EUA estudam criar seguro obrigatório, com subsídios para pandemias #ficaadica

Isso seria positivo para o setor de seguros e resseguros, pois geralmente é somente depois que os riscos são medidos e sua magnitude divulgada que as empresas começam a adquirir os níveis necessários de proteção que realmente precisam

Fonte: Artemis

O U.S. House Financial Services Committee (Comitê de Serviços Financeiros do Governo dos EUA), que supervisiona e faz recomendações sobre legislação relacionada a serviços financeiros, incluindo seguros, pediu a aprovação de uma Lei de Seguro de Risco Pandêmico (PRIA).

A idéia é fornecer um resseguro para cobrir as perdas para o setor de seguros de futuros surtos de pandemia, como a atual crise de coronavírus Covid-19. Tendo como base a experiência adquirida com a Lei de Seguro contra Risco de Terrorismo (TRIA), o Comitê deseja incentivar o governo a procurar a melhor forma de fornecer apoio ao setor de seguros contra riscos de pandemia.

A pandemia de coronavírus Covid-19 aumentou a conscientização sobre a necessidade de seguro contra pandemia e, em particular, cobertura para empresas quando pandemias ameaçam paradas, como agora estamos vendo. Como resultado, os esforços legais para estabelecer parâmetros de resseguro para apoiar o setor de seguros são uma maneira de tentar proteger essa importante área da economia.

A presidente do Comitê, a deputada Maxine Waters (D-CA), explicou o raciocínio por trás da chamada: “As circunstâncias que enfrentamos são sem precedentes e exigirão abordagens criativas. A resposta não deve incluir desregulamentação financeira; os reguladores não devem reverter as salvaguardas implementadas para proteger o sistema financeiro e a economia. De fato, essa crise demonstrou que as salvaguardas que os democratas promulgaram como parte da Lei Dodd-Frank estão funcionando. Ao exigir capital e liquidez mais altos, os bancos estão bem posicionados para continuar emprestando e desempenhando um papel anticíclico importante. No entanto, os consumidores, pequenas empresas e populações vulneráveis ​​da América estão sofrendo. Está na hora de uma resposta política e fiscal atender às suas necessidades. ”

O pedido de apoio de resseguro veio realmente da Federação Nacional de Varejo dos EUA, preocupada com o fato de seus membros não poderem reivindicar cobertura de interrupção de negócios na atual crise, já que suas políticas não cobriam pandemias.

Existem numerosos esforços legais para forçar as seguradoras a pagar reivindicações de interrupção de negócios relacionadas a pandemias, com idéias flutuando pelo Congresso e pelo legislativo sobre como eles poderiam apoiar esses varejistas e outros proprietários de empresas em um momento em que muitos tiveram que fechar e parar as operações.

Mas forçar o setor de seguros a pagar não é a resposta, pois o impacto sobre as seguradoras e seus provedores de capital de resseguro pode ser enorme. Portanto, qualquer esforço para que as reivindicações de interrupção de negócios de coronavírus Covid-19 sejam honradas pelo setor deve vir com uma contrapartida para ajudar o setor também.

O PRIA, um pool de resseguro de risco pandêmico, pode ser uma maneira de fazer isso. Embora, para que realmente funcione, seria necessário que o pool fosse financiado pelo menos parcialmente pelo governo, dada a escala do impacto econômico que agora vemos ser possível.

O PRIA proposto funcionaria limitando as perdas totais do setor de seguros que as empresas enfrentariam em um evento de pandemia, com as provisões de resseguro entrando em ação para apoiar reivindicações acima desse nível.

Ainda não há detalhes disponíveis sobre planos específicos para uma Lei de Seguro contra Riscos de Pandemia (PRIA), que está nos estágios iniciais, mas é provável que qualquer trabalho para legislar sobre uma pessoa inclua também uma discussão sobre o uso do mercado de capitais como parte do mecanismo de resseguro por trás dele.

Além disso, e demonstrando que os legisladores estão aprendendo rapidamente com a atual pandemia de coronavírus, o Comitê também pede que sejam adotadas medidas para obrigar as empresas públicas a divulgar sua exposição a riscos de pandemia e também a interrupções na cadeia de suprimentos.

