Brasesul 2027 será realizado em Joinville e promete edição histórica para o mercado de seguros no Sul do país

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Realizado pela união entre Sincor-SC, Sincor-PR e Sincor-RS, o evento terá Santa Catarina como estado anfitrião. Os organizadores já iniciaram uma agenda de visitas e benchmarking em grandes eventos nacionais e internacionais. Nesta semana, Gelson Walker, CEO da organizadora do evento Tô Indo Viagens e Eventos, está em Las Vegas em busca de referências sobre tecnologia, transmissão, conforto e experiência do público, trazendo insights que transformarão a edição de 2027 em uma das mais inovadoras da história do evento.

A escolha por Joinville considerou atributos estratégicos para receber executivos de todo o Brasil para um evento desta magnitude. Considerada uma das principais economias do Sul, Joinville possui infraestrutura hoteleira consolidada, ampla rede gastronômica, mobilidade e capacidade para grandes eventos corporativos.

EXPOVILLE, O PALCO DO BRASESUL 2027

A Expoville é reconhecida como um dos maiores e mais completos centros de convenções e exposições do Sul do Brasil. Localizada às margens da BR-101, em uma posição estratégica de fácil acesso para os três estados do Sul, conta com mais de 210 mil m² de área total e com capacidade para até 2 mil veículos, preparados para receber grandes feiras, congressos e eventos corporativos. 

Além da infraestrutura interna, a Expoville está próxima de importantes aeroportos da região Sul, fortalecendo ainda mais a capacidade logística e receptiva do evento. 

Nos próximos meses, a organização divulgará novas informações sobre programação, palestrantes, inscrições e experiências preparadas para esta edição.

Seguros Unimed reúne 400 corretores para exibições de cinema em quatro capitais brasileiras

São Paulo 16 de maio de 2026 | Seguros Unimed | Sessão de cienama para corretores | FOTO Nilton Fukuda

A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, promoveu no último final de semana uma experiência coletiva, com sessões exclusivas do longa-metragem “O Diabo Veste Prada 2”. A mobilização reuniu 400 corretores de seguros, parceiros estratégicos na promoção do cuidado e proteção, seja no presente ou em riscos futuros. A escolha do longa, conhecido por abordar temas como dedicação, estratégia e o ritmo exigente do mercado, serviu como metáfora para a alta performance e o nível de consultoria que a Seguros Unimed espera de seus parceiros no ecossistema segurador.

O momento de descontração para valorizar a confiança e o trabalho dos consultores aconteceu em quatro cidades: São Paulo, Salvador, Brasília e São Luís. A capital paulista liderou o engajamento com 144 convidados, seguida pelos soteropolitanos (108), Distrito Federal (90) e a metrópole maranhense (58).

“A Seguros Unimed vê nesses especialistas verdadeiros educadores e consultores, indispensáveis para o crescimento sustentável de todo o ecossistema segurador. Mais do que uma celebração, o encontro nas salas de cinema proporcionou um valioso momento de confraternização e networking entre os profissionais”, conta Dirceu Vieira, gerente de trade marketing da seguradora. 

Essa união complementa o planejamento abrangente da companhia, que visa aprimorar a compreensão sobre o estilo de vida, o capital e as demandas patrimoniais de cada segurado para garantir ofertas altamente personalizadas.

88% dos brasileiros sonham em viajar para assistir partidas de futebol

chubb compra hartford

A Chubb, companhia global líder em seguros e seguradora oficial da LALIGA espanhola de futebol na América Latina, divulgou os resultados de seu estudo “A Paixão que Transcende Fronteiras”. O material revela um fenômeno profundo na região: o “Sonho Guardado”, um desejo latente em que a grande maioria dos torcedores anseia por viajar para assistir a partidas de futebol nos grandes cenários internacionais, mas frequentemente adia a decisão por falta de planejamento ou segurança.

O estudo sobre turismo esportivo na América Latina confirma que este setor continua se transformando em um motor emocional e econômico. Cerca de 84% dos torcedores latino-americanos expressam seu desejo de cruzar fronteiras para viver a experiência de uma partida na Espanha. Esse entusiasmo é ainda maior em países como Colômbia (90%) e Equador (89%), demonstrando que, para o torcedor destes países, o futebol não é apenas um jogo, mas uma meta de vida pendente a ser cumprida.

“Este grande interesse que vemos pela LALIGA reforça nosso papel como seguradora oficial na América Latina, acompanhando os torcedores a migrarem do ‘sonho’ para o ‘planejamento’ de sua viagem com tranquilidade e proteção”, afirma Lucas Burón, Vice-presidente de Seguro Viagem da Chubb América Latina.

