AIG cria seguro para cobertura de fundos de investimentos voltados ao agronegócio

AIG seguro fundos

A AIG Seguros anuncia a chegada do seguro Trade Finance, pioneiro no Brasil, voltado, inicialmente, à cobertura de operações de investimentos em fundos, principalmente CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio). Parte do segmento de Seguro de Crédito, a novidade da AIG visa proporcionar mais segurança aos investidores em diversas áreas importantes para a economia do país. Até então, os interessados em seguros deste tipo precisavam fechar a operação no exterior. Com o novo seguro, a AIG passa a oferecer um produto personalizado para o mercado nacional, com apólice em português e condições e cláusulas adequadas à regulamentação local, contribuindo para ainda mais transparência no segmento de securitização e entre os investidores. 

“Esse seguro da AIG traz segurança, mais previsibilidade e menos risco para o investidor. Buscamos a experiência e conhecimento global da AIG no mercado financeiro para trazer ao Brasil uma oferta inovadora de seguro. Queremos facilitar a vida tanto do investidor quanto das agências de classificação de risco, não apenas traduzindo a apólice para o português, algo que até hoje não existia, mas também simplificando as questões tributárias e cambiais, por exemplo”, diz André Graupen, gerente de Seguro de Crédito da AIG. 

Um setor da economia brasileira que deve se beneficiar com a novidade é o agronegócio, que costuma utilizar a securitização, termo adotado no mercado financeiro para se referir a uma dívida que foi negociada com investidores. No caso do agronegócio, isso é feito por meio dos CRAs. “A securitização é o processo de proteção de dívida que garante ao credor o pagamento antecipado. Essa dívida é transformada em títulos, que são vendidos a investidores. Portanto, securitizar é agrupar pagamentos futuros. Um exemplo no agronegócio seriam os recebíveis provenientes de uma safra em um fundo de investimento. O investidor que compra o título recebe os rendimentos e incorre nos riscos de crédito. Já o credor dos recebíveis antecipa os recursos”, explica Graupen. 

“No Brasil, os primeiros títulos securitizados surgiram no início da década passada e, para atrair investidores dispostos a enfrentar prazos longos e liquidez baixa, esses títulos contam com dois principais benefícios: os rendimentos com base na inflação somada a juros, além de isenção fiscal dos rendimentos. Em tempos de taxa Selic baixa e inflação em alta, essas características se tornam irresistíveis, e o mercado está buscando novas alternativas para aplicação de recursos. O que poucas pessoas sabem é que existe uma série de proteções por trás dessas operações financeiras que buscam garantir o retorno ao investidor e para toda a cadeia de recursos”, completa Graupen. 

A AIG foi pioneira na criação dessa cobertura de seguro de crédito para CRAs, ainda no início da década passada. Com a vinda desse produto ao mercado local, a seguradora se fortalece ainda mais no segmento de Seguro de Crédito no Brasil, área em que a companhia atua há mais de dez anos localmente, oferecendo soluções flexíveis que garantem um alto nível de autonomia na concessão de crédito para clientes, gerando condições mais competitivas de venda em prol da liquidez e do sucesso das empresas parceiras. 

Seguradoras arrecadam R$ 172,4 bilhões de janeiro a julho de 2021, alta de 16,4%

seguradoras susep julho 2021

As seguradoras registraram vendas de R$ 172,46 bilhões nos sete primeiros meses de 2021, o que corresponde a R$ 24,35 bilhões a mais do que no mesmo período de 2020, segundo dados da Síntese Mensal divulgada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Em termos percentuais, o acumulado até julho de 2021 apresentou crescimento de 16,4%, havendo pequena redução em relação ao crescimento acumulado de 19,4% até junho, explicada pelo desempenho dos segmentos de previdência tradicional (2,4%) e capitalização (4,9%). Considerando apenas os segmentos de seguros, o crescimento observado foi de 18,4%.  

