Plataforma digital da Ebix emite apólice de seguro recursal em menos de 2 minutos

mario nogueira ebix

A Ebix, uma das empresas de tecnologia que facilita a vida de corretores e das seguradoras, facilitou a jornada digital da Austral Seguradora, que com a coronavírus entrou com rapidez em home office

Nada melhor para o cliente do que o aumento da demanda, que aguça a concorrência e traz melhores produtos e serviços para os clientes finais. E para temperar um cenário que já vinha positivo para o seguro de garantia judicial, veio a pandemia e suas consequências. A crise fez com que empresas precisassem liberar recursos depositados em juízo como forma de aliviar o fluxo de caixa para enfrentar as consequências financeiras geradas com o isolamento social. Por outro lado, ajudou a acelerar a transformação digital em curso que já vinha acontecendo no mercado de seguros. 

Aliado a este cenário, juízes começaram a dar sentenças autorizando a troca de recursos por seguro, algo que vinha sendo debatido há tempos. Isso fez a procura pelo seguro garantia judicial disparar. Este tipo de apólice libera recursos depositados pelas empresas em ações judiciais em troca de um seguro. A apólice tem sido aceita pelos juízes, com exceção de processos que envolvem a Receita Federal, explicam advogados dedicados a este segmento. 

O seguro garantia judicial visa assegurar o pagamento de débitos reconhecidos em decisões proferidas por órgãos da Justiça do Trabalho. O entendimento da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça é que o seguro-garantia judicial produz os mesmos efeitos jurídicos que o dinheiro, seja para garantir o juízo da execução, seja para substituir outro bem que tenha sido penhorado anteriormente.

“A partir da Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017), apólices de seguro e de cartas de fiança bancária passaram a ser aceitas em substituição ao depósito recursal e para garantia de execução trabalhista. O novo ato assinado pela presidente do Tribunal Superior do Trabalho e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, ministra Maria Cristina Peduzzi, e o corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, no final de maio, altera as regras anteriores (Ato Conjunto TST.CSJT.CGJT 1/2019) do TST sobre a matéria, para admitir o seguro garantia, em razão do entendimento firmado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ)”, explica a consultora jurídica da Motta, Soito & Sousa Advocacia Empresarial.

Com boas perspectivas, o segmento, disputado hoje por cerca de 15 seguradoras, ganha mais players. Segundo fontes do setor, outras 10 devem entrar nesta disputa até o final deste ano. O nicho de seguro garantia registrou vendas de R$ 720 milhões no primeiro quadrimestre deste ano, sendo mais de 80% deste valor referente a garantias judiciais. O valor esta um pouco abaixo do registrado em mesmo período do ano anterior em razão de uma grande apólice emitida em 2019, que elevou bem acima da curva os prêmios do quadrimestre passado.

A Austral Seguradora, que já atua neste segmento, está otimista com 2020, ao contrário de outras seguradoras que atuam em ramos tradicionais como automóvel, afinidades ou pequenas e médias empresas. “Nas ações recursais, o seguro garantia judicial já é uma realidade. Trabalhista e civil também aceitam e têm tido boa aceitação para o seguro. Somente no tributo federal é que há resistência”, explica o CEO da Austral, Carlos Frederico Ferreira.

Fred: ter desenhado o processo junto com a Ebix foi crucial para a seguradora manter a qualidade a agilidade no atendimento aos clientes mesmo com a companhia inteira trabalhando em homeoffice

As empresas que buscam apresentar garantias em processos judiciais têm encontrado no mercado segurador um mundo novo. Apólices que demoraram dias para serem emitidas, agora chegam na mão dos corretores de seguros em minutos, que logo as repassam a seus clientes em busca de liberar recursos dados em caução em processos, de forma a aumentar a liquidez do fluxo de caixa neste período de dificuldades causada pela pandemia Covid-19.

A Ebix é uma das empresas de tecnologia que facilita a vida de corretores e das seguradoras, que conseguem agora entregar uma apólice ao cliente final em até 2 minutos, garante Mario Nogueira, Vice-Presiente Senior e responsável pela Ebix Latin America. “Só o fato de o tomador ter um limite pré-estabelecido de crédito já facilita muito a gestão dos contratos, além da rapidez que isso gera em todo o processo de subscrição e emissão da apólice”, explica Mario. 

