Notícias sobre seguro na grande mídia – 26 de dezembro de 2018

Fonte: SindSeg-SP

O Estadão destaca que o Itaú Unibanco está adotando um novo posicionamento para operar em seguros. Dentro da sua estratégia de ter uma plataforma aberta, com a venda de produtos de outras seguradoras, o que já faz na área de investimentos, o banco passou a usar, sem fazer alarde, o slogan de uma corretora de seguros e não mais de uma seguradora.

O Estadão revela que a seguradora HDI, que pertence ao grupo alemão Talanx, e a brasileira Icatu, controlada pela família Almeida Braga, desenham, em silêncio, uma parceria para vender seguros em seus canais de distribuição. O negócio pode até mesmo evoluir para uma joint venture no futuro. A ideia é que uma possa comercializar seus produtos na rede de corretores da outra.

O Valor Econômico destaca que a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) impulsionou muito mais do que a busca pela segurança de informações de clientes e funcionários das companhias. A partir da promulgação da nova legislação, em agosto deste ano, a demanda pelo seguro contra riscos cibernéticos mais que dobrou, segundo empresas do ramo e especialistas.

O Valor Econômico relata que a corretora americana Aon fez mudanças no comando da América Latina e do Brasil com um objetivo ambicioso: voltar a crescer dois dígitos na região, e de maneira orgânica. Para isso, além de ampliar a relação com grandes empresas, a corretora planeja reforçar a atuação junto às pessoas físicas e às empresas de menor porte.

A colunista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, revela que os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) votaram mais a favor de empresas do que dos consumidores em processos envolvendo planos de saúde privados julgados em 2018 pela corte. A avaliação está no primeiro Anuário da Justiça Saúde Suplementar, que será publicado pela editora Consultor Jurídico e pela Associação Nacional dos Administradores de Benefícios (Anab).

Resumo das notícias

Itaú aposta em corretora para crescer em seguros

O Estadão destaca que o Itaú Unibanco está adotando um novo posicionamento para operar em seguros. Dentro da sua estratégia de ter uma plataforma aberta, com a venda de produtos de outras seguradoras, o que já faz na área de investimentos, o banco passou a usar, sem fazer alarde, o slogan de uma corretora de seguros e não mais de uma seguradora.

Outra mudança diz respeito ao nome. O banco começou a utilizar, ao menos até aqui, a marca Itaú Corretora de Seguros no lugar de Marsep Corretagem de Seguros.

A visão do banco, segundo interlocutores, é de que o nome antigo, de uso mais interno, precisava ser renovado por questões mercadológicas. Ao incluir Itaú no nome que o identifica como um distribuidor de seguros o banco traz ainda sua força para a área.

Enquanto isso, o Itaú negocia novas parcerias para deslanchar sua plataforma aberta de seguros. Duas ou três estão no forno. Recentemente, fechou com a francesa Axa na área de assistências 24 horas e com a Metlife, que já tinha um contrato no ramo de odontologia, também no seguro prestamista, que cobre prestações.

Outra seguradora com a qual ampliou a parceria foi a americana Chubb. O banco, que já tinha negociado ofertar as apólices para celulares, passou a ofertar também seguro garantia e educacional. Em paralelo, o Itaú segue conversando com a Porto Seguro para ir além no casamento. Procurado, o Itaú não comentou.

Alemã HDI Seguros e Icatu negociam parceria

O Estadão revela que a seguradora HDI, que pertence ao grupo alemão Talanx, e a brasileira Icatu, controlada pela família Almeida Braga, desenham, em silêncio, uma parceria para vender seguros em seus canais de distribuição. O negócio pode até mesmo evoluir para uma joint venture no futuro. A ideia é que uma possa comercializar seus produtos na rede de corretores da outra. Faz todo sentido. Isso porque as seguradoras se complementam em termos de portfólio. Enquanto a HDI tem foco em seguro de automóvel, a Icatu é especializada em seguros de vida e previdência privada.

