Funcionários públicos agora precisam repensar a sua previdência

MAG Seguros Nilton Molina

Fonte: MAG

Na última semana a MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, participou de webinar promovido pelo canal MyNews, apresentado pela jornalista Mara Luquet, discutindo a previdência no funcionalismo público. O foco da conversa foram os impactos da Emenda Constitucional n° 103 de 2019, que altera o sistema de previdência social e estabelece regras de transição e disposições transitórias. Ou seja, para os funcionários públicos servidores contratados depois de 2004, não há mais o regime de integralidade; então buscar alternativas – como a previdência complementar – é cada dia mais importante. 

Na ocasião estiveram presentes Arnaldo Lima, diretor de Estratégias Públicas da MAG e Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da seguradora. “É preciso ficar atento”, disse Arnaldo Lima durante a apresentação. “Hoje, tanto o servidor público quanto o trabalhador da iniciativa privada começam a ser protagonistas do seu próprio futuro; aqui na MAG a gente fala que ‘cuidar de si é um ato de amor’, porquê é preciso ter longevidade financeira para preservar sua autonomia”, completou o executivo. 

A mais recente Reforma da Previdência alterou diversas regras previdenciárias, o que inclui aquelas relacionadas à concessão do benefício para os servidores. Agora, para cada tipo de aposentadoria, existem novas exigências quanto à idade e ao tempo de contribuição. Além disso, o cálculo para se chegar ao valor do benefício e alíquotas de recolhimento também foram alterados para quem é concursado para o serviço público. 

Essas alterações para o grupo de servidores que estão vinculados ao regime geral do INSS refletem, de forma geral, em uma redução ao passar a contar com toda a vida contributiva do servidor público – que agora inicia com 60% da média salarial com 20 anos de contribuição, e vai subindo 2% a cada ano. Então o servidor agora precisa de 40 anos de contribuição para atingir os 100%. “O centro dessa discussão é o funcionário entender que precisa mudar a forma de planejar seu futuro a partir de agora, não tem mais garantia. O ideal é poupar a vida inteira”, explicou Nilton Molina. 

Embora curto, ainda há tempo: o prazo para estados e municípios com Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) criarem planos de previdência complementar para seus servidores com níveis salariais acima do teto do INSS foi ampliado; agora é para dia 31 de março de 2022. “Isso significa que o servidor tem pouco tempo para iniciar o planejamento do seu futuro”, disse Arnaldo. 

Para conferir a live, basta acessar o canal do YouTube do My News

Inflação e juros podem ter um comportamento mais adequado em 2022

Fonte: CNseg

Apesar da trajetória de alta, Inflação e juros poderão ter um comportamento mais adequado no próximo ano.  A inflação, comparando-se ao exercício de 2021— previsão de alta de dois dígitos — poderá ter alguma desaceleração, fechando o próximo ano entre 8% e 9%, em vez de 10% ou 15%, como preveem as projeções mais pessimistas. As projeções econômicas de 2022 foram apresentadas por Luiz Roberto Cunha, professor de economia e decano do Centro de Ciências Sociais da PUC-RJ, e Pedro Simões, economista da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, durante reunião do Comitê de Estudos de Mercado (CEM) da entidade, ocorrida em 25/11.

Segundo eles, a alta mais suave da inflação permitirá também que os juros básicos, ainda que mantenham o viés de alta no próximo ano, avancem de forma mais lenta, se o Banco Central (BC) decidir buscar a meta em 2023, para evitar um desaquecimento ainda maior da economia em 2022. O mercado financeiro projeta, desde novembro, a Selic em dois dígitos no próximo ano. A economia registra dois trimestres de queda medidos pelo IBC-Br, indicador do BC que mede a atividade econômica do País, algo atribuído em parte aos juros e inflação em alta neste ano.

Os economistas lembraram que, no plano externo, a notícia de arrefecimento da escassez de insumos e matérias-primas, fenômeno que afetou as cadeias produtivas de todo o mundo, é outra contribuição relevante para uma inflação mais bem comportada no País em 2022. Ainda assim, equilíbrio entre oferta e demanda de insumos, como chips, poderá levar dois anos para ser alcançado.

