IRB(RE) acelera projeto da seguradora, reforça equipe com executivos de mercado e mira estreia em julho

Frederico knapp

O IRB Brasil Re avança na estratégia de ampliar sua presença além do resseguro e prepara a entrada da sua seguradora no mercado brasileiro. A operação, que ainda depende do sinal verde da Superintendência de Seguros Privados (Susep), deverá iniciar atividades a partir de julho, segundo Fred Knapp, CEO da nova companhia. O projeto representa mais um movimento na estratégia do grupo de ampliar presença no seguro primário e criar novas avenidas de crescimento.

Para acelerar a estruturação da operação, a companhia reforçou recentemente o time com dois nomes de peso do mercado. Santiago Arellano, executivo com passagem pela AIG, assumirá a liderança de subscrição, enquanto Cristiane Abdala ficará responsável pelas áreas de operações e sinistros. “O projeto é importante para o IRB. Precisávamos ter um pé também no seguro primário”, afirma Knapp.

A nova companhia começará com foco em riscos corporativos. Na largada, a estratégia prevê atuação em riscos nomeados, riscos operacionais, patrimonial e engenharia — linhas tradicionalmente voltadas ao segmento empresarial e que exigem forte especialização técnica. “A princípio vamos iniciar com riscos nomeados, riscos operacionais, patrimonial e engenharia. São os três focos iniciais”, afirma o executivo.

A estrutura terá apoio direto do IRB Brasil Re na capacidade de resseguro. Segundo Knapp, a proposta aproveita a musculatura do grupo, sem abrir mão de mecanismos de dispersão de riscos. A chegada da seguradora ocorre em um momento considerado favorável para novos projetos no mercado. O setor atravessa uma fase de maior oferta de capacidade em resseguro, aumento da competição e busca por novos nichos de crescimento.

Knapp, que está há cerca de um ano e meio no IRB e assumiu em abril a liderança do projeto, afirma que a companhia trabalha há meses na estruturação da iniciativa. Além da equipe, sistemas e plataformas operacionais já estão preparados para o início das atividades. Mas os planos não param na estreia. O segundo semestre deverá trazer novos anúncios e a ampliação gradual do portfólio. “A partir de um segundo momento vamos avaliar outras linhas”, afirma.

Entre os segmentos em análise aparecem oportunidades como seguro garantia e outros ramos corporativos, embora a definição ainda esteja em discussão. O projeto também se conecta a uma visão mais ampla de expansão do grupo. Embora o IRB tenha reforçado nos últimos anos o foco no mercado brasileiro, a operação continua mantendo atividades internacionais em regiões como América Latina, Estados Unidos, Europa e Ásia.

Além da seguradora, o executivo acompanha a evolução do mercado de Insurance Linked Securities (ILS), por meio de outra empresa do IRB, a Andrina, com estrutura que permite captar recursos de investidores para cobertura de determinados riscos, especialmente de natureza catastrófica. O modelo ainda depende de ajustes regulatórios no Brasil. “Existe um custo regulatório elevado e algumas discussões estão sendo feitas para construir uma regulação mais específica”.

Seguradora Sompo renova contratos de resseguro em condições bem melhores do que no ano anterior

O atual ciclo favorável ao comprador do mercado global de resseguros ganhou um exemplo concreto no Brasil com a renovação dos contratos da Sompo Seguros. Em um ambiente marcado pelo aumento da oferta de capital e maior competição entre resseguradoras, a companhia concluiu recentemente a renovação de seus principais programas com excesso de demanda e melhora nas condições comerciais, um movimento que reforça a percepção de que o setor atravessa um dos momentos mais competitivos dos últimos anos.

A renovação envolveu contratos estratégicos, como transportes, property e garantia. Segundo Adailton Dias, diretor executivo de Produtos, Resseguro e Sinistros da Sompo Seguros, os programas registraram forte interesse do mercado. “Renovamos todos os contratos. Transportes, property e garantia vieram overcap, na média entre 145% e 150% da capacidade”, afirma o executivo.

O excesso de capacidade significa que houve mais interesse das resseguradoras em assumir riscos do que espaço disponível nos programas contratados. Em ciclos de mercado considerados “soft”, esse comportamento costuma resultar em condições mais favoráveis para as seguradoras, seja por preços mais competitivos, seja pela flexibilização de critérios de aceitação.

E os efeitos já começam a chegar à ponta. “Isso será muito bom para os clientes. A Sompo ficará mais flexível em algumas atividades que no passado tinham restrições ou subjetividades maiores”, diz Dias.

O movimento confirma uma percepção crescente entre executivos do setor durante o Encontro de Resseguros, realizado no Rio de Janeiro: há capital disponível buscando oportunidades, inclusive em nichos antes menos explorados.

Na prática, o aumento da competição permite ampliar limites, reduzir algumas restrições técnicas e destravar negócios que, em outros momentos, enfrentariam maior seletividade. O cenário também beneficia operações facultativas, segmento em que capacidade adicional costuma fazer diferença em riscos específicos ou de grande porte.