A aproximação com a Icatu está alinhada à estratégia da HDI de se unir a outros players para deslanchar mais negócios, como fez com o Santander Brasil, com o qual estrutura uma joint venture. 100% digital, a nova empresa focará em seguro de automóvel, aproveitando a posição do banco no segmento, que é líder em financiamento para a compra de veículos. Seu início está programado para o segundo semestre de 2019.

Nessa mesma direção, Porto Seguro e a americana AIG se uniram para deslanchar o seguro para pequena e média empresa no Brasil. Procuradas, HDI e Icatu não comentaram.

Procura por ‘seguro ciber’ mais que dobra após Lei de Dados

O Valor Econômico destaca que a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) impulsionou muito mais do que a busca pela segurança de informações de clientes e funcionários das companhias. A partir da promulgação da nova legislação, em agosto deste ano, a demanda pelo seguro contra riscos cibernéticos mais que dobrou, segundo empresas do ramo e especialistas.

A consultoria especializada em riscos, seguros e previdência Willis Tower Watson, por exemplo, indica um aumento de 116% na demanda por esse tipo de apólice. A Aon, outra especialista em análise de riscos e seguros, também verificou um salto de 115% na busca pela solução. Já a seguradora JLT reporta grande procura pela proteção. Segundo Marta Schuh, especialista em risco cibernético da companhia, “a demanda mais do que dobrou”.

Setor de seguro garantia deve crescer com obras pós-Lava Jato

A Folha de S.Paulo registra que o seguro garantia, plano que se contrata para garantir o cumprimento ou pagamento de um dever, será impulsionado pela retomada de obras de infraestrutura nos próximos anos, dizem analistas desse mercado.

A modalidade cresceu na crise por ser usada como alternativa ao depósito judicial. “Havia a ideia de que a garantia judicial teria chegado ao seu limite, mas cresceu em 2018”, diz Roque Melo, da comissão de grandes riscos da Fenseg (federação do setor).

“A expectativa de todos é que haja mais investimento em infraestrutura, o que criará novas oportunidades.”

Além de projetos de energia em óleo e gás, o setor espera que saiam do papel novos aeroportos, ferrovias e portos, segundo Rodrigo Protasio, diretor-executivo de resseguros da JLT, que atua nesse nicho.

“O seguro de performance dá a garantia de entrega dessas construções todas.”

A avaliação da empresa é que, após a Lava Jato, parte dos projetos ficarão com empreiteiras que não têm fluxo de caixa que dê ao mercado segurança de que a obra será terminada, e isso vai impulsionar a venda de apólices.

Aon muda comando na América Latina para crescer dois dígitos

O Valor Econômico relata que a corretora americana Aon fez mudanças no comando da América Latina e do Brasil com um objetivo ambicioso: voltar a crescer dois dígitos na região, e de maneira orgânica. Para isso, além de ampliar a relação com grandes empresas, a corretora planeja reforçar a atuação junto às pessoas físicas e às empresas de menor porte.

“A América Latina cresceu muito desde 2000 e, no caso da Aon, esse avanço foi maior até mesmo do que nos países asiáticos”, disse Marcelo Munerato de Almeida, que deixa a presidência da corretora no Brasil em janeiro para assumir a estratégia comercial da América Latina.

De acordo com o executivo, o ritmo de crescimento desacelerou há três anos, em função da crise econômica não só no Brasil, mas também em outros países da região, como na Argentina.
A Aon tem a meta de crescer 5% ao ano em média em todo o mundo, de maneira orgânica.

Daqui em diante, a ideia é que os dez países da América Latina onde tem presença consigam registrar um crescimento acima de 10%, como costumava mostrar antes das turbulências recentes.

“O primeiro passo será a retenção da carteira de clientes, porque o negócio de seguros é recorrente e precisa ser renovado todo ano”, disse Munerato. “Além disso, vou trabalhar com os líderes nos países para definir a estratégia de expansão para novos clientes.”

STJ foi mais favorável aos planos de saúdes do que aos usuários, aponta estudo

A colunista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, revela que os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) votaram mais a favor de empresas do que dos consumidores em processos envolvendo planos de saúde privados julgados em 2018 pela corte.

A avaliação está no primeiro Anuário da Justiça Saúde Suplementar, que será publicado pela editora Consultor Jurídico e pela Associação Nacional dos Administradores de Benefícios (Anab).