O “Sonho Guardado” 

O estudo, que analisou o comportamento de uma amostra de 1.200 casos na Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Equador e México, identifica que o desejo de viver experiências futebolísticas internacionais é constante em toda a região. Apesar da forte tradição local em países como Argentina e Chile, a maioria de seus torcedores (79% e 73%, respectivamente) sonha em cruzar o Atlântico para ser parte da emoção da LALIGA. 

Além disso, o estudo destaca que a viagem não se limita aos 90 minutos da partida. O torcedor busca uma experiência integral e multifacetada:

  • 61% deseja conhecer toda a cidade onde se joga a partida.
  • 50% planeja percorrer outras cidades do país anfitrião.
  • 35% considera essencial realizar o Tour do Estádio e visitar os museus dos clubes.

LALIGA e Espanha: O destino sonhado dos viajantes futebolísticos 

Cerca de 70% dos entrevistados elegeram a LALIGA uma de suas competições de futebol favoritas. As viagens futebolísticas têm destinos muito claros marcados pela história e pelas estrelas atuais. O Real Madrid lidera as preferências regionais com 35%, impulsionado por figuras como Mbappé e Bellingham. No Brasil, o maior atrativo recai justamente nesta equipe, especialmente pela presença de Vini Jr. e Rodrygo, dois referentes brasileiros que despertam o orgulho nacional e motivam os torcedores a escolher o clube merengue como seu favorito para assistir ao vivo. 

Por sua vez, o FC Barcelona captura 19% do interesse regional, destacando sua popularidade graças aos seus jovens talentos. Além disso, a presença de jogadores da região é um fator-chave: 58% dos torcedores afirmam que adorariam ver em ação jogadores de seu país ou da América Latina, o que aumenta seu desejo de assistir a uma partida de futebol na Espanha.

Grandes eventos esportivos 2026: Oportunidade histórica na América do Norte 

O ano de 2026 terá um marco importante para o futebol na América do Norte. Com o olhar posto nos eventos esportivos deste ano, os torcedores latino-americanos veem nesta região uma janela histórica para converter seu sonho em realidade. A infraestrutura moderna e a realização de competições internacionais de futebol de classe mundial posicionam as partidas de futebol no México, Canadá e Estados Unidos como as prioridades da agenda.

A Chubb reconhece que estes grandes eventos requerem um planejamento meticuloso. A tendência dos torcedores latino-americanos viajantes mostra que eles já não se conformam em ver o evento pela televisão; buscam uma experiência enriquecedora em estádios históricos da Europa ou América, o que aumenta a necessidade de um Seguro Viagem que proteja seu investimento.

Dados-chave do estudo “A Paixão que Transcende Fronteiras”

A pesquisa apresenta números que permitem compreender a magnitude dessa paixão:

  • Clássico: O confronto Real Madrid x Barcelona é o evento mais esperado por 73% da região, chegando a 77% no México.
  • Motivação Regional: Na Colômbia, 71% afirma que a presença de jogadores latino-americanos aumenta seu desejo de assistir às partidas.
  • Cultura e Futebol: Apenas 10% dos viajantes optaria por limitar sua viagem exclusivamente à partida, confirmando que buscam combinar esporte, lazer e cultura.

“O turismo esportivo oferece uma experiência integral: os torcedores buscam conhecer cidades, percorrer o país e se imergir na cultura local, além da partida. Na Chubb, entendemos que essa dinâmica também abre uma oportunidade para fortalecer a cultura da prevenção, com seguros que protejam as experiências”, acrescentou Burón.

Chubb: De sonhar a planejar com proteção especializada 

Para converter essas aspirações em realidades, é fundamental planejar a viagem esportiva com o respaldo de especialistas. Um seguro de viagem especializado não é apenas um requisito, mas a garantia de que o “sonho guardado” seja vivido com total tranquilidade. O Seguro Viagem da Chubb oferece proteção sob medida:

  • Proteção de Investimento: Cobertura que permite desfrutar cada momento, do planejamento ao retorno para casa.
  • Assistência Internacional: Soluções para que a paixão seja vivida plenamente e sem preocupações.
  • Tranquilidade no Trajeto: Respaldo diante de imprevistos nos principais destinos para ver futebol.

Com foco em cuidado, seguradora MetLife investe em futebol e cultura promover proteção financeira

A MetLife lança no Brasil a campanha “Patrocinadora oficial do cuidado com os brasileiros”, iniciativa que reforça uma nova abordagem de comunicação para o setor de seguros ao aproximar o tema da proteção financeira da realidade das pessoas e de elementos presentes no cotidiano dos brasileiros. 

