MAG reduz tempo de resposta de 9 dias para menos de 24 horas com novo modelo de atendimento

Fonte: MAG

A MAG avançou na transformação do atendimento em benefícios com a criação do AcolheBen, iniciativa que reorganizou processos, reduziu drasticamente o tempo de resposta e elevou os níveis de satisfação dos clientes. O programa nasceu a partir da necessidade de aprimorar a experiência do cliente, com foco em oferecer respostas mais ágeis, claras e próximas, além de fortalecer o relacionamento em todas as etapas do atendimento.

Antes da implementação, o tempo médio de resposta chegava a até nove dias. Com a nova estrutura, esse prazo caiu inicialmente para cerca de dois dias e, atualmente, está abaixo de 24 horas, sendo, em muitos casos, resolvido em poucas horas. A mudança foi possível com a separação entre atendimento e análise técnica, permitindo maior especialização e agilidade.

O modelo passou a contar com dois níveis de atendimento. O primeiro nível é responsável pelo acolhimento e resolução imediata das demandas, enquanto o segundo nível atua com maior profundidade técnica, mantendo uma comunicação clara e próxima do cliente.

Hoje, cerca de 70% das demandas são resolvidas já no primeiro contato. Nos demais casos, a solução ocorre em menos de um dia.

“O AcolheBen representa uma mudança estrutural na forma como nos relacionamos com nossos clientes. Conseguimos reduzir drasticamente o tempo de resposta e, ao mesmo tempo, oferecer um atendimento mais humano, claro e resolutivo, especialmente nos momentos mais sensíveis. Isso estabelece relações duradouras, que é um valor da MAG”, explica Marco Giorgetti, diretor de operações da MAG Seguros.

Eficiência e relacionamento

A reestruturação teve impacto direto na percepção do cliente. Houve redução significativa no volume de reclamações, inclusive em plataformas públicas, ao mesmo tempo em que os indicadores de reputação evoluíram.

Entre os principais resultados, mais de 70% dos clientes passaram a afirmar que voltariam a fazer negócio com a empresa. A nota média de avaliação se aproxima de 8,4 e a companhia avança em direção a selos de excelência em atendimento. Além disso, o volume total de reclamações caiu em comparação com concorrentes do setor.

O AcolheBen também elevou os indicadores internos de satisfação. O NPS do atendimento de primeiro nível atingiu cerca de 80 pontos, considerado zona de excelência. No acumulado do ano, o índice gira em torno de 69 pontos, com evolução consistente desde a criação da célula, em outubro.

Um dos diferenciais do programa é a criação de uma jornada mais humanizada, especialmente em situações sensíveis, como negativas ou pagamentos parciais de benefícios.

Nesses casos, a MAG passou a oferecer consultoria médica personalizada. O cliente pode agendar um horário com especialistas para entender a análise do seu caso. A iniciativa já apresenta resultados relevantes, com mais de 200 convites enviados e alta adesão ao serviço.

Mesmo em situações de negativa, o atendimento alcança NPS de cerca de 40 pontos, índice considerado elevado para esse tipo de experiência. Além disso, o programa inclui benefícios gratuitos como sessões de apoio emocional e consultoria financeira, ampliando o suporte ao cliente em momentos críticos.

O AcolheBen segue em expansão, com novos pilares em desenvolvimento, como automação de jornadas, ampliação dos serviços e ações de encantamento. A estratégia combina eficiência operacional com atendimento humanizado, integrando canais digitais a uma experiência mais próxima e resolutiva.

Na Semana ENEF, Bradesco Seguros discute equilíbrio financeiro e qualidade de vida

O Grupo Bradesco Seguros participa, pela sétima vez consecutiva, da Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), que será realizada entre os dias 18 e 24 de maio. A iniciativa reúne instituições públicas e privadas com o objetivo de ampliar o acesso da população a conteúdos e práticas relacionadas à educação financeira, securitária e previdenciária.

Como parte da programação, o Grupo promoverá, no dia 21 de maio, às 9h, a live “Consciência nas escolhas: equilíbrio nas finanças e na vida”, com transmissão pelo link https://livegbs.com.br/. O encontro contará com a participação da jornalista e apresentadora Mariana Ferrão, reconhecida por sua atuação em temas ligados à saúde, bem-estar e qualidade de vida, ampliando o debate sobre a relação entre decisões financeiras e qualidade de vida ao longo do tempo.

A abertura será realizada por Andrea Carrasco, superintendente sênior de Recursos Humanos do Grupo Bradesco Seguros. O painel contará com a participação de Mariana Ferrão e de Estevão Escripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência.

A proposta da live é estimular reflexões sobre o impacto das escolhas financeiras no presente e no futuro, considerando aspectos econômicos diretamente relacionados à qualidade de vida e à longevidade. O tema ganha relevância em um contexto no qual o planejamento financeiro ainda é um desafio para grande parte da população. Segundo pesquisa do SPC Brasil, cerca de seis em cada dez brasileiros não se dedicam regularmente ao planejamento ou controle da vida financeira.

Esse cenário também é reforçado pelos dados do Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), estudo do Grupo Bradesco Seguros, criado em 2024, que analisa 31 variáveis distribuídas em seis pilares saúde física, saúde mental, saúde social, saúde ambiental, prevenção e finanças e oferece um retrato abrangente de como os brasileiros percebem e se preparam para viver mais e melhor.

