Aon lança serviço e doará receita para garantir remessas globais de vacinas contra a COVID-19

A AON apresenta serviço que visa proporcionar uma cobertura de seguro de carga transparente para as vacinas, combinando dados de sensor e análises. A oferta aprimora o seguro All Risk Marine Cargo, com pagamento pontual para doses que não se enquadram na faixa de temperatura, que é acordada durante o transporte ou armazenamento. Assim, é possível gerenciar o risco e ter suporte de sinistros mais eficaz. O relatório em tempo real de qualquer desvio de temperatura também fornecerá a mitigação de perdas e ajudará a maximizar o número de doses administradas ao público. 

“Em vez de aceitar o chamado ‘novo normal’, na Aon, continuamos nos esforçando para um Novo Melhor”, disse Greg Case, CEO Global da Aon. “Continuaremos a avançar para criar soluções inovadoras que impulsionem nossa economia e sociedade. Fornecer proteção da cadeia de suprimentos para a entrega de vacinas contra a COVID-19 em todo o mundo é uma etapa importante nesse processo.” A Aon doará 100% de todas as receitas obtidas com esta nova solução em 2021 para uma instituição de caridade dedicada a erradicar o custo global humano e econômico da pandemia. 

A oferta é possível por meio de uma colaboração com a insurtech Parsyl, que servirá como plataforma de dados dedicada para a proteção em nome das seguradoras. O subscritor especialista Ascot Group atuará como o subscritor principal, vinculando as seguradoras Chubb European Group SE e AIG, com suporte de resseguro da Munich Re. Outras seguradoras são AEGIS London, Antares Managing Agency Ltd (uma empresa QIC Global), AXA XL, AXIS Insurance, Beazley, Fidelis, MS Amlin e Talbot. 

A solução permitirá a integração de uma ampla gama de dispositivos de detecção e melhorará o gerenciamento de riscos e o suporte a sinistros. Ela está disponível para partes qualificadas na cadeia de abastecimento de vacinas, incluindo empresas farmacêuticas, órgãos governamentais, empresas de transporte e logística, distribuidores, sistemas de saúde, redes de farmácias e centros de inoculação. 

Embora esta nova solução não exija a utilização de plataformas específicas de Internet das Coisas (IoT) ou dispositivos sensores¹, as empresas seguradas terão a opção de acessar esses serviços e produtos de forma gratuita durante 2021 a partir de empresas que estão empenhadas em melhorar a distribuição global de vacinas contra a COVID-19. ChronosCloud, Intel, Mastercard e Sensitech, uma parte da Carrier Global Corporation, concordaram em doar acesso a certas plataformas, tecnologia de blockchain ou dispositivos como parte da solução de gerenciamento de risco². 

“A ChronosCloud tem o orgulho de colaborar com a Aon na luta contra a COVID-19. Nossa plataforma baseada em nuvem conecta todos os parceiros da cadeia de suprimentos com sensores de Internet das Coisas em tempo real para monitoramento de condição ativa”, disse John Hoyt, Managing Director da ChronosCloud. “O ChronosCloud responde ativamente a quaisquer flutuações de temperatura, para que os remetentes possam garantir a qualidade contínua. Esta plataforma poderosa desempenha um papel importante como parte da iniciativa de entrega de vacinas da Aon.” 

“A Intel tem trabalhado em estreita colaboração com a Aon, Mastercard e ChronosCloud para fornecer plataformas de computação efetivas para enfrentar os desafios na distribuição global segura e precisa de vacinas COVID-19”, disse Christine Boles, VP/General Manager da Divisão de Soluções Industriais da Intel. “A tecnologia usada em todo o seu potencial pode salvar e mudar vidas. Esperamos apoiar a Aon em seus esforços para enfrentar os desafios que a distribuição da vacina contra a COVID-19 apresenta.” 

“Nossa colaboração com a Aon e a ChronosCloud chega em um momento importante em que as cadeias de suprimentos modernas estão se tornando cada vez mais complexas e a visibilidade de ponta a ponta é essencial”, disse Carlos Menendez, President, Enterprise Partnerships da Mastercard. “A solução de proveniência da Mastercard permite que a base técnica rastreie a jornada em tempo real, aproveitando a imutabilidade do blockchain, proporcionando melhor gerenciamento de risco e minimizando disputas por meio de um registro confiável e compartilhado de remessas.” 

“Estamos satisfeitos por fazer parte dessa colaboração global com a Aon e outros líderes da indústria. À medida que os esforços de distribuição da vacina contra a COVID-19 continuam a se expandir para alcançar todas as populações, os dados de temperatura e localização em tempo real da Sensitech ajudarão a reduzir o aumento do problema e possibilitar uma tomada de decisão ágil com fatos”, disse Mike Hurton, Vice President & General Manager da Sensitech. 

Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros anuncia vencedores no dia 29 em cerimônia online

O anúncio oficial dos vencedores da 5ª edição do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros será no próximo dia 29, em cerimônia online. Os 25 finalistas (de um total de 514 trabalhos inscritos) concorrem a R$ 120 em prêmios, divididos em cinco categorias: Mídia Impressa, Audiovisual, Webjornalismo, Imprensa Especializada do Mercado de Seguros e Formação e Qualificação Profissional. 