Nos seguros de pessoas o grande destaque foi o desempenho das contribuições do VGBL, que atingiram o montante de R$ 72,90 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 23,2% em relação ao mesmo período de 2020. A sinistralidade do seguro de vida, individual e em grupo, continuou a trajetória de queda, atingindo o valor de 84,8% em julho deste ano, abaixo do valor observado em junho, quando foi de 88,7%.  

Os seguros de danos sem auto continuam apresentando forte desempenho, com crescimento de 20,1% na arrecadação de prêmios no acumulado de 2021, quando comparado com 2020. A arrecadação de prêmios no seguro auto continua performando abaixo da média dos seguros de danos, tendo atingido R$ 20,83 bilhões no acumulado do ano, valor 6,6% superior ao do mesmo período em 2020.  

As linhas de negócio rural, responsabilidade civil (RC), patrimonial, transporte e financeiros foram destaques, com crescimento acima de 30%. Os prêmios acumulados em 2021 para o seguro rural continuam com forte desempenho, com crescimento de 39,1% em relação a 2020 – maior taxa de crescimento da série histórica. Os seguros financeiros apresentaram desempenho ainda mais forte em relação ao acumulado do mês anterior (25,9%), com crescimento de 31,7% no acumulado do ano até julho em relação ao mesmo período de 2020, representando também a maior taxa de crescimento da série histórica. 

Investimento de capital em insurtechs e por bigtechs alimenta a maturidade na oferta de seguros, traz estudo da Capgemini

Capgemini estudo seguros 2021

O relatório mundial InsurTech 2021 da Capgemini e da Efma, publicado nesta semana, revela que os participantes das insurtechs e das bigtechs estão investindo pesado para impulsionar o desenvolvimento tecnológico e a inovação, aumentando a pressão sobre as seguradoras tradicionais. Os novos players digitais oferecem maior personalização e ênfase na experiência do cliente. Em resposta, as tradicionais fortalecem suas capacidades em tecnologia por meio de parcerias ou adquirindo insurtechs, mudando o momento de “fazer digital” para “ser digital”.

De acordo com o relatório, gigantes da tecnologia e insurtechs garantiram acesso sem precedentes à alocação de capital de investidores e estão reforçando suas capacidades digitais, aumentando sua liderança como vanguardistas da inovação. Entre 2018-2020, as 5 maiores empresas de tecnologia e um famoso fabricante de automóveis que oferece serviços de seguros adicionaram quase 2,5 vezes a capitalização de mercado total das 30 maiores seguradoras em todo o mundo em 2020. No final de 2020, a capitalização de mercado total das insurtechs listadas ultrapassou US$ 22 bilhões.

Com isso, as novatas da tecnologia em seguros se tornam rapidamente o investimento do dia, com uma gama de investidores apoiando e possibilitando a onda de fluxo de capital. Capitalistas de risco oportunistas e parceiros de private equity estão implantando capital em estágio inicial. Enquanto as resseguradoras estão desempenhando ativamente duas funções críticas: habilitar insurtechs por meio de investimentos e fornecer capacidade de subscrição essencial.

Conveniência, aconselhamento e alcance se tornam o segredo da indústria

A pandemia de COVID-19 catalisou a intenção do cliente de adquirir seguro (até 7%) e, cada vez mais, os segurados estão gravitando em direção às seguradoras que oferecem o que o estudo abrevia como ‘CARE’3 (Convenience, Advice and Reach), onde Conveniência, Aconselhamento e Alcance estão no centro da concepção e avaliação da eficácia da jornada do cliente. Hoje, os segurados não hesitam mais quando se trata de abandonar um provedor em busca de outro com opções mais relevante. Pela primeira vez, 50% dos clientes hoje estão dispostos a considerar a cobertura de uma empresa da nova era.