A edição de 2025 ouviu 4.400 pessoas em todo o país e mostrou que o pilar de finanças apresenta o menor desempenho entre os avaliados. Entre os principais achados, o estudo revela que dois em cada três brasileiros não possuem reserva financeira para a aposentadoria, evidenciando a fragilidade da cultura de planejamento de longo prazo, mesmo diante do aumento da expectativa de vida. A pesquisa também aponta diferenças regionais, indicando que os desafios financeiros estão presentes em todas as regiões do Brasil, ainda que em intensidades diferentes.

Para Valdirene Secato, diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros, a participação na Semana ENEF reforça o compromisso da companhia com a capacitação e a democratização do acesso a conteúdos relevantes. “A educação financeira precisa estar cada vez mais próxima da realidade das pessoas. Nosso papel é ampliar o conhecimento, estimular escolhas mais conscientes e contribuir para que mais brasileiros se sintam preparados para planejar o presente e o futuro. Iniciativas como o Espaço Universeg fazem parte desse compromisso ao oferecer conteúdos acessíveis e gratuitos que apoiam o desenvolvimento pessoal e financeiro ao longo da vida”, afirma a executiva.

Além da live, o Grupo Bradesco Seguros mantém iniciativas contínuas de educação por meio do Espaço Universeg, plataforma que reúne mais de 200 conteúdos gratuitos voltados ao desenvolvimento pessoal e profissional, disponíveis em https://www.espacouniverseg.com.br/.

Denúncias de trabalho escravo crescem em 2026 e acendem alerta no país, segundo CNseg

Ferramenta desenvolvida pela CNseg voltada ao monitoramento socioambiental têm ganhado espaço no setor de seguros. Entre elas está a Solução de Conformidade Socioambiental desenvolvida pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), para apoiar o processo de subscrição com base em critérios ambientais, sociais e de governança (ASG).
 

O Brasil registrou forte aumento nas denúncias de trabalho análogo à escravidão no início de 2026. Dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) mostram que foram formalizadas 733 denúncias, sendo 522 apenas entre janeiro e fevereiro, alta de 12,7% em relação ao mesmo período de 2025. No mesmo intervalo, 271 trabalhadores foram resgatados em operações de fiscalização, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o que representa cerca de 10% de todos os resgates registrados ao longo de 2025.
 

Embora o fenômeno seja historicamente marcado pela subnotificação, sobretudo em contextos domésticos e urbanos, os números indicam aumento na formalização de denúncias neste início de ano, o que reacende o debate sobre instrumentos de monitoramento nas cadeias produtivas.
 

Ferramentas de monitoramento

Nesse cenário, ferramentas voltadas ao monitoramento socioambiental têm ganhado espaço no setor de seguros. Entre elas está a Solução de Conformidade Socioambiental desenvolvida pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), voltada a apoiar o processo de subscrição com base em critérios ambientais, sociais e de governança (ASG).
 

A ferramenta integra consultas a 18 bases públicas oficiais, incluindo o Cadastro Ambiental Rural (CAR), áreas embargadas, unidades de conservação, terras indígenas e registros de desmatamento, permitindo uma análise mais estruturada e auditável dos riscos antes da aceitação do seguro. Entre os cruzamentos realizados, estão também as listas de empregadores autuados por trabalho escravo divulgadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
 

“A solução Conformidade Socioambiental, da CNseg, apoia a gestão de riscos das seguradoras ao avaliar a conformidade socioambiental de propriedades com base em legislações, regulações e outros critérios relevantes. Voltada principalmente ao seguro rural, mas aplicável também ao contexto urbano, a solução cruza automaticamente informações de imóveis, polígonos e registros do Cadastro Ambiental Rural (CAR) com diversas bases socioambientais. Com isso, as seguradoras ganham mais segurança jurídica e operacional nos processos de subscrição e renovação de apólices, além de maior transparência e responsabilidade na gestão de riscos”, afirma André Vasco, diretor da Diretoria de Serviços da CNseg.
 

Na prática, o sistema permite que seguradoras identifiquem irregularidades durante a contratação ou renovação de apólices, incluindo a presença de produtores ou propriedades em listas relacionadas a infrações socioambientais, o que pode levar ao bloqueio ou à revisão de contratos.
 

Dados do Relatório de Sustentabilidade da CNseg indicam que 68,6% das seguradoras já incorporam critérios ESG na subscrição de riscos. Além disso, 80,6% das companhias afirmam recusar a cobertura ou não renovar contratos quando identificam riscos socioambientais incompatíveis com suas políticas internas. Nesse contexto, o uso de bases públicas, ferramentas de georreferenciamento e sistemas de monitoramento contínuo tem ampliado a capacidade do setor de identificar irregularidades nas cadeias produtivas, reforçando mecanismos de controle e contribuindo para maior transparência e segurança jurídica nas operações no campo.

Yelum e HDI Seguros lançam o Programa Corretor Vida Pro para parceiros selecionados


O Grupo HDI, com suas marcas Yelum e HDI Seguros, anuncia o lançamento do Corretor Vida Pro, programa criado para reconhecer e potencializar a atuação de corretores especializados em seguros de Vida. Com condições válidas desde 1º de maio, o programa reúne um grupo seleto de parceiros com perfil consultivo, alta performance comercial e foco estratégico na expansão da carteira de Vida.


Desenvolvido para um primeiro grupo de corretores até dezembro de 2026 e com nova rodada prevista para janeiro de 2027, o Corretor Vida Pro foi estruturado para fortalecer o relacionamento com parceiros que têm o seguro de vida como prioridade em seus negócios e se destacam pela excelência na comercialização desse segmento. A entrada no programa ocorre mediante critérios de elegibilidade e avaliação dos especialistas comerciais e da área de Vida do Grupo HDI.


