Eduardo Toledo comenta os desafios e oportunidades da Alper Re

Eduardo Toledo_VP Alper Re

Eduardo Toledo, acaba de assumir a vice-presidente da Alper Re, que adquiriu a corretora de resseguros do C6 Bank, a C6 Re. Com a aquisição, a consultoria absorve uma carteira de R$ 90 milhões em prêmios de resseguros. O blog Sonho Seguro conversou com Toledo para saber mais sobre os desafios que tem pela frente. Leia abaixo:

Quais são os desafios de criar uma área tão importante dentro de uma corretora já estabelecida?

O lançamento da Alper Re, área de Resseguro da Alper Seguros, nasce com um time de especialistas aptos a fazer a conexão entre o mercado segurador e o mercado ressegurador, ampliando as possibilidades de capacidade para nossos clientes e trazendo produtos inovadores praticados no mercado internacional. Somos uma corretora completa que irá atender as demandas de nossos clientes possibilitando agora o acesso direto ao mercado ressegurador, estreitando as parcerias, visando o relacionamento de longo prazo. A integração entre as operações, seguro e resseguro, certamente trará excelentes oportunidades para que possamos crescer significativamente a operação do resseguro nos próximos anos.

Você também será responsável pela de Specialty Insurance Products. Como essa área vai funcionar?

A criação da área de Specialty Insurance Products consiste em uma divisão dedicada a atuar em alguns segmentos que requer uma especialização e que na maioria dos casos, precisa da capacidade e conhecimento técnico do mercado ressegurador internacional. A área de Specialty possibilitará à Alper atuar em nichos de mercado onde há demandas específicas e que poucas corretoras operam.

Com quais resseguradoras a Alper atua? 

Ao longo da história do resseguro no Brasil sempre fomos muito atuantes, desde a época do monopólio do IRB, e também após a abertura do mercado em 2007. Desde então, mantemos relacionamentos estreitos com os principais mercados resseguradores nacionais e internacionais presentes nos EUA, Europa, Ásia e também na América Latina. Mantemos parcerias com Brokers de Resseguros independentes e especialistas em Londres, que nos possibilitam acessar a maior indústria do seguro e resseguro do mundo, que é o Sindicato do Lloyd’s (Lloyd’sof London). Com a aquisição da C6 Re, a Alper herda o relacionamento e a confiabilidade que os mercados creditam em nossa operação e, com a certeza de que novos negócios irão acontecer. Estão todos entusiasmados com esta nova oportunidade de estreitarmos cada vez mais nossos relacionamentos.

Como será composta a equipe da Alper Re?

A equipe da Alper Re é composta de um corpo técnico de profissionais altamente capacitados, que atuam como especialistas nosdiversos segmentos do resseguro, atuando desde a operação das cotações e colocações dos riscos junto aos mercados, regulação de sinistros, endossos, bem como no acompanhamento de todo o processo até sua renovação, atendendo sempre as exigências específicas que nosso regulador exige. Temos um time dedicado que entende as reais necessidades dos nossos clientes, ajudando-os nas colocações dos riscos mais complexos e inovadores.

Pelos balanços divulgados nas maiores do mundo, vem aumento no resseguro. O que vislumbra para seus clientes?

Os balanços divulgados clamam por um equilíbrio melhor na relação prêmio vs sinistro, podemos observar um agravo de taxas em diversas linhas de negócios, relacionados principalmente, pelas perdas significativas em decorrência da pandemia do Covid-19. Diante disso, vislumbramos um cenário desafiador para nossos clientes não apenas na questão de aumento de prêmio, mas também pela necessidade de investimentos e melhorias dos riscos. A figura do corretor de resseguro será fundamental para traduzir aos mercados resseguradores toda e qualquer informação que faça a diferença neste momento atípico.

O Brasil também sofrerá os reajustes que as maiores resseguradoras prometem?

Sim. Ninguém ficará de fora desse reequilíbrio que o mercado de resseguro está buscando. Óbvio que será levado em consideração aqueles riscos onde comprovadamente houve investimentos significativos na melhora da exposição do risco, objetivando a mitigação de perdas, nesses casos, o impacto, se houver, será mínimo em termos de agravo de prêmio. O Brasil vem crescendo o volume de prêmio cedido aos mercados resseguradores internacionais, o que mostra um maior apetite pelos riscos locais.

