Sompo Seguros contrata Bruno Pereira como diretor financeiro

Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba e contratar Bruno Rodriguez Pereira como Diretor Executivo Financeiro. Com mais de 20 anos de experiência, o executivo chega para contribuir com a estratégias de negócios estabelecidas para a nova fase da companhia.  Bruno Rodriguez Pereira é Engenheiro de Produção (Univ. Federal Fluminense), com MBA em Gestão Financeira e Atuarial (FIPECAFI/USP).

Iniciou a carreira como auditor em renomadas empresas de consultoria prestando atendimento a companhias seguradoras. Ao longo da carreira, atuou em todas as áreas de finanças e cargos de liderança em grupos seguradores internacionais no Brasil e participou de projetos de Fusões & Aquisições, Reestruturação de Projetos Financeiros, entre outras iniciativas de porte. Entre 2008 e 2011 atuou na Marítima Seguros, uma das companhias que deram origem à marca Sompo Seguros no Brasil.

“É uma honra voltar para um grupo segurador que traz em sua origem a capacidade de inovar para atender à sua missão e propósitos. Atuei numa das empresas que deu origem ao grupo e, agora, passo a integrar o desafio de contribuir com a estratégia de potencializar a capacidade de crescimento da Sompo Seguros no Brasil”, destaca Pereira.“O Bruno é um executivo com amplo conhecimento que construiu sua carreira atuando na transformação do mercado segurador nos 20 anos recentes. Seu know-how será essencial para darmos andamento às decisões estratégicas estabelecidas para o desenvolvimento do planejamento estratégico de negócios da companhia nos próximos anos”, acrescenta Alfredo Lalia Neto, presidente da Sompo Seguros.

Conjuntura CNseg: setor de seguros reage no primeiro bimestre do ano, com alta de 4,5%

Fonte: CNseg

O setor segurador continua a gerar receitas de prêmios voláteis no ano, em virtude dos impactos heterogêneos da pandemia entre ramos e modalidades de seguros. Resultado: no primeiro bimestre de 2021, o setor apresentou crescimento de 4,5% contra o mesmo período de 2020, quando ainda não havia pandemia, decretada em março. “A liderança cabe a Danos e Responsabilidade, com avanço de 12,6%. O segmento de Pessoas sobe pouco, 1,5%, influenciado por virtual estabilidade de planos de acumulação”, assinala o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, em editorial da publicação Conjuntura CNseg nº 41.

Chama a atenção a forte aceleração apresentada por algumas modalidades no acumulado do ano. Quase todos os ramos de seguros observaram avanços, alguns verdadeiramente superlativos. Pelo menos, oito ramos contribuíram para o resultado positivo no ano, que são: Responsabilidade Civil (42,7%); Rural (32,2%); Crédito e Garantias (27,2%); Patrimonial (26,4%); Transportes (20,9%); Habitacional (10,9%); Marítimo e Aeronáuticos (9,9%) e Planos de Vida – Risco (6,3%).

Alguns ramos vêm tendo desempenho tão consistente, principalmente a partir do segundo semestre de 2020, que, mesmo tendo queda em fevereiro sobre janeiro, puxaram a alta do ano. Entre eles, aparecem Marítimos e Aeronáuticos (-35,6%); Responsabilidade Civil (-28,1%); Transportes (-24%); Garantia Estendida (-17,7%); Patrimonial (-6,2%); Automóveis (-5,7%) e Rural (-2,7%). Os Títulos de Capitalização recuaram 3,5%. Os únicos que cresceram foram Crédito e Garantias, com 17,5%, e Planos Tradicionais de Vida, com 3,4%. Os prêmios de fevereiro, de R$ 22 bilhões, registraram queda de 9,9% sobre janeiro, de R$ 24,2 bi.