Tendo o cuidado como território central, a estratégia utiliza o futebol como plataforma de conexão emocional para ampliar conversas sobre proteção financeira, presença e bem-estar, traduzindo o papel dos seguros de forma mais acessível, humana e culturalmente relevante. 

“Ao escolher o futebol, uma das maiores paixões nacionais, e conectá-lo ao cuidado e à saúde, conseguimos estabelecer uma relação mais próxima com os brasileiros e abrir espaço para um diálogo mais acessível. A partir dessa conexão, buscamos desmistificar o setor e mostrar, de forma clara, o papel que o seguro pode ter na vida das pessoas ao longo do tempo. Diante do cenário atual, é fundamental ampliar a educação financeira no país, e os seguros fazem parte dessa conversa ao contribuir para uma vida mais confortável no presente e no futuro.”, afirma Denise Coelho, diretora de marketing  e comunicação da MetLife Brasil, em nota.

A campanha acontece entre maio e julho por meio de um ecossistema integrado de mídia e conteúdo, com presença em plataformas como Instagram, Facebook, LinkedIn e Eletromídia. O filme oficial da campanha também será exibido no C6 Fest, em maio. 

Além das ativações de marca, a MetLife vem fortalecendo seu propósito de impacto social por meio de iniciativas que usam o esporte como ferramenta de transformação e inclusão. Entre elas está o programa “Pinte sua Quadra”, que promove a revitalização de quadras esportivas em comunidades de quatro cidades brasileiras, criando espaços mais seguros e acolhedores para crianças e jovens. A companhia também atua em parceria com a Global Citizen e a FIFA Foundation for Education, por meio da MetLife Foundation organização dedicada ao fortalecimento de comunidades e à promoção da inclusão econômica — apoiando organizações brasileiras que desenvolvem projetos de esporte e educação com impacto social positivo. 

Corretora Oneglobal contrata Christian Mendonça em novo momento dos seguros corporativos

christian Mendonca

A movimentação de Christian Mendonça para a corretora de seguros Oneglobal Brasil vai além de uma mudança de executivo entre empresas do setor. Ela sinaliza uma transformação que ganha força no mercado de seguros corporativos: a valorização de profissionais que conhecem profundamente a gestão de riscos e conseguem transitar entre o universo das empresas compradoras de seguros e a dinâmica de seguradoras, resseguradoras e corretoras.

Após 11 anos na Hydro, onde liderou a área de seguros e gestão de riscos para Brasil e América do Sul, Mendonça assume em 1º de junho a posição de diretor executivo de Placement, Sinistros e Operações da Oneglobal Brasil, com atuação voltada ao segmento de seguros corporativos. A chegada ocorre em um momento considerado estratégico para o setor, poucos meses após a entrada em vigor da Lei 15.040/2024, o novo marco legal dos seguros, que começou a produzir efeitos em dezembro de 2025.

A legislação representa uma mudança estrutural na lógica de contratação de seguros no país. Se antes predominavam produtos padronizados, desenhados pelas seguradoras e adaptados ao cliente, o novo cenário estimula construções mais customizadas, moldadas às necessidades específicas de cada operação. Nesse ambiente, cresce a relevância do gestor de riscos e, principalmente, do corretor capaz de atuar como elo técnico entre empresas, seguradoras e resseguradoras.

“O novo marco trouxe muita vantagem para o consumidor de seguros e muita responsabilidade ao risk management em validar isso. Todos estavam acostumados a trabalhar com produtos padronizados e agora o marco legal traz coberturas sob medida”, afirma Mendonça ao Sonho Seguro. “O gestor de risco precisa ter apoio para construir soluções aderentes às necessidades da empresa.”

A trajetória do executivo ajuda a explicar a importância dessa movimentação. Formado em Comunicação e com MBA pela FAAP, Mendonça iniciou a carreira no mercado segurador em 2002, na então ACE Seguros. Em seguida, construiu passagem marcante pela Marsh, onde liderou áreas ligadas aos segmentos de energia e óleo e gás. Depois atuou em gestão de riscos corporativos em grandes grupos antes de assumir posição estratégica na Hydro, onde expandiu sua atuação internacional e passou a responder também por programas globais e operações na América do Sul.

Ao longo do caminho, consolidou também uma presença muito ativa na Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR), entidade da qual integra o conselho diretor e onde se tornou uma das vozes mais reconhecidas do segmento. O trânsito entre diferentes elos da cadeia da indústria de seguros talvez seja hoje um dos principais ativos do executivo. Em um mercado em que a contratação de seguros complexos exige leitura técnica aprofundada, entendimento de apetite de risco e capacidade de negociação, profissionais com experiência “dos dois lados do balcão” tornaram-se cada vez mais valorizados.

