Seguradora oferece um portfólio diversificado de coberturas, que atende os condutores dos mais variados perfis
Fonte: Tokio Marine
A Tokio Marine amplia neste mês a oferta de seguros para o segmento de motocicletas. A Companhia passa a disponibilizar coberturas básicas contra colisão, incêndio, roubo e furto, além de Assistência 24h e Responsabilidade Civil (RCV-F) a diversos modelos, que vão desde as mais urbanas e funcionais scooters até as motocicletas de alto desempenho e customizadas.
“Sabemos que esse é um mercado em expansão, uma vez que as pessoas estão em busca de alternativas de mobilidade cada vez mais eficientes e baratas. Queremos levar nossa expertise e qualidade a esse público, que em muitos casos já conhece a Tokio Marine, e está em busca de uma alternativa de proteção e segurança para complementar suas opções de deslocamento no trânsito”, explica Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine.
Estão aptos ao seguro modelos das montadoras Honda, Yamaha, BMW, Triumph, Suzuki, Kawasaki, KTM, Dafra e Harley-Davidson, cuja finalidade seja lazer e/ou locomoção diária. Ficam excluídas da oferta motocicletas cujo uso seja comercial, ou seja, destinado ao transporte e à entrega de objetos e mercadorias.
“Há pesquisas que demonstram que, em 45% dos municípios, principalmente nos mais distantes das metrópoles, o número de motos em circulação é superior ao número de carros. São regiões onde a motocicleta é o principal meio de transporte diário. A cobertura de Indenização Integral é perfeita para condutores com o perfil dessas cidades, que sabem a importância de estarem seguros no dia a dia, mas sem abrir mão de preços competitivos”, afirma Padial.
por Lúcio Anacleto e Joel Garcia, sócios de serviços financeiros da KPMG Brasil
Embora os holofotes estejam direcionados para a liquidez do sistema bancário com diversas ações governamentais e de reguladores, uma questão que vem ganhando destaque nos Estados Unidos, Europa e Ásia Pacífico é a solvência do setor de seguros. Um tópico que envolve reguladores, analistas, companhias de seguros, a degradação de rating do setor pelas agências é um movimento natural perante a crise e, consequente, ao aumento da sinistralidade em diversos ramos de seguros.
Solvência refere-se à capacidade de uma empresa cumprir compromissos financeiros de longo prazo e é também o índice que mede até que ponto os ativos cobrem compromissos para pagamentos futuros (passivos). Para grande parte das seguradoras, os índices de solvência, provavelmente, diminuirão como resultado dos mercados financeiros voláteis que afetam os ativos e passivos dessas empresas. Mas apenas o fato de os índices de solvência diminuírem não significa que haja um problema no setor de seguros.
Embora não se perceba indicações, o risco de insolvência no setor certamente não é zero e essa situação traz alguns desafios para o primeiro plano. Existem vários pontos críticos que levam à insolvência. A primeira análise é sobre o nível de capitalização das companhias que, no Brasil, é avaliado pelo Índice de cobertura do capital mínimo requerido, ou seja, suficiência do patrimônio líquido ajustado. De acordo com as publicações recentes, até o início da pandemia tínhamos uma situação confortável.
Uma pergunta atual é a seguinte: qual o impacto da volatilidade dos mercados financeiros nos índices de solvência? No momento, uma discussão à parte dos impactos no risco de subscrição (mortalidade, morbidade, catástrofes, prêmios e provisões). E embora as seguradoras de vida, e não vida de curto prazo, possuam carteiras de ativos significativas, as seguradoras exclusivamente de vida e de previdência são particularmente vulneráveis. Isso acontece em função das garantias de remuneração mínima de juros e atualização monetária existente nos passivos e da maior duração de carteiras de ativos para atender às responsabilidades de duração mais longa dos passivos de seguros.
Alguns dos principais fatores de redução dos índices de solvência no lado do ativo são os seguintes: baixas taxas de juros, downgrade de rating de títulos, risco de crédito e volatilidade do mercado de ações. Companhias que possuem estratégia de hedge e ou derivativos poderão se beneficiar de compensações nesses períodos mais extremos de volatilidade, ainda que a opção de hedge possa ser cara.
Os movimentos nas taxas de juros, em particular, geram mudanças nas taxas de desconto de passivos. Essas reduções levam a aumentos nas avaliações dos passivos e a um prolongamento do período de duração. A extensão em que os aumentos no passivo excedem as alterações nos valores dos ativos gera uma redução na situação de solvência.
