Marco Barros vai comandar a Caixa Seguridade, informa Agência Estado

A Agência Estado divulgou nesta sexta-feira que o atual presidente da Brasilprev, Marco Barros, foi escolhido para presidir a Caixa Seguridade, holding que concentrará as operações de seguros da Caixa Econômica Federal. Sua principal missão será tirar do papel o plano de abrir o capital da companhia, que se arrasta desde 2015.

Barros substituirá José Raimundo Santos Lima, que está há menos de um ano no comando da Caixa Seguridade, informa a nota da coluna Broadcast. Além da experiência no setor, Barros foi diretor de Seguros, Previdência e Capitalização do Banco do Brasil durante a reorganização societária da área e ainda comandou a diretoria de Mercado de Capitais na época do IPO da BB Seguridade. Barros iniciou a carreira no BB em 1981.

Susep aprova Santander Auto a operar com capital de R$ 15 milhões

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou as mudanças necessárias para que a Santander Auto, seguradora digital fruto da parceira entre a alemã HDI e o espanhol Santander, comece a operar. Segundo a portaria, a companhia começa com capital social de R$ 15 milhões. A plataforma digital vem sendo construída desde 2018.

Segundo explica Murilo Riedel, CEO da HDI, em suas entrevistas, o Santander Auto fará a emissão, oferta e comercialização de seguros de automóveis, de forma 100% digital, estabelecendo novos patamares de serviços para o mercado de seguros e proporcionando aos clientes uma forma mais simples de contratar e utilizar o seguro auto. 

A estratégia é oferecer seguro de automóvel junto com a plataforma de crédito do Santander em um movimento que aposta na retomada da venda de veículos no País. A Santander está entre os líderes do mercado de crédito para a compra e venda de veículos, com cerca de 22% de market share, e a HDI é a quinta maior no ranking de seguros de automóveis, com uma carteira acima de 1,5 milhão de veículos.

Lockton contrata ex-Marsh, analisa aquisições e fecha contrato para vender PME para banco

O otimismo tem sido o tom das entrevistas neste começo de 2019. Até mesmo no segmento de corretores de seguros, que se sentem ameaçados com as plataformas de vendas digitais que se proliferam no Brasil e no mundo. Principalmente os de varejo. No caso da Lockton, focada em seguros empresariais e listada entre as 10 maiores corretoras de seguros do mundo, o otimismo vem por diversas razões. “A tecnologia nos afetou positivamente, pois como atuamos com riscos corporativos, ela nos ajuda a gerenciar ainda mais riscos. No cenário macroeconômico, acreditamos no Brasil, um país com grande potencial para crescer em diversas áreas, principalmente em projetos de infraestrutura, energia, óleo e gás, agronegócios. Sem falar em riscos como ataques cibernéticos, crédito e garantias judiciais e de contratos”, diz empolgadíssimo Marcelo Elias, que depois de quase 30 anos atuando em aéreas estratégicas da Marsh, a número um do mundo, assumiu neste ano a Diretoria Geral de riscos corporativos (“risk solutions”) da Lockton no Brasil.

Depois de ter priorizado investimentos na Ásia nos últimos anos com a aquisição de alguns concorrentes, sendo o principal a Alexander Forbes, a bola da vez do grupo sediado em Kansas, Estados Unidos, é a América Latina, com destaque para o Brasil, país que registrou quatro aquisições entre 2010 e 2014. “Nosso mix de produtos era 90% em riscos patrimoniais, que inclui também seguros financeiros. Agora somos meio a meio riscos patrimoniais e 50% planos de benefícios, com saúde, dental, vida e previdência. Depois de absorvidas as aquisições, nosso planejamento prevê crescimento orgânico e também aquisições, caso se mostrem adequadas”, diz Elias durante almoço com o blog Sonho Seguro.

No Brasil, o grupo encerrou 2018 cerca de R$ 1 bilhão em prêmios administrados e 220 funcionários. O faturamento em comissão não é revelado pelos corretores no Brasil. Já no mundo sim, por serem quase todos de capital aberto. A Lockton é praticamente a única no ranking das dez maiores que tem o capital fechado. “Somos especializados em seguros sob medida para corporações. A concorrência é grande, mas nos temos conseguido blindar nossos clientes e conquistar novos com serviços diferenciados”, conta Marcelo Elias. “Veja, temos um índice de retenção de clientes no mundo de 96%, 11% acima da média do mercado”, apontando para o folder do grupo que registrou faturamento de US$ 1,57 bilhão em 2018, com 52 mil clientes atendidos por mais de 90 escritórios espalhados pelo mundo.

