Série “O que mudou com o Covid-19”: Prudential do Brasil

O blog Sonho Seguro fez um levantamento sobre como as seguradoras têm lidado com as consequências da crise do novo coronavírus. A segunda entrevista desta série foi com Aura Rebelo, vice-presidente de Marketing&Digital da seguradora.

Quais as ações de voluntariado da seguradora em tempos de isolamento?

Diante do cenário tão difícil de crise na saúde pelo novo Coronavírus, a Prudential do Brasil, em respeito aos seus 2,4 milhões de vidas seguradas e seguindo sua missão de proteger vidas, desconsiderou, por livre iniciativa, as cláusulas de risco excluído para pandemias e está realizando as indenizações decorrentes da Covid-19 para coberturas por Morte, Invalidez por doença, Renda Hospitalar, Funeral e Viagem. A medida, inclusive, vale para novas vendas, respeitando o prazo de 90 dias da contratação. Além disso, a companhia, por meio do Teatro Prudential, selou uma parceria com o Teatro Riachuelo, no Rio, lançando a campanha ‘Despertar da Empatia’. A ideia é promover diversas ações culturais como lançamento de música e lives com artistas e cantores, com o objetivo de arrecadar doações para serem revertidas em cestas básicas para comunidades carentes da zona Norte da cidade. Essas pessoas estão sendo duramente atingidas pelos impactos do novo Coronavírus e do isolamento social. 

Participam de algum grupo de doadores? Quais? Detalhe.

No momento, as ações da companhia estão voltadas para a proteção de seus segurados e beneficiários, além de novos clientes, funcionários, corretores franqueados, empresariais e parceiros comerciais diante dos impactos na saúde por conta do novo Coronavírus. Em paralelo, realizamos a campanha ‘Despertar da Empatia’ em parceria com o Teatro Riachuelo em prol das comunidades carentes da zona Norte do Rio de Janeiro. Desde o início, a Prudential do Brasil vem acompanhando de perto os desdobramentos da pandemia e, caso surjam outras oportunidades que estejam alinhadas com o nosso momento, não hesitaremos em promover ou participar.

Qual a experiência de áreas tradicionalmente fixas no escritório, agora em homeoffice, como sinistros, operações, etc.

Tão logo a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou a pandemia e necessidade de isolamento social para conter o avanço na transmissão do vírus, a Prudential do Brasil ajustou rapidamente sua operação de maneira que os seus mais de 800 funcionários pudessem exercer o trabalho em casa, de forma segura e protegidos, com toda a estrutura necessária para a operação normal das atividades. Até mesmo a área de call center, considerada como setor essencial, foi deslocada para trabalho remoto, demostrando a nossa preocupação com a segurança e proteção de todos. Nesse ambiente de home office, a companhia tem operado normalmente e intensificado a comunicação sobre a operação do negócio, além de fornecer dicas de saúde e bem-estar, e estímulos ainda maiores para que os gestores obtenham feedbacks dos colaboradores sobre suas necessidades, percepções, receios e dúvidas nesse período.  Os retornos sobre essa experiência do home office a partir das nossas ações têm sido bem positivos.

Como as empresas estão mantendo a proximidade das equipes e se comunicando em tempos de isolamento?

A Prudential do Brasil tem intensificado ainda mais a comunicação nesse período tão desafiador, tanto com os funcionários como com corretores franqueados e empresariais, clientes, parceiros comerciais e outros públicos com os quais se relaciona. Para as equipes, por exemplo, a companhia tem emitido, diariamente, comunicados por email com informações sobre a operação do negócio, além de dicas de saúde e bem-estar para que possam exercer o trabalho remoto da forma mais produtiva, segura, saudável e tranquila possível. Também estamos estimulando, entre os gestores, uma troca ainda maior com os funcionários no sentido de obter feedbacks sobre suas necessidades, percepções, receios e dúvidas nesse período. Os retornos sobre essas ações estão sendo muito positivos. 

Como minimizar o impacto nas vendas neste momento: campanhas, treinamentos on-line, incentivo de vendas, visitas virtuais?

Nesse sentido, a companhia realizou uma flexibilização nas regras de reconhecimento nas vendas, diante do momento mais delicado que todos estão passando, e implementou ferramentas como aceite digital para as propostas. Além disso, disponibilizou uma variedade de plataformas para conectividade, treinamentos, materiais informativos online e vídeo conferências, de forma a apoiar os corretores franqueados e empresariais no processo de vendas dos seguros de vida, permitindo que conseguissem levar adiante seus negócios com todo apoio necessário. Essas ações foram possíveis pois tínhamos em mãos um planejamento muito bem estruturado, além de uma plataforma tecnológica robusta, que pode suportar todo esse movimento para o trabalho e comunicação à distância.


Com o distanciamento, eventos presenciais estão proibidos. Poderão ser online? Se já estão agendados, passar mais detalhes.

Diante do cenário de distanciamento social e sua continuidade pelos próximos meses, certamente estudamos a realização no ambiente online de alguns eventos que não podem ser adiados. Um bom exemplo foi o lançamento da campanha TOP 2021, uma premiação da Prudential do Brasil que reconhece, anualmente, os melhores desempenhos dos bancos de investimento parceiros da companhia, como XP Corretora de Seguros, BTG Pactual, Itaú Corretora de Seguros, entre outros. Este ano, fizemos por vídeo conferência o lançamento da campanha e anúncio do próximo destino para os vencedores, que será Marrakech, no Marrocos.

Que tipo de ações acreditam que o governo poderia endereçar para ajudar o setor segurador?

