“Ficamos muito felizes com este resultado, pois mostra que nossa equipe superou as expectativas dos nossos parceiros”, afirma Hélio Kinoshita
A Mitsui Sumitomo comemora o resultado da pesquisa realizada anualmente com corretores de seguros parceiros para entender quais melhorias a equipe deve priorizar para atender as demandas do principal canal de vendas. Em 2020, uma grata surpresa. De uma pontuação entre 1 e 5, a nota obtida pelos avanços realizados às demandas dos parceiros foi 4,24. “Ficamos muito felizes com este resultado, pois mostra que nossa equipe superou as expectativas dos nossos parceiros. Claro que temos muito trabalho pela frente, mas neste ano tão desafiador conseguir atingir 7% acima da nossa meta, realmente agrega ainda mais valor a nossa festa de comemoração dos 55 anos da Mitsui Sumitomo no Brasil realizada no dia 15 de dezembro”, afirmou Hélio Kinoshita, vice-presidente da subsidiária brasileira do 8° maior grupo segurador do mundo e o maior da Ásia.
Em 2020, a pesquisa ouviu mais de 2 mil corretores, 52% acima dos participantes de 2019, o que mostra que os esforços da seguradora em atrair corretores está no caminho certo. A meta da equipe era chegar a uma nota de 3,95, pouco acima da 3,93 obtida no ano anterior. “Superar as expectativas dos corretores parceiros foi realmente um presente de fim de ano para todos nós. Ainda mais se levarmos em conta o cenário atual sob impacto da COVD-19”, comentou Amanda Bastiani, analista de marketing da Mitsui Sumitono.
Julia Frazatto, Superintendente de Marketing e RH, conta que a seguradora tem realizado uma série de mudanças estratégicas com base na filosofia Lean, que tem entre seus princípios ouvir os principais parceiros sobre como afinar ainda mais o relacionamento para que todos tenham melhor qualidade nas entregas. As principais demandas dos corretores de seguros, que totalizam mais de 10 mil cadastrados, concentravam-se em agilizar e automatizar processos. A área comercial, envolvendo automóvel e seguros corporativos, foi a melhor avaliada, com avanço em todos os quesitos, especialmente na facilidade com meios de pagamentos.
“Estamos debruçados em aumentar a oferta de soluções e ferramentas digitais para melhorar a produtividade dos corretores em seus processos comerciais. Nossas áreas de produtos, de precificação e comercial estão engajadas em apoiar os corretores para que todos possam crescer juntos. E para crescer num cenário tão competitivo como temos hoje, somente com muita qualidade, agilidade e transparência em todos os processos, produtos inovadores e preços acessíveis. Tenho certeza que no final de 2021 teremos ainda mais motivos para comemorar”, finaliza Kinoshita.
Mitsui Sumitomo é bem avaliada em pesquisa com 2 mil corretores
Arrecadação do setor alcança R$ 220 bilhões em 10 meses, informa CNseg
Comportamento heterogêneo dos seguros permanece em outubro. Danos e Responsabilidades cresceram 5,9% em outubro sobre o mês anterior
Fonte: CNseg
Prêmios em forte evolução nos seguros de Danos e Responsabilidades, mas em queda nos planos de acumulação, fizeram a receita setorial retroceder em outubro, quer seja na margem, quer seja no acumulado do ano. Na virada de setembro para outubro (na margem), a queda foi de 8,8 % e, nos 10 meses do ano, de menos 0,3%. Ao todo, a receita até outubro totalizou R$ 220 bilhões, sem incluir Saúde Suplementar e DPVAT, de acordo com a nova edição da Conjuntura CNseg.
“A queda na arrecadação do setor de seguros deveu-se aos segmentos de Cobertura de Pessoas e dos Títulos de Capitalização, que após a sinalização de retomada no crescimento nos meses anteriores, tiveram arrefecimento em outubro. Em contrapartida, o segmento dos seguros de Danos e Responsabilidades teve um comportamento positivo”, destacou o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano.
No segmento de Danos e Responsabilidades, a expansão em outubro foi de 5,9% sobre setembro e 12,7% sobre o mesmo mês de 2019. Mas chamou a atenção o salto de receita apresentado por algumas modalidades no ano. A começar dos seguros de Cascos Marítimos e Aeronáuticos (42%), Rural (30,4%); Crédito e Garantias (15,5%); Patrimonial (9,9%); Habitacional (7,6%), enumera Marcio Coriolano, em editorial da nova edição da Conjuntura CNseg. No acumulado do ano, a alta é de 5,1% nesse segmento.
Nos seguros de Pessoas, o ramo de Vida destacou-se em termos de alta no ano, acumulando crescimento de 10,5% até outubro. Em contrapartida, os planos de acumulação perderam tração, o que deve ter sido causado pela volatilidade de investimentos no mercado financeiro. Após uma reação em setembro, os produtos VGBL e PGBL, juntos, tiveram queda de 18,1% entre outubro e setembro e de 22,9% sobre outubro de 2019. Já os seguros de Vida Risco tiveram, em outubro, desempenho inferior à média histórica, crescendo 1,2% sobre o mesmo mês do ano passado, assinalou Marcio Coriolano.
