IRB Brasil Re registra perda de R$ 23,8 milhões em outubro

Os prêmios emitidos em outubro chegaram a R$ 692,9 milhões, alta de 17,9% em relação ao mesmo período de 2019. Desse total, R$ 370 milhões foram emitidos nas operações brasileiras e R$ 322,9 milhões, fora do País

O IRB Brasil Re fechou o mês de outubro de 2020 com prejuízo líquido de R$ 23,8 milhões. De acordo com a companhia, o resultado negativo foi causado por maiores provisionamentos na carteira internacional de vidas, em um impacto único. O IRB afirma que os números de outubro também foram influenciados pela transferência/venda de portfólio de sinistros do segmento rural. Sem estes impactos, a empresa teria registrado lucro líquido de R$ 110,3 milhões.

De acordo com dados do Formulário de Informações Periódicas (FIP) referente a outubro enviado pelo IRB à Superintendência de Seguros Privados (Susep), os prêmios emitidos em outubro chegaram a R$ 692,9 milhões, alta de 17,9% em relação ao mesmo período de 2019. Desse total, R$ 370 milhões foram emitidos nas operações brasileiras e R$ 322,9 milhões, fora do País. O crescimento no Brasil foi de 18,2% no espaço de um ano, e no exterior, de 17,7% no mesmo período.

A sinistralidade total do IRB foi de 82,1% em outubro. Sem os efeitos não-recorrentes, o número teria sido de 59,4%. As despesas de sinistro foram de R$ 347,5 milhões, sendo que R$ 159,3 milhões vieram com o provisionamento extra na carteira de vidas. O índice de sinistralidade ficou abaixo do observado no trimestre encerrado em setembro. Naquele período, de acordo com o IRB, a sinistralidade total foi de 96,2%. Nos nove primeiros meses de 2020, ficou em 104,2%. O IRB acumulou prejuízo de R$ 901 milhões entre janeiro e setembro.

O resultado de ‘underwriting’ ou subscrição do IRB em outubro foi negativo em R$ 43,6 milhões, sendo que sem os impactos de transferência de carteira e provisões, teria ficado positivo em R$ 90,5 milhões. O ressegurador afirma que não houve impacto material em decorrência da descontinuidade de negócios e que por isso, os resultados refletem dados consolidados.

ARTIGO: Como fechamos o ano de 2020?

Francisco Galiza

por Francisco Galiza

Inicialmente, em uma análise micro, é sempre importante ressaltar a eficiência com que o segmento de seguros conseguiu se adaptar a um novo cenário, sem perda de eficiência. Todos os agentes merecem os parabéns. No aspecto macro, nas seguradoras, o lucro agregado em 2020 deve cair uns 15%, quando comparado ao nível de 2019. Em termos de receita, o segmento total (seguros + saúde) deve ter uma variação nominal de 5%. Isso leva a uma perda real, quando comparamos, por exemplo, com a variação do IGPM. Nos produtos de acumulação, porém, a queda será maior. No máximo, o valor de 2020 vai ser igual ao de 2019. Ninguém conseguiu poupar mesmo. Diante das circunstâncias terríveis do momento, com uma estimativa de queda de PIB de 4% em 2020, consideramos que os números do setor foram razoáveis. A tabela abaixo, mostra os dados de 2018, 2019 e 2020.

Para o ano de 2021, o Indicador de Confiança do setor está em 120 pontos, um sinal claro de otimismo. A recuperação veio se dando ao longo do ano, após atingir os 50 pontos em maio, como sinaliza o gráfico abaixo. Em termos de país, nesse momento, a previsão de variação do PIB em 2021 está em 3,5%. Além disso, a vacina está em horizonte próximo. Tudo leva a crer que o ano que vem será de recuperação. O mercado de seguros deve voltar a crescer nominalmente com dois dígitos. As chances são grandes. Porém, é nossa obrigação ressaltar que existem alguns nuvens que precisam ser dissipadas, como o aumento da inflação, a dívida pública e uma instabilidade política maior. Mas, enfim, economicamente, um ano de 2021 pior do que 2020 vai ser difícil.

Agora, o momento é de comemorar a volta da vida. Muita saúde e feliz ano novo!