Muitas falam sobre a seriedade da subscrição, prevalecendo acima de condições concorrenciais. Como vê isso?

Nosso mercado é muito sério, a subscrição de risco é muito séria e extremamente profissional. Infelizmente, é muito difícil reeducar um cliente que pagou por anos uma taxa baixa de seu risco em relação à realidade do mercado e, levá-lo ao patamar desta “nova” realidade, coloca em risco as condições concorrenciais. Este é um trabalho árduo e desafiador, e por muitas vezes afeta a relação com o cliente. Mas, temos que ter em mente que estamos passando por esta reestruturação e a realidade será para todos, os mercados resseguradores sabem muito bem como manter um posicionamento firme nos termos e condições ofertados nas diversas concorrências em que participam, não deixando brechas para aventureiros.

Quais os segmentos mais sujeitos a reajustes de taxas e quais os menos afetados?

Ainda é difícil prever o impacto que a pandemia está causando na indústria, mas sabemos que será significativo no curto, médio e longo prazo. Ossegmentos de saúde suplementar estão sendo os mais afetados e sujeitos a reajustes. As carteiras de Seguro de Vida também estão com grandes passivos de longo prazo e com capacidade limitada para subscrição de novos negócios, especialmente por conta de seus contratos de resseguro não-proporcional.

Nos demais ramos não relacionados a Pessoas, percebemos um impacto negativo mais propriamente nas carteiras de seguros de Crédito, Aviação, Lucro Cessantes, Proteção de Dados, entre outros, muito em decorrência das mudanças provocadas pela quarentena que refletiram negativamente nas economias por todo mundo. Em outros segmentos, como Carteiras de Automóvel, Propriedades, Responsabilidade Civil, não vimos grandes impactos.

A pandemia afetou os contratos? De que forma?

Sim, afetou diretamente carteiras importantes, como mencionado anteriormente, principalmente no segmento de Saúde e Vida, bem como na Previdência. Muitas empresas, em decorrência da crise econômica causada pela pandemia, estão sendo forçadas a reduzirem seu quadro funcional, o que impacta diretamente no volume de prêmio arrecadado pelas companhias de Seguro Saúde. Muitas vezes os clientes migram para planos inferiores buscando economia de sobrevivência. Além do aumento de inadimplência, principalmente no segmento de pequenas e médias empresas, o que representa o maior volume de prêmio neste mercado.

O que esperar das renovações dos contratos neste fim de ano e em 2022?

Um dos princípios do seguro é o mutualismo, que busca o equilíbrio do mercado, e vendo por este prisma, teremos grandes desafios pela frente com as renovações dos contratos em 2022. Certamente será um ano de reequilíbrio das carteiras mais afetadas, as quais irão contar com uma compensação de outros segmentos menos afetados. Não podemos deixar de ressaltar que estamos vivendo uma conjuntura de juros baixo, onde a subscrição passa a ser fundamental para a saúde financeira do mercado segurador e ressegurador.

Artigo: É preciso entender o consumidor do futuro, que já faz parte do presente das empresas

Fenacap

por Marcelo Farinha, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap)

Nos seis primeiros meses de 2021, a arrecadação do segmento de Capitalização superou igual período de 2020 em 8,4%, com receita de R$ 11,6 bilhões. O resultado ameniza os efeitos da pandemia e mostra que o setor começa a dar sinais de retomada. Mas isso não significa a completa superação da crise.

Existem vários obstáculos a serem superados. Entre os desafios, três são fundamentais: a retomada da economia dentro de um percentual que recupere boa parcela das perdas de anos anteriores; o desenvolvimento de novos mercados tendo as plataformas digitais como ferramenta para atingir o público jovem e conectado; e a adequação das empresas à abertura do mercado segurador, prevista para dezembro de 2021, que modifica substancialmente a estrutura do mercado e coloca no horizonte do seguro uma série de perguntas e dúvidas ainda sem resposta.