Mendonça avalia que a profissão de gestor de riscos passa por um momento particularmente favorável. “A posição de gestor de riscos vem se consolidando cada vez mais nas empresas. O futuro de curto e médio prazo tende a ser positivo, com as companhias investindo em compradores profissionais de seguros”, afirma.

Além das mudanças regulatórias, há outro fator que ajuda a explicar o movimento do setor: o atual ciclo do mercado segurador corporativo. Segundo Mendonça, o segmento vive hoje um chamado “mercado soft”, período caracterizado por maior capacidade das seguradoras, competição elevada e condições favoráveis para compradores. “É um momento oportuno. As seguradoras voltaram ao jogo, estão aceitando riscos considerados mais complexos e têm interesse em fazer novos negócios”, diz. “Se o mercado permanece fechado, não atinge a rentabilidade esperada.”

Ele avalia que, apesar das tensões geopolíticas recentes e dos conflitos internacionais, os impactos sobre o mercado global de seguros permanecem relativamente controlados. “Quando entra uma guerra, a primeira coisa que as seguradoras fazem é retrair e retirar cobertura das regiões de tensão”, explica. “Por isso não vemos as contas das seguradoras tão afetadas.”

A ida para a Oneglobal também foi resultado de uma decisão baseada em alinhamento cultural. “A principal questão foi identificar empresas com cultura, valores e DNA compatíveis com os meus”, afirma. “A Oneglobal se propõe a fazer um atendimento de valor agregado em um cenário onde poucos entregam isso.”

Fundada há apenas três anos, a Oneglobal vem construindo espaço no mercado brasileiro apostando em uma estrutura enxuta, agilidade operacional e foco consultivo. Agora, após consolidar reputação no mercado local, a corretora inicia uma segunda etapa de crescimento. “Agora que a reputação foi conquistada, é hora de trabalhar o próximo passo sem perder qualidade e agilidade na estrutura das soluções que os clientes precisam”, afirma o executivo.

Para Mendonça, a evolução da corretagem passa por uma integração mais profunda entre áreas que historicamente trabalharam separadas. “Placement, atendimento e sinistros precisam funcionar como uma engrenagem. É frustrante para um gestor fazer um grande trabalho e depois descobrir exclusões que passaram despercebidas e comprometem tudo.”

Essa visão integrada ajuda a explicar sua missão na nova posição: aproximar placement, sinistros e operações em uma mesma lógica estratégica, conectando a estruturação do seguro ao momento em que ele realmente precisa funcionar. No novo ambiente regulatório, em que produtos deixam de ser prateleira para se tornarem cada vez mais personalizados, a inteligência técnica e o capital intelectual podem se tornar ativos tão importantes quanto a capacidade financeira das próprias seguradoras. A chegada de Christian Mendonça à Oneglobal reflete exatamente essa mudança de rota do mercado. “Mais do que vender apólices, a indústria de seguros precisa de profissionais capazes de traduzir riscos complexos em soluções que protejam, de fato, o patrimônio das empresas e de seus acionistas”, finaliza o especialista em gestão de riscos.

Ancelotti convoca hoje. Mas o seguro já entrou em campo há muito tempo

Por Felipe Freire de Aragão, cofundador da Latin Re e FIT Participações com apoio da LARA – Latin Re Assistant

Hoje muita gente vai discutir a convocação da Seleção Brasileira. Quem entrou, quem ficou fora, quem deveria ser titular e quem chega melhor para a Copa. Mas existe uma outra convocação que começou muito antes — e que quase ninguém vê.

Antes da bola rolar, antes do primeiro ingresso ser vendido, antes da primeira campanha de patrocinador ir ao ar e antes de qualquer seleção desembarcar, o mercado de seguros e resseguros já está em campo. E sem ele, sendo direto, seria impossível termos chegado a um evento da magnitude de uma Copa do Mundo moderna.

A Copa de 2026 será disputada em três países — Estados Unidos, Canadá e México — com 48 seleções, mais de 100 jogos, milhões de torcedores presenciais e bilhões de espectadores ao redor do planeta. Mas, por trás do espetáculo esportivo, existe uma arquitetura invisível de contratos, responsabilidades, seguros, resseguros e gestão de risco que começa anos antes do apito inicial.

A Copa não é apenas o maior evento do futebol. É provavelmente um dos programas de risco mais complexos do planeta. E a Responsabilidade Civil está no centro de tudo isso. Porque a Copa é, essencialmente, uma gigantesca concentração simultânea de pessoas, patrimônio, contratos, tecnologia, mobilidade e exposição reputacional.