Podemos dizer que o mercado segurador e seus produtos se posicionam como facilitadores da agenda social e econômica nacional, coadjuvantes no enfrentamento de questões nacionais como proteção das pessoas, manutenção do consumo das famílias, incremento da poupança nacional, acesso à saúde, entre outros.  Nesse sentido, o setor não depende diretamente de ajuda do governo e, sim, do restabelecimento das estruturas econômicas de produção, emprego e renda para que possa manter o crescimento e sua função de proteger pessoas, bens e empresas. Nesse caminho, observamos que algumas medidas governamentais já estão sendo tomadas de forma a tentar minimizar os efeitos econômicos da crise, tanto para as pessoas como para as empresas, e estamos otimistas de que as estratégias adotadas agora e futuramente para esses públicos ajudarão todos a passarem por esse cenário desafiador com o menor impacto possível. 

Diante das dificuldades sociais, há alguma ação junto a clientes para mitigar riscos de desordem social?

Neste momento, as principais ações da companhia junto aos clientes têm sido no sentido de intensificar, por meio de newsletters, conteúdos nas redes sociais e ações na imprensa que buscam o esclarecimento em relação às coberturas contratadas e canais de atendimento, oferecendo de forma transparente todas as informações possíveis para que eles saibam que, junto à seguradora, possuem toda a tranquilidade, apoio e confiança necessários para ultrapassar esse momento difícil e que estaremos juntos nesse desafio. 

A crise abre oportunidades. Há interesse em aquisições que possam surgir no pós covid?

No momento, a Prudential do Brasil não vislumbra realização de negócios no sentido de aquisições. De qualquer forma, a companhia sempre acompanha o mercado e oportunidades que, se estiverem alinhadas ao nosso perfil e momento estratégico, poderão ser estudadas. Nosso objetivo agora é continuar mantendo o crescimento positivo que estamos registrando, realizar novos projetos nos trilhos da inovação, estudar o lançamento de novos produtos, além de ações de fortalecimento da marca. Também buscamos intensificar o relacionamento com parceiros comerciais, corretores franqueados e empresariais.    

Reservas da capitalização mantêm crescimento

Fenacap

Fonte: FenaCap

Apesar da pandemia de covid-19 e dos seus impactos na economia, as provisões técnicas da Capitalização, que correspondem aos recursos de clientes com títulos de capitalização ativos, somaram R$ 30,7 bilhões, um avanço de 2,6% em comparação ao primeiro quadrimestre do  ano passado, informa a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

Os resgates atingiram R$ 6,2 bilhões, o que representa um crescimento de 6,6% e mostra que parte dos consumidores está recorrendo às suas reservas  para atravessar o momento de incerteza financeira. O faturamento das empresas recuou 3,4%,  fechando o período com R$ 7,2 bilhões. Entre janeiro e abril, o setor distribuiu R$ 352 milhões em sorteios a clientes com títulos premiados, montante que equivale ao pagamento de R$ 4,2 milhões em premiações por dia útil no período.

“Mesmo com a queda no faturamento, o mercado de Capitalização continua demonstrando resiliência em meio à crise, o que se evidencia pelo crescimento das provisões técnicas. Como era esperado, registramos um movimento de resgates superior ao registrado  ano passado,  demonstrando que as as famílias estão utilizando suas reservas, ou parte delas, para atravessar esse momento tão delicado, o que reforça o papel social do título de capitalização”, analisa o presidente da FenaCap, Marcelo Farinha.

Os sorteios substitutos à extração da Loterial Federal estão sendo feitos pela FenaCap desde o dia 26 de março, quando a modalidade foi suspensa pela Caixa Econômica Federal, em razão da pandemia da Covid-19. Nesse momento tão difícil para os brasileiros, a medida foi adotada para assegurar a continuidade de distribuição de prêmios a portadores de títulos de capitalização.

Os resultados dos sorteios podem ser acompanhados no Facebook (www.facebook.com/fenacapoficial) e pelo canal da Federação no YouTube (FenaCap Brasil ).

A apuração dos títulos de capitalização contemplados nos sorteios substitutos continua a cargo das empresas fornecedoras dos títulos, assim como sempre ocorreu com os sorteios da Loteria Federal, uma vez que os critérios de premiação variam produto a produto, de acordo com as características de cada um, descritas nas Condições Gerais. Para verificar se um título foi ou não premiado é necessário buscar os sites e canais de comunicação oficiais das empresas fornecedoras.

Série “O que mudou com o Covid-19”: Zurich Brasil

O blog Sonho Seguro fez um levantamento sobre como as seguradoras têm lidado com as consequências da crise do novo coronavírus. A primeira entrevista desta série foi com Edson Franco, CEO da Zurich Brasil

Quais as ações de voluntariado da seguradora em tempos de isolamento?

A Zurich esteve sempre empenhada em despertar nos seus funcionários a importância da prática do voluntariado e promove constantemente ações para apoiar causas sociais. 

Desde as medidas de isolamento social, todas as ações são realizadas à distância, respeitando todos os protocolos de segurança dos colaboradores, dos seus familiares e de todas as outras pessoas envolvidas nos projetos. 

Particularmente, neste ano, as atividades junto às ONGs serão atualizadas a cada três meses para que todos os colaboradores possam se programar. 

Atualmente, as atividades de voluntariado atendem as instituições GRAACC, Somar, Instituto Locomotiva e do IPPE (Instituto de Pesquisas e Projetos Empreendedores).