A crise atual afetou a vida de todos os brasileiros e seus hábitos de consumo em função da necessidade de prevenção e cuidados com a saúde, sobretudo os aspectos inerentes ao distanciamento social. Isso estimulou o home office e fez com que o mercado fizesse uso mais intenso das plataformas digitais acelerando e testando novas formas de interação com os clientes, o que se traduz em mais agilidade e transparência.

No entanto, a atividade econômica ainda se encontra retraída, o desemprego é elevado e a renda média das famílias foi afetada. Mas o setor aprendeu a lidar com a crise mais severa do século e tudo indica que o pior já passou. Em 2021, os produtos de Capitalização completam 92 anos de presença no país, o que mostra a sua grande capacidade de resiliência e, sobretudo, o esforço de todos os envolvidos em sua cadeia de produção de se reinventar e ofertar soluções eficientes e que atendam aos consumidores de forma rápida e eficaz.

Diante de uma sociedade cada vez mais conectada, o mercado de Capitalização vem combinando investimentos em soluções de negócios digitais com responsabilidade social. Este ambiente de negócios faz com que o setor se transforme e, na busca de aprimorar o relacionamento, rejuvenesça sua base de clientes. 

Soluções digitais, em diferentes plataformas, garantem mais agilidade e maior abrangência aos processos. Significa que mesmo em cidades sem a presença física de uma instituição é possível adquirir um Título de Capitalização, oferecê-lo como garantia se este for o objetivo, contribuir com causas sociais, ou apenas poder contar com uma reserva de valor com o incentivo de um sorteio que ele pode acompanhar pelas mesmas ferramentas digitais onde adquiriu o título. Ou seja, existe, por conta dos investimentos em tecnologia, total capilaridade e transparência.

O relacionamento digital ganha cada vez mais relevância diante de uma sociedade mais informada, consciente e exigente, que valoriza experiência, agilidade e conveniência. A chegada da geração Z – os nativos digitais, superconectados e que demandam novos modelos de consumo trazem desafios e oportunidades para a capitalização.

De acordo com estudo publicado pelo Think With Google, 85% dos jovens que participaram da pesquisa disseram estar dispostos a doar parte do seu tempo para alguma causa, sendo o meio ambiente uma das maiores preocupações. Esse comportamento revela espaço para a modalidade filantropia premiável, que aproxima interessados em fazer o bem e entidades carentes de recursos.

Outro ponto levantado pelo relatório é que a insegurança com o futuro marca mais a geração Z do que a geração anterior, o que reforça um dos pilares da Capitalização: a importância da educação financeira. De acordo com a pesquisa, esses jovens cresceram sentindo os efeitos da crise econômica global, começaram a trabalhar em um mercado que está se transformando e temem os efeitos das mudanças climáticas. E isso reflete em todo o propósito de vida dessa geração.

O empoderamento desse consumidor vem acompanhado de princípios de ética, responsabilidade, lealdade e transparência nas relações. E para que essa evolução ocorra em um ambiente seguro é preciso esforço coletivo de uma ampla gama de partes interessadas: empresas do setor, consumidores, órgão fiscalizador, além dos desenvolvedores de tecnologia. 

Artigo: Por que os corretores de seguros serão ainda mais relevantes neste novo momento do mercado de previdência privada?

Rodrigo Caravelli_Superintendente de Novos Canais e Upselling_2

por Rodrigo Caravelli, superintendente de Novos Canais da Brasilprev

A indústria de previdência privada vem passando por uma transformação sem precedentes. Os produtos ganharam em muito para quem deseja diversificar seus investimentos para o futuro, que vão muito além das letrinhas “PGBL” ou “VGBL”. Neste novo cenário, o corretor de seguros ganha um papel ainda mais importante. Mas antes de responder à pergunta do título, vale a pena explicarmos o porquê desse tema ser tão relevante.