2021 deve ser menos volátil, mas com muitas incertezas, avalia CNseg

Pedro Simoes, CNseg

“Há muito para avaliar, como a retomada do setor de serviços, inclusive diante da adoção mais clara do trabalho remoto, bem como o impacto disso na produtividade do país, levando-se também em consideração o elevado índice de desemprego”, diz Pedro Simões 

2020 termina com as tradicionais revisões dos analistas na coleta de projeções feitas pelo Banco Central  para a divulgação do Boletim Focus às segundas-feiras. Neste ultimo boletim do ano, a mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 voltou a subir, de 3,46% para 3,49%. A mediana das expectativas dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2021 caiu, de 3,37% para 3,34%.

Segundo Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, a principal revisão foi o aumento da projeção para a taxa de juros básica, a Selic, com algumas casas projetando uma alta para além dos 3% ao longo de 2021. “O aumento está em linha com as expectativas. A inflação projetada em 3,34% ainda gera um juro real negativo, o que não parece ser compatível com a atual situação fiscal do Brasil por um longo período”, comentou.

Simões acredita que apesar do maior pessimismo com o começo do ano que vem, por conta da aceleração da pandemia em vários países, o quadro geral de incerteza permanece. “A incerteza se reduziu, mas com desfecho negativo, com a concretização da segunda onda da pandemia, mas houve também definições positivas, como a aprovação do pacote emergencial dos EUA nesta semana por Donald Trump, de estímulos de US$ 900 bilhões, o que deve impulsionar a economia americana nos próximos meses. O que acontecer por lá determinará a política monetária do Fed e, consequentemente, a política monetária do mundo inteiro”, destaca o economista da CNseg.

“Agora temos outras incertezas sobre como o efeito do fim do auxílio emergencial em 2021. O estado de calamidade caduca neste ano e o orçamento do governo para 2021 nem foi votado e não será até a volta do Congresso para votação”, avalia. 

Simões acredita que 2021 promete ser menos volátil que 2020, mas será preciso acompanhar os indicadores dia a dia, não só pelo “timing” em que a solução para a Covid-19, a vacinação, será implantada mas também pelos impacto na economia que virão após. “Há muito para avaliar, como a retomada do setor de serviços, inclusive diante da adoção mais clara do trabalho remoto, bem como o impacto disso na produtividade do país, levando-se também em consideração o elevado índice de desemprego”. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Alfredo Lalia Neto é o novo CEO da Sompo Seguros no Brasil

Como antecipou o blog Sonho Seguro, a noticia foi confirmada hoje

Fonte: Sompo

Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, anunciou hoje a indicação de Alfredo Lalia Neto, como novo CEO da companhia no Brasil. 

Alfredo Lalia Neto chega à Sompo Seguros após mais de 27 anos de experiência no setor de Seguros. Nesse período, ele ocupou diferentes cargos de liderança, entre os quais; Diretor de Gerenciamento de Riscos (CRO – Chief Risk Officer) e Diretor de Subscrição (CUO – Chief Underwriting Officer); além de CEO em duas grandes seguradoras do Brasil. Lalia Neto iniciou sua carreira na Yasuda Seguros, uma das companhias que deram origem à marca Sompo no Brasil.

“É uma honra ter a oportunidade de contribuir com o futuro da Sompo Seguros. A reconhecida cultura de inovação da empresa e colaboradores engajados fazem da companhia uma organização única e bem posicionada no mercado brasileiro. Estou ansioso para iniciar o trabalho com a equipe da Sompo Seguros, para que possamos impulsionar um crescimento sustentável e lucrativo juntos”, ressalta Alfredo Lalia Neto. 

“Gostaria de dar as boas-vindas a Alfredo por integrar nossa equipe e parabenizá-lo por seu novo cargo. Estou ansioso para trabalharmos juntos, enquanto continuamos a evoluir e expandir nossa operação brasileira”, conclui Mikio Okumura, CEO da Sompo International Holdings Ltd.

Caixa seleciona corretora de seguros para balcão do banco

Wiz , que tem 70% de sua receita com a venda de seguros no balcão do banco, é uma das que tem interesse neste processo

A Caixa Seguridade informou que seu conselho de administração aprovou o início do processo competitivo para selecionar uma co-corretora que atuará no balcão de seguros da Caixa, em parceria por uma corretora que está sendo criada pela própria Caixa Seguridade. O prazo do acordo será de dez anos e se iniciará a partir de 15 de fevereiro de 2021, quando termina a exclusividade da Wiz Soluções e Corretagem de Seguros.