As tecnologias digitais fazem a diferença para os novos entrantes no mercado de seguros. As insurtechs aproveitam a entrada de capital do investidor para melhorar suas ofertas por meio de tecnologias digitais, incluindo IA / modelagem preditiva, análise de dados avançada, API / seguro aberto e IoT / dispositivos conectados. Embora a conveniência esteja no centro das propostas da insurtech há algum tempo, as prioridades agora mudam em relação ao alcance. Mesmo com os desafios de análise de informações e possuir dados claros (apenas um quarto das seguradoras confiam em suas habilidades de manuseio de dados), elas não estão ociosas. Para contornar e superar essas limitações, muitas seguradoras tradicionais estão comprando e firmando parcerias com players digitais da nova era para aprimorar suas capacidades e proposição de valor como parte da entrega de uma boa jornada ao cliente.

“A indústria de seguros evolui e a palavra-chave para seu futuro é modularidade. As seguradoras devem estar preparadas para enfrentar uma ampla gama de cenários futuros. Ofertas modulares, sistemas e estruturas organizacionais serão indispensáveis ​​para criar uma mudança de valor robusta e responsiva. Nos próximos anos, os participantes da indústria serão definidos por sua força em uma cadeia de valor hiperespecializada, e as seguradoras se tornarão cada vez mais orquestradoras de ofertas de serviços ”, disse Anirban Bose, CEO de Serviços Financeiros e Membro do Conselho Executivo do Grupo da Capgemini.

O seguro está mudando da venda de produtos para o cuidado e proteção do cliente e, à medida que as linhas entre os participantes da indústria de seguros se confundem, o relatório prevê dois cenários emergentes possibilitados pelo acesso contínuo ao capital:

– Seguro integrado como um valor agregado em ecossistemas de terceiros: a cobertura é inserida no ponto de venda ou no ponto de serviço, tornando-se virtualmente invisível. O modelo de negócios evolui em direção a uma proposição B2B2C, em que os parceiros do ecossistema controlam os relacionamentos com os clientes.

– Valor agregado no núcleo de ofertas complexas: As seguradoras evoluem da venda de produtos para o cuidado com os clientes por meio de propostas de previsão e prevenção habilitadas por IA e análises.

“À medida que as seguradoras tradicionais expandem seus ecossistemas para permanecerem competitivas, elas devem cada vez mais considerar o valor alcançável por meio de parceiros confiáveis, incluindo bigtechs, insurtechs e participantes não tradicionais como fabricantes de diversos equipamentos, como carros, bikes e eletroeletrônicos, entre outros. Os números sugerem claramente que o crescimento exponencial da insurtech veio para ficar, com uma jornada ao cliente acima do esperado por eles. O sucesso futuro na indústria dependerá das capacidades existentes dos participantes em toda a cadeia de valor, da vontade de investir e do desejo de possuir o relacionamento com o cliente ”, disse John Berry, CEO da Efma.

Corretores

Gustavo Leança, head de Soluções e Seguros da Capgemini Brasil, especialista em processos, produtos e tecnologias do segmento de seguros, responsável pela pesquisa no Brasil diz que o intuito desse estudo é reunir percepções sobre como melhor engajar o cliente do seguro em relação à sua jornada de compra e às mudanças que esse segurado sofreu nos últimos meses. “A Covid-19 aumentou de 35% para cerca de 44% o interesse das pessoas em adquirir um seguro. Queremos entender como atender o novo comportamento do consumidor mais sensibilizado pela proteção e mais exigente em relação ao digital e aos canais de distribuição. Para ter esse entendimento, foram feitas 12 mil entrevistas no mundo e 371 no Brasil, entre elas com a Rede Lojacorr”, relata em comunicado.

De acordo com Dirceu Tiegs, diretor de Gente e Gestão (CHRO) da Rede Lojacorr, existe uma relevância significativa em avaliar o setor com uma projeção de tempo. “Temos uma visão de que o corretor tem um papel indispensável no processo de proteção da sociedade. Com a pesquisa, reafirmamos essa avaliação. Entretanto, conhecer mais profundamente as tendências, por meio de números e indicadores, fornece um direcionamento maior em relação ao papel atual do profissional de seguros e as ferramentas que ele e as companhias seguradoras precisam ter para alcançar seus clientes e atender as demandas. Por isso, a Rede Lojacorr participou da World Insurance Report 2021, com o intuito de enxergar mais longe e melhor essa direção, para colocar o corretor do centro do processo e muni-lo com soluções e estratégicas cada vez mais compatíveis com o mundo pós-pandêmico”, ressalta o gestor.