Em determinados jogos, principalmente envolvendo seleções mais valiosas, existe um nível de acúmulo que poucos mercados no mundo conseguem absorver confortavelmente. No passado, tivemos a oportunidade de estruturar certificados e operações envolvendo algumas das seleções europeias mais valiosas do mundo. E existe um ponto que, honestamente, poucas pessoas fora do mercado percebem.

Hoje, dependendo da seleção e do momento esportivo, o acúmulo financeiro de um elenco pode ultrapassar facilmente €5 bilhões quando consideramos salários, contratos de imagem, valor econômico dos atletas, patrocinadores, clubes, federações e responsabilidades indiretas.

E isso leva a uma reflexão interessante.

Imagine o acúmulo financeiro dentro de um único voo da Seleção Brasileira. Talvez nem todo o limite disponível hoje no mercado internacional de RC fosse suficiente para absorver determinados cenários extremos envolvendo uma seleção top 5 global. E aí surge uma pergunta legítima: será que as federações, os clubes e os próprios atletas realmente enxergam o tamanho desse risco?

Porque não estamos falando apenas de vidas humanas — que já seriam suficientes para justificar toda preocupação do mundo. Estamos falando também de uma das maiores concentrações de capital humano do esporte global dentro de um único ambiente físico.

E o mais impressionante é que o risco não está apenas dentro das quatro linhas.

O estádio é risco.
O transporte é risco.
O catering é risco.
O hotel é risco.
O VAR é risco.
O telão é risco.
O sistema biométrico é risco.
O drone é risco.
O fornecedor terceirizado do fornecedor também é risco.

Quase tudo na Copa é segurado.

E precisa ser.

A RC do organizador talvez seja a peça mais sensível do programa inteiro. A FIFA, os comitês organizadores locais, os operadores dos estádios e os fornecedores convivem com exposições gigantescas relacionadas a lesões corporais, falhas operacionais, tumultos, problemas de infraestrutura, danos materiais e responsabilidade cruzada entre diferentes operações e jurisdições.

Porque basta um único incidente relevante para transformar um jogo em um evento de consequências bilionárias. E quando falamos em multidões, inevitavelmente falamos de tumulto, violência e risco político.

A Copa de 2026 acontece em um ambiente particularmente sensível. Três países diferentes. Contextos políticos distintos. Tensões migratórias. Polarização crescente. Manifestações. Pressão social. E uma exposição global sem precedentes.

Hoje os riscos de SRCC (strikes, riots and civil commotion), terrorismo e political violence deixaram de ser coberturas periféricas em grandes eventos. Eles passaram a ocupar posição central na modelagem do risco.

E existe uma dificuldade importante: o dano nem sempre vem de um grande ataque. Às vezes o maior problema nasce do pânico. Uma falha em controle de acesso. Um problema em evacuação. Uma pane tecnológica. Um boato. Um movimento de multidão. Em eventos dessa escala, segundos importam. E isso nos leva a outra transformação importante da indústria: a migração do risco físico para o risco híbrido.

Hoje um ataque cibernético pode gerar dano físico real. Uma falha em sistemas de acesso pode gerar superlotação. Uma pane em comunicação de emergência pode gerar tumulto. Um ataque a sistemas de energia ou transmissão pode interromper operações críticas em tempo real.

A Copa moderna não depende apenas de concreto e segurança privada. Ela depende de tecnologia funcionando perfeitamente o tempo inteiro. Muito antes da abertura, existe ainda outro lado menos visível do risco: contratos, obras, fornecedores, entregas, garantias financeiras e crédito circulando por anos até que o evento finalmente aconteça.

Os seguros garantia e de crédito acabam funcionando quase como a infraestrutura silenciosa da Copa. Eles ajudam a sustentar a confiança necessária para que obras avancem, fornecedores assumam compromissos de longo prazo e contratos bilionários atravessem diferentes ciclos econômicos até a entrega final.

Mas quando o torneio começa, o centro do risco volta a ser humano.

Atletas, árbitros, comissões técnicas, voluntários, jornalistas, equipes operacionais, fornecedores e milhões de torcedores passam a fazer parte de uma operação viva e extremamente sensível.

Os seguros de vida e acidentes pessoais ganham então uma dimensão enorme — especialmente porque o futebol moderno deixou de representar apenas paixão esportiva. Hoje ele também representa ativos humanos de valor econômico gigantesco.

Uma lesão grave durante a Copa não impacta apenas uma partida. Ela pode afetar clubes, patrocinadores, contratos futuros, campanhas globais e até companhias abertas expostas economicamente à imagem de determinados atletas. Ao mesmo tempo, existe um aspecto mais humano que às vezes o mercado esquece: por trás de todo cálculo atuarial existem pessoas.

