Assurant e Afinz fazem parceria para ofertarem seguros em financiamentos

Parceria amplia oferta de soluções para empréstimo e emissões de cartões para consumidores e parceiros comerciais

A Assurant, líder global em produtos e serviços de proteção ligados a vida conectada, e a Afinz, ex-Sorocred, instituição financeira que atua com produtos e serviços que conectam parceiros comerciais e consumidores, anunciam uma parceria para fornecer proteção financeira para seus parceiros lojistas associados e clientes de cartões e empréstimos e financiamentos.  

Inicialmente, serão ofertados o Seguro Prestamista e o Seguro Perda e Roubo de Cartão, ambos com diversas coberturas que podem ser adquiridas no momento da contratação do empréstimo e da emissão do cartão de crédito. O Seguro Prestamista garante, até o limite máximo indenizável, o pagamento de parcelas de empréstimos ou de um valor da fatura em situações como morte acidental, invalidez permanente total acidental ou perda de renda e ainda oferece o auxílio funeral até valor de R$ 3 mil. No Seguro Perda e Roubo de Cartão, os clientes contam com cobertura de roubo ou furto da bolsa, perda ou roubo do seu cartão e proteção para saque e compra sob coação. Nos produtos oferecidos os clientes também concorrem a sorteios mensais de R$ 10 mil líquido de IR. 

Artigo: um novo mercado de seguros de danos e os desafios da flexibilização

Claudia Ribeiro Austral Seguradora

por Claudia Novello Ribeiro, diretora técnica da Austral Seguradora

Flexibilizar e tornar o mercado de seguros brasileiro mais dinâmico: é o que querem as empresas e no que vem trabalhando a Susep (Superintendência de Seguros Privados). Muito já se comentou sobre o chamado Novo Marco Regulatório, mudanças estruturais em normativos para a indústria de seguros estão sendo discutidas e implementadas de forma a provocar uma disruptura no mercado local.

Se tudo transcorrer como sinalizado, o termo “novo” não será usado de forma equivocada: haverá mudanças que representarão um modelo de negócios inédito a ser vivenciado no cotidiano do mercado.  Tem sido uma agenda intensa de discussões e propostas de alterações em normas de regulação prudencial, envio de dados, código de conduta, dentre outras. Num resumo objetivo, o foco dessa análise recai sobre duas consultas públicas que quebram paradigmas na comercialização dos seguros de danos: uma para os seguros usualmente ditos como “massificados” e outra para os seguros tidos como de grandes riscos.

A primeira e relevante novidade está justamente na conceituação formal da existência de dois segmentos no âmbito da denominação de seguro de danos. A Consulta Pública 16/2020 dispõe novas regras de funcionamento e critérios de operação para os seguros de danos. Entretanto, logo em seu início ela declara que suas disposições não abrangem seguros de danos para cobertura de grandes riscos, cuja especificação e orientação será tratada em outro normativo. Na sequência, a Consulta Pública 18/2020 dirige-se apenas à caracterização do que é seguro de danos de grandes riscos e suas implicações operacionais de comercialização.

As duas minutas têm como espinha dorsal o conceito de flexibilização das operações, indo de encontro com a agenda governamental da Lei de Liberdade Econômica. Aqui, essa diferenciação e apropriação legal do conceito de seguro de danos de grandes riscos tornam-se fundamentais. Acertadamente há maior liberdade de comercialização e pactuação de produtos e cláusulas específicas para os seguros enquadrados como grandes riscos. Na alçada dos seguros de danos tidos como massificados, o processo de simplificação regulatória provavelmente reverbera para uma oferta maior de produtos por parte das seguradoras para seus potenciais clientes, aumentando a concorrência e diferenciação das empresas no mercado.

Essa diretriz está altamente vinculada com as iniciativas digitais das seguradoras, crescimento de insurtechs, automação e customização de produtos às necessidades específicas de cada cliente. Não é apenas esperado um aumento da oferta de produtos, mas também um desenvolvimento de cases inovadores, mais cativantes e atraentes para o consumidor final.