Apesar do forte apelo da previdência privada como uma maneira de compor reservas para o longo prazo, ela conta com características que reforçam seu propósito na “família” dos produtos de seguridade: possibilidade de conversão em renda futura, formando e/ou complementando a aposentadoria; coberturas de proteção para o dia-a-dia; sucessão patrimonial e planejamento tributário, via benefícios fiscais no Imposto de Renda (esses últimos, mais voltados a planos PGBL¹)

Não sou contra a abordagem da previdência privada como mais uma alternativa de investimento. Ela também é isso, mas não se restringe a esse propósito. E é exatamente por causa deste ponto que acredito na aderência que o produto tem para sua distribuição via corretores de seguros. 

Não há profissional no mercado mais capacitado que eles para falar de produtos de seguridade, por entenderem sobre cada tipo de produto e qual melhor se adequa ao seu cliente. E com a evolução dos produtos previdenciários, minha aposta é de que trabalhar seus conceitos e o conhecimento sobre o mercado financeiro junto a esses profissionais pode ser uma via de muito sucesso.

Muito antes de começarmos a falar dos “Opens” (Finance, Banking e Insurance) já assistíamos uma parcela significativa de pessoas buscando produtos financeiros fora das prateleiras das empresas financeiras tradicionais – os ditos “bancões”. Minha avaliação desse cenário sinaliza que nós consumidores estamos em busca de (no mínimo) duas coisas: queremos entender mais sobre o que estamos fazendo, escolhendo, comprando e, fundamentalmente, queremos participar do processo – mais do que no passado. O “do it for me” está mais para o “back off… I do it myself”

Com estes movimentos, aparentemente estamos buscando eliminar intermediários e ganhar mais autonomia. Porém, e aqui está o meu segundo ponto, não dá para saber “tudo sobre tudo” e, nas questões mais complexas, queremos a ajuda de pessoas nas quais confiamos. Este espaço de maior proximidade com o cliente e de construção de relações de confiança sempre foi a base da formação das carteiras de clientes dos corretores. Tipo aquele médico de confiança da família, sabe?

Se como consumidores queremos mais autonomia e menos intermediários, os produtos de menor complexidade serão decididos por nós mesmos, sem a interveniência de ninguém. Agora, diante de um cenário tão diversificado quanto é o da previdência privada, os corretores precisarão se aprofundar em questões que exigem conhecimentos novos ou adicionais àqueles que já possuem, para oferecer aos seus clientes a melhor assessoria possível. 

Existem diversas opções de investimento, das mais conservadoras às mais arrojadas, coberturas adicionais e/ou até planos “conjugados”, que combinam planejamento financeiro para o futuro com proteções de renda e saúde para o presente. Um cenário múltiplo, que faz uma grande diferença para o cliente – e para o comissionamento do corretor.

A mudança em nosso comportamento como consumidores exige novas habilidades dos profissionais que se propõem a crescer e serem bem-sucedidos, oferecendo a melhor assessoria aos seus clientes. Por isso, o suporte necessário para entender mais sobre o mercado financeiro é para mim um dos pilares para a construção desta nova fase da parceria com os nossos corretores, bem como a disponibilização de melhorias contínuas para a experiência de venda e a satisfação de nossos clientes.

¹Planos de modalidade PGBL permitem o abatimento das suas contribuições no limite de até 12% da renda bruta anual tributável do Imposto de Renda.

“Fale com a gente do seu jeito” é o posicionamento da Mitsui Sumitomo Seguros para o lançamento do atendimento omnichannel

bruno porte mitsui sumitomo

Movida pelo desejo de estar cada dia mais próxima dos corretores, clientes e parceiros, a Mitsui Sumitomo investiu para estar em todos os canais onde eles querem ser atendidos. Neste mês de setembro, a seguradora consolida uma jornada de projetos para colocar no ar o atendimento omnichannel, que unifica a comunicação com seus públicos-alvo de forma simultânea em diversas plataformas. “Nosso propósito é tratar cada um como indivíduo a fim de conseguirmos proporcionar atendimento personalizado e integrado”, afirma Bruno Porte, diretor de TI, Sinistros e Operações da Mitsui Sumitomo. 