Icatu é eleita pela terceira vez a melhor empresa do setor em satisfação dos clientes pelo Instituto MESC

Fonte: Icatu

A Icatu foi eleita como a melhor empresa em satisfação do cliente no segmento de seguros de vida, previdência e capitalização, de acordo com o Ranking 2021 do Instituto MESC, especialistas em gestão da satisfação do cliente. O prêmio MESC é realizado por meio de uma pesquisa, em parceria com o Google. Esta edição recebeu mais de 10 milhões de opiniões de clientes e analisou mais de 10 mil empresas, em 117 segmentos de mercado. Este é o 5º ano que a Icatu participa do ranking e a 3ª vez que conquista o 1º lugar entre as empresas do segmento.

“Este reconhecimento do cliente tem um grande valor para a Icatu. Somos uma empresa de pessoas para pessoas, com um propósito muito forte – democratizar o acesso a proteção e planejamento financeiro das famílias brasileiras. Buscamos proporcionar tranquilidade financeira e qualidade de vida para as pessoas, garantindo a melhor experiência possível em toda sua jornada”, afirma Rafael Caetano, diretor de Marketing e Relacionamento com Clientes da Icatu

Entre as ações realizadas, a companhia destaca a intensificação da escuta ativa dos feedbacks dos clientes através da metodologia NPS (Net Promoter Score), com processo de análise e ações de solução caso a caso, além da identificação de oportunidades para projetos de transformação e inovação visando aprimorar a jornada do cliente. Além disso, a companhia implantou um centro de monitoramento avançado – local para gerenciar em tempo real indicadores de performance e qualidade, visando a melhor experiência de atendimento aos clientes. 

Entre outros recursos, os especialistas do centro de monitoramento utilizam um vídeo wall para plena visibilidade de diversas informações, com modelo de atuação por severidade de ocorrências e, se necessário, ativação de um plano de escalação para envolvimento, inclusive, de executivos da companhia, visando resoluções no menor tempo possível. “A integração e sinergia de nossas ações, métodos e tecnologias, fortalecem a gestão estratégica de nossas estruturas de atendimento, garantindo eficiência e agilidade na tomada de decisões, reduzindo o esforço do cliente para atender a sua necessidade”, explica Geovana Ramalho, gerente de Relacionamento da Icatu.

A companhia também vem transformando ações de treinamento em uma nova estratégia de Gestão do Conhecimento e Desenvolvimento das equipes, empreendendo novos métodos aliados também ao uso de tecnologia remota, com foco em excelência, agilidade, conteúdo e colaboração, além de reestruturar os modelos tradicionais de monitoria de qualidade para uma visão mais ampla e sistêmica sobre recursos, processos, relações e identidade, para fortalecer o alinhamento com a cultura organizacional. “Desenvolver e engajar a equipe é o primeiro passo para garantir a satisfação do cliente em seu relacionamento com a Icatu”, afirma Geovana. Para isso, a companhia também desenvolveu o Projeto Labs CRC, que é um laboratório de experiências e desenvolvimento para as turmas de formação de novos colaboradores. 

A pesquisa MESC possui cunho científico, onde são analisadas 22 dimensões da satisfação do cliente, por meio dos principais indicadores de CX do mercado, como: NPS, ISC, CES, C-SAT, Share of Wallet, entre outros. Para entrar no Ranking, as empresas precisam atingir 98% de Confiança Estatística e Índice de Satisfação do Cliente, o ISC (Média MESC), superior a 70%. As empresas são classificadas de acordo com as médias obtidas em ordem decrescente. “O Instituto MESC contribui muito para trazer com isenção e responsabilidade a voz do cliente para dentro das empresas, nos permitindo ter um diagnóstico muito claro e objetivo sobre a nossa evolução na gestão da experiência do cliente”, conclui o diretor, Rafael Caetano.