Neste momento de isolamento social, estamos fazendo as atividades de Digitação Eletrônica de Notas Fiscais pra Somar à distância. Alguns estabelecimentos parceiros da Somar enviam suas notas fiscais paulistas de forma eletrônica e a Zurich distribui para os voluntários da Instituição por e-mail. Então, estes voluntários lançam as notas no sistema da Nota Fiscal Paulista, no CNPJ da Somar. Já no Instituto Locomotiva, ajudamos a avaliar as estratégias para Captação de Recurso via Pessoa Física.

Já as ações em prol do IPPE (Instituto de Pesquisas e Projetos Empreendedores) contemplam iniciativas de Consultoria e Orientação voltadas ao empreendedorismo e novos negócios. Também atuamos no projeto “Cuida de mim”, no qual os voluntários  conversam com idosos por telefone ou chamada de vídeo.

Participam de algum grupo de doadores? Quais?

A Zurich está envolvida em uma série de ações sociais para ajudar no enfrentamento à pandemia do Coronavírus. Em parceria com a Z Zurich Foundation, entidade do Zurich Insurance Group que se dedica a investimentos em projetos comunitários, e Zurich Santander, fizemos uma doação de R$ 9,6 milhões para projetos relativos a esta causa. Os recursos foram direcionados para as seguintes ações: 

Leitos de UTIs – Hospital das Clínicas 

Parte dos recursos foram direcionados pela Zurich e Z Zurich Foundation para a estruturação e funcionamento dos leitos de UTI e de Enfermarias do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), preparados exclusivamente para atender casos relacionados ao Coronavírus. 

Hospital em Manaus

Os recursos estão sendo direcionados também para ajudar o Hospital e Pronto Socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz, de Manaus, a adquirir 1 milhão de EPIs para os 1.500 profissionais de saúde da unidade, que estão envolvidos com o atendimento a pacientes de Covid-19.

Testes Rápidos para Covid-19

Os recursos também foram destinados à produção de 110 mil testes rápidos de Covid-19 para hospitais e pontos de serviço público no país. 

Doação de cestas básicas 

O investimento está também sendo canalizado para a doação de cestas básicas de alimentos e produtos de limpeza para 4.138 famílias, durante quatro meses, na cidade de São Paulo. Todas as famílias são assistidas pelas ONGs Somar, Locomotiva, Olga Kos e Hurra!  já apoiadas pela Zurich.

Benefício adicional para colaboradores

Além destas ações, a Zurich no Brasil criou também um benefício adicional para colaboradores, de até R$ 20 mil, para custear despesas médicas e hospitalares dos funcionários e suas famílias na necessidade de hospitalização e tratamento para o Covid-19.

Ação de Páscoa 

Com a campanha Páscoa em Ação, incentivamos a doação de produtos de prevenção (sabonete líquido antisséptico, álcool em gel antisséptico e máscara respiratória-n 95) para que as famílias beneficiadas pelas ONGs apoiadas pela Zurich se mantenham protegidas. Com esta campanha,  auxiliamos diretamente 25 mil pessoas.

Qual a experiência de áreas tradicionalmente fixas no escritório, agora em home office (sinistros, operações etc.)?

Estamos enfrentando uma crise inédita e todos nós tivemos que nos adaptar. A diferença é que não há perda de tempo com deslocamentos e dispersões que são naturais na rotina do escritório. Estamos todos descobrindo uma nova maneira de trabalhar e temos utilizado cada vez mais os meios digitais para continuar oferecendo um atendimento de excelência aos nossos clientes. 

Como a empresa está mantendo a proximidade das equipes e se comunicando em tempos de isolamento?

Nossa principal prioridade é o bem-estar de nossos colaboradores, parceiros, corretores e clientes. O cuidado para manter a comunicação alinhada entre as equipes se torna ainda mais importante neste momento. Estamos monitorando atentamente a situação do Coronavírus, discutindo o assunto com cientistas e com nossos pares e seguindo, também, as orientações das autoridades de saúde pública, como a Organização Mundial da Saúde

Um grupo de trabalho se reúne diariamente para garantir respostas e ações efetivas a pandemia. Temos feito muitas reuniões virtuais e, também, iniciativas de RH para manter os colaboradores engajados durante este período de isolamento social em que as pessoas estão trabalhando em casa. 

Alguns exemplos de iniciativas da Zurich:  

  • Uma newsletter semanal com ideias e orientações para saúde mental e cursos educacionaisgratuitos; conteúdo na plataforma de educação corporativa UniZurich; 
  • Happy Hour virtual, stand up, celebrações de aniversário, tudo dependendo da criatividade de cada equipe. Temos um colaborador, por exemplo, que oferece música em um dos nossos aplicativos; 
  • Também temos uma parceria com a Gympass para os colaboradores se exercitarem em casa.

Também intensificamos as reuniões de alinhamento com gestores e também estamos realizando periodicamente “Town Halls” virtuais com todos os funcionários da empresa. Na primeira edição, conversamos sobre temas específicos e encerramos o encontro com uma “live” da Monja Coen. Nessa ocasião tivemos mais de 1000 funcionários e outros 3 mil corretores e parceiros conectados.

Tivemos ainda uma reunião virtual similar com o CEO do grupo Mário Greco  aberto a todos os funcionários do Brasil.

Acreditamos que nesse momento de distanciamento físico temos que nos aproximar ainda mais das pessoas e promover um ambiente que nos proporcione a todos o equilíbrio emocional necessário para lidar com a situação que estamos vivendo.

Empatia, solidariedade e atenção são fundamentais em todas as nossas relações, sobretudo nesse momento.