O entusiasmo de toda a equipe vem da conscientização de que mesmo sendo seguro um produto financeiro com jargões próprios, o cliente tem a sua forma de pensar. “O mindset mudou. O consumidor quer ser atendido com a mesma simplicidade que pede uma comida delivery ou escolhe um filme para assistir nas diversas plataformas de streaming. Sabemos que o seguro é um produto complexo, mas no que diz respeito ao conceito de criação e gestão dentro de casa. Para o cliente, tem de ser simples, transparente, ágil e acessível, com atendimento humanizado e ao mesmo tempo digital”, enfatiza Bruno, em entrevista ao blog Sonho Seguro.

Tendo como posicionamento “Fale com a gente do seu jeito”, baseado na personalização e integração, a Mitsui Sumitomo criou um canal de atendimento pelo Whatsapp  que contará com uma assistente virtual, que dia a dia fica mais sofisticada para esclarecer dúvidas e resolver questões baseando-se nos processos de inteligência artificial. “Temos novos canais digitais, porém nos mantemos sempre juntos para garantir a excelência que tanto buscamos. Além do suporte dado pela nossa assistente virtual Miti, o cliente e o corretor podem acionar um operador em qualquer etapa do atendimento, sempre que preferirem ou sentirem necessidade”, ressalta o diretor. 

Neste primeiro momento, serão oferecidos serviços como abertura a acompanhamento do pedido de indenização, informações gerais da apólice e dúvidas sobre a parte financeira. Passo a passo outras funcionalidades serão incluídas, inclusive o pagamento via PIX, com a opção de parcelamento do valor do seguro. 

A seguradora japonesa está inovando o mercado de autoatendimento na América Latina, usando a solução Zappix URA Visual para melhorar a experiência do cliente, reduzir o tempo médio de manuseio das chamadas de atendimento ao cliente de entrada e simplificar e automatizar a jornada de atendimento ao cliente.

O serviço URA Visual viabiliza a utilização simultânea da voz e a interação visual por meio do celular. “O cliente liga no atendimento e se auto atende. O robô em texto pergunta se ele gostaria de continuar o atendimento por meio do celular. Se sim, é enviada uma mensagem com link. Clicando, ele é guiado pela voz a fazer o autoatendimento para abrir um pedido de indenização. E, neste mesmo método visual, ele pode acompanhar o passo a passo do processo, como envio de documentos e finalização do recebimento do valor da indenização”. 

Foco no cliente é um dos três pilares da estratégia mundial do grupo. “Nosso objetivo é oferecer alternativas de atendimento cada vez mais práticas e seguras aos nossos clientes, ampliando suas possibilidades de comunicação com a empresa. O resultado disso é um elevado índice de eficiência, que traz melhores experiências para todos, tanto em tempo como em custo”, acrescenta Bruno.

O vice-presidente, Hélio Kinoshita, afirma: “A Mitsui se posiciona interna e externamente para estar junto de pessoas e empresas, oferecendo mais agilidade, tecnologia, tranquilidade e segurança para que atinjam seus objetivos e sonhos por meio de serviços de seguros globais. E seja onde for, juntos vamos encantar nossos clientes”.

André Lauzana, ex-SulAmérica, agora é Banco Modal

O colunista do Globo, Lauro Jardim, conta que o Banco Modal tem um novo sócio e CFO: André Lauzana, ex-Icatu, Sul América e Prudential. Lauzana integrará o Comitê Executivo e será responsável pela estruturação das áreas de Parcerias, Novos Negócios e Seguridade.

Desde 2018, Lauzana está à frente da área de vendas da SulAmérica. Atua no mercado de seguros há 24 anos, sendo 10 deles na SulAmérica, onde entrou como diretor financeiro. Antes disso, atuou em posições executivas na Aliança do Brasil, Brasilcap, Prudential do Brasil e Icatu Seguros.

Certamente terá muito trabalho pela frente. Os bancos digitais estão atentos ao mercado de seguros, que faz parte da estratégia do desenho do marketplace financeiro que praticamente todos eles desenham. O banco digital para investidores se aproxima de 1,5 milhão de clientes, segundo informações do balanço do primeiro semestre. E a equipe está de olho nas oportunidades do Open Banking e Open Finance. Segundo entrevistas recentes, eles acreditam que a partir do momento que as pessoas começarem a escolher como os seus dados serão compartilhados, o ambiente passará a ser mais competitivo. Então, a experiência, além do serviço, será fundamental.

