Fator Seguradora lança o primeiro seguro arbitral do Brasil

Luis Eduardo Assis Fator Seguradora

Dentro do cenário de inovação que instiga o mercado segurador a criar soluções sob medida para consumidores, a Fator Seguradora sai na frente e lança o seguro garantia arbitral para atender ao grande volume de demandas das principais Câmaras de Arbitragem existentes no Brasil. O seguro arbitral, primeiro do mercado segurador aprovado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), foi idealizado pela seguradora especializada em garantia com o apoio do Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. “Nosso laboratório de inovação tem como meta o desenvolvimento de produtos para mitigar riscos dos clientes. Garantia está no DNA da seguradora e nossos especialistas sempre buscam soluções financeiras que agregam valor ao mundo corporativo”, diz Luis Eduardo Assis, CEO da Fator Seguradora. 

O potencial deste nicho de mercado é enorme. Segundo os idealizadores, há uma estimativa de que as demandas arbitrais das principais Câmaras existentes no país somam R$ 52 bilhões. “Entraremos em um nicho com boas oportunidades de mercado, ainda não explorado. A ideia é que seja utilizado como concessão de liminar com constrição de valor. O cliente pode apresentar uma apólice de seguro em vez de um bem patrimonial ou garantia financeira como contra cautela para concessão de liminar”, explica Agatha Lopes Mateus, advogada da Fator Seguradora. Segundo dados da CCI de 2016, o Brasil é um dos cinco países do mundo que mais usa arbitragem e a tendência é de crescimento e pulverização do seu uso. Isso ocorre por conta da imprevisibilidade e morosidade do judiciário no Brasil.

Cassio Gama Amaral, sócio da Mattos Filho, cita um exemplo do uso do seguro arbitral. “Seria uma disputa entre tomador de uma obra e um construtor sobre rescisão do contrato por inadimplemento. O tomador/dono da obra pode requerer, liminarmente, a rescisão do contrato e substituição imediata do construtor, sob alegação de inadimplemento absoluto. Para tanto, apresenta o seguro garantia arbitral para fazer frente a prejuízos que o construtor possa experimentar caso a liminar seja revogada ou não confirmada em sentença”. 

A vigência das apólices tende a ser menor do que a de seguro garantia judicial, com tempo médio de 17 meses. “Por não existir fase recursal, o ideal é 12 meses de vigência para que possamos acompanhar a manutenção da capacidade financeira do tomador”, acrescenta Agatha. A concessão da apólice de seguros segue os critérios de outros seguros financeiros da Fator Seguradora, entre eles o tomador ter patrimônio líquido superior a R$ 200 milhões. 

O produto foi aprovado por um pool de resseguradores, com a liderança do IRB Brasil Re. Segundo a executiva, o novo produto está integrado a um amplo processo de transformação digital que envolve toda a companhia. No primeiro semestre, o produto fará parte de uma nova plataforma digital, construída para facilitar o dia a dia de corretores, assessorias e parceiros de negócios. 

“Nossa missão agora é apresentar aos corretores de seguros o produto e os benefícios que ele traz aos clientes e assim conscientizar as empresas sobre a opção de oferecer uma apólice de seguro em vez de um deposito caução ou fiança bancária nos processos de arbitragem. É o mesmo caminho do seguro garantia judicial, que em 2020 movimentou mais de R$ 2 bilhões em prêmios. Temos a convicção de que o seguro garantia arbitral deverá se tornar uma exigência nos contratos que contam com clausulas de arbitragem”, conclui.

O seguro arbitral vem complementar o ramo de seguros financeiros da seguradora especialista em seguro garantia e que nos últimos anos amplia o portfolio com produtos como Responsabilidade Civil Profissional, Directors & Officers (D&O), Erros e Omissões (E&O), além dos tradicionais seguros corporativos como seguros de danos ou no jargão internacional Property & Casualty (P&C), que engloba seguro incêndio, riscos de engenharia, riscos operacionais, transportes entre outros que visam proteger o patrimônio das empresas. 

Inter Seguros cresce 350% em número de clientes no trimestre e mira em novos produtos

banco inter e liberty seguros

A Inter Seguros atingiu a marca de 367 mil clientes ativos em sua carteira no primeiro trimestre de 2021, com crescimento de 350% sobre o mesmo período de 2020. No mesmo comparativo, a venda de produtos cresceu 346%: foram negociados 147,9 mil seguros no 1T21, ante 33,2 mil no 1T20. “Já vínhamos acompanhando um crescimento forte em 2020. Neste ano, o ritmo continua acelerado, mostrando que os clientes já percebem o valor de contar com um seguro simples, transparente e com preço justo para proteger seus bens e sua família”, diz Paulo Padilha, CEO da Inter Seguros. 