No caso da Sompo, a renovação ganha peso adicional pela posição da companhia em transportes. A seguradora é líder em diversos segmentos da carteira e possui cerca de 20% de participação nesse mercado. “O transporte é muito importante porque conseguimos alavancar tanto a parte contratual como utilizar nossa resseguradora local. Em casos facultativos conseguimos fazer esse combo e atender corretores e segurados”, afirma.

Segundo o executivo, a estrutura permite ainda operações mais sofisticadas, incluindo soluções envolvendo retrocessão e apoio a programas internacionais de grandes empresas. A avaliação de Dias é que o ambiente atual representa um ponto fora da curva em termos de competição. “Nunca tinha visto um mercado tão competitivo como estou vendo agora”, afirma.

A declaração ajuda a traduzir uma mudança importante no humor do setor. Após anos marcados por endurecimento de preços, eventos climáticos severos e redução de capacidade global, o mercado de resseguros voltou a conviver com abundância de capital. O resultado é uma disputa maior por negócios, especialmente em linhas corporativas, criando uma janela de oportunidades para seguradoras ampliarem apetite e expandirem atuação.

Para seguradoras, corretores e clientes corporativos, o cenário pode significar algo raro no setor: mais capacidade, maior concorrência e espaço para estruturas mais customizadas de proteção.

Patria Re aposta em operação local e amplia ofensiva no Brasil para dobrar negócios até 2030

Após mais de 15 anos operando no Brasil como resseguradora eventual a partir de escritórios no México e no Chile, a mexicana Pátria Re decidiu dar um passo estratégico para ampliar sua presença no país. O grupo, que participa nesta semana do Encontro de Resseguros, no Rio de Janeiro, escolheu o executivo Ronaldo Pinelli para liderar a construção da operação local e transformar o Brasil em um dos pilares de seu plano de expansão internacional.

A movimentação ocorre em um momento em que os acionistas querem acelerar o crescimento global da companhia. O plano estratégico prevê dobrar o volume de prêmios até 2030, saindo dos atuais US$ 1,1 bilhão para US$ 2 bilhões. Dentro desse projeto, o Brasil aparece como uma das principais apostas ao lado dos Estados Unidos e Europa.

“Hoje temos cerca de US$ 70 milhões em prêmios no Brasil. Não somos pequenos, mas ainda temos uma participação reduzida em um mercado de aproximadamente US$ 6 bilhões. O Brasil será um grande player nesse crescimento dos próximos anos”, afirma Ronaldo Pinelli, country manager da Pátria Re no Brasil.

A empresa chega ao país com uma estratégia diferente da adotada anteriormente. Embora continue operando como resseguradora eventual, modelo que a companhia não pretende alterar, a presença física passa a ser vista como diferencial competitivo.

Pinelli assumiu o cargo há apenas dois meses, depois de uma trajetória de 11 anos no IRB, onde ocupava a diretoria global de contratos. Sua missão inclui estruturar uma equipe local enxuta, de aproximadamente seis ou sete profissionais focados em subscrição e relacionamento comercial. Toda a operação de backoffice, processamento de prêmios e sinistros continuará centralizada no México.

“O investimento é muito mais em pessoas e presença local. Já percebemos nas conversas como muda a relação quando há alguém no Brasil falando a mesma língua e entendendo a cultura”, afirma. Hoje a carteira brasileira está concentrada principalmente nos segmentos de garantia e property, mas a intenção é diversificar. A companhia mira crescimento em marine cargo, agronegócio, equipamentos, responsabilidade civil, linhas financeiras e também no mercado facultativo — área em que a Pátria ainda possui atuação limitada no país.

O avanço em facultativos, segundo Pinelli, deverá ser uma das novidades da operação brasileira. O objetivo é montar capacidade local para capturar demandas específicas das seguradoras, especialmente em riscos patrimoniais e corporativos.

Apesar do ambiente competitivo do resseguro, Pinelli avalia que o Brasil ainda apresenta amplo espaço para expansão. O executivo cita o surgimento de novas seguradoras, modelos digitais e MGAs como fatores que ampliam oportunidades. “Temos apoiado muitas operações desde o início e isso cria relacionamentos de longo prazo. O mercado brasileiro ainda possui muito potencial a explorar”, afirma.

Segundo ele, a marca já chega com reconhecimento relevante entre seguradoras e grandes corretores globais. Cerca de 80% dos negócios da Pátria Re vêm da América Latina, região onde a companhia possui forte atuação histórica. Fundada há 73 anos, a empresa mantém origem familiar mexicana e opera hoje em México, Chile, Brasil e Londres.

