Série: O que esperar de 2021 – Rodrigo Caramez, presidente da Brasilseg

Rodrigo Caramez

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Rodrigo Caramez, presidente da Brasilseg, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

Obviamenteum ano único e extremamente atípico para pessoas e negócios. Um ano onde a resiliência, empatia, proximidade e conectividade foram fundamentais para navegar os desafios apresentados. Nesse cenário crítico, nossa empresa foi capaz de se organizar muito rapidamente para dar continuidade a nossa missão de proteger as pessoas – colaboradores e clientes, e as empresas. A clareza de proposito e foco foram alavancas indispensáveis para seguir.

Aumentamos significativamente a frequência e proximidade de nossa comunicação interna, com nosso balcão BB e com nossos clientes. Priorizamos iniciativas críticas, tanto na inovação de soluções quanto na agilidade e simplicidade de acesso a nossos produtos e serviços. Aceleramos ainda mais a jornada de transformação digital e intensificamos nosso papel de disseminador da cultura de proteção e seguros.

Ao comparar com 2019, eu resumiria como um ano duríssimo para nós e toda sociedade, mas também que trouxe oportunidades para repensarmos intensamente modelos de negócio, e principalmente em abordagens e formas de relacionamentos.

Qual o impacto da pandemia na empresa?

O fantástico esforço de todo time, focando as necessidades dos clientes e sua proteção, nos permitiu não só evitar qualquer disrupção em nosso atendimento, mas também ficar muito próximo do nível de resultado planejado para o ano.

Na área de seguros de pessoas, por exemplo, identificamos um aumento na procura pela proteção, e lançamos novas ofertas com benefícios para saúde e bem-estar dos clientes, em vida. O que chamamos de “Seguro praVida”. Além disso, lançamos coberturas inéditas para o seguro prestamista como desemprego involuntário ou incapacidade física temporária, fundamentais num ano de aumento de desemprego, crise econômica e grandes desafios para a saúde das pessoas.

Para o segmento rural, no qual a Brasilseg é líder, a demanda por seguros também se manteve crescente durante a pandemia, principalmente em função da preocupação e consciência do produtor em relação aos riscos climáticos e entendimento da necessidade de proteção da lavoura e, consequentemente, da sua renda. Aceleramos a contratação de seguros para agricultura familiar e áreas não financiadas, buscando ampliar a base de pessoas e negócios protegidos. Além disso, expandimos a disponibilização de nossas soluções de sensoriamento e monitoramento remoto (via satélite) tanto via app do BB quanto web.

A consolidação do programa de subvenção ao prêmio do seguro rural foi chave para suportar o setor. Esse é pilar central da política agrícola do País, incluindo um maior envolvimento de outros agentes que integram a cadeia de financiamento da agricultura, como instituições financeiras, cooperativas de crédito, agropecuárias e revendas de insumo. Nessa linha, como lideres do setor, BB e Brasilseg lançaram a plataforma inteligente Broto com a missão de se tornar o ecossistema integrado e simples do produtor rural, disponibilizando soluções, produtos e serviços para potencializar sua produtividade econômica, e facilitar sua tomada de decisão. Isso foi só o começo e muito mais vindo na plataforma em 2021.

Finalmente, para aqueles que necessitaram de renegociações, conseguimos oferecer soluções e alternativas para facilitar a continuidade da cobertura, que nesse momento foi nossa maior preocupação.

Quais as áreas mais afetadas?

As áreas de sinistros e atendimento foram as mais requisitadas sem dúvida, e se adaptaram rapidamente para continuar prestando serviços ao cliente com excelência. Com a restrição da locomoção dos peritos, as avaliações dos pedidos de indenização passaram a ser realizadas remotamente, contando com ferramentas como imagens de satélite e sensoriamento remoto. A Brasilseg já fazia uso de tais ferramentas, mas o uso foi intensificado. O mesmo ocorreu com a central de relacionamento, as equipes foram direcionadas para trabalho remoto mantendo o foco no atendimento e resolução as demandas dos clientes.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor?

Um dos efeitos e necessidades obvias da pandemia foi a ampliação do atendimento remoto, que a Brasilseg já vinha utilizando. Com a dificuldade de deslocar as equipes de vistoria, aumentamos consideravelmente as avaliações de sinistros realizadas remotamente. No caso do seguro rural também utilizamos o uso de imagens de satélite e dados de sensoriamento remoto.

Outro exemplo, em junho e julho, tivemos muitas ocorrências de sinistros de seguros residenciais devido aos ciclones e vendavais ocorridos na região Sul. Para atender os mais de 3 mil pedidos de sinistros, a seguradora elaborou um plano de contingência com o objetivo de prestar o devido atendimento a cada um dos clientes e agilizar a liberação das indenizações para reparo dos danos ocorridos, sem colocar em risco a segurança dos clientes e dos nossos colaboradores. Desta forma, conseguimos realizar 92% dos atendimentos e vistorias de forma remota e liberar as indenizações mais rapidamente.