Hoje a Lockton tem no Brasil cinco escritórios: São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas (SP), Recife (PE) e Curitiba (PR), de onde atende toda a região Sul do país. “Estamos olhando alguma aquisição para nos ajudar a crescer em Minas Gerais e também fortalecer a região Sul”, contou o executivo, que responde ao CEO Tony Gusmão, que assumiu o comando no Brasil em 2013 depois de ter gerenciado empresas na área de consultoria atuarial na África do Sul e na Inglaterra.

Além da responsabilidade de expansão comercial com produtos e serviços que façam a diferença para as médias e grandes empresas, Elias também tem de viabilizar um contrato com grande potencial fechado com a Santander Corretora. A Lockton será a corretora do banco espanhol no Brasil para atender às necessidades de proteção patrimonial dos clientes médios e grandes. O contrato, muito disputado, foi fechado no ano passado e ainda está sendo construído por nós e pela equipe da Santander Corretor, como produtos a serem ofertados e parceiros especializados”, antecipou.

Mercado segurador está na pauta da equipe do governo Bolsonaro

O mercado segurador foi um termo recorrente durante a cerimônia de posse dos ministros do governo de Jair Bolsonaro, bem como dos novos presidentes de bancos oficiais. Com base em matérias publicadas em várias mídias, podemos afirmar que o setor está com tudo. O que é muito bom para todos. Afinal, quanto maior a penetração do seguro na sociedade, mais a economia cresce. Em 2017, o setor vendeu US$ 5 trilhões no mundo. Enquanto no Brasil a participação do seguro no Produto Interno Bruto (PIB) é de 4,1% (sem saúde), a média mundial é de 6,1%, segundo estudo da Sigma, divisão de pesquisas da Swiss Re. Nos mercados avançados, a média superar 7%, como Estados Unidos com 7,1%, Japão com 8,6%, Reino Unido com 9,6%, França com 8,9%, e Alemanha com 6%, Coreia do Sul com 11,6% e Itália com 8,3%.

Sem considerar o impacto positivo da reforma da Previdência, tida como a prioridade número 1 do governo, na captação de poupança pelos fundos de previdência privada aberta, o setor vislumbra ganhos com agronegócios, ampliação da base de distribuição com o tão esperado balcão da Caixa Econômica Federal, entre outras apostas como projetos de infraestrutura e proteção ao crédito nos bancos privados, uma vez que os bancos oficiais vão se dedicar mais aos projetos sociais. “As instituições financeiras são como lubrificantes para o crescimento econômico que depende de crédito”, alertou o ministro da Economia, Paulo Guedes.

O novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, afirmou em seu discurso que as áreas de administração de fundos, meios de pagamento, seguridade, crédito a famílias e a pequenas e médias empresas são rentáveis, são “joias da cora” e, portanto, devem ser preservadas com a abertura de capital ou formação de parcerias. O BB tem várias parceiras, como Icatu, Principal, Aliança do Brasil e Mapfre.

Rural também foi destaque. Ele afirmou que pretende diminuir os incentivos ao crédito rural. Em contrapartida, falou em estimular mais a contratação do seguro agrícola, que protege o agricultor em casos de quebra de safra, segundo O Globo do dia 7 de janeiro.

Ele também fez trocas de executivos. Nomeou o atual vice-presidente de Relação com Investidores, Bernardo Rothe, para assumir a presidência da BB Seguridade, e Walter Malieni Júnior, que deixa a diretoria de crédito para a presidência da Brasilprev, hoje ocupada por Marcos Barros.

A Caixa também prioriza seguros. Carlos Daltoso, head de renda variável da Eleven Financial, informou ao Infomoney que a Caixa Seguridade deve valer entre R$ 17 bilhões e R$ 21 bilhões. Comparativamente, a BB Seguridade vale R$ 56,7 bilhões e o IRB R$ 3,5 bilhões. No IPO da Caixa, porém, deve ser colocada uma fatia entre 25% e 50% da Caixa Seguridade, o que pode render algo entre R$ 3,4 bilhões e R$ 10,5 bilhões.