O Prêmio é organizado pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), com apoio institucional da CNseg. A cerimônia de encerramento será transmitida pelo YouTube, a partir das 19h, nos canais da Fenacor e da ENS.

Confira abaixo a relação dos jornalistas que concorrem ao prêmio:

Categoria Formação e Qualificação Profissional

1. “Escolas investem para inovar na educação virtual”

 Barbara Bigarelli (Valor Econômico)

2. “LGPD: cresce número de especializações em segurança digital”

 Giselle Loureiro (Rede Amazônica – Bom Dia, Amazônia);

3. “Sala do Futuro chega ao Brasil juntando EAD e ensino presencial”

 Lorena Fraga Gomes (Correio Braziliense); 

4. “Pandemia muda rotinas de trabalho e traz aprendizado para o setor de seguros”

 Riva Blanche Kran (Rádio Brasil Central AM e RBC FM / Programa Show da Tarde)

5. “Salas de aula virtuais”

 Thaís Ruco (Revista da Aconseg/SP)

Categoria Imprensa Especializada do Setor de Seguros 

1. “Pandemia de vazamento de dados”

André Felipe de Lima (Revista Apólice)

2. “Horizonte prateado”

Carol Rodrigues (Revista Cobertura)

3. “Mais gente com menos renda: o grande desafio do seguro de vida”

Kelly Lubiato (Revista Apólice); 

4. “As mulheres seguras”

 Sérgio Vitor Feitosa (Seguro Nova Digital)

5. “Incertezas ambientais abrem espaço para seguros paramétricos”

Solange Guimarães (Revista Apólice)

Categoria Mídia Impressa

1. “IRB poderia não ter sobrevivido a fraudes / Fim da fiscalização da Susep será endosso à nova gestão”

Ana Paula Ragazzi (Valor Econômico);

2. “É hora de acelerar as mudanças”

Denise Bueno (Valor Econômico – Valor 1000); 

3. “Dossiê DPVAT”

Diego Garcia (Folha de São Paulo); 

4. “Você tem seguro? Mesmo?”

Isadora Lima Carvalho (Revista Quatro Rodas); 

5. “Pandemia torna o seguro mais digital”

Sérgio Tauhata Ynemine (Valor Econômico)

Categoria Audiovisual

1. “Seguros – proteção, patrimônio, amor”

Danielle C. G. De Melo (TV Fortaleza – Jornal da Câmara); 

2. “Importância do seguro DPVAT”

Danilo César dos Santos (TV Globo – Nordeste)

3. “Procura por seguro residencial aumenta durante a pandemia”

Guilherme Schiavinato de Souza (TV Globo / Bom Dia Brasil); 

4. “O novo seguro: garantia na incerteza”

Laura Zschaber (Jornal Minas); 

5. “Seguro Empresarial: a prevenção necessária para os negócios”

Porllanne Silva dos Santos (TV Mar – TV Mar News).

Categoria Webjornalismo

1. “Apólices da Paz”

Hélio Marques (Revista digital Seguro é Seguro); 

2. “Previdência privada: entenda como funciona e veja dicas de especialistas para evitar prejuízos”

Leonardo Vieceli (Gaúcha / Zero Hora); 

3. “Outubro Rosa: Seguro de vida pode ser acionado para tratar câncer de mama”

Manuela Tecchio (CNN Brasil Business); 

4. “Herdeiros brigam na Justiça por VGBL ‘invisível’ e com beneficiário fora da regra da lei”

Rafael Gregorio (Valor Investe – Valor Econômico); 

5. “Como a crise impulsionou o mercado de seguros de vida e previdência”.

Valéria Bretas (Estadão Investidor/Grupo Estado)

Allianz Seguros promove novas doações de cestas básicas à Comunidade Santa Rita

Fonte: Allianz

Entendendo o atual cenário, de agravamento da pandemia de Covid-19 e do retorno das medidas restritivas, a Allianz Seguros promove a sexta doação de cestas básicas, com 28 toneladas de alimentos e itens de higiene e limpeza, à Comunidade Santa Rita, localizada na Zona Leste de São Paulo. A ação acontece entre os dias 14 e 23 de abril, sendo organizada pela equipe de profissionais da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA), que fizeram contato telefônico prévio com as famílias, de crianças e adolescentes matriculados na entidade, e agendaram os dias e horários de retirada – respeitando todos os protocolos de segurança e prevenção à Covid-19. Ao todo, serão envolvidas mais de 650 famílias.

“A Allianz tem um olhar muito atento às ações de responsabilidade social, atuando há 27 anos junto à Comunidade Santa Rita por meio da ABA. Nesse período adverso que enfrentamos não seria diferente. A companhia segue próxima, direcionando esforços e recursos às famílias vulnerabilizadas pela pandemia”, afirma Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros.