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

Em 2021 a Brasilseg continuará investindo na transformação da jornada e da experiencia de seus clientes, trazendo novas ferramentas digitais, desenvolvendo ofertas modulares e mais flexíveis, e disponibilizando mais serviços agregados a seus produtos. Nosso foco é a criação de soluções que facilitem a vida do cliente, deem autonomia a ele, e ofereçam os cuidados e proteção necessários em todos os momentos da vida. 

Nessa linha, também é fundamental seguirmos contribuindo para a disseminação da Cultura de Seguros e Proteção, desmistificando nosso setor, e possibilitando que as pessoas e empresas, de uma forma simples e multicanal, entendam o seu nível de risco de acordo com sua fase de vida, atividade ou negócio.

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capemisa

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, presidente da Capemisa, Jorge Andrade, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

O ano foi especial para a CAPEMISA: completamos 60 anos, em julho. Em 2020, confirmamos o resultado de um planejamento estratégico, tático e orçamentário, iniciado em 2015, que aumentou em 132% o resultado operacional. Em 2019, a receita da companhia chegou a R$ 374 milhões. O mesmo processo reduziu em 38% as despesas administrativas. Foi desafiador, mas fortalecemos nosso compromisso de transparência e gestão de orientação para resultados.

Como temos um cuidado muito especial com nossos colaboradores,  conquistamos o reconhecimento de estar entre as melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro pelo Great Place To Work (GPTW). A CAPEMISA também  foi eleita entre as melhores do setor de seguros nas categorias Gestão de Pessoas e Governança Corporativa, segundo o Anuário Época Negócios 360º – principal referência no ranking corporativo nacional. A performance e os investimentos da CAPEMISA garantiram à empresa a segunda colocação em Gestão de Pessoas e a terceira, em Governança Corporativa. 

Cabe destacar que somos uma empresa criada para apoiar uma obra social, o Lar Fabiano de Cristo, com 49 unidades em todo o país e mais de 26 mil pessoas assistidas em 2020, entre crianças, famílias e idosos. Esses resultados, portanto, têm ainda um significado bastante importante para o nosso propósito. Nosso compromisso com o Lar cada vez aumenta mais.

Qual o impacto da pandemia na empresa?

Nosso modelo se mostrou resiliente e com capacidade de adaptação. A pandemia exigiu de nós uma atuação rápida e por vezes disruptiva para manter a mesma qualidade no atendimento e a proximidade com todos os envolvidos em nossos processos de trabalho. Temos 29 sucursais que realizavam atendimento presencial e tivemos que reforçar nossos canais digitais, trazendo flexibilidade e modernização.

Outra ferramenta nova foi a criação de uma comunicação direta sobre sinistros, direcionando as mensagens para a área de regulação. Em quarentena, focamos em oferecer nossos serviços com eficiência e agilidade. 

Conseguimos manter as operações com uma infraestrutura tecnológica robusta e ferramentas na nuvem. Nossa gerência de Treinamento e Desenvolvimento Comercial preservou a aproximação com nossos corretores parceiros, usando plataformas para interação e treinamento, sensibilizando-os e orientando suas abordagens, para que pudessem melhor atender a seus clientes. Todos eles também puderam permanecer trabalhando de forma remota, com autossuficiência, sem nenhum impacto para a comercialização. 

Nosso time interno passou a contar com um serviço de atendimento especializado e confidencial para orientações psicológicas, financeiras e até sobre questões jurídicas. Para dar mais tranquilidade aos colaboradores das faixas etárias de risco, realizamos a vacinação da gripe para quem tem mais de 60 anos, nas residências dessas pessoas. Para os outros  funcionários, disponibilizamos um ponto de vacinação na Empresa, ação que foi estendida também aos familiares.

Também foi criado o PODCAP, um podcast quinzenal com  assuntos relacionados ao mercado de seguros e discussões da atualidade. A ideia foi levar um novo canal de comunicação corporativa para o ambiente do home office. Todo o material fica disponível na intranet, para complementar o dia a dia de conhecimento dos colaboradores de uma forma dinâmica, leve e interativa.

Em uma importante ação social, nossos colaboradores do programa Jovem Aprendiz tiveram seus contratos prorrogados por mais quatro meses. Além de garantir uma ocupação e estímulo ao desenvolvimento profissional destes jovens em situação de vulnerabilidade, com remuneração até dezembro, a seguradora ainda disponibilizou transporte particular para a entrega de cadeiras e computadores para o trabalho em home office, e acrescentou entre os benefícios um auxílio para subsidiar o custo do colaborador com internet.