Em tempos de eventos extremos, as seguradoras deveriam evitar reações bruscas. Mover demais as carteiras de investimentos pode levar ao reconhecimento imediato de perdas, seguidas pelo risco de reinvestimento em um ambiente de taxa de juros reduzida. O monitoramento de estratégias e as mitigações de gerenciamento de ativos e passivos são práticas recomendáveis. Outra possibilidade é os cálculos de capital ou de solvência sofrerem alterações para métodos mais sofisticados ou complexos. As companhias podem fazer essas alterações por conta própria, por exemplo, nos modelos internos.
No Brasil, o índice de solvência, no ano passado, foi de aproximadamente 200% com o segmento de seguros totalizando R$ 70 bilhões em patrimônio líquido ajustado frente ao capital regulatório de R$ 34 bilhões. Embora o setor de seguros em geral seja considerado como bem capitalizado por esse motivo, pode haver uma nova realidade em termos de níveis de capital a longo prazo, impactada pela redução do apetite a risco dos acionistas e ou ajustes propostos pelos reguladores.
Os reguladores ao redor do mundo têm reagido de forma fluída e focado em fazer concessões às seguradoras para apoiar o setor em tempos difíceis. As concessões concentram-se em dar mais tempo para preparar relatórios e divulgações formais, reduzindo solicitações e investigações não essenciais e fornecendo algum alívio em países selecionados em torno dos próprios cálculos de capital ou atrasando os testes de estresse. A Autoridade Europeia de Seguros e Pensões Ocupacionais (EIOPA), por exemplo, chegou a comentar, em março deste ano, em meio à pandemia da covid-19 que testes recentes de estresse mostraram que o setor é bem capitalizado e capaz de reter choques graves, mas plausíveis, no sistema. Embora estejam ocorrendo concessões, os reguladores aumentaram pontos de contato e solicitações em duas áreas: resiliência dos negócios e atualizações em tempo real nos cálculos de solvência, até semanalmente ou mesmo diariamente em alguns casos.
Finalmente, à medida em que a pandemia da covid-19 continua, criando desafio para a sociedade, empresas e governos, haverá mais pressões externas sobre as seguradoras, como na situação dos seguros de interrupção de negócios (DNOs), renegociação de cláusulas, mudanças nos modelos de negócios, inadimplência, fraudes, dentre outros. Há muitas lições aprendidas e mais ainda estão por vir, mas a solvência das seguradoras agora e no futuro é essencial para a estabilidade do sistema financeiro. Os aspectos de governança, gestão de riscos e comunicação com o mercado, seja por meio da divulgação de indicadores financeiros e contábeis, seja através da comunicação constante com a base de clientes sobre assuntos relevantes que afetam a proteção, são essenciais no momento.
O blog Sonho Seguro fez um levantamento sobre como as seguradoras têm lidado com as consequências da crise do novo coronavírus. A sexta entrevista desta série foi com Marcelo Wais, diretor da Gente Seguradora.
Quais as ações de voluntariado da seguradora em tempos de isolamento?
Tivemos várias iniciativas, sendo a mais importante disponibilizar todos os equipamentos do Gente Saúde por empréstimo, sem custo, para as demandas que o governo federal julgue necessárias, como respiradores e ambulâncias e infraestrutura disponível ao atendimento das pessoas contaminadas com o coronavírus (Covid-19). A crise foi bem administrada no Estado nos primeiros meses da pandemia, mas agora tem registrado números mais preocupantes. Estamos torcendo para que a doença fique sob o controle no Estado e que esta fase seja superada para que a economia regional possa se recuperar mais brevemente.
Qual a experiência de áreas tradicionalmente fixas no escritório, agora em homeoffice?
A companhia está trabalhando em regime de home office e plantões presenciais, inclusive assistência 24 horas. O governo federal do RS criou bandeiras para as diversas fases, da mais crítica até a volta à normalidade. Neste momento, em meados de julho, estamos com a bandeira vermelha, que permite que apenas 50% dos trabalhadores compareçam ao escritório da seguradora. Quando fechou tudo, em março, em 48 horas, numa operação quase de guerra, conseguimos viabilizar para que todos os funcionários trabalhassem em homeoffice, sem qualquer prejuízo para as operações e para as vendas da companhia. É um case de sucesso, pois antes da pandemia boa parte das pessoas já trabalhava em homeoffice. No entanto, a pandemia acelerou uma série de processos digitais. A volta será cuidadosa. Não acredito muito no revezamento de funcionários em homeoffice e presencial. Aposto mais na potencialidade de cada um. Pessoas que morem longe e com trabalho individualizado podem render mais em homeoffice. Ainda vamos fazer uma gestão mais apurada, com análise minuciosa para que a equipe possa performar da melhor forma possível.
Como as empresas estão mantendo a proximidade das equipes e se comunicando em tempos de isolamento?