O feito compõe uma série de iniciativas da seguradora que, em 2020, doou mais de 128 toneladas de alimentos e itens de higiene e limpeza às famílias de frequentadores da Associação. “A corresponsabilidade social dentro da Allianz é um propósito, uma vez que a contribuição e o envolvimento dos colaboradores da companhia em ações voltadas para a ABA são constantes. Há o entendimento e a empatia das pessoas em se manterem engajadas com os princípios e causas da entidade”, complementa Marco Campos, diretor executivo de Recursos Humanos e Comunicação da Allianz Seguros e vice-presidente da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz.

Desde o início da pandemia até hoje, a ABA continuou próxima da Comunidade, promovendo rodas de conversas diárias e atividades virtuais. “Esses contatos e a disponibilidade em ouvir e atender as crianças e adolescentes, assim como seus familiares, fez com que nós sentíssemos a necessidade de apoiá-los e, juntos da Allianz, providenciássemos soluções práticas, como as doações feitas pela companhia”, explica Rose Oliveira, diretora da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz.

Atividades em andamento

Neste mês de abril, a ABA completa um ano fechada devido ao isolamento social e às medidas de prevenção à Covid-19. No entanto, isso não impediu que a Associação mantivesse as atividades em pleno funcionamento, apoiando remotamente no desenvolvimento socioeducativo das crianças e adolescentes, de 4 a 17 anos, e na capacitação e aculturamento digital de pessoas da terceira idade.

A organização criou o canal de YouTube ABA Digital, em que os educadores disponibilizam diariamente uma série de vídeos e atividades para acompanhar de casa. As crianças e adolescentes também conseguem enviar fotos das atividades, tirar dúvidas e socializar por meio do WhatsApp da ABA ou durante as rodas de conversas digitais, promovidas para manter o relacionamento com os educadores. 

“No ano passado, disponibilizamos 1.079 videoaulas, com mais de 125 mil visualizações, promovemos 19 lives e sete mostras, como parte dos resultados positivos. A interação e o contato com as crianças e adolescentes foram importantes, principalmente, para incentivá-los a seguirem se desenvolvendo”, completa Rose.

Para este ano, a ABA prevê seguir com as atividades multidisciplinares e dinâmicas à distância, com possibilidade de retorno presencial a partir da imunização da equipe de profissionais, com cuidados redobrados com a saúde coletiva.

ANS divulga nova edição do Boletim Covid-19

Fonte: ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou hoje (22/04) nova edição do Boletim Covid-19 com dados sobre a utilização dos planos de saúde durante a pandemia. São apresentadas informações assistenciais e econômico-financeiras coletadas até março junto a uma amostra de operadoras, além da prévia da evolução do número de beneficiários em planos de assistência médica relativa a esse mês, número de exames relacionados à Covid-19 realizados pelos planos de saúde e demandas dos consumidores recepcionadas pela ANS através de seus canais de atendimento. O objetivo da publicação é monitorar a evolução de indicadores relevantes do setor de planos de saúde nesse período, subsidiando análise qualificada da agência reguladora e prestando mais informações à sociedade. 

Nessa nova edição do Boletim, destaca-se a tendência de crescimento de beneficiários em todas as modalidades de contratação, com o setor atingindo 48 milhões de usuários em planos de assistência médica – maior número registrado desde setembro de 2016. Os indicadores assistenciais mostram ainda aumento do número de exames realizados para detecção de Covid-19 no final de 2020 e alta na ocupação de leitos para atendimento à Covid-19, que alcançou o maior índice do histórico do indicador. Dentre as informações econômico-financeiras, são informadas a sinistralidade no período – que registrou pequena queda em março – e inadimplência, cuja taxa se manteve estável.     

Confira abaixo detalhes dos indicadores coletados.

Evolução de beneficiários – O número preliminar de beneficiários em planos de assistência médica segue a tendência de crescimento que vinha sendo observada desde julho do ano passado. Em março, foram registrados cerca de 48 milhões de beneficiários em planos de assistência médica, aumento de 0,42% em relação a fevereiro. É o maior número registrado desde setembro de 2016 – tendo sido superado em agosto daquele ano, quando o setor atingiu 48.037.472 beneficiários. Em um ano – de março de 2020 a março de 2021 – o aumento ocorreu em todas as modalidades de contratação do plano, sendo que o maior percentual foi verificado nos coletivos empresariais (2,48% a mais em relação a março de 2020). Considerando o tipo de contratação do plano e a faixa etária do beneficiário, observa-se que a variação foi positiva para os beneficiários acima de 59 anos em todos os tipos de contratação ao longo dos meses de março de 2020 até março deste ano. Destaca-se também, no período, o aumento de beneficiários em planos individuais ou familiares.