Outra realidade de mercado é apresentada na comparação mês contra mesmo mês do ano anterior, métrica ainda mais importante de aferição do desempenho. A receita de fevereiro último foi 5,5% superior ao mesmo mês de 2020, mês que antecedeu a decretação da pandemia e de bom desempenho. Nesse caso, o desempenho positivo foi,  novamente, influenciado pelo segmento de Danos e Responsabilidades, com alta de 14,9%, enquanto o segmento de Cobertura de Pessoas avançou 1,5% e os Títulos de Capitalização tiveram receitas aumentadas em 6,6%. 

Conjuntura CNseg ressalta ainda que o desempenho favorável guarda forte relação com o comportamento dos ramos de maior densidade de market share, como  Automóveis, cuja receita somou R$ 2,68 bilhões no mês e alta de 7,4% sobre o segundo mês de 2020; Planos de Vida Risco (R$ 3,74 bilhões e crescimento de 7,3%); Patrimonial (R$ 1,35 bilhão no mês e taxa extraordinária de 38,1%); Rural (R$ 429 milhões e crescimento elevado de 43,9%); Habitacional (R$ 399 milhões e taxa de 10,7%); Transportes (R$ 275 milhões e taxa de 25,6%). “Todos esses – fora Automóveis – são ramos que tiveram desempenho consistente no ano de 2020 e em janeiro deste ano, revelando as preferências prioritárias dos consumidores: proteção da vida, proteção e investimento nas residências, mobilidade das cargas transportadas”, concluiu Marcio Coriolano

Fundación MAPFRE destinará 120 mil euros a projetos e iniciativas de caráter social

Fonte: MAPFRE

Estão abertas as inscrições para os Prêmios Sociais da Fundación MAPFRE. Com o objetivo de reconhecer iniciativas e instituições de destaque internacional que promovam a melhoria da sociedade, a premiação distribuirá 120 mil euros aos selecionados (30 mil euros por categoria). As inscrições vão até 31 de maio.”Em um cenário tão desafiador, consideramos ainda mais necessário apoiar e reconhecer as pessoas, projetos e entidades que, com sua dedicação e esforço, nos ajudam a caminhar para uma sociedade mais solidária e humana”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, representante da Fundación MAPFRE no Brasil. “Sentimo-nos privilegiados como incentivadores de ações que valorizam a vida”, destaca. 

Confira as categorias:

“Prêmio por toda uma vida profissional José Manuel Martínez Martínez” reconhece aqueles que dedicam sua trajetória para melhorar a vida de outras pessoas. Para atribuir esse prêmio, o júri avaliará a história profissional e pessoal do(a) candidato(a), bem como seu apoio a causas solidárias. 

“Prêmio à melhor entidade por sua trajetória” reconhece o trabalho de instituições que realizaram ações relevantes e de grande impacto nas frentes social, cultural, de segurança no trânsito, prevenção de acidentes e promoção da saúde. Nesta categoria, o júri avaliará a eficácia dos projetos e seu grau de inovação e de aplicação em grande escala ao longo da história da entidade. 

“Prêmio ao melhor projeto ou iniciativa por seu impacto social” tem o olhar voltado a iniciativas diferenciadas que contribuam para melhorar substancialmente a vida de muitas pessoas. O júri irá avaliar a relevância, o grau de inovação e a originalidade do projeto, bem como a capacidade de ampliá-lo ao maior número de países. 

As inscrições das categorias acima podem ser realizadas em 
http://www.fundacionmapfre.com.br/fundacion/br_pt/bolsas-de-auxilio/bolsas-auxilios/fundacion-mapfre/

“X Prêmio Internacional de Seguros Julio Castelo Matrán” identificará trabalhos científicos que contribuam para ampliar a atividade seguradora na sociedade e conduzam à estabilidade econômica e à solidariedade por meio da segurança e da previdência social. 