Agradeço sobretudo ao empenho e à dedicação de todos os colaboradores, para manter nossas operações ativas e continuar atendendo nossos clientes, corretores e parceiros.

Como minimizar o impacto nas vendas neste momento: campanhas, treinamentos on-line, incentivo de vendas, visitas virtuais?

Digitalização, Digitalização, Digitalização. Essa crise nos mostrou a importância do investimento que já vínhamos fazendo em ferramentas digitais para apoiar nossos corretores e servir a nossos clientes. Nosso objetivo é manter o nível normal de funcionamento dos negócios e oferecer suporte de alto nível para corretores e clientes neste momento, com canais digitais gratuitos, treinamentos on-line, incentivo de vendas e visitas virtuais. A crise nos dá a oportunidade de sermos melhores, mais eficientes e tirar proveito das soluções digitais.

Já tínhamos uma estrutura preparada e incentivamos os corretores a utilizarem ainda mais nossos canais digitais, para manter as operações e o relacionamento com os segurados ativos. 

Criamos, também, uma série de serviços e facilidades para ajudar os nossos clientes e parceiros nesta pandemia:

  • Serviço de Help Desk para clientes, corretores e seus colaboradores (Canal de Atendimento 0800) para solucionar problemas com a internet, hardware, software e auxílio na instalação de recursos que facilitem as reuniões por videoconferência. 
  • Vistoria mobile: Antecipamos o lançamento do novo Portal de Serviços de Vistoria Mobile, dando foco total à vistoria pelo celular. 
  • No Portal do Corretor (aqui benefício exclusivamente para o corretor) os nossos parceiros encontram todos os serviços disponíveis 24 horas para auxiliá-los nas propostas comerciais, cotações e atendimento aos segurados. Com todo esse processo digital, conseguimos reduzir em até 30% o tempo para concluir todos os procedimentos.
  • Prorrogação das parcelas vencidas e não pagas de seguros. Iniciativa que ajuda a reter clientes e evitar cancelamento de seguros e comissões.
  • Seguro Residencial e Property agora pode ser feito com prazo de pagamento em até 10 vezes sem juros. 
  • Ampliamos o limite de aceitação de veículos de 8 anos para veículos com até 15 anos de fabricação. A mudança é válida para veículos e caminhões leves, e vale para todos os modelos aceitos pela Zurich. Isso aumenta a base de clientes dos corretores. 
  • Todo atendimento a sinistros é virtual. O cliente envia e detalha a avaria no veículo e ainda acompanha o status do atendimento pelo Fale Conosco.
  • Com a Assistente Virtual o cliente pode também obter segunda via do boleto e da apólice.
  • App Zurich Risk Advisor para Segurados e Corretores realizarem autoavaliações de riscos in loco, ou colaboração remota para compartilhamento de dados em tempo real, pela equipe de engenheiros da Zurich. 
  • Zurich Risk Roomtambém é outra ferramenta de avaliação de riscos para os clientes, que analisa mais de 70 riscos individuais empresariais, econômicos, políticos, sociais, ambientais e tecnológicos. 
  • Outro exemplo de facilidade no dia a dia do corretor é a vistoria prévia digital e a vistoria de sinistro digital de Auto e Patrimonial (Empresas e Residencial).

Com o distanciamento, eventos presenciais estão proibidos. Poderão ser online? Se já estão agendados, passar mais detalhes.

Temos realizado eventos internos, como os que mencionei anteriormente e também uma série de Lives no Instagram da Zurich com nossos executivos e convidados de empresas parceiras, abordando temas relacionados aos atuais assuntos do mercado, com dicas e orientações, para clientes, corretores e outros públicos. 

A área comercial também reformulou os encontros e eventos com corretores de varejo e corporativos, dando continuidade ao Experiência Zurich, que agora está sendo realizado virtualmente duas vezes por semana, em diferentes praças. Nestes encontros debatemos o momento, o contexto, estratégias e  oportunidades de negócios.

Que tipo de ações acreditam que o governo poderia endereçar para ajudar o setor segurador?

Nenhum segmento vive em uma bolha e todos seremos afetados pela crise provocada pela Covid-19. 

Tanto o Governo Federal como o Congresso (Câmara e Senado) têm adotado, a exemplo do que também está sendo feito em outros países, diversas medidas emergenciais para proteger Emprego, Renda (especialmente informais) e Capital de Giro com estimulo a crédito com linhas incentivadas para PMEs e medidas redistributivas de renda, via programas assistenciais. 

Essas medidas, que devem ter caráter emergencial e temporário, são fundamentais para mitigar o impacto da crise econômica e acelerar o processo de retomada da economia.

Há recomendações sobre os riscos de retomada das atividades? Quais?

A pandemia do Coronavírus só deixará de ser uma ameaça quando tivermos uma vacina disponível para todos. Até lá, todo o cuidado deve ser tomado para evitar novas ondas de contaminação e preservar a saúde das pessoas. A retomada e a flexibilização da quarentena devem ser feitas de forma ordenada e cautelosa.

No caso específico da Zurich, todos os nossos colaboradores seguem em home office. Vamos retomar as operações presenciais de forma muito gradual, seguindo uma série de protocolos de segurança.

Na sede, quando esta fase tiver início, vamos manter o distanciamento nos postos de trabalho, vamos reforçar o controle de higienização e iremos fornecer máscaras para os colaboradores.

Além disso, contratamos uma empresa de saúde ocupacional para fazer o acompanhamento dos nossos colaboradores. Estamos monitorando e dando suporte ao time mesmo em home office. 

