As ações do IRB Brasil RE foram as que mais cresceram entre as empresas que fazem parte do IBrX 100 – índice composto pelas 100 ações de maior negociabilidade e representatividade do mercado de ações brasileiro. No começo de 2017, as ações do IRB valiam R$ 32,48 e fecharam 2018 em R$ 83,46, uma valorização de 157%. Já o valor de mercado da empresa saiu de R$ 10 bilhões para R$ 26 bilhões.
Ministério da Saúde mantém CONSU em sua estrutura
Fonte: FenaSaúde
Esvaziado há 18 anos, desde a criação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Conselho de Saúde Suplementar (CONSU) retomou suas atividades e, no atual governo, se mantém na estrutura do Ministério da Saúde, juntamente com outros órgãos colegiados como o Conselho Nacional de Saúde (CNS) e a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS – CONITEC.
“Essa é uma boa notícia para todos os agentes da cadeia produtiva desse segmento, desde operadoras e seguradoras de saúde até ao consumidor, passando por profissionais de saúde, laboratórios, hospitais e indústria farmacêutica. O CONSU tem como principal objetivo estabelecer e supervisionar a execução de políticas públicas e diretrizes gerais para o setor de Saúde Suplementar, assim como construir uma política de Estado para o setor alinhada com as demais políticas e ações de saúde pública e de proteção ao consumidor”, esclareceu Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).
A reativação e o fortalecimento do CONSU atendem a uma antiga reivindicação do setor. A atuação desse conselho interministerial – composto pela Chefia da Casa Civil da Presidência da República e dos Ministérios da Justiça, da Saúde e da Economia e conta ainda com a participação e o apoio técnico da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – se faz necessária dada à complexidade das atividades desse segmento.
“É também uma indicação clara da pré-disposição do novo governo em promover parcerias entre os setores público e privado, visando garantir maior acesso da população à assistência à saúde. Essa é uma preocupação demonstrada já com a equipe de transição, por meio de reuniões que participamos – eu; o próximo presidente da FenaSaúde, João Alceu Amoroso Lima; o presidente da Abramge, Reinaldo Scheib; entre outras lideranças – diretamente com o novo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta”, completa Solange Beatriz.
Na oportunidade, a FenaSaúde entregou ao ministro o documento ‘Desafios da Saúde Suplementar 2019’. Com o objetivo de apoiar a tomada de decisão para as mudanças necessárias em prol da sustentabilidade do segmento, a FenaSaúde defende 11 medidas para fortalecer o setor, entre elas a Atenção Primária à Saúde (APS) e rede hierarquizada; as novas regras de precificação e reajuste; as mudanças de regras para a incorporação de novas tecnologias; o combate a fraudes; a mudança do modelo de remuneração; a Análise de Impacto Regulatório (AIR); e a criação de produtos de previdência e poupança vinculados à saúde.
A FenaSaúde também tem se reunido com as demais entidades – como Unimed, Unidas e Abramge – para formular uma pauta reduzida e focada para encaminhamento ao Ministério da Saúde. “Dentre os tópicos estão: a integração do setor privado com o setor público e uma possível revisão das normas de regulação que hoje inibem a venda de seguros individuais. Se conseguirmos avançar em algum desses pontos, já será uma grande vitória”, conclui a presidente da FenaSaúde.
FenSeg estima alta de 12% no seguro de transportes em 2018
Fonte: Release da FenSeg
O seguro de transporte de mercadorias é uma das grandes apostas das seguradoras para 2019. O segmento deve registrar crescimento de 12% este ano, segundo a FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais). O volume de prêmios é estimado em R$ 3 bilhões, contra R$ 2,7 bilhões do ano passado.
Para Alexandre Leal, presidente da Comissão de Transportes da Federação, os bons números se explicam pela recuperação da economia brasileira nos últimos meses; a procura pelo seguro por empresas que habitualmente não o faziam e a nova versão do MDF-e que estabeleceu a obrigatoriedade do número da apólice e averbação para a liberação do embarque, aliada à fiscalização pela ANTT deste normativo. “Com o olhar mais criterioso da órgãos fiscalizadores, os transportadores procuraram se adequar à norma na procura do seguro obrigatório de RCTR-C (Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga)”.
Para 2019, Alexandre destaca que se fortalecida a estabilidade econômica brasileira, haverá, no mínimo, a manutenção do resultado de 2018. “Podemos estimar um crescimento entre 5% a 10%, dependendo do aquecimento das vendas e compras de bens e/ou mercadorias, desde o fabricante até o consumidor final, pois esta é a roda que faz girar o seguro de Transportes”.
