em PPT. Assim, tornando os integrantes do programa profissionais mais preparados para iniciar suas carreiras no mercado de trabalho.

Com uma cultura de trabalho única, a MetLife proporciona aos seus colaboradores um ambiente diverso e favorável à integração entre vida pessoal e profissional. Isso significa que, no dia a dia, os colaboradores da companhia são livres para organizar seus compromissos pessoais e entregas do trabalho a partir de um horário flexível. Também encontram um cenário no qual a diversidade é valorizada, e as diferenças entre profissionais são vistas como ativos e não fatores de exclusão. Um exemplo são os comitês que dão voz aos grupos de mulheres, LGBT e pessoas com deficiências.

Inscrições

Para participar, basta ter idade mínima de 18, inglês intermediário, e estar cursando Administração, Ciências Atuariais, Comunicação, Marketing, Publicidade e Propaganda, Contabilidade, Direito, Economia, Engenharia ou cursos correlatos em São Paulo ou na região metropolitana. A inscrição deve ser feita pelo link http://www.estagioml.com/ até o dia 5 de novembro.

Entre outubro e dezembro, os candidatos passarão por uma seleção em cinco etapas, incluindo games virtuais, dinâmicas de estratégia de fuga e entrevistas presenciais. As vagas são para diferentes times de negócios da companhia, no escritório de São Paulo, como Comercial, Finanças, Marketing, Operações e Recursos Humanos. Com previsão de início para janeiro de 2019, os profissionais selecionados contarão com bolsa mensal, auxílio-refeição, vale-transporte, assistência médica e odontológica, seguro de vida, Gympass, 13º bolsa auxilio, massagista e nutricionista in company.

Campanha Conexão Mundo e Brasil 2019 da Liberty levará ganhadores à Vancouver e Bahia

Release

A Liberty Seguros acaba de lançar as campanhas Conexão Mundo e Conexão Brasil, programa de ações que reconhece e incentiva a parceria entre a seguradora e os corretores, um dos ativos mais importantes da companhia.

Para este ano, a seguradora traz novidades e irá premiar mais de 240 corretores com viagens à Vancouver, no Canadá, ou à Ilha de Comandatuba, na Bahia, além de distribuir 100 vouchers de R$1.500,00 para serem resgatados em prêmios em lojas como Magazine Luiza, Extra, Wallmart, Ponto Frio e Casas Bahia.

De 1/10 a 24/02 de 2019, o corretor deve vender novas apólices ou realizar renovações dos produtos Auto, Vida, API, Caminhão, Frota, Comércio e Serviços, Residência, Engenharia, Responsabilidade Civil e Transporte (não participam os produtos SPM, Residência e Vida faturáveis).

A cada produto será atribuída uma pontuação específica que dará origem a um ranking que premiará os mais bem colocados, que devem apresentar um crescimento mínimo de 6% em suas vendas para poderem participar do Conexão Mundo e 9% de crescimento para participar do Conexão Brasil.

Os corretores participantes do Conexão Mundo serão divididos em dois grupos: Cabeça de Chave, para aqueles concorrendo em nível Nacional, e o Chave 01, com aqueles concorrendo nas Diretorias Regionais. Os corretores que não estiverem nessas chaves concorrerão automaticamente ao Conexão Brasil, que premiará os vencedores divididos para cada regional.

O programa Conexão passa a fazer parte, a partir desse ano, da campanha lançada pela seguradora chamada Cresça com a Liberty, que convida os corretores a evoluírem seus negócios e crescerem junto à companhia.

Desde sua criação, o Programa já beneficiou milhares de profissionais com capacitações, prêmios e ações relacionadas aos cinco pilares que formam o programa: Comunicar, Treinar, Encantar, Incentivar e Inovar. As campanhas Conexão Mundo e Conexão Brasil fazem parte do pilar Conectados para Incentivar e já levou milhares de corretores à viagens exclusivas para destinos internacionais como México, Estados Unidos, Espanha, Itália, Leste Europeu, Marrocos e Turquia, assim como destinos nacionais como Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Conexão Mundo leva corretores para a maravilhosa Vancouver

Esse ano, a Liberty escolheu o Canadá como destino para premiar os 61 corretores mais bem colocados no ranking da campanha Conexão Mundo e que apresentaram pelo menos 6% de crescimento em suas vendas.

A cidade escolhida no país foi Vancouver, uma das cidades com maior qualidade de vida do mundo e entre as cinco melhores cidades do mundo para se viver, dona de belíssimas atrações naturais e culturais, como estações de esquis, museus, aquários, parque e jardins belíssimos.

Conexão Brasil convida corretores a relaxar na Bahia

O destino escolhido para premiar os vencedores do Conexão Brasil foi o incrível resort da Ilha do Comandatuba, na Bahia. Os 182 corretores que melhor se posicionarem no ranking, dividido regionalmente, e alcançarem o mínimo de 9% em suas vendas poderão desfrutar de dias de paz e tranquilidade em um dos destinos mais cobiçados e exclusivos do país.

Localizado em Una, na Bahia, o Transamérica Resort Comandatuba conta com um complexo de Esportes & Lazer, passeios ecológicos, 80 tipos de atividades, 21 Km de praia, complexo aquático, duas piscinas, Biblioteca, Charutaria, Cyber Point, Health Club, salão de beleza e uma das mais completas estruturas de esportes náuticos no Brasil.