As cartas de consórcio foram um dos destaques, com incremento de vendas, totalizando R$ 38,9 milhões no primeiro trimestre deste ano. O crescimento é de 129% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já os prêmios somaram R$ 35 milhões neste primeiro trimestre, 44% superior ao 1T20. “Temos uma proposta simplificada e o portfólio de produtos mais completo do Brasil, mas queremos ir além”, diz Padilha.

“Nosso time trabalha constantemente para oferecer o que as pessoas realmente precisam, e estamos muito próximos de anunciar ainda mais opções de proteção para acompanhar a jornada do cliente em todos os momentos do seu dia, com novidades em saúde e proteção de gadgets. Vamos ainda abrir nossas opções para não correntistas e ampliar a operação para outros países”, conclui. 

O Inter possui 16 opções digitais – de seguro para pet à compra de imóvel, até os tradicionais residencial, auto e vida. A contratação de seguros no Inter é totalmente digital e sem intermediários, feita pelo aplicativo. Com poucos cliques, o cliente escolhe a opção que faz mais sentido para seu momento de vida. 

Reconhecimento internacional 
  A evolução expressada pelos números e a simplificação trazida pela Inter Seguros levaram a plataforma a receber o prêmio “Melhores Soluções de Seguro do Brasil 2021”, concedido pela Capital Finance International (CFI.co), publicação inglesa de cobertura internacional sobre negócios, economia e finanças. De acordo com o relatório dos jurados, a empresa se destaca pela inovação promovida no setor, na oferta de produtos diferenciados e nos resultados obtidos em curtíssimo tempo. 
  Os programas de prêmios CFI.co, de acordo com o site da publicação, identificam indivíduos e organizações que realmente agregam valor. A publicação busca mostrar, por meio desses programas, que as melhores práticas podem ser encontradas em todo o mundo e todos podem aprender uns com os outros. As nomeações iniciais são baseadas em contribuições de leitores, assinantes, colaboradores e visitantes do site. 

MDS Brasil anuncia presença no Clubhouse

Fonte: MDS

A MDS Brasil anuncia a adesão ao Clubhouse. Pautada em uma agenda de lives com periodicidade semanal, a empresa oferecerá discussões sobre novas tecnologias, tendências, soluções disruptivas e temas relevantes para o setor de seguros. 

As salas terão como hosts os executivos da companhia, e as presenças serão complementadas por jornalistas especializados e porta-vozes de grandes organizações parceiras do setor, como Sonho Seguro e Grupo Gestão RH, FSB, ABLab, Planin e Sou Segura – Associação das Mulheres do Mercado de Seguros. “Respeitando a informalidade que caracteriza o Clubhouse, porém sem abrir mão da qualidade dos conteúdos, os bate-papos irão gerar discussões ricas em insights e aprendizados colhidos no novo ambiente do mercado em que atuamos”, destaca Ariel Couto, CEO Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink.  

Confira a agenda de lives: 

13/05/2021, às 17h – MDS Brasil TALKS CEOs: aprendizados e tendências para o setor de seguros,com Ariel Couto, CEO Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink. 

Sinopse: junto aos CEOS das principais seguradoras do Brasil e influenciadores como Denise Bueno, Ariel irá liderar uma conversa descontraída, porém, rica em vivências e insights, sobre os primeiros meses de 2021, bem como as projeções para 2022. Aprendizados, superações, perspectivas e desafios para o setor de seguros e corretagem serão postos em jogo com muita transparência e articulação.  

20/05/2021, às 17h – As inovações do setor de seguros em soluções e benefícios empresariais com os aprendizados da pandemia,com Gustavo Quintão, VP de Saúde e Benefícios; Isabel Azevedo, VP de Recursos Humanos, Claudia Leite Silva, Diretora Comercial de Benefícios, Filipe Nicodemos, Diretor de Relacionamento de Benefícios, e Grupo Gestão RH. 

Sinopse: nesta sala especialmente criada em parceria com o Grupo Gestão RH, ao lado de outros executivos da área e com foconos desafios e aprendizados de 2020, Gustavo e Isabel discutirão as profundas mudanças no mercado causadas pela pandemia e tratarão das principais tendências empresariais já em voga para 2021. Entre os principais assuntos, destacam-se: saúde e bem-estar em primeiro lugar; a necessidade de uma melhora na experiência ofertada ao colaborador; aplicação de inteligência artificial e análise preditiva nas estratégias de gestão de benefícios; mobilidade e flexibilidade; fortalecimento de uma cultura voltada à humanização, e muito mais. 