Quais as áreas mais afetadas?

Sem dúvida, a área Comercial, embora não tenhamos observado um nível maior de resgates ou cancelamentos. Conseguimos manter a rentabilidade da CAPEMISA Seguradora e da CAPEMISA Capitalização, mas os times comerciais precisaram de mais apoio e ferramentas para trabalhar de casa, sem contato presencial com clientes e corretores. 

A central de relacionamento passou por mudanças para atender com a capacidade reduzida, já que tivemos que proteger nossos colaboradores de grupos de risco e também na questão do distanciamento entre as pessoas do call center.  Isso exigiu um esforço de tecnologia e informação para direcionar nossos clientes e parceiros aos canais digitais, que se adaptaram ao aumento de demanda. 

Reforçamos  o acolhimento a todos os envolvidos no negócio, utilizando inclusive Inteligência Artificial para atendimento aos distribuidores e parceiros no Portal do Sorteado da Capitalização. Observamos cada necessidade para buscar uma solução rápida. Especialmente neste momento, nosso cuidado foi promover uma relação humanizada e próxima, ainda que pelas redes sociais, canais digitais, pelas trocas de emails e mensagens.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor? De um exemplo prático. 

Vale dizer que o consumidor migrou para os meios digitais na pandemia. Ele está nos demandando pelo site da Empresa, pelas redes sociais e afins. A CAPEMISA vem se aprimorando nesse sentido.

Essa característica nos exige entregas online e ainda mais ágeis, mas não abrimos mão de uma entrega humanizada. Um bom indicador são os portais de conciliação, em que mantemos ótima reputação, com bons tempos de resposta. Estamos conseguindo manter essa aproximação e fazer com que o cliente se sinta acolhido.  

A companhia recentemente lançou a Central do Corretor e há novas entregas previstas também para o Meu Portal CAPEMISA. Os investimentos em tecnologia garantiram cotadores e processos digitais mais ágeis aos corretores. Outras entregas ainda estão por vir em 2020, como a assinatura digital, mais celeridade na implantação e renovação onlines. O relacionamento com clientes e corretores também poderá será feito em poucos cliques, preservando a mesma qualidade no atendimento.

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021? 

Vemos o avanço do teletrabalho, do uso de Inteligência Artificial e incremento dos portais. Em produtos, com maior potencial, a CAPEMISA destaca a carteira para PME e seus produtos como uma tendência de contratação crescente. Esse segmento já vinha atraindo corretores e clientes nos últimos anos, dado o grande número de empreendedores e empresas deste porte no nosso país. Há uma percepção de que é preciso proteger toda esta engrenagem: o microempresário, responsável pelo negócio em si, e seus colaboradores.

A capitalização seguirá expansão em 2021. A modalidade Filantropia Premiável ganhou destaque após o novo marco regulatório e, em 2020, registramos crescimento de 94,69%, com faturamento de mais de 369 milhões. Também queremos ampliar nossa participação na categoria de Incentivo, realizando mais promoções comerciais para o Varejo, assim como atendendo outras seguradoras neste segmento.

Observando o mercado, haverá um incremento ainda maior dos meios digitais de relacionamento. A CAPEMISA já vinha investindo nesta área nos últimos três anos, estruturando processos de automação e um plano de continuidade dos negócios. Vale citar as melhorias para a plataforma de cotação que lançaremos no final de 2020 e dará mais velocidade às implantações das apólices. Alguns processos que aconteciam em 48 horas passarão a ser em 5 minutos. É uma evolução em que todos ganham.

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Zurich firma parceria com o Origens Brasil

Rodrigo Barros Zurich
Rodrigo Barros

Projeto visa a incentivar a produção e negócios a partir da diversidade biológica no bioma, e permitirá beneficiar milhares de indígenas e populações tradicionais por meio da promoção do mercado ético entre produtores e consumidores

A Zurich no Brasil e a e Z Zurich Foundation (entidade do Zurich Insurance Group que se dedica a investimentos em projetos comunitários) acaba de estabelecer apoio ao Origens Brasil®, rede de articulação multissetorial concebido pelo IMAFLORA (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) e pelo Instituto Socioambiental (ISA), que viabiliza negócios sustentáveis na Floresta Amazônica.

A parceria consiste num projeto em que, durante três anos, a Zurich ajudará o Origens Brasil® a criar condições de mudar para melhor a forma como 3 mil produtores fazem negócios com mais de 30 empresas de maneira cada vez mais ética e transparente. Os produtos são provenientes da sociobiodiversidade brasileira e devem ajudar indiretamente cerca de 15 mil indígenas de populações tradicionais da Floresta Amazônica, gerando uma receita de R$ 11 milhões. Os itens que eles produzem são variados: vão de alimentos, como castanha e geleias, a borrachas e óleos, entre outros.