Certamente, seguradoras e clientes saem ganhando com a ampliação de coberturas. Num exemplo aleatório, o mercado poderá deixar de trabalhar com gelo, partindo para água líquida, muito mais adaptável. Ou seja, um aumento do mercado e incentivo à tão sonhada cultura do
seguro entre os brasileiros, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas. Já a Consulta Pública 18/2020 arbitra as características específicas de negociação de cada contrato de seguro para enquadramento na nomenclatura definida como seguro de danos de grandes riscos.

Vislumbrando um cenário econômico de retomada de crescimento pós-pandemia, com avanço de projetos de infraestrutura, a figura do seguro tem tudo para impulsionar de forma positiva esse processo. A essência do seguro de mitigar riscos e garantir a saúde financeira das empresas empreendedoras já é argumento técnico para contratação dos mesmos nesses grandes projetos. A liberdade de pactuação dada por essa minuta normativa impulsiona ainda mais essa sinergia.

No nicho de seguros de danos de grandes riscos, a liberdade de pactuação entre as partes envolvidas dos contratos de seguros (seguradora e segurado) irá proporcionar mais capacidade de negociação e diferenciação entre a prestação de serviços das seguradoras do mercado. Aquela que conseguir entender, precificar e minutar com mais precisão, clareza e presteza o que o segurado de fato necessidade com aquele contrato de seguro tem uma enorme vantagem frente a seus concorrentes.

Apesar dessas duas consultas públicas terem apelo bastante benéfico para o mercado segurador, elas também relevam inicialmente alguns desafios. Ambas colocaram o seguro de danos em um holofote e as seguradoras precisam rapidamente responder de forma positiva a esse cenário de evidência. O cliente final – tanto dos produtos massificados quanto dos produtos de grandes riscos – espera de imediato uma nova abordagem das empresas no que oferecem. 

Espera-se um período de bastante trabalho e novidades. Consequentemente, um aumento do setor de seguros de danos e sua representatividade na economia brasileira. O momento é de aproveitar o foco para ascender como um segmento maduro e preparado para atender as necessidades de seus consumidores. O futuro exige adaptação, mas também tende a revelar desafios e vitórias.

CNseg presidirá a Comissão Regional Sul da Fides de 2021 a 2024

Marcio Coriolano cnseg

Posse dos novos dirigentes ocorrerá em janeiro de 2021

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Marcio Coriolano, é um dos membros eleitos para o novo Conselho da Presidência da Federación Interamericana de Empresas de Seguros (Fides). Ele será o segundo Vice-Presidente na chapa eleita por aclamação na assembleia geral da Fides, realizada no último dia 11 de dezembro.

Nessa condição, ele presidirá a Comissão Regional Sul da Fides, composta por cinco representações da Região: Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. Coriolano declarou que “além da satisfação e orgulho pela indicação da CNseg, integrar o Conselho da Presidência representando um conjunto de Países tão expressivos da Fides é de uma enorme responsabilidade para todos nós brasileiros. Há evidentes objetivos comuns para garantir a sustentabilidade do sistema privado de seguros em escala continental. É uma oportunidade de interação que não podemos desperdiçar”.

O novo Presidente eleito da Fides, Rodrigo Bedoya, é o atual Presidente da Asociación Boliviana de Aseguradores (ABA) e Vice-Presidente da Ciacruz de Seguros y Reaseguros S.A.  A posse dos novos dirigentes ocorrerá em janeiro de 2021 para um mandato de três anos, encerrando-se em janeiro de 2024.

As demais comissões regionais da Fides serão conduzidas por: Eduardo Morón (Comissão Regional Andina); Pilar González de Frutos (Comissão Regional Norte) e Giancarlo Caamaño (Comissão Regional Centro América e Caribe). As comissões têm como missão identificar os desafios do setor segurador na sua área territorial e propor soluções, que considerem as particularidades de cada jurisdição e que estejam alinhadas às melhores práticas em seguros.