Dá-lhe Lauzana para desbravar seguros nesta plataforma financeira, que corre atrás dos agentes autônomos e clientes.

Icatu conquista prêmio de excelência em automação

Antonio Nicolella

 

Fonte: Icatu

A automação de processos operacionais na Icatu foi um dos grandes desafios da seguradora que, em dois anos,  implementou  35 robôs – os chamados RPAs – que foram responsáveis pela robotização de 27 processos e 56 subprocessos das linhas de negócios de Vida, Previdência e Capitalização.   Esses números conferiram à companhia o reconhecimento feito pela Kryon – empresa israelense líder em automação de processos robóticos, desenvolvedora da solução ARIS RPA da Software AG,  como a empresa com maior implantação de robôs não-atendidos da América Latina, anúncio feito durante o Prêmio de Excelência em Automação 2021.

“Já tínhamos identificado uma necessidade de automação de nossos processos operacionais. Antes, muitas atividades eram executadas manualmente. Nosso desafio era fazer uma sinergia entre a atuação de nossos técnicos e o trabalho dos robôs. Identificamos que a nossa equipe podia ter uma ação mais analítica. Hoje, focamos nas contratações de analistas para revisar processos e implementar robôs. E vale destacar que fizemos remanejamento de equipes e não, desligamentos”, conta o diretor de Operações da Icatu, Antonio Nicolella, que coordena uma equipe com 270 pessoas.

Ele explica ainda que a Diretoria de Operações é responsável por todo o backoffice da operação da companhia, contemplando todas as linhas de negócios e canais. Em Capitalização, por exemplo, os RPAs operam em resgates; em Previdência, em operações que envolvem portabilidade interna e externa; em Vida, na renovação de apólices, faturamento e na emissão de segunda via de certificados, só para citar.  A implantação de RPAs resultou em mais de 31 mil horas de processamento e um total de 715 mil registros sem a intervenção humana. 

“Nós já sabíamos que éramos um case de sucesso em matéria de implementação. Temos muitos processos que rodam em fração de minutos. A automatização de processos traz maior agilidade operacional e qualidade no processamento de dados”, reforça Nicolella. A Icatu foi a única seguradora brasileira homenageada na edição deste ano do Prêmio de Excelência em Automação.

Nível de incerteza predomina, apesar de bons dados para atividade no 3º trimestre, avalia economista da CNseg

Pedro Simoes CNseg

A semana já começa com alta volatilidade nos mercados por conta dos temores com uma possível desaceleração da economia chinesa após a revelação das dificuldades da segunda maior incorporadora imobiliária do país. Por isso, os analistas consultados no relatório Focus divulgado nesta segunda-feira procuraram incorporar as informações divulgadas na semana passada, entre elas o IBC-Br de julho que, impulsionado por dados melhores que o esperado para o varejo e os serviços no mês, apontou que a economia brasileira cresceu 0,6%. 

Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, afirma que do quarto trimestre para frente, entretanto, a incerteza predomina. “A indústria continua a apresentar dificuldades, associadas principalmente aos custos e à escassez de alguns insumos, mas os serviços e o varejo se beneficiam da reabertura das economias. Apesar do recrudescimento da inflação, das dificuldades da indústria e da queda do PIB do segundo trimestre, as perspectivas para o nível de atividade da economia no terceiro trimestre permanecem predominantemente positivas”, diz. 

Para o economista da CNseg, a “pacificação” promovida após os acontecimentos políticos da semana do 7 de setembro diminuiu as tensões mais explícitas, mas ainda é cedo para avaliar os impactos de mais longo prazo. “De mais concreto, por enquanto, vimos a PEC dos Precatórios passar pela Comissão de Constituição e Justiça na Câmara. Por outro lado, houve o aumento do IOF, com repercussão negativa nos mercados, o que mostra tamanho dos desafios da política fiscal para a manutenção do Teto de Gastos. O que é certo é que o nível de incerteza aumentou, e isso nunca é positivo para as decisões de consumo e investimento”. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Liberty patrocina sétima edição do Dive In

Delane Giannetti

Fonte: Liberty

O grupo Liberty anuncia que será patrocinador do festival Dive In de 2021, evento internacional com foco em diversidade e inclusão no segmento de seguros. O festival ocorrerá em formato híbrido, entre 21 e 23 de setembro, e tem como foco destacar a importância da inclusão e da diversidade no ambiente corporativo, além de trazer discussões para guiar o mercado de seguros para o futuro. 