É #FAKE: Não há desconto para pagamento antecipado do Seguro DPVAT
Fonte: Equipe DPVAT
A Líder Seguradora preparou um #FATO ou #FAKE especial sobre o processo de pagamento do seguro do trânsito. Veja abaixo:
Em 2019, o Seguro DPVAT oferece desconto para pagamentos antecipados
É #FAKE, pessoal! O valor do Seguro DPVAT é definido pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e varia apenas de acordo com a categoria do veículo. Não há desconto para pagamento antecipado. Para 2019, por exemplo, o valor para automóveis é R$ 16,21 e para motocicletas R$ 84,58. Você pode conferir os valores do prêmio do Seguro DPVAT para 2019 clicando aqui.
O Seguro DPVAT deve ser pago no mesmo vencimento da cota única ou da primeira parcela do IPVA de acordo com os calendários definidos pelas secretarias de Fazenda de cada estado. Em caso de veículos isentos desse imposto, o pagamento deve ser realizado juntamente com o emplacamento ou no momento do licenciamento anual.
O site da Seguradora Líder foi hackeado
Opa, informação #FAKE! Uma mensagem de segurança foi publicada no site da Seguradora Líder apenas como um alerta e tem função preventiva para que o internauta não seja atingido por vírus na rede. O texto é autoexplicativo e tem apenas o intuito de orientação.
Ah, a gente reforça que o site da Seguradora Líder é totalmente seguro e os proprietários não devem clicar diretamente nas mensagens disseminadas em grupos de WhatsApp, que podem direcionar para sites maliciosos. Os proprietários devem acessar o site https://www.seguradoralider.com.br/Pages/Saiba-como-pagar.aspx ouhttps://pagamento.dpvatsegurodotransito.com.br/ diretamente. Anota aí! 🗒
A Seguradora Líder define os valores de pagamento do Seguro DPVAT
Mais uma informação #FAKE, galera! Os cálculos relativos ao Seguro DPVAT são elaborados pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), baseados em estudos atuariais, sendo o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) quem estabelece os valores do prêmio, como antecipamos aí em cima. É bom ficar de olho! 👀
O custo do bilhete está incorporado ao valor final do Seguro DPVAT
É #FATO! O custo do bilhete, aquele documento que vem integrado ao CRV (Certificado de Registro de Veículo) e CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo), já está incluso no valor final do Seguro DPVAT pago pelos proprietários de veículos. Previsto na Resolução 332/2015 do CNSP, o custo do bilhete está incorporado ao valor do Seguro DPVAT desde 2009 e é destinado à confecção e distribuição aos Detrans dos formulários do CRV e CRLV. Você sabia disso? 😉
O Globo: Caixa vai abrir capital de 4 subsidiárias até 2020
Novo presidente do banco, Pedro Guimarães, promete IPO de seguradora e unidade de cartões ainda este ano. Planos incluem foco no microcrédito e no financiamento imobiliário
Fonte: O Globo
O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse ontem que a estatal planeja abrir o capital, o chamado IPO, de todas as suas subsidiárias. Pelo menos quatro dessas controladas passarão por IPOs até o primeiro semestre de 2020. “Vamos abrir o capital das subsidiárias. Será um IPO para cada uma”, afirmou Guimarães, que tomará posse na próxima segunda-feira.
A Caixa, no entanto, continuará controladora das empresas. O plano é abrir o capital da Caixa Seguradora e da unidade de cartões do banco ainda neste ano. Em 2020, a ideia é fazer o mesmo processo com os departamentos de gestão de ativos e loterias.
“Abrir o capital dessas áreas faz parte da estratégia do governo para inserir o Brasil no mercado internacional. Se um IPO desses trouxer de 5 mil a 10 mil investidores, isso significa melhora na governança, aumento do valor da empresa e maiores pagamentos de dividendos. O IPO do IRB Brasil RE será a nossa referência”, disse ele.
Zurich começa 2019 colocando o Brasil no centro do mundo
Inovação foi o tema forte de 2018 no mercado segurador. As pautas se dividiam em quem e como inovava. O termo “Insurtech”, que significa tecnologia em seguros, inundou as mídias mundiais com o surgimento de algumas unicórnios, aquelas que superam US$ 1 bilhão em valor de mercado. Nenhuma no Brasil. Ainda. Mas 2019 promete. Desde a eleição do novo governo, investidores apostam suas fichas em diversos segmentos da economia brasileira. E seguros certamente é um deles. “O setor segurador é um dos mais conservadores, não só no Brasil, mas no mundo todo. Mesmo que seja muito regulado, é preciso que ele se adapte aos novos tempos”, disse o head digital de transformação da Kick Ventures, Cezar Taurion, em um dos muitos eventos sobre o tema realizados em 2018.