Semelhante aos esforços contínuos para tornar obrigatória a divulgação de riscos climáticos, isso significaria que as empresas teriam de expor abertamente os enormes custos financeiros que poderiam estar no radar, caso ocorresse uma repetição desse surto de coronavírus.

Isso seria positivo para o setor de seguros e resseguros, pois geralmente é somente depois que os riscos são medidos e sua magnitude divulgada que as empresas começam a adquirir os níveis necessários de proteção que realmente precisam.

Gustavo Galrão passa a cuidar das operações de linhas financeiras da AGCS também na América do Sul

Executivo vai ocupar cargo de Alessandro Carriglio que agora assume um novo papel global na companhia

Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) Brasil anuncia Gustavo Galrão como diretor de Linhas Financeiras América do Sul. O executivo, que desde julho ocupa o mesmo cargo no Brasil, agora amplia sua área de atuação para além do País. Ele assume o papel de Alessandro Carriglio, que foi nomeado para uma posição global.

Baseado em São Paulo, ele se reportará para Shanil Williams, Diretor Global de Linhas Financeiras, e localmente para Glaucia Smithson, CEO da AGCS na América do Sul. Com quase 15 anos de experiência no mercado seguros, Gustavo é formado em Economia e possui MBA em Finanças. Desde 2011 ele é Presidente do Comitê de Linhas Financeiras e atua como membro no Comitê de Responsabilidade Civil Geral na FENSEG.

De acordo com Gláucia a experiência do executivo é muito importante para o desenvolvimento dos negócios da AGCS no Brasil e na América do Sul. “A área de Linhas Financeiras é uma de nossas principais linhas de negócio no momento e nosso continente tem um grande potencial a ser explorado”, afirma.

Lloyd’s of London divulga balanço e pede apoio de parceiros diante da crise

Apesar do alto grau de turbulência nos mercados financeiros ocorrido nas últimas semanas, em 19 de março, o índice de solvência do Lloyd’s era de 205%

O Lloyd’s of London divulgou hoje seus resultados, num momento desafiador. “Embora o rápido desenvolvimento global do COVID-19 crie desafios para todos nós, o mercado do Lloyd’s está em uma posição forte para responder e apoiar nossos clientes e parceiros de negócios”, afirmou um dos principais mercados de seguros do mundo.

Em 2019, os recursos líquidos do Lloyd’s aumentaram 8,6%, para £ 30,6 bilhões, refletindo um balanço excepcionalmente forte e um índice de solvência central de 238%. Apesar do alto grau de turbulência nos mercados financeiros ocorrido nas últimas semanas, em 19 de março, o índice de solvência do Lloyd’s era de 205%. O balanço financeiro do mercado do Lloyd’s foi reforçado pelo retorno a um lucro de 2,5 bilhões de libras em 2019 (em 2018: prejuízo de 1,0 bilhão de libras), impulsionado pela correção nos mercados de investimento no primeiro semestre de 2019.

“Embora tenhamos o prazer de anunciar o retorno da lucratividade do Lloyd’s em 2019 e o progresso contínuo em nossas prioridades de desempenho, estratégia e cultura, nosso foco principal agora é apoiar nossos clientes e parceiros de negócios em seus momentos de necessidade. Estamos confiantes na capacidade do Lloyd’s de enfrentar os desafios quando diante deles e, ao fazê-lo, demonstramos a capacidade incomparável do mercado de apoiar pessoas, empresas e países ao redor do mundo em resposta aos impactos de longo alcance do COVID-19”, comenta em comunicado.

Considerado isoladamente, qualquer volatilidade de mercado, ocorrência de sinistros ou desafios operacionais geralmente podem ser gerenciados, mas quando somados e ocorrendo simultaneamente e globalmente, isso representa um desafio de escala sem precedentes para o nosso setor, afirmou o Lloyd’s.

Para o segurador, é muito cedo para avaliar o provável montante de perdas de seguro e resseguro da COVID-19 no mercado Lloyd’s e, para isso, solicita aos participantes do mercado que ajudem a coletar informações para avaliar essas perdas, “como faríamos com qualquer outra forma de perda catastrófica”, citou Bruce Carnegie Brown, chairman do Lloyd’s, em nota

O Loyd’s disponibilizou COVID-19 hub com informações regulares e atualizadas com as mais recentes orientações ao mercado e atualizações da Corporação do Lloyd’s sobre o COVID-19.