Desde o primeiro dia de isolamento social criamos um grupo de gestão de crise e de risco e implantamos reuniões diárias com todos os funcionários para que possamos tomar as melhores decisões. Há um engajamento de 100% dos gestores da equipe na rotina da reunião diária. Temos o mesmo desempenho de antes, ou até melhor. Nosso nível de comercialização seguiu numa curva crescente, o que foi muito satisfatório neste período de crise. Mas acredito que se essa crise perdurar por muito tempo pode criar problemas e teremos de alinhar novas diretrizes.
Como minimizar o impacto nas vendas neste momento: campanhas, treinamentos on-line, incentivo de vendas, visitas virtuais?
A equipe comercial sempre foi muito próxima aos corretores presencialmente e agora virtualmente. Como trabalhamos com nichos específicos, que não foram afetados, como órgãos públicos e empresas de médio e grande portes não sentimos impactos nas vendas. Criamos nossa série de lives com corretores, com participação de cerca de 2 mil pessoa em cada evento. Falamos de assuntos diversos, pelo nosso canal no Instagram. No dia 10 de julho, por exemplo, realizamos a 15ª edição da Live da Gente sobre o seguro de automóveis e a perspectiva dessa modalidade para o futuro. Paulo Furst, da Belfaactus Corretora de Seguros, e Luiz Durek, da Volvo Corretora de Seguros, debateram o tema com um público estimado em 2 mil pessoas.
Com o distanciamento, eventos presenciais estão proibidos. Poderão ser online?
Toda a equipe comercial deixou de fazer visitas, substituídas por reuniões digitais. Os eventos presenciais foram cancelados e há na agenda previsto um workshop com corretores para novembro, que pode vir a ser cancelado, dependendo do controle da pandemia. Como não somos varejistas, nosso relacionamento é muito próximo com nossos corretores, com contatos praticamente diários, sem a realização de uma grande quantidade de eventos como é habitual em seguradoras que atuam no varejo.
Que tipo de ações acreditam que o governo poderia endereçar para ajudar o setor segurador?
O governo tem razoavelmente atendido às necessidades do que é possível. O mercado de seguros depende do Brasil conseguir dar a volta por cima de tudo isso. O setor se alimenta da Indústria, do Comércio. Não podemos falar em crescimento do setor ainda e sim em manutenção do mercado. A ajuda emergencial concedida pelo governo aos mais necessitados, que chegou a 40% da população acima de 18 anos, foi vital para manter a estabilidade social. No entanto, temos muitos desafios pela frente. Já tem economistas prevendo que m pouco tempo 50% da população ativa estará desempregada. Isso nos preocupa muito por diversos motivos. Para o setor de seguros, isso significa que os índices de violência tendem a aumentar, com fraude, roubos e mortes.
Diante das dificuldades sociais de uma grande parcela da população, há alguma ação junto a clientes para mitigar riscos de desordem social?
Estamos atentos a esta situação e possivelmente tenhamos de desenvolver programas de mitigação de riscos em relação a isso. Por ora, não temos nada, além de torcer para que a economia volte a crescer e gerar empregos.
A crise abre oportunidades. Há interesse em aquisições que possam surgir no pós covid?
A Gente Seguradora tem uma situação econômico financeira confortável. Não está no nosso radar fazer aquisições neste ano, mas estamos sempre atentos. Surgindo boas oportunidades, certamente iremos analisar.
Pelo quarto ano consecutivo, a seguradora AIG promove ações de voluntariado em parceria com a ONG Junior Achievement São Paulo, referência global em educação e empreendedorismo juvenil, ao conectar-se com estudantes e compartilhar experiências sobre o mercado do trabalho e desenvolvimento. Neste ano, a experiência será virtual, com sessões on-line lideradas por voluntários da AIG a jovens de 15 a 24 anos para tratar de temáticas ligadas à diversidade e inclusão e como essa conscientização se aplica hoje nos ambientes profissionais.
Ao longo de julho e agosto, serão 12 aulas on-line com temas específicos ligados à questão de igualdade de gênero, direitos da comunidade LGBT+ e conscientização racial, sempre relacionados a temas atuais de interesse dos jovens em início de carreira e o mercado. Os voluntários, membros dos grupos de diversidade da AIG e executivos sêniores da seguradora, compartilharão conteúdos e práticas empresariais para mostrar oportunidades com mais inclusão e representatividade. O público será composto por estudantes de escolas públicas e aprendizes de instituições parceiras da Junior Achievement SP e da AIG.
“É um grande orgulho para a AIG realizar mais essa ação em parceria com a Junior Achievement SP, reforçando a nossa cultura de engajamento social e diversidade, dentro e fora da empresa. Este ano será um pouco diferente, apenas com atividades virtuais, mas seguiremos abordando temas de interesse do jovem, com foco maior no desenvolvimento profissional, assim como já temos trabalhado com a ONG em outras edições”, afirma Fabio Protasio Oliveira, CEO da AIG no Brasil.