Dive In Festival acontece de 21 à 23 de setembro de 2021

dive in festival seguros

Pelo 7º ano consecutivo, temos a satisfação de ser patrocinador global do evento mais importante sobre Inclusão e Diversidade para nossa indústria. Para o Brasil serão 9 eventos com a participação de nossos parceiros locais. Desta forma, encorajamos você a se envolver, acessando o site Dive In www.diveinfestival.com para se inscrever.

Graças ao seu formato virtual, os participantes de todo o mundo poderão assistir a qualquer um dos mais de 125 eventos virtuais que acontecem em mais de 35 países. Para se inscrever no Dive In 2021, basta acessar o portal Dive In e seguir as instruções passo a passo. Depois de se registrar, você pode criar um perfil e se inscrever em qualquer evento que desejar, de qualquer um dos países participantes.

O tema do Dive In 2021 é ‘Active Allyship’.O setor de seguros precisa ver uma ação real e acessível e uma mudança positiva na diversidade e inclusão – não se trata de uma aliança superficial, mas de capacitar indivíduos, equipes e empresas para incorporar uma aliança tangível.

Então, o que você está esperando?

Confira a programação completa e acesse para se inscrever no link acima.

Allianz Global Corporate & Specialty contrata especialistas do segmento de Financial Lines

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Fonte: AGCS

A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), seguradora corporativa do Grupo Allianz, anuncia a chegada de dois novos subscritores sênior para a área de Financial Lines. Segundo Nuno Antunes, Managing Director Ibero/Latam da AGCS, essas contratações fazem parte da entrega da região para a estratégia global da AGCS com os objetivos de acompanhar o crescimento da linha e manter a qualidade dos serviços aos clientes.

Com mais de 10 anos no mercado financeiro e de seguros, Paulo Damo atuou em grandes bancos e seguradoras. Como parte da equipe brasileira da AGCS, será o responsável pela operação MLF para América Latina com o objetivo de apoiar e impulsionar as iniciativas de crescimento nos negócios de Linhas Financeiras como D&O, FIPI, FI Crime, IMI e PTL. Paulo chega com o desafio de aumentar o apoio a segmentos-alvo como Gestores de Ativos, Fundos de Pensão, Cooperativas de Crédito, Seguradoras e Bancos de Grande e Médio Porte.

Com passagens pela AIG, Liberty e Aon, Rafael Romero chega à Madrid para trabalhar em estreita colaboração com clientes e corretores com o objetivo de desenvolver soluções personalizadas e novos relacionamentos na região Ibérica. Ele irá focar no segmento MLC, apoiando a estratégia regional de crescimento da companhia.

“Estamos muito felizes com a chegada dos dois especialistas e acreditamos que eles nos apoiarão no desafio de ampliar nossa carteira na região Ibero/Latam no segmento de Linhas Financeiras. Esse é um importante mercado para a AGCS e devemos anunciar novas contratações ainda esse ano” finaliza Antunes.

Susep propõe simplificar autorização para entrada nos mercados supervisionados

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) iniciará hoje, 16 de setembro, consulta pública para a nova norma que simplifica as regras de autorização para atuação nos mercados sob sua supervisão. A medida consolidará todos os normativos que tratam de autorizações para as entidades de previdência complementar aberta, entidades de capitalização, resseguradores locais e estrangeiros e corretoras de resseguros.

A proposta busca simplificar a tramitação para as autorizações, tornando os processos dos entes regulados junto a Susep mais simples e ágeis. A medida está alinhada aos princípios estabelecidos pela Lei da Declaração de Direitos de Liberdade Econômica, pela Política Nacional de Modernização do Estado – Moderniza Brasil e pelo Marco Legal das Startups e do empreendedorismo inovador.