O segmento de Capitalização também caiu em arrecadação no mês, de 16,0% em relação a setembro, e de 10,9%%, se comparada a outubro de 2019. Entretanto, foi a forte participação dos planos de previdência privada aberta no conjunto da arrecadação do Setor Segurador (45,1% em bases de 12 meses) que pesou sobre o resultado. No ano, houve decréscimo de 2,2% em Cobertura de Pessoas; e queda de 3,4% em Capitalização.
“Com o resultado de outubro, há dois meses para o setor selar seu destino entre estável, positivo ou ligeiramente negativo. Tudo dependerá de variáveis importantes, desde a duração do recente agravamento da pandemia no Brasil, até as respostas macro e microeconômicas à conjuntura caracterizada por menor massa de renda e alta taxa de desemprego”, ressalta Marcio Coriolano.
A expectativa volta-se para o resultado de novembro. Pela ótica de 12 meses móveis, se a receita subir pelo menos 10% sobre o mesmo mês de 2019 (que foi de R$ 22,8 bilhões), a taxa de crescimento setorial chegará a 1,7%, e caso não haja crescimento, se reduzirá para 0,8%.
Dois outros temas são tratados na nova edição da Conjuntura CNseg (Análise de mercado e Economia Brasileira).
No primeiro, um vigoroso estudo detalha o comportamento de diversas modalidades e ramos no mês de outubro- movimentou R$ 22,2 bilhões, sem Saúde Suplementar e DPVAT- e faz a conexão entre os seguros e as atividades econômicas aos quais se destinam. O grupo Automóvel, por exemplo, avançou 0,2% nas vendas, seguindo o ritmo de recuperação apresentado pelas montadoras em outubro. Mesmo assim, permanece entre os ramos mais impactados pela pandemia e marca perda de 3,6% no ano até outubro, com total de R$ 28,7 bilhões.
Já o seguro de Transportes apresenta melhor desempenho diante da reabertura do comércio e do retorno das atividades econômicas em geral. Em outubro, cresceu 26,9% comparando-se ao mesmo mês do ano anterior, o maior avanço registrado desde abril de 2019.
O outro texto faz um balanço dos indicadores econômicos no terceiro trimestre, demonstrando que a recuperação de fato ocorre, porém num ritmo ainda insuficiente para superar as perdas produzidas pela pandemia. O material avalia a retomada da indústria no período e o comportamento dos indicadores de confiança, com alerta de desaceleração no último trimestre, além de jogar luzes sobre o cenário internacional e os danos causados pela segunda onda da Covid-19. O debate sobre os rumos da inflação crescente nos últimos meses do ano está entre os destaques, porque pode acelerar a retomada do viés de alta dos juros básicos. No radar, a questão da sustentabilidade fiscal e o risco de gerar um crescimento menor, se houver descontrole do déficit público.

Valor Econômico: Prudential terá de explicar roubo de dados de clientes por hackers
Seguradora foi vítima de um ataque cibernético em outubro
Fonte: Valor Econômico
A seguradora Prudential do Brasil está investigando desde outubro um ataque cibernético a um de seus sistemas. De acordo com a empresa, os hackers invadiram o diretório de propostas para contratação de seguro de vida e copiaram informações de clientes. “Essas propostas podem conter dados pessoais como nome, CPF, endereço, informações de saúde, bens, beneficiários e, em casos limitados, os números de conta corrente e agência”, informou a empresa.
Informações referentes a cartões de crédito, segundo a Prudential, não foram comprometidas. Após identificar o ataque, a empresa diz que a segurança do sistema foi restabelecida.
Ao tomar ciência do ocorrido, o Ministério da Justiça notificou a Prudential para obter informações mais detalhadas. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, ligado à pasta, quer entender se algum direito dos clientes pode ter sido violado.
“Com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) haverá uma dupla proteção em esferas distintas e, sem dúvida, teremos pontos de intersecção que só fortalecem a proteção dos consumidores”, disse a titular da Secretaria Nacional do Consumidor, Juliana Domingues.
Marcos Sêmola, sócio de cibersegurança da consultoria EY Brasil, lembra que pedidos de esclarecimentos a organizações sobre os impactos de ciberataques e vazamentos de dados, serão cada vez mais frequentes. “Por mais que tenham investido na segurança e na gestão dos riscos, as empresas [vítimas de ataques e vazamentos] precisam ter uma explicação que faça sentido e possa transmitir o mínimo de diligência”, afirma.
O especialista alerta que nenhuma organização está totalmente livre de incidentes de segurança, mas saber dar respostas sobre pontos como origem do ciberataque, extensão do incidente e tipos de informações comprometidas vai diferenciar as decisões da justiça sobre os casos.
“Ninguém vai condenar uma empresa que, apesar de todos os esforços, não resistiu a um ciberataque, mas vai punir aquelas que sinalizem displicência, negligência e falta de preparo”, explica o especialista.
Em reportagem publicada pelo Valor no dia 15 de dezembro, empresas de segurança fizeram um alerta para o aumento não só em volume, mas especialmente na complexidade de ameaças a organizações públicas e privadas. Em novembro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi vítima de uma praga do tipo ransomware, que criptografa dados da vítima em troca de um resgate.
Este ano três grandes empresas brasileiras de capital aberto foram vítimas de ciberataques: a Cosan, em março, a petroquímica Braskem, em outubro, e a fabricante de aviões Embraer, no mês passado.
A seguradora Prudential deverá se manifestar dez dias a contar do recebimento da notificação, que deve ocorrer até amanhã. Se for identificada violação ao Código de Defesa do Consumidor, as multas podem chegar a R$ 10 milhões.