Entre os temas apresentados pelos voluntários aos jovens estão: educação financeira e protagonismo; o fortalecimento da comunidade LGBT+ e seu impacto no mercado de trabalho; a desconstrução de vieses de gênero ou raciais, boas práticas empresariais e dicas para ingressar no mercado de trabalho etc. Jovens interessados em participar também podem inscrever-se aqui .
Voluntariado na AIG – Anualmente, a AIG convida seus funcionários a participar de atividades voluntárias, seja em ações voltadas à educação, estas em parceria com a ONG Junior Achievement São Paulo, com aulas presenciais em escolas públicas e visitas de alunos ao escritório da AIG em São Paulo, ou por meio de iniciativas de doações e visitas a instituições de apoio a pessoas vulneráveis. Em 2019, foram cerca de 180 alunos impactados e duas instituições beneficiadas por doações. Neste ano, quatro instituições ligadas ao cuidado de idosos, população LGBT+ e famílias, foram beneficiadas. Com o voluntariado virtual, a expectativa é atingir 250 jovens.
Diversidade na AIG – Com mais de 140 grupos de afinidade espalhados por 54 países em todo o mundo, a AIG tem um posicionamento firme na defesa da diversidade, inclusive na sua liderança global. Recentemente, em reação a atos de racismo, a companhia anunciou a doação de US﹩ 500 mil para instituições globais focadas em medidas antirrascistas.
No Brasil, além do Diversitas LGBT & Aliados, a AIG possui outros dois grupos: Women@Work (WOW) – Mulheres e Aliados, focado no desenvolvimento profissional para as mulheres e equidade de gênero, e o DÆRC (Diversidade Étnico-Racial Consciente), cujo objetivo é ampliar e fortalecer as oportunidades à população negra, por uma sociedade mais justa e sem preconceitos. Juntos, os colaboradores da seguradora estão envolvidos em esforços para promover uma cultura inclusiva para todos. Dos 250 funcionários da AIG no Brasil, cerca de 20% (em torno de 50 pessoas) participam ativamente e de forma voluntária de algum grupo de diversidade.
O cliente mais recente é a multinacional Integral Group Solution (IGS), com mais de 15 anos de experiência e presença em 13 países
Fonte: Capemisa
Com uma atuação já consolidada no desenvolvimento de produtos de capitalização na modalidade de filantropia premiável, a Capemisa Capitalização também tem apostado em um outro nicho, remodelado após o Marco Regulatório da Capitalização. Os produtos de incentivo atendem principalmente às seguradoras e empresas de assistência e a companhia incorporou mais cinco clientes em seu portfólio. A expectativa é chegar ao fim do ano com um crescimento de 50% na carteira.
Segundo o diretor da Capemisa Capitalização, Márcio Coutinho, os produtos nesta modalidade beneficiam o mercado de promoções e permitem configurar a operação a partir da necessidade do cliente. “Estamos vocacionados para isso aqui na Capemisa. Desenvolvemos processos e tecnologia para atender a esse mercado, com flexibilidade e agilidade”, diz ele.
O cliente mais recente é a multinacional Integral Group Solution (IGS), com mais de 15 anos de experiência e presença em 13 países. Recém instalada no Brasil, a IGS é uma multinacional latino americana que comercializa serviços de assistência para consumo massivo, sem a necessidade de estarem atrelados à coberturas securitárias ou cartões de crédito. Para a diretora Comercial da IGS, Ana Cláudia Calil, a modalidade de incentivo é fundamental para atrair, por exemplo, clientes pessoa física.
“Acaba sendo um alto diferencial para o mercado de assistência. Precisamos de gatilhos de interesse, um fator que contribua para chamar a atenção do consumidor. Estamos muito animados com esta parceria”, avalia Ana.
“Nós ganhamos 10 anos em 30 dias com a pandemia empurrando todos para o digital”, afirmou Molina. Luciano Snel, CEO da Icatu, afirmou que as pessoas estão mais preocupadas com o seguro de vida diante da vulnerabilidade sentida com a pandemia
A XP Investimentos reuniu as principais seguradoras independentes de vida e também parceiras de negócios da plataforma para o painel “As mudanças para as seguradoras”, tema da palestra que abriu a Expert 2020, maior evento de investimentos do mundo. Daian Moura, sócio e fundador da DM10 Seguros, startup adquirida recentemente pela XP, conduziu o debate com Raphael de Carvalho, CEO da Metlife; Helder Molina, da CEO da MAG Seguros; David Legher, CEO Prudential do Brasil; e Luciano Snel, CEO Icatu Seguros.