A presença física no Brasil também fecha um movimento geográfico importante para o grupo: reunir estruturas próprias nos três maiores mercados latino-americanos — México, Brasil e Chile. “Hoje cobrimos os três maiores mercados da América Latina com presença local. Isso fortalece muito nossa relação com clientes e parceiros”, afirma Pinelli.

O executivo observa que, embora o Brasil historicamente seja menos exposto a eventos catastróficos do que o México, episódios recentes, como as enchentes no Rio Grande do Sul, mostram que o mercado local também passou a conviver com novos tipos de riscos. Essa combinação entre crescimento, baixa penetração e necessidade crescente de proteção ajuda a explicar o apetite da companhia. “Para a Pátria Re, a aposta está feita: crescer no Brasil, mas sem abrir mão da disciplina técnica que permitiu à companhia registrar índice combinado abaixo de 90% nos últimos oito anos”, finaliza o executivo.

Quebra da seguradora Infinite acende alerta reputacional e mobiliza mercado para conter danos ao seguro garantia

A liquidação extrajudicial da Infinite Seguradora dominou os corredores, reuniões e conversas paralelas do Encontro de Resseguros realizado nesta semana no Rio de Janeiro. Em um ambiente tradicionalmente marcado por negociações, renovação de contratos e perspectivas para novos negócios, o tema ganhou espaço como principal preocupação do mercado: os potenciais danos à reputação do seguro garantia e os reflexos sobre a confiança em um segmento que ainda tenta ampliar sua participação no país. 

A decisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), publicada nesta terça-feira (19), decretou a liquidação extrajudicial da companhia após identificar deterioração econômico-financeira, insuficiência patrimonial, fragilidade na estrutura de gestão de riscos e inconsistências nas informações prestadas à supervisão. A autarquia recomendou a substituição imediata das garantias emitidas pela seguradora. 

Nos bastidores do evento, porém, a avaliação compartilhada entre executivos é que o episódio não pode ser atribuído exclusivamente à supervisão regulatória. A cadeia envolve seguradoras, resseguradores, corretores e participantes responsáveis pela avaliação técnica e financeira dos riscos. “O ressegurador fez análise? O corretor avaliou adequadamente para seu cliente? Hoje existem apólices judiciais que precisarão ser substituídas. Não basta escolher uma seguradora; é preciso escolher a melhor seguradora”, acrescentou a fonte. 

A preocupação é especialmente sensível no seguro garantia judicial e contratual. Caso determinadas apólices não consigam ser substituídas rapidamente, sobretudo em situações nas quais os riscos eventualmente não atendam aos critérios técnicos das demais companhias, o mercado teme efeitos negativos sobre a percepção do produto. “O mercado precisa tomar muito cuidado. Isso precisa virar uma lição. Todos têm responsabilidade no processo de análise e atuação”, afirmou. 

Nos corredores do encontro, havia também um entendimento relativamente consensual: a atuação da Susep foi considerada rápida e adequada diante do cenário identificado. Segundo o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, a decisão foi cautelosa e não representa risco sistêmico para o setor. A avaliação predominante entre executivos é que o caso é pontual e decorre de falhas específicas de subscrição e disciplina técnica, e não de fragilidade estrutural do mercado.

A própria Susep destacou que a liquidação “não representa risco de impacto sistêmico” e afirmou que o mercado possui capacidade para absorver as garantias atualmente vinculadas à companhia. Mesmo assim, a lembrança de episódios recentes envolvendo instrumentos financeiros elevou a sensibilidade sobre o tema.

O seguro garantia vinha consolidando espaço como alternativa à fiança bancária, em uma trajetória de crescimento sustentada pela maior flexibilidade e custos competitivos. “É ruim porque alguém terá de cancelar uma apólice, algum garantido vai reclamar e pode desacreditar do mercado. O seguro garantia cresceu muito justamente por ser alternativa à fiança bancária”, avaliou outra fonte ouvida durante o evento. 

Outro ponto que gerou questionamentos foi a estrutura operacional permitida para atuação da companhia. Entre executivos, chamou atenção o fato de uma seguradora operar com baixo nível de capital em um segmento que exige capacidade técnica e financeira robusta. “Me surpreende ainda existir uma seguradora operando com apenas R$ 4 milhões de capital. É muito baixo para o porte dos riscos assumidos”, disse uma fonte. 

Dados apresentados pela Susep reforçam o tamanho da preocupação. Das cerca de mil apólices emitidas pela companhia, apenas 275 teriam sido contratadas dentro das regras. Aproximadamente 740 precisariam de regularização por terem sido emitidas fora da área autorizada ou acima dos limites permitidos. 

O desafio agora, avaliam participantes do encontro, será transformar uma crise pontual em demonstração de maturidade institucional. A expectativa é que o mercado encontre uma solução coordenada para absorver contratos, preservar segurados e evitar que um caso isolado deixe marcas permanentes em um setor que ainda possui amplo espaço para crescer no Brasil.