Em caso de um ataque de hacker, com que rapidez você voltar a funcionar?
Essa é a principal pergunta feita pela executiva da Zurich Seguros a seus clientes. No acumulado de janeiro a outubro, o volume de prêmios do seguro relativos a riscos cibernético cresceu 91% na comparação com o mesmo período do ano passado, passando de R$ 16,7 milhões para R$ 31,9 milhões
O boom de ataques de hackers em 2020 e a entrada em vigor da Lei Geral de Protecao de Dados (LGPD) geraram uma corrida das empresas por seguro cibernético. Mas engana-se quem pensa que é possível uma seguradora cobrir todo o prejuízo com um vazamento de dados. Aliás, ninguém tem noção da extensão dos custos de um violação, que pode chegar até mesmo a levar uma empresa a falência. O seguro cibernético vem crescendo a dois dígitos. No acumulado de janeiro a outubro, o volume de prêmios do seguro relativos a riscos cibernético cresceu 91% na comparação com o mesmo período do ano passado, passando de R$ 16,7 milhões para R$ 31,9 milhões.
Em novembro, houve ciberataque ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao Ministério da Saúde e governo do Distrito Federal, à Prudential do Brasil. Apenas para citar alguns. A Apple, por exemplo, passou a avisar seus clientes sobre quais senhas apareceram em vazamentos de dados. Eu, que poucos aplicativos uso, cerca de 40, fui alertada que vários deles sofreram ataques, segundo o controle Apple, o que mostra a vulnerabilidade de nossos dados pessoais.
Uma das principais seguradoras no mundo e no Brasil é a Zurich. “Para o próximo ano, as expectativas são de crescimento em termos de vendas e procura desse produto pelos clientes, visto que os produtos de linhas financeiras são uma preocupação recorrente e atual das empresas e dos executivos que dirigem seus negócios”, afirma Hellen Fernandes, gerente de Linhas Financeiras da Zurich no Brasil. Leia abaixo a entrevista concedida por ela com exclusividade ao blog Sonho Seguro.
Os ataques cibernéticos aumentaram muito com a pandemia. Tem um dado sobre o quanto aumentou?
A pandemia impulsionou ainda mais o crescimento desses ataques, que têm se tornado cada vez mais frequentes, pois os hackers se aproveitam de um momento de vulnerabilidade das pessoas que estão executando seus trabalhos remotamente. O cidadão comum está mais vulnerável num momento como este. Somado a isso, temos a questão de home office, que trouxe a nova forma de trabalho remoto e descentralizado, aumentando o risco de ocorrência de diversos tipos de ataques. Para dimensionarmos a questão dos ataques, somente no primeiro trimestre de 2020, foram registrados 1,6 bilhão de delitos, um grande aumento que ocorreu em março, mês em que foi decretada a quarentena. E, devido a isso, a Zurich orienta seus clientes a tomarem as decisões certas para poderem minimizar os riscos de serem vítimas e tornar a navegação pela internet muito mais segura.
Quais os dados mais visados? Empresas ou indivíduos?
Pela dependência da tecnologia, todas as empresas e setores têm exposição a riscos cibernéticos. Os segmentos de serviços médico, financeiro, a indústria de manufatura e o comércio são os mais afetados, mas as entidades sem fins lucrativos e demais empresas não estão isentas do risco, pois também têm muitos dados pessoais de clientes e funcionários, além da dependência de tecnologia e automação. Depois de muitos estudos de mercado, entendemos que são setores que têm uma grande exposição a ameaças cibernéticas, principalmente por envolverem informações e dados de clientes, e estes riscos não podem ser ignorados por nenhum tipo de empresa. Na Zurich, temos soluções para as mais variadas companhias, desde a multinacional até a pequena e média empresa. Destacamos o seguro Proteção Digital para PMEs (pequenas e médias empresas), recentemente lançado de forma inovadora, que é voltado para diferentes segmentos e setores, como associações profissionais, comércio, consultorias, empresas de engenharia e arquitetura, empresas de hospitalidade, empresas de tecnologia, escritório de advocacia e de contabilidade, farmácias, clínicas médicas e odontológicas, imobiliárias, instituições de educação, sindicatos, entre outros.
A Apple tem avisado clientes quais senhas aparecem em noticias de vazamento de dados e sugere a troca. Diante disso, os consumidores podem pedir ressarcimento as empresas que deixaram os dados vazarem?
A lei de proteção de dados pessoais, entre outras leis vigentes no país, dá direito à pessoa física de questionar empresas diante de casos de vazamento dos seus dados. Nesse sentido, a apólice de seguros também inclui coberturas de custos de defesa, entre outros custos, para as empresas tratarem dessas discussões judiciais, assim como cumprirem seu dever de transparência/notificação com relação às pessoas físicas.
Isso fez com que a demanda pelo seguro aumentasse, com fechamento de negócios, ou ainda é só uma demanda?
Sem dúvidas. O que podemos destacar é que a procura por informações sobre o seguro cyber aumentou bastante e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é um dos fatores. A demanda por seguros para riscos cibernéticos cresceu 10% depois que a LGPD brasileira entrou em vigor, em 18 de setembro. A maior procura já era uma tendência verificada em 2019, quando houve um crescimento de 75% no número de cotações do Proteção Digital, seguro cibernético da Zurich.