Este prêmio tem parâmetros específicos, que podem ser consultados em: 
http://www.fundacionmapfre.com.br/fundacion/br_pt/bolsas-de-auxilio/bolsas-auxilios/julio-castelo-matran/

Rede Lojacorr renova 14 contratos com seguradoras parceiras

fusões aquisicoes

Fonte: Lojacorr

No primeiro trimestre deste ano, a Rede Lojacorr, maior rede de corretoras de seguros independentes do País, comemorou 14 renovações de contratos com companhias seguradoras. Os contratos renovados no 1º trimestre foram com: Bradesco Seguros, Chubb, Livonius (Essor), Icatu, Metlife, SulAmérica, Berkley, HDI, Seguros Unimed, Mapfre, Sompo, Sura, Tokio e Zurich.

Ao todo, a Lojacorr possui 44 companhias parceiras e mais de 200 produtos disponíveis. O diretor Comercial (CCO) da Rede Lojacorr, Geniomar Pereira, destacou que existem oportunidades imensas na Rede para o corretor, devido ao volume de parceiros de negócios. “Com essa quantidade de soluções, aliadas aos hubs especializados que permitem os negócios compartilhados, podemos oportunizar o atendimento de qualquer carteira em todo o País, democratizando o seguro em todo o território nacional, até porque existe cobertura da Rede em todos os Estados brasileiros”, afirma. 

O diretor de Mercado e Operações (COO) da Rede Lojacorr, Luiz Longobardi Junior, explica que além da empresa oferecer um ecossistema de soluções cada vez mais completo para atender o corretor e suas carteiras, a Lojacorr busca constantemente as melhores parcerias com companhias seguradoras que possam oferecer quantidade e qualidade de produtos para atender o segurado com as soluções mais assertivas da indústria da proteção. “Possuímos atualmente ramos e produtos de grande complexidade, mas também seguros mais comuns e baratos, para poder atender os brasileiros de forma diversificada, personalizada e completa”, acrescenta Longobardi.

Estadão: Itaú anuncia novos executivos para a área de seguros

Fonte: Estadão

O Itaú Unibanco anunciou reforços para a sua operação de seguros. Em mais uma ação do novo presidente do banco, Milton Maluhy, contratou Eduardo Domeque e João Carlos do Amaral dos Santos para tocar o negócio, de acordo com comunicado interno obtido pelo Estadão/Broadcast. 

O comando da área de seguros estava vago desde o início do mês por conta da ida do CEO da seguradora do Itaú e sócio do banco, Luiz Fernando Butori, para a área de crédito consignado, aquele com desconto em folha. Na ocasião, conforme revelou o Estadão/Broadcast, um processo de sucessão foi iniciado no conglomerado.

Eduardo Domeque vai chefiar a operação de seguros do Itaú. Ele foi membro do comitê de sócios do BTG, onde trabalhou por 24 anos, e foi CEO da Too Seguros,seguradora do Pan, que pertence ao banco. João Carlos do Amaral dos Santos também tem passagem pela Too Seguros nos últimos cinco anos e, antes, integrou a área de research (análise de investimentos) do BTG Pactual. Ele será responsável por desenvolvimento de novos negócios e responderá a Domeque. Segundo informações do BTG Pactual, os dois executivos já haviam deixado o banco há mais de um ano. 

Os executivos terão o desafio de comandar uma transformação em seguros, setor no qual busca a liderança, diz o Itaú em anúncio a funcionários. Nos últimos anos, o banco, sob o comando de Butori, reestruturou sua operação, com a implementação de uma plataforma aberta, ou seja, que vende produtos da concorrência. Ambos entram, conforme comunicado do banco, no novo programa de sócios do banco. 

A solução para preencher posições executivas, novamente, veio de fora. Desde que assumiu o comando do maior banco da América Latina, no mês passado, Maluhy tem dado sinais de uma gestão diferente. Recentemente, contratou o tesoureiro do Citi, Pedro Lorenzini, para assumir vaga semelhante no Itaú. Trouxe ainda uma executiva do Twitter, Thaiza Akemi, para tocar as redes sociais do banco.