Ainda sem data para iniciar o processo, nossa retomada será feita em três ondas. Quando houver condições de segurança, planejamos retomar as atividades presencias para 25% dos nossos colaboradores, avançando gradual e cuidadosamente. Não temos a intenção de voltar a ter 100% do quadro trabalhando presencialmente. Vamos acelerar o processo de implementação do trabalho remoto de forma permanente para parte do tempo e para todos os colaboradores.

Nossa recomendação neste momento é preservar a saúde das pessoas. 

“Eu acredito na vida, no universo, na sincronicidade das coisas e nas conexões entre as pessoas”

Thomas Batt compartilha sua visão sobre Liderança Consciente e a importância da transformação das pessoas dentro e fora das empresas

“Eu acredito na vida, no universo, na sincronicidade das coisas e nas conexões entre as pessoas. Todos temos um propósito para estar aqui. Aprender é viver e a olhar para dentro de si mesmo, uma grande oportunidade que conseguimos realizar com o autoconhecimento”. 

Essa é a filosofia de vida de Thomas Batt, CEO da Seguros SURA Brasil, que foi o convidado da Live Talks Empresa com Alma (@empresacomalma), para um bate-papo com Gustavo Gomes, sobre “Liderança Consciente nas Organizações”, realizado no último dia 17.

Para ele, essa é a base para uma vida mais leve e fluida, com o equilíbrio das emoções e a maior compreensão do outro. “Para liderar pessoas e empresas, precisamos nos conhecer e à medida que nos conhecemos melhor, nos comunicamos com mais clareza e genuinamente criamos uma empatia maior ao nos colocar no lugar do outro, gerando conversas mais produtivas no dia a dia e despertando uma consciência expandida, porque o nível de consciência de todos se eleva”.

À frente da Seguros SURA desde que a empresa chegou ao Brasil em 2016, Batt comenta ter aprendido muito com a liderança a partir das relações humanas, através do diálogo e da conversa que, para ele, são oportunidades de aprendizado ao ouvir e compreender as pessoas a partir de suas diferentes visões e experiências de vida.

“É preciso saber escutar genuinamente os diferentes pontos de vista das pessoas, pois todos são complementares. Para isso, a comunicação é a grande chave para manter essa conexão, junto com ações genuínas e coerentes com o posicionamento, pensamento, e cultura da empresa que precisa ser vivenciada no dia a dia. A cultura é orgânica, viva como um jardim, tem que ser alimentada e regada diariamente, deve estar enraizada nas pessoas de forma coletiva e genuína”. 

Dessa forma, Thomas explica que existem muitas metodologias e ferramentas valiosas para uma liderança consciente, “é preciso começar e praticar, não adianta ficar na teoria.  O autoconhecimento é a base para viver melhor e isso se aplica na empresa para influenciar as pessoas positivamente nas coisas básicas e também nas mais sublimes”. Para ele, “quando buscamos uma conexão com o que está dentro de cada um de nós, elevamos nosso grau de consciência para a realização do ser, que eu acredito ser a maior realização humana”.

Resseguradores mantém otimismo em relação à retomada pós-pandemia

Setor passa por mudanças no país atendendo às novas necessidades da sociedade

Fonte: SindeSeg-SP

O presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), Paulo Pereira, mantém o otimismo em relação ao ritmo da retomada da economia brasileira em um cenário pós-pandemia. Pereira acredita que a retomada da atividade econômica no País deverá ocorrer na forma de “V”, com um ritmo mais acelerado que nas formas de “U” e “W” previstas por alguns analistas. “A boa notícia é que estamos entrando num ‘hard market’ e que teremos a oportunidade de adequar nossos preços, que já vêm se deteriorando há décadas”, afirmou ele.

– Qual é o impacto causado pela pandemia do novo coronavírus no segmento de resseguros no Brasil?

Estamos vivendo uma situação inédita no mundo. Estamos no meio de um processo que não sabemos quando vai terminar e nem o tamanho do prejuízo. Entendemos que, em princípio, os contratos existentes têm que ser respeitados, embora exista um apelo social e político devido ao grande prejuízo que todas as empresas do Brasil e do mundo estão sofrendo. Estamos dispostos a colaborar. Como exemplo, temos os sinistros de seguros de vida que foram pagos mesmo com a cláusula de exclusão de pandemia e os prêmios dos seguros de automóvel que foram devolvidos por diminuição do risco segurado. Esta colaboração tem um limite, que é a solvência do setor. Nesses dois casos, conseguimos determinar a nossa exposição. Temos o caso de lucros cessantes, que é uma cobertura acessória que precisa de um dano material ao imóvel para ser reclamada. Portanto, a pandemia claramente não está coberta. É importante frisar que praticamente todas as empresas do mundo pararam e que o pagamento de sinistros de lucros cessantes atingiria um valor incalculável, afetando gravemente a solvência de todo mercado mundial.

– Qual é a expectativa em relação aos negócios neste segmento para 2020?

Teremos este ano menos investimentos, agravamento da situação fiscal e uma forte retração do PIB. Consequentemente, menos seguros e resseguros. Nossa expectativa é que o retorno à normalidade se dê em forma de V, e não em forma de U, como muitos acreditam. Há ainda quem diga que o retorno se dará na forma de W. A boa notícia é que estamos entrando num “hard market” e que teremos a oportunidade de adequar nossos preços, que já vêm se deteriorando há décadas. Sendo bastante otimistas, podemos pensar para 2021 em investimentos estrangeiros, já que os juros mundiais estão negativos, para financiar nossos projetos de infraestrutura, tão necessários para o desenvolvimento do nosso País.