 
27/05/2021, às 17 horas – Insurance Groups: riscos e oportunidades em tempos de pandemia, com Thiago Tristão, VP de Riscos Corporativos e CEO Brasil da MDS Reinsurance Solutions. 

Sinopse: na companhia de diretores, superintendentes, clientes e seguradoras ligados aos Riscos Empresariais, Thiago debaterá novidades em produtos e serviços, projeções para o mercado, cases de sucesso e premiações do setor. Programas de Gestão de Risco, informações sobre atuação internacional e soluções personalizadas para a atual conjuntura também entrarão em pauta. 

04/06/2021, às 17 horas – Novo Varejo: soluções e novas ofertas do ramo de seguros,com Ricardo Nogueira, Diretor de Retail da MDS Brasil. 

Sinopse: em clima descontraído, Ricardo falará sobre a inovação e a transformação digital já experimentadas pelo segmento ao longo da conjuntura atual. O executivo também trará um panorama das oportunidades que puderam ser aproveitadas a fim de “virar o jogo” cheio de obstáculos que a pandemia impôs.   

11/06/2021, às 17h – MDS Partners: conexões e conhecimentos compartilhados, com Patrícia Martins, Superintendente de Canais da MDS Brasil, e Paulo Loureiro, Diretor Executivo de Filiais da MDS Brasil. 

Sinopse: com a colaboração de agentes MDS Partners de grande expressão, Patrícia e Paulo abordarão os principais desafios e conquistas angariadas ao longo da trajetória do programa que, assim como as demais áreas da MDS Brasil, lidou com os efeitos da pandemia. Lançada no Brasil em 2019, a iniciativa já conta com mais de 100 parceiros espalhados por todas as regiões do Brasil e, a cada ano, cresce em capilaridade e volume de negócios.   

18/06/2021, às 17 horas – MDS Brasil Talks Marketing Summit: impactos da tecnologia e tendências para o marketing de seguros nos próximos anos,com Luciana Gonçalves e Kauê Garcia, líderes de Marketing e Comunicação da MDS Brasil. 

Sinopse: ao lado de líderes de Marketing de grandes empresas, Luciana e Kauê convidam os listeners a refletirem sobre as novas tendências, alternativas e interferências que têm moldado o marketing para seguros nos últimos e também nos próximos anos. A sala promete ser um hub de ideias, boas práticas e anseios em relação às metodologias e tecnologias que impulsionam esse mercado tão rico e estratégico. 

“Estamos animados em estrear este novo canal aberto à interação e à discussão, e convidamos a todos a se juntarem a nós em cada uma das salas para agregar perspectivas, impressões e experiências. Estamos certos de que, mais do que uma simples rede de drop-in áudio, o Clubhouse é um conglomerado para mentes pensantes e capazes de mostrar ao mundo a essência e o potencial dos seguros e da corretagem de uma forma dinâmica e fluida”, finaliza Couto. 

A importância do diálogo na harmonização das relações de consumo foi o tema em destaque do 2º webinar da Semana do Consumidor

 Fonte: CNseg

“A busca por harmonia na relação com os órgãos de defesa do consumidor é um dos valores que prestigiamos muito na CNseg e, há tempos, promovemos ações para fortalecer o diálogo institucional com essas entidades”, afirmou a Diretora-Executiva da CNseg Solange Beatriz Mendes na abertura do webinar “A experiência das demandas do consumidor”, realizado nesta terça-feira, dia 27. 

O encontro, que foi o segundo webinar da série da Semana do Consumidor, contou também com a participação do professor de Direito do Consumidor Ricardo Morishita; da Diretora de Ouvidoria do Grupo Segurador Mapfre, Claudia Wharton; do Presidente da Associação Brasileira de Procons, Filipe Vieira, e do Defensor Público do RJ e Coordenador do NUDECON, Eduardo Tostes, com moderação da Diretora da CNseg. 

Em 2015, afirmou Solange Beatriz Mendes, a CNseg deu início aos Colóquios de Proteção do Consumidor de Seguros, que são encontros com Procons regionais para discutir os problemas nas relações de consumo no setor segurador. Ao todo, já foram realizadas oito edições em todas as regiões do Brasil. O aspecto mais importante desses Colóquios, afirmou ela, “é o enfrentamento dos problemas por meio do diálogo franco, propiciando a construção de uma relação de confiança entre as partes”. 

A importância do diálogo na resolução de conflitos também foi destacada pelo Presidente da Associação Brasileira de Procons, principalmente para resolver os problemas de comunicação que, segundo ele, são os causadores da maioria dos conflitos. “Muitas vezes, as empresas acham que estão fazendo tudo certo, mas a comunicação com o consumidor é que não está indo bem”.