As seguradoras e corretores que ainda não atuam com a plataforma precisam de pelo menos dois dias para emitir uma apólice, segundo os executivos. Na plataforma Ebix, a solução foi desenhada para agilizar negócios com a padronização das informações. Segundo o CEO da Austral, ter desenhado o processo junto com a Ebix foi crucial para a seguradora manter a qualidade a agilidade no atendimento aos clientes mesmo com a companhia inteira trabalhando em homeoffice. “Já estávamos operando de forma digital e isso nos ajudou muito a manter nosso padrão de atendimento mesmo com o isolamento social determinado pelo governo”, afirma Ferreira. 

Thaisa: um dos destaques da nossa solução está na facilidade da contratação, com mapeamento automático de tribunais, varas, valores de recursos, entre outras informações

Thaisa Braguim, vice-presidente de Vendas e Marketing da Ebix Latin America lista os principais benefícios trazidos pela tecnologia para a solução Ebix Exchange Garantia: 

– Contratação digital de diversas modalidades do seguro Garantia, com a emissão da apólice online.

– Assinatura eletrônica dos documentos integrada à plataforma

– Consulta em tempo real dos limites dos tomadores para emissão de apólices

– Possibilidade de comercialização de produtos por vários canais de distribuição, corretores, tomadores, escritórios de advocacia ou outros players do mercado

– Facilidade na contratação, com mapeamento automático de tribunais, varas, valores de recursos, entre outras informações

– Automatização do processo de renovação com indexação dos valores judiciais em garantia

– Gestão de estrutura comercial em diversos níveis, parametrizadas com as necessidades específicas de cada canal

– Integração com os sistemas ERPs das seguradoras por APIs ou Serviços

Santander recomenda ação da Porto Seguro

porto seguro

Relatório do banco afirma ser uma ação defensiva para tempos difíceis

Fonte: Money Times

Em meio a pandemia do coronavírus e aos altos e baixos do mercado, as ações da Porto Seguro (PSSA3) podem ser bons ativos para atravessar a “tempestade” da crise, afirma o Santander em relatório enviado a clientes nesta quinta-feira (18).

“Esperamos agora para a empresa alguns ventos favoráveis, com sinistralidade mais baixa e recuperação das receitas financeiras, apoiando o resultado final nos próximos trimestre”, afirma Henrique Navarro, que assina o documento.

A corretora elevou a recomendação das ações da seguradora para compra, com um novo preço-alvo de R$ 62 para o final de 2021, potencial de valorização de 22%.

Longo prazo

Já para o longo prazo, o analista não está tão otimista com os papéis da companhia.

“Observamos que uma comparação direta com os pares sugeriria impactos maiores/anteriores da Covid-19 no crescimento dos prêmios de seguro de automóvel do que em outros segmentos, motivo pelo qual a Porto Seguro não é a nossa principal recomendação entre as ações de seguros”, afirmou.

Resultados

A Porto Seguro encerrou o primeiro trimestre de 2020 com queda de 23,8% do lucro líquido.

De acordo com o relatório divulgado pela companhia, o valor, excluindo as combinações de negócios, passou de R$ 299,6 milhões no mesmo intervalo de 2019 para R$ 228,4 milhões.

A receita total atingiu R$ 4,5 bilhões, crescimento de 3,7% em relação aos R$ 4,4 bilhões dos primeiros meses do ano passado. Já o resultado financeiro ficou em R$ 1,5 milhão negativo.

O resultado operacional de seguros aumentou 33,2%, de R$ 172,9 milhões para R$ 230,3 milhões.

STF decide que norma que elevou CSLL de bancos e seguradora é constitucional

Fonte: STF

Por unanimidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), na sessão virtual encerrada em 15/6, julgou improcedentes duas Ações Diretas de Inconstitucionalidades (ADIs 4.101 e 5.485) que questionavam normas que impuseram alíquotas da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) diferenciadas para o mercado das seguradoras e financeiro.

A Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif), autora da ADI 4.101, questionava a Lei 11.727/2008, que elevou de 9% para 15% a alíquota da CSLL das instituições financeiras e equiparadas. Autora da ADI 5.485, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) contestava a Lei 13.169/2015, que aumentou de 15% para 20% a alíquota da CSLL para as seguradoras.

Para as entidades, o aumento viola o princípio da isonomia, pois a autorização estabelecida na Constituição Federal (artigo 195, parágrafo 9º) para distinções de base de cálculo e alíquotas em razão do segmento econômico deve ser feita por critérios quantitativos aplicáveis a todos os segmentos.