De acordo com o diretor Executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros, o Origens Brasil® está em plena consonância com a política de negócio socialmente responsável da Zurich, já que visa a promover a conservação, uso sustentável dos recursos naturais e a geração de benefícios sociais nos setores florestal e agrícola do Amazonas. “O Origens Brasil® conta com a contrapartida e doações do Fundo Amazônia (Governos da Noruega e Alemanha) e Evolz (holding administrada pelo Texas Pacific Group – TPG Capital). A colaboração da Zurich está em linha com a estratégia de apoiar a rede para evitar a dependência exclusiva de um único financiador, a fim de manter a sustentabilidade da iniciativa e aumentar os impactos positivos na Floresta Amazônica”, explica.

Segundo Rodrigo, com a melhoria da qualidade de vida por meio da produção e comercialização diferenciada de produtos florestais, aqueles povos permanecerão em suas terras, preservando sua cultura e patrimônio, com melhor qualidade de moradia e oferecendo perspectivas às gerações atuais e futuras. “Além disso, o projeto promove a equidade de gênero, já que, dos cerca de 1,8 mil produtores membros da rede, a maioria, 56%, são mulheres”, comemora.

A Zurich tem a ambição de ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto do mundo, e entende que as corporações estão cada vez mais sendo avaliadas pelas suas iniciativas sustentáveis, principalmente pelas gerações mais jovens, engajadas com causas que contribuam para um mundo melhor para todos. “Promover a geração de renda, a partir da comercialização de produtos da biodiversidade da região Amazônica, mantendo a floresta em pé, constitui-se numa das mais eficazes alternativas, uma vez que combinam a prevenção com o desmatamento e a fixação dos povos da floresta em suas terras. Assim, por meio da parceria da Zurich com o Origens®, populações tradicionais e povos indígenas daquele bioma serão beneficiados”, finaliza o executivo.

Parceiros de reconhecido compromisso com as causas que abraçam

O Origens Brasil® teve um reconhecimento mundial em junho de 2019, quando recebeu o Prêmio Internacional de Inovação para a Alimentação e Agricultura Sustentáveis da Organização das Nações Unidas (ONU) – que premiou inovações  capazes de contribuir para a transformação dos sistemas alimentares, reduzir a fome mundial e manter a segurança alimentar da agricultura de família.

Já o Grupo Zurich tem um compromisso global e uma clara missão em todos os aspectos da sustentabilidade. Hoje, a corporação ocupa o topo do Índice Dow Jones de Sustentabilidade, resultado do seu esforço e do papel ativo na transição para uma economia mais sustentável. A companhia é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para nortear o mercado financeiro e de capitais na busca pelo desenvolvimento sustentável, por meio da incorporação de aspectos sociais, ambientais e de governança corporativa na tomada de decisão de investimentos, assim como também ao Pacto Global, outra organização da ONU. Além disso, apoia as bandeiras da Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes (IBFV), bem como de outros projetos semelhantes mundo afora.

Omint patrocina 16ª edição da Corporate Run, que será virtual

Ação inédita terá o objetivo de apoiar moradores de rua. A cada inscrição solidária, Omint doará uma refeição pelo projeto Marmita do Bem

Fonte: Omint

Pela primeira vez, a Corporate Run sairá das ruas e, em decorrência da pandemia de Covid-19, o evento deste ano ocorrerá no formato virtual. Nele, os participantes poderão caminhar ou correr 5km em qualquer horário e lugar entre os dias 21/11 a 10/12. As inscrições solidárias estarão abertas até o dia 30 de novembro no site oficial. Após a inscrição, o participante receberá um e-mail com um link do desafio e poderá correr usando seu relógio GPS ou com o aplicativo Strava no seu celular.

A cada inscrição solidária realizada, a Omint doará uma refeição do projeto Marmita do Bem. O projeto é idealizado pelo chef Henrique Fogaça e o Restaurante Jamille, e já distribuiu até o momento mais de 30 mil marmitas para moradores de rua no centro de São Paulo.

“Para nós é uma grande honra patrocinar eventos como a Corporate Run que, nesse ano, além do formato virtual tomando precauções necessárias em tempos de pandemia, propõe converter o cuidado com a saúde por meio da atividade física em ação social, gerando benefícios tanto para quem participa quanto para a comunidade em que estamos inseridos”, declara Cícero Barreto, diretor Comercial e de Marketing da Omint. “No ano em que a Omint celebra seus 40 anos, transformar o bem-estar proporcionado pelo esporte em cuidado com uma alimentação adequada para as pessoas que fazem parte da nossa sociedade consolida a nossa premissa de dar valor ao que é importante para nós e para todos. É extremamente gratificante reforçarmos esse ciclo”, finaliza o executivo.