CNseg lamenta falecimento de Sérgio Ribeiro

A Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg lamenta o falecimento do economista Sérgio Augusto Ribeiro, ocorrido em 23 de abril. Ele foi presidente da Fenaseg entre 1986 e 1989, diretor do Banco Central e vice-presidente da SulAmérica. Sérgio Ribeiro era uma das vozes mais respeitadas e vibrantes do mercado segurador, deixando entre seus legados a criação do Comitê de Divulgação do Seguro (Codiseg), do qual também foi seu primeiro Presidente.

O Codiseg era um órgão que tinha o objetivo de tornar o seguro mais bem entendido pela população e pelos poderes constituídos, além de realizar pesquisas e estudos para ampliar uma participação que, àquela altura, não ultrapassava 0,9% do PIB, ao passo que em outras economias médias representava 3,5% do PIB.

Apaixonado pelo seguro, Sérgio Ribeiro foi um dirigente obstinado em cobrar das autoridades medidas em prol de um ambiente de negócios mais favorável ao desenvolvimento do setor.

Sérgio Ribeiro inscreve seu nome entre os protagonistas da história do setor de seguros nacional.

A CNseg presta respeitosas condolências aos familiares e amigos do estimado Sérgio Ribeiro.

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS SEGURADORAS – CNSEG

Ministério da Saúde fecha seguro de R$ 4,4 mi para cobrir efeitos adversos de vacina da Pfizer

Fonte: Reuters

O Ministério da Saúde fechou a contratação de um seguro privadointernacional no valor de 4,4 milhões de reais com o objetivo de cobrir a responsabilidade civil por eventuais eventos adversos da vacina contra Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Pfizer.

O endosso da contratação do seguro internacional com a Newline Underwriting Management Limited, por meio do Lloyds Broker The Underwriting Exchange Limited, foi publicado nesta sexta-feira em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

No mês passado, o governo federal informou que previa investir 5,63 bilhões de reais na compra de 100 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19.

A vacina da Pfizer, que já tem o aval da Anvisa, será o terceiro imunizante a ser usado em solo brasileiro contra Covid-19 –ao lado da CoronaVac e da AstraZeneca. O governo deverá receber o primeiro lote de 1 milhão de doses da Pfizer na próxima semana.

O governo tem sido alvo de críticas diante da lentidão no avanço da imunização no país.

Mitsui Sumitomo reforça área comercial para estreitar parceria com corretores

A área comercial das seguradoras passa por uma grande transformação. A pandemia mudou a forma de fazer negócios. Antes acostumados a eventos presenciais e olho no olho, agora todos se reinventam para fechar negócios virtualmente.  Com isso, ter pessoas chaves na área comercial é uma prioridade para o mercado de seguros, que nunca esteve tão competitivo. 

A Mitsui Sumitomo tem priorizado o investimento em pessoas para se conectar ainda mais com os corretores de seguros. A área comercial está segmentada em seis canais: Corretores Corporate, Corretores Varejo, Assessoria, Contas japonesas, Parcerias e Corretores Remoto. Recentemente, a companhia anunciou a contratação de Flávio Zoppello para comandar a diretoria comercial de atendimento ao Corretor Corporate e Varejo em todo o Brasil. Um dos desafios do executivo será triplicar a companhia nos próximos quatro anos e inovar no relacionamento com corretores e clientes.

A Seguradora termina o plano estratégico 2018/2021 e já está na mesa o planejamento para os próximos quatro anos. “Estamos mudando a cara comercial da seguradora para imprimir um novo ritmo. As restrições impostas pela pandemia têm nos ensinado a fechar negócios virtualmente. Todos nós estávamos acostumados a trabalhar na rua, visitando clientes, e este novo ritmo, aliado às mudanças de hábitos de consumo e aos avanços da tecnologia, traz desafios para todos”, diz Zoppello.  

Para apoiar o Zoppello, a Mitsui Sumitomo Seguros em reconhecimento aos talentos comerciais da casa, promoveu Guilherme Pisa assumindo a Superintendência da Regional Sul e Alexandre Brum assumindo a Superintendência da Regional Norte, que inclui Minas, Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Goiânia e Manaus. 