Os especialistas sentenciam que o seguro tem sido um “retardatário em termos de mudança”, mas acreditam que em breve não haverá lugar para a indústria se esconder, já que os desenvolvimentos digitais como a Inteligência Artificial e blockchain transformam o cenário de negócios. A principal #ficaadica dos eventos é que cada empresa tem que perguntar se ela está preparada para o que está prestes a atingi-la.
De tudo que foi noticiado neste ano, no Brasil e no mundo, o que mais me chamou a atenção foi os bastidores do grupo Zurich, que atua em mais de 201 países e territórios. No Brasil, já é a quinta maior seguradora, com liderança em vários segmentos. São muitas as novidades. Em fevereiro, por exemplo, fará um lançamento que simboliza um pouco do que vai acontecer daqui pra frente.
A Zurich tem como visão que a intermediação vai continuar pelos próximos anos pelos corretores, mas acredita que ao longo do tempo a forma como os corretores atuam vai mudar. “Os vendedores vão ser cada vez mais digitais. A venda direta sem corretor não está no radar do grupo e sim que eles vão se modernizar para atender à demanda dos clientes que exigem isso”, afirma o diretor de Inovação e Estratégia da Zurich, Rodrigo Barros.
Em 2018 o grupo avançou em diversos projetos. Uns voltados para modernizar tudo o que existia na companhia e outros com viés de inovação pra valer. Remodelou os portais institucional, do corretor e do cliente para ter uma comunicação mais fluida, mais lúdica. “Toda a infraestrutura do sistema foi trocada e evoluímos dos portais para o termo tão falado neste ano, os ecossistemas”, diz.
Trata-se de uma estrutura tecnologia que reúne qualquer aplicativo e uma infinidade de parceiros que se conectam com facilidade a uma plataforma digital acessível para toda a inovação necessária daqui pra frente. “Podemos fazer qualquer projeto piloto com startups a partir desta estrutura. De nada adiantava ter projetos se eles não podem ler o comportamento do cliente e assim fazer ofertas assertivas de produtos e serviços. Agora legados convivem com um sistema flexível”, diz Barros, com grande empolgação.
Essa foi a base para o que virá em 2019. Com o ecossistema pronto, a Zurich abriu concorrências mundiais para selecionar parceiros. Como está tudo na nuvem, o céu é o limite para a conexão. A Zurich prevê anunciar a sua entrada em telemetria com uma parceira sediada nos Estados Unidos. Isso vai ampliar a concorrência no Brasil com Liberty, Youse, SulAmérica e Porto Seguro, que já atuam com a tecnologia telematics, que até então era o que havia de mais moderno, mas que agora fica um passo atrás do que será lançado no primeiro trimestre pela Zurich.
O APP, que é 100% smartphone, está em teste em um grupo de funcionários. Utiliza oito parâmetros para dar vantagens ao motorista consciente e prudente. “Tirando os Estados Unidos, o resto do mundo não está tão avançado como o que teremos no Brasil em 2019”, afirma o executivo. Na Europa, a Itália é o país mais moderno em telemetria.
Tão importante como o desenvolvimento da tecnologia, a estratégia de comunicação para o lançamento coloca o Brasil no centro do mundo. Será o primeiro dos 210 países onde o grupo atua a adotar a telemetria em seguro de carros. Uma notícia que por si só demostra o potencial brasileiro e certamente atrairá mais investimentos para o setor. Ah! E o anúncio será feito em Zurich, capital da Suíça.
Em fevereiro deve sair também o resultado do concurso global da Zurich para inovação do qual participam mais de 20 países. 21 insurtechs foram selecionadas, de várias partes do planeta. Uma das preferidas está na América Latina, região pela qual o Brasil concorre. O campeonato tem três níveis – nacional, regional e mundial. As startups vencedoras participam da competição com América do Norte, América Latina, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.
O executivo comentou que já fez mais duas parcerias com insurtechs, uma holandesa e outra americana, que desenvolvem projetos nas áreas de sinistro e de digitalização, principalmente para otimizar a área de afinidades, liderada no Brasil pelo grupo, que tem parceiros de peso como Via Varejo, Fast Shop e tantas outras.