O que precisa melhorar para que as empresas contratem mais este seguro? Elas têm reclamado do preço salgado….
Existem três elementos principais para uma estratégia bem-sucedida de segurança cibernética em qualquer setor. Primeiro, a pessoa deve ter consciência dos riscos para garantir que haja uma administração do que será posto em prática. Em segundo lugar, trata-se de adotar uma mentalidade de resiliência. Você pode educar os funcionários e ter os melhores firewalls e software de detecção de intrusões, mas no final do dia ainda pode ocorrer um incidente que afeta a rede e causa uma violação de dados ou uma interrupção na prestação de serviços ou vendas. No caso de um incidente, com que rapidez você pode voltar a funcionar? As organizações que adotaram essa mentalidade de resiliência são as mais bem-sucedidas em lidar com qualquer tipo de incidente cibernético. Em terceiro lugar, trata-se de praticar. Ou seja, não basta ter um plano de continuidade de negócios, um plano de recuperação de desastres ou resposta a incidentes bem definidos, mas também é imprescindível praticá-los regularmente, participar de exercícios e cenários diferentes, como por exemplo seria feito no caso de um treinamento de incêndio. É preciso testar e simular as situações de risco para que todos na empresa estejam preparados quando essas ocorrências se tornarem realidade.
E os serviços ofertados, o que incluem?
O seguro de Proteção Digital da Zurich responde em duas frentes. Questões de responsabilidade civil perante as pessoas afetadas (clientes ou funcionários, enfim terceiros) ou instituições que os representem por conta do vazamento indevido de seus dados pessoais. Nesse caso, o seguro permite o pagamento dos custos de ação civil, coletivas ou individuais, incluindo advogados para a defesa da instituição e prejuízos financeiros, causados às pessoas afetadas, inclusive, de danos morais. Outra frente é o pagamento de custos e despesas para ajudar a empresa a lidar com a crise causada por esse vazamento de dados. Nesses casos, há a necessidade de contratar especialistas para determinar a extensão desse dano, seja em aspectos contábeis, técnicos ou mesmo de imagem. O objetivo aqui é reduzir os efeitos negativos à reputação da empresa.
Principais coberturas:
Responsabilidade Civil por atos de violação: inclui pagamento de custos de defesa e danos causados a terceiros, decorrente de uma violação de segurança de dados por ataque cibernético.
Violação de privacidade: reembolsa ao segurado os custos e despesas incorridas para responder a uma violação de privacidade causada por ataque cibernético. Reembolsa os custos incorridos com investigação, custos com monitoramento de crédito e custos com relações públicas e até a montagem de um call center para cumprir com o dever de transparência com as pessoas físicas que a LGPD exige.
Despesas de substituição de ativo digital: reembolsa os custos incorridos para recuperação de um ativo digital decorrentes de corrupção ou destruição de dados causados por um uma violação de segurança de dados. Paga, por exemplo, os custos com investigação forense.
Extorsão/Ameaça Cibernética: reembolsa o pagamento de resgates referentes à extorsão por criptografia de dados e inclui o reembolso para as despesas gastas na apuração de cada ameaça.
Lucros Cessantes: paga ao segurado os lucros cessantes apurados decorrentes de um ataque de negação de serviço por exemplo.
Quais as novidades nos produtos e serviços em 2020? O que espera de 2021?
Para os produtos de linhas financeiras, tivemos principalmente o aumento da procura por D&O, E&O e Cyber em 2020. Vimos um crescimento na procura do seguro D&O nos mais diversos segmentos, desde a grande à pequena empresa. Conforme dados mais recentes disponibilizados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) até maio/2020, podemos constatar um crescimento no volume de prêmio de seguro do mercado de 72%, um total de R$ 345 milhões, e a Zurich crescendo 61%, atingindo um volume total de R$ 77 milhões, quando comparamos com o mesmo período de 2019, consolidando sua posição de liderança de mercado.
Quanto ao seguro E&O (ou RC Profissional), vemos também um crescimento em sua procura, cujo objetivo é proteger as empresas prestadoras de serviços ou profissionais liberais em razão de danos que venham a causar a terceiros que estejam relacionados a prestação de seus serviços profissionais, podendo aqui mencionar categorias profissionais, como: médicos, advogados, contadores, arquitetos, engenheiros, notários, entre outros. Conforme dados mais recentes disponibilizados pela Susep até maio/2020, podemos constatar um crescimento no volume de prêmio de seguro do mercado de 12%, um total de R$ 159 milhões, quando comparamos mesmo período de 2019, durante o qual tivemos um volume de prêmio de R$ 142 milhões.
Sobre o seguro cibernético, o que podemos destacar é que a procura por informações sobre o produto aumentou bastante e LGPD é um dos fatores. Olhando apenas dados da Zurich, se comparado apenas o 2º semestre de 2018 x 2019 (época que a lei foi publicada – 08/2018), há um aumento de cerca de 50% no número de pedidos de cotação. Um exemplo desse crescimento foi a posição da Zurich no segmento de seguros para riscos cibernéticos, saindo da quarta posição, em 2019, para o segundo lugar em abril deste ano. A participação da seguradora saltou de 7% no ano passado para 16% neste ano. O valor total de prêmios emitidos até abril foi de R$ 1,6 milhão, 6,67% superior ao R$ 1,5 milhão registrado nos doze meses de 2019, de acordo com a Susep. O resultado vem do expressivo crescimento de 50% de emissões de novas apólices para grandes, médias e pequenas empresas de diversos segmentos econômicos.