Informações assistenciais – A taxa mensal geral de ocupação de leitos, que engloba tanto atendimento à Covid-19 como demais procedimentos, apresentou aumento de 2 pontos percentuais em relação a fevereiro, atingindo 76% em março. Essa informação considera os leitos comuns e de UTI dos hospitais próprios das operadoras da amostra, que representam 12,2% do total de leitos disponíveis na rede assistencial de planos privados. A taxa de ocupação de leitos para atendimento à Covid-19 alcançou o maior índice do histórico do indicador (80% em março), sendo esse aumento mais significativo para os leitos com UTI, acompanhando o aumento de casos observados e do surgimento de novas variantes do coronavírus. Já a taxa mensal de ocupação de leitos para demais procedimentos registou leve queda, passando para 73% no mesmo período. 

A quantidade de atendimentos em pronto-socorro que não geraram internações apresentou leve aumento em relação a fevereiro, mas ainda abaixo do observado antes do início da pandemia. A busca por atendimentos de Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT) – que permite avaliar a tendência quanto à utilização de procedimentos eletivos fora do ambiente hospitalar – ficou acima do observado para o mesmo mês do ano anterior (aumento de 37,1%), mas é importante lembrar que em março de 2020 já se observava queda na procura por exames e terapias eletivas como efeito do início da pandemia.      

Exames – Os dados sobre a realização de exames contemplam informações coletadas até janeiro e têm como fonte os dados do Padrão TISS (Troca de Informação de Saúde Suplementar). Nesse mês, foram contabilizados 364.624 exames RT-PCR e 77.456 testes do tipo sorológico, mas cabe ressaltar que os números ainda sofrerão alteração à medida que as cobranças forem encaminhadas dos prestadores de serviços às operadoras e, posteriormente, para a ANS. Destaca-se que o número de exames do tipo RT-PCR realizados em dezembro de 2020 foi o maior desde o início da pandemia (690.330), representando um aumento de 12,9% em relação ao mês anterior (novembro).      

Informações econômico-financeiras – Em março, foi verificado aumento tanto das despesas assistenciais como do pagamento das mensalidades recebidas em relação a fevereiro. O índice de sinistralidade de caixa registrado ficou em 72%, leve queda em relação ao mês anterior e 7 pontos percentuais abaixo do índice registrado em janeiro (79%), e ainda permanece ligeiramente inferior ao nível histórico para o 1º trimestre.      Em relação à inadimplência, foram verificados percentuais menores se comparado com o mês anterior, entretanto, isso possivelmente se deve ao fato do vencimento das mensalidades, em março, ter caído em dia útil (ao contrário dos meses anteriores, em que o último dia do mês ocorreu em fim de semana). Dessa forma, o índice geral (contempla planos individuais e coletivos) manteve-se estável em 7% e continua próximo dos níveis históricos. Quando verificado separadamente, observa-se também estabilidade, com percentual de 12% nos planos individuais (ante 13% em fevereiro); e de 5% nos coletivos (mesmo percentual do mês anterior).

Demandas dos consumidores – Em março foram registradas 15.236 reclamações pelos canais de atendimento da ANS um aumento de aproximadamente 26,1% em comparação ao mês anterior e de 26,9%, em comparação a março de 2020. Dessas demandas, 1.525 foram relacionadas ao novo Coronavírus, sendo que 51% dizem respeito a dificuldades relativas à realização de exames e tratamento para a Covid-19; 34% se referem a outras assistências afetadas pela pandemia; e 15% são reclamações sobre temas não assistenciais (contratos e regulamentos, por exemplo). Cabe ressaltar que essa classificação considera o relato do consumidor ao cadastrar sua demanda na ANS, sem análise de mérito sobre eventual infração da operadora ou da administradora de benefícios à Lei 9.656/98 e seus normativos ou aos termos contratuais.

As demandas de reclamação dos consumidores passam pela mediação de conflitos realizada através da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), conforme definição prevista na Resolução Normativa nº 388/2015. A mediação possibilita que as operadoras reparem sua conduta irregular e resolvam os problemas dos beneficiários, evitando, assim, a abertura de processo administrativo e judicial. Em 2020 (até novembro), a NIP alcançou patamares superiores a 90% de resolutividade, sendo que o percentual foi ainda maior para as demandas relacionadas aos exames diagnósticos para a Covid-19: o percentual ficou em 92,8% para os exames de RT-PCR e 92,3% para os exames sorológicos. Esse dado informa que a maioria das reclamações apresentadas foram solucionadas no âmbito da mediação promovida pela Agência.     

Susep prepara regulamentação do Open Insurance

open insurance

 Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), conforme previsto no seu Plano de Regulação para 2021, abriu, hoje, 22/04/2021, consulta pública de minutas de Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP e Circular Susep que regulamentam o Open Insurance. As normas criam uma oportunidade para permitir que consumidores acessem e compartilhem seus dados com outras seguradoras ou terceiros, de forma segura, ágil, precisa e conveniente. Os dados poderão ser utilizados para desenvolver produtos e serviços inovadores que atendam às necessidades atuais e futuras dos consumidores de seguros, previdência e capitalização, além de integrar com o Sistema Financeiro Nacional – SFN, que já conta com o Open Banking

Open Insurance tem o objetivo de possibilitar um acesso mais fácil para o consumidor aos produtos e serviços de seguros – ampliando a cidadania financeira – aliado a uma capacidade de compartilhamento e integração segura de dados. Isso possibilitará a criação de produtos mais customizados e mais adequados ou uma funcionalidade mais amigável, o que será de grande valor para o setor de seguros como um todo. Neste contexto, seguradores dispostos a adotar soluções contemporâneas que permitam decisões mais rápidas possivelmente terão vantagem competitiva, o que incentivará o desenvolvimento e a inovação do setor. 