O alvo é crescer em todas as praças, sendo São Paulo e Belo Horizonte os maiores desafios de Zoppello. São praças com grandes volumes de produção de seguros e, consequentemente, onde a competição é mais acirrada. “Estamos nos preparando para aumentar nossa fatia de mercado. Queremos nos conectar mais com corretores e entender melhor as particularidades de cada parceiro para termos os melhores produtos e serviços para atender as necessidades de seus clientes”, afirma. 

São Paulo, região que representa mais de 50% das vendas de seguros do Brasil, conta com Artur Paiva que também foi promovido e assumiu a filial de seguros corporativos e Ricardo Carqueijo, que acaba de chegar na Mitsui Sumitomo para ser o responsável pela filial de varejo na cidade São Paulo. Ele traz na bagagem 15 anos de empresas em empresas como Itaú, XL, Allianz e AXA.

“Chego com grande entusiasmo na Mitsui Sumitomo, que tem feito grandes mudanças para ser a seguradora que melhor atende corretores e clientes”, diz o executivo, formado em Direito e pós graduado em administração de empresas. “Ricardo vai liderar uma filial que tem como meta tornar-se a filial #1 da Mitsui Sumitomo e contribuir significativamente com a estratégia de crescimento”, comenta Helio Kinoshita que está entusiasmado com a nova estrutura comercial. 

Segundo os executivos, estar próximo dos corretores é determinante para o fechamento de negócios de longo prazo, com uma subscrição e precificação adequadas, que gerem ainda mais relacionamento. “Seguro é um contrato de boa fé e por isso o relacionamento entre os profissionais é muito valorizado. Os corretores de seguros gostam de ter uma ligação mais próxima com os executivos das seguradoras, principalmente para desenhar um contrato com cláusulas mais adequadas ao cliente como também para resolver com rapidez quaisquer pendências na regulação do pagamento das indenizações. Seja virtual ou presencial, este é o nosso comprometimento com nossos parceiros”, finaliza Ricardo Carqueijo. 

Zurich e Z Zurich Foundation doam leitos de UTI para hospitais municipais de SP

Rodrigo Barros

Fonte: Zurich

A Zurich, em colaboração com a Z Zurich Foundation, está participando de um projeto de expansão de 90 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na cidade de São Paulo. Os recursos serão recebidos pelo Hospital Vila Santa Catarina e pelo Hospital M’ Boi Mirim e têm como objetivo auxiliar o município no enfrentamento emergencial da Covid-19. Como os leitos têm vida útil de 10 anos, ficarão como um legado para a cidade após o fim da pandemia, podendo atender 1.530 pessoas por ano.

Para o diretor executivo responsável por Sustentabilidade na Zurich no Brasil, Rodrigo Barros, a ação ajuda a cidade a afastar a ameaça de um colapso no sistema de saúde e potencializa, ao mesmo tempo, os recursos para o cuidado da saúde dos munícipes a longo prazo.

“A disponibilidade de leitos de UTI faz a diferença entre a vida e a morte de pessoas no enfrentamento à Covid-19, o que torna essa iniciativa importante e emergencial. Como cada leito pode operar por 10 anos, estimamos que essa contribuição, que equivale a 7 leitos, impactará no total quase 7 mil pessoas no município, inclusive com outras doenças e necessidades após o fim da pandemia. Não se trata apenas de uma ação de curto prazo, mas trará um legado para os hospitais e para os moradores da cidade”, afirma o executivo.

Por fim, o executivo explica que a doação está sendo feita por meio da parceria da seguradora com o Hospital Israelita Albert Einstein, que administra os Hospitais Municipais Vila Santa Catarina e M’ Boi Mirim – o último foi 100% convertido para o tratamento da Covid-19 em 2020.