Marcel Andrade e Getúlio Ost entram para o time da SulAmérica Investimentos

sulamerica

Gestora possui mais de R$ 46,1 bilhões sob gestão

A SulAmérica Investimentos segue reforçando sua equipe, trazendo para o time nomes experientes. Marcel Andrade e Getúlio Ost acabam de chegar à asset, que recentemente também anunciou Daniela Gamboa como nova superintendente de Gestão de Crédito Privado. 

Andrade assume a área de Fundos de Fundos. Com 20 anos de experiência, atuou em instituições renomadas, como ABN AMRO, Quantum Finance e como investment manager da Fundação Atlântico. É formado em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui Mestrado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e cursou o programa executivo em Value Investing na Columbia Business School. 

Já Ost chega à asset como superintendente de Renda Fixa para atuar com maior foco nos fundos exclusivos. Formado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), tem pós-graduação em Finanças, Investimentos e Banking pela mesma instituição, tendo passado pelo grupo Sicredi, Quantitas, Eleven Financial e Porto Seguro Investimentos. 

A SulAmérica Investimentos possui mais de R$ 46,1 bilhões sob gestão, 25 anos de história e recebe há 11 anos a nota máxima da S&P na avaliação de gestores de fundos de investimentos. 

Série: O que esperar de 2021 – André Lauzana, vice-presidente comercial e marketing da SulAmérica

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, André Lauzana, vice-presidente comercial e marketing da SulAmérica, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

Se fosse sobre qualquer outro ano eu certamente seria muito assertivo na resposta, mas quando falamos de 2020 não consigo descrever de uma forma única. Foram muitos acontecimentos: início de um novo capítulo da História Mundial; impotência diante de um vírus; fortalecimento do coletivo; aprendizado; aceleração digital e dos negócios; estar perto de uma forma diferente; vidas revisitadas, união por meio do cuidado… Enfim, cabe tanta coisa para descrever esse período. Do ponto de vista corporativo, cada empresa está tendo uma experiência diferente nesta pandemia – que ainda não acabou. 

Na SulAmérica, no início da pandemia, a primeira preocupação foi colocar nossos colaboradores em segurança. Em uma semana conseguimos que 100% da nossa força de trabalho estivesse trabalhando de casa, inclusive terceiros. Oferecemos também amplo apoio a nossos parceiros corretores de seguros, prestadores, fornecedores e clientes. Nosso propósito é proteger e melhorar a vida das pessoas e em um momento como esse, de uma pandemia desta proporção, precisávamos personalizar ainda mais nosso atendimento a nossos beneficiários, não só de saúde, mas todos os nossos mais de 7 milhões de clientes. Oferecemos e desenvolvemos ações essenciais para garantir o melhor atendimento de nossos beneficiários durante a pandemia, tanto para aqueles infectados pela Covid-19 quanto para aqueles que precisavam continuar tratamentos e cuidar da prevenção na saúde. Alcançamos até agora nossos objetivos no cuidado com as pessoas e na continuidade dos negócios. Mantivemos nossa produtividade, lançamos novos produtos, contratamos novos colaboradores, lançamos o novo posicionamento de Saúde Integral, que reúne saúde física, emocional e financeira. E assim vamos continuar até o fim desta crise de saúde pública.

Qual o impacto da pandemia na empresa?

Sem dúvida, aprender a trabalhar de uma nova forma, a distância, mas sem perder a proximidade tanto no dia a dia da organização quanto no contato com os clientes e parceiros. Ter investido em inovação, e com maior celeridade há 5 anos, fez toda a diferença. Nossos investimentos resultaram em uma melhor jornada para nossos clientes, colaboradores, corretores e parceiros. E mesmo nesse período tão disruptivo, finalizamos o processo de venda da nossa operação de Autos e Massificados, compramos a Paraná Clínicas, ampliamos o serviço de telemedicina Saúde na Tela para uso ilimitado e lançamos o atendimento remoto para terapias diversas, como psicologia e fisioterapia. Distribuímos também muitos conteúdos informativos de alta qualidade e confiabilidade, pois informação é fundamental no combate ao coronavírus. Conseguimos manter nosso planejamento estratégico, trabalhando em um formato diferente. 

Quais as áreas mais afetadas?

Eu não diria que tivemos uma área mais afetada e sim tivemos todas as áreas aprendendo um novo jeito de produzir e se relacionar, além de todos nossos colaboradores e parceiros também terem de trabalhar de um jeito totalmente diferente. Não foi fácil o início da pandemia, sobretudo quando tivemos de postergar viagens, eventos, encontros que envolviam os corretores de seguros e ajustar nossos processos de trabalho. O desafio de manter a qualidade do nosso atendimento com nossos parceiros foi enorme. Conseguimos substituir alguns fóruns presenciais por digitais e reforçamos nossos canais de atendimento. A única coisa que não conseguimos substituir foi mesmo as saudades de um abraço e um forte aperto de mão.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor? Dê um exemplo prático. 