Na ocasião, Filipe Vieira levantou uma questão que muito tem preocupado, tanto o mercado segurador, como os órgãos de defesa do consumidor, que é o da venda de proteção veicular por parte de associações que se colocam como equivalentes às seguradoras, mas “não trabalham com a mesma natureza jurídica do seguro, não seguem as mesmas regras e estão à margem da Lei”.  

A esse respeito, a Diretora da CNseg afirmou que é uma falácia acreditar que há um livre arbítrio por parte das pessoas que buscam essas associações pois, na maioria das vezes, desconhecem os riscos aos quais estão expostas. 

Mas o grande tema do webinar foi mesmo o da busca do diálogo para a harmonização das relações, que também foi abordada pelo Defensor Público do RJ e Coordenador do NUDECON, Eduardo Tostes. Diálogo necessário, segundo ele, para “se compreender o que é razoável em termos de direito para os órgãos de defesa do consumidor e o que é adequado para as empresas”. E, nesse processo, ele destacou a importância da plataforma Consumidor.gov mas, sobretudo, a importância das ouvidorias. “Com transparência e respostas razoáveis, em prazos razoáveis por parte das ouvidorias das empresas, conseguimos reduzir em muito as demandas que chegam aos órgãos de defesa do consumidor e ao judiciário”, afirmou, complementando: “espero que o exemplo de diálogo transparente do setor segurador sirva para outros segmentos econômicos”. 

Como representante da categoria dos ouvidores no webinar, a Diretora de Ouvidoria do Grupo Segurador Mapfre, Claudia Wharton, que também é membro da Comissão de Ouvidoria da CNseg, disse que seu papel é atuar com imparcialidade na resolução dos conflitos, buscando entender os pontos de vista dos clientes, mas também os de toda a cadeia de comercialização do seguro. “Quando um consumidor nos procura, nossa missão é resolver seu problema da melhor forma possível, tentando evitar que essa demanda siga para outras instâncias, mas também temos o papel de buscar entender as causas que originaram esse tipo de problema e trabalhar pela sua mitigação”, afirmou ela. 

Complementando, Solange Beatriz Mendes lembrou que a maior parte das seguradoras já havia instituído voluntariamente suas ouvidorias muito antes delas se tornarem obrigatórias. 

Apresentado pela Diretora-Executiva da CNseg como o grande idealizador dos Colóquios de Proteção do Consumidor de Seguros, o professor Ricardo Morishita foi mais um que ressaltou a importância do diálogo, afirmando que é por meio dele que se constrói a confiança. Entretanto, destacou, essa confiança só ocorre quando “nos colocamos vulneráveis e de maneira verdadeira nesse diálogo”. E trazendo essa analogia para os Colóquios, disse que eles só puderam funcionar porque o setor teve a coragem de abordar suas vulnerabilidades nesses encontros.

Já ao fim de sua participação, abordando também a questão da venda da chamada proteção veicular, o professor afirmou que “essas associações de proteção veicular não são seguradoras, muito menos associações e o mal funcionamento dessas organizações pode acabar respingando injustamente na imagem das seguradoras”, concluiu. 

Nesta quarta-feira, dia 28, acontece o último webinar da Semana do Consumidor, tendo como tema “O consumidor do futuro”, também mediado pela Diretora-Executiva da CNseg, Solange Beatriz Mendes e abordando as tendências regulatórias, as novas tecnologias e as mudanças no comportamento dos consumidores com impactos no mercado de seguros. 

Para conferir o vídeo do webinar de ontem no Canal da CNseg no YouTube.

Estudo da Accenture prevê incremento de US$ 1,4 trilhão no setor mundial de seguros até 2025

estudo accenture seguros

A indústria global de seguros crescerá em US$ 1,4 trilhão entre 2020 e 2025, apesar das atuais condições de recessão e dos modelos que apontam risco ascendente. Vale lembrar que mundialmente o setor movimenta vendas acima de U$ 5 trilhões. Para captar uma parte deste crescimento e defender o seu lugar na cadeia de valor dos seguros, players da indústria seguradora devem inovar, adverte o Insurance Revenue Landscape 2025: Innovate for Resilience, relatório de pesquisa divulgada pela Accenture, consultora global de tecnologia e estratégia.

Segundo o estudo, prêmios globais significativos provavelmente serão renovados com novos produtos inovadores e uma mudança na distribuição para canais digitais ou plataformas de terceiros. “As seguradoras não podem contar com taxas de retenção históricas para manter os pools de receita tradicionais. A inovação tanto no produto quanto na distribuição é uma necessidade se uma seguradora deseja defender a receita existente”, afirmam os autores.