“O seguro de vida vem ganhando cada vez mais relevância dentro do planejamento financeiro das famílias e das empresas. Com o Corretor Vida Pro, queremos apoiar corretores que já atuam de forma especializada nesse mercado, oferecendo uma estrutura diferenciada, mais proximidade com a companhia e ferramentas que contribuam para ampliar seus resultados e desenvolvimento”, afirma Alexandre Vicente – Diretor de Produtos Vida do Grupo HDI.


O programa está baseado em quatro pilares principais: atendimento especializado e operação premium, ações exclusivas de marketing, reconhecimento e cocriação de projetos com a companhia, além de condições comerciais diferenciadas.


Entre os benefícios oferecidos aos participantes estão atendimento prioritário, canal dedicado com especialistas, acompanhamento próximo de propostas estratégicas e SLA diferenciado para operações de seguros de Vida. A iniciativa também contempla ganhos de produtividade em processos de subscrição, emissão, implantação, faturamento e sinistros.


Na frente de desenvolvimento e relacionamento, os corretores participantes terão acesso a trilhas exclusivas de capacitação na plataforma de treinamento, incluindo conteúdos sobre seguros de vida individual e coletivo, marketing digital e aplicações de inteligência artificial na gestão de ofertas e relacionamento comercial.


O programa ainda prevê ações de marketing customizadas, benefícios exclusivos em campanhas de incentivo, materiais personalizados para redes sociais e canais digitais, além de participação em iniciativas de relacionamento e construção conjunta de soluções com executivos e especialistas do grupo.
 

Para integrar o Corretor Vida Pro, os parceiros precisam atender a critérios específicos, como estrutura dedicada à operação de seguros de Vida, atuação ativa em Vida Individual e Vida em Grupo, além de produção qualificada junto ao Grupo HDI. Corretores com alto potencial também podem ser avaliados pela companhia.

“Fortalecemos nossa atuação em seguros de Vida ao lado de parceiros que enxergam esse segmento de forma estratégica e consultiva. O Corretor Vida Pro nasce para ampliar proximidade, reconhecimento e desenvolvimento comercial, criando um ecossistema mais preparado para acompanhar a evolução das necessidades de proteção financeira dos clientes”, comenta Marcos Machini, Vice-Presidente Comercial do Grupo HDI.
 

Com a iniciativa, a companhia reforça sua estratégia de fortalecimento do segmento de Vida e amplia o investimento em capacitação, reconhecimento e geração de valor para parceiros especializados, acompanhando a evolução da demanda por soluções de proteção financeira cada vez mais consultivas e personalizadas.

Favela Seguros lança minidocumentário sobre potência criativa das periferias

A Favela Seguros, junto da Digital Favela, lançou, na terça-feira (12), o minidocumentário do Favela Seguros Cria, projeto voltado à formação de criadores de conteúdo das periferias. A produção foi publicada após a live de encerramento da iniciativa e está disponível no YouTube da Digital Favela.

O documentário acompanha as trajetórias de Cristina Ribeiro, criadora de conteúdo angolana, e Ugo da Silva, principal nome por trás da Comunidade Samba do Abraço. Os dois foram selecionados após uma curadoria feita pela Digital Favela e pela Favela Seguros entre os participantes inscritos no projeto. 

A produção foi realizada em paralelo às oficinas e apresenta histórias que ajudam a explicar a proposta do Favela Seguros Cria: fortalecer criadores periféricos, valorizar suas referências e ampliar o alcance de narrativas construídas a partir dos territórios. 
 

Ao todo, o projeto formou 153 alunos, com 5.582 inscrições recebidas. Após a análise dos materiais desenvolvidos durante a jornada formativa, 10 participantes foram selecionados como vencedores e receberam R$ 5 mil cada. Viabilizado com apoio da Lei de Incentivo à Cultura, o Favela Seguros Cria reuniu formação, produção de conteúdo e premiação. 
 

“O que mais nos marcou foi ver a força de cada trajetória. Vimos criadores preparados, potentes e comprometidos com suas histórias. Já existia repertório e, principalmente, um olhar focado em identidade. No projeto, os participantes encontraram uma oportunidade para fortalecer seus caminhos e transformar suas ideias em novas possibilidades”, afirma Gê Coelho, líder de relações institucionais da Favela Seguros.

Valor: revista de seguros traz o cenário do setor em 2026

A edição especial Seguros, Resseguros e Previdência publicada hoje pelo Valor Econômico traça um retrato de um setor que atravessa uma fase de transformação estrutural. O crescimento segue sustentado, mas cada vez menos homogêneo: tecnologia, mudanças regulatórias, riscos climáticos, novos modelos de negócios e a busca por ampliar a cultura de proteção passaram a definir a dinâmica do mercado. A revista mostra um setor pressionado a inovar, ampliar acesso e responder a desafios que vão de mudanças climáticas a novas formas de mobilidade, passando pela digitalização, infraestrutura e expansão de segmentos ainda subpenetrados.

À espera da regulamentação
A abertura regulatória para cooperativas e associações patrimoniais cria uma nova fronteira de crescimento para o mercado segurador. A reportagem mostra que a nova legislação ampliou o escopo de atuação desses modelos, mas o amadurecimento deve ocorrer gradualmente. O potencial é expressivo, especialmente pela capacidade de chegar a nichos pouco atendidos, embora desafios de capital, escala e educação securitária ainda limitem uma expansão acelerada.