A Fides é uma organização sem fins lucrativos que congrega as associações representativas do setor de seguros de 18 países da América Latina, Estados Unidos e Espanha. Entre outras atribuições, cabe-lhe cuidar da imagem institucional do seguro e do resseguro, de estimular seu desenvolvimento, de promover o intercâmbio entre os mercados regionais e realizar pesquisas e programas de educação em seguros.

Icatu Seguros cresce e fecha o ano com mais de 400 novos funcionários

A empresa conta agora com cerca de 1.900 funcionários

Em um ano desafiador como este, com retração econômica e incertezas, a Icatu Seguros – líder entre as seguradoras independentes em Vida, Previdência e Capitalização – manteve o ritmo de crescimento e encerrou o ano com 420 novos funcionários, dos quais 281 contratados durante a pandemia da Covid-19, contratando em média mais de uma pessoa por dia. A empresa conta agora com cerca de 1.900 funcionários.

Para manter acelerado o ritmo de contratação, a empresa adaptou seus processos, utilizando a experiência adquirida nos processos seletivos feitos para as filiais espalhadas por todo o país. Além disso, digitalizou as etapas da admissão: hoje os novos funcionários só precisam estar presentes fisicamente no exame médico.

“Percebemos que este novo modelo é bastante positivo para a experiência do candidato e agiliza o processo de seleção e contratação sem deixar de lado a confiabilidade”, explica Milena Rosa, de Atração de Talentos da Icatu.

Uma vez contratados, é hora de tornar o novo funcionário parte do nosso propósito de construir um Brasil em que as pessoas e as famílias estejam mais protegidas, democratizando o acesso aos seguros. É hora de integrá-lo à empresa. “Mantivemos o acolhimento e a proximidade, que são nossas características, e adaptamos para um modelo digital as demais etapas. Inovamos para dar conta do recado e com isso ganhamos eficiência. Bom, porque a tendência da empresa é continuar crescendo e estamos preparados para isso”, destaca Camila Asenjo – Diretora de Pessoas da Icatu Seguros.

Plano de fusão de US$ 30 bi entre Aon e Willis Towers encara análise da UE

Fonte: Reuters

A oferta 30 bilhões de dólares da Aon pela Willis Towers Watson para criar a maior corretora de seguros do mundo enfrenta uma investigação de cinco meses após reguladores antitruste da UE expressarem preocupações de que o negócio possa prejudicar a concorrência nos principais mercados. A fusão da segunda e terceira maiores corretoras de seguros do mundo ultrapassaria a primeira posição mundial da Marsh & McLennan. O negócio ocorreu no momento em que os mercados financeiros estavam caindo como resultado da crise da Covid-19. A pandemia provocou um aumento acentuado nos pedidos de indenização às seguradoras, além de outros desafios, como as mudanças climáticas, e atingi suas carteiras de investimentos.

A queda nas avaliações e as empresas que buscam fortalecer os modelos de negócios, por sua vez, geraram uma série de negócios em todo o setor de seguros. A Comissão Europeia disse que o acordo pode reduzir significativamente a concorrência nos mercados de serviços de corretagem de risco comercial, corretagem de resseguro e fornecimento de serviços de aposentadoria e saúde e bem-estar para clientes comerciais. A comissão citou serviços de corretagem para grandes clientes multinacionais em propriedades e acidentes, financeiro e profissional, crédito e risco político, cibernético e marítimo, bem como clientes na indústria de manufatura espacial e aeroespacial como os mais afetados.

A investigação da UE também vai examinar a prestação de serviços de corretagem de resseguros e a prestação de serviços de reforma e saúde e bem-estar. O responsável pela concorrência da UE fixou a data de 10 de maio para sua decisão. A Reuters havia relatado em 15 de dezembro que o responsável pela concorrência da UE abriria uma investigação aprofundada sobre o acordo depois que a Aon se recusou a oferecer concessões para resolver as preocupações de concorrência da Europa.