“Esta é mais uma iniciativa importante no processo de modernização normativa, que visa o desenvolvimento do setor e estímulo à concorrência e à inovação”, afirma a superintendente da Susep, Solange Vieira. “Para isso, temos buscado, entre outras medidas, a redução de exigências burocráticas já ultrapassadas, que engessavam o próprio desenvolvimento dos mercados e criavam entraves a novos entrantes”, explica. 

Entre os principais avanços que a medida sugere está a revisão de requisitos de entrada para permitir novas composições de investimento, por meio de holdings e fundos internacionais, além de acomodar arranjos mais modernos nas estruturas de controle. Dessa forma, a alteração pretende estimular o interesse na aquisição de participações societárias nas supervisionadas, inclusive por parte de entidades estrangeiras. Outro benefício seria reduzir os custos regulatórios incidentes sobre a operação, pela dispensa, por exemplo, da necessidade de constituição de holding com sede no Brasil, além da possibilidade de demonstração da capacidade econômico-financeira diretamente pela entidade, possibilitando o acesso de investidores que não desejam participar da gestão.

O diretor da Susep Igor Lourenço destaca como um dos aspectos relevantes do modelo que entrará em consulta pública a possibilidade de deixar mais clara a permissão para que as supervisionadas possam realizar atividades de suporte ao seu funcionamento, bem como para que os resseguradores locais passem a prestar serviços técnicos associados a operações de resseguro e retrocessão. “Essa medida traz mais flexibilidade e menos exigências regulatórias, facilitando a entrada de novas entidades e reduzindo os custos envolvidos”, explica Lourenço.

Compliance fortalecido

Segundo o diretor, todas as modernizações foram pensadas com o propósito de facilitar o acesso ao marcado segurador, porém mantendo-se requisitos de compliance e de prevenção à lavagem de dinheiro pelas entidades supervisionadas. “Por essa razão, algumas premissas foram reavaliadas e mantidas, tais como a necessidade de comprovação de capacitação técnica para o exercício de funções específicas para dos administradores, além de outros requisitos relacionados à identificação dos controladores, comprovação de origem e aplicação dos recursos”, completa Lourenço.

Outro avanço relevante trata do processo de demonstração da capacidade econômico-financeira para os casos de controle não identificado, que passa a ser avaliada não apenas no curso do processo de autorização das supervisionadas, mas também durante os 12 (doze) primeiros meses de operação, e de um maior requisito de capital quando a capacidade econômica for atendida pela própria entidade.

Atenta à diretriz de simplificação de procedimentos, com eliminação de exigências relacionadas a eventos de baixo risco, a proposta também dispensa a necessidade de consulta prévia e homologação de diversos atos societários, passando-se a requerer, apenas, a sua comunicação, além de prever a automação da análise de casos menos complexos, concentrando esforços nas frentes de maior impacto.

Os técnicos da autarquia destacam a relevância do processo de autorização e a importância que este ocupa na solidez, eficiência e estabilidade do mercado.  Desse modo, a proposta da Consulta Pública visa aproveitar o grande potencial segurador do País e aumentar a participação do setor em relação ao PIB nacional. O setor tem hoje uma participação de 3,7% no Produto Interno Bruto (PIB), com potencial para atingir valores da ordem de 6% a 10% -observados em países como Alemanha, França e Reino Unido

Seguros de automóvel HDI ganham nova cobertura adicional para proteção contra buracos

Fonte: HDI

Causados pelo desgaste diário do trânsito ou resultado de chuvas intensas, os buracos são um dos maiores inimigos dos automóveis. É raro encontrar um motorista que não tenha tido prejuízo ao passar com o carro em trechos esburacados. Pensando nisso, a HDI Seguros está lançando a nova cobertura adicional Proteção Contra Buracos, que poderá ser encontrada pelos segurados dentro dos produtos de automóvel da HDI.  