David Legher, CEO da Prudential, destacou o potencial do seguro de vida no Brasil. Segundo ele, o mercado tem evoluído de forma relevante. Hoje o setor responde por 6,5% do PIB, mas o seguro de vida tem uma participação inferior a 1%, o que mostra o potencial a ser conquistado. Chile ou Colombia tem uma participação que representa o dobro do Brasil, afirmou. Segundo ele, a indústria de consumo massivo está há 10 anos à frente das seguradoras em termos de foco no cliente. Precisamos evoluir para prover o que o mercado precisa”.
Segundo ele, o consumidor quer mais do que indenização de forma rápida, completa e transparente. “Ele quer produtos diferenciados e consultoria. E é isso que estamos fazendo no Brasil. Cada proposta é única e desenhada sob medida para cada cliente. E estamos usando muita tecnologia para fazer uma venda mais simples, ágil e transparente”, citou.
Segundo Helder Molina, CEO da MAG Seguros, no inicio da pandemia o grupo ficou apreensivo sobre o andamento dos negócios, mas rapidamente todos entraram em homeoffice, tanto funcionários como corretores, e as vendas continuaram sendo realizadas. “Entramos rápido em homeoffice, mas a volta tem de ser algo bem pensado, com todas as localidades bem organizadas, com hospitais disponíveis”, citou.
Em poucas semanas o grupo percebeu que o digital já era uma realidade. “Nós ganhamos 10 anos em 30 dias com a pandemia empurrando todos para o digital”, afirmou Molina. Segundo ele, nos grandes centros, os corretores conseguiam fazer três visitas, no máximo por dia. Hoje conseguem fazer 15 conferências com seus clientes. “E hoje o tempo é o maior ativo das pessoas. Se ele quintuplica o número de visitas, quintuplica também o seu ganho para cobrir os três principais riscos da população: morte, invalidez e sobrevivência. Temos tudo para fazer a melhor consultoria de benefícios para os clientes de forma remota”.
Luciano Snel, CEO da Icatu, afirmou que as pessoas estão mais preocupadas com o seguro de vida diante da vulnerabilidade sentida com a pandemia. “Seguro de vida precisa de um gatilho para a compra e a pandemia foi um gatilho. As conexões afetivas ficaram mais fortes, as pessoas mais conscientes com saúde e bem estar e o conceito de proteção chegou para ficar. Vivemos hoje um momento pleno e o desafio é como levar os produtos para todas as pessoas preocupadas com um planejamento financeiro de longo prazo, como os planos de previdência e os produtos de vida, que são proteções poderosas para a gestão das finanças ao longo do tempo. E nossa equipe está de ouvidos e olhos bem abertos para ter a agilidade para atender às demandas que surgem em todas as regiões do Brasil.”
Snel contou que a seguradora fez uma ampla reformulação no portfólio para atender cada perfil de cliente, em cada fase da vida, nas diferentes regiões do Brasil, cada qual com a sua realidade econômica e cultural. O pagamento também passou a ser feito por diversos canais, um pleito antigo dos consumidores, facilitando assim a compra do seguro. “Entre as novidades, trouxemos o produto Universal Life, que é um dos mais vendidos nos EUA, pois ele agrega valor a um determinado publico”, citou.
Raphael de Carvalho, CEO da MetLife, falou sobre quais foram as estratégicas que a MetLife implementou desde o inicio da pandemia. “A cultura de trabalho remoto acelerou nosso processo de homeoffice. O atual prédio sede tem capacidade para 60% dos funcionários, pois já adotávamos o trabalho remoto. Isso nos possibilitou, em uma semana, realizar negócios remotamente”, afirmou ele, destacando a diversidade de produtos ofertados no mercado local com o apoio da matriz, que é um das maiores seguradoras de vida dos Estados Unidos. “A presença do consultor especialistas está ajudando clientes a tomarem melhores decisões sobre seguros. E isso será ainda mais acelerado com o apoio da tecnologia”.
A incerteza do retorno aos escritórios pode ser mitigada com estudos e especialistas que detectam pontos vulneráveis em ambientes corporativos
Fonte: MDS
Especialistas de saúde da MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos -, desenvolveram uma ferramenta de análise para reforçar as medidas de segurança corporativa e viabilizar o retorno presencial às atividades. A Pesquisa de Mapeamento da covid-19, feita com base nos princípios do Protocolo de retomada da MDS, tem o objetivo de coletar dados dos funcionários de empresas que aderirem à solução. A partir de tais indicadores, torna-se possível medir comportamentos e perfis e gerar um relatório dos principais pontos de vulnerabilidade a serem corrigidos.
A partir do preenchimento de um questionário pessoal, os dados coletados são analisados e elencados em dashboards, facilitando a leitura e interpretação dos pontos críticos nos times e nas operações. Com base nos resultados, os gestores poderão reforçar as estratégias de proteção necessárias para uma volta mais cautelosa e segura aos escritórios.