Mais acesso 

A Superintendente da Susep, Solange Vieira, destaca as mudanças que o novo ecossistema traz para as dinâmicas do setor. “O ambiente doOpen Insurance tem potencial para melhorar a forma como clientes, em especial pessoas naturais e pequenas e médias empresas, gerem as suas finanças, como as empresas interagem entre si e com os seus clientes, além de promover a inclusão financeira, a democratização do acesso a produtos de seguros e previdência e de transformar a concorrência no mercado. Poderemos ver consumidores anteriormente com pouco ou nenhum acesso, mas com disposição ou necessidade para aquisição de produtos de seguro, podendo obter coberturas customizadas, mais baratas e sentindo-se capacitados para interagir com os diversos atores dos mercados de seguros e previdência.”  

O Diretor da Susep Eduardo Fraga explica a importância do regulador na implementação do Open Insurance. “É crucial garantir que o mercado de seguros tenha o espaço e o ambiente adequados para ajudar a transformar este conceito em realidade, empoderando os consumidores.Como regulador do setor, a Susep tem se mostrado empenhada em se envolver com o Open Finance de uma forma que gere benecios indiscuveis para o consumidor e, por consequência direta, para o mercado como um todo, ampliando ainda mais sua penetração, cobertura e transparência.”  

Novas soluções e mais segurança 

O Coordenador da Susep Thiago Barata aponta vantagens do novo ambiente: “A partir da Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, a sociedade definiu que de fato o consumidor passou a ser o ‘dono dos seus dados’. Logo, o Open Insurance surge para operacionalizar essa nova realidade no setor, convergindo os interesses de todos os envolvidos no sistema. Com o novo ambiente, as empresas do setor terão um sistema seguro e eficiente para o compartilhamento de informações requisitadas pelo cliente, estando assim em compliance com a Lei e a nova regulamentação”.  Barata explica ainda que os segurados poderão, a partir de sua avaliação, optar pelo compartilhamento de seus dados e encontrar soluções mais aderentes ao seu perfil. “E novos negócios poderão surgir fornecendo novas soluções para os consumidores, tanto empresas quanto pessoas físicas.”, completa. 

Open Banking 

Open Banking, concebido no Brasil por meio da Resolução Conjunta n. 01/2020 (CMN e BACEN), além de ser fundamental no desenvolvimento econômico e social do Brasil, representa um marco no início do compartilhamento de dados e serviços no sistema financeiro nacional, por meio da abertura e integração de sistemas. Adicionalmente, vem a regulamentar, no âmbito do SFN, a LGPD, que legisla sobre o uso e o compartilhamento de dados pessoais, coloca o titular no centro dessas decisões, provendo a este a posse e o direito sobre seus próprios dados pessoais.  

Por meio da integração de plataformas e infraestrutura de tecnologia, o Open Banking é definido pelo compartilhamento padronizado de dados e serviços, sendo que já há, na regulamentação, a previsão para que produtos de seguros e previdência distribuídos pelo canal bancário estejam dentro do escopo. Como nem todas as sociedades reguladas pela Susep são participantes de conglomerados financeiros ou fazem uso do canal bancário, faz-se absolutamente necessária a regulamentação do tema no âmbito de responsabilidade regulatória do CNSP e da Susep.  

Com a experiência do que já vem sendo desenvolvido no âmbito do mercado financeiro, a Susep pretende observar a dinâmica, adaptando-a aos produtos de seguro e previdência, sempre levando em consideração que o interesse do consumidor deve estar no centro da construção de um ecossistema Open. Adicionalmente, foram previstos requisitos para que haja convergência e interoperabilidade do Open Insurance com o Open Banking, afinal, o objetivo é atender o interesse dos consumidores, provendo mais opções, experiências customizadas, produtos sob medida e inovação, cobrindo toda sua vida financeira.  

A consulta pública ficará aberta para envio de sugestões até o dia 25 de maio de 2021. Clique aqui para consultar o normativo. 

Economia mundial perde até 18% do PIB com mudanças climáticas se nenhuma ação for tomada, revela teste de estresse do Swiss Re Institute

swiss re institute

Quarenta chefes de Estado participam entre hoje e amanhã da Cúpula de Líderes sobre Clima, a convite do presidente dos EUA, Joe Biden. O encontro será virtual. Caberá a Jair Bolsonaro uma das falas mais esperadas do dia de abertura do evento. A mudança climática representa a maior ameaça de longo prazo para a economia global. Se nenhuma ação mitigadora for tomada, as temperaturas globais podem subir mais de 3 ° C e a economia mundial pode encolher 18% nos próximos 30 anos. Mas o impacto pode ser reduzido se medidas decisivas forem tomadas para cumprir as metas estabelecidas no Acordo de Paris, mostra o novo Índice de Economia do Clima do Swiss Re Institute. Isso exigirá mais do que o que é prometido hoje; os setores público e privado desempenharão um papel crucial na aceleração da transição para o zero líquido.