Nossa, mudou bastante. Acredito que um efeito colateral desta pandemia é uma mudança cultural na forma de consumir e se relacionar. Vou dar um exemplo de uma evolução que vai se perpetuar: por conta do isolamento social, fechamos nossas unidades físicas e revisitamos fluxos e processos que eram realizados presencialmente. Tudo passou a ser feito de forma digital, inclusive a contratação de serviços.

A assinatura digital foi tão eficiente que já a adotamos para sempre. A telemedicina é um outro exemplo que mostra bem, a meu ver, a mudança na forma de se relacionar. E as pessoas aderiram e aprovaram a consulta remota, tanto que saltamos de 500 atendimentos em fevereiro para mais de 400 mil na soma de março a outubro.

Por fim, acho importante falar de como o corretor de seguros também transformou a forma de se relacionar com seus clientes e conosco. Os contatos digitais se tornaram mais frequentes e menos corridos, pois ganhamos tempo ao trabalhar de casa. O corretor tem se mostrado bastante motivado em incrementar seus negócios e em trabalhar com uma diversidade maior de produtos e serviços.

Podemos comprovar isso pelo interesse que demonstraram nos cursos oferecidos ao longo de 2020 pela SulAmérica e, mais recentemente, por meio da na nossa nova Escola de Negócios, Pra Saber – até agora ministramos mais de 40 mil treinamentos. O corretor ampliou sua visão de empreendedorismo e o conceito de Saúde Integral da SulAmérica, que coloca saúde física, emocional e financeira juntas para melhorar a vida das pessoas em todas as fases da vida, soma muito valor neste movimento de transformação de corretor de seguros para consultor de proteção. Agora, o que não mudou foi o humano

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

A virada de ano não encerrará a pandemia. Ela vai seguir em 2021 e, sinceramente, não sabemos quando terminará definitivamente. A diferença é que aprendemos a viver neste cenário. O setor de saúde suplementar foi essencial no enfrentamento da pandemia e vai seguir relevante. A telemedicina é uma prática que veio para ficar e influencia positivamente o setor. Diferentes tipos de seguros já começam a ser desenhados a partir das novas necessidades das pessoas e devem ser oferecidos a partir do ano que vem. Os corretores de seguros também se reinventaram durante a pandemia, reforçaram seu papel de consultor e ampliaram suas carteiras. O compartilhamento de conhecimento tomou outra dimensão e será ampliado a partir de agora. O conceito de Saúde Integral vai permear todas as áreas da SulAmérica. Integraremos cada vez mais nossos produtos e serviços com essa visão de equilíbrio entre saúde física, emocional e financeira. Já começamos essa integração este ano com a oferta do Médico na Tela para clientes de Vida e Previdência Individual e muita novidade está a caminho! Para mim, 2021 será um ano do início da nova História.

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Anglo American perde na Justiça disputa de mais de R$ 1 bilhão contra Chubb


Tribunal Regional do Rio de Janeiro manteve o entendimento de que a seguradora não deve pagar indenização à empresa após acidente ocorrido no Porto de Santana, no Amapá, em 2013

Fonte: Valor

A Anglo American teve uma nova derrota na Justiça em uma disputa contra a Chubb. O Tribunal Regional do Rio de Janeiro (TJRJ) manteve o entendimento de que a seguradora não deve pagar indenização à empresa após acidente ocorrido no Porto de Santana, no Amapá, em 2013. Este era considerado um dos maiores casos do mercado segurador brasileiro, e poderia ultrapassar R$ 1 bilhão, considerando os valores corrigidos. A decisão foi unânime e o relator foi o desembargador Fernando Fernandy Fernandes.

Procurada pelo Valor, a Anglo informou que possui laudos de especialistas brasileiros e internacionais indicando que houve um colapso abrupto e inesperado do solo no porto e que o acidente se deu por causas naturais, “absolutamente imprevisíveis, sem qualquer responsabilidade que lhe possa ser imputada”. A empresa também disse que irá recorrer da decisão.

Mas no julgamento realizado na quarta-feira, o desembargador Fernandes descartou a possibilidade de fenômeno natural. Na sua decisão, o desembargador também disse que não foram fornecidos todos os documentos e registros solicitados à empresa, incluindo imagens. “Isso prejudicou os apelantes, na medida que poderiam trazer mais elementos. Só foram apresentadas imagens do porto de 10 minutos que antecederam o acidente”, afirmou.

Leia a notícia completa no Valor.