– Como as empresas do setor se adequaram às medidas impostas pela pandemia?

A pandemia, sem dúvida, mudou nossa maneira de trabalhar. O home office, já existente, cresceu muito e se tornou uma realidade, principalmente pelo desenvolvimento tecnológico e pela facilidade cada vez maior de comunicação. Acho que a relação do funcionário com a empresa vai mudar. Ele conseguirá determinar o dia em que irá ao escritório. As empresas terão de ficar mais flexíveis para oferecer opções aos funcionários. Várias tecnologias chegaram para ajudar. Nosso setor continuou prestando serviços com segurança e qualidade, apesar do fechamento dos escritórios. Hoje é possível fazer reunião com os clientes por meio do Zoom e outras ferramentas. As reuniões virtuais se tornaram uma realidade e são mais objetivas, consumindo menos o nosso tempo. Aproveito a oportunidade para afirmar nosso apoio à política de afastamento social, pois entendemos que a preservação da vida é prioridade zero.

– O segmento de resseguros vem lutando já há alguns anos por mudanças regulatórias com o objetivo de ampliar os seus horizontes. O que já foi conquistado nessa busca? Que bandeiras ainda estão sendo defendidas pelo segmento?

Hoje temos um governo liberal e, como não poderia deixar de ser, a Susep alinhada com o governo. Somos favoráveis a um mercado aberto, portanto sem preferência, sem retenções mínimas obrigatórias com as cedentes, podendo escolher livremente seus parceiros de resseguro. Na parte regulatória, falando especificamente de resseguros, temos um produto, que é o seguro garantia com a cláusula de retomada, que vai ser muito necessário principalmente nessa fase de crescimento dos investimentos em infraestrutura. Desenvolvemos esse produto, que está prestes a sair. Há um projeto de lei tramitando no Congresso. Se essa lei sair a contento, teremos um produto de garantia que vai atender às necessidades do governo e irá proporcionar um grande desenvolvimento do seguro garantia no País. Outra questão importante é que, recentemente, a Susep reconheceu que as operadoras de planos de saúde e os fundos de previdência pudessem comprar resseguros diretamente. Acho que isso foi importante.

Susep reabre edital de seleção do sandbox regulatório

sandbox seguradoras susep

Vigência do Edital para Seleção de projetos inovadores para o setor iniciará em 20/07. Ação acompanha medidas de incentivo à modernização no mercado de seguros brasileiro.

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou, hoje, o Edital com as regras de seleção para o Sandbox. A Susep suspendeu o edital para a seleção do Sandbox, lançado em 19/03, por conta da pandemia causada pelo Coronavírus (COVID-19).

A medida retorna em um contexto de estímulo ao surgimento de propostas inovadoras para o setor, ainda mais necessárias em um momento de retomada econômica.

A expectativa da Susep é de que a iniciativa enderece a transformação que vem acontecendo nos segmentos financeiro, de capitais e no próprio mercado de seguros, conforme comunicado conjunto publicado em 2019 pelo Ministério da Economia. “O uso de tecnologias inovadoras tem permitido o surgimento de novos modelos de negócio, com reflexos na oferta de produtos e serviços que proveem uma experiência diferenciada para consumidores”.

Serão selecionados projetos inovadores, com foco em tecnologia e modernização para o setor e redução de custos para os consumidores. “O objetivo é ampliar a cobertura de seguros no país, estimulando a concorrência e a inovação, promovendo e fomentando o desenvolvimento econômico para o país”, explica o diretor Eduardo Fraga.

Para participar do Sandbox, o produto ou serviço deve utilizar meios remotos nas operações relacionadas a seus planos de seguros. A empresa deverá apresentar como a tecnologia empregada no produto representa inovação ou como está sendo utilizada de forma inovadora e o produto ou serviço deve estar plenamente apto a entrar em operação.

Dentre as exigências da Susep, estão a apresentação de um plano de negócios e de uma análise dos principais riscos associados à sua atuação e de mitigação de eventuais danos causados aos clientes.

O foco principal do Sandbox é em produtos massificados de curto prazo. Assim, ficam excluídos os segmentos de previdência, resseguros, grandes riscos e responsabilidade civil.

O prazo para envio de projetos terá duração de um mês, entre os dias 20 de julho e 19 de agosto. A listagem completa da documentação solicitada pela Superintendência pode ser encontrada no próprio Edital. Após o encaminhamento, os projetos passarão por uma Comissão, que avaliará o cumprimento dos requisitos lá presentes. Os interessados em participar do Sandbox Regulatório, podem acessar este link​.

Obrigatório ao transportador, seguro garante fluxo de caixa do embarcador

Fonte: AIG

A Resolução Nº 4.799, de 27 de julho de 2015, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) , do Ministério dos Transportes, regulamenta procedimentos para inscrição e manutenção no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC), dentre outros.

O Capítulo IV, que trata do Transporte Rodoviário Remunerado de Cargas, item 23, dispõe que o documento que caracteriza a operação de transporte deverá ser emitido antes do início da viagem, contendo algumas informações, dentre elas a “identificação da seguradora e o número da apólice do seguro e de sua averbação, quando for o caso”. 

Leia o artigo no blog Negocio Seguro da AIG

Marketplace apoia o corretor durante a pandemia

Ferramenta inclui o corretor de seguros nas cotações online de maneira efetiva e com lucro mensurável

Fonte: Segfy

Muito se houve falar em digitalização do mercado de seguros, uma frase que, caso interpretada de maneira superficial, deixa muitos questionamentos quanto a função do corretor de seguros.