Com franquia de apenas R$ 120,00, a novidade garante ao cliente alto nível de qualidade no serviço prestado a custos que cabem no seu bolso, tudo isso com a garantia da rede de oficinas referenciadas da Autoglass, parceira da HDI na prestação desse serviço. O cliente ainda terá a praticidade de poder acioná-la por meio dos canais digitais da HDI, como Aplicativo do Segurado. Esse é um serviço de cobertura para proteção de roda e pneu, e caso a suspensão seja danificada, essa também será reparada. O serviço pode ser acionado nos casos de danos gerados por impactos acidentais em objetos cortantes e/ou contundentes, tais como guias, blocos de sinalização de pista, buracos, desníveis acentuados de pontes, pedras, vidros etc. 

“Estamos cientes dos problemas das ruas e estradas no nosso país e que os motoristas enfrentam diariamente. O que seria apenas um susto pode virar uma série de problemas prejudiciais ao veículo, por isso pensamos em uma solução que cabe no bolso dos nossos segurados e cobre itens importantes para o bom desempenho do veículo”, diz Marcelo Moura, Diretor de Automóvel e Massificados da HDI Seguros.  

A cobertura Proteção Contra Buracos pode ser acionada em casos em que o dano é iniciado no pneu ou na roda. Nesse caso, serão considerados os seguintes danos: 

• pneu – troca em caso de ruptura, rasgo ou deformação da parede lateral do pneu; 

• roda – troca em caso de trincas/quebras no aro da roda ou ainda a pintura dela em casos de arranhões superficiais; 

• suspensão – amortecedores, molas, braço oscilante, pivô e barra estabilizadora – em caso de troca dos itens de suspensão, estarão cobertos pisto, calota, alinhamento, balanceamento, molas, braço oscilante, pivô, batente e tirante da barra estabilizadora, desde que tenham sido afetados no evento que causou o dano à roda ou ao pneu.  

Sincor-SP dá início ao Fórum de Oportunidades

Fonte: Sincor-SP

Com o objetivo de levar aos corretores de seguros as oportunidades do setor, o Sincor-SP deu início ao Fórum de Oportunidades, um ciclo de eventos online que acontecerá para as regiões do Estado de São Paulo. A primeira a receber o evento foi a região 2, composta por ABCDMR, Osasco, Santos e Sorocaba, nesta terça-feira (14/09). De maneira inovadora, o Fórum trouxe uma feira de negócios interativa, com estandes das companhias com diversas atrações. 

O vice-presidente da região e diretor da Regional Santos, Rogerio Freeman, fez a abertura do Fórum destacando a importância do corretor de seguros participar do ciclo de eventos. “O Sincor-SP sai na vanguarda dos eventos, trazendo uma feira interativa, além de conteúdo necessário para a categoria neste momento”. O diretor da Regional ABCDMR, Sady Viana completou: “espero que os corretores consigam absorver o conteúdo e aplicar no dia a dia”.

Para o diretor da Regional Osasco, Eduardo Minc, o momento é de aprendizado: “Participar de eventos desse nível é estar sintonizado com as atualizações do setor”. Já o diretor da Regional Sorocaba, Eduardo Lemes, agradeceu a organização do Fórum e ressaltou: “Este é um grande evento, que é inovador e promete trazer as oportunidades do setor aos corretores”.

No talk show com presidentes, o 1º vice-presidente do Sincor-SP, Boris Ber, recebeu Felipe Nascimento (MAPFRE), Helder Molina (MAG Seguros) e José Adalberto Ferrara (Tokio Marine Seguradora), além do presidente da entidade, Alexandre Camillo. “Importante saber o que os líderes das seguradoras pensam sobre o atual momento que vivemos, por isso, façam a inscrição em todas as etapas do Fórum”, destacou Boris. 

Perguntado sobre o pagamento de indenizações decorrentes da Covid-19, Helder Molina, ressaltou que as seguradoras acertaram na decisão, já que o setor cumpriu com seu papel, mesmo diante dos desafios da pandemia. “Conseguimos fazer a diferença para milhares de famílias. Foram R$ 3 bilhões em indenizações para 72 mil pessoas até junho deste ano. Essa é a nossa missão, proteger a sociedade”. 