Historicamente, as taxas de retenção de clientes oscilam em torno de 85% para a maioria das seguradoras. Com a mudança para canais digitais e plataformas de terceiros, as seguradoras que se recusam a inovar podem ver quedas de receita de quase 5%, estima o estudo.

Uma análise mais aprofundada das mudanças no risco revela novas oportunidades de receita impulsionadas pela inovação, além do crescimento dos produtos de seguro tradicionais. Em jogo estão US$ 200 bilhões em receitas de produtos e serviços habilitados para tecnologia, serviços de valor agregado e monetização de dados e tecnologia.
“As seguradoras precisarão inovar para obter vantagem competitiva neste novo cenário de receita, ao mesmo tempo em que constroem resiliência em seus negócios e portfólios de produtos”, acrescentam os autores.

A indústria se aglutinará em torno de 4 áreas de inovação, afirma a Accenture: Produtos e serviços de saúde/ bem-estar e vida, com U$ 120 bilhões em receitas de produtos e serviços de saúde inteligentes, especialmente para populações em envelhecimento, e produtos de gestão direta de vida e patrimônio. Em segundo lugar, o estudo cita produtos direcionados a riscos com economia, mudança climática e ameaças cibernéticas, com US$ 115 bilhões em receita de produtos e serviços para lidar com novas exposições, como mudanças climáticas, uso de ativos de economia compartilhada e ameaças cibernéticas maiores.

Integração de tecnologia com produtos P&C tradicionais devem movimentar outros US$ 120 bilhões em produtos e serviços que possibilitam automóveis inteligentes, casas inteligentes e manufatura inteligente. E por fim, o estudo cita a tendencia de distribuidores alternativos, com US$ 125 bilhões de trocas de prêmios para novos distribuidores, como grandes tecnologias, fabricantes e insurtechs, e vendas diretas de pequenos seguros comerciais.

Inovar para obter vantagem competitiva com insights baseados em dados pode capacitar a seguradora com uma estratégia de negócios resiliente não é mais uma tendencia e sim uma questão de sobrevivencia, alerta o estudo. “Cada seguradora terá necessidades e clientes exclusivos que exigem uma abordagem exclusiva para construir resiliência de longo prazo. Estamos há um ano na pandemia COVID-19. A experiência prova que os cenários de crise podem atacar rapidamente as empresas que não inovarem”, sentenciam os autores.

Caixa levanta R$ 4,35 bi com IPO da Caixa Seguridade

A Caixa Econômica embolsou pelo menos R$ 4,35 bilhões, nesta terça-feira, no IPO (oferta inicial de ações) do seu braço de seguros e previdência. A Caixa Seguridade vai estrear na Bolsa valendo R$ 29 bilhões, após uma transação que sofreu resistência dos funcionários da Caixa e desconfiança dos fundos de investimento, segundo informam as principais mídias. O banco está abrindo mão de 15% do capital da Caixa Seguridade e vendeu as ações por R$ 9,67, segundo gestores que acompanharam a operação. O valor ficou perto do piso pretendido para o IPO, cujo intervalo indicativo ia de R$ 9,33 a R$ 12,67. Assim, a companhia vai chegar à B3 valendo R$ 9 bilhões menos do que no teto dessa faixa. O valor arrecadado pela Caixa pode subir para R$ 5 bilhões caso os lotes adicional e suplementar de ações também consigam ser vendidos. 

Segundo o Valor, a Caixa atraiu quase 150 mil pessoas físicas. Boa parte corresponde a clientes do varejo ou do private do banco e a colaboradores. Esses investidores ficaram com 55% da oferta, ou R$ 2,752 bilhões, o maior volume já registrado num IPO no país. Até então, o recorde em volume era da BB Seguridade, de 2013, quando pessoas físicas entraram com R$ 1,844 bilhão (16% do total). A oferta também atraiu investidores globais. Entre eles, estariam nomes como Goldman Sachs Asset Management, GIC, Pictet, Wellington e Zimmer, de acordo com outro interlocutor. Os recursos irão integralmente para a Caixa.

Com o IPO, a Caixa se desfaz de pouco mais de 15% do capital da holding de seguros. No ano passado, o plano previa a venda de 25% da e havia a expectativa de que a subsidiária fosse avaliada em R$ 60 bilhões, mais ou menos o dobro do valor atual. Por outro lado, o banco conseguiu implementar as parcerias com seguradoras que vão explorar o balcão da instituição financeira, uma demanda dos investidores. 