O colegiado acompanhou o voto do relator das ações, ministro Luiz Fux, que não verificou a alegada discriminação. Segundo o ministro, a legislação não pretendeu pormenorizar o conteúdo do texto constitucional, mas dar cumprimento à previsão o artigo 195, parágrafo 9º, incluído pela Emenda Constitucional (EC) 20/1998, aplicando alíquotas diferenciadas em razão da atividade econômica.

O relator argumentou que a escolha feita pelo constituinte, ao contrário do que afirmam as entidades, tem a finalidade de materializar o princípio da isonomia, ao tratar de maneira desigual contribuintes que se encontram em situação diversa.

Segundo Fux, a discussão não diz respeito ao “peso na balança” representado pelo lucro das seguradoras e das instituições financeiras, mas ao desenho do sistema a partir da atividade principal das sociedades atingidas pela tributação diferenciada.

“Tributar de maneira diferenciada o lucro dos segmentos financeiro e de seguros nada mais é do que escolher o signo representativo daquelas classes econômicas para ser objeto de incidência da tributação”, concluiu. 

MAPA e Embrapa lançam app para produtores rurais com informações sobre seguro rural

O aplicativo possibilita aos produtores e interessados o acesso a informações do mundo do seguro rural de forma consultiva

Fonte: MAPA

No lançamento do Plano Safra 2020/2021, nesta quarta-feira, 17 de junho, uma das novidades apresentadas foi o aplicativo PSR – Programa de Seguro Rural, criado pelo Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e desenvolvido em parceria com a Embrapa Informática Agropecuária.

O aplicativo possibilita aos produtores e interessados o acesso a informações do mundo do seguro rural de forma consultiva. O aplicativo não é negocial, ou seja, o produtor não faz contratação de seguro com essa ferramenta. 

“O aplicativo PSR vai ajudar a disseminar a cultura do seguro rural no país entre os produtores que ainda não contratam essa ferramenta de gestão de riscos. Além disso, vai acirrar a concorrência saudável entre as companhias de seguro credenciadas no PSR, que ofertam diferentes opções de produtos e serviços de seguro rural no programa, muitas delas desconhecidas pelos produtores”, destacou o diretor do Departamento de Gestão de Riscos, Pedro Loyola.

Silvia Maria Masshurá, Chefe Geral da Embrapa Informática Agropecuária, afirmou que essa é mais uma parceria de sucesso da Embrapa com a Secretaria de Política Agrícola. “Desenvolvemos as pesquisas do Programa Nacional de Zoneamento Agrícola de Risco Climático, o Plantio Certo e agora o aplicativo PSR, que juntos são fundamentais na gestão integrada de riscos climáticos para o país e nos empreendimentos dos agricultores”, finaliza.

Para acessar o novo aplicativo PSR, basta acessar para Android  e para IOS

Principais funcionalidades do aplicativo Programa de Seguro Rural:

Acesso ao Guia de Seguros Rurais, com informações que explicam como funciona o sistema de seguro rural no Brasil, e ensina as principais modalidades de seguro rural disponíveis com explicação e simulados de indenizações;

Consulta das regras de subvenção, da legislação e das informações do PSR

Nas dicas de direitos e deveres sobre o seguro rural, o produtor pode verificar informações importantes sobre o que fazer antes de contratar o seguro rural, ao informar a ocorrência de um sinistro, do laudo de inspeção de danos e o recebimento de indenizações;

Em dados do Programa é possível saber a evolução anual dos principais parâmetros do PSR desde seu começo em 2006, tais como quais as culturas ter maior contratação, participação das seguradoras, estados que mais contratam, área segurada, quantidade de apólices e de produtores beneficiados, e volume de subvenção;

O aplicativo também possibilita o acesso ao Atlas do Seguro Rural, onde é possível fazer pesquisas com os dados do programa e aos relatórios estatísticos do PSR;

Além dessas funcionalidades, o aplicativo PSR tem um atalho para acessar o aplicativo Plantio Certo, que possibilita aos produtores saber onde, o que e quando plantar. O Zoneamento Agrícola de Risco Climático – ZARC é um instrumento científico obrigatório no acesso ao seguro rural do PSR, com janelas de plantio e informações de risco climático para cada cultura e município.