Susep coloca normativo sobre seguros de danos e de pessoas em consulta

susep

Edital divulga cronograma para registro das demais operações de seguros, bem como das operações de previdência complementar aberta, capitalização e resseguros 

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública proposta de normativo que dispõe sobre condições para o registro facultativo e para o registro obrigatório das operações de seguros de danos e de seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de reparação simples. O registro deve ser realizado em sistemas homologados e administrados por entidades registradoras credenciadas pela Susep. 

A proposta de circular estabelece as informações básicas e complementares que devem constar do registro, além de estabelecer o prazo de até dois dias úteis a partir do fato gerador para que o registro seja realizado. 

A proposta estabelece as condições para o registro facultativo das operações de seguros de danos e de seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição simples (ANEXO I), assim como as condições para o registro obrigatório das operações de seguros classificadas no grupo de riscos financeiros, exceto o seguro garantia (ANEXO II). 

Optou-se, assim, por dar sequência ao processo de regulamentação do SRO priorizando operações que guardam maior similaridade com as operações de seguro garantia, que já foram regulamentadas, tanto em termos das entidades que oferecem tais seguros quanto em volumetria de operações. 

Ainda, no âmbito desta Consulta Pública, a Susep decidiu divulgar cronograma para a determinação da obrigatoriedade de registro das demais operações de seguros, bem como das operações de previdência complementar aberta, capitalização e resseguros, conforme condições a serem regulamentadas posteriormente. 

Esse cronograma, que será utilizado como referência para as atividades internas da autarquia, contém o seguinte detalhamento em relação aos ramos e modalidades de operações e as respectivas datas previstas para a obrigatoriedade de registro: 

  • Grupos patrimonial, responsabilidades, marítimos, aeronáuticos, petróleo, nucleares, rural, aceitações no exterior e sucursais no exterior: 1º de julho de 2021; 
  • Grupo transporte: 1º de setembro de 2021; 
  • Grupo automóvel: 1º de novembro de 2021; 
  • Seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição simples: 1º de fevereiro de 2022; 
  • Operações de previdência e de seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição de capitais de cobertura e em regime financeiro de capitalização: 1º de julho de 2022; 
  • Operações de resseguro local: 1º de novembro de 2022; e 
  • Operações de capitalização: 2 de janeiro de 2023. 

A consulta pública estará aberta até o dia 19 de fevereiro de 2021. 

Quali doa recursos para viabilização do projeto Natal Solidário – Janela de Isabela

Com parte do aporte realizado pela Companhia, mais de 1,5 mil livros foram doados a mais de 10 hospitais que tratam o câncer infantil no estado de São Paulo

Fonte: Qualicorp

Hospitais e casas de apoio de diversas regiões do estado de São Paulo que
tratam o câncer infantil receberam, na terça-feira (22), exemplares do
livro “Janela de Isabela”, do autor André Castilho. A ação faz parte do
projeto Natal Solidário – Janela de Isabela, que foi concretizado graças ao
aporte realizado pela Quali, que correspondeu a cerca de 70% do valor total. Ao todo, foram distribuídos 1,5 mil livros que mostram o conceito de como a imaginação pode mudar a realidade de pacientes com câncer. 

“Eu tinha exatamente uma semana para arrecadar fundos que me ajudassem a entregar esses livros como um presente de Natal para as pessoas que precisam de uma mensagem de esperança e coragem para seguir a luta. Para isso, fiz uma vaquinha virtual, mas um dia antes dela ser finalizada, tinha menos de 30% do valor total necessário. Foi quando a Quali tomou conhecimento do meu projeto e completou tudo o que faltava para que ele fosse concretizado. Estou muito feliz e posso dizer que recebi o meu milagre de Natal”, comenta André Castilho, autor do livro e idealizador do projeto.

Com o aporte da Companhia, André conseguiu atingir o valor necessário para viabilizar a confecção dos exemplares e organizar as entregas, feitas
pessoalmente por ele.

“Para nós é uma honra colaborar com uma causa tão nobre como essa. Assim que soubemos dessa iniciativa, nos identificamos com o seu propósito e decidimos de imediato que iríamos ajudar a viabilizar a doação dos livros, que certamente ajudarão a todos que tiverem acesso a ele. Nós acreditamos que ações como essas devem ser multiplicadas”, finaliza Pablo Meneses, vice-presidente de Operações e Relacionamento da Quali.