Da reação para a ação
O mercado de seguros climáticos deixa de atuar apenas na reparação de perdas e migra para um modelo preventivo. A reportagem mostra o avanço do uso de inteligência artificial, modelagem climática e seguros paramétricos, impulsionado principalmente pelas enchentes no Rio Grande do Sul e pela maior frequência de eventos extremos. A indústria aposta em tecnologia para antecipar riscos e reduzir a enorme lacuna de proteção existente no país.

De Roupa Nova
O seguro de vida passa por uma reformulação profunda. Antes associado exclusivamente à morte, o produto ganha serviços em vida, assistência, proteção para doenças graves e funcionalidades ligadas ao planejamento financeiro. O texto mostra que o setor amplia coberturas, simplifica processos e aposta em tecnologia para conquistar públicos mais jovens e reduzir barreiras culturais históricas.

Espaço para Crescer
Impulsionado pelo avanço das concessões e dos investimentos em infraestrutura, o seguro garantia cresce em ritmo acelerado, mas ainda disputa espaço com instrumentos tradicionais como a fiança bancária. A reportagem mostra que o produto avança especialmente em grandes projetos, embora ainda enfrente desafios operacionais e jurídicos para ganhar maior escala.

Expansão Sustentada
O seguro automotivo continua crescendo apoiado na renovação da frota e na expansão dos veículos eletrificados. O desafio, porém, mudou: o setor precisa adaptar produtos e serviços a carros mais tecnológicos, caros e complexos. A reportagem destaca a corrida das seguradoras para desenvolver soluções específicas para híbridos e elétricos, em um mercado ainda pouco penetrado.

Falta ganhar tração
Embora a infraestrutura do open insurance esteja pronta, a adesão ainda avança lentamente. A matéria mostra que o compartilhamento de dados ainda precisa superar dificuldades operacionais, resistência das empresas e fricções na jornada do cliente para atingir o potencial prometido de ampliar competição e personalização no setor.

Fora da Planilha
No seguro rural, margens agrícolas apertadas, juros elevados e maior frequência de eventos climáticos extremos reduziram espaço para contratação de proteção. O setor acende sinal de alerta diante da queda nos prêmios e discute alternativas para ampliar a adesão em um segmento fortemente dependente de políticas públicas e subsídios.

O Desempenho em 2025
A reportagem mostra que o seguro de transportes vive expansão acompanhada de um aumento relevante da complexidade operacional. Roubos de carga, acidentes e perdas bilionárias ampliaram a necessidade de prevenção, levando seguradoras a investir fortemente em inteligência artificial, monitoramento em tempo real e análise de dados. O foco deixou de ser apenas indenizar prejuízos e passou a incluir mecanismos capazes de evitar sinistros antes que eles ocorram.

Oferta Recorde de Capital
O mercado global de resseguros atravessa um momento de abundância histórica de capital, com liquidez elevada e forte competição reduzindo custos para seguradoras. Apesar do cenário favorável, a reportagem mostra que riscos climáticos, ameaças cibernéticas e tensões geopolíticas continuam pressionando o setor. No Brasil, o segmento vive uma fase de adaptação ao novo marco legal dos seguros, enquanto discute os impactos regulatórios e as novas demandas por proteção.

Potencial ultrapassa R$ 1,5 bi em prêmios e lidera segmento de seguro garantia
A Potencial Seguradora consolidou liderança em seguro garantia e reforça a tese de que o produto vive um momento de mudança estrutural no país. Com crescimento apoiado em infraestrutura, licitações e novas exigências regulatórias, a companhia aposta em inovação, tecnologia e expansão do portfólio para acelerar um segmento ainda pequeno diante do potencial do mercado brasileiro.

Proteção contra a inadimplência
Em um ambiente de juros elevados, recuperações judiciais e aumento do risco de crédito, o seguro de crédito ganha relevância entre empresas e fundos. A modalidade protege recebíveis contra inadimplência e também funciona como ferramenta para expansão comercial, gestão de risco e acesso a melhores condições de financiamento, ampliando previsibilidade financeira em cenários de maior incerteza.

Proteção Dupla
A disseminação da inteligência artificial elevou a sofisticação das fraudes digitais e dos ataques cibernéticos, impulsionando a busca por seguros especializados. A reportagem mostra que empresas passaram a combinar apólices cibernéticas com coberturas para fraudes financeiras, criando uma camada adicional de proteção para riscos operacionais cada vez mais complexos e difíceis de identificar.

Reversão Histórica
A previdência privada aberta enfrenta um dos períodos mais desafiadores de sua trajetória recente. A tributação do IOF sobre aportes elevados em VGBL provocou uma reversão histórica da captação líquida, gerando insegurança regulatória e afetando até investidores não atingidos diretamente pela medida. O setor aposta em relacionamento e comunicação para recuperar confiança, mas ainda trabalha em cenário de incerteza.

Risco Potencializado
A guerra envolvendo o Irã recolocou o seguro marítimo sob forte pressão global. O aumento da percepção de risco levou ao cancelamento de apólices, revisão de coberturas e forte alta dos prêmios em regiões estratégicas para o comércio mundial. O conflito mostrou como tensões geopolíticas podem provocar reprecificação imediata dos riscos e gerar efeitos indiretos sobre cadeias globais de transporte e logística.