Existe o voluntário trabalhando doze horas por dia em uma fan zone. Existe o jornalista atravessando cidades e multidões diariamente. Existe o funcionário operacional responsável por fluxos gigantescos de público. Existe o torcedor viajando milhares de quilômetros para viver talvez o momento mais importante da vida dele dentro do esporte. E talvez seja exatamente aí que o seguro mostre sua face mais importante.

Não apenas na capacidade de indenizar perdas gigantescas, mas na capacidade de dar segurança para que milhões de pessoas participem de algo dessa dimensão. Existe também um simbolismo silencioso em torno desta Copa. A final do maior Mundial da história acontecerá na região de Nova York, um dos maiores centros financeiros do planeta e marcado para sempre pelo trauma do 11 de setembro. Talvez isso diga muito sobre a própria evolução do mercado global de riscos.

Porque apenas uma indústria extremamente sofisticada de seguros, resseguros, modelagem de catástrofe, gestão de multidões, riscos cibernéticos, terrorismo e responsabilidade civil conseguiria oferecer hoje a resiliência necessária para reunir novamente dezenas de milhares de pessoas em um evento dessa magnitude no mesmo epicentro simbólico de um dos maiores ataques da história moderna.

No fundo, seguro também é isso. A capacidade da sociedade continuar funcionando, investindo, construindo e se reunindo mesmo depois dos maiores choques. A própria ideia de reunir bilhões de dólares em infraestrutura, direitos de mídia, capital humano, transporte, tecnologia e responsabilidade jurídica em torno de um único torneio seria economicamente inviável sem mecanismos sofisticados de transferência de risco.

O seguro não apenas protege a Copa.

Ele ajudou a tornar a Copa possível.

Quando a bola rolar em 2026, bilhões de pessoas estarão olhando para o campo. Mas talvez o jogo mais complexo já tenha acontecido muito antes, silenciosamente, entre seguradoras, resseguradores, brokers, governos, atuários, advogados e mercados financeiros espalhados pelo mundo.

Porque uma Copa do Mundo não começa na abertura.

Ela começa quando alguém aceita carregar o risco.

Rio recebe encontro que colocará o futuro do resseguro no centro das discussões do setor

O mercado segurador volta os olhos para o Rio de Janeiro nesta semana. Nos dias 19 e 20 de maio, executivos, especialistas, seguradoras, resseguradoras e corretores participam do Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, considerado um dos principais fóruns latino-americanos de discussão sobre transferência de riscos e tendências do setor.

Em um ambiente global marcado pelo aumento da frequência de eventos climáticos, maior volatilidade econômica, riscos cibernéticos mais sofisticados e mudanças regulatórias em diferentes mercados, o encontro ocorre em um momento de transformações relevantes para a indústria. O debate sobre capacidade, precificação, competitividade e novas estruturas de proteção ganha importância à medida que empresas e economias convivem com riscos cada vez mais complexos.

No Brasil, o evento acontece em meio a mudanças recentes com potencial de impacto sobre o ambiente de negócios do setor. Entre os temas que devem ocupar espaço nas discussões estão os efeitos do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações internacionais e os desdobramentos da implementação da nova Lei do Contrato de Seguro, em vigor desde dezembro.

A agenda também deve ampliar discussões sobre riscos cibernéticos — considerados uma das maiores preocupações globais da indústria — além dos desafios trazidos pelo avanço da inteligência artificial, das exigências relacionadas a sustentabilidade e ESG e da busca por fontes alternativas de capital capazes de ampliar capacidade e diversificar riscos.

O encontro ocorre em um momento em que o resseguro vem assumindo papel cada vez mais estratégico. Tradicionalmente visto como mecanismo de suporte à capacidade das seguradoras, o segmento passou a ocupar espaço mais central nas discussões sobre infraestrutura, energia, agronegócio, grandes riscos corporativos e eventos climáticos extremos.

Além dos temas técnicos, o evento costuma servir como termômetro sobre tendências do mercado e perspectivas para o restante do ano. Em um setor que atravessa mudanças regulatórias e transformações estruturais, as conversas de corredor muitas vezes se tornam tão relevantes quanto os painéis oficiais.

O Sonho Seguro acompanhará a programação e trará os principais destaques, bastidores, análises e entrevistas ao longo da semana.

Seguro de Trump para escoltar navios em Hormuz não teve um interessado em dois meses

Fonte: Financial Times/Folha

Dois meses após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar que o país forneceria seguro para navios que buscassem transitar pelo estreito de Hormuz, o programa não forneceu um único dólar de cobertura.

O presidente disse em março que os EUA teriam um seguro “a um preço muito razoável” para embarcações que quisessem atravessar o local com segurança, depois que o Irã bloqueou virtualmente o local e disparava mísseis contra navios que cruzavam o local sem autorização.