CNseg debate “Experiência do Consumidor” em webinar

Em ambiente de alta competitividade, tecnologia e cidadão cada mais empoderado, resolver demandas dos que precisam de proteção securitária faz parte da melhor conduta de toda e qualquer empresa que busca estar em conformidade com as práticas do momento. “A crise epidemiológica e econômica instigou maior concorrência. As empresas precisam ser mais competitivas e atrativas para se manterem ativas nesse ambiente, buscando meios de convergir suas práticas de conduta à vontade do cliente. Todos sabemos que temos consumidores completamente diferentes a partir das últimas recessões econômicas e, agora, ainda mais pelo sofrimento e pela experiência que a pandemia trouxe para todos nós”, comentou o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, que atuou como mediador, após abrir o evento que comemora a Semana do Consumidor, iniciado ontem (26/4).

Assista o vídeo do webinar

Participaram como palestrantes Juliana Oliveira, Secretária da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon); Rafael Scherre, Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep); Mauricio Nunes da Silva, Diretor de Fiscalização da Agência Nacional de Saúde (ANS); Tereza Moreira, Chefe do Serviço das Políticas de Concorrência e Proteção dos Consumidores da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD); e Silas Rivele, Ouvidor da Seguros Unimed e Presidente da Comissão Temática de Ouvidoria da CNseg.

O webinar abordou a evolução do atendimento ao consumidor de seguros desde o seu início, tendo como marco o Código de Defesa do Consumidor, até os dias de hoje. “Trata-se de um período iniciado em 1990, e que agora comemora 30 anos. Podemos afirmar que boas práticas de atendimento, bons resultados de atendimento ao consumidor e a sua fidelização pela dinâmica das empresas expressam-se no crescimento do setor de seguros ao longo das três últimas décadas”, afirmou Marcio Coriolano.


Como exemplo mais recente, o Presidente da CNseg citou a adesão do setor ao portal consumidor.gov, a plataforma que é o canal da administração pública para atuar na solução de problemas em relações de consumo. “O setor é apoiador da plataforma desde sua criação. A maioria das companhias líderes aderiram desde o primeiro momento. Contabilizamos a adesão de 85% do mercado mesmo antes da obrigação formal”, lembrou. 

Marcio Coriolano também ressaltou a importância dos reguladores do setor e das empresas em acompanhar as mudanças da sociedade, citando a flexibilização de normas durante o período de pandemia e a rápida resposta dada pelas seguradoras. “Antes da pandemia, a sociedade já vivia uma fase de grandes avanços tecnológicos, que exerceram influência nas relações de consumo, especialmente pelas modalidades digitais de relacionamento. A pandemia materializou e impulsionou essa transformação digital, anunciando mesmo um novo perfil de consumidor, que afetará também o seguro. Preciso destacar, que em 72 horas após a decretação das restrições de circulação em março de 2020, a maior parte das seguradoras já tinha seus sistemas adaptados para o atendimento virtual, destacou.

Juliana Oliveira, Secretária da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ressaltou que 2020 foi um ano desafiador em vários sentidos com mudanças significativas no comportamento do consumidor com compras online e compartilhamento de dados. “Estamos trabalhando fortemente na proteção desses direitos para garantir ao consumidor uma maior liberdade nas escolhas de seus produtos e serviços, atendendo suas necessidades, sem que ele possa ser colocado em risco”, destacou. Foram mais de 1 milhão de reclamações registradas no portal Consumidor.gov.br no ano passado tiveram atendimento no prazo médio de até 8 dias. Do total, 80% das queixas foram resolvidas, sem precisar avançar para a espera jurídica. “Mesmo assim, ainda precisamos melhorar a experiência que o consumidor com as empresas de todos os segmentos da economia”.

A representante da Senacon, serviço público que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo de forma online, ressaltou ainda que o Brasil tem diferentes tipos de dificuldades, desde um consumidor que já nasceu com a tecnologia como aquele que até hoje tem dificuldades para lidar com ela. “Temos de ser multicanais. As empresas precisam atender a um público diverso e oferecer diferentes canais de comunicação para que os consumidores possam tirar dúvidas ou fazer reclamações”, explicou. “O que nós precisamos garantir é um atendimento rápido e fluido para que o consumidor sinta que o problema dele vai ser resolvido sem que seja necessário seguir para a esfera judicial, algo custoso em vários sentidos para todos os envolvidos”. 

Rafael Scherre, Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), afirmou que a renovação do arcabouço regulatório do setor desde o ano passado tem cumprido o seu papel de estimular a concorrência entre as companhias e que isso tem ajudado muito a reduzir atritos com consumidores. “Ao lançar produtos olhando para o perfil do consumidor, boa parte das divergências desaparece, e as ouvidorias são estratégias para o tratamento das demandas”.