O estudo considerou votações sobre temas como: se operadoras precisam fornecer remédios importados sem registro da Anvisa; se é válido o reajuste da mensalidade de planos baseado na faixa etária do beneficiado; e se ex-empregados têm direito de permanecer em plano de saúde custeado exclusivamente pelo ex-empregador.

Nas questões analisadas, os ministros decidiram por maioria a favor das empresas. O STJ é responsável pelos julgamentos contra planos de saúde. Até setembro deste ano, 9.292 processos sobre o tema foram julgados. Em 2017, foram 10.012 no total.

Segundo o anuário, que será lançado em 2019, planos de saúde já ocupam o segundo lugar nos temas com maior número de ações na 2ª Seção do STJ, responsável por definir a jurisprudência de direito privado no país —ficando atrás apenas de ações sobre contratos bancários.

Criada para paciente sem plano de saúde, Amparo atrai operadoras

O Valor Econômico destaca que, criada há apenas um ano e meio para atender pacientes sem planos de saúde, a rede de clínicas de médico de família Amparo Saúde está atraindo o interesse de operadoras e seguradoras de saúde. A Amil. maior operadora de planos de saúde do país, fechou um contrato para que a Amparo acompanhe a saúde de seus 16 mil usuários.

“Recebemos um valor fixo por paciente e um pagamento adicional conforme a performance, a melhora da saúde desse paciente”, disse o alemão Emilio Püschmann, sócio e presidente da Amparo Saúde. Seu sócio é o médico Gustavo Gusso que até o começo deste ano era um dos responsáveis pela área de atenção primária da Amil.

A Amparo também trabalha com SulAmérica, Omint, Fesp Unimed e Seguros Unimed, mas nesses casos suas clínicas médicas apenas fazem parte da rede credenciada dessas operadoras e não há gestão da saúde dos usuários como ocorre com a Amil.

Fundos PGBL e VGBL mantêm alta em novembro, segundo GuruPrev

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O site GuruPrev divulgou os resultados sobre os planos PGBL/VGBL do mercado até o mês de novembro. A base analisada tem 9.048 planos de previdência do mercado e mais de 1.264 fundos de investimentos vinculados aos planos.

Após um mês de outubro excelente, os fundos de investimentos PGBL/VGBL tiveram um mês de novembro muito bom, grande parte deles renderam acima do CDI. Após uma expressiva recuperação da rentabilidade dos planos visualizada no mês de outubro, os fundos PGBL/VGBL mantiveram retornos positivos em novembro, valores menos expressivos quanto outubro, porém a maior parte deles superou o CDI.

Após a grande volatilidade do mercado verificada durante o ano de 2018 em função das expectativas das eleições e do conturbado ambiente econômico no exterior, os PGBL/VGBL se recuperaram e apresentaram um resultado médio muito bom no acumulado do ano, em todas as modalidades de fundos de investimento.

Rentabilidade
Segundo o levantamento, a rentabilidade média no ano 2018 até novembro, foi de 6,85%, o que representou 116,2% do CDI. Nos últimos 12 meses, a média dos fundos analisados é de 7,9%, 122,6% do CDI, o retorno médio dos PGBL/VGBL também excede o CDI se estendermos essa pesquisa para um período de 24 meses, no qual registrou 113,9% do CDI ou 20,2% em valores nominais. Em 36 meses, a rentabilidade média dos fundos PGBL/VGBL também foi melhor que o CDI, no qual anotaram 39,4%, o que equivale a 115,1% do CDI.

Em comparação ao CDI, os últimos três meses estão demonstrando boa performance em relação ao principal benchmark do mercado. Em setembro, mais de 56% desses fundos renderam acima do CDI, no mês de outubro 88% dos fundos PGBL/VGBL renderam acima do CDI e no mês de novembro, 59% dos fundos de investimentos ultrapassaram o retorno do CDI. Os 10% melhores registraram uma rentabilidade média de 1,87%, ou 378,1% do CDI. Enquanto que os 10% piores do período renderam 28,39% do CDI, o que, nominalmente, corresponde a 0,14%.