Desde então, o governo americano recrutou as seguradoras Chubb e AIG para ajudar a fornecer cobertura, com um olho em manter os preços do petróleo baixos ao reviver o trânsito na via marítima por onde passa 20% da produção mundial de petróleo e gás.

Mas o programa de até US$ 40 bilhões ainda não foi utilizado, afirmaram duas pessoas familiarizadas com suas operações, mesmo com as taxas de seguro permanecendo em múltiplos dos níveis anteriores à guerra.

O esquema nunca decolou, segundo corretores de seguros, pois não cumpriu todos os requisitos necessários para navios transitando pelo estreito e estava vinculado a uma escolta naval dos EUA para embarcações, que não foi estabelecida.

Os EUA escoltaram duas embarcações pelo estreito no início de maio como parte de seu efêmero esforço “Projeto Liberdade” para permitir a passagem de navios mercantes, mas nenhum outro foi assistido pelos militares americanos.

O esquema, que está sendo administrado pela DFC (Corporação Financeira de Desenvolvimento dos EUA), foi criado depois que Trump postou nas redes sociais que havia ordenado à DFC fornecer “a um preço muito razoável, seguro de risco político e garantias para a segurança financeira de todo o comércio marítimo, especialmente de energia, transitando pelo golfo Pérsico”.

“O propósito do programa da DFC é segurar navios enquanto transitam sob escolta naval, e não houve escolta”, afirmou um porta-voz da Chubb.

Grande parte do seguro marítimo mundial é subscrito através do Lloyd’s de Londres, e algumas pessoas especularam que os esforços apoiados pelo governo americano poderiam corroer a dominância do Reino Unido nesse espaço.

Reiniciar o comércio “está todo condicionado a que os armadores sintam que as condições são seguras o suficiente para colocar seus ativos e suas tripulações em risco”, comentou Marcus Baker, chefe de seguros marítimos da maior corretora do mundo, Marsh.

Ellis Morley, corretor marítimo da Howden, disse que “a disponibilidade de seguro não tem sido o problema para navios transitando pelo estreito”. “É a ameaça física às tripulações, embarcações e cargas que tem sido o fator dissuasor para os armadores”, apontou.

Pelo menos 38 navios foram atacados ou atingidos desde o início do conflito e 11 marinheiros foram mortos, segundo a OMI (Organização Marítima Internacional).

Os preços de seguro para navios no Golfo permanecem muitas vezes mais caro do que antes da guerra.

MAG reduz tempo de resposta de 9 dias para menos de 24 horas com novo modelo de atendimento

Fonte: MAG

A MAG avançou na transformação do atendimento em benefícios com a criação do AcolheBen, iniciativa que reorganizou processos, reduziu drasticamente o tempo de resposta e elevou os níveis de satisfação dos clientes. O programa nasceu a partir da necessidade de aprimorar a experiência do cliente, com foco em oferecer respostas mais ágeis, claras e próximas, além de fortalecer o relacionamento em todas as etapas do atendimento.

Antes da implementação, o tempo médio de resposta chegava a até nove dias. Com a nova estrutura, esse prazo caiu inicialmente para cerca de dois dias e, atualmente, está abaixo de 24 horas, sendo, em muitos casos, resolvido em poucas horas. A mudança foi possível com a separação entre atendimento e análise técnica, permitindo maior especialização e agilidade.

O modelo passou a contar com dois níveis de atendimento. O primeiro nível é responsável pelo acolhimento e resolução imediata das demandas, enquanto o segundo nível atua com maior profundidade técnica, mantendo uma comunicação clara e próxima do cliente.

Hoje, cerca de 70% das demandas são resolvidas já no primeiro contato. Nos demais casos, a solução ocorre em menos de um dia.

“O AcolheBen representa uma mudança estrutural na forma como nos relacionamos com nossos clientes. Conseguimos reduzir drasticamente o tempo de resposta e, ao mesmo tempo, oferecer um atendimento mais humano, claro e resolutivo, especialmente nos momentos mais sensíveis. Isso estabelece relações duradouras, que é um valor da MAG”, explica Marco Giorgetti, diretor de operações da MAG Seguros.

Eficiência e relacionamento

A reestruturação teve impacto direto na percepção do cliente. Houve redução significativa no volume de reclamações, inclusive em plataformas públicas, ao mesmo tempo em que os indicadores de reputação evoluíram.

Entre os principais resultados, mais de 70% dos clientes passaram a afirmar que voltariam a fazer negócio com a empresa. A nota média de avaliação se aproxima de 8,4 e a companhia avança em direção a selos de excelência em atendimento. Além disso, o volume total de reclamações caiu em comparação com concorrentes do setor.