Porto Seguro e SulAmérica passam a aceitar Pix
O cliente poderá pagar por meio do link ou QR code, que serão gerados pelo Corretor no sistema de cálculo
Duas seguradoras anunciaram hoje que passaram a aceitar o pagamento eletrônico Pix, que surge como uma nova modalidade de fazer pagamentos, onde o valor transferido irá de uma conta para outra em tempo real, sem aplicação de taxas bancárias. Na Porto Seguro Auto, o recurso está disponível para os segurados a partir de hoje, 17 de dezembro. Já na SulAmérica, o Pix está disponível para seguros de vida.
Segundo Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto, o cliente poderá pagar por meio do link ou QR code, que serão gerados pelo Corretor no sistema de cálculo. “É mais um meio de proporcionar agilidade e segurança no dia a dia dos nossos segurados, uma vez que o PIX tem sido uma alternativa satisfatória para transações financeiras pessoais. Estamos sempre atentos a essas movimentações para oferecer as melhores soluções aos nossos clientes”, comenta. “Além disso, não há restrição de horários, podendo ser utilizado no momento de preferência do cliente. O boleto emitido, por exemplo, pode ser pago via Pix até a data de vencimento, de forma prática e rápida”, afirma o diretor.
A SulAmérica implantou o PIX como uma nova forma de pagamento para os produtos de Vida Individual. A novidade é válida neste momento apenas para novas contratações, já os atuais clientes poderão alterar sua forma de pagamento em breve. Os novos clientes de Vida Individual, Vida Mulher, Vida Simples, Acidentes Pessoais e Acidentes Pessoais Estagiários da SulAmérica poderão optar pelo PIX no momento da contratação do seguro. A SulAmérica enviará por e-mail o QR Code e o código PIX para que seja copiado e colado no momento do pagamento, de acordo com a preferência do cliente.
Sincor-SP e ENS firmam parceria para qualificar profissionais de seguros
Com acordo inédito, os cursos da Unisincor serão disponibilizados na plataforma EAD e na estrutura física da Escola, permitindo chegar a corretores, seguradores e prestadores de serviços dos 645 municípios
Fonte: Sincor SP
O Sincor-SP, por meio de sua universidade corporativa Unisincor, e a ENS – Escola de Negócios e Seguros – acabam de celebrar um acordo de cooperação. Trata-se de uma parceria inédita, já que ao longo da história as entidades atuavam de forma independente, apesar de terem o objetivo em comum de disseminar qualificação para o setor.
“Ao final de 2020, um ano com tantos desafios, podemos celebrar este ato histórico e emblemático, de união de forças para levar mais conhecimento ao mercado”, afirma Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP. Ele ressalta o empenho das diretorias em criar um modelo que irá beneficiar todo o setor. “Do lado do Sincor-SP e Unisincor, agradeço o trabalho do nosso diretor responsável pela Unisincor, Carlos Cunha, e do diretor operacional Marcio Pires. Pela ENS, a diretora de Ensino Técnico, Maria Helena Monteiro; o diretor de Ensino Superior, Prof Mário Pinto; o diretor Geral, Tarcísio Godoy; e o presidente, Robert Bittar, que também buscavam esta sinergia há muito tempo. Graças ao empenho desses executivos, os profissionais do setor terão à disposição cursos da mais alta qualificação fomentando seu desenvolvimento”.
No início de 2021 haverá um evento de solenidade para simbolizar a assinatura do acordo de cooperação. “Desejamos compartilhar a alegria deste caminhar de mãos dadas entre a Unisincor e a ENS com todos que serão beneficiados: corretores de seguros, colaboradores de seguradoras e de empresas de prestação de serviços do setor”, anuncia Camillo.
Robert Bittar, presidente da ENS, explica que em 2020 foi estabelecida uma parceria com todos os sindicatos de corretores de seguros do país no sentido de serem promotores dos cursos oferecidos. No caso de São Paulo, o convênio ganhou força pois unifica também a estrutura e a marca da Unisincor. “Algumas linhas de treinamento eram bastante similares, identificamos esta sinergia e aprimoramos os serviços”. Os cursos técnicos no estado de São Paulo terão a marca compartilhada ENS/ Unisincor. Para 2021, haverá a expansão de novas graduações tecnológicas autorizadas pelo MEC, pois pelo convênio o Sincor-SP será promotor de todos os produtos educacionais da ENS. Cursos superiores, de habilitação de corretores e de comissários de avarias, que possuem regramento específico, serão conduzidos apenas pela ENS.
“O alinhamento ideológico entre a ENS e o Sincor-SP, com muitas iniciativas conjuntas, irá propiciar ao mercado oportunidades diferenciadas. Temos procurado atender todas as demandas que o Sincor-SP tem nos trazido para qualificação, ampliando os programas de benefícios. Essas iniciativas vêm em linha com a atuação empreendedora do Sincor-SP e o desejo de expansão da ENS”, diz.
“A Unisincor possui uma linha de atendimento a grupos regionais, a ENS vai continuar atendendo essa demanda, com mais estrutura, se utilizando de todas as suas plataformas, até mesmo o sistema de provas online. Ligamos uma marca que é respeitada e recebe o carinho dos profissionais de São Paulo, a Unisincor, a uma marca tradicional na formação securitária, a ENS”, ressalta Bittar.