Ariel SSPE estreia em Letras de Risco de Seguro e mira até R$ 100 bilhões em emissões no Brasil

A terceira estrutura brasileira voltada à emissão de Letras de Risco de Seguro (LRS) chega ao mercado em um momento considerado estratégico para o desenvolvimento de instrumentos alternativos de transferência de riscos no país. Depois de Andrina, do IRB, e da Galapagos Capital, a Ariel SSPE nasce com a proposta de conectar o mercado de seguros ao de capitais e ampliar a oferta de proteção em um cenário de aumento de eventos climáticos extremos, maior sofisticação do setor e crescente interesse de investidores por ativos descorrelacionados.

A empresa será comandada por Aline Meza, executiva que atuou como subscritora do IRB Brasil Re e participou da estruturação da primeira emissão de LRS do país. A chegada da Ariel ocorre após as primeiras iniciativas do mercado brasileiro começarem a tirar do papel um modelo amplamente consolidado em mercados como Estados Unidos e Europa, especialmente para cobertura de riscos catastróficos. O objetivo das LRS é permitir que riscos tradicionalmente absorvidos pelo mercado segurador sejam parcialmente transferidos ao mercado de capitais, criando uma fonte adicional de capacidade financeira.

Para Aline Meza, quatro fatores explicam o momento favorável ao lançamento da nova empresa. O primeiro deles é o avanço regulatório. Segundo a executiva, a Resolução CNSP nº 453, de 2022, criou um ambiente adequado para constituição e operação de SSPEs, acompanhado de apoio institucional ao desenvolvimento do segmento.

O segundo fator é o próprio crescimento global do mercado de Insurance Linked Securities (ILS). Segundo ela, esse capital alternativo já representa entre 15% e 25% do capital total dedicado ao resseguro no mundo. “Não há como ignorar que o ILS/LRS virou não só realidade, mas rotina em mercados historicamente tradicionais”, afirma.

Durante o Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, realizado pela CNseg e pela Fenaber, a executiva destacou a evolução da cultura de transferência de riscos no Brasil. Desde a abertura do mercado de resseguros, há cerca de 18 anos, seguradoras passaram a utilizar estruturas mais sofisticadas e acumularam experiências relevantes, incluindo eventos catastróficos locais e internacionais. Segundo Aline, isso elevou a maturidade técnica e criou espaço para inovação. “Crises recentes, variações cambiais e movimentos nas taxas de juros trazem apetite e vontade do investidor em encontrar formas diferentes de investimento”, afirma.

A experiência acumulada na primeira operação de LRS do país também molda a estratégia da nova companhia. Aline participou diretamente da estrutura pioneira e considera que a experiência mostrou o potencial do instrumento, mas também revelou desafios importantes de educação do mercado.

“Esta experiência só confirmou o que já imaginava: este é um instrumento extremamente poderoso e que só tem a contribuir com o mercado”, afirma. Segundo ela, ainda existe um trabalho intenso a ser realizado tanto junto ao setor de seguros quanto ao mercado de capitais, especialmente para ampliar o uso das estruturas em linhas como agro, patrimonial, marine e seguros paramétricos.

A Ariel pretende operar de forma independente, com foco em divulgação, educação e estruturação de operações sob medida. “Construiremos a Ariel SSPE focados na estruturação de títulos tailor-made que alinhem necessidade do mercado de seguros com o apetite do mercado de capitais”, afirma.

Segundo ela, o Brasil vive um estágio semelhante ao observado há décadas em mercados mais maduros. O aumento da frequência de eventos climáticos extremos e a necessidade de ampliar a capacidade de proteção podem acelerar a adoção dessas soluções. “O mais importante é que esses instrumentos não substituem o mercado tradicional. Eles se mostram um capital adicional e complementar”, diz.

Do lado dos investidores, a percepção também estaria mudando. Segundo Aline, desde a primeira emissão houve evolução no entendimento sobre a relevância e funcionamento das LRS. A expectativa é atrair principalmente investidores institucionais, family offices e fundos de investimento. Na Ariel, um dos investidores é Rodrigo Botti, especialista neste tempo há anos e que agora comanda a área de resseguros da corretora Lockton.

Ela afirma que há sinais de aquecimento tanto entre seguradoras quanto investidores. Além da busca por diversificação, outro vetor relevante é o componente ESG ligado à proteção e adaptação frente aos impactos climáticos.

As ambições da Ariel também são elevadas. A empresa estima que o mercado brasileiro de Letras de Risco de Seguro possa alcançar entre R$ 30 bilhões e R$ 100 bilhões em emissões anuais nos próximos anos, patamar próximo ao observado em instrumentos de securitização já consolidados, como CRIs e CRAs.

“Temos a ambição de posicionar a Ariel como uma das principais emissoras desse mercado nascente”, afirma Aline. A executiva vê ainda potencial para o Brasil se tornar uma referência regional no segmento. Segundo ela, investidores internacionais têm demonstrado interesse crescente por riscos fora dos mercados tradicionalmente concentrados nos Estados Unidos e Europa.