Além de patrocinar o festival, a Liberty vai participar do painel de discussão “A importância e os desafios da implementação de política de diversidade”. A palestra contará com a presença da Diretora de Talento da companhia, Delane Giannetti, que discutirá os insights, erros e acertos na implementação de uma política de diversidade e, principalmente, sua importância. 

O painel acontecerá no dia 22 de setembro, das 10h às 11h, e terá presença de outras executivas do mercado segurador, como Renata Oliver, Vice Presidente da BMG Seguros, Marcella Hill, Sócia na Campos Mello Advogados em Seguros e Resseguros, e Jaqueline Suryan, Sócia de Insurance, Reinsurance, Private Pensions e Healthcare Practice na Campos Mello Advogados

O evento, que no ano passado reuniu mais de 30 mil participantes de 35 países, é gratuito e aberto para profissionais do setor de seguros, além de pessoas de fora do mercado que se interessem em aprender mais sobre diversidade e inclusão nos negócios. Entre os demais temas discutidos na edição deste ano estão saúde mental, responsabilidade social, ambientes de trabalho multi-geração, gênero, LGBTQIA+, multiculturalismo, raça e etnia e deficiência. As conversas serão divididas nos três dias de festival para que públicos variados possam ter acesso às discussões.

“É com grande satisfação que anunciamos o patrocínio do Festival Dive In, um evento tão necessário para a temática da inclusão e da diversidade no setor de seguros ao redor do mundo”, afirma Delane Gianetti, Diretora de Talento  da Liberty Seguros. “O debate sobre esses temas é fundamental para promover sempre mais diversidade nas empresas e caminhar em direção a um futuro mais inclusivo”, completa a executiva. 

Para participar do Festival Dive IN 2021, basta se inscrever no link: https://diveinfestival.videoflex.net

Raphael de Carvalho é o novo CEO do IRB Brasil RE

raphael de carvalho IRB

O Conselho de Administração do IRB Brasil RE aprovou a eleição do novo diretor presidente da companhia, em reunião extraordinária na última sexta-feira. O executivo Raphael de Carvalho é o novo CEO do IRB Brasil Re. Ele assume a partir do dia 1 de outubro, com mandato unificado com os demais membros da Diretoria Estatutária da Companhia até 2 de julho de 2023.  

“O processo de escolha foi extremamente criterioso, durante o qual seguimos a premissa que temos aplicado nesta gestão do IRB Brasil RE: sem pressa, mas sem pausa”, explica Antonio Cassio dos Santos, presidente do Conselho de Administração da Companhia. “Raphael de Carvalho é uma escolha que reúne importantes qualificações para a posição: vivência sênior e diversa em negócios complexos, extensa experiência como presidente na área de seguros e um histórico de liderança estratégica no segmento financeiro. Estamos muito felizes com sua chegada à companhia”, completa ele.  

O novo CEO do IRB tem larga experiência nos setores financeiro e de seguros, tendo uma carreira de mais de 30 anos em instituições de grande porte. O executivo é graduado em Matemática e Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem um MBA em Finanças na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e especializações na Kellog School of Management e em Harvard, ambas nos EUA. 

Nos últimos seis anos e meio, Carvalho ocupou o cargo de presidente da seguradora Metlife para o Brasil e Colômbia. Antes disso, liderou a prática de seguros da consultoria Accenture na América Latina. Também teve passagens pelo Unibanco (onde foi responsável pelo Fininvest, Unibanco Capitalização, Cartão Unibanco), Nationwide Financial, Pactual, VISA e Russel Reynolds. 