Expectativa para o PIB de 2021 recua em meio a preocupações da segunda onda da Covid-19

Pedro Simoes CNseg

Economista da CNseg acredita que uma segunda onda no Brasil pode prejudicar o crescimento no começo do ano que vem

A expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2021 caiu de 3,50% para 3,46%. No entanto, se manteve estável para 2022 e 2023, em 2,5%. Para este ano, o mercado financeiro fez pequeno ajuste de -4,41% para menos -4,40%. Segundo Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, tal redução para o próximo ano já demostra que 2021 será um ano de desafios logo de início na largada.

“A projeção de 3,50% já não é das mais otimistas, considerando-se que grande parte dela pode ser atribuída ao carregamento estatístico, ainda assim o mercado a reduziu. Mas acredito que isto está relacionado ao curto prazo, por conta da pandemia que mostra sinal de endurecimento nesta virada de ano tanto no mundo como no Brasil, o que pode piorar após as festas de final de ano, principalmente por aqui. Se isso se confirmar, teremos restrições de circulação mais severas, o que trará impacto para a recuperação da economia no começo do ano que vem”, avalia. 

Outro ponto destacado pelo economista da CNseg é o relatório de inflação, da semana passada. Segundo ele, o Banco Central deixa claro quais são os modelos avaliados para a trajetória da inflação, o que torna a política de juros mais previsível. “Isso aumenta a responsabilidade do BC, que passa a ter que explicar muito bem caso algo saia do previsto. Além disso ficou mais claro que postura da autoridade monetária é mais hawkish (tendência para aperto monetário, conforme apelidado em inglês) que antes”, cita.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Home office não será full time, aponta levantamento da Lockton

As organizações planejam manter os colaboradores em home office 
entre 2 e 3 dias por semana

Fonte: Lockton

Pesquisa de Benefícios realizada pela consultoria e corretora de seguros norte-americana Lockton indica que o home office veio para ficar, mas não será em tempo integral. Um dos benefícios de maior prevalência nas Políticas de Flexibilidade, o home office já foi instituído por 55% das empresas e outras 41% adotam de maneira informal, ou seja, sem uma política estruturada. Independentemente da pandemia, 45% das empresas já autorizavam os colaboradores a trabalharem de casa 1 ou 2 dias por semana.  

O diretor Atuarial da Lockton no Brasil e coordenador do levantamento, Cesar Lopes, explica que já havia um movimento das organizações em flexibilizar a necessidade de ter colaboradores fisicamente nos escritórios e a pandemia acelerou o processo. “Ohome office veio para ficar, mas ao contrário do que se esperava, não será full time. Os dados da pesquisa apontam que as organizações planejam manter os colaboradores em home office entre 2 e 3 dias por semana”, afirma Cesar Lopes, diretor Atuarial da Lockton no Brasil.

O levantamento ouviu 469 empresas em 44 setores da economia. A amostra contou com 46% de companhias de capital nacional e 54% multinacionais.

Com o home office estruturado, apenas 27% das empresas afirmaram oferecer um auxílio financeiro mensal para colaboradores. Esse auxílio, que está em média R$ 100, tem como objetivo contribuir com o pagamento das contas que tiveram um aumento pelo fato de o colaborador passar mais tempo em casa, como energia, telefone e internet.  

Além disso, de acordo com o levantamento, 22% das organizações concederam um auxílio específico para compra de mobiliário ou disponibilizaram o mobiliário do escritório para o colaborador. Esse auxílio, one-shot, variou entre R$ 310 e R$ 1.000.  

Ainda em virtude da pandemia e em função do home office por tempo indeterminado, houve pequenas alterações nos benefícios como Vale Refeição. O Vale Refeição em 2020 apresentou valor médio de R$30,85, mantendo o patamar de 2019, quando a mediada foi R$30,61. Um dos motivos para o não reajuste foi a pandemia. “Observamos que empresas mantiveram o valor do Vale Refeição e, em alguns, casos, deram a opção de trocar pelo Vale Alimentação”, explica Cesar Lopes.