Já a realidade do abastecimento hídrico no País, que encareceu os preços da energia elétrica neste ano, deverá atenuar os impactos em 2022, devendo levar o governo a alterar, por volta de maio, a bandeira na conta de energia elétrica. Só essa troca de bandeira tarifária deverá fazer a variação mensal do IPCA ceder dois pontos percentuais, calcula Luiz Roberto Cunha. A escalada de preços dos fretes marítimos internacionais, um dos responsáveis por mais choques na economia global, acena com uma trégua no próximo ano. No plano político, como 2022 é um ano eleitoral, espera-se alguma volatidade nos indicadores.

Deputado Lucas Vergilio tenta revogar resolução que regulamenta operadoras de seguros

O deputado Lucas Vergilio protocolou, no dia 24 de novembro, projeto de decreto legislativo (PDL n.1073/21) que pretende revogar a Resolução 429/21, do CNSP, de 12 de novembro de 21, a qual estabelece os requisitos para o credenciamento e funcionamento das sociedades iniciadoras de serviço de seguro (SISS) no âmbito do Sistema de Seguros Aberto (Open Insurance).

Decretos legislativos possuem a mesma força de lei ordinária e devem ser discutidos e votados no Congresso Nacional. Se aprovados, são promulgados pelo presidente do Senado Federal, não havendo participação do Presidente da República. Não há, portanto, possibilidade de veto.

Segundo o deputado, essa resolução é uma “ilegalidade” cometida pela Susep, que trocou de gestão em novembro, deixando de ser comandada pela funcionária pública do BNDES e economista Solange Vieira. O corretor de seguros e economista Alexandre Camillo assumiu o posto. Segundo a Susep, as Sociedades Iniciadoras, como participantes de forma obrigatória no Open Insurance, devem ser credenciadas pela Susep e constituídas sob a forma de sociedade anônima. No modelo implementado, as seguradoras poderão exercer algumas atividades oferecidas pela SISS e também constituir empresa tendo como propósito específico o exercício dessas atividades de iniciação de serviços.

Os corretores e corretoras de seguros também poderão estabelecer parcerias comerciais com as SISS, voltadas para proporcionar ganhos de eficiência e agilidade tanto na contratação das operações, como no atendimento às demandas do consumidor ao longo de todo o ciclo de vida dos produtos. “Além disso, preserva-se a possibilidade de se constituírem ou se transformarem em iniciadoras, na medida em que atendam aos requisitos de capital e segurança cibernética, entre outros estabelecidos na resolução”, defendeu o órgão regulador quando publicou a regra.

Segundo especialistas no setor, que pediram anonimato, da forma como foi colocado na norma da Susep sobre as SISS, qualquer empresa pode ser representante de seguro e sem ser corretora de seguro. Ou seja, invade a área dos corretores, sem dúvida. A norma permite que as seguradoras possam instituir ou incentivar a criação dos representantes, assim como promovem os agentes nos outros países, os quais prestam serviços com exclusividade para elas, conhecidos como agentes. No Brasil os agentes não são regulamentados, mas é sabido que seguradoras ligadas a bancos e também ligadas aos seguros de pessoas, principalmente, são ligados a corretoras exclusivas.

Durante a pandemia, o setor de seguros seguiu resiliente e apresentando índices de crescimento, ao contrário de outros setores da economia. A lucratividade das seguradoras recuou diante de um volume recorde de indenizações pagas por conta da Covid-19 e também pela queda do resultado financeiro diante da volatilidade do mercado. Por outro lado, a entrada de novos investidores no setor avançou com a atualização do arcabouço regulatório, que visou modernizar regras diante de um novo mercado de consumo criado com bases na tecnologia.

Lucas Vergilio acrescenta ainda que vai “lutar todos os dias contra essa ilegalidade e esse absurdo que a Susep cometeu contra o mercado de seguros e principalmente com os corretores de seguros”. “Para se ter qualquer participante no seguro é necessário aprovar projeto de lei complementar. O Decreto-Lei 73/66, que regulamenta o Sistema Nacional de Seguros Privados (SNSP) e regula as operações de seguros e resseguros, é muito claro quando estabelece que os integrantes do SNSP são as seguradoras, os corretores de seguros e as resseguradores”, argumenta o parlamentar.