Ocupação dos leitos de UTI

Segundo dados do Governo do Estado de São Paulo, no dia 12 de abril a região metropolitana de São Paulo contava com uma taxa de ocupação de 84,3% dos leitos de UTI, o que ainda mantém a cidade na fase vermelha de combate à doença. Em março, o estado chegou a registrar mais de mil mortes em um único dia e teve 21 de seus hospitais com 100% dos leitos para pacientes com Covid-19 ocupados, o que dificultou o tratamento da doença.

Zurich e Z Zurich Foundation na pandemia

A doação de leitos de UTI para o Hospital Municipal Vila Santa Catarina e Hospital Municipal Dr. Moysés Deutsh (conhecido como M’Boi Mirim), ambos em São Paulo e neste mês de abril, vem na esteira de uma série de iniciativas da Zurich para combater a pandemia no país. Em março, a companhia e a fundação já haviam doado 7 miniusinas de oxigênio para hospitais no Amazonas, ajudando a combater a crise de oxigênio que acometeu o estado.

Desde o início da pandemia, a seguradora Zurich e a Z Zurich Foundation, juntamente com a Zurich Santander, já destinaram um total de R$ 11,4 milhões para diferentes ações sociais ligadas ao combate à Covid-19 no Brasil. Os recursos foram direcionados para leitos de UTI e de enfermaria, para o financiamento de testes rápidos para hospitais e pontos de serviço público no país, para a compra de 1 milhão de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para hospitais e para a distribuição de vales para cestas básicas de alimentos e produtos de limpeza para 4,1 mil famílias durante quatro meses, na cidade de São Paulo, por meio de ONGs.

SulAmérica atinge R$ 9 bilhões em reservas de Previdência Privada

Solange Zaquem, SulAmerica

Os fundos de Previdência Privada da SulAmérica alcançaram R$ 9,4 bilhões em reservas no fim de dezembro de 2020 – alta de 17,2% em relação a igual período do ano anterior. As receitas dos produtos PGBL e VGBL aumentaram 15,7% e 10,6 %, respectivamente, expandindo as receitas operacionais do segmento em 12% frente a 2019. O resultado foi impulsionado, principalmente, pelo saldo positivo de portabilidade líquida de cerca de R$ 700 milhões no ano. 

“Trabalhamos com um propósito claro de melhorar a vida das pessoas oferecendo as melhores soluções do mercado, o que significa atender nossos clientes, de diversos perfis, em seus variados momentos de vida. Para isso, investimos sempre na diversificação e personalização dos nossos produtos, sejam eles para a saúde física, emocional ou financeira”, conta Solange Zaquem, diretora Comercial da SulAmérica.  

A executiva atribui a conquista também aos principais parceiros de negócios da companhia, os corretores de seguros. “A atuação consultiva dos nossos parceiros auxilia os consumidores a chegarem cada vez mais perto da Saúde Integral, que é o equilíbrio necessário para se viver plenamente no presente e no futuro. Nossa missão é potencializar essa abordagem e mantê-los sempre atualizados em relação ao nosso portfólio e ao cenário macroeconômico, por meio dos nossos canais de comunicação e plataforma de treinamentos”, conclui.  

Vantagens da Previdência Privada 

Além de ser um investimento no futuro para garantir qualidade de vida e proteção para a família, a Previdência Privada possibilita ao investidor obter benefícios como a tributação regressiva, que ao longo de dez anos chega a 10%. Outra vantagem é que não há “come-cotas”, que é a incidência de Imposto de Renda (IR) semestral que ocorre nos fundos de investimento não atrelados à um plano de previdência. 

O cliente também pode usá-la como uma ferramenta de planejamento sucessório, já que não precisa passar por inventário, em decorrência de falecimento do titular, e, em alguns Estados, não há cobrança de ITCMD, o tributo para transferência de bens em caso de herança ou doação. Somado a isto, a legislação desses produtos veio se atualizando e tornando essa classe ainda mais competitiva, possibilitando a aplicação em investimentos no exterior e maior exposição à renda variável.