Live da Icatu desta quinta-feira traz setor de saúde como tema central

“Como investidor, a gente acredita que, no longo prazo, essas tendências seculares de crescimento do uso do plano de saúde e de planos de saúde que caibam no bolso sejam a melhor forma de investimento em bolsa”, afirma Ricardo

Fonte: Icatu

Nos últimos meses a Icatu tem conversado com gestores e especialistas sobre os impactos da pandemia de Covid-19 na economia e nos preços dos ativos, mas até então pouco se falou sobre o grande vilão do momento, o coronavírus. Por isso, a seguradora reuniu em sua live desta quinta-feira, 18, o médico Fábio Jung, sócio da One Partners e Ricardo Franca, analista de Health Care dos Fundos Atlas One, que apresentaram um resumo das frentes de pesquisas que estão sendo estudadas, os resultados até aqui e a visão sobre o setor de saúde na bolsa de valores.

Para entender os impactos negativos que vêm sendo trazidos pelo coronavírus na saúde, é preciso entender que o setor é altamente complexo e interrelacionado com a economia como um todo. Fabio destacou que, em meio a uma pandemia como essa, é praticamente impossível manter apenas os chamados serviços essenciais com funcionamento adequado. Um estudo do New England Journal realizado na Califórnia mostrou, por exemplo, uma redução de 48% nas internações por infarto e de 39% na testagem para AVC agudo. Ainda segundo a OMS, 117 milhões de crianças podem não ser vacinas para sarampo, um reflexo de como o coronavírus acaba impactando em toda a cadeia e resultando em maiores problemas. 

Entretanto o cenário geral a partir de agora na visão médico não é pessimista. Tendo em vista a elevada taxa de transmissão do vírus, um percentual de assintomáticos entre 30 e 70% que podem transmitir a doença e uma população suscetível, é possível que em vários lugares o Covid-19 continue de forma endêmica até atingirmos a chamada imunidade de rebanho ou surgir uma vacina eficaz. A boa noticia é que vários estudos têm indicado que a imunidade de rebanho pode ser atingida com cerca de 20%, ou até menos, de infectados no total da população. Como existem quatro coronavírus em circulação global e que causam o resfriado comum, o resultado é que até 60% das pessoas já podem ter imunidade prévia cruzada contra o Covid. 

Fabio reforça que com a alta probabilidade de surtos ocasionais que devem continuar ocorrendo em várias partes do Brasil e do mundo, é fundamental que medidas adequadas sejam desenvolvidas para maximizar o controle da doença, como a higiene rotineira das mãos, evitar tocar o rosto e objetos, a correta proteção da boca ao tossir ou espirrar, o distanciamento de pelo menos 1,5 m, evitar viagens desnecessárias, que parecem ser medidas muito simples, mas quando adotadas de forma correta e em massa, podem fazer uma grande diferença. 

“O desenvolvimento de uma vacina pode demorar mais de um ano e até lá devemos adotar maneiras responsáveis e inteligentes para conviver com a doença. Realizar uma quarentena e não adotar as medidas citadas pode não ser eficaz para lidar com o coronavírus ”, afirma Fabio. 

Olhando para o setor na bolsa, Ricardo Franca, analista de Health Care dos Fundos Atlas One, afirma que é possível identificar algumas tendências no país atualmente: o brasileiro procura cada vez mais um plano de saúde, pois não pode contar 100% com o sistema público e ao mesmo tempo as empresas precisam ofertar produtos mais em conta e aí entram empresas como Intermédica e Hapvida, que conseguem controlar bem os seus custos. 

“Como investidor, a gente acredita que, no longo prazo, essas tendências seculares de crescimento do uso do plano de saúde e de planos de saúde que caibam no bolso sejam a melhor forma de investimento em bolsa”, afirma Ricardo. 

Covid-19 faz Axa acelerar a plataforma digital de venda de seguros em parceiros do varejo e setor financeiro

Ambição é ajudar classes C e D ter mais resiliência financeira ao ter produtos que oferecem proteção aos problemas do dia a dia 

Depois de superados os primeiros obstáculos para colocar funcionários em segurança no home office em meados de março, quando o governo determinou a quarentena para conter o contágio do coronavírus, a seguradora Axa acelerou o processo de expansão das parcerias comerciais que abrangem redes de varejo e instituições financeiras, o que inclui também as fintechs de crédito, que se proliferam rapidamente no Brasil e ganham musculatura num momento de crédito mais restrito por parte dos grandes bancos. 

Nessa esteira, a seguradora iniciou uma parceria inédita com a fintech de crédito consignado Paketá, para oferecer seguros a mais de 640 empresas parceiras por todo o país. “A aproximação entre a AXA e a Paketá é uma iniciativa para oferecer maior segurança aos funcionários na hora de contratar crédito. O seguro contribui para mitigar o receio de fazer dívidas mais longas”,  diz Sébastien Guidoni, Vice-Presidente de Parcerias, Estratégia e Finanças da AXA no Brasil.