Para aliviar a tensão que este processo causa nos profissionais habilitados, a insurtech curitibana Segfy desenvolve soluções para que o corretor sinta-se incluído nesta nova era do mercado. Há dois meses, a empresa lançou o Meu Seguro Novo, um marketplace que promete trazer os leads qualificados para o corretor de seguros finalizar a venda e o resultado tem sido animador aos olhos de quem está vendendo.

Primeiros resultados

A plataforma já vem sendo eficiente para alguns corretores, que enxergam nela uma alternativa para as vendas não baixarem neste período de pandemia.Um dos profissionais que faz parte do Meu Seguro Novo, João Branco, Sócio/Consultor da Segben, corretora situada em São Paulo, conta um pouco sobre as vantagens que a ferramenta trouxe para sua empresa.

“Hoje acreditamos que podemos atuar com mais qualidade junto aos nossos clientes pois temos tempo de estudar, aprender melhor sobre os produtos, nos qualificar para oferecer uma venda consultiva com mais rapidez e qualidade”.

Outro ponto citado por João Branco, é a alternativa que o Meu Seguro Novo traz ao corretor para entrar no universo das cotações online.

“A sobrevivência dos corretores de seguro neste mercado online, de forte concorrência e que caminha para um novo futuro pós-pandemia, dependerá, além da sua capacitação e qualidade de atendimento, do acesso às novas tecnologias e veículos de comunicação virtual como a nova plataforma Meu Seguro Novo / Segfy. Esse impacto só está começando”.

União e fortalecimento

O Meu Seguro Novo envolve os corretores de seguros em todo o processo da venda de um seguro para os leads gerados na plataforma, uma novidade exclusiva no mercado. Baseado nisso, Marcos Villa, CEO da Segfy, ressalta que a missão das soluções criadas pela empresa é de unir corretor e segurado de maneira prática e eficiente.

“Acreditamos que o relacionamento entre corretor e segurado tende a aumentar com a presença digital, são diversas ferramentas de comunicação que trazem essa proximidade entre os dois. Cabe a nós desenvolver soluções que aproximem ainda mais a relação entre os dois de forma prática, segura e eficiente, para que o corretor consiga vender mais e o segurado tenha sempre a melhor opção de seguro a sua disposição”.

Por fim, João Branco conta que a parceria com a Segfy é importante para manter o seu negócio atualizado do que há de mais novo no mercado de seguros.

“A plataforma é extremamente eficiente no que se propõe e atende quase que integralmente as operações de nossa corretora. Começamos utilizando um sistema de gestão de apólices e hoje conseguimos operar, graças à Segfy, com módulos que nos permitem: efetuar cálculos em mais de 14 cias simultaneamente em poucos minutos, manter um gerenciamento em tempo real de nossa carteira de clientes e agora com uma ferramenta de captação de leads que nos dá um up na busca por novos contratos”.

Airmic, a ABGR britânica: eis a hora exata das seguradoras serem parceiras de seus clientes

Estará o seguro atuando abaixo dos níveis habituais e distante de seus princípios fundamentais?

Enquanto a Associação Brasileira de Gerenciamento de Riscos (ABGR) no Brasil se reestrutura depois de um “quase” dissolução no final do ano passado e início deste, vale acompanhar os passos de sua congênere no Reino Unido diante das mudanças que a crise do Covid-19 impõem ao mercado segurador mundial.

A Airmic (The Association of Insurance and Risk Managers), associação que reúne profissionais de gerenciamento de risco e seguros nas empresas do Reino Unido, divulgou nota recentemente pressionando o mercado de seguros a adotar uma posição negocial mais responsável e sensível acerca da COVID-19, “sob pena de pôr em permanente risco sua reputação e confiabilidade como indústria, com consequente perda de clientes”.

A nota adianta que “Ameaçados em nossa própria sobrevivência, a partir das medidas de lockdown adotadas pelos governos em todo mundo, bem como pela profunda recessão que virá em seguida, nós, empresas compradoras de seguros, esperamos que corretores e seguradoras sejam razoáveis e flexíveis nos sinistros e nas renovações das apólices. O ambiente adverso do mercado de seguros já está a contagiar seu relacionamento com muitos clientes corporativos. A interpretação rígida dos clausulados pelas seguradoras na pandemia só pode acentuar a deterioração geral do mercado”.

Segue a Airmic dizendo que as seguradoras têm uma escolha: “Podem interpretar clausulados ambíguos tendo apenas seus próprios resultados em mente, ou podem igualmente atuar como parceiros de seus clientes tradicionais. Todos se beneficiarão de um entendimento sobre a crise atual”.

A Airmic listou algumas demandas bastante claras às seguradoras:

– Cobertura de lucros cessantes adequada ao perfil de riscos atual, que poderia fazer uso dos seguros paramétricos, voltados à proteção do fluxo de capital

– Não fazer mudanças apressadas e mal explicadas em suas políticas de subscrição, aí incluídos limites e exclusões de coberturas

– O compromisso de não excluir a COVID-19 das apólices de D&O

– Diálogo franco sobre discordâncias em clausulados e a adoção de atitude construtiva nas dúvidas sobre sinistros

É mais uma das recentes manifestações bastante incisivas de seu CEO, John Ludlow à imprensa: “Compreendemos que a indústria do seguro também está num momento extremamente crítico. Mas pesquisas que fizemos entre nossos associados indicam cada vez mais rigidez nos termos e condições dos seguros, e isso, junto com uma resposta pouco inteligente à pandemia desencadeará a procura de alternativas para a transferência de risco por parte das empresas. As seguradoras sempre dizem que querem ser parceiras de nossos associados. Agora é hora de pôr essas palavras em prática”.