Também fez parceria para diversos projetos com a aceleradora Torq, que tem diversas soluções para bancos. Além dos programas internos de inovação, com 1,4 mil participantes, onde surgiram 235 ideias. Dessas, 10 foram selecionadas e os grupos foram treinados como startups. Na captura de ideias, foram identificadas ineficiências para os clientes, que servirão como matéria-prima para desenvolver soluções para buscar resultados concretos. “Ajudamos a desenvolver e refinar a ideia e fazer pitches para a diretoria”.
A indústria de seguros terá de repensar seu modelo de negócios para prosperar e atender às necessidades de seus clientes na nova era digital. A discussão hoje não é tecnologia, que está fácil e disponível. O sucesso de cada companhia depende da capacidade de ligar os pontos e transformar a informação em um diferencial competitivo. Atualmente, as cinco maiores empresas do mundo são de tecnologia. Com o auxílio da inteligência artificial, o setor segurador possui o desafio de se adequar a esse novo consumidor que surge cada vez mais empoderado e questionando todo o modelo de negócio e econômico existente, principalmente os consumidores das novas gerações.
Os especialistas nesta nova economia citam que o futuro profissional é brilhante se adotadas mudanças e feitas parcerias de negócios e não apenas técnicas, como temos visto com Icatu que passará a vender previdência para a HDI e AIG vendendo seguros financeiros na rede da Porto Seguro. A profissão enfrenta problemas de trabalho e é preciso entender o que esta interrupção significa para o conhecimento, habilidades e desenvolvimento profissional contínuo. Todos nós (inclusive eu) precisamos ficar ‘aptos para o futuro’ e os programas de educação são muitos e projetados para atender às necessidades individuais e corporativas.
A visão do cenário futuro que a Zurich acredita tem na lista liderar os projetos para esse novo mundo. Provocar a cultura de inovação na companhia. Espalhar a visão. Dar liberdade para as pessoas se expressarem. E isso é sustentável. Os funcionários ganharam prêmios, notoriedade e muita experiência no mundo digital, que conectam tanto a Zurich quanto eles mesmos a nova economia digital, que promete ter bilhões de pessoas conectadas, o que abre um mundo totalmente novo aos empreendedores e para a sociedade.
Certamente um mundo novo. Todos já sabem que “daqui pra frente, tudo será diferente”, como recita o rei Roberto Carlos, mesmo ele faturando alto com a mesma música há décadas. Inclusive no último natal. A boa notícia é que isso mostra que o tradicional e o novo se complementam. E isso é muito bom.
Lucro das seguradoras avança para R$ 13,3 bi até novembro de 2018
Mesmo com a queda da taxa básica de juros da economia (Selic), que remunera quase a totalidade das reservas técnicas das seguradoras, o lucro líquido do mercado segurador entre janeiro e novembro deste ano avançou para R$ 13,2 bilhões, segundo dados publicados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. No mesmo período do ano anterior o ganho registrado foi de R$ 12 bilhões. A Bradesco Seguros lidera o ranking com ganho de R$ 4,6 bilhões no período analisado. A Mapfre lidera a perda, com prejuízo de R$ 442 milhões.

FenSeg destaca seguro rural para 2019
Fonte: FenSeg
O seguro rural é uma das grandes apostas do mercado segurador para 2019. O segmento cresceu 13,5% no acumulado de janeiro a outubro deste ano, somando R$ 3,9 bilhões em volume de prêmios. Essa taxa de crescimento aproxima-se da projeção otimista feita pela Confederação das Seguradoras (CNseg) para o ano, de 15,8%.
Desde 2006, quando o Governo passou a subvencionar a produção agrícola, o Brasil saiu de 1,5 milhão de hectares segurados em 20 culturas, para os atuais 12 milhões de hectares em 70 culturas. O valor da subvenção federal, que este ao chegou a R$ 370,8 milhões, deve alcançar os R$ 450 milhões em 2019.
Para a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), que acompanha o desenvolvimento do ramo, o seguro rural tem captado mais recursos pelo fato de os produtores agrícolas estarem se aculturando à contratação do produto.
“A safra brasileira tem crescido ano a ano, principalmente por conta do investimento crescente dos produtores, que têm mais interesse em transferir riscos através do seguro rural, garantindo suas safras”, destaca Joaquim Neto, presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg.
Esse movimento também aquece o mercado segurador. “Novas empresas estão entrando no ramo. Para 2018, as perspectivas de fechamento são as melhores. As seguradoras têm buscado pulverizar a captação de riscos e dessa forma ampliam suas carteiras. Pois com uma melhor distribuição geográfica, os riscos não ficam tão concentrados”, analisa Joaquim.