No varejo, a principal cliente da Axa é a Pernambucanas, com a qual tem um contrato até 2031, com expectativa de receitas previstas em R$ 3,7 bilhões. Trata-se do maior programa de seguros do varejo brasileiro e que ganha ainda mais força neste momento, quando todos se debruçam em encontrar soluções que tragam mais resiliência financeira às classes sociais mais necessitadas. 

Enquanto o governo federal tem este tema em pauta, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, conversando com o Congresso Nacional sobre como viabilizar renda à população carente, a Axa aprimora soluções para levar mais proteção privada para as classes C e D, a fim de garantir que um imprevisto seja apenas algo contornável e não algo que coloque o indivíduo ou as famílias numa situação de vulnerabilidade.

“Temos a convicção de que as classes sociais emergentes precisam desenvolver resiliência. Nossa ambição é estar no dia a dia das pessoas deste segmento. Quebrou o celular? Vamos buscar outro para repor, pois em muitos casos o smartphone é o meio de trabalho da pessoa. Tem um problema de saúde, temos um produto que paga uma indenização diária por hospitalização para ser usado da forma que for mais conveniente, como por exemplo poder pagar alguém para cuidar do filho neste período. Remédios? Oferecemos uma rede com descontos especiais. Nossa rotina é buscar respostas sobre como podemos buscar soluções que proporcionam resiliência financeira em momentos de situações imprevistas”, diz Guidoni.

Uma das soluções encontradas para levar o seguro a cada vez mais pessoas, mesmo durante a pandemia, foi expandir a parceria com a Pernambucanas para os canais digitais onde, desde abril, é possível contratar os produtos e serviços da seguradora. Segundo Guidoni, a crise do Covid-19 tem sido uma oportunidade de acelerar mudanças. “Conseguimos agir muito rapidamente. Fizemos em quatro semanas o trabalho de 10 meses. Todos alinhados sobre a necessidade de sermos muito ágeis, para gerenciar os impactos do fechamento das lojas físicas e manter a oferta de serviços ao consumidor”, diz o executivo da Axa que, além da Pernambucanas, tem em carteira a Leroy Merlin e contratos com varejistas médios, que juntos representam 40% das vendas no Brasil.

No entanto, colocar a plataforma para funcionar não foi o maior desafio da Axa. “O desafio está em ter um processo de seleção de riscos automatizado para suportar a nossa solução digital”, explica. “Neste tipo de negócio, temos muita frequência de pedidos de indenização de baixo custo. O que requer uma plataforma de subscrição e gestão muito precisa, afinal este tipo de negócio não é um processo mágico e sim calculado. E a previsibilidade é um dos pontos cruciais da nossa plataforma”, 

Um cliente que tem seu problema resolvido num momento de dificuldade se torna fiel a marca. Imagina ter seu celular roubado e ele ser reposto no dia seguinte? Isso cria fidelidade para nossos parceiros e é nesta qualidade de prestação de serviços que nos dedicamos dia a dia”, enfatiza.

Com o desenvolvimento da proposta de valor mais positiva, agora a seguradora  busca outros ecossistemas e não somente grandes parcerias. “Nosso foco agora é otimizar o sucesso que temos com o varejo em pequenas empresas”, afirma o francês que está no grupo Axa há 15 anos e no Brasil desde meados de 2018. 

Segundo ele, hoje as seguradoras que atuam no varejo ofertam praticamente os mesmos seguros e comissionamento em plataformas com uso de API e aplicativos. “Nosso principal movimento está em desenvolver produtos e serviços junto ao nosso parceiro, por meio de pesquisas que acelerem o desenvolvimento da parceria. O resultado tem sido a entrega de produtos simples, de maneira ágil e que agregam valor ao consumidor final”, completa.

MAG Seguros apresenta live com desafios e conquistas da longevidade sob os olhos do cartunista Mauricio de Sousa

A transmissão debateu ainda a vivência dos corretores de seguros na pandemia

Fonte: MAG Seguros

A edição da MAG Live, realizada nesta quinta-feira (18/6), tratou dos desafios e sonhos de vida dos longevos, além da experiência dos corretores de seguros no contexto da pandemia. A transmissão teve a participação especial do cartunista, escritor e criador da ‘Turma da Mônica’, Mauricio de Sousa, juntamente com o presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, Nilton Molina, para debater o fenômeno da longevidade. 