O jornalista britânico Mark Geoghegan, da Insurance Insider, aproveitou para entrevistar o CEO da Airmic nesta semana em seu podcast The Voice of Insurance

Já na apresentação do entrevistado, Mark advertiu: “O convidado de hoje tem um recado duro para nossa indústria nessa crise da COVID-19. Resumidamente, não estamos trabalhando direito. Não temos sido suficientemente consistentes, ficamos inflexíveis e algumas das nossas decisões têm sido medidas unicamente em torno do custo e do lucro. Estamos muito afastados do cliente, decepcionando as pequenas empresas e restringido coberturas quando não devíamos fazê-lo. Ao me ouvir dizendo isso, pode-se pensar que o entrevistado é um litigante radical procurando publicidade para uma ação coletiva. Mas como CEO da entidade de gerentes de risco do Reino Unido John Ludlow pode ser tudo, menos um incendiário. Os associados que ele representa são empresas globais, os maiores compradores de seguros do país e pagam bilhões em prêmio. São profissionais sofisticados, que raramente levantam a voz”.

Mark conclui sugerindo que a Airmic tem uma “amizade crítica” com a indústria do seguro, e vale a pena ser ouvida, mesmo que isso possa ser doloroso.

A Airmic é a maior associação britânica em seu segmento, contando com 450 empresas e 1,3 mil pessoas físicas como membros.

Swiss Re anuncia novo líder de subscrição, importante posição para reforçar ganhos operacionais

A ElipsLife, que fornece soluções e serviços de seguro de vida e saúde para clientes corporativos, passará para a Corporate Solutions no final de setembro de 2020

A Swiss Re anunciou hoje a nomeação de Thierry Léger como Group Chief Underwriting Officer do Grupo, a partir de 1o de setembro de 2020. Ele sucede Edi Schmid, que decidiu deixar o Comitê Executivo do Grupo por razões pessoais, assumindo um papel consultivo.

O presidente da Swiss Re, Walter B. Kielholz, comenta: “Em nome do Conselho de Administração, gostaria de agradecer a Edi Schmid por sua dedicação e uma enorme contribuição à Swiss Re ao longo de quase três décadas. Somos gratos por ele continuar a compartilhar sua experiência e conhecimento com o Grupo de maneira consultiva. Também estamos satisfeitos que Thierry Léger tenha aceitado este novo desafio depois de alcançar momentos importantes durante sua gestão na Unidade de Life Capital. Sua experiência em subscrição, tecnologia, dados e soluções inovadoras será um grande trunfo para promover o desenvolvimento da posição líder da Swiss Re na subscrição.”

Edi Schmid é Group Chief Underwriting Officer e membro do Comitê Executivo do Grupo desde julho de 2017. Ingressou na Swiss Re em 1991 e, desde então, ocupou uma série de funções importantes, como Head Property & Specialty ReinsuranceHead Property & Casualty Risk Actuarial Management, e Chief Risk Officer Corporate Solutions.

Thierry Léger lidera a Unidade de Negócios da Life Capital, que combina os negócios de ReAssure, ElipsLife e iptiQ da Swiss Re, desde sua criação, em janeiro de 2016. Ingressou na Swiss Re como subscritor de engenharia para P&C em 1997, antes de se mudar para a Swiss Re New Markets em 2001, fornecendo soluções não tradicionais para clientes de seguros. Entre 2003 e 2005 foi membro da equipe executiva na França. A partir de 2006, Thierry Léger assumiu a responsabilidade pelos maiores clientes da Swiss Re, desenvolvendo soluções de risco e capital e, finalmente, tornando-se Head of Globals Division em 2010 e membro do então atual Conselho de Gestão de Grupos. Em 2013, assumiu o papel de Head of Life & Health Products Reinsurance.

Após a conclusão da venda da ReAssure para a Phoenix Group Holdings plc, que está prevista para o terceiro trimestre de 2020, a Unidade de Negócios da Life Capital será dissolvida. A previsão é que esse processo seja concluído até o final de dezembro de 2020. A partir de 1o de setembro de 2020, o CEO da Life Capital não será mais membro do Comitê Executivo do Grupo.

Sujeito às aprovações regulatórias aplicáveis, a ElipsLife, que fornece soluções e serviços de seguro de vida e saúde para clientes corporativos, passará para a Corporate Solutions no final de setembro de 2020, permitindo que seja melhor aproveitado as relações desta Unidade de Negócio com empresas e corretores. A plataforma de seguros digitais da Swiss Re iptiQ se tornará uma divisão independente reportando ao CEO do Grupo, a partir de 1o de janeiro de 2021, permitindo mais foco neste negócio. A Swiss Re continua avaliando a simplificação da estrutura de pessoa jurídica do Grupo.

Group Chief Executive Officer, Christian Mumenthaler, comemora: “As mudanças anunciadas hoje posicionarão positivamente a Swiss Re para uma próxima etapa de desenvolvimento estratégico do Grupo. Com um forte crescimento nos últimos anos, o IPTIQ está a caminho de se tornar um dos principais players em sua área. E fazer parte da Corporate Solutions abrirá mais oportunidades de crescimento para a elipsLife. Na subscrição, continuaremos a evoluir nossas capacidades através de pesquisas de ponta, acesso a mais e melhores dados e análises avançadas.”