Carlos Cunha, diretor do Sincor-SP responsável pela universidade corporativa, afirma que mesmo antes da pandemia os cursos EAD eram planejados pela Unisincor para poder atender os profissionais de localidades mais distantes do estado, sem precisar formar turma para a realização presencial. “Vínhamos experimentando os cursos semi-presenciais e a pandemia acelerou o processo de digitalização. Instituímos o EAD e neste ano levamos qualificação a distância para mais de 4.100 pessoas. A Unisincor esteve presente na casa do cidadão neste momento de desafios. Agora, temos esta oportunidade de aprimorar os serviços, o que de minha parte é uma grande realização estar lado a lado com a ENS”, conta.
“A gestão conduzida pelo presidente Camillo é de construção de pontes e também de liberdade para que cada diretor desenvolva sua pasta, com isso conseguimos a parceria com a ENS para ter a capilaridade de estar em todas as nossas regionais pelo interior, podemos dizer hoje que os 645 municípios do estado serão atendidos”, acrescenta Cunha. Segundo ele, os corretores e demais profissionais do setor terão muito mais acesso ao conhecimento. “Só não irá aprender quem não quiser mesmo, e sabemos que aquele que não estiver ao lado do conhecimento tende a ficar para trás num mercado competitivo como o nosso. A união da Unisincor à ENS dará dirigibilidade ao podium do conhecimento”.
ESSOR amplia produtos para o segmento de Riscos de Engenharia
O novo produto permite que o corretor de seguros faça a cotação, emissão da apólice e a forma de pagamento em poucos minutos e 100% online
O seguro é voltado para riscos de pequeno e médio porte como reformas residenciais, comerciais, rurais e ampliações. O segurado contará com uma gama de coberturas que vão desde a básica de construção civil, instalação e montagem, como adicionais importantes como despesas extraordinárias, responsabilidade civil, desentulho, despesas de salvamento, entre outras. Na própria plataforma é possível contratar o seguro com cartão de crédito ou boleto bancário.
“As construções encontram-se em ritmo acelerado e esta é uma excelente oportunidade para nossos corretores parceiros diversificarem suas carteiras e ofertar um seguro que muitas vezes é até exigido em contrato, como em algumas reformas em shopping centers, por exemplo”, informa Leandro Poli, Diretor Técnico para Linhas Especiais da seguradora.
A plataforma de riscos de Engenharia da ESSOR propicia outros serviços ao corretor como acompanhamento das cotações, informações das apólices, status de pagamento, segundas vias e aviso de sinistro.
“Este produto foi idealizado com o objetivo de propiciar eficiência ao corretor de seguros, pois é fato que este tipo de seguro demanda agilidade no processo de contratação, que é feito em questão de minutos. Além disso, é importante que a gestão da carteira seja feita por auto serviço, para que nosso corretor parceiro obtenha as informações que ele deseja de forma imediata. Mas se precisar, contamos com uma equipe dedicada a atender as demandas através dos nossos canais de comunicação, seja telefone, e-mail e, principalmente, nosso chat online“, destaca Roberto Uhl, Head de Canais Digitais.
Para conhecer este produto, o corretor deve se cadastrar na seguradora acessando o site www.essor.com.br, na opção “Portal Corretor”.
Ô Insurance Group e Conta Zap lançam Doutor Zap em parceria com MAG Seguros e EPharma
Proposta é democratizar o acesso aos serviços de proteção a saúde e à vida. Telemedicina e videomedicina ilimitadas, desconto em medicamentos; e assistência funeral são alguns dos serviços oferecidos a baixo custo
A corretora de seguros Assegurou, do grupo Ô Insurance e o Conta Zap, conta 100% digital por mensageria do Brasil, lançam o Doutor Zap, uma alternativa popular aos planos de saúde. Desenvolvido ao longo da pandemia, em parceria com a MAG Seguros e com a EPharma, e sem a pretensão de ser um plano de saúde, o objetivo é ampliar o acesso a serviços para quem tem pouca ou nenhuma condição de contratar planos de saúde convencionais.
Ao custo de R$ 27,90 ao mês, destinado a pessoas de 14 a 70 anos de idade, sem fidelidade e sem carência, no modelo de assinatura, a Assegurou oferece as coberturas para consultas por telemedicina e vídeomedicina ilimitadas e disponíveis 24h, descontos de até 80% em remédios com prescrição médica, nas maiores redes de farmácias presentes em todo o território nacional, indenização por morte acidental, indenização por invalidez permanente total ou parcial por acidente, e serviço de assistência funeral.
O funcionamento é simples. O usuário terá uma carteirinha virtual que será acessada diretamente pelo Whatsapp. Com esta carteirinha em mãos, será possível agendar consultas de telemedicina e garantir descontos na rede credenciada. O serviço não tem carência e nem tempo de fidelidade, sendo possível contratá-lo até mesmo por comandos de voz pelo Whatasapp e pelo Facebook Messenger.
“Nossa principal missão é promover a inclusão social e contribuir com a qualidade de vida da população de baixa renda, principalmente num momento crítico pelo qual estamos vivendo com a pandemia,. A tecnologia é a grande protagonista para a democratização do acesso e mudança no hábito de consumo. Esta parceria é um exemplo disso.”, afirmou José Carlos Macedo, CEO da Ô Insurance.