Esse interesse pode abrir uma nova fronteira para o mercado segurador brasileiro: a criação de uma ponte mais estruturada entre proteção, resseguro e mercado de capitais. Em um país que historicamente não era percebido como catastrófico, mas que passou a conviver com eventos extremos de maior frequência, o desafio pode ser transformar necessidade em oportunidade.

Governo prevê aumento da demanda com debates mais maduros

A construção das primeiras Letras de Risco de Seguro no Brasil exigiu mais do que uma inovação financeira. O processo envolveu adaptações regulatórias, jurídicas, operacionais e até culturais para transformar em realidade um instrumento amplamente utilizado no exterior, mas ainda inédito no mercado brasileiro.

Durante debate realizado em evento do setor de resseguros, executivos e representantes do governo destacaram que a jornada ainda está em construção e que muitos ajustes devem surgir à medida que o mercado evoluir.

Para Vinicius Brandi, subsecretário de Reformas Microeconômicas e Regulação Financeira do Ministério da Fazenda, a publicação da norma foi apenas o ponto de partida. “O debate regulatório não se encerra quando a norma é publicada no Diário Oficial. Na verdade, ele se intensifica”, afirmou. Segundo ele, o processo vem produzindo aprendizados e levantando novos questionamentos relacionados à governança, tributação, estrutura das SSPEs e participação de diferentes órgãos reguladores.

Brandi afirmou ainda que a evolução do instrumento poderá trazer novos desafios à medida que a estrutura avance para riscos mais sofisticados. “Tudo bem quando falamos de riscos mais próximos do mercado financeiro, como seguro garantia. Mas novas perguntas surgirão quando migrarmos para riscos mais complexos, mais próximos da origem dos cat bonds”, disse.

Na avaliação de Pedro Farme, CEO da Guy Carpenter, o Brasil possui características distintas dos mercados onde esses instrumentos nasceram e isso exige adaptações locais. “A gente não pode simplesmente repetir uma equação que funciona em outros mercados e assumir que ela funcionará aqui”, afirmou. Segundo ele, enquanto cerca de 95% das emissões globais continuam concentradas entre Estados Unidos e Europa, o Brasil precisa encontrar aplicações alinhadas às suas necessidades específicas.

Farme destacou que o país possui oportunidades em segmentos como seguro garantia, infraestrutura, crédito de carbono e proteção financeira, criando espaço para desenvolver estruturas próprias. “O mercado de capitais brasileiro é sofisticado e acostumado a trabalhar riscos. Existe espaço para inovação”, afirmou.

Emerson Medeiros, officer institucional do Itaú, relatou que o maior desafio da primeira operação foi justamente transformar um conceito internacional em algo compreensível e operacional no Brasil. “Foi preciso traduzir a linguagem do seguro para a do mercado de capitais”, afirmou. Segundo ele, explicar ao investidor que existe a possibilidade de perda parcial ou total do capital diante de determinados eventos gerou resistência inicial e exigiu um trabalho extenso de educação do mercado.

Antes da primeira emissão sair do papel, o grupo passou cerca de dois a três anos em conversas com gestores e participantes do mercado.”Todo mundo dizia que seria revolucionário. Mas a dúvida era como fazer funcionar”, afirmou Medeiros. Segundo ele, a estrutura demandou adaptações em bancos, processos internos, infraestrutura de mercado e na própria B3. O trabalho envolveu interações entre Susep, Ministério da Fazenda e diferentes agentes do sistema financeiro. “Todo mundo olhou na mesma direção para mostrar ao mercado que era um produto replicável”, disse.

Resseguro entra em fase de maior competição e amplia espaço para novos negócios no Brasil

cnseg encontro de resseguros

O mercado de resseguros iniciou nesta terça-feira (19) no Rio de Janeiro uma das suas principais agendas do ano em um momento considerado favorável para expansão dos negócios no Brasil. Em um cenário de ampla oferta global de capital e elevada capacidade disponível para absorção de riscos — conhecido no setor como mercado soft — executivos, reguladores e lideranças do setor de seguros e resseguros defendem que o país vive uma janela de oportunidade para ampliar produtos, estimular novos participantes e avançar em áreas ainda pouco exploradas pela indústria.

O tema permeou a abertura do Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) em parceria com a Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), que reúne seguradoras, resseguradoras, corretores e especialistas brasileiros e internacionais. Mais do que discutir renovação de contratos e tendências técnicas, o evento deste ano ocorre em meio a uma combinação de fatores que pode redefinir a dinâmica concorrencial do mercado local.

Na prática, o ambiente atual é marcado por maior disponibilidade de capacidade de resseguro global e menor pressão de preços após ciclos recentes de endurecimento. O movimento amplia o acesso ao capital e cria condições para que seguradoras avancem em nichos ainda pouco desenvolvidos no Brasil, sobretudo em segmentos com baixa penetração, riscos especializados e áreas historicamente marcadas por exclusões de cobertura.