No geral, em 2018, cerca de 44,3% dos fundos não superaram o CDI.
Apesar do rendimento médio do mercado ter obtido um retorno acima do CDI no ano (116,2%), em que 644 fundos de investimentos renderam acima do CDI, porém, eles respondem por um PL de R$ 126,63 Bilhões (16,4% do mercado). Portanto, 512 fundos ficaram abaixo do CDI, tais fundos apresentam um PL somado de R$ 638,75 Bilhões (82,7%), outros 108 fundos não apresentaram resultado, tais fundos possuem um patrimônio de R$ 6,89 Bilhões (0,9%).

Os fundos de investimentos PGBL/VGBL com PL superior a R$ 10 Bilhões, 20 no total, registraram em média 87,17% do CDI, ou 5,14% em valores nominais, ou seja, um resultado muito inferior ao visto no mercado. Somados, esses fundos possuem um PL de R$ 386,11 Bilhões (50,0% do mercado). Apenas 3 fundos dessa amostra vêm conseguindo um retorno acima do CDI no ano, apesar de terem obtido um rendimento acima do CDI, nenhum deles superou a média registrada no mercado.
Considerando todos os fundos PGBL/VGBL “bilionários” (109), apenas 22 renderam acima do CDI no ano.

Curiosidades dos melhores e piores
Os 10% melhores tem um PL médio de R$ 125,7 milhões, enquanto que os piores têm um PL médio de R$ 732,9 milhões.

Patrimônio Líquido
Os fundos de investimentos PGBL/VGBL terminaram o mês de novembro com um patrimônio total de R$ 772,3 bilhões, distribuídos nas modalidades de renda fixa, multimercados, balanceados e data-alvo. Em novembro do ano passado o valor era R$ 703,2 bilhões, portanto, um crescimento de 9,8%. Neste ano, o crescimento do Patrimônio Líquido destes fundos de investimento foi de 8,3%.

Captação Líquida

No que diz respeito a captação líquida, este mês e ano, de maneira parcial, apresentaram os seguintes resultados:

Marcele Lemos assume a Diretoria de Planejamento Estratégico da Coface na América Latina

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A presidente da Coface no Brasil, Marcele Lemos, foi promovida para a Diretoria de Planejamento Estratégico da América Latina. A executiva acumulará a nova função com a presidência da seguradora de crédito no Brasil, da Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação (SBCE) e da Coface Serviços. “É com grande satisfação que assumi este novo desafio, com a missão de apoiar os países da América Latina na criação de um caminho para o crescimento e rentabilidade em meio à concorrência e às constantes mudanças”, afirma Marcele, que está no cargo deste o início deste mês.

Entre as responsabilidades de Marcele frente à nova diretoria, estão: compreender e apoiar os gerentes nacionais da América Latina para moldar a estratégia e a missão da empresa; desenvolver e / ou analisar planos para materializar estratégias e analisar propostas de negócios dentro da região; apoiar os gerentes nacionais para pesquisar a concorrência para identificar ameaças e oportunidades; avaliar o desempenho operacional e estratégico da empresa; alinhar processos, planejamento de recursos e metas regionais com estratégia global; fornecer suporte e insights sobre mudanças organizacionais significativas (por exemplo, mudança no foco estratégico); treinar altos executivos na tomada de decisões efetivas; monitorar e analisar as tendências do setor e as mudanças do mercado; gerar ideias originais com outros membros da equipe e identificar possíveis problemas e planejar formas de corrigi-los.

“Estou muito feliz e animada com esse novo caminho a ser percorrido. Tenho certeza de que, com o apoio das minhas equipes, farei um trabalho sustentável, que agregará mais valor ainda às três empresas que presido e a essa diretora. Agradeço a confiança e a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento da Coface na América Latina”, finaliza Marcele.

SulAmérica Investimentos fecha parceria e lança seu primeiro fundo quantitativo

Novo fundo Pandhora Feeder Institucional FIC FIM segue a tendência global de abordagem sistemática

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A SulAmérica Investimentos apostou na diversificação do portfólio e, em parceria com a Trilha Investimentos, apresenta ao mercado seu primeiro fundo quantitativo. Trata-se do Pandhora Feeder Institucional FIC FIM.