Entre 2016 e 2017, o Brasil registrou a maior safra de grãos de sua história: 238 milhões de toneladas. E não só para os brasileiros: segundo a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), a produção de grãos do país é suficiente para alimentar quatro vezes sua população. Entre 1996 e 2017, enquanto o PIB total teve uma taxa de crescimento média anual de 2,3%, o PIB da agropecuária cresceu 3,8%.
Henrique Diniz assume previdência aberta na Icatu Seguros
Fonte: Icatu
A Icatu Seguros reforça seu time de produtos de Previdência com a chegada do novo superintendente Henrique Diniz, profissional que construiu sólida carreira na área financeira da companhia. Formado em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ), com certificação CFA, Henrique chegou à Icatu Seguros há seis anos para atuar na área de Controle e Análise de Investimentos. Neste período, entre outras funções, foi gerente de Tesouraria, gerente de Investimentos e assumiu a Superintendência Financeira.
Henrique chega à área de Previdência da Icatu Seguros em um ótimo momento: a companhia é líder entre as independentes e atua como plataforma aberta, com mais de 70 gestores e 230 fundos. Entre janeiro e outubro de 2018, a Icatu acumula R$ 4,4 bilhões de captação líquida, um aumento de 31,4% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Em relação às reservas, a Icatu ultrapassa R$ 22,8 bilhões, o que representa um aumento de 38,5%.
“Em um cenário de mercado competitivo, nosso desafio no segmento de Previdência é continuar democratizando seu acesso, evoluindo na diversificação da nossa plataforma de fundos de investimentos e criando novos produtos de forma a atender a todos os perfis de investidores de forma eficiente”, afirma Henrique.
JLT apresenta estudo sobre riscos políticos para 2019
Fonte: JLT
Com o fim do ano e a proximidade do início de alguns governos ao redor do mundo, a área de CPS da JLT (Credit, Political and Security Risks) elaborou um estudo sobre os possíveis cenários em diversos países, inclusive no Brasil. O documento tem como objetivo quantificar, priorizar e minimizar as exposições de riscos políticos, de segurança e crédito comercial.
De acordo com o estudo, o risco de agitação social deve permanecer alto durante o governo Bolsonaro, seguindo a excessiva polarização que se viu durante a campanha eleitoral. A reforma da previdência e os planos de privatização podem provocar protestos, especialmente no centro do Rio de Janeiro e na Avenida Paulista, em São Paulo.
Um dos pontos polêmicos da campanha do presidente eleito foi a flexibilização da posse de arma e o fortalecimento das polícias. De acordo com o documento, isso deve aumentar o número de assassinatos extrajudiciais o que pode aumentar a probabilidade de manifestações nas principais cidades. Com polícias mais agressivas, é esperado o aumento dos confrontos violentos entre as forças de segurança e os grupos criminosos, elevando o número de mortes e os riscos de ferimentos
O risco de danos materiais durante manifestações é relativamente baixo, mas há um risco significativo de interrupção de negócios, como aconteceu na greve dos caminhoneiros em maio. Os sindicatos dos caminhoneiros poderiam testar o governo Bolsonaro com novas greves nos próximos 12 meses.
Em relação ao PIB, é esperado um crescimento de 1,8% de 2018 para 2% em 2019, mas isso depende da habilidade do governo em reduzir o déficit fiscal, que atingiu 8% do PIB. Ainda sobre a economia, acredita-se que podem surgir tensões entre Jair Bolsonaro e Paulo Guedes devido às posições pró-mercado do futuro ministro.
DESEQUILÍBRIO FISCAL DO BRASIL (% DO PIB)
O estudo também aponta que o próximo governo pode não conseguir aprovar um programa de privatizações ambicioso. Porém, pode vender uma participação majoritária na Petrobras Distribuidora, além de participações na Eletrobras.
Sobre o combate à corrupção, outra bandeira do programa de governo de Jair Bolsonaro, o documento relata que o grande número de investigações da Polícia Federal em curso e o fortalecimento das leis anticorrupção aumentaram o risco de alteração de contrato se evidências de ilegalidade foram descobertas. Acredita-se que Sergio Moro pode usar sua posição para implementar medidas anticorrupção, o que pode aumentar os riscos de revisão contratual.
“O estudo fornece uma detalhada avaliação sobre segurança, negociação e investimento, tendo em vista o atual momento de alguns países. Um dos maiores desafios para o novo governo do Brasil será lidar com um Congresso altamente fragmentado, a fim de reduzir o déficit fiscal, que atingiu cerca de 8% do PIB”, Tatiana Moura, head de CPS da JLT Specialty Brasil.