O tema ganhou relevância porque, tradicionalmente, o resseguro funciona como o mecanismo que dá sustentação financeira às seguradoras para assumir riscos de grande porte ou de maior complexidade. Quanto maior a capacidade disponível, maior tende a ser o espaço para o desenvolvimento de novos produtos, aumento da concorrência e ampliação do acesso à proteção.

Na abertura do encontro, a presidente da Fenaber, Rafaela Barreda, classificou o resseguro como “a engrenagem silenciosa da resiliência”, destacando seu papel na sustentação de investimentos e da atividade econômica em cenários mais instáveis. Segundo ela, o setor atravessa uma fase de transformação profunda, impulsionada por avanços regulatórios, inovação tecnológica e crescente sofisticação da gestão de riscos.

Entre as áreas apontadas como prioritárias estão infraestrutura, agronegócio, mudanças climáticas e riscos cibernéticos. “Sem resseguro, não há ponte que se erga, não há safra que se garanta, não há investimento que se sustente”, afirmou a executiva ao defender o papel estrutural do segmento para a economia.

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, reforçou que o mercado brasileiro ainda possui amplo espaço de crescimento e chamou atenção para os chamados “vazios de proteção”, sobretudo em seguros inclusivos, infraestrutura e cobertura para novas demandas. Segundo ele, o desafio vai além de ampliar capacidade: passa também pela criação de soluções mais acessíveis e aderentes à realidade econômica do país. “Ainda temos riscos declinados, como o setor têxtil, o que mostra o quanto temos de avançar com o apoio de todos os integrantes deste grande ecossistema do setor de seguros”.

A discussão ocorre em um país que ainda convive com forte subpenetração em seguros e com riscos que permanecem parcialmente descobertos ou com baixa oferta de proteção. A combinação entre maior apetite de capital global e necessidade de expansão do mercado local passou a ser vista por parte dos participantes como uma oportunidade para estimular inovação e aumentar a competição.

O superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, afirmou que o mercado brasileiro de resseguros ainda é pequeno diante das dimensões da economia nacional e defendeu estratégias para ampliar sua escala. Segundo ele, fortalecer seguros e resseguros significa aumentar a capacidade de investimento e a resiliência econômica do país. Ele trouxe também uma grande esperança para quem aguarda o sinal verde para o lançamento do Universal Life, um seguro com acumulação e risco. “Nos reuniremos novamente com a Receita Federal e estamos otimistas por estas conversas estarem acontecendo”, disse.

A crise climática foi um dos temas mais presentes na abertura do evento. Para os participantes, os impactos de eventos extremos já impõem ao setor a necessidade de novas estratégias de compartilhamento de riscos, inovação regulatória e cooperação entre mercado privado e poder público. Octaviani afirmou que o país precisa construir uma estratégia ampla de resiliência climática, reconhecendo que o mercado privado tem papel essencial, mas não conseguirá absorver sozinho toda a complexidade dos riscos envolvidos.

Ele informou ainda que um grupo de trabalho da Susep deverá concluir, ainda neste semestre, documento que servirá de base para novas discussões sobre mecanismos de compartilhamento de riscos e fortalecimento da proteção securitária no país. Na sequência, a autarquia deverá criar um grupo de trabalho voltado à relação entre seguros, resseguros e infraestrutura. A proposta, segundo Octaviani, é fazer com que o setor funcione como “infraestrutura da infraestrutura brasileira”, ajudando a destravar investimentos, ampliar garantias e fortalecer a segurança econômica dos projetos.

Brasesul 2027 será realizado em Joinville e promete edição histórica para o mercado de seguros no Sul do país

Screenshot

Realizado pela união entre Sincor-SC, Sincor-PR e Sincor-RS, o evento terá Santa Catarina como estado anfitrião. Os organizadores já iniciaram uma agenda de visitas e benchmarking em grandes eventos nacionais e internacionais. Nesta semana, Gelson Walker, CEO da organizadora do evento Tô Indo Viagens e Eventos, está em Las Vegas em busca de referências sobre tecnologia, transmissão, conforto e experiência do público, trazendo insights que transformarão a edição de 2027 em uma das mais inovadoras da história do evento.

A escolha por Joinville considerou atributos estratégicos para receber executivos de todo o Brasil para um evento desta magnitude. Considerada uma das principais economias do Sul, Joinville possui infraestrutura hoteleira consolidada, ampla rede gastronômica, mobilidade e capacidade para grandes eventos corporativos.

EXPOVILLE, O PALCO DO BRASESUL 2027

A Expoville é reconhecida como um dos maiores e mais completos centros de convenções e exposições do Sul do Brasil. Localizada às margens da BR-101, em uma posição estratégica de fácil acesso para os três estados do Sul, conta com mais de 210 mil m² de área total e com capacidade para até 2 mil veículos, preparados para receber grandes feiras, congressos e eventos corporativos. 