Trazendo experiência e vivência, Mauricio de Sousa e Nilton Molina abordaram o grande tabu de ‘ser velho’, o preconceito da sociedade com a idade dos longevos. “Serei velho sim, quando perder a minha autonomia física e intelectual. Enquanto autônomo, eu serei jovem”, apontou Molina e ainda reforçou que se sente extremamente ofendido quando o perguntam se ele já está aposentado. 

De acordo com Mauricio de Sousa, o sentimento que o longevo precisa ter é o amor e a esperança. “O principal é continuar a respirar, é gostar de planejar coisas novas e sonhar com elas, mas acima de tudo você precisa se amar. Eu amo desenhar e posso falar a respeito do que eu amo fazer. É isso que nos nutre, essa centelha de vida”, completou. 

Com a pandemia, um novo desafio foi apresentado aos longevos: o uso pleno da tecnologia e a separação de seu ambiente e colegas de trabalho. Ambos os participantes apresentaram a importância do preparo prévio de suas organizações para eventuais trabalhos em home office. 

O cartunista contou que todos da equipe sempre trabalharam juntos, em um mesmo estúdio, mas que por terem o costume de levar trabalho para casa, já estavam ambientados a trabalharem separados também. “Não houve dificuldade para a nossa equipe que interage o tempo todo. O nosso trabalho é realizado por partes, em que um complementa o outro. Então mesmo longe fisicamente, estamos todos juntos através da tecnologia”, pontuou Mauricio. 

Já Molina apontou que a preparação foi fundamental para que a empresa continuasse funcionando e o resultado tem sido surpreendente. “Nós estávamos preparados para possíveis imprevistos, como o isolamento, no âmbito tecnológico. E tem sido maravilhoso acompanhar os resultados de todas as equipes e viver esse desafio. Porque o desafio é o sal da vida”, comentou. 

Ao finalizar o painel, os participantes deixaram mensagens para os jovens e longevos sobre a importância de viver cada momento. “Seja feliz com o que faz, goste do que faz. O ideal, no meu caso, é que eu tenha gostado de tudo que eu fiz até hoje e que continue gostando e me fazendo feliz com tudo que produzo. Com isso, a gente caminha tranquilamente para a longevidade. Sonhar não paga nada, é grátis, e quanto mais você sonha, mais valor tem o que você realiza a partir deste sonho. Então sonhem e sigam os sonhos que querem realizar, e se não der certo, continuem a sonhar e um ou outro você vai conseguir realizar e mais feliz você será”, aconselhou Mauricio. 

“Eu me sinto hoje absolutamente jovem e desafiado a criar e fazer de novo. A pandemia está criando um momento interessantíssimo de reflexão e trabalho. Por isso, o que eu sugiro aos jovens: pensem na vida, amem a vida, trabalhem muito, estudem e principalmente sejam felizes e alegres, procurem a felicidade. O meu estoque de sonhos aumenta a cada dia, não tenha medo de sonhar”, finalizou Molina. 

Desafios para o corretor de seguros 

Mediado pelo corretor de seguros de Bauru, Luciano Tane, o fórum apresentou os desafios que os corretores de seguros têm enfrentado, as conquistas e as novas experiências adquiridas no atual cenário. 

Giselle Valeta, corretora do Amazonas, ressaltou a importância dos corretores na vida das pessoas. “Eu percebo agora um momento para o corretor de seguros fantástico. E o corretor de seguros precisa assumir o protagonismo dele na vida das pessoas, das famílias e empresas”, disse a corretora. 

Já o corretor do Rio de Janeiro, Thiago del Guerso, pontuou a nova realidade do estado e a receptividade da população quanto ao seguro. “Com o home office, nós corretores conseguimos ampliar a nossa quantidade de atendimentos de forma remota e consequentemente atingindo o maior número de pessoas, levando proteção à população que hoje está mais receptiva às questões relacionadas à proteção de saúde, familiar e financeira”, comentou Guerso . 

Em relação ao risco de cancelamento que muitos corretores têm enfrentado, Guerso reforçou a importância de fazer um bom atendimento e de conhecer o cliente. “Um plano de voo bem feito e um atendimento de qualidade nos dão propriedade para apresentar os motivos para que o cliente não abra mão de sua proteção”, avaliou. 

Os corretores finalizaram o fórum falando sobre o que mudou na vida deles ao se tornarem corretores e o que eles têm aprendido. “Como corretora, eu trouxe a incumbência de levar a segurança que eu busco para a minha família para as pessoas”, concluiu Giselle. 