Segundo Roberto Marinho Filho, CEO da Conta Zap, a parceria entre as duas empresas é o reflexo de uma tendência cada vez mais forte, a dos serviços concentrados em apps de mensageria, principalmente quando oferecidos para as classes C, D e E. O maior período de retenção em aparelhos móveis está no uso de aplicativos de mensagens instantâneas, tal como as redes sociais. É ali que usuário gosta de estar. Logo, é ali que ele precisa ter acesso a serviços essenciais” afirma.
A estratégia é nacional e a expectativa é alcançar 800 mil beneficiários no primeiro ano.
NEWE estreia no seguro garantia, em todos os ramos
Seguradora, especializada em nichos, passa a atuar em linhas financeiras depois de se consolidar em agronegócios
A NEWE Seguros estreia no mercado de seguro garantia e promete entregar ao corretor um serviço diferenciado, que realmente impulsione o crescimento da base de clientes (tomadores e segurados) em todo o setor. “Nos preparamos em três frentes que são prioritárias para elevar o patamar do garantia, visto hoje como uma commodity, principalmente para as médias e pequenas empresas: estímulo ao corretor com processos ágeis e simples, emissão na ponta e preço competitivo”, afirma Átila Santos, superintendente de riscos financeiros da seguradora.
Segundo o executivo, praticamente 90% das vendas do seguro garantia no Brasil nos últimos anos vem do seguro garantia judicial, o que acentuou ainda mais pelo cenário atual. “Com a pandemia, o seguro se tornou uma saída imprescindível para as empresas liberarem recursos depositados em juízo, garantindo o fluxo de caixa e a possibilidade de utilizar o limite de crédito concedido pelos bancos para alavancar os negócios ou, simplesmente, pagar as contas. Isso elevou muito a demanda e acabou consumindo bastante do capital disponível no mercado”, explicou.
Diante deste cenário, o nicho tem atraído players, mas a aposta da NEWE já estava em andamento antes mesmo da pandemia. “Nossos principais executivos são oriundos do mercado de seguros financeiros e resseguro e o projeto visa otimizar esta experiência para trazer diferenciais competitivos que beneficiem o corretor e o consumidor”, afirma Santos. Além do seguro garantia, está no radar do grupo ingressar no médio prazo em riscos cibernéticos, e seguro de responsabilidade civil de executivo, conhecido como Directors & Officers (D&O).
A NEWE começou a operação no seguro garantia em julho, de forma conservadora e agora, depois dos ajustes, expande sua atuação para todo o Brasil. O plano da NEWE em garantia está fundamentado em atuar em todas as linhas do produto, como judicial, garantia de contratos, tanto com o setor público, como privado. “Queremos atuar com operações que não são triviais para atrair o corretor com amplitude de oferta. Isso fará com que o corretor seja um protagonista do crescimento deste segmento”, acredita Santos.
A NEWE irá encerrar o ano de 2020 com cerca de R$ 6 milhões em prêmios emitidos no ramo de seguro garantia, o que já representará, aproximadamente, 3% da carteira de R$ 175 milhões em prêmios emitidos no ano de 2020. “Para 2021, estimamos uma receita em seguro garantia na ordem de R$ 25 milhões, considerando os novos nichos. Esse número pode chegar até 35 milhões. Mas, esta meta só se justifica com o investimento que fazemos para ter o apoio dos corretores de seguros. Há quem acredite que o corretor perderá espaço, mas, nós da NEWE Seguros, apostamos na forte parceria com esses profissionais. Todavia é muito importante que todas as partes envolvidas estejam preparadas para utilização de tecnologia em virtude da elevada transformação digital que o setor experimenta”, promete Santos.
Atualmente, cerca de 87% dos contratos de garantia envolvem o setor público, o que significa que o setor privado tem muito espaço para crescer. Caminhos para fazer esse mercado crescer é incentivar as prestadoras de serviço a oferecerem às empresas contratantes um seguro garantia para cobertura de prestação de serviço com cobertura trabalhista. É uma forma dessas empresas deixarem de oferecer comodities e passarem a se diferenciar no mercado. Um outro exemplo citado é buscar capacidade para empresas que podem ter adiantamento de valor para entregas futuras. “Uma rede hoteleira, por exemplo, pode ter um seguro garantia para oferecer em troca de vagas futuras no hotel. O segurado antecipa o valor de R$ 1 milhão e garante que terá R$ 3 milhões no uso de apartamentos em determinados anos”, disse.
Os bancos fazem este tipo de operação com a fiança bancária. No entanto, o valor cedido consome a capacidade de crédito da rede hoteleira, neste caso hipotético citado. O formato do produto visa dar um adiantamento ao pagamento e não crédito, que é uma outra modalidade de seguro.
Ainda que subestimado por previsões cada vez mais baixas de crescimento econômico do país, o mercado de seguros, em especial, o seguro garantia, tem muito espaço para crescimento, uma vez que, para que a economia do País volte a crescer, o governo federal deverá retomar o investimento para grandes obras. Para isso, depois de anos em discussão, foi aprovada pelo Senado a Lei de Licitações, que obriga a contratação de um seguro garantia de até 30% para as obras contratadas pelo poder público, o que permitirá às seguradoras garantirem a retomada das obras em caso de impedimento pelo executante.