Sobre o open insurance, os presidentes concordaram que a proposta da Susep é ousada e preocupa o setor. “O pano de fundo é positivo ao mercado, já que quer aumentar a participação no PIB. Pode ajudar a aumentar a indústria, mas, ao mesmo tempo, pode roubar o monte dos corretores, por isso, é uma preocupação. As seguradoras já vem fazendo um trabalho com corretores há muitos anos, temos uma boa relação e que funciona muito bem”, declara Adalberto Ferrara.

Para Camillo, não há nada, nem ninguém, que acabe com o corretor se não o consumidor. “Se o consumidor acredita em nós, e já demonstra isso ao longo de décadas, só cabe a nós continuar cumprindo com o nosso brilhante papel”. 

A tecnologia e a digitalização do setor também foram comentadas pelos presidentes, que acreditam que a pandemia acelerou o processo, destacando que os corretores, e as seguradoras, já estavam preparadas para as mudanças. “Temos que enxergar a tecnologia como aliada, tanto para conquistar o cliente como para as tarefas do dia a dia”, revela Felipe Nascimento.

O papel do Sincor-SP diante do cenário desafiador foi lembrado por Camillo. “Cabe às lideranças procurar a melhor orientação à categoria para um ambiente onde ele possa se desenvolver. Em momentos como esse não dá tempo de aprender, é preciso fazer. E nós, estávamos prontos para esse momento de pandemia. E, por estarmos prontos, pudemos dar uma rápida resposta à sociedade. Mas, não temos que nos acomodar, mas melhorarmos e evoluirmos”. 

As seguradoras parceiras da edição (MAG, MAPFRE e Tokio) ainda premiaram os associados com vouchers da Americanas no valor de R$ 2.500 e os felizardos foram: Gilmar Aparecido Falamesca, Mauricio Carlos Pereira e Paulo Roberto Boni. Já o Sincor-SP premiou José Leandro Crispim com um kit home office, composto por cadeira, webcam e ring light. 

O Fórum de Oportunidades ainda vai percorrer mais cinco regiões do Estado nos dias 15, 21, 22, 28 e 30 de setembro. Confira o calendário. 

SulAmérica lança ferramenta para facilitar contratação do seguro de vida individual

SulAmérica vida

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica acaba de lançar mais uma ferramenta inovadora para impulsionar os negócios dos corretores no segmento de seguro de vida: o Contrata Fácil. Por meio dessa nova funcionalidade, disponível no Portal do Corretor, o parceiro poderá gerar um link de e-commerce e enviar aos clientes para que eles possam finalizar a contratação do seguro de vida individual de forma 100% digital, com facilidade e segurança. Com isso, o corretor melhora a experiência do cliente e garante sua comissão. O Contrata Fácil está disponível para contratação dos produtos Vida Simples e Acidentes Pessoais.

Outro diferencial da ferramenta é a capacidade de gerar leads para o corretor no caso de o cliente não finalizar a jornada digital de contratação. Nessa situação, o corretor receberá um alerta com as principais informações do cliente, incluindo o meio de contato favorito, para que possa abordá-lo da melhor forma possível e apoiá-lo na conclusão do processo.

“O mercado tem observado crescimento na contratação de seguro de vida, que cada vez mais é compreendido pela população como uma ferramenta fundamental de proteção e de promoção de saúde e bem estar. Na SulAmérica temos nos empenhado para ficar em linha com nosso conceito proprietário de Saúde Integral, que defende o equilíbrio entre as saúdes física, emocional e financeira para viver bem no presente e no futuro. O Contrata Fácil está plenamente inserido neste contexto”, afirma o diretor de Vida & Previdência da SulAmérica Victor Bernardes.

Saiba mais acessando o Portal do Corretor.