A Caixa Econômica Federal tem 90 milhões de clientes, muitos dos quais utilizam apenas um produto. Pedro Guimarães, que assumiu o comando da Caixa Econômica Federal, mostrou interesse em rever contratos na área securitária, citando a corretora Wiz e a francesa CNP. Por que o contrato na área de seguros com a francesa CNP teve renovação adiada?, questionou o Valor em entrevista. Pedro Guimarães respondeu: Estou chegando agora e quero analisar. Isso não foi fechado antes então qualquer coisa relevante que venha sob a minha presidência vou avaliar. Há renegociações em vários segmentos de seguros e nesse caso diz respeito a seguros de vida, previdência e prestamista. É uma questão básica, não há como um presidente chegar e referendar uma negociação da qual não fez parte.

Em uma longa entrevista publicada pelo Valor com pessoas próximas a Guimarães, o tema seguro também foi destacado. A reportagem cita que entre os bons negócios, que tiveram desempenho positivo duradouro, estão os contratos firmados com as seguradoras Porto Seguro e SulAmérica. Também cita o caso da BB Seguridade. “Enquanto analistas de outros bancos não enxergavam tanto valor no negócio, o Pedro acreditava que a BB Seguridade valia mais que o banco. Ele comprou essa briga e estava certo”, lembra um colega. Um dos maiores IPOs brasileiros até hoje e um caso de sucesso foi conduzido por Guimarães.

O resseguro também esteve presente nas falas de Guimarães, que veio da Plural, um dos acionistas da Terra Brasis. Ele passou a compor o conselho de administração do IRB Brasil Re, no lugar de Flavio Eduardo Arakaki. O analista Daltozo também lembrou o IPO do IRB na entrevista do Infomoney. Depois de uma tentativa frustrada de abrir o capital em 2015, o IPO em 2017 foi um sucesso, como mostra o valor de mercado do ressegurador, que dobrou da emissão até hoje.

Todos estão de olho no gigante potencial da Caixa em seguros. Além do presidente do conselho de administração da SulAmérica, Patrick Larragoiti, também esteve presente na cerimônia o presidente da seguradora Icatu, Luciano Snel. Ambas as companhias já têm parceria com a Caixa em seguros e estão na disputa pelas novas sociedades que a seguradora está ofertando. Quem também deu as caras no Planalto foi o presidente do Credit Suisse, José Olympio. O banco suíço e o BB são os atuais assessores da Caixa na reestruturação do balcão de seguros e abertura de capital da Caixa Seguridade, informou a Agência Estado.

Desestatização também é um tema em moda. O secretário-geral de Desestatização e Desmobilização do Ministério da Economia, Salim Mattar, afirmou que está desenvolvendo um programa com o objetivo de privatizar “tudo”. Para ele, até mesmo as empresas que geram lucro poderiam ser mais eficientes. “A minha secretaria é muito grande, estamos apenas no pré-projeto de um programa. Um programa para desestatizar tudo. O Estado não deve competir com a iniciativa privada. Não tem que ter corretora, seguradora”, disse. Existem hoje 138 estatais federais, sendo 47 de controle direto da União (dessas, 18 são dependentes do contribuinte). As 91 restantes são de controle indireto, sendo holdings ou subsidiárias de Petrobras, Eletrobras, Banco do Brasil, BNDES, Caixa e Correios, destacou o Valor.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou na segunda-feira, que algumas “medidas importantes” na área de crédito rural poderão ser anunciadas na próxima semana, enquanto defendeu novamente a expansão do seguro para produtores brasileiros, informou a Reuters. “Seguro e seguro, nós precisamos resolver esse entrave, quer dizer, já existe, mas nós precisamos permear ele para uma base maior de produtores rurais, de agricultores”, acrescentou.

Enfim, acredito que isso mostra que o mercado segurador terá um ano intenso. Tanto nos bastidores da política como na agenda da grande mídia.

Segplus fecha contrato com Unidas

Fonte: Segplus/VTN Comunicação

A Segplus Corretora, especializada em seguro de frotas de veículos automotores, fechou contrato de cobertura para uma frota de 43 mil veículos da Unidas, uma das maiores locadoras de automóveis do país. O contrato foi assinado no dia 23 de dezembro e entrou em vigor de imediato.