Acompanhando uma tendência mundial, os fundos quantitativos têm se destacado pela forma de realizar suas alocações por meio de estratégias sistematicamente programadas. Nesse segmento, as oportunidades disponíveis no mercado são capitalizadas mediante uso de algoritmos e programas de computador. O objetivo dessa abordagem é ofertar um produto desprovido de potenciais vieses comportamentais, como apego às posições baseado em emoções, e criar uma opção eficiente para diversificação da carteira, por ter um resultado descorrelacionado de outros fundos.

“Ao analisarmos nosso portfólio, notamos que havia espaço para esse tipo de estratégia. Fizemos uma criteriosa seleção para a parceria e chegamos até o Pandhora”, conta Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos da SulAmérica.

“Hoje, o Pandhora conta com 18 algoritmos que funcionam como se fossem 18 gestores, capturando ciclos globais de médio e longo prazo, sem nenhum fator de risco específico. O backtest é de 20 a 25 anos e o fundo só opera ativos líquidos em grandes mercados, como contratos futuros de índice de ações, moedas e juros”, complementa Alexandre Bossi, sócio e gestor do Fundo Pandhora.

A aplicação mínima requerida é de R$ 5 mil, com taxa de performance com 20% do que exceder 100% da variação do CDI e taxa de administração de 1,5% ao ano. O objetivo de retorno é CDI + 4% a.a. e o de volatilidade, entre 5 a 6% ao ano.

SulAmérica reforça assistência 24h em regiões litorâneas

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A SulAmérica reforçará a rede de assistência automotiva 24h em regiões litorâneas durante o período de festas, quando o fluxo de carros nas estradas e a concentração de pessoas nas praias brasileiras aumentam. O objetivo é oferecer um atendimento emergencial ainda mais ágil e eficiente nesses locais, por meio de um contingente adicional de prestadores com os serviços de socorro mecânico, reboque, táxi e chaveiro. A ação tem início nesta sexta-feira, dia 21 de dezembro, e se estenderá até o dia 7 de janeiro de 2019.

No Nordeste, a rede de prestadores automotivos será reforçada em Pernambuco e na Bahia. Em São Paulo, a intensificação dos serviços será realizada ao longo de todo o litoral. Já no Rio de Janeiro, o plano focará a Costa Verde e a Região dos Lagos. No Sul, o pacote abrangerá o Vale do Itajaí, em Santa Catarina, e o litoral do Rio Grande do Sul.

“A SulAmérica Auto reforça a operação de assistência 24h em regiões litorâneas durante a alta temporada para oferecer aos clientes um atendimento rápido e eficiente em casos de reparos emergenciais e recolhimento de veículos. Trata-se de uma garantia extra de tranquilidade e conveniência para as viagens de férias dos nossos segurados”, afirma o diretor de Operações, Renato Roperto.

Em caso de imprevistos, a SulAmérica disponibiliza uma série de serviços de assistência, como reboque com quilometragem ilimitada, mecânico para reparo emergencial no local, troca de pneus e transporte para os clientes que não puderem retornar para casa com o veículo. Além disso, por meio do aplicativo SulAmérica Auto, o segurado pode acionar rapidamente o botão para emergências, além de acompanhar a chegada do guincho em tempo real e consultar os telefones dos canais de atendimento.

Prudential do Brasil e BTG Pactual digital fecham parceria

Com a negociação, a corretora de seguros passa a comercializar produtos de vida individual da seguradora em sua plataforma digital

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A Prudential do Brasil acaba de fechar parceria com a corretora de seguros do BTG Pactual digital para comercialização de seguros de vida individual. Serão os primeiros seguros de vida a serem ofertados na plataforma, que já conta com mais de 100 parceiros e um portfólio completo de fundos, renda fixa, Tesouro, renda variável, previdência, COE, câmbio, e, a partir de agora, seguros.