Segmento Promissor
A regulamentação do mercado de carbono abriu espaço para uma nova frente de atuação das seguradoras: a proteção de projetos de créditos de carbono. A modalidade surge como instrumento para reduzir riscos jurídicos, operacionais e climáticos, aumentando a segurança para investidores e ajudando a tornar projetos ambientais mais financiáveis e escaláveis.

Seguradoras veem potencial bilionário entre pequenas empresas
A reportagem mostra que pequenas e médias empresas se tornaram uma das principais apostas das seguradoras. Apesar do enorme déficit de proteção, o segmento reúne demanda crescente por coberturas mais simples, digitais e customizadas, abrindo espaço para produtos adaptados a necessidades específicas e modelos mais acessíveis.

Seguro de vida reforça planejamento patrimonial
O seguro de vida avança além da proteção tradicional e passa a ganhar espaço também como instrumento de sucessão patrimonial. O produto amplia seu papel no planejamento financeiro, oferecendo liquidez imediata, redução de burocracia e mecanismos para facilitar a transferência organizada do patrimônio entre gerações.

Velocidade Moderada
A expansão dos seguros ligados à mobilidade e à transformação do setor automotivo segue em curso, mas em ritmo gradual. Apesar do crescimento dos veículos eletrificados e de novas tecnologias embarcadas, desafios relacionados a infraestrutura, custos e adaptação operacional ainda limitam uma aceleração mais forte do mercado.

Open insurance: falta ganhar tração

Alessandro Octaviano SUsep

Denise Bueno, para o Valor

O open insu­rance, um sis­tema cri­ado pela Supe­rin­ten­dên­cia de Segu­ros Pri­va­dos (Susep), que per­mite que cli­en­tes de segu­ra­do­ras com­par­ti­lhem seus dados de forma segura com outras empre­sas do setor, já saiu do campo da pro­messa. A agenda regu­la­tó­ria avan­çou, a infra­es­tru­tura foi implan­tada e o mer­cado segu­ra­dor bra­si­leiro pas­sou a con­vi­ver com um novo modelo de com­par­ti­lha­mento de dados, pen­sado para ampliar con­cor­rên­cia, esti­mu­lar ino­va­ção e dar ao con­su­mi­dor mais con­trole sobre suas infor­ma­ções. Mas, pas­sa­dos os mar­cos ini­ci­ais de imple­men­tação, o que se vê é um sis­tema ainda em cons­tru­ção, que pro­cura escala, cla­reza de valor e maior flui­dez ope­ra­ci­o­nal.

“O open insu­rance ainda enfrenta desa­fios e resis­tên­cias, mas não dá para par­tir do pres­su­posto de que esse ecos­sis­tema não dará certo”, afirma Júlia Nor­mande, dire­tora da Susep. “Ele é estra­té­gico para apro­xi­mar con­su­mi­dor e segu­ra­dora e para ampliar a oferta de ser­vi­ços no mer­cado. Hoje, mui­tas empre­sas ainda enxer­gam o open insu­rance como custo regu­la­tó­rio. O desa­fio é fazer com que ele passe a ser visto como modelo de negó­cio, de melho­ria de pro­ces­sos e de aten­di­mento ao cli­ente”, diz Nor­mande.

Se o regu­la­dor insiste na dire­ção estra­té­gica, o mer­cado chama aten­ção para as difi­cul­da­des do uso coti­di­ano. Do ponto de vista de mer­cado, há evo­lu­ção con­creta — com aumento de inte­gra­ções e tes­tes tran­sa­ci­o­nais —, mas ainda em está­gio ini­cial de matu­ri­dade. Trata-se de uma infra­es­tru­tura invi­sí­vel que já vem sendo mais bem apro­vei­tada por segu­ra­do­ras liga­das a con­glo­me­ra­dos finan­cei­ros.

A dis­cus­são passa pelo papel das Socie­da­des Pro­ces­sa­do­ras de Ordem do Cli­ente (Spocs). Até abril de 2026, ape­nas duas foram auto­ri­za­das pela Susep, a Guru Spoc e a Open Power, mas a expec­ta­tiva é de novas apro­va­ções de cor­re­to­res de segu­ros inte­res­sa­dos em atuar no open finance, a inte­gra­ção do open ban­king com o open insu­rance. Para a Susep, essas empre­sas podem fun­ci­o­nar como veto­res de ino­va­ção, jus­ta­mente por nas­ce­rem com foco inte­gral em ser­vi­ços e tec­no­lo­gia. Ao mesmo tempo, ainda enfren­tam ajus­tes regu­la­tó­rios e ope­ra­ci­o­nais para atuar com maior efi­ci­ên­cia e aju­dar a dar ao sis­tema a escala pre­ten­dida.

Um dos prin­ci­pais gar­ga­los está na pró­pria expe­ri­ên­cia do cli­ente. “Na prá­tica, o prin­ci­pal desa­fio hoje é fazer a jor­nada do cli­ente fun­ci­o­nar com flui­dez de ponta a ponta”, resume Icaro Leite, CEO da Guru Spoc. Segundo ele, o ecos­sis­tema evo­luiu em gover­nança, segu­rança e estru­tura, mas ainda car­rega fric­ções impor­tan­tes nas eta­pas de auten­ti­ca­ção e con­sen­ti­mento. “O desa­fio agora é con­so­li­dar a infra­es­tru­tura com escala, gover­nança e mode­los de dis­tri­bui­ção capa­zes de cap­tu­rar o valor dos dados”, acres­centa Manuel Matos, coor­de­na­dor do Comitê de Ino­va­ção em Segu­ros da Câmara Bra­si­leira da Eco­no­mia Digi ­tal (camara-e.net).