FenaSaúde alerta que beneficiários não serão prejudicados

Entidade afirma que a decisão da ANS, ampliar, em caráter excepcional, de ampliar prazos máximos de atendimento de consultas, exames e terapias, serão observadas para casos urgentes

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde ) divulgou comunicado sobre a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ampliar, em caráter excepcional, prazos máximos de atendimento de beneficiários em casos de realização de consultas, exames, terapias e cirurgias que não sejam consideradas urgentes, a fim de que as operadoras de planos de saúde priorizem atendimentos a pacientes acometidos pela covid-19.

Os beneficiários não serão prejudicados com a dilação dos prazos de atendimento, na medida em que ficam ressalvados tratamentos de urgência e emergência, assim como mantidos os prazos para casos em que os tratamentos não podem ser interrompidos ou adiados por colocarem em risco a vida do paciente, a saber: atendimentos relacionados a pré-natal, parto e puerpério; doentes crônicos; tratamentos continuados; revisões pós-operatórias; diagnóstico e terapias em oncologia, psiquiatria e aqueles tratamentos cuja não realização ou interrupção coloque em risco o paciente, conforme declaração do médico assistente (atestado).

“Consideramos a medida acertada, ainda que insuficiente, para que as operadoras de planos de saúde direcionem seus recursos financeiros, físicos e humanos para o enfrentamento da pandemia neste momento de emergência que o país atravessa e para que se mantenham sempre alinhadas aos esforços das autoridades nacionais de saúde”, ressalta a FenaSaúde.

A evolução da doença no Brasil ainda é uma incógnita e todos os prognósticos são de que o período mais severo ainda está por vir. Neste sentido, é fundamental que a ANS esteja preparada para, com a velocidade e a agilidade que a situação exige, deliberar sobre eventuais novas medidas desta e de outras naturezas que se façam necessárias para que as operadoras possam fazer frente ao aumento das demandas relacionadas à covid-19.

“É preciso estar muito atento e consciente da necessidade de resguardar a robustez do sistema de saúde suplementar e, dessa forma, também evitar fragilização maior do sistema de saúde brasileiro como um todo diante do agravamento da pandemia”, acrescenta.

É fundamental ter presente que a saúde suplementar é responsável por irrigar, com recursos financeiros, toda a cadeia de prestadores de saúde do país, assegurando seu melhor funcionamento. A continuidade desse fluxo de pagamentos é, portanto, crucial para que todo o sistema de saúde brasileiro continue funcionando a pleno vapor – e assim se mantenha ao longo de todo o período mais crítico do enfrentamento da covid-19. Do contrário, poderemos assistir a um indesejável efeito dominó em toda a cadeia de saúde, impactando de maneira muito negativa número considerável de estabelecimentos de saúde dedicados a salvar vidas.

2020 assusta, mas 2021 parece que virá um alívio, segundo Itaú BBA

O Itaú BBA divulgou nesta manhã análise com as projeções dos principais indicadores econômicos para 2020 e 2021. Certamente que tudo pode mudar, mas por enquanto, a aposta para o Brasil é que o dólar fique em R$ 4,60 no término de 2020 e em R$ 4,15 em 2021. A Selic para 2020 é projetada em 3,25% ao ano e em 3,75% em 2021. O PIB de 2020 caiu de 1,8% que estava previsto para menos 0,7% na análise divulgada no dia 26 de março.

O grande alívio e surpresa dos executivos de seguros vem como a projeção do PIB para 2021: a projeção saiu de 3% para 5,5%. Ou seja, o maior banco privado do Brasil acredita numa grande recuperação econômica já no próximo ano.

“Esperamos um recuo de 9,7% do PIB no 2T20 em relação ao 1T20 com ajuste sazonal (sem anualizar), e crescimento de 11,9% na mesma base de comparação no 3T20. O nível do PIB a partir do 3T20 até o 4T21 permanece o mesmo em relação ao que projetávamos anteriormente, uma vez que o efeito desse choque sobre a atividade econômica deve ser temporário –supondo que as respostas de política econômica logrem mitigar riscos estruturais para a economia. O crescimento elevado do PIB de 2021 se deve, portanto, primariamente, ao carrego estatístico favorável após a contração do PIB no 2T20”, cita o texto da análise.