Diagnóstico remoto para consertar celular cai no gosto popular

Serviço da Solution2.Me, startup do SIS Group, disponibilizado na quarentena, veio para ficar e pode ajudar muito o mercado segurador, afirma Paulo Peret, CEO da empresa

Flávio Heloany, 41, empresário de Santana de Parnaíba (SP), procurou a Solution2.Me durante o período de isolamento social porque o seu celular havia quebrado. Com a loja da Apple fechada e sem um prestador que pudesse atendê-lo, um amigo do condomínio onde mora em São Paulo, recomendou a Solution2.Me, startup incubada pelo SIS Group que oferece soluções mobile para empresas e consumidores finais.

“Salvou a minha vida. Sou vendedor de carros. Todos os negócios são feitos online, pelo celular. Eles fizeram o diagnóstico online. Detectaram o problema e passaram o orçamento para conserto. Aprovei e o sistema de leva e traz veio buscar o meu iPhone e me devolveu em dois dias conforme combinado. Tudo sem sair de casa e o custo certamente foi mais acessível do que na loja da Apple que sempre opta pela troca do aparelho, o que exige um desembolso maior”, conta Heloany ao blog Sonho Seguro, que já contratou o serviço novamente para o conserto do aparelho do filho.

O aplicativo, assim como a sociedade na empresa, surgiu da parceria com empresários do segmento que já eram fornecedores da SIS Serviços. Hoje, Hugo Luvison é Head Comercial da Solution2.Me e Daniel Terçarolli, Head de Operações. “Uma das nossas atividades é regulação de sinistros para celulares, mas o mercado mobile é gigantesco e entendemos que, além de inovar no que fazemos, podemos ir além e ampliar o portfólio”, afirma Paulo Peret, presidente do SIS Group e CEO da Solution2.Me. Além das operações online, a startup mantém uma loja conceito em Alphaville, com um andar inteiro dedicado ao conserto e à remanufatura de aparelhos.

O app desenvolvido pela empresa emite um relatório sobre as condições do aparelho em relação à performance, estética, tela entre outros possíveis defeitos. Além do uso na operação com o consumidor final, o app atende os mercados de seguros e varejo. “A solução serve para regulação de sinistro e ajuda a evitar fraudes. Com isso, as seguradoras, que praticamente atuam apenas com a venda de seguros de celulares novos, passam a ter mais informações para desbravar o mercado de celulares usados, que é gigantesco, com uma margem maior de segurança. Além disso, o varejo avalia com mais precisão o valor do aparelho usado na troca por um novo”, finaliza.

O Brasil tem mais de 220 milhões de aparelhos celulares. Menos de 10% deles contam com seguros. Num momento em que o valor financeiro para as pessoas passa por uma revisão por questões de sustentabilidade e de orçamento apertado, poder reparar o aparelho ou ter usados, confiáveis, é realmente um mercado e tanto a ser desbravado.

Seguradoras MAG e Icatu disputam segmento de fundos de pensão

A partir do dia 1º de julho, as seguradoras autorizadas a operar em seguros de pessoas poderão disponibilizar produtos para cobrir os riscos relacionados aos planos de benefícios dos fundos de pensão

MAG Seguros e Icatu Seguros já estao prontas para aumentar a participação dos fundos de pensão na carteira de clientes das companhias. A partir do dia 1º de julho, as seguradoras autorizadas a operar em seguros de pessoas poderão disponibilizar produtos para cobrir os riscos relacionados aos planos de benefícios dos fundos de pensão.

Sergio Egidio, diretor de Fundos de Pensão da Icatu Seguros, explica que a resolução 385/2020 consolidou as resoluções anteriores, especificamente as 119/2004 e 345/2017, que já regulamentavam a contratação de seguros pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). “Por ser uma seguradora de pessoas, com toda a expertise no desenvolvimento de produtos de Vida, a Icatu já atuava com produtos voltados para Fundos de Pensão há alguns anos, porém, a partir de 2017 passamos a dar um foco maior para esse segmento”.

O mesmo com a MAG Seguros. “Já operamos neste segmento há cerca de 15 anos. Temos hoje na carteira de clientes 48 fundos de pensão. Alguns exemplos: Oabprev, Quanta, Ceres, BB Previdência, Centrus, SebraePrev, Funpresp, Prevcom (SP), dentre outros”, conta Felipe Maciel, diretor Corporate.