“O grupo BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina e o terceiro maior banco privado do Brasil, com forte experiência em captação de clientes no ambiente digital. São expertises que agregarão à seguradora e ajudarão a fortalecer, cada vez mais, a importância do seguro de vida como um dos principais pilares do planejamento financeiro”, afirma Patrícia Freitas, vice-presidente de Parcerias Comerciais da Prudential do Brasil.

O canal de Parcerias Comerciais da Prudential do Brasil completou cinco anos em 2018 e vem aumentando sua capilaridade no país. “A busca por parcerias sólidas como essa nos ajuda a acelerar o nosso crescimento no Brasil e a disseminar a cultura de proteção financeira por meio do seguro de vida, que ainda não é tão conhecida aqui”, destaca Patrícia.

A Prudential do Brasil completou 20 anos de atuação no país e se mantém em uma elevação constante, com uma média de 31% de crescimento registrado na última década. No primeiro semestre de 2018 registrou um crescimento de 23% em prêmios emitidos no período.

Reajuste de planos individuais terá nova metodologia de cálculo a partir de 2019


Índice será composto por variação de despesas assistenciais e IPCA; mudança garante mais transparência e reflete mais adequadamente os custos do setor

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleceu nova metodologia de cálculo para definir o índice de reajuste dos planos de saúde individuais e familiares. A proposta foi aprovada na última terça-feira (18/12) pela Diretoria Colegiada da reguladora e passa a vigorar a partir do ano que vem. O reajuste anual dos planos individuais e familiares é calculado pela ANS e só pode ser aplicado pelas operadoras a partir da data de aniversário de cada contrato.

Confira a Resolução Normativa nº 441 publicada hoje no DOU.

O novo Índice de Reajuste dos Planos Individuais (IRPI) se baseia na variação das despesas médicas das operadoras nos planos individuais e na inflação geral da economia, refletindo assim, a realidade desse segmento. Traz ainda outros benefícios, como a redução do tempo entre o período de cálculo e o período de aplicação do reajuste e a transferência da eficiência média das operadoras para os beneficiários, resultando na redução do índice de reajuste.

A metodologia é fruto de estudos efetuados pelo corpo técnico da Agência ao longo dos últimos oito anos e foi discutido amplamente com o setor e a sociedade, que colaborou através de contribuições feitas em audiências públicas, reuniões e sugestões enviadas através de formulário eletrônico disponibilizado pela agência. É importante destacar que os dados utilizados para o cálculo são públicos e auditados, conferindo, assim, mais transparência e previsibilidade ao índice.

“Esse modelo é um grande passo para a ANS, para os beneficiários de planos de saúde e para o setor regulado. É uma forma mais eficiente e transparente de cálculo e vai refletir com maior exatidão os custos em saúde”, avalia o diretor de Normas e Habilitação de Produtos da ANS, Rogério Scarabel. “O maior equilíbrio tende a se refletir no valor final pago pelo beneficiário. Porém, é preciso lembrar que a natureza dos custos do setor não é vinculada a um índice de preços, mas de valor. Ou seja, o custo final do plano de saúde é impactado por fatores como aumento da frequência de uso e inclusão de novas tecnologias, que não são aferíveis previamente”, explica.

O índice de reajuste autorizado pela ANS é aplicável aos planos de saúde médico-hospitalares contratados após 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98. Atualmente, 8 milhões de beneficiários se enquadram nessas condições, o que representa 17% do total de clientes de planos de assistência médica no Brasil, segundo dados de outubro.

Luis Barreto deixa OCS para seguir carreira solo

Um dos profissionais mais bem cotados no segmento de seguros de grandes riscos, Luis Barreto, postou no LinkedIn que ontem foi o último dia na Odebrecht Corretora de Seguros (OCS). “Após quase 12 anos no grupo decidi partir para uma carreira solo. Muito obrigado a toda a equipe da OCS pelo carinho e por me dar força nessa nova etapa”, escreveu.

Barreto participou da elaboração do programa de seguros dos principais projetos e obras de infraestrutura no Brasil e no exterior, sendo reconhecido como um dos principais especialistas no tema no mercado mundial. “Barreto, com seu profissionalismo, ganhou o respeito do mercadão nacional e internacional”, comentou José Cardoso, presidente do IRB Brasil Re.