PIB mundial – O Itaú reduziu a previsão para o PIB mundial de 2,7% para menos 0,4%m configurando uma recessão global.

“Baixamos nossas previsões para China, Europa, e também os EUA. A atividade na China caiu fortemente em fevereiro e agora se recupera gradualmente. No entanto, é provável uma forte desaceleração no resto do mundo em março e/ou abril. Supomos que os EUA adotarão um programa de distanciamento social (lockdown) equivalente a 75% do observado na China, e a Europa, de 100%.”.

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Índice de Atividade Diário

PMI Manufaturas (dir.)

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Fonte: Governo da China, Itaú

Nossa interpretação é que o choque da epidemia, e medidas de controle, representam uma grande restrição de

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Índice

Índice

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Corporativo | Interno

oferta, mas que acaba tendo consequências muito relevantes sobre a renda e gasto também

Rafael Gama assume nova Diretoria Comercial da Austral Seguradora

A Austral Seguradora anuncia Rafael Gama para a Diretoria Comercial. Recém criada, a área será responsável pelas atividades comerciais de todas as linhas de negócio da seguradora.

Com 15 anos de experiência no mercado de seguros, Rafael é formado em Administração de Empresas pela Universidade Estácio de Sá – RJ e Pós Graduado em Gestão Empresarial na Fundação Getúlio Vargas (FGV) – RJ. Na Austral Seguradora desde 2011, o executivo é especialista em desenvolver estratégias e estudos de mercado e vai contribuir com os planos de expansão da Austral em Riscos Corporativos.

O movimento acontece no ano em que a Austral Seguradora completa 10 anos de operação e reafirma o compromisso da companhia com a excelência na entrega de soluções customizadas e inovadoras para clientes e parceiros.

CNseg e FenaSaúde defendem isolamento social

Entidades subscrevem manifesto defendendo as medidas de isolamento social recomendadas pela OMS

Jair Bolsonaro praticamente nao tem muitos apoiadores para a ideia mudar o confinamento social para evitar a propagação do Covid-19 de horizontal, que inclui toda a população, para vertical, restringindo o #ficaemcasa apenas para idosos e grupos de riscos.

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) são signatárias do manifesto à sociedade brasileira, ao Executivo, ao Legislativo e ao Judiciário, divulgado pela Iniciativa FIS (Fórum Inovação Saúde), defendendo que “as medidas de isolamento social fortemente recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelas autoridades sanitárias de nosso país, vêm sendo adotadas pela quase totalidade dos países do mundo, já atingidos pela pandemia do COVID19, e são as única atitudes, até o momento, capazes de conter a evolução da doença e, consequentemente, reduzir o número de mortes que pode acometer a todas as faixas etárias, embora mais prevalente nos idosos”.

O manifesto, assinado por entidades e lideranças médicas e empresariais ligadas ao setor de saúde, afirma, ainda, que “todo o mundo científico está debatendo sobre a melhor forma de reduzir o impacto econômico e o caos social que o confinamento total, por prazo indeterminado, tem gerado e qual o tempo mínimo que deve ser mantido, a fim de que os sistemas de saúde das cidades estejam preparados para o melhor enfrentamento dessa pandemia, que não tem qualquer similaridade com pandemias anteriores”.

As mídias a carta assinada por 26 dos 27 governadores depois de dois dias exaustivos de bate boca com Bolsonaro. Na carta, os governadores reiteram que eles não vão abrir mão do isolamento social nos Estados. A decisão prioritária, diz o documento, é cuidar da vida das pessoas, o que não exclui medidas de proteção da economia. “Mas o combate ao coronavírus será orientado pela ciência, por profissionais de saúde e pela OMS.”

A carta também lista uma série de sugestões ao governo federal, como suspensão da dívida dos Estados por 12 meses, alongamento dos créditos do BNDES às micro, pequenas e médias empresas e o Plano Mansueto. Os governadores pedem ainda medidas para apoiar as parcelas mais pobres da população.