“Juntar-me ao IRB Brasil RE é uma honra e um prazer. É também um grande desafio, seguramente um dos mais instigantes que existem no mercado hoje. É única a oportunidade de liderar a Companhia neste novo momento, após todo o trabalho de saneamento e reorganização que já foi feito”, diz o novo CEO do IRB. “Com total foco em nossos clientes e acionistas aliado ao protagonismo de nossos colaboradores, espero contribuir nesse processo de retomada da Companhia e, consequentemente, gerar valor para nossos stakeholders”.    

Com a chegada de Carvalho, Wilson Toneto, que ocupava interinamente o cargo de Diretor Presidente desde março de 2021, segue na companhia como Diretor Vice-Presidente Técnico e de Operações.  

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Breno Gomes assume como CEO da MetLife

A MetLife comunica que Breno Gomes, que atuava como Vice-Presidente de Estratégia, Desenvolvimento de Negócios e Engajamento, assume como líder da operação no Brasil, reportando-se a Eric Clurfain, Presidente da MetLife para a América Latina. Breno, que tem mais de 25 anos de experiência no mercado segurador, é graduado em Engenharia Elétrica pela UNICAMP (SP) e possui MBA em Finanças pela FGV e Insper (SP). Na MetLife desde 2005, liderou importantes projetos voltados para inovação, estratégia, analytics, previdência privada e tecnologia da informação. 

Ele sucede Raphael de Carvalho, que depois de quase 7 anos no comando de uma das principais seguradoras de vida do Brasil, segue para novos desafios. Ele será CEO do IRB Brasil RE, que enfrenta uma crise de credibilidade desde fevereiro de 2020, quando foram divulgadas fraudes contábeis que resultou na troca do corpo diretivo e desde então busca reposicionar a empresa, que tem capital na bolsa de valores.

A MetLife tem investido em tecnologia para transformar a experiência dos parceiros de negócios e dos nossos clientes. Entre eles XP e Itaú, onde distribuiu seus produtos. Já oferece a contratação do seguro através do sistema de reconhecimento facial, garantindo segurança, facilidade, rapidez e transparência. Também está pronta para fazer a integração com parceiros por meio de APIs (Inferface de programação de aplicações), que permite ao parceiro ter a visibilidade end to end do processo, um fator determinante para o crescimento do negócio.

Seguradoras de vida como a MetLife tem um cenário promissor pela frente para recuperar as perdas registradas com o pagamento de indenizacoes durante a pandemia. De janeiro a julho, a MetLife, por exemplo, amarga prejuízo próximo a R$ 151 milhões, segundo dados enviados à Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela consultora Siscorp. Em mesmo período do ano passado, lucrou R$ 14,3 milhões.

A sinistralidade geral do mercado em seguro de vida, individual e em grupo, continuou a trajetória de queda, atingindo o valor de 84,8% em julho deste ano, abaixo do valor observado em junho, quando foi de 88,7%. Vale lembrar que antes da pandemia as indenizações pagas sobre o volume de vendas não ultrapassavam 40%.

O segmento de seguros de pessoas apresentou um total de prêmios de R$ 101,53 bilhões em 2021 até julho, o que representa aumento de 20,6% em relação aos sete primeiros meses de 2020. O seguro de vida teve crescimento de 17,6% em relação aos primeiros sete meses de 2020, correspondendo a um aumento de R$ 1,93 bilhão na arrecadação de prêmios, informa dados da Susep.

O lado bom é que a pandemia despertou os brasileiros para a necessidade de reavaliação da saúde financeira das famílias. O seguro de vida é tido como uma das melhores ferramentas para garantir o planejamento financeiro e sucessório. A procura por proteção do patrimônio ou da renda depende do momento em que o cliente está. E os consultores financeiros e corretores de seguros estão a todo vapor para mostrar isso.

Por exemplo, clientes que estão com patrimônio financeiro ou imobilizado já formado, terão uma necessidade maior de proteger a sucessão deste patrimônio, já clientes que estão em fase de construção do patrimônio, terão uma necessidade maior de proteção da renda atual e dos projetos de curto e médio prazo. O objetivo é olhar o cliente de forma holística e apresentar as melhores soluções para o seu momento de vida e seus objetivos futuros, explicou a MetLife em recente entrevista. Uma oferta mais constante com uma demanda acentuada, poderá trazer crescimento ao segmento vida.

(foto linkedin)