SulAmérica atinge R$ 9 bilhões em reservas de Previdência Privada

Saldo inédito é 17% superior ao de dezembro de 2019

Os fundos de Previdência Privada da SulAmérica alcançaram R$ 9,4 bilhões em reservas no fim de dezembro de 2020 – alta de 17,2% em relação a igual período do ano anterior. As receitas dos produtos PGBL e VGBL aumentaram 15,7% e 10,6 %, respectivamente, expandindo as receitas operacionais do segmento em 12% frente a 2019. O resultado foi impulsionado, principalmente, pelo saldo positivo de portabilidade líquida de cerca de R$ 700 milhões no ano. 

“Trabalhamos com um propósito claro de melhorar a vida das pessoas oferecendo as melhores soluções do mercado, o que significa atender nossos clientes, de diversos perfis, em seus variados momentos de vida. Para isso, investimos sempre na diversificação e personalização dos nossos produtos, sejam eles para a saúde física, emocional ou financeira”, conta Solange Zaquem, diretora Comercial da SulAmérica.  

A executiva atribui a conquista também aos principais parceiros de negócios da companhia, os corretores de seguros. “A atuação consultiva dos nossos parceiros auxilia os consumidores a chegarem cada vez mais perto da Saúde Integral, que é o equilíbrio necessário para se viver plenamente no presente e no futuro. Nossa missão é potencializar essa abordagem e mantê-los sempre atualizados em relação ao nosso portfólio e ao cenário macroeconômico, por meio dos nossos canais de comunicação e plataforma de treinamentos”, conclui.  

Vantagens da Previdência Privada 

Além de ser um investimento no futuro para garantir qualidade de vida e proteção para a família, a Previdência Privada possibilita ao investidor obter benefícios como a tributação regressiva, que ao longo de dez anos chega a 10%. Outra vantagem é que não há “come-cotas”, que é a incidência de Imposto de Renda (IR) semestral que ocorre nos fundos de investimento não atrelados à um plano de previdência. 

O cliente também pode usá-la como uma ferramenta de planejamento sucessório, já que não precisa passar por inventário, em decorrência de falecimento do titular, e, em alguns Estados, não há cobrança de ITCMD, o tributo para transferência de bens em caso de herança ou doação. Somado a isto, a legislação desses produtos veio se atualizando e tornando essa classe ainda mais competitiva, possibilitando a aplicação em investimentos no exterior e maior exposição à renda variável. 

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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