Zurich Seguros aposta no feedback para engajar funcionários

Carlos Toledo

Fonte: Zurich

“Criar juntos um futuro melhor”. Este é o propósito da seguradora Zurich, que em seu 1º Relatório de Sustentabilidade, publicado em junho, anunciou que um de seus três pilares estratégicos globais está diretamente relacionado aos funcionários. Daí a companhia focar no desenvolvimento profissional de seus colaboradores, fazendo com que se sintam valorizados e apoiados no desenvolvimento de suas carreiras na empresa. 

Apesar dos desafios impostos pela pandemia, que acelerou a digitalização dos modelos de trabalho, a seguradora soube adaptar-se à nova realidade e, entre outras medidas, viu no feedback um meio de aumentar o nível de engajamento de seus 1.500 funcionários no Brasil – e de manter altos os níveis de satisfação entre eles, conforme os índices GPTW, OHI, Edge e Stonewall.

Carlos Toledo, diretor executivo de Recursos Humanos da Zurich no Brasil, celebra um feito da companhia no país, que a destaca entre as outras 130 unidades de negócio do Grupo Zurich mundo afora: entre todas elas, o escritório brasileiro foi o que mais deu feedbacks no 3º trimestre de 2021. 

“Oficialmente, fazemos o feedback formais e registrados em nosso sistema quatro vezes ao ano, pois queremos fortalecer cada vez mais essa cultura entre os funcionários, tanto ao dar quanto ao receber. Fechamos o 3º trimestre com 86,7% dos líderes executando-o junto aos seus times, muito próximo dos que almejamos, que são 90%”, pontua o executivo. “Foram mais de 2,5 mil sessões individuais, número que já superou as que ocorreram durante todo o ano de 2020”.

Toledo conta que o crescimento da prática é positivo porque fomenta a cultura do feedback na companhia – porém, ressalta que a Zurich frisa que o que importa no processo não é só o número, mas a qualidade do procedimento, já que o objetivo é o crescimento e desenvolvimento tanto individual como coletivo.

“O feedback deve ser um presente, uma forma de dizer que você acredita no potencial do outro. Com ele, o funcionário consegue se desenvolver, expor sua opinião e tornar a contribuição dele mais palpável. O feedback permeia todas as etapas de desenvolvimento do colaborador na Zurich”, aponta o executivo. 

O RH da companhia colocou em prática diversas iniciativas para fomentar o feedback qualificado. Foram promovidos workshops, realizadas campanhas de comunicação por meio de ferramentas como e-mail, Teams, pop-ups na intranet, entre outros. A Zurich utiliza mundialmente a ferramenta Success Factor, um módulo do SAP que permite que as pessoas deem e recebam feedbacks inclusive de outros países e, também, de forma lateral, ou seja, não só entre líderes e liderados – o chamado feedback 360°, que é o que a companhia estimula e objetiva em sua cultura.

Empresa destaca-se pelo nível de engajamento entre seus funcionários

Além de contribuir para o engajamento, o feedback e o cuidado com a jornada do colaborador também têm se mostrado importantes para o aumento dos níveis de satisfação dos empregados da companhia. Hoje, a Zurich no Brasil é considerada uma das melhores companhias para se trabalhar no país, conforme atestam algumas certificações nacionais e internacionais, a partir da avaliação de seus próprios funcionários.

O ENPS, sigla de Employee Net Promoter Score, que é um índice que mede o nível de engajamento entre eles e, portanto, determina o quanto recomendam a empresa para lugares e outras pessoas do seu círculo pessoal, foi 83 em 2021, mesma pontuação do ano de 2020. O índice vem evoluindo desde que a companhia passou a medi-lo, em 2018, quando somou 59, é e 23 pontos maior do que em 2019.

A Zurich também é reconhecida por promover a equidade, a diversidade e a inclusão em seu time, razão pela qual foi recertificada no ano passado pela britânica Stonewall. Também em 2020, foi certificada pela Edge num dos três níveis, o “Move”, que é destinado às companhias com políticas implementadas e com resultados sólidos, e listada no Guia Exame de Diversidade, por ser uma das mais inclusivas do país – e com pontuação acima da média do ranking geral. Outro reconhecimento internacional foi o Organizational Health Index, feito a cada 3 anos pela consultoria Mckinsey & Company, cuja edição mais recente também foi em 2020. A Zurich ficou com 83 face aos 66 da edição de 2017.