O pri­meiro ponto crí­tico é a ampli­a­ção do perí­me­tro de par­ti­ci­pa­ção. Per­sis­tem assi­me­trias entre ins­ti­tui­ções obri­ga­das e par­ti­ci­pan­tes volun­tá­rios, o que limita a escala e cria dis­tor­ções com­pe­ti­ti­vas — sobre­tudo em favor de gru­pos que já ope­ram inte­gra­dos ao open finance com segu­ra­do­ras liga­das a ban­cos.

Sem uma base ampla e equi­li­brada, o sis­tema tende à frag­men­ta­ção. Outro desa­fio cen­tral é a con­ver­são do con­sen­ti­mento em ativo eco­nô­mico. Embora o modelo colo­que o titu­lar no cen­tro, ainda são inci­pi­en­tes os usos estra­té­gi­cos do con­sen­ti­mento para gera­ção de pro­du­tos, ser­vi­ços e expe­ri­ên­cias dife­ren­ci­a­das.

Do lado das segu­ra­do­ras, a ava­li­a­ção é que o obs­tá­culo prin­ci­pal hoje não está na tec­no­lo­gia. Ale­xan­dre Leal, dire­tor-téc­nico, de estu­dos e de rela­ções regu­la­tó­rias da Con­fe­de­ra­ção Naci­o­nal das Segu­ra­do­ras (CNseg), afirma que o setor já fez inves­ti­men­tos rele­van­tes para cum­prir a agenda regu­la­tó­ria, mas a demanda do con­su­mi­dor ainda é limi­tada. “Do ponto de vista das segu­ra­do­ras, o prin­ci­pal entrave para o open insu­rance ganhar escala comer­cial hoje é, sobre­tudo, a baixa demanda do con­su­mi­dor”, diz.

Para ele, ao con­trá­rio do open finance, o seguro não faz parte da rotina digi­tal da maior parte das pes­soas: “O cli­ente não tem o hábito de aces­sar fre­quen­te­mente pla­ta­for­mas de segu­ra­do­ras, como faz com apli­ca­ti­vos ban­cá­rios”. Nesse con­texto, auten­ti­ca­ção e con­sen­ti­mento para com­par­ti­lhar dados aca­bam se tor­nando bar­rei­ras adi­ci­o­nais num ambi­ente com o qual o con­su­mi­dor inte­rage pouco e, mui­tas vezes, de forma medi­ada pelo cor­re­tor. Por isso, ganha força a ideia de ace­le­rar a inte­ro­pe­ra­bi­li­dade com o open finance, levando infor­ma­ções de segu­ros para canais nos quais o cli­ente já está pre­sente.

Gus­tavo Laença, da Cap­ge­mini, afirma que o ecos­sis­tema ainda não con­se­guiu demons­trar gera­ção clara de valor para as segu­ra­do­ras. Na visão dele, o debate pre­cisa sair do campo estri­ta­mente tec­no­ló­gico e migrar para estra­té­gia, pro­du­tos, dados e comer­cial.

Mas o ano de 2026 pode ser deci­sivo para o open insu­rance. “Os resul­ta­dos mais con­cre­tos em ter­mos de ser­vi­ços devem come­çar a apa­re­cera par­tir de 2027. O ano de 2026 será muito impor­tante para revi­são, ajus­tes regu­la­tó­rios e for­ta­le­ci­mento da gover­nança”, informa Nor­mande, da Susep.

O supe­rin­ten­dente da Susep, Ales­san­dro Octa­vi­ani, insere o tema numa agenda mais ampla. Para ele, a aber­tura e a por­ta­bi­li­dade de dados for­ta­le­cem o con­su­mi­dor e aju­dam a ampliar o acesso ao seguro. “A pre­o­cu­pa­ção da Susep vai além da pene­tra­ção. O cen­tro da nossa agenda é a resi­li­ên­cia da eco­no­mia bra­si­leira”, afirma. “E isso passa por ampliar a base segu­rada, tra­zer novos arran­jos para o mer­cado regu­lado e avan­çar em agen­das como seguro rural, catás­trofe e open insu­rance.”

FF Seguros acelera transformação e amplia atuação do corporativo ao médio e pequeno risco

A FF Seguros, companhia do grupo canadense Fairfax, atravessa um momento de inflexão estratégica. Tradicionalmente reconhecida pela atuação em grandes riscos corporativos, a companhia vem redesenhando sua presença no mercado para avançar sobre segmentos de médio porte e pequenas empresas, em um movimento que combina tecnologia, diversificação de canais e proximidade com corretores.

Carla Almeida, Chief Distribution Office, conta que a transformação está diretamente ligada às ambições de crescimento da companhia até o fim da década. “Temos um desafio de crescimento bastante significativo até 2030, num ambiente de extrema competição do setor, com farto capital de resseguro para apoiar novos entrantes em diferentes nichos. Isso torna nosso desafio ainda mais interessante e nos remete a explorar novos segmentos, como o de pequenas e médias empresas”, afirma.

A estratégia está estruturada em dois grandes pilares: Consumer, voltado ao massificado, e Commercial, que abrange médio e grande risco. O reposicionamento passa por alterar a percepção do mercado sobre a seguradora que vem sendo construída nos últimos anos: mantém sua especialização em grandes riscos e avança com a mesma excelência num portfólio diverso para atender diferentes tipos de clientes dos corretores de seguros e canais de distribuição diversos que vão de bancos, varejo até cooperativas. “Hoje, quando o mercado pensa em FF Seguros, pensa em grandes riscos. O que estamos fazendo nesse movimento de transformação é justamente fazer com que também nos enxerguem como uma opção para proteger do médio ao pequeno risco”, diz.