Ullisses Assis assume diretoria comercial e de Marketing da Brasilprev

A Brasilprev, especialista e líder do mercado de previdência privada no país, com mais de R$ 300 bilhões em ativos sob gestão, apresenta seu novo Diretor Comercial e de Marketing, Ullisses Assis.

Formado em Ciências da Computação e com MBA em Gestão Estratégica, Ullisses é funcionário de carreira do Banco do Brasil. Foi Gerente Executivo da Diretoria de Distribuição, entre 2015 e 2017 e, a partir de então, atuou como Superintendente de Negócios Varejo do Estado de Santa Catarina até 2019, quando assumiu a função de Gerente Geral da Unidade de Negócios Pessoa Física, MPE e Agronegócios do BB, sua última posição até o momento.  

“Começo esta nova jornada com imensa alegria pela possibilidade de colaborar com a Brasilprev, pela qual sempre tive grande carinho e admiração. Uma empresa líder de mercado, que tem no seu DNA inovação e a busca constante pelo encantamento de seus mais de 2,3 milhões de clientes. Nossa missão será levar cada vez mais assessoria financeira e previdenciária às famílias brasileiras, através dos mais diversos canais físicos e digitais, de forma a auxiliá-las no planejamento de um futuro próspero”, destacou.

Em outubro, reservas da capitalização crescem 5,3% e ultrapassam R$ 32 bilhões

Fenacap

Fonte: FenaCap

A Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), divulgou informações sobre o desempenho do segmento entre os meses de janeiro e outubro. As reservas técnicas – valores acumulados pelos clientes com títulos de capitalização ativos – alcançaram R$ 32,2 bilhões, um avanço de 5,3% em relação ao mesmo período do ano passado, consolidando tendência de alta verificada ainda no primeiro semestre.

Os resgates realizados antecipadamente ou ao fim do prazo de vigência apresentaram queda de 3,9%, somando R$ 14,9 bilhões no período. “Esses dois indicadores traduzem um comportamento cauteloso dos consumidores diante das incertezas que ainda predominam na economia, mas a perspectiva de vacinação vem provocando uma melhora geral nas expectativas, o que nos traz otimismo “, diz Marcelo Farinha, presidente da Federação, adiantando que o mercado projeta encerrar 2020 com crescimento de até 1,5%. 

O prêmios distribuídos a clientes sorteados de todo o país alcançaram R$ 852,1 milhões , o equivalente ao pagamento de R$ 4,1 milhões  por dia útil do período. O faturamento global das 15 empresas autorizadas a comercializar títulos de capitalização no país, que teve forte recuperação no terceiro trimestre, atingiu R$ 18,9 bilhões, mas ainda apresenta, como já era esperado,  um recuo de 3,4% em relação aos mesmos meses de 2019.  

Resolução da Susep permite a emissão de títulos vinculados a seguros no Brasil

A norma possibilita novas formas de transferência de riscos com redução de custos 

Fonte: Susep

Foi publicada no Diário Oficial da União, no dia 16 de dezembro, a Resolução CNSP nº 396, que dispõe sobre operações de resseguro ou retrocessão, e seu financiamento por meio de dívida vinculada a riscos de (res)seguro, também conhecido como Insurance Linked Securities (ILS).  

O ILS é uma nova alternativa para a transferência de riscos adotado frequentemente no cenário internacional. A nova Resolução dispõe sobre o ressegurador local (RPE) cujo propósito exclusivo é a aceitação de riscos por meio de operações de resseguro ou retrocessão e o financiamento feito pelo ILS.  

Entre as vantagens que o ILS trará para o mercado brasileiro está a possibilidade de novas formas de transferência de riscos com redução de custos, o que possibilitará melhores preços para o consumidor, incentivando a inovação e favorecendo o desenvolvimento do mercado brasileiro. A expectativa geral é bastante positiva em relação a essa nova operação no mercado brasileiro, principalmente quando se leva em consideração a experiência internacional.  

A nova resolução entra em vigor no dia 4 de janeiro de 2021 e pode ser acessada no link:  https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cnsp-n-396-de-11-de-dezembro-de-2020-294331209