Totalmente online e constituído de perguntas simples e rápidas, o questionário mapeia questões importantes relacionadas aos fatores de risco de cada trabalhador e de sua família e também permite que o respondente indique sintomas possivelmente relacionados à covid-19 por meio de uma autoavaliação. A ferramenta é indicada a toda e qualquer empresa como uma iniciativa adicional para restringir a proliferação do vírus nos espaços de trabalho.
Nos cinco primeiros meses do ano, a arrecadação totalizou R$ 97,7 bilhões, retraindo-se 5,6% sobre o mesmo período de 2019
O efeito VGBL selou o desempenho positivo do setor segurador em maio. Com expansão de 49,7% no mês, o VGBL inverteu de queda para alta a arrecadação, saindo de 21,4% negativos em abril para expansão de 11,4% em maio. “É forçoso ressaltar que esse crescimento em maio foi devido exclusivamente ao avanço dos planos de acumulação VGBL. Sem este, teria havido recuo de 2,3% na arrecadação global de prêmios, e, ainda assim, esta taxa seria melhor que a registrada no mês antecedente (-21,4%)”, assinalou o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em seu editorial da nova edição da Conjuntura CNseg.
Segundo ele, “houve preferência extraordinária do direcionamento de poupanças acumuladas no período de comprometimento de mobilidade da população, ainda mais considerando que, inversamente, o mês de abril foi de perda líquida de receitas do VGBL”.
Nos cinco primeiros meses do ano, a arrecadação totalizou R$ 97,784 bilhões, retraindo-se 5,6% sobre o mesmo período de 2019. O comportamento no ano reflete os impactos da Covid-19 pelo segundo mês de exposição plena à pandemia do novo coronavírus. “Isto ocorre porque, como já viemos demonstrando, o bom desempenho da base de comparação de 2019 foi alavancado por taxas crescentes sistemáticas. Então, a arrecadação setorial de 2020, que se presume comprometida pelos efeitos circunstanciais da Covid-19, será sempre comparada com boa evolução das receitas do ano que passou”, explica Marcio Coriolano.
Para ele, pela ótica de 12 meses móveis, “a melhor medida tendencial, a inclusão do mês de maio – ainda que com o efeito extraordinário de aumento de receitas do VGBL – continua em marcha de desaceleração das taxas, como previsto. A taxa de crescimento no período encerrado em abril, positiva de 10,1%, deu novo mergulho para ainda positivos 6,7%, portanto uma perda de 3,4 pontos percentuais”.
O segmento de Danos e Responsabilidades observou taxa negativa de 5,2%. Marcio Coriolano ressalta que o comportamento dos diversos subsegmentos de seguros foi heterogêneo, o que mostra que a dinâmica da vida social e econômica afetada pelo coronavírus é influenciada de modo diverso pela mobilidade e preferência dos consumidores. O ramo de automóveis, por exemplo, depois de longo período, observou aumento de receitas (2,6%) e a Capitalização retomou a trajetória de alta em maio, de 2,6%, após o recuo 18% de abril.
O presidente da CNseg destaca também a solvência do setor de seguros, que, com o ingresso de mais R$ 78,7 bilhões de reservas, fez as provisões técnicas atingirem R$ 1,1 trilhão no ano.
A mediana das projeções do mercado para a variação do PIB brasileiro em 2020 foi revisada de baixa de 6,50% para queda de 6,10%, segundo o Relatório Focus
Acompanhar dia a dia o desenrolar dos indicadores econômicos do Brasil é uma rotina dos executivos do setor de seguros, que administra uma carteira de investimento superior a R$ 1,3 trilhão. Dois pontos relevantes sinalizados por Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras nesta semana com as projeções divulgadas no Boletim Focus, pelo Banco Central: preocupação com a atuação do BC na taxa Selic e como o governo vai atuar para retirar o auxilio emergencial oferecido aos mais necessitados durante a pandemia.
A mediana das projeções do mercado para a variação do PIB brasileiro em 2020 foi revisada de baixa de 6,50% para queda de 6,10%, segundo o Relatório Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira com estimativas coletadas até o fim da semana passada. “É certo que o auxilio emergencial tem uma participação fundamental na retomada do otimismo do mercado, ao atender cerca de 40% da população acima de 18 anos. O benefício deste enorme volume de dinheiro tem ajudado a revigorar vários indicadores. Com certa melhora, as projeções de queda do Produto Interno Bruto (PIB) recuam. O que nos preocupa agora é como o governo vai atuar para retirar este beneficio. Se por um lado ele tem um custo fiscal grande, por outro ele tem mantido o giro da economia neste período de pandemia que ainda traz volatilidade em termos de controle em alguns países, como Brasil e Estados Unidos”, explica.