Legenda da foto: Douglas Boscato, gerente da Fundação Criança, mantenedora do ITACI – Instituto de Tratamento do Câncer Infantil, e André Castilho, autor do livro Janela de Isabela e idealizador da campanha, durante entrega dos livros ao ITACI.

XP lança plano de previdência com estratégia totalmente internacional

Fundo reflete 100% da variação das principais empresas listadas na bolsa americana sem efeito cambial

Fonte: XP

A XP Inc. lança a partir de hoje os planos PGBL e VGBL Trend Bolsa Americana 100 XP FICFIM. O produto, inédito e pioneiro no Brasil, acompanha a variação da bolsa americana com até 100% de exposição, sem variação cambial, e é voltado para investidores qualificados.  A XP Seguros conta hoje com mais de R$ 12 bilhões em ativos sob custódia, sendo que 2,5% do patrimônio já está alocado no exterior, em comparação a uma média de mercado de 1%. O Trend Bolsa Americana 100 XP FICFIM sintetiza a variação da bolsa americana por meio de derivativos negociados no brasil. O investimento inicial é de R$ 5 mil, com movimentação mínima de R$ 500, resgate em D+1 e taxa de administração de 0,60% a.a.  

“Este lançamento é o primeiro de uma série de produtos com exposição internacional que estamos programando para o início de 2021. Como parte da transformação que a XP está realizando no mercado financeiro, estamos ampliando as possibilidades de investir no longo prazo com ações de empresas da maior economia mundial”, afirma Roberto Teixeira, head da XP Seguros.  O executivo explica que o mercado de previdência hoje ainda explora pouco as oportunidades de investimentos internacionais. Isso acontece porque, até o início de 2020, a legislação era mais restritiva, mas também porque há pouco interesse dos grandes bancos em oferecer produtos diferenciados aos seus clientes. 

Logo no início de 2021, a XP Seguros irá lançar uma extensa prateleira de fundos que refletirão o desempenho de mercados internacionais como Estados Unidos,  China e  Europa. O objetivo é democratizar o acesso a mercados que, normalmente, não são acessíveis ao investidor individual. Os clientes poderão criar sua melhor alocação com a exposição a fatores de risco de forma transparente com uma gestão ativa em variados mercados, ações globais, hedge funds, crédito privado entre outros.  

Mitsui Sumitomo participa de projetos sociais neste final de ano

Grupo prioriza investir em projetos ligados ao desenvolvimento humano

Com o objetivo de apoiar projetos que contribuam para a garantia dos direitos de crianças e adolescentes, a Mitsui Sumitomo Seguros apoiou um projeto interno e dois de parceiros de negócios neste final de ano. A seguradora alegrou o Natal de 290 crianças das cinco ONGs parceirasDurante o mês de novembro, foi feita uma arrecadação financeira onde 116 colaboradores participaram. “A responsabilidade social é um tema cada vez mais importante para a Mitsui Sumitomo Seguros. Apoiamos projetos que exercem grandes impactos sociais e que estejam dentro dos objetivos, estratégias, visão, missão e valores da empresa”, diz Hélio Kinoshita, vice-presidente da seguradora.

As organizações apoiadas foram a ONG TUCCA tem a proposta de elevar as taxas de cura e melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes carentes com câncer. A ACCV é uma organização social que oferece diversas atividades educativas e de acolhida para a comunidade carente do Butantã –  SP. A CASA UM, localizada na região central da cidade de São Paulo, acolhe pessoas LGBT expulsas de casa por suas orientações afetivas sexuais e identidades de gênero.A ADEFAV desenvolve ações para crianças com Deficiência Múltipla, Surdocegueira e Deficiência Visual. E a  MULEKES DA PRAÇA atende famílias em situação de vulnerabilidade que moram nas comunidades do Grande ABC. “Conseguimos somar a quantia de R$ 10.629,16, onde a MSS foi lá e dobrou, chegando à marca de R$ 21.258,00”, comemora Julia Frazatto, superintendente de RH e marketing. 