Susep suspende prazos em decorrência do Covid-19

Medidas abrangem assembleias de acionistas e processos administrativos

A Superintendência de Seguros Privados – Susep informa que, tendo em vista a publicação da Medida Provisória n° 928/2020, enquanto perdurar o estado de calamidade de que trata o Decreto Legislativo nº 6, de 2020:

1. Não correrão os prazos referentes aos Processos Administrativos Sancionadores – PAS instaurados no âmbito da Susep;

2. Ficará suspenso o transcurso dos prazos prescricionais para aplicação de sanções administrativas previstas na Lei nº 9.873, de 1999.

Eventual protocolo de documentos a serem juntados em processos administrativos sancionadores, poderá ser realizado por meio eletrônico

Assembleias – A Susep também informa que, em caráter excepcional, ficará afastada qualquer responsabilização das entidades supervisionadas pelo eventual descumprimento da obrigação de realizar as respectivas Assembleias Gerais Ordinárias fora do prazo estabelecido pelo art. 63, inciso II, do Decreto n° 60.459, de 13 de março de 1967, desde que observado o prazo estabelecido pelo art. 132 da Lei nº 6.404, de 1976.

Munich Re lança desafio para startups com ideias para aliviar efeitos do Covid-19

Neste projeto foco está em equipamentos de ventilação de emergência, ou seja, ventiladores e consumíveis como máscaras respiratórias, válvulas ou tanques de oxigênio

A Munich Re abriu um processo seletivo para startups que tiverem idéias ajudam a aliviar os efeitos do vírus corona.As inscrições foram abertas no dia 25 de marco. O júri irá analisar no dia 3 de abril. O vencedor será conhecido no dia 9. Leia no portal mais detalhes.

Vejam o desafio proposto:

Se você ou sua equipe tiver alguma idéia inovadora sobre como desenvolver um projeto viável e distribuível digitalmente para equipamentos de ventilação de emergência (ventiladores e consumíveis como máscaras respiratórias, válvulas ou tanques de oxigênio) para permitir uma produção descentralizada imediata por meio da impressão 3D global ou outros recursos de fabricação rápida, envie-os e ajude a salvar o maior número de vidas possível.

O equipamento a ser desenvolvido deve ser utilizado apenas em estados de emergência para o tratamento descentralizado de pacientes não intensivos COVID-19, a fim de reduzir a demanda por hospitalização. Os projetos digitais selecionados serão fornecidos aos governos e estados ao redor do mundo para permitir que eles iniciem a produção descentralizada em larga escala, onde for mais necessário.

No Brasil, um país com gente muito amorosa e criativa, há um movimento de juntar empresários nesta luta. Especialistas do departamento de engenharia biomédica da COPPE/UFRJ faziam na semana passada um levantamento sobre como os engenheiros poderiam atuar no desenvolvimento rápido de tecnologias para ajudar no combate aos efeitos COVID-19, seja no desenvolvimento de máquinas como ventiladores e oxímetros, até mesmo softwares de triagem.

Também vi um vídeo de Gustavo Aragão, gestor de empresa de tecnologia em Uberaba, Minas Gerais. Ele participa de um projeto de ventilação, usando impressoras 3D, e pede colaboração de pessoas que produzam outras peças e que tenham ideias voltadas a criar respiradores, que serão necessários para pessoas com complicações da Covid-19.

O protótipo estava quase pronto na semana passada. “Precisamos imprimir viseiras. Para Uberlândia, 320, e 160 para Uberada e região. O projeto também precisa de empresas com estoque de acetado. Outra necessidade são peças para respiradores”. Ele montou um grupo em WhatsApp para quem puder ajudar. O telefone (34) 99688.8800. “Vamos amenizar o problema que aflige os mais idosos”.

Vamos torcer para que todos se engajem e ajudem o maior número de pessoas possíveis. Se é para estar em rankings, que seja no de soluções que salvam vidas.

Generali lança vistoria prévia online

A Generali e seus parceiros estão atuando fortemente para facilitar a rotina dos clientes e corretores no período de contingência. É por isso que a seguradora acabou de lançar o serviço de Vistoria Prévia Online para os produtos Generali Auto e Caminhões. Agora, os clientes podem receber um link, inserir as fotos do veículo e receber o retorno da vistoria na tela do celular, sem sair de casa. O sistema é prático e fácil, garantindo agilidade e segurança durante todo o processo.