BTG Pactual aguarda aval do BC para lançar seguradora

O BTG Pactual aguarda o aval do Banco Central para lançar uma nova seguradora do grupo, que atuará com seguros financeiros, como garantia, responsabilidade civil de executivos, conhecido como D&O, entre outras apólices desenhadas para atender a demandas de riscos corporativos, informou Thiago Moura, que está no grupo há 7 anos e agora assume como CEO da seguradora que já recebeu o aval da Superintendência de Seguros Privados (Susep). “Acreditamos que em janeiro tenhamos a autorização do BC e já possamos anunciar a nossa estratégia”, disse ele, que participou do almoço de final de ano do mercado segurador promovido pela CNseg, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira.

O BTG é um dos acionistas da Pan Seguros, juntamente com a Caixa, que agora chama-se Too Seguros. No passado, o grupo obteve autorização da Susep para atuar com garantia e riscos financeiros, mas com a crise econômica e também das construturas com as investigações da Lava Jato, o segmento de grandes riscos praticamente desapareceu nos últimos dois anos. Com novas perspectivas para 2019 para o segmento de infraestrutura e retomada dos investimentos, a nova seguradora surge para retomar sua atuação em seguros voltados para grandes e médios riscos, inicialmente. “Teremos muitas novidades em 2019. Aguarde”, avisou Moura, que também comanda a Resseguradora do grupo BTG.

ARTIGO: O Ambiente de Trabalho do Futuro

Tulio Fumis

Por Túlio Fumis, Associate Partner na Page Executive e líder para as áreas de serviços financeiros, saúde e seguros

Neste quarto artigo da série das oito mais importantes preocupações dos executivos em 2018, entenderemos como a automação e a tecnologia moldam a demanda por talentos.

Reflexões:

• Os talentos de amanhã precisarão passar a vida inteira aprendendo?
• As reuniões com clientes poderão ocorrer em realidade virtual?
• O mercado de seguros será muito ou pouco impactado por tecnologia no futuro?
• Você está preparado para isto?

Uma coisa nós sabemos com certeza: o ambiente de trabalho do futuro vai exigir líderes competentes e preparados para começar a pensar de maneira diferente da atual.

Contemplar o futuro do trabalho pode ser um exercício fascinante ao considerarmos como e onde as futuras gerações irão trabalhar. E mais: quais inovações poderão potencializar o nosso ambiente de trabalho futuro.

Uma vez que os avanços tecnológicos aceleram e os “futuristas” respondem de volta, as últimas previsões são de que o escritório do futuro será modificado por várias inovações como ambientes mais oxigenados e verdes, também conhecidos como “design biofílico”, impressoras 3D e secretárias-robôs. Porém, poucas previsões englobam os fundamentos de como a liderança e nosso uso dos talentos nas empresas deverá mudar.

Transformação Analítica

Um ativo garantido para transformar o ambiente de trabalho e as decisões tomadas por lá é a “big data”. De fato, uma prioridade para os líderes seniores será explorar uma quantidade enorme de informação de qualidade.

Larysa Melnychuk, CEO e fundadora do International FP&A Board, uma incubadora de idéias para profissionais de finança seniores, previu que inteligência artificial e sistemas avançados de conhecimento vão dar para os líderes do futuro um entendimento claro, exato e atualizado dos números que norteiam o sucesso ou fracasso de uma empresa.

Ela diz que como tudo é baseado em indicadores de negócio, e aproximadamente 20% destes indicadores explicam 80% dos resultados, obviamente estes indicadores mudarão. Menciona um cliente do mercado financeiro em New York que antigamente demorava por volta de um mês para rever seus números de balanços, na casa das dezenas de bilhões, e que atualmente demora trinta e seis minutos para fazer isto.

A chave para este processo, que ela descreve como “transformação analítica”, vai gerar uma necessidade crescente de profissionais de talentos, incluindo novas posições para cientistas de dados, arquitetos de informações e “contadores de histórias” que podem ajudar líderes seniores a trazer a estratégia para a realidade. Estas posições irão de certo modo tomar lugar de outras como a de um contador tradicional, por exemplo, cuja atividade será rapidamente ultrapassada por automação baseada em inteligência artificial.