O Swiss Re Institute conduziu um teste de estresse para examinar como 48 economias seriam afetadas pelos efeitos contínuos das mudanças climáticas em quatro cenários diferentes de aumento de temperatura. Como o aquecimento global torna o impacto dos desastres naturais relacionados ao clima mais severo, ele pode levar a perdas substanciais de renda e produtividade ao longo do tempo. Por exemplo, o aumento do nível do mar resulta na perda de terras que poderiam ter sido usadas de forma produtiva e o estresse térmico pode levar a quebras de safra.

As economias emergentes nas regiões equatoriais seriam as mais afetadas pelo aumento das temperaturas.
Grandes economias podem perder cerca de 10% do PIB em 30 anos

Em um cenário severo de aumento de temperatura de 3,2 ° C, a China perderá quase um quarto de seu PIB (24%) em meados do século. Os EUA, Canadá e Reino Unido teriam uma perda de cerca de 10%. A Europa sofreria um pouco mais (11%), enquanto economias como a Finlândia ou a Suíça estão menos expostas (6%) do que, por exemplo, a França ou a Grécia (13%).

Thierry Léger, Diretor de Subscrição do Grupo e Presidente do Swiss Re Institute, disse: “O risco climático afeta todas as sociedades, empresas e indivíduos. Em 2050, a população mundial crescerá para quase 10 bilhões de pessoas, especialmente nas regiões mais afetadas pelas mudanças climáticas. Portanto, devemos agir agora para mitigar os riscos e alcançar metas líquidas de zero. Da mesma forma, como mostra nosso recente índice de biodiversidade, os serviços da natureza e dos ecossistemas fornecem enormes benefícios econômicos, mas estão sob intensa ameaça. É por isso que as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade são dois desafios que precisamos enfrentar como comunidade global para manter uma economia saudável e um futuro sustentável. “

Índice de Economia do Clima classifica a resiliência dos países às mudanças climáticas

Além de avaliar o impacto econômico esperado dos riscos climáticos de cada país, o Swiss Re Institute também classificou cada país quanto à sua vulnerabilidade a condições extremas de clima seco e úmido. Além disso, analisou a capacidade do país de lidar com os efeitos das mudanças climáticas. Juntas, essas descobertas geram uma classificação da resiliência dos países aos impactos das mudanças climáticas.

A classificação exibe uma visão semelhante à análise de impacto do PIB: os países mais impactados negativamente são geralmente aqueles com menos recursos para se adaptar e mitigar os efeitos do aumento das temperaturas globais. Os países mais vulneráveis ​​neste contexto são Malásia, Tailândia, Índia, Filipinas e Indonésia. As economias avançadas do hemisfério norte são as menos vulneráveis, incluindo EUA, Canadá, Suíça e Alemanha.

Os setores público e privado desempenham um papel crucial na aceleração da ação climática
Dadas as consequências destacadas na análise do Swiss Re Institute, a necessidade de ação é indiscutível. Medidas coordenadas pelos maiores emissores de carbono do mundo são cruciais para cumprir as metas climáticas. Os setores público e privado podem facilitar e acelerar a transição, especialmente em relação aos investimentos em infraestrutura sustentável que são vitais para permanecer abaixo de um aumento de temperatura de 2 ° C. Dado o horizonte de longo prazo de seus passivos e capital de longo prazo para comprometer, investidores institucionais, como fundos de pensão ou seguradoras também estão idealmente posicionados para desempenhar um papel importante.

Jérôme Haegeli, economista-chefe do Grupo da Swiss Re, disse: “A mudança climática é um risco sistêmico e só pode ser tratada globalmente. Até agora, muito pouco está sendo feito. A transparência e a divulgação dos esforços líquidos zero incorporados por parte dos governos e do setor privado são cruciais. Somente se os setores público e privado se unirem, a transição para uma economia de baixo carbono será possível. A cooperação global para facilitar os fluxos financeiros para economias vulneráveis ​​é essencial. Temos a oportunidade de corrigir o curso agora e construir um mundo que será mais verde, mais sustentável e mais resiliente. Nossa análise mostra o benefício de investir em uma economia líquida zero. Por exemplo, adicionar apenas 10% aos US $ 6,3 trilhões de investimentos anuais em infraestrutura global limitaria o aumento médio da temperatura para abaixo de 2 ° C. Esta é apenas uma fração da perda no PIB global que enfrentaremos se não tomarmos as medidas adequadas.”