Esta decisão do governo também influenciará o rumo da taxa básica de juros da economia. “O Banco Central tem sinalizado que está de olho na inflação, atualmente abaixo da meta de 4,25% ao ano, mas há certa preocupação por considerar que há um consumo represado que vai continuar aquecendo a economia e isso pode ter impactos na inflação”, disse.
Para as seguradoras, se por um lado a taxa de juros baixa estimula mais consumo — e boa parte deste consumo pede uma proteção financeira, seja na tomada do crédito como na compra de um bem como carro e residências –, por outro ela remunera quase a totalidade da carteira de investimentos das seguradoras, sendo uma receita importante para compor o preço dos produtos e também a rentabilidade da operação. “De fato, a boa notícia desta semana é que há uma onda de otimismo, como nos mostra o recuo da queda do PIB”.
Leia abaixo o acompanhamento semanal das expectativas econômicas feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg. Em breve, a análise estará disponível no portal da confederação.
Na última semana, os dados de atividade continuaram a mostrar, de maneira geral, um quadro mais favorável para a recuperação da economia depois do choque da pandemia da Covid-19. Apesar da consolidação de uma segunda onda de contágio nos Estados Unidos, com um claro aumento dos casos (principalmente em estados do Sul e do Oeste do país) e do risco de que o mesmo ocorra em outros países, variáveis como o número de novos casos têm sido menos observadas, enquanto o grau de ocupação dos leitos de tratamento intensivo passa a determinante na reabertura; e, seja por uma melhoria dos protocolos de tratamento ou por outra razão ainda não clara, esses números têm sido mais favoráveis.
No Brasil (como em outros países), há ainda uma clara heterogeneidade regional na dinâmica da epidemia. Por isso, um novo shutdown completo das economias parece improvável, ainda que regiões acometidas geralmente tenham que dar passos atrás no processo de reabertura. Com isso, as projeções para a retração da economia melhoraram pela segunda semana consecutiva. Como temos enfatizado, somam-se evidências de que, ainda que empresários relatem alguma dificuldade no acesso às linhas de crédito disponibilizadas para manter o caixa das empresas, o auxílio emergencial de R$ 600 e a MP 936, que flexibilizou os contratos de trabalho, foram fundamentais para sustentar parte significativa do trabalho formal e da renda – e portanto o consumo – de parte relevante da população, principalmente daqueles mais atingidos pela crise, os trabalhadores informais e outros segmentos mais vulneráveis.
A produção industrial (medida pela PIM-PF) de maio cresceu 7,0% frente ao mês anterior e a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), no mesmo mês, subiu 19,6% no seu conceito ampliado (que inclui venda de automóveis e materiais de construção). Mesmo o resultado fraco da Pesquisa Mensal dos Serviços (PMS; -0,9%), sinalizou melhora marginal.
Nesse cenário, a projeção mediana para a variação do PIB este ano subiu nesta semana de -6,50% para – 6,10%, com a projeção de crescimento no ano que vem sendo mantida em 3,50%. A projeção para a inflação oficial este ano, o IPCA, voltou a subir esta semana, de 1,63% para 1,72%, depois da divulgação do índice de junho mostrar que a inflação voltou ao terreno positivo, impulsionada principalmente pelo aumento da gasolina.
A projeção 2021, entretanto, manteve-se estável em 3,00%. Apesar desse aumento, as projeções continuam muito abaixo das metas de inflação estabelecidas pelo CMN. Assim, mesmo com o “risco” de que a atividade não caia tanto quanto esperado e do custo fiscal das medidas de contenção da crise, a mediana para a Selic ao final deste ano continua a indicar redução para 2,00% na reunião de agosto do Copom (com elevação para 3,00% até o final do ano que vem), mas isso pode mudar. No calendário econômico da semana, destaque para o IBC-Br, amanhã (14/07), encerrando as divulgações oficiais de dados de atividade para maio.
Fontes: SGS (BCB) e SIDRA (IBGE). Data de corte:13/07/2020 Notas: 1- dados até junho/20; 2- dados até maio/20; 3- dados até abril/20; 4- dados até março/20. Vide nota de referência de período.
Grupo XP lançou plataforma de seguros e pretende estar entre as 10 maiores seguradoras do pais
Os desafios da transformação digital, as perspectivas para o futuro e o impacto das novas tecnologias na economia, na sociedade e no mundo dos investimentos serão alguns dos temas em pauta durante o Expert XP 2020, megaevento promovido pela XP Investimentos, que começa amanhã e segue até o fim da semana. Em sua décima edição este ano, o evento foi reformulado para acontecer 100% on-line, e contará com cerca de 70 debatedores e painelistas. As inscrições são gratuitas. No ano passado, a Expert XP atraiu cerca de 30 mil espectadores.