De acordo com dados apresentados por Scherre, as reclamações de consumidores atendidas pela Susep caíram de 25.207 mil em 2019 para 21.200 em 2020. Automóvel e Vida respondem por 47% das queixas registradas na Susep e Previdência com 20%. “Claro que tem o efeito pandemia nestes números, como com as restrições de circulação que derrubaram as queixas em seguro de carro. Mas, por outro lado, elevaram as dúvidas em relação a seguro de Vida e de Planos de Previdência. Considerando-se o índice de queixas sobre o volume de vendas do setor, o indicador saiu de 0,102 para 0,08. Os dados não consideram DPVAT, Capitalização e Saúde, que está a cargo da ANS.

Mauricio Nunes da Silva, Diretor de Fiscalização da Agência Nacional de Saúde (ANS), contou que o órgão começou, em 2008, a regular o atendimento ao consumidor por meio de uma plataforma de solução de conflitos, automatizado, com o objetivo de resolver conflitos de forma extrajudicial. “Este canal ajuda a melhorar a regulação da ANS, confere maior legitimidade e transparência na ação do regulador”, afirmou. Em 2020, a ANS recebeu 150 mil reclamações e 270 mil pedidos de informação. “Foram 420 mil demandas recepcionadas em 2020. Desde então vem passando por diversas adaptações, recebendo diversas premiações.

De 2013 a 2020, a taxa de resolutividade vem aumentando, com taxas superiores a 90%, informou. Em 2020, até novembro, foi de 91,7%. “Isso significa que a cada 100 reclamações abertas, 91 foram solucionadas. Com a Covid tivemos um incremento de mais de 20 mil demandas, com índice de solução de 90,4%, sendo queixas sobre testes e exames 92%”, afirmou, citando que a ANS tem vários canais de atendimento, sendo o 0800 responsável por mais de 80% das mais de 50 mil demandas por mês.

Tereza Moreira, Chefe do Serviço das Políticas de Concorrência e Proteção dos Consumidores da UNCTAD, ressaltou que o Brasil tem um papel importante no avanço da relação de consumo da América Latina e também contribui de forma relevante para as discussões internacionais sobre o tema. “Tudo o que é feito aqui, e acompanho bem as discussões, é replicado no mundo. É um país emergente e com uma complexidade incrível com diversos órgãos de defesa do consumidor espalhados na imensa geografia do país”, citou. No entanto, ela chamou a atenção para que o Brasil também preste atenção ao que acontece em outras partes do mundo, onde todos visam retirar os conflitos de consumo da esfera jurídica por meio das câmaras de conciliação. 

Finalizando o evento, Silas Rivele, Ouvidor da Seguros Unimed e Presidente da Comissão Temática de Ouvidoria da CNseg, informou que a central de ouvidoria da CNseg, composta por 85% das 120 seguradoras do setor, atendeu cerca de 150 mil demandas 97% delas foram resolvidas. “Também destaco que elas resultaram em mais de 250 melhorias registradas em processos, produtos, tecnologia, documentação e materiais de divulgação”, ressaltou.

Hoje (27/04) será a vez de discutir “A importância do Diálogo Institucional do Setor de Seguros e o SNDC: Experiências, Avanços e Desafios”, das 11h às 12h30. A mediação será realizada pela Diretora de Relações Institucionais e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, e estão confirmados: o professor de Direito do Consumidor, Ricardo Morishita;  a Diretora de Ouvidoria do Grupo Segurador MAPFRE, Cláudia Wharton; o Presidente da Associação Brasileira de Procons (Procons Brasil), Filipe Vieira; e o Defensor Público do Rio de Janeiro e Coordenador do Nudecon,  Eduardo Tostes.

Ligeira alta da projeção do PIB reflete aprovação do Orçamento 2021

Priscila Aguiar, economista do CEM - Comissão Estudos de Mercado da CNseg

A expectativa para o PIB 2021 divulgada pelos economistas do Boletim Focus nessa semana aumentou pela primeira vez depois de sete semanas consecutivas de queda, passando de 3,04% para 3,09%. Para 2022, a projeção de 2,34% se manteve. Apesar da ligeira alta, a estimativa é quase 11% menor em relação ao maior patamar da projeção revelada pelo Focus neste ano, destaca Priscila Aguiar, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

Na semana passada, havia a expectativa de sanção ou veto do orçamento de 2021 do governo federal. Com a sanção pelo Presidente no último dia do prazo, as atenções dessa semana estarão voltadas para a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia pelo Senado. “Mas é esperado, também, que o Congresso inicie em maio a análise de uma nova pauta econômica com ações para auxiliar o enfrentamento da pandemia, especialmente para o setor empresarial, com novas medidas de estímulos para a economia”, diz Aguiar. 