Ambas já oferecem produtos, aprovados pela Susep para fundos de pensão, para casos como morte e invalidez do participante. “Possuímos uma carteira de clientes estruturada e continuamos mapeando novos prospects”, conta a Icatu.  “Na MAG, ofertamos coberturas por morte, invalidez , risco de sobrevivência (longevidade), cobertura por morte para a carteira de empréstimos, além das soluções de gestão de passivo e gestão de ativos, estas através de empresas do grupo.”

Trata-se de um mercado com potencial de crescimento para as seguradoras de vida. “Embora seja importante pontuar que o compartilhamento de risco pode não ser, tecnicamente viável para todos os planos, sendo importante uma avaliação caso a caso, vemos um grande potencial de mercado para ser explorado, em função do número de entidades existentes”, afirma  Egidio.

Hoje são 296 fundos de pensão com mais de 1.100 planos que podem transferir os riscos não programados para as seguradoras, informa Maciel. No segmento de instituídos, a MAG Seguros é líder com 80% de participação do mercado.

Grupo LGBTI+ da AIG no Brasil recebe prêmio global por ações de conscientização e respeito pela diversidade

aig diversidade

Para celebrar o Mês do Orgulho, funcionários promovem discussão sobre a conquista da comunidade LGBTI+ aos direitos civis, entre eles de família e sucessórios

Fonte: AIG

Pelo quarto ano consecutivo, as ações em defesa, conscientização e promoção da diversidade no mercado de trabalho e na comunidade realizadas pelos grupos de afinidade da AIG no Brasil são reconhecidas por um prêmio global concedido pela matriz da seguradora entre suas mais de 80 operações. Desta vez, o grupo focado na temática LGBTI+ Diversitas & Aliados recebeu o prêmio global Outstanding ERG Achievement – Awareness Education, que destaca as ações educativas do grupo em busca de um ambiente mais igualitário e acolhedor para a comunidade, diminuindo as barreiras do preconceito. O reconhecimento ao Diversitas foi concedido pelo CEO global da AIG, Brian Duperreault.  

“É uma grande satisfação receber mais um reconhecimento global à AIG Brasil. É um orgulho que devemos ter enquanto equipe, por aplicarmos o valor da inclusão e diversidade e experimentarmos a conscientização na prática, com ações que fazem a diferença, contribuindo para que as pessoas se sintam confortáveis e seguras para serem quem são”, diz Fabio Protasio Oliveira, CEO da AIG Seguros Brasil. 

Evento debate casamento e direitos civis LGBTI+ 

Em celebração ao Mês do Orgulho LGBTI+, neste mês, o grupo Diversitas da AIG promove, na próxima quarta-feira, dia 24, um evento virtual para debater as implicações jurídicas do casamento ou união estável e como essas conquistas trouxeram garantias civis à comunidade, principalmente quando o assunto é família e sucessão. Para falar sobre o tema, a AIG convidou Roseli Saltoratto, advogada especialista em Direito Cível e Societário, para compartilhar com todos os colaboradores da companhia a importância desses direitos que equiparam os relacionamentos homo e heteroafetivos perante a lei. “Todos os casais devem estar cientes das obrigações que uma relação estável pode ter. Será mais uma atividade de conscientização que levaremos aos nossos colegas, uma forma de diminuir barreiras sociais por meio de aprendizado”, explica Vinicius Mercado, um dos líderes do Diversitas LGBT & Aliados e Coordenador de Linhas Financeiras da AIG. 

Diversidade na AIG 

Com mais de 140 grupos de afinidade espalhados por 54 países em todo o mundo, a AIG tem um posicionamento firme na defesa da diversidade, inclusive na sua liderança global. Recentemente, em reação a atos de racismo, a companhia anunciou a doação de US﹩ 500 mil para instituições globais focadas em medidas antirrascistas. 

No Brasil, além do Diversitas LGBT & Aliados, a AIG possui outros dois grupos: Women@Work (WOW) – Mulheres e Aliados, focado no desenvolvimento profissional para as mulheres e equidade de gênero, e o DÆRC (Diversidade Étnico-Racial Consciente), cujo objetivo é ampliar e fortalecer as oportunidades à população negra, por uma sociedade mais justa e sem preconceitos. Juntos, os colaboradores da seguradora estão envolvidos em esforços para promover uma cultura inclusiva para todos. Dos 250 funcionários da AIG no Brasil, cerca de 20% (em torno de 50 pessoas) participam ativamente e de forma voluntária de algum grupo de diversidade.