A empresa foi considerada a melhor seguradora do Brasil para a mulher trabalhar no país, de acordo com o 5º GPTW Mulher, que visa identificar e reconhecer as corporações que se destacam nas políticas e práticas em prol da equidade de gênero. De 641 companhias de grande e médio porte avaliadas, ela ficou na 14ª posição entre as grandes empresas de todos os setores que têm as melhores práticas de inclusão e ascensão feminina à liderança.

Prudential do Brasil lança campanha para atrair corretores especialistas em seguros corporativos

Patricia Prudential

Diante da pandemia de Covid-19, com os impactos da doença, houve mais reflexão e conscientização das pessoas a respeito da vulnerabilidade e finitude da vida, aumentando a procura por seguros de vida, individual e empresarial, e ampliando o debate nas empresas sobre o bem-estar dos funcionários, fazendo desse produto um benefício de baixo custo e relevância na atração e retenção de talentos.

“As empresas voltaram mais ainda o seu olhar às novas demandas dos seus talentos e às formas de obter maior produtividade e satisfação das equipes. Os Recursos Humanos estão genuinamente preocupados com seus funcionários, com a longevidade e a qualidade de vida dos colaboradores”, afirma Patrícia Freitas, vice-presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais da Prudential do Brasil.

Diversas pesquisas mostram que este é um momento único para o corretor de vida ampliar seu portfólio de PMEs. O Brasil é o quarto país do mundo em número de acidentes fatais no trabalho e o quinto em acidentes de trabalho, de acordo com dados do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh). 

Houve um aumento de 33% no interesse das empresas de implantar ações de saúde e bem-estar na rotina de seus colaboradores de 2015 para 2021, de acordo com pesquisa realizada por uma renomada consultoria de benefícios. Além disso, os dados revelaram que as empresas estão elaborando estratégias para atuar na prevenção de doenças. De 186 empresas que participaram do estudo, 78% planejam, em três anos, personalizar as estratégias para a necessidade dos colaboradores em seus diversos momentos da vida. Para ajudar, o potencial do Brasil neste segmento salta aos olhos. 

Os dados reforçam que atuar com seguro de vida em grupo neste momento é uma grande oportunidade de negócio.  “Vale destacar ainda que o mercado de seguros de vida no Brasil é muito promissor, já que representa menos de 1% do PIB brasileiro, contra dois dígitos de países como EUA, França, Suíça, Inglaterra e Japão, mostrando assim todo seu potencial de expansão”, destaca Patrícia.

Diante de um cenário tão promissor, a Prudential do Brasil lançou neste mês a campanha “Seja um Corretor de Vida em Grupo” para atrair os melhores profissionais do mercado e os que mais se identifiquem com o propósito da companhia de proteger vidas. Para a Prudential, o seguro de vida deve ser encarado como o principal pilar do planejamento financeiro para todos os funcionários, porque é a base de tudo. “Costumamos dizer que fazer um seguro de vida representa um ato de amor, cuidado e proteção, um amparo financeiro que cedo ou tarde todos vão precisar nos momentos inesperados e difíceis da vida. E no caso dos seguros corporativos, não seria diferente. As empresas também demonstram o cuidado com os seus funcionários quando contratam o seguro de vida em grupo”, argumenta a executiva. 

A Prudential é especialista no que faz. Administra cerca de US$ 4 trilhões de capital segurado em seguro de vida no mundo, está presente em mais de 40 países. Atua no Brasil há 23 anos e é a maior seguradora independente no segmento de pessoas. Protege mais de 3,1 milhões de brasileiros, com R$ 1 trilhão em capital segurado no país. Já pagou R$ 1,8 bilhão em benefícios. Em 2020, faturou mais de R$ 3,3 bilhões e vem registrando crescimento médio de 31% nos últimos 10 anos. Segundo a executiva, a expectativa é chegar a 5 milhões de vidas seguradas até 2023. “Por isso estamos investindo e ampliando o nosso canal de parcerias”, acrescenta.