O AcolheBen também elevou os indicadores internos de satisfação. O NPS do atendimento de primeiro nível atingiu cerca de 80 pontos, considerado zona de excelência. No acumulado do ano, o índice gira em torno de 69 pontos, com evolução consistente desde a criação da célula, em outubro.

Um dos diferenciais do programa é a criação de uma jornada mais humanizada, especialmente em situações sensíveis, como negativas ou pagamentos parciais de benefícios.

Nesses casos, a MAG passou a oferecer consultoria médica personalizada. O cliente pode agendar um horário com especialistas para entender a análise do seu caso. A iniciativa já apresenta resultados relevantes, com mais de 200 convites enviados e alta adesão ao serviço.

Mesmo em situações de negativa, o atendimento alcança NPS de cerca de 40 pontos, índice considerado elevado para esse tipo de experiência. Além disso, o programa inclui benefícios gratuitos como sessões de apoio emocional e consultoria financeira, ampliando o suporte ao cliente em momentos críticos.

O AcolheBen segue em expansão, com novos pilares em desenvolvimento, como automação de jornadas, ampliação dos serviços e ações de encantamento. A estratégia combina eficiência operacional com atendimento humanizado, integrando canais digitais a uma experiência mais próxima e resolutiva.

Na Semana ENEF, Bradesco Seguros discute equilíbrio financeiro e qualidade de vida

O Grupo Bradesco Seguros participa, pela sétima vez consecutiva, da Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), que será realizada entre os dias 18 e 24 de maio. A iniciativa reúne instituições públicas e privadas com o objetivo de ampliar o acesso da população a conteúdos e práticas relacionadas à educação financeira, securitária e previdenciária.

Como parte da programação, o Grupo promoverá, no dia 21 de maio, às 9h, a live “Consciência nas escolhas: equilíbrio nas finanças e na vida”, com transmissão pelo link https://livegbs.com.br/. O encontro contará com a participação da jornalista e apresentadora Mariana Ferrão, reconhecida por sua atuação em temas ligados à saúde, bem-estar e qualidade de vida, ampliando o debate sobre a relação entre decisões financeiras e qualidade de vida ao longo do tempo.

A abertura será realizada por Andrea Carrasco, superintendente sênior de Recursos Humanos do Grupo Bradesco Seguros. O painel contará com a participação de Mariana Ferrão e de Estevão Escripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência.

A proposta da live é estimular reflexões sobre o impacto das escolhas financeiras no presente e no futuro, considerando aspectos econômicos diretamente relacionados à qualidade de vida e à longevidade. O tema ganha relevância em um contexto no qual o planejamento financeiro ainda é um desafio para grande parte da população. Segundo pesquisa do SPC Brasil, cerca de seis em cada dez brasileiros não se dedicam regularmente ao planejamento ou controle da vida financeira.

Esse cenário também é reforçado pelos dados do Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), estudo do Grupo Bradesco Seguros, criado em 2024, que analisa 31 variáveis distribuídas em seis pilares saúde física, saúde mental, saúde social, saúde ambiental, prevenção e finanças e oferece um retrato abrangente de como os brasileiros percebem e se preparam para viver mais e melhor.

A edição de 2025 ouviu 4.400 pessoas em todo o país e mostrou que o pilar de finanças apresenta o menor desempenho entre os avaliados. Entre os principais achados, o estudo revela que dois em cada três brasileiros não possuem reserva financeira para a aposentadoria, evidenciando a fragilidade da cultura de planejamento de longo prazo, mesmo diante do aumento da expectativa de vida. A pesquisa também aponta diferenças regionais, indicando que os desafios financeiros estão presentes em todas as regiões do Brasil, ainda que em intensidades diferentes.

Para Valdirene Secato, diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros, a participação na Semana ENEF reforça o compromisso da companhia com a capacitação e a democratização do acesso a conteúdos relevantes. “A educação financeira precisa estar cada vez mais próxima da realidade das pessoas. Nosso papel é ampliar o conhecimento, estimular escolhas mais conscientes e contribuir para que mais brasileiros se sintam preparados para planejar o presente e o futuro. Iniciativas como o Espaço Universeg fazem parte desse compromisso ao oferecer conteúdos acessíveis e gratuitos que apoiam o desenvolvimento pessoal e financeiro ao longo da vida”, afirma a executiva.

Além da live, o Grupo Bradesco Seguros mantém iniciativas contínuas de educação por meio do Espaço Universeg, plataforma que reúne mais de 200 conteúdos gratuitos voltados ao desenvolvimento pessoal e profissional, disponíveis em https://www.espacouniverseg.com.br/.