Aprovada no senado dia 10, a lei segue agora para sanção presidencial. O texto aprovado é o substitutivo elaborado pela Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 559/2013. Entre outras medidas, o substitutivo cria modalidades de contratação, tipifica crimes relacionados a licitações e disciplina itens do assunto em relação às três esferas de governo: União, estados e municípios.
De acordo com a superintendente da Susep, Solange Vieira, o novo marco regulatório é de extrema relevância para o setor de infraestrutura brasileiro e para o desenvolvimento do país, que poderá contar com o suporte do setor de seguros nas grandes obras. “Além das garantias de execução da obra propriamente, com a ampliação das possibilidades de cobertura do seguro, inclusive o step-in, o próprio modelo de governança trará um acompanhamento maior da obra por parte das seguradoras, permitindo maior transparência nos custos e minimizando sobrepreços”, explica.
Outro tema de extrema relevância para aceleração do mercado de seguro garantia é o novo marco legal do saneamento básico, editado pela Lei Nº 14.026. Hoje, no país, 35 milhões de pessoas não têm acesso à água tratada e mais de 100 milhões não contam com serviços de coleta de esgoto. A meta, com o marco, é garantir o atendimento de 99% da população com água potável e de 90%, com tratamento e coleta de esgoto, até 31 de dezembro de 2033. Para isso, o governo estima investimentos entre R$ 500 bilhões e R$ 700 bilhões em 10 anos, o que refletirá numa aceleração no mercado de seguros como um todo e em especial para o seguro garantia.
Liberty Seguros promove campanha de voluntariado para beneficiar jovens e comunidades em vulnerabilidade social
Para a etapa de crowdfunding, a Liberty disponibilizou R$ 20 mil a serem doados em nome dos seus funcionários
A Liberty Seguros anuncia mais uma edição de uma de suas principais campanhas de voluntariado: o Natal Solidário. O projeto, que no ano passado contou com um total de 800 participações de mais de 670 voluntários da companhia, foi adaptado para um novo formato 100% virtual em 2020, devido às limitações impostas pela pandemia de COVID-19.
Desde a semana passada, os voluntários da seguradora puderam participar digitalmente de diversas ativações, todas com o objetivo de gerar uma reflexão com a chegada do fim do ano. Além disso, a companhia vem promovendo um crowdfunding com ações de doação que vão até o dia 18 de dezembro e estão abertas para corretores e clientes praticarem a solidariedade.
Para a etapa de crowdfunding, a Liberty disponibilizou R$20 mil a serem doados em nome dos seus funcionários e os participantes podem selecionar entre as causas de alimentação ou educação de jovens para que a doação seja destinada às ONGs parceiras. Clientes e corretores também têm a opção de fazer uma doação em dinheiro, acessando e/ou se cadastrando no clube de vantagens da companhia, o +Liberty, para escolher uma das causas e serem direcionados à vakinha online.
Natal Sem Fome
Para o Natal Sem Fome, a Liberty Seguros, em parceria com a ONG Ação da Cidadania, organizou um crowdfunding para funcionários, corretores e clientes fazerem doações em dinheiro. O valor arrecadado será revertido em compras de refeições para famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade social e as doações podem ser realizadas no site: https://www.natalsemfome.org.br/libertyseguros.
Além da arrecadação de dinheiro, a companhia está divulgando também os postos de coleta para doação de alimentos em todo o Brasil para a campanha Natal Sem Fome: https://www.natalsemfome.org.br/doacoes.
Conecte o futuro a um jovem
Consciente de que a pandemia trouxe graves consequências para a educação, afetando o calendário e a qualidade de ensino, a Liberty Seguros vem promovendo uma campanha de arrecadação coletiva na qual os voluntários poderão contribuir para a conquista do sonho de jovens em vulnerabilidade social por meio da educação.
Para que esses jovens tenham acesso à uma melhor educação, a seguradora irá arrecadar fundos para disponibilizar pacotes de dados de internet para que eles possam focar 100% no aprendizado. Por meio do celular, esses jovens têm acesso a conteúdos voltados para o mercado de trabalho, empreendedorismo, cidadania, autonomia, pacote office, além de serem mais sustentáveis, pois o formato dispensa papel. As doações podem ser feitas no site: https://benfeitoria.com/libertyseguros.
Natal Cultural
Já o Natal Cultural foi uma ação interna desenvolvida especialmente para este momento de isolamento social – uma ação social de troca para valorizar a diversidade e quebrar as barreiras culturais da solidariedade sem sair de casa. Em parceria com a ONG Atados e a Abraço Cultural, a companhia promoveu painéis online com imigrantes e refugiados que contaram para seus funcionários como é comemorado o Natal – ou datas especiais equivalentes – em seus lugares de origem.
O principal objetivo da ação foi o de proporcionar aos colaboradores uma experiência diferenciada e o contato com outras cultural, expandindo o olhar e quebrando as barreiras da diversidade, além de praticar a empatia através das histórias contadas pelos refugiados e imigrantes.
Natal Regional
Já na ação Natal Regional o objetivo foi apresentar e valorizar as características culturais específicas das regiões do Brasil, quebrando as barreiras culturais e valorizando a diversidade do nosso país.
Os funcionários das 6 regionais da companhia no Brasil discutiram os costumes e expressões da cultura brasileira local e apresentaram para os colegas que acolheram e valorizaram o outro e as diferenças.