Entre os projetos de apoio a ações sociais de parceiros, a Mitsui investiu no programa social “Juntos Protegemos”, da Rede Lojacorr, e também para a realização da tradicional Festa do “CEI Vila Cisper II”, do grupo Marsh & McLennan Companies. No projeto ‘Juntos Protegemos’, a Mitsui apoiou a ação da Lojacorr, que escolheu o Pequeno Príncipe, maior hospital pediátrico do País, como instituição beneficiada, por ser um centro de referência no diagnóstico e tratamento de crianças e adolescentes, além de ser filantrópica, destinando 70% dos atendimentos ao Sistema Único de Saúde – SUS. A verba angariada tem destino certo: manter as atividades de assistência à saúde do Hospital e assim ajudá-lo a superar os desafios da pandemia. O Hospital Pequeno Príncipe se preparou para a enfrentar o coronavírus, mas não deixou de atender as emergências e os pacientes crônicos, já́ em tratamento. 

Já a Marsh & McLennan promoveu a tradicional festa anual do CEI Vila Cisper II de uma maneira diferente: o evento foi online, através de uma Live, no dia 10 deste de dezembro. O evento tem o objetivo de arrecadar recursos junto aos parceiros do mercado segurador e ressegurador em prol da instituição. A instituição filantrópica foi fundada em 2001 pela Associação dos Funcionários do Grupo MMC e atende mais de 150 crianças com idade entre 0 e 4 anos em uma comunidade carente da Grande São Paulo. Com uma equipe de mais de 30 profissionais, o CEI oferece diariamente às crianças orientação e educação através de atividades pedagógicas e educacionais, proporcionando assim seu amadurecimento cognitivo e a construção de sua identidade social. Todo ano os funcionários realizam diversas iniciativas de voluntariado em prol da instituição que incluem doações de brinquedos, mutirões para pintura, entre outras atividades. 

“O apoio às causas sociais está no DNA da Mitsui Sumitomo Seguros, como também incentivando o time a se envolver. Neste momento delicado, a Mitsui Sumitomo Seguros se uniu para ajudar quem tanto precisa de ajuda, sendo que toda a equipe arrecadou doações financeiras. Estar junto – tomoni em japonês – é a filosofia da Mitsui Sumitomo Seguros. Temos muito orgulho em fazer parte destes projetos. Acreditamos que juntos sempre podemos fazer mais e melhor. Por isso, essas açõe foram tão bem-vinda e apoiada por nós”, finaliza Helio Kinoshita.

Segfy e Cliente Agente fecham parceria com benefícios para os corretores de seguros

Parceria entre as startups traz descontos e novidades para os corretores de seguros

Fonte: Segfy

A Startup Cliente Agente foi criada com um propósito claro. Ajudar corretores de seguros a identificar e engajar seus clientes. Segundo Kleber de Paula, fundador da startup, todos os corretores, sem exceção, precisam de presença nas redes sociais paragarantir ocrescimentodesuacarteira,massãorarososquetratamoassunto como uma estratégia.

“A maior parte dos corretores de seguros não planejam sua presença digital, não medem sua efetividade e não se conectam com seus clientes online. Com isso, perdem oportunidades de receitas que este canal pode oferecer.”

O marketing digital sempre foi importante no dia a dia dos corretores de seguros, mas a pandemia causada pelo Coronavírus acentuou sua importância. Pensando nisso, a Cliente Agente criou as plataformas Studio e o Studio Play, que favorecem o corretor com materiais prontos, dicas de postagens e muito mais.

Os planos oferecem conteúdos para as redes sociais, incluindo até o TikTok, febre entre os mais jovens, que vem rendendo bons resultados para as empresas que o utilizam com efetividade. Além disso, a plataforma oferece landing pages, que no mercado custam até R$1000,00 a unidade.

Hoje, a plataforma cobra R$54,90 mensais pelo uso ilimitado. Além desta versão, existe o Studio Play, que entrega semanalmente novos vídeos elaborados na própria Startup com legendas e áudios podendo ser personalizados com a logo da Corretora.

“O cliente tem a impressão que a Corretora produziu o material, o que eleva a percepção de valor da mesma”, ressalta Kleber.

A novidade é que a Cliente Agente fechou uma parceria com a Segfy, maior fornecedora de software de gestão para corretoras de seguros no Brasil. Os corretores que aderirem através da parceria, terão 10 dias de teste gratuito, 20% de desconto na plataforma e não serão cobrados pelo setup da ferramenta.

A Plataforma Studio é exclusiva no setor e segue em constante evolução, salienta Kleber. “Estamos mudando a forma como os corretores se apresentam para o mercado. Introduzindo comunicação de qualidade no setor e estimulando a criação e divulgação das marcas”.