Proteger pessoas acima dos trabalhos

Não existe disfarce para isto: o ambiente de trabalho de hoje está repleto de funções que irão ser redundantes no futuro. É uma mensagem difícil para o C-level de hoje e de sérias implicações para organizações e educadores.

As empresas podem não estar aptas a proteger as funções que serão redundantes devido a tecnologia e automação, mas elas devem manter a responsabilidade pelos colaboradores e por ajuda-los a se adaptarem e se “reinventarem” para as novas funções que surgem.

Existe um papel muito claro para a liderança nesta fase de transição. Laurence O’Neill, Coordenador de Infraestrutura para a Europa, no Grupo Page, comenta que continua sendo uma prioridade para os CEOs manterem-se focados em seus papéis de mantenedores do rumo da empresa. Ressalta que enquanto os avanços da tecnologia vão moldar o cenário dos ambientes de trabalho futuros, caberá às pessoas garantir que nós não percamos o foco do que nos faz humanos e caberá aos futuros líderes facilitar este tipo de pensamento.

Similarmente, no nível individual, será necessário para a força de trabalho do futuro entender a demanda de nos esforçarmos cada vez mais em engajarmos com outras pessoas neste processo e ao mesmo tempo manter nossa identidade e valores essenciais.

Para proteger os meios de subsistência e manter a competitividade em alta, os líderes do futuro devem estar preparados para as tarefas prioritárias, particularmente encontrando novas maneiras de responder aos grandes desafios que vão aparecer e construir os modelos para ajudar a resolvê-los.

Vender para as pessoas que a educação formal delas não irá travar seus caminhos aos vinte e pouco anos e que o trabalho deve ser um ambiente de readaptação de alto nível constante, vai requerer um pensamento diferente sobre como elas vão ver suas carreiras mais para frente. E se os nossos talentos precisam voltar constantemente para escola, para alavancar suas carreiras, que outros pilares neste “pós-guerra” do ambiente de trabalho, como dias fixos de trabalho na semana, também poderão ser desmantelados?

Os competidores de jogos online de hoje vão mudar o mercado

Mudar as expectativas dos consumidores irá levar também a uma mudança radical no mercado. Por exemplo, todos aqueles que atualmente estão envolvidos com jogos online, será que irão demandar do mercado as mesmas especificidades relativas a serviços bancários, comércio, reuniões ou e-commerce do que outras gerações? O tempo investido em análise de mercado de games e em jogos on-line, pode ter sido de bastante proveito.

Já há previsões de que dentro de uma década, a maioria dos consumidores terá um equipamento dentro de seus bolsos capaz de proporcionar uma experiência de realidade virtual impressionante. Isto poderia também ajudar-nos a superar o que muitos executivos chamam de “tirania da distância” que muitos CEOs globais enfrentam.
Com a melhoria da interação entre humanos e máquinas, que gera cada vez mais experiências mais envolventes, detentores de grandes marcas terão o potencial de engajar e se conectarem emocionalmente com consumidores de uma maneira que os líderes seniores jamais imaginaram.

Conclusões:

• Uma transformação analítica irá oferecer visões de indicadores exatos que levam um negócio ao sucesso ou à derrota;
• Planeje sua estratégia de talentos para proteger as pessoas e não as funções;
• Elabore o quanto antes seu discurso de mudança, incluindo re-treinamento de talentos chave;
• Os modelos de ambientes de trabalho serão cada vez menos baseados apenas em escritórios formais;
• Desenvolva uma perspectiva de realidade virtual e de experiências de realidade aumentada dentro de seu modelo futuro de oferta de serviços.

Atualmente liderando a área de serviços financeiros e seguros na Page Executive, consultoria global de recrutamento para o alto escalão executivo (pertence ao PageGroup Brasil), compartilharei mensalmente com o blog dicas sobre tendências, carreira, CVs, entrevistas e outros assuntos relacionados a recrutamento e seleção, voltados para empresas e profissionais de seguros.

Até breve!