A tecnologia é um importante pilar dessa mudança, com foco na digitalização de processos e na ampliação da oferta via plataformas disponibilizadas aos corretores parceiros. “A ideia é reduzir o trabalho operacional e agilizar toda a jornada, da cotação à emissão”, explica. Com isso, os corretores ganham tempo e dinheiro com o fechamento de negócios que visam proteger boa parte das lacunas que representam riscos para seus clientes.

A principal é a FF Place, voltada aos corretores, que concentra a oferta de produtos e vem sendo ampliada para suportar lançamentos. Funciona como um ecossistema de cotação e emissão 100% digital, com uso de dados para direcionar ofertas mais personalizadas. A companhia também mantém portais de serviços para gestão de apólices e rotinas operacionais, além de iniciativas de integração tecnológica via APIs, reforçando o objetivo de simplificar processos, reduzir o tempo de subscrição e tornar a distribuição mais eficiente.

No campo da distribuição, a seguradora reorganizou sua atuação e ampliou os canais. Hoje, a executiva lidera frentes que incluem grandes corretores, bancassurance, licitações, e canais especializados. “Cada canal tem uma proposta de valor específica. O trabalho é estruturado para nos reaproximar do mercado e entregar exatamente o que o corretor precisa”, afirma.

Dentro desse redesenho, o canal de médio mercado e especialistas ganhou protagonismo, que começou a ser organizado em 2024 e ganhou escala ao longo de 2025, com expectativa de avanço ainda maior neste ano. “É um canal com grande potencial. Entramos recentemente e já vemos oportunidades relevantes de crescimento”, afirma. A proposta é atuar de forma mais consultiva, ampliando o escopo de atuação dos parceiros. “Queremos oferecer soluções mais completas e alinhadas às necessidades do negócio, independentemente do porte do cliente”, diz. 

Um dos focos está na ampliação do portfólio vendido por corretores especialistas. “Identificamos que muitos corretores têm oportunidades de oferecer produtos além do seu nicho principal. Nosso papel é apoiar isso, com ferramentas, treinamentos, visitas e eventos”, afirma Carla. A estratégia já mostra resultados. Thais Mathias, superintendente comercial do canal Médio Mercado & Especialista, conta que somente em 2025, os novos negócios geraram cerca de R$ 29 milhões trabalhando essa diversificação dentro da base de especialistas. “Um corretor de transporte, por exemplo, pode vender empresarial, responsabilidade civil ou vida. A ideia é atender o cliente de ponta a ponta”, acrescenta.

“É um mercado mais competitivo, com disputa de preços em alguns segmentos. Isso exige que as seguradoras se reinventem. Nesse contexto, tecnologia e uso de dados ganham centralidade. Precisamos fazer uma distribuição mais inteligente, entender melhor o perfil do corretor e atuar de forma mais assertiva”, diz.

O cenário macro também adiciona complexidade. Eventos como eleições, calendário com muitos feriados e aumento de empresas em recuperação judicial impactam a dinâmica de negócios e exigem ajustes na subscrição e nas condições de resseguro. “Cada produto tem suas particularidades e exige atenção redobrada e o médio mercado é um vetor relevante de crescimento para corretores e seguradoras. Estamos olhando para ‘oceanos menores’, com mais capilaridade. O médio mercado traz volume e novas oportunidades”, Thais.

Para sustentar essa estratégia, além da tecnologia, atendimento personalizado, produtos sob medida e acessíveis, a FF Seguros também investe em relacionamento. A companhia prepara o lançamento da primeira campanha de benefícios para corretores, além de intensificar treinamentos, campanhas e eventos regionais. “Queremos mostrar que estamos entrando nesse segmento para ficar”, afirma Carla. 

A atuação inclui encontros presenciais em diferentes praças, levando executivos e soluções a regiões onde a seguradora não possui estrutura física. “É uma forma de estreitar relacionamento e apresentar nossos diferenciais”, diz. A meta para 2026 reflete esse momento de transição. “Será um ano desafiador, mas de avanço. Estamos estruturando a companhia para crescer de forma sustentável, com uma proposta de valor mais ampla e aderente ao mercado”, finalizam as executivas da FF Seguros. 

Mapfre abre seleção de projetos incentivados com foco em cultura, esporte e inclusão social

A Mapfre, companhia global de seguros e serviços financeiros, abriu nesta sexta-feira (15) as inscrições para seleção de projetos incentivados que poderão receber patrocínio da companhia ao longo de 2027. O edital contempla propostas aprovadas em leis federais de incentivo e fundos públicos nas áreas de cultura, esporte, saúde, reciclagem e desenvolvimento social.
 

Podem participar projetos enquadrados na Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei de Incentivo ao Esporte, Lei de Incentivo à Reciclagem, Fundo da Infância e Adolescência (FIA), Fundo do Idoso, PRONAS e PRONON.
 

A área cultural aparece entre os principais focos do edital. Nos últimos anos, a seguradora vem direcionando parte dos investimentos para iniciativas ligadas à democratização do acesso às artes, incluindo circulação de espetáculos, exposições, festivais e ações de formação artística em diferentes regiões do país. A prioridade deste ano é apoiar projetos a preços populares e capacidade de ampliar o alcance de atividades culturais dentro e fora dos grandes centros urbanos.
 