Corretora Wiz cria comitê de crise; Thierry Claudon foi alvo da busca

wiz

Um dos alvos da Operação Canal Seguro, 13ª fase da Descarte, é o francês Thierry Claudon, ex-presidente da Caixa Seguros (2001 a 2017)

A Wiz Soluções e Corretagem de Seguros informou que seu Conselho de Administração aprovou a criação um comitê especial não estatutário para conduzir a análise detalhada sobre as denúncias constantes do processo que originou a busca e apreensão na sede da companhia, segundo fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O conselho indicou, para a composição do Comitê Especial, Otavio Yazbek, membro externo à companhia, a quem competirá as atribuições de coordenador; João Pinheiro Nogueira Batista, membro independente do Conselho de Administração da companhia; Elício Lima, membro do Conselho de Administração da companhia; e Heverton Pessoa de Melo Peixoto, diretor-presidente e de Relações com Investidores da companhia.

Segundo o portal O Antagonista, um dos alvos da Operação Canal Seguro, 13ª fase da Descarte, é o francês Thierry Claudon, ex-presidente da Caixa Seguros (2001 a 2017). Ele foi alvo de busca e apreensão, bloqueio de bens e suspensão de atividades profissionais. Na época dos fatos investigados pela PF e pela Receita, Claudon presidia a Caixa Seguros e a Caixa Vida e Previdência S/A, ambas subsidiárias da Caixa Seguros Holding (CSH), e também era vice-presidente do Conselho de Administração da Wiz Soluções e sócio minoritário e administrador da CNP Assurances Brasil Holding Ltda., empresa que detém o controle da Caixa Seguros Holding S/A, com 51,7% das quotas. Outro investigado é Camilo Godoy, que ocupava o cargo de diretor comercial da Caixa Seguradora e também era membro do Conselho de Administração da Wiz Soluções. Era, ainda, membro do Conselho de Administração da Caixa e Vida Previdência.

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Outra notícia que impacta a companhia vem da Caixa Seguridade, que divulgou fato relevante afirmando que a exclusividade da corretora no balcão de seguros da Caixa vai só até 14 de fevereiro de 2021. “A Caixa Seguridade informa ainda que, em linha com seu planejamento estratégico, constituiu corretora de seguros própria no dia 17 de agosto de 2020, que terá a exclusividade no Balcão Caixa a partir de 15 de fevereiro de 2021.

No comunicado, a Wiz reitera que desconhece qualquer indício da prática de ilícitos pela companhia, sendo que os fatos apurados datam do período compreendido entre 2014 e 2016; e pelas informações e documentos que teve acesso até o presente momento, identificou que os fornecedores mencionados na decisão judicial não prestam mais serviços à companhia.

PGR fecha delação premiada com fundador da Qualicorp

Acordo entre PGR e José Seripieri ainda terá de ser validado pelo ministro do STF Edson Fachin. Empresário foi preso em operação sobre suposto caixa 2 em campanha de José Serra em 2014

Fonte: G1

A Procuradoria-Geral da República (PGR) fechou acordo de delação premiada com o empresário José Seripieri Filho, fundador da Qualicorp. O caso tramita sob sigilo, e o acordo ainda precisa ser homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

O relator do processo é o ministro Edson Fachin. Se a delação for validada pelo Supremo, as informações compartilhadas por Seripieri poderão ser utilizadas em investigações. 

A assinatura do acordo foi revelada pelo jornal “O Globo” e confirmada pela TV Globo. A colaboração foi negociada com a PGR e está em tramitação no Supremo porque o empresário citou políticos com foro privilegiado na Corte. 

As tratativas da delação começaram após a Justiça Eleitoral ter determinado, em julho, a prisão do empresário em uma operação da Polícia Federal que investigou suposto caixa dois na campanha de José Serra (PSDB) ao Senado em 2014.

Seripieri ficou preso por quatro dias. Segundo as investigações, ele teria feito doações não contabilizadas de R$ 5 milhões ao tucano. 

Procurada, a defesa de Seripieri informou que não vai se manifestar. 

Réus na Justiça Eleitoral

No último dia 4, o senador José Serra e os empresários José Seripieri Filho, da Qualicorp, Mino Mattos Mazzamati e Arthur Azevedo Filho se tornaram réus na Justiça Eleitoral em São Paulo. Eles são acusados de caixa dois, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O caso tramita em sigilo até o próximo domingo (28), quando acontece o segundo turno das eleições municipais, para que as informações não sejam usadas nas campanhas. 

A defesa do senador José Serra afirmou em nota que “repudia com veemência a denúncia oferecida contra ele pelo Ministério Público Eleitoral na noite desta quarta-feira (4), formulada com base em uma investigação vazia, sobre a qual ele nunca teve nem mesmo a oportunidade de ser ouvido”. 