Além da infraestrutura interna, a Expoville está próxima de importantes aeroportos da região Sul, fortalecendo ainda mais a capacidade logística e receptiva do evento. 

Nos próximos meses, a organização divulgará novas informações sobre programação, palestrantes, inscrições e experiências preparadas para esta edição.

Seguros Unimed reúne 400 corretores para exibições de cinema em quatro capitais brasileiras

São Paulo 16 de maio de 2026 | Seguros Unimed | Sessão de cienama para corretores | FOTO Nilton Fukuda

A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, promoveu no último final de semana uma experiência coletiva, com sessões exclusivas do longa-metragem “O Diabo Veste Prada 2”. A mobilização reuniu 400 corretores de seguros, parceiros estratégicos na promoção do cuidado e proteção, seja no presente ou em riscos futuros. A escolha do longa, conhecido por abordar temas como dedicação, estratégia e o ritmo exigente do mercado, serviu como metáfora para a alta performance e o nível de consultoria que a Seguros Unimed espera de seus parceiros no ecossistema segurador.

O momento de descontração para valorizar a confiança e o trabalho dos consultores aconteceu em quatro cidades: São Paulo, Salvador, Brasília e São Luís. A capital paulista liderou o engajamento com 144 convidados, seguida pelos soteropolitanos (108), Distrito Federal (90) e a metrópole maranhense (58).

“A Seguros Unimed vê nesses especialistas verdadeiros educadores e consultores, indispensáveis para o crescimento sustentável de todo o ecossistema segurador. Mais do que uma celebração, o encontro nas salas de cinema proporcionou um valioso momento de confraternização e networking entre os profissionais”, conta Dirceu Vieira, gerente de trade marketing da seguradora. 

Essa união complementa o planejamento abrangente da companhia, que visa aprimorar a compreensão sobre o estilo de vida, o capital e as demandas patrimoniais de cada segurado para garantir ofertas altamente personalizadas.

88% dos brasileiros sonham em viajar para assistir partidas de futebol

chubb compra hartford

A Chubb, companhia global líder em seguros e seguradora oficial da LALIGA espanhola de futebol na América Latina, divulgou os resultados de seu estudo “A Paixão que Transcende Fronteiras”. O material revela um fenômeno profundo na região: o “Sonho Guardado”, um desejo latente em que a grande maioria dos torcedores anseia por viajar para assistir a partidas de futebol nos grandes cenários internacionais, mas frequentemente adia a decisão por falta de planejamento ou segurança.

O estudo sobre turismo esportivo na América Latina confirma que este setor continua se transformando em um motor emocional e econômico. Cerca de 84% dos torcedores latino-americanos expressam seu desejo de cruzar fronteiras para viver a experiência de uma partida na Espanha. Esse entusiasmo é ainda maior em países como Colômbia (90%) e Equador (89%), demonstrando que, para o torcedor destes países, o futebol não é apenas um jogo, mas uma meta de vida pendente a ser cumprida.

“Este grande interesse que vemos pela LALIGA reforça nosso papel como seguradora oficial na América Latina, acompanhando os torcedores a migrarem do ‘sonho’ para o ‘planejamento’ de sua viagem com tranquilidade e proteção”, afirma Lucas Burón, Vice-presidente de Seguro Viagem da Chubb América Latina.

O “Sonho Guardado” 

O estudo, que analisou o comportamento de uma amostra de 1.200 casos na Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Equador e México, identifica que o desejo de viver experiências futebolísticas internacionais é constante em toda a região. Apesar da forte tradição local em países como Argentina e Chile, a maioria de seus torcedores (79% e 73%, respectivamente) sonha em cruzar o Atlântico para ser parte da emoção da LALIGA. 

Além disso, o estudo destaca que a viagem não se limita aos 90 minutos da partida. O torcedor busca uma experiência integral e multifacetada:

  • 61% deseja conhecer toda a cidade onde se joga a partida.
  • 50% planeja percorrer outras cidades do país anfitrião.
  • 35% considera essencial realizar o Tour do Estádio e visitar os museus dos clubes.

LALIGA e Espanha: O destino sonhado dos viajantes futebolísticos 

Cerca de 70% dos entrevistados elegeram a LALIGA uma de suas competições de futebol favoritas. As viagens futebolísticas têm destinos muito claros marcados pela história e pelas estrelas atuais. O Real Madrid lidera as preferências regionais com 35%, impulsionado por figuras como Mbappé e Bellingham. No Brasil, o maior atrativo recai justamente nesta equipe, especialmente pela presença de Vini Jr. e Rodrygo, dois referentes brasileiros que despertam o orgulho nacional e motivam os torcedores a escolher o clube merengue como seu favorito para assistir ao vivo. 