Seguros é um tema importante para o grupo, que abriu uma seguradora em marco de 2019 para atuar com previdencia e vida. Atua com uma plataforma, onde oferta produtos próprios e de concorrentes como Icatu, Porto Seguro SulAmérica e Zurich para levar diversidade aos clientes da maior plataforma de gestão de ativos. A meta é estar entre as dez maiores seguradoras do pais, segundo Roberto Teixeira, que tem como experiência mais de 20 anos no Itaú Unibanco, que detém 49,9% da XP desde 2018.
Até 2020, a XP quer estar entre as dez maiores seguradoras de previdência do país. Quem chegou para estruturar o negócio, já no segundo semestre de 2018, foi Roberto Teixeira, depois de uma carreira de mais de 20 anos no Itaú Unibanco – que teve aval regulatório para a compra de 49,9% da XP no ano passado.
Em junho deste ano, a XP comprou a DM10, um marketplace de seguros que conecta corretores à seguradoras. A transação permitirá à XP plugar os cerca de 1.000 corretores da DM10 nos seus sete mil agentes autônomos. Ao mesmo tempo, permite que os agentes autônomos tenham acesso a clientes da DM10 que até agora só compravam produtos de vida e previdência.
Inovação – O evento terá cobertura completa pelo jornal Valor Economico, que já traz hoje uma entrevista com Dan Ariely construiu um dos pilares da fintech de seguros Lemonade. Lançada em 2015, a empresa abriu capital (IPO, na sigla em inglês) na Bolsa de Nova York em 2 de julho e registrou logo na estreia valorização de mais de 100% em suas ações, que saltaram de US$ 29 para US$ 61,20. Ele será um dos palestrantes do megaevento da XP, que começa amanhã.
Ele conta na entrevista ao Valor que a Lemonade sempre ganha 20%. “Nada mais. Nada menos. Independentemente de as pessoas solicitarem uma indenização ou não. E, se elas trapaceiam, quem estão trapaceando? A caridade favorita delas. O que fizemos aqui? Mudamos o conflito de consumidor e seguradora para consumidor e sua instituição de caridade favorita. E está funcionando. As pessoas estão percebendo que não temos conflitos de interesses. Não dizemos “confie em nós. Somos pessoas honestas”. Mas criamos uma estrutura em que, na prática, há menos fraudes em comparação a outras empresas. Esse é o resultado de levar a confiança a sério e incorporá-la ao modelo. Eu sou um cientista de coração e o que me orgulha da Lemonade é a combinação de ciência e sua aplicabilidade. Meu dever é garantir que a ciência seja sólida, os dados sólidos, as ideias corretas e conversar com as pessoas que as estão implementando para tentar ajudá-las.”
Porto Seguro – Algumas seguradoras participarão dos debates, como a Porto Seguro, que na quinta-feira, a partir das 11h, fará uma live com o Diretor de Investimentos da Porto Seguro Investimentos, Izak Benaderet, e com o Marcelo Faria, Gestor de Renda Variável, sobre o tema “Além da renda fixa: Como investir em empresas de qualidade na bolsa de valores?”. “Será uma boa oportunidade para reunir os profissionais do mercado para debater os avanços e desafios do setor”, afirma Benaderet. A palestra tem o objetivo de esclarecer dúvidas e propor reflexões sobre como a bolsa de valores é uma boa alternativa para quem busca otimizar seu tempo e potencializar seus lucros.
MetLife – “A nossa parceria com a XP Investimentos nos deixa muito satisfeitos em termos de estratégia e resultados, pois a MetLife possui solidez e expertise de negócios para entender as necessidades dos parceiros / clientes e entregar as melhores soluções ao mercado. Seguindo o nosso propósito de cuidar das pessoas e, devido ao atual momento de isolamento social, aceleramos uma série de inovações tecnológicas através de projetos digitais, como o de reconhecimento facial (biometria), com foco total em experiência de venda / compra com segurança , ou seja, agora o papel cedeu espaço para a apólice digital na contratação do seguro de vida individual, facilitando a vida dos nossos parceiros de negócios e dos nossos clientes” afirma Raphael de Carvalho, CEO da MetLife.
Com sua participação, a MetLife também apoiará a campanha social “Juntos Transformamos”, lançada pela XP com o objetivo de comprar cestas básicas para famílias em situação de alta vulnerabilidade social. “Somos uma companhia que conta com produtos de proteção financeira para garantir um futuro mais seguro para nossos clientes e suas famílias. Com isso, pretendemos também, por meio de eventos como a Expert XP 2020, levar conhecimento sobre educação financeira e desmistificar o produto seguro de vida, ajudando as pessoas a pensar e planejar o futuro hoje. Como esse ano o evento será online e gratuito, teremos a oportunidade de impactar uma audiência ainda mais significativa”, complementa Raphael.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.