“A acusação, oferecida às pressas e sem fundamento, constrói uma narrativa fantasiosa, que será devidamente desmentida pelos fatos. O episódio reforça o caráter espetaculoso de mais esta ação contra o senador, cuja reputação e carreira são destacadamente incompatíveis com as práticas que lhe foram atribuídas. José Serra reitera sua confiança na Justiça”, disse a nota dos advogados Flávia Rahal e Sepúlveda Pertence. 

Procurado, o empresário José Seripieri Filho, da Qualicorp, disse também por meio de nota que “o Ministério Público Eleitoral apresentou uma denúncia repleta de ilegalidades”, onde “permanece ainda o ambiente de excessos, apesar das correções já feitas pelo Supremo Tribunal Federal”. 

“Ao apurarem uma doação eleitoral, os denunciantes conseguiram transmutar essa ação em crime típico de funcionário público, mas atribuído a uma pessoa de atividade privada, o que é vedado pela lei. E, ao que parece, levou a contradições inerentes à própria delação colhida anteriormente, que pode ter sido ou esquecida ou confundida. Difícil saber pela peça do MPE. Diante de tão frágil alegação e do pouco nexo probatório, a denúncia deve ter vida breve nos tribunais. Sim”, disse Seripieri Filho.

Zurich faz promoção de venda de seguros para celulares com varejistas na Black Friday

bancassurance zurich

Com a ação, o cliente adquire o seguro por um determinado período, mas tem cobertura pelo dobro do tempo. Por exemplo, se contratar por 24 meses, pagará pelo equivalente a 12

Amanhã, 27 de novembro, acontece a edição 2020 da Black Friday, um dos mais importantes eventos de calendário do varejo físico e eletrônico, que neste ano, devido à pandemia, deve ser maior no e-commerce, apontam especialistas. Junto com seus parceiros do varejo, que conta com os maiores players do setor, a Zurich participa de uma ação promocional para a venda de seguros para celular – que é o item mais desejado de compra na data, segundo a plataforma de descontos Promobit. “Trata-se de uma campanha em que o cliente adquire uma proteção para o celular por 24 meses, mas pagará pelo equivalente à metade desse período”, afirma o Diretor Comercial de Parcerias da Zurich no Brasil, Sidemar Spricigo. 

A promoção é válida para Seguro de Roubo e Furto Quali­ficado ou Quebra Acidental de smartphone, mas os clientes podem contar com os benefícios de outros seguros. “Nós faremos promoções para Garantia Estendida também. O cliente que contratar proteção por aquele período, ganhará por mais 12 meses. Ou seja: paga por 24 e leva 36 meses”, revela.

O Seguro de Roubo e Furto Quali­ficado e Quebra Acidental da Zurich para smartphone garante ao cliente um novo aparelho por modelos iguais ou similares, limitado ao valor da cobertura contratada, ou reparo, caso ocorra alguns dos incidentes. E, mesmo que não seja possível repor o mesmo item, será pago ao cliente uma indenização no valor do bem segurado. “A proteção para o celular se tornou um instrumento importante, pois cresce cada vez mais o número de brasileiros vítimas de roubo ou furto. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, aparelhos celulares foram os itens mais roubados na cidade entre janeiro e agosto de 2020: a cada 10 assaltos, em seis os ladrões subtraíram os aparelhos de suas vítimas. Sabemos que esse tipo de ocorrência é comum também em outras capitais do país”, diz. 

O executivo explica que o Seguro de Roubo e Furto Quali­ficado ou Quebra Acidental também pode ser contratado para proteger outros eletrônicos como tablets, notebooks e câmeras. 

Seguro Garantia Estendida

A Zurich comercializa também em parceria com varejistas o Seguro Garantia Estendida para eletrodomésticos, eletroportáteis, equipamentos eletrônicos móveis, celulares, entre outros. Trata-se de uma proteção que garante ao segurado a extensão da garantia original de fábrica.

O cliente que compra no varejo conta também com outro seguro de Reparo de Danos Acidentais: caso aconteça algum dano acidental com o aparelho, o segurado aciona esse seguro para cobrir o conserto, garantindo novamente o funcionamento do bem, respeitando as demais condições do seguro. E, caso não for possível o reparo, ele tem direito a um novo aparelho.

Pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria com o Neotrust-Compre&Confie, aponta que em 2020 as vendas da Black Friday devem ser 77% superiores que as da edição do ano passado. A Zurich, que viu as vendas do seguro para celular crescerem 5% em média nas duas últimas edições da Black Friday, aposta na disposição dos consumidores em 2020 e na conscientização da importância de eles contarem com tal proteção. “O seguro de proteção aos celulares novos ainda tem muito espaço para crescer no Brasil”, finaliza.