Mitigar as mudanças climáticas requer um menu completo de medidas. Mais políticas de precificação de carbono combinadas com são necessárias com incentivos para soluções baseadas na natureza e de compensação de carbono, bem como convergência internacional sobre taxonomia para investimentos verdes e sustentáveis. Como parte dos relatórios financeiros, as instituições devem divulgar regularmente como planejam atingir o Acordo de Paris e as metas de emissão líquida zero. As resseguradoras também desempenham um papel no fornecimento de capacidade de transferência de risco, conhecimento de risco e investimento de longo prazo, usando sua compreensão de risco para ajudar famílias, empresas e sociedades a mitigar e se adaptar às mudanças climáticas.

Solutions Gestão de Seguros completa 20 anos

sergio frade

Fonte: Solutions

Em meio a pandemia provocada pelo novo coronavírus, a corretora de seguros Solutions Gestão de Seguros, celebra 20 anos de fundação, reforçando um atendimento atuante e próximo de seus clientes, sempre consciente do atual momento de incertezas e desafios que vêm se projetando e impactando diariamente a vida das pessoas e dos segmentos empresariais.

A Solutions foi criada em 16 de abril de 2001, pelo Corretor de Seguros, Sérgio Frade, e nasceu com objetivo de assessorar pessoas e empresas na gestão de seus riscos patrimoniais, financeiros e operacionais através da contratação de seguros. Ao longo de quase duas décadas, vem aumentando a sua presença no mercado na prestação de serviços e na busca das melhores soluções.

“Construímos nossa história a partir da confiança que só um atendimento personalizado é capaz de proporcionar. Nossa atuação é livre de qualquer influência. Temos conhecimento de mercado, equipe de profissionais dedicados com liberdade e experiência para oferecer sempre as melhores soluções e serviços que se adaptem ao perfil de cada cliente”, explica o diretor-presidente da Solutions Gestão de Seguros, Sérgio Frade 

Ao longo desses 20 anos, a Solutions teve participação em inúmeros projetos relevantes no contexto econômico social, assessorando a gestão de Riscos & Seguros de empreendimentos como a expansão da Acesita, hoje Aperam, Vallourec, Novelis, 2º Mineroduto da Samarco, Forno de Minas e de todos os empreendimentos da MASB. 

Também participou da internacionalização da Magnesita, implantação da nova fábrica da Biomm em Nova Lima, nova sede da Localiza e mais recente da construção do NOVOTEL, recém inaugurado em Belo Horizonte, bem como de parte da obras da ARENA MRV através da Codeme e da Precon Sistemas Constrututivos. 

IRB Brasil RE lucra R$ 38,8 milhões no primeiro bimestre de 2021

IRB Brasil re

O IRB Brasil RE divulgou lucro líquido de R$ 20,8 milhões ante um lucro líquido em fevereiro de 2020 de R$ 0,7 milhão. No acumulado do bimestre, o lucro líquido acumulado de R$ 38,8 milhões ante um prejuízo líquido no mesmo período de 2020 de R$ 131,3 milhões. No primeiro bimestre de 2020 houve um ganho de capital referente à venda de participação em shoppings centers no montante de R$ 169,4 milhões. Neste período, não foram observados eventos one-offs que mereçam destaque. Os resultados dos negócios continuados e/ou descontinuados somente serão reportados, trimestralmente, quando da publicação das informações trimestrais do IRB.

Os dados constam do comunicado enviado ao mercado e aos acionistas, que disponibilizou relatório periódico mensal entregue à Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio do Formulário de Informações Periódicas (FIP). Os números, referentes ao mês de fevereiro, confirmam a tendência de melhora de resultados em 2021.

O IRB ressalta em comunicado que para melhor entendimento, uma vez que o FIP atende às exigências do plano de contas definido pela Susep, a companhia disponibilizou, em seu site de Relações com Investidores, planilha com os dados financeiros referentes ao mês de fevereiro e ao primeiro bimestre do ano. O material reconcilia as informações apresentadas no FIP com o modelo Visão Negócio, utilizado nas divulgações financeiras da empresa. Ressalta-se que estes dados estão sujeitos a mudanças e não foram auditados.

O faturamento bruto (prêmio emitido) de R$ 528,6 milhões, uma redução de 12,3% em relação a fevereiro de 2020, sendo R$ 255,8 milhões no Brasil e R$ 272,7 milhões no exterior. Com redução de 5,4% no Brasil em relação a fevereiro de 2020 e redução de 17,9% no exterior. Já no bimestre, o prêmio emitido atingiu o montante de R$ 1.342,2 milhões, crescimento de 9,2% em relação ao mesmo período de 2020, sendo R$ 719,7 milhões no Brasil e R$ 622,5 milhões no exterior, crescimento de 46,7% e redução de 15,7%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2020. A redução no exterior está em linha com a estratégia de re-underwriting adotada pela companhia.

O faturamento de competência (prêmio ganho) de R$ 537,2 milhões, com uma pequena redução de 1,7% em relação a fevereiro de 2020. Já no bimestre, o prêmio ganho foi de R$ 948,1 milhões com crescimento de 7% em relação ao mesmo período de 2020.