Entre as ações, a economista cita a reedição do Pronampe (Programa Nacional de Apoio à Microempresa e Empresas de Pequeno Porte), que visa disponibilizar crédito para pequenas e médias empresas através de financiamentos a juros baixos e regras simplificadas, e do BEm (Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda), que permite a redução da jornada de trabalho e de salários para trabalhadores do setor privado. 

Leia o comentário das projeções dos principais indicadores no Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.

Receita do setor de títulos de capitalização sobe 2,3% no 1º bimestre, para R$ 3,8 bi

Fenacap

Balanço divulgado pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) mostra que o setor de títulos de capitalização, produtos que conjugam soluções de negócios com sorteios, voltou a crescer após dez meses de retração, período que teve o desempenho afetado pela pandemia de Covid-19.

No primeiro bimestre de 2021, a receita atingiu R$ 3,8 bilhões, valor 2,3% superior em relação a igual período do ano passado, quando ainda não haviam sido decretadas as medidas para conter o avanço da doença. Ainda de acordo com as informações da FenaCap, foram entregues R$ 228,7 milhões em prêmios a clientes que tiveram títulos de capitalização contemplados.

Os dados do primeiro bimestre do ano também apontam para queda de 5,4% nos resgates, totalizando R$ 3,1 bilhões, o que contribuiu para a elevação das provisões técnicas – compostas dos recursos de clientes com títulos de capitalização ativos -, que apresentaram alta de 6,2%, chegando a R$ 32,5 bilhões.

“A situação sanitária e econômica reforçou a importância da reserva financeira. Os títulos de capitalização ajudam pessoas e famílias a desenvolver o hábito de guardar dinheiro e oferecem a chance de participação em sorteios ao longo de toda a vigência dos contratos. Em momentos de incertezas, contar com uma reserva financeira traz bem-estar e tranquilidade e isso explica a redução no volume de resgates. Por outro lado, quem precisou lançar mão de recursos para fazer frente a algum tipo de emergência encontrou no título de capitalização um aliado”, observa Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.

IRB+Inteligência aponta que seguradoras faturaram R$ 10 bilhões em fevereiro, alta de 13%

irb inteligencia mercado

Fonte: IRB

O mercado segurador registrou faturamento de R$ 10 bilhões em fevereiro, alta de 13,1% comparando com o mesmo período do ano passado. É o que mostram os dados do Boletim IRB+Mercado, relatório da plataforma IRB+Inteligência, iniciativa do IRB Brasil RE que se baseia nas informações públicas divulgadas pela Susep. O resultado indica continuidade no ritmo de crescimento do setor, o que ocorre há oito meses consecutivos e representa a segunda maior taxa para o mês de fevereiro desde 2015. No total, mais de 70% dos grupos seguradores tiveram crescimento. Já no acumulado do ano (janeiro e fevereiro de 2021), o segmento evoluiu 11,3%, somando R$ 21,1 bilhões. 

A linha de Vida, detentora de 36% do arrecadado e com crescimento constante desde julho de 2020, faturou R$ 3,8 bilhões no segundo mês de 2021, uma variação positiva de 6,8% no comparativo com fevereiro do ano passado. A alta aconteceu devido ao desempenho, principalmente, dos produtos Vida Individual (21,9%), Vida em Grupo (8,2%), Acidentes Pessoais – Coletivo (9,9%) e Prestamista – Coletivo (2,8%). O seguro Auto voltou a ter alta (6%), contabilizando R$ 2,7 bilhões. Em paralelo, a redução das despesas com sinistros ocorridos contribuiu para os resultados das seguradoras que atuam com esse produto, observado pela melhora da taxa de sinistralidade de 64,3% para 59,4% no comparativo do acumulado do ano (janeiro e fevereiro) de 2020 com 2021, respectivamente.  

Como terceiro destaque de fevereiro, o seguro Corporativo de Danos e Responsabilidades (sem Rural, Crédito e Garantia) registou faturamento de R$ 1,9 bilhões, alta de 27,9%. A modalidade teve influência dos produtos Lucros Cessantes (340%) e Petróleo (164,5%). No mesmo segmento, vale ainda destacar a alta de Riscos Cibernéticos (284,6%), reflexo da entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e do aumento do trabalho remoto. Já os seguros Individual Contra Danos e Rural totalizaram, separadamente, R$ 903 milhões e R$ 465 milhões, altas de 17,8% e 55,1%. O segmento Crédito e Garantia teve R$ 326 milhões de prêmio emitido, o que representa crescimento de 21,3%.  

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep, com foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios. A análise, que é publicada mensalmente, está disponível, na íntegra, no site da companhia (www.irbre.com). No mesmo endereço, o IRB oferece ainda o Dashboard IRB+Mercado Segurador, painel dinâmico desenvolvido pelo ressegurador com informações de todo o setor.