O CEO da corretora, Carlos Figueiredo, destaca que a expertise acumulada da empresa, que tem atuação de quase três décadas no segmento, além do desenvolvimento do sistema de TI Webservice, que opera de forma integrada com o cliente, foram os principais fatores que levaram à vitória no processo de concorrência. Figueiredo destaca que a Segplus foi a única corretora brasileira a apresentar proposta para a Unidas, em meio às concorrentes estrangeiras.

“Temos diferenciais importantes. Além da gestão completa da carteira, o nosso sistema oferece um mapa completo das frotas, indicando para o cliente e para a seguradora os maiores ‘ofensores’, ou seja, as que têm maior potencial de sinistro, indicados por região, dias e horários das ocorrências”, explica Figueiredo.

Segundo o executivo, este mapeamento preciso gera uma listagem dos “Top Five” às avessas, indicando mensalmente para os clientes e para as seguradoras quais são as cinco frotas mais propensas a sofrerem algum tipo de sinistro. “O objetivo é permitir que as empresas possam agir de forma didática, promovendo, por exemplo, cursos de direção defensiva e sistema de premiação para os motoristas, visando à redução de acidentes”, explica Figueiredo.

Estudo da Swiss Re estima lacuna de proteção em acidentes de carros em US$ 46,3 bilhões no Brasil

De acordo com a prévia de um estudo da Swiss Re, o mercado de seguros de automóveis da América Latina é estimado em US$ 33 bilhões, quase 20% do mercado de seguros como um todo. Os cinco maiores mercados – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México – representam mais de 80% do mercado total de seguros de automóveis. A diferença estimada, definida como o total de prêmios não cobrados para veículos não segurados, é cerca de 2,6 vezes o mercado atual nesses países.

No Brasil, dois terços da frota de automóveis entre zero e 6 anos não possui seguro de casco. Comparando o rendimento médio por agregado familiar e o valor dos veículos segurados (regimes obrigatório e voluntário), torna-se evidente que, em caso de lesões corporais graves ou acidentes fatais, o impacto econômico de tal acontecimento na vítima e nos respectivos membros da família pode ser devastador. Existe uma lacuna estimada de proteção de US$ 46,3 bilhões no Brasil.

O estudo completo será divulgado em breve.

Lojacorr comemora bons resultados de 2018

Fonte: com release Lojacorr e pesquisas nas redes sociais

A Rede Lojacorr, que reúne corretoras de seguros independentes do Brasil, fechou o ano de 2018 com R$ 515 milhões em prêmio líquido emitido em seguros e consórcios. Na expansão territorial, foram quatro novas unidades abertas, sendo uma em São Paulo (São José do Rio Preto) e as outras três no Nordeste (Alagoas, Ceará e Pernambuco). E o ramo de destaque em 2018 foi a Rede Lojacorr Consórcios, com crescimento de 93%,informa nota divulgada pela empresa.

Em sua página no LinkedIn, o CEO Diogo Arndt Silva afirma que 2018 foi um ano incrível para Rede Lojacorr. “Ampliamos em 25,19% a produção. Incrementamos nossa presença nacional com novas Unidades nas regiões sudeste e nordeste do país. Aumentamos a diversificação da nossa carteira de seguros e consócios. Atingimos 72,6% na pesquisa de NPS realizada com nossos corretores, muito próximo da almejada e desafiadora Zona de Excelência. Fomos listados entre as 10 melhores empresas para se trabalhar no Paraná pelo Great Place to Work”, afirmou.

O time de especialistas da distribuição de seguros e produtos financeiros da Rede Lojacorr respondeu pela produção, somente em 2018, de R$ 485,7 milhões em Seguros e R$ 29,2 milhões em Consórcios, com evolução de 25,19% em relação ao exercício de 2017. Para viabililizar esse crescimento foi incentivada a diversificação de ramos, que acabou sendo de: 65,61% em Auto, 5,72% em Consórcios, 4,60% em Saúde, 4,46% em Empresarial, 4,37% em Vida, 2,44% em Residencial e 12,80% em Demais Ramos.

A Rede Lojacorr afirma ter como objetivo estratégico chegar ao ano de 2021 tendo um representante em cada estado, 2 mil corretoras de seguros independentes e fechar o exercício com R$ 1 bilhão em vendas.