Por sua vez, o FC Barcelona captura 19% do interesse regional, destacando sua popularidade graças aos seus jovens talentos. Além disso, a presença de jogadores da região é um fator-chave: 58% dos torcedores afirmam que adorariam ver em ação jogadores de seu país ou da América Latina, o que aumenta seu desejo de assistir a uma partida de futebol na Espanha.

Grandes eventos esportivos 2026: Oportunidade histórica na América do Norte 

O ano de 2026 terá um marco importante para o futebol na América do Norte. Com o olhar posto nos eventos esportivos deste ano, os torcedores latino-americanos veem nesta região uma janela histórica para converter seu sonho em realidade. A infraestrutura moderna e a realização de competições internacionais de futebol de classe mundial posicionam as partidas de futebol no México, Canadá e Estados Unidos como as prioridades da agenda.

A Chubb reconhece que estes grandes eventos requerem um planejamento meticuloso. A tendência dos torcedores latino-americanos viajantes mostra que eles já não se conformam em ver o evento pela televisão; buscam uma experiência enriquecedora em estádios históricos da Europa ou América, o que aumenta a necessidade de um Seguro Viagem que proteja seu investimento.

Dados-chave do estudo “A Paixão que Transcende Fronteiras”

A pesquisa apresenta números que permitem compreender a magnitude dessa paixão:

  • Clássico: O confronto Real Madrid x Barcelona é o evento mais esperado por 73% da região, chegando a 77% no México.
  • Motivação Regional: Na Colômbia, 71% afirma que a presença de jogadores latino-americanos aumenta seu desejo de assistir às partidas.
  • Cultura e Futebol: Apenas 10% dos viajantes optaria por limitar sua viagem exclusivamente à partida, confirmando que buscam combinar esporte, lazer e cultura.

“O turismo esportivo oferece uma experiência integral: os torcedores buscam conhecer cidades, percorrer o país e se imergir na cultura local, além da partida. Na Chubb, entendemos que essa dinâmica também abre uma oportunidade para fortalecer a cultura da prevenção, com seguros que protejam as experiências”, acrescentou Burón.

Chubb: De sonhar a planejar com proteção especializada 

Para converter essas aspirações em realidades, é fundamental planejar a viagem esportiva com o respaldo de especialistas. Um seguro de viagem especializado não é apenas um requisito, mas a garantia de que o “sonho guardado” seja vivido com total tranquilidade. O Seguro Viagem da Chubb oferece proteção sob medida:

  • Proteção de Investimento: Cobertura que permite desfrutar cada momento, do planejamento ao retorno para casa.
  • Assistência Internacional: Soluções para que a paixão seja vivida plenamente e sem preocupações.
  • Tranquilidade no Trajeto: Respaldo diante de imprevistos nos principais destinos para ver futebol.

Com foco em cuidado, seguradora MetLife investe em futebol e cultura para promover proteção financeira

A MetLife lança no Brasil a campanha “Patrocinadora oficial do cuidado com os brasileiros”, iniciativa que reforça uma nova abordagem de comunicação para o setor de seguros ao aproximar o tema da proteção financeira da realidade das pessoas e de elementos presentes no cotidiano dos brasileiros. 

Tendo o cuidado como território central, a estratégia utiliza o futebol como plataforma de conexão emocional para ampliar conversas sobre proteção financeira, presença e bem-estar, traduzindo o papel dos seguros de forma mais acessível, humana e culturalmente relevante. 

“Ao escolher o futebol, uma das maiores paixões nacionais, e conectá-lo ao cuidado e à saúde, conseguimos estabelecer uma relação mais próxima com os brasileiros e abrir espaço para um diálogo mais acessível. A partir dessa conexão, buscamos desmistificar o setor e mostrar, de forma clara, o papel que o seguro pode ter na vida das pessoas ao longo do tempo. Diante do cenário atual, é fundamental ampliar a educação financeira no país, e os seguros fazem parte dessa conversa ao contribuir para uma vida mais confortável no presente e no futuro.”, afirma Denise Coelho, diretora de marketing  e comunicação da MetLife Brasil, em nota.

A campanha acontece entre maio e julho por meio de um ecossistema integrado de mídia e conteúdo, com presença em plataformas como Instagram, Facebook, LinkedIn e Eletromídia. O filme oficial da campanha também será exibido no C6 Fest, em maio. 

Além das ativações de marca, a MetLife vem fortalecendo seu propósito de impacto social por meio de iniciativas que usam o esporte como ferramenta de transformação e inclusão. Entre elas está o programa “Pinte sua Quadra”, que promove a revitalização de quadras esportivas em comunidades de quatro cidades brasileiras, criando espaços mais seguros e acolhedores para crianças e jovens. A companhia também atua em parceria com a Global Citizen e a FIFA Foundation for Education, por meio da MetLife Foundation organização dedicada ao fortalecimento de comunidades e à promoção da inclusão econômica — apoiando organizações brasileiras que desenvolvem projetos de esporte e educação com impacto social positivo.