O Índice de sinistralidade (despesas de sinistros/prêmio ganho do período) de 70,7% em fevereiro de 2021, equivalente a uma despesa de sinistro de R$ 379,6 milhões. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o índice de sinistralidade foi de 70,6%, equivalente a uma despesa de sinistro de R$ 669,6 milhões, já em linha com a tendência de redução da sinistralidade esperada pela companhia.

O resultado antes dos impostos positivo em R$ 29,3 milhões, uma melhora em relação a fevereiro de 2020, que apresentou resultado negativo de R$ 8,7 milhões. Já no bimestre, o resultado antes dos impostos foi positivo em R$ 59,3 milhões, comparado a um resultado negativo de R$ 198,9 milhões no mesmo período de 2020.

Liberty Seguros anuncia especialização inédita em vendas de seguro de vida

Fonte: Liberty

Com o objetivo de acelerar os negócios e desenvolver as carreiras dos corretores parceiros, a Liberty Seguros acaba de lançar o programa “Acelera no Vida”, uma especialização em vendas focada em seguros de vida. O projeto é dividido em 3 etapas, construída por meio de 6 pilares e desenhada de acordo com os produtos, ferramentas e políticas da Liberty.

A procura por seguro de vida vem crescendo exponencialmente no Brasil a cada ano e representa uma ótima oportunidade para os corretores. “Somente no ano passado, a Liberty teve um crescimento de 30% em Vida. Em 2021, seguimos apostando nesse produto e criamos esse programa de capacitação inovador para que os corretores se tornem verdadeiros especialistas no segmento”, explica Alexandre Vicente, Diretor de Seguros Pessoais da Liberty Seguros.

Os assuntos abordados nas aulas vão de planejamento inicial e prospecção, até comunicação eficiente, marketing digital, funil de vendas, entre outros. Além disso, os corretores que tiverem vendas realizadas no período da aceleração, ganharão 20 pontos extras na Campanha do Cresça com o Vida.

As três etapas, divididas entre Masterclass, Vendas para Pessoa Física e Vendas Avançadas, têm duração média de três meses e a primeira turma começou em abril. As próximas duas turmas serão de julho a agosto e de outubro a novembro.

Para avançar no programa, os corretores precisam participar da Masterclass, conseguir no mínimo 70 pontos na prova de conhecimentos técnicos de Vida e 80 pontos em conhecimentos dos produtos Liberty. Participam de cada turma os 50 melhores corretores ranqueados.

Já a segunda e terceira etapa, que contam com quatro semanas de curso cada, terão dois encontros por semana. Além da verificação de Diagnósticos e Cotações realizadas no cotador Liberty, o programa ainda exige participação mínima de 70% e o cumprimento de alguns desafios para avançar.

Os profissionais que desejarem participar das próximas turmas devem procurar o gestor responsável pelo seu atendimento para saber como se inscrever.

SulAmérica apresenta novas opções de planos com mais de 50% de desconto e benefícios exclusivos

sulamerica

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica anuncia nesta terça-feira uma novidade dos seus planos de saúde com assistência hospitalar. Com preços até 55% mais baixos do que a modalidade ambulatorial hospitalar com obstetrícia, os novos produtos da modalidade Hospitalar estão disponíveis para todo o portfólio, do Exato ao Prestige, e podem ser contratados por empresas a partir de duas vidas, além de clientes por adesão (a partir de uma vida, vinculada a uma entidade de classe). Os beneficiários terão acesso a novos benefícios como teleorientação médica e uma rede de parcerias com descontos em consultas e exames particulares, além de produtos farmacêuticos. 

“Os novos planos são uma excelente opção para quem busca um preço atrativo, mas não abre mão da segurança de contar com a cobertura de hospitais qualificados sempre que necessário. Além disso, traz aos nossos beneficiários a garantia de transparência e previsibilidade por meio do acesso a uma rede de descontos exclusiva para consultas e exames”, explica Ricardo Soares, diretor de Produtos Saúde e Odonto da SulAmérica. 

Os planos oferecem cobertura para todos os procedimentos hospitalares previstos no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), incluindo atendimentos de urgência e emergência, internações e cirurgias. Também é assegurada a assistência em obstetrícia, como consultas e exames de acompanhamento pré-natal. Além disso, estão cobertos procedimentos especiais necessários para continuidade da assistência prestada em nível de internação hospitalar. 

“Esta linha de produtos proporciona o que muitas pessoas têm buscado atualmente e reflete nosso posicionamento de Saúde Integral, em que as saúdes física, emocional e financeira devem estar em equilíbrio para uma vida plena no presente e no futuro”, complementa Ricardo. 

Dentre os novos benefícios, destaca-se a rede de descontos em consultas e exames particulares, que dará acesso a uma tabela exclusiva de preços diferenciados, chegando a 30% para consultas médicas e a 25% para exames laboratoriais. Também é possível contratar os planos hospitalares com a opção de coparticipação em casos de atendimento em pronto socorro. Os beneficiários terão acesso, ainda, à Orientação Médica Telefônica da SulAmérica, que realizou mais de 110 mil atendimentos em 2020, além do programa Futura Mamãe, que oferece apoio e orientação às clientes gestantes e puérperas.