Para o diretor comercial, Geniomar Pereira, os resultados de 2018 demonstram a força da união e cooperação, que fizeram a empresa crescer mesmo em períodos de instabilidade econômica, e o sucesso do modelo de negócios criado pela da Rede Lojacorr. “Somos mais de mil corretores, superamos a produção anual de meio bilhão de reais, o que é reflexo de um modelo de negócios sério, bem estruturado, e de nosso cuidado no planejamento, no investimento em tecnologias e parcerias com o mercado. Em 2019, com a retomada do desenvolvimento do país, as oportunidades e crescimento serão ainda maiores”, prevê.

Luto: Osmar Bertacini faleceu nesta terça-feira

Faleceu nesta noite Osmar Bertacini, um dos ícones do mercado segurador, que dedicou 56 anos para desenvolver, principalmente, o segmento de seguro de vida no Brasil. Além de um profissional reconhecido por todos, Osmar era aquele amigo fiel, que todos cercavam em qualquer evento que chegasse. Entre os jornalistas, sempre foi considerado uma fonte para qualquer assunto.

Sempre dizia que a receita de sucesso era tratar a todos do mesmo jeito, sem qualquer distinção. “E ser carismático, afinal, devemos fazer ao outro o que queremos que o outro nos faça”, afirmava, sempre rindo. Um querido. Se recuperou bravamente de uma cirurgia no coração no ano passado, mas teve de ser submetido a um cateterismo nesta semana e não resistiu.

Além de sua corretora, a Humana Seguros, atuou de forma decisiva para construir um mercado melhor, participando de diversas associações. Foi presidente da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), segundo tesoureiro do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), diretor da União dos Corretores de Seguros (UCS), do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), da Sociedade Brasileira de Ciências do Seguro (SBCS), da ANSP e da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Camaracor). Também foi um dos fundadores do Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP) e da Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria do Estado de São Paulo (Aconseg-SP).

Descanse em paz querida fonte! Você sempre estará nas minhas preces, juntamente com Marco Antonio Rossi, Rony Lyrio, Eduardo Bom Angelo, Leoncio de Arruda e João Leopoldo.

O velório será na Rua São Carlos do Pinhal, 376, Bela Vista, sala Nova York, das 6h às 14h. A cremação será restrita aos familiares.

GBOEX apoia projeto Super Vôlei do Verão SBT

Release

O GBOEX – Previdência e Seguro de Pessoas – é incentivador de iniciativas que promovam saúde e qualidade de vida. A empresa está entre as apoiadoras oficiais do Projeto Super Vôlei, do Verão SBT, que acontece no litoral até 10 de março de 2019.

As escolinhas de vôlei, que podem ser frequentadas por pessoas de 02 a 18 anos, são abertas ao público, assim como o Super Vôlei, campeonato que será disputado nas categorias de duplas, quartetos e equipe e que está na sua segunda temporada.

A organização do Super Vôlei é do ex-jogador e multicampeão Jorginho Schmidt e os jogos acontecerão nas arenas das praias de Imbé e Tramandaí (RS).

Porto Seguro retoma venda do produto garantia judicial trabalhista

Fonte: Release da Porto Seguro

A procura pelo seguro garantia judicial segue em alta desde a Reforma Trabalhista, sancionada há um ano. Com as mudanças na CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), o produto se tornou uma alternativa aos depósitos recursais, feito pelas empresas ao tribunal como garantia de pagamento de reclamações trabalhistas.

Tabelados pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho), os valores do depósito vão de R$ 9.513,16 a R$ 19.026,32, por exemplo, e podem comprometer, no médio e longo prazo, o fluxo de caixa das companhias, principalmente as de menor porte, que respondem por mais de 90% das empresas atuantes no Brasil, segundo o Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Luiz Henrique, superintendente de Riscos Financeiros da Porto Seguro, ressalta os benefícios do produto. “Ao substituir os depósitos recursais pelo seguro garantia judicial, as empresas asseguram o pagamento do processo e também evitam sua descapitalização”, pontua o executivo. Caso as companhias não cumpram a decisão judicial, a seguradora é acionada para fazer o pagamento.

“Buscamos sanar uma grande demanda do mercado, pois as PMEs encontram dificuldade na aceitação deste tipo de apólice voltada a pequenos riscos”, explica Luiz Henrique, que aposta no crescimento do Seguro Garantia Judicial Trabalhista para os próximos anos. “As mudanças na lei abrem muitas oportunidades para o segmento. Certamente as demandas pelo produto serão cada vez maiores”, diz.