“O acesso à cultura ainda é muito desigual no Brasil. Há projetos relevantes sendo desenvolvidos em várias regiões do país, muitas vezes com impacto direto nas comunidades onde acontecem. O edital busca identificar iniciativas com esse perfil, que consigam ampliar o acesso e criar conexão com o público local”, afirma Letícia Matuck, gerente de eventos e patrocínios da Mapfre.
 

Inscrições se encerram em setembro e dezembro
 

Na área cultural, o edital prevê apoio a projetos de artes cênicas, música e artes visuais. Entre as iniciativas elegíveis estão espetáculos de teatro e dança, exposições, apresentações instrumentais e atividades de musicalização. Os projetos também deverão apresentar ações de inclusão social e estratégias de divulgação.
 

O processo de seleção inclui ainda propostas voltadas ao esporte, reciclagem, atendimento à população idosa, infância e adolescência, pessoas com deficiência e atenção oncológica. Entre os critérios analisados estão relevância social, viabilidade orçamentária, experiência dos proponentes e aderência às diretrizes do edital.
 

Podem participar pessoas jurídicas com atuação cultural, esportiva ou social, com ou sem fins lucrativos, como associações, institutos e fundações. Para projetos de cultura, esporte, FIA, Fundo do Idoso e reciclagem, as inscrições seguem até 30 de setembro de 2026. Já as propostas ligadas ao PRONAS e ao PRONON poderão ser enviadas até 15 de dezembro de 2026. O resultado final será divulgado em janeiro de 2027. As inscrições devem ser feitas neste endereço e os projetos serão avaliados pelo Comitê de Patrocínios da Mapfre.
 

“Os projetos incentivados ajudam a Mapfre a participar de experiências que fazem parte da vida das pessoas. Cultura, esporte e iniciativas sociais criam conexões muito mais próximas e espontâneas com o público. Para uma seguradora, isso também é uma forma de ampliar relevância no cotidiano e construir relação com as comunidades para além dos momentos de contratação ou uso do seguro”, explica Letícia.

Corretora e seguros MDS contrata Adrián Larrondo como diretor global  

O Grupo MDS nomeou Adrián Larrondo como Diretor Global do Negócio Marítimo, reforçando o seu compromisso com a especialização, apoio à internacionalização e crescimento do seu negócio marítimo a nível global.  

Em Madrid, Adrián Larrondo vai liderar o desenvolvimento internacional dessa linha de negócios. O executivo vai conduzir a estratégia da área, reforçando a proposta de valor para clientes com operações complexas e transfronteiriças e consolidando a presença da MDS em mercados estratégicos na Península Ibérica e na América Latina. 

Adrián Larrondo possui mais de três décadas de experiência internacional no setor marítimo e de seguros. Ao longo da sua carreira, ocupou cargos de liderança em empresas de referência como JLT Insurance Brokers, March JLT e Grupo CSAV, onde desempenhou responsabilidades em seguros, sinistros, prevenção de perdas e aconselhamento jurídico em diferentes geografias, incluindo Europa, América Latina e Ásia-Pacífico. Antes de ingressar na MDS, liderou a sua própria empresa de consultoria especializada e atuou como agente externo para negócios marítimos na América Latina no âmbito da aliança internacional Howden RS. Seu perfil reúne uma base jurídica sólida, vasta experiência técnica em seguros marítimos e uma visão internacional de negócio. 

Sua chegada faz parte da estratégia da MDS de oferecer um serviço altamente especializado, apoiado por uma equipe internacional, robusta e multidisciplinar, com profissionais localizados na Espanha e na América Latina, preparados para atender clientes de acordo com a geografia e a complexidade de seus riscos. 

A área de Marine da MDS conta com profissionais experientes oriundos de empresas de destaque nos setores marítimo, de seguros, jurídico e financeiro, formando uma estrutura diferenciada pela expertise técnica e alcance internacional. A equipe reúne especialistas com passagens por empresas de transporte marítimo, corretoras de seguros, consultorias, áreas de gestão de riscos e assessoria jurídica especializada, além de seguradoras líderes de mercado, permitindo à MDS entregar respostas técnicas adequadas às necessidades de cada cliente e mercado. 

Além de Adrián Larrondo, integram a equipe profissionais como María Ignacia Sáez, Especialista Sênior com experiência na March-Howden, JLT e Grupo SAAM; Manuel Lezama Leguizamón, Diretor de Contas, com passagens pela Generali Global Corporate & Commercial, Lloyd’s e mercados especializados; Sergio Llopis, Especialista Sênior com experiência na March-Howden, Hapag-Lloyd e Barbuss; e Santiago Mufarech, Executivo de Contas Júnior especializado em análise financeira e consultoria operacional. 

Álvaro Mengotti, CEO da MDS Espanha, afirma que “a chegada de Adrián Larrondo representa um passo estratégico no nosso compromisso de consolidar uma operação marítima global, apoiada por uma equipe internacional de alto nível. Sua experiência, somada à força e diversidade do time que construímos entre a Península Ibérica e a América Latina, reforça nossa capacidade de acompanhar clientes que atuam em ambientes cada vez mais globais e complexos”. 

Com essa nomeação, a MDS segue avançando em sua estratégia de crescimento e especialização, ampliando sua capacidade de oferecer soluções avançadas em gestão de riscos e seguros marítimos, com forte atuação internacional.