O portfólio de produtos de vida em grupo da Prudential conta com coberturas para diversos riscos, que podem ser contratados de maneira descomplicada e online, sem a necessidade do preenchimento de proposta de adesão. A Prudential conta com uma equipe especializada em pós-venda com um atendimento diferenciado, que resulta num alto índice de retenção, o que demonstra a satisfação dos nossos clientes. 

Outro diferencial está no Programa Prudential Vitality, lançado em junho deste ano no Brasil e que acaba de chegar aos clientes corporativos do seguro Vida em Grupo da Prudential. “Identificamos um interesse cada vez maior em cuidar da saúde como forma de prolongar uma vida com qualidade. Não à toa – e também pelo compromisso com o bem-estar total dos nossos segurados, entendendo que esse equilíbrio envolve a saúde física, mental e financeira”, comenta. 

O Prudential Vitality é um programa de incentivo à saúde, consolidado em um compromisso com o bem-estar global, que envolve a saúde física, mental e financeira, com foco na longevidade. Baseado em ciência comportamental e estudos clínicos, o programa foi trazido ao Brasil pela seguradora e é voltado ao estímulo de hábitos saudáveis e à adoção de cuidados e atividades físicas regulares, recompensadas a partir de metas semanais alcançadas ao longo do tempo. Trata-se de um diferencial da Prudential para seus clientes e pode ser agregado como benefício ao seguro de vida corporativo a um custo que retorna em pessoas mais dispostas e saudáveis a partir da comprovada e exitosa mudança de hábitos que o programa promove. “Nosso objetivo, ainda mais nesse momento de pandemia, é chamar a atenção para o cuidado com a mente, o corpo, e também com as finanças”, diz.

A Prudential é especialista em proteger. As empresas são diferentes, as necessidades são únicas. Que tal ampliar seu portfólio de vida em grupo com a Prudential do Brasil? Acesse o portal da companhia e se inscreva neste link

Fenaprevi lança campanha Vem de ZAP! para falar de seguros e previdência a adolescentes

É fato que cuidar da proteção financeira pessoal e da família não é brincadeira. Nem por isso precisa ser um assunto complicado e pouco acessível a grande parte da sociedade. Pensando nisso, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, em parceria com a Escola de Negócios e Seguros – ENS, lançam em novembro a campanha Vem de Zap! Seguros de Pessoas e Previdência Privada.  

A iniciativa parte da premissa de que planejar o futuro deixou de ser assunto “de gente grande” e deve estar presente desde sempre nas conversas, inclusive com jovens e crianças. E foi desenhada com o objetivo de aproximar o público com idades entre 15 a 18 anos do mercado segurador, por meio de conteúdos com linguagem e visual leves, formatados para falar a essa faixa etária que, segundo projeções do IBGE, possui cerca de 12,4 milhões de pessoas no Brasil. 

“O Vem de Zap! foi desenvolvido para que os jovens se interessem mais em pesquisar sobre o nosso mercado e entendam a importância de se pensar no futuro. É um projeto especial, muito esperado por nós, resultante do compromisso da Federação e de suas associadas com os brasileiros. Uma contribuição social.”, comenta o presidente da comissão de Comunicação, Marketing e Eventos da Fenaprevi, Henrique Dias, em nota enviada ao blog Sonho Seguro.

Ele explica ainda que a ideia é estimular os jovens a compartilharem os materiais nas redes sociais e em aplicativos de mensagens, como o Whatsapp – daí o nome da campanha. “Queremos estimulá-los a estabelecerem conversas sobre esses conteúdos com os amigos, os pais, de maneira a fomentar as culturas securitária e previdenciária junto à população”, destaca. 

São 13 vídeos, cada um explicando um produto (acerca das modalidades de seguros de pessoas e planos previdenciários). Todos com conteúdo independente, apresentado de maneira didática e objetiva. Também foi elaborado um e-book que detalha os conceitos abordados, falando sobre termos técnicos, vigência, formas de contratação, fases dos planos de previdência, tipos de rendas, tributação etc. 

O diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, enaltece a importância do Vem de Zap! e destaca a participação da Instituição. “Essa é uma excelente iniciativa que vem para democratizar e desmistificar o setor junto a uma camada da população que cada vez mais necessita de ações direcionadas. Enquanto instituição de ensino, que tem um papel social a cumprir, a ENS se orgulha de participar desse projeto, que vai ajudar a criar uma geração com consciência sobre educação financeira, securitária e previdenciária”, encerra Godoy. 

O material está hospedado em: https://fenaprevi.org.br/vem-de-zap.html

MAG Seguros investe em “naming rights” do Centro de Exposição no Rio de Janeiro

Nuno David mag

O grupo MAG Seguros completa 187 anos em 10 de janeiro de 2021 e quem ganha presente é a cidade do Rio de Janeiro. Sem revelar o investimento com a contratação do naming right do Centro de Convenções localizado na Cidade Nova, área central do Rio de Janeiro, por três anos, até 2024, Nuno David, CMO da MAG, destaca que o grupo conta com cerca de 130 eventos por ano. “Quando colocamos a conta na ponta do lápis e o retorno para a marca de ser um investimento contributivo para a cidade do Rio de Janeiro, fechamos o acordo. A realização deste patrocínio – além de potencializar a nossa marca – é uma forma do grupo investir no Rio de Janeiro, no setor de eventos, e de estar perto de diversos segmentos de mercado e de profissionais que podem contribuir diretamente para a geração de novos negócios”.

A MAG tem sido uma das mais destacadas seguradoras quando o tema é transformação, com uma estante enorme para tantas premiações, como o anuário Valor InovaçãoAnúario Época 360 no tema governança, e a recente conquista da 29ª melhor empresa para trabalhar no Brasil no ranking da Great Place to Work (GPTW), para citar apenas os mais recentes feitos da jornada de construir um mundo empresarial pautado pelos princípios da sigla ASG, com contribuições para o social, ambiental e governança. E há outras tantas comemorações em negócios, com parcerias relevantes com corretores, bancos, gestoras, fintechs entre outros.

“Nosso crescimento é pautado na sustentabilidade. Sempre que os acionistas decidem investir, têm como prioridade contribuir de alguma forma para o município. Fizemos isso com o centro antigo, onde desde 2013 apostamos no processo de mudança em torno da matriz, que está no mesmo endereço desde 1821. A prefeitura nos autorizou a transformar as ruas ao redor do prédio da matriz no Boulevard Belas Artes, que hoje é um ponto turístico e cartão postal da cidade. O patrocínio da Copa Brasil também nos traz um retorno social e de marca importante. São dois exemplos de ações que nos induziram a agregar ao nosso projeto de marca o centro de convenções localizado na Cidade Nova, área central do Rio de Janeiro”, explica ao blog Sonho Seguro.

O atual Centro de Convenções SulAmérica passa a chamar Expo MAG a partir do dia 1° de janeiro de 2022. A inauguração acontecerá de forma híbrida, com a tradicional leva de comemorações dos 187 anos da centenária companhia que atua em seguro de vida, previdência privada, investimentos, insurtechs, consultoria previdenciária e administração de fundos de pensão.

O primeiro deles será o MAG Day, que surgiu durante a pandemia. Ele é realizado uma vez por mês e até então reúne toda a empresa dentro do zoom. Com o retorno ao presencial, a expectativa é juntar todos os funcionários da matriz, cerca 750, e mais umas 250 pessoas das sucursais espalhadas pelo Brasil, no EXPO MAG no dia 12 de janeiro. “Trata-se de um evento onde trocamos experiências, construímos nossos valores culturais e refletimos sobre como construir o futuro”, cita. No dia seguinte acontece a tradicional convenção comercial e a elegante festa Galo de Ouro, onde são premiados os parceiros comerciais vencedores da campanha de vendas anual. 

O retorno ao modelo de trabalho depois de quase dois anos em homeoffice já está planejado para janeiro de 2022. “Não é uma receita pronta e sim um modelo a ser testado e aprimorado”, afirma Nuno. A matriz conta com 750 funcionários. Cerca de 150 deles ficam continuamente no escritório central. Os restantes, terão a obrigatoriedade de comparecer presencialmente três vezes por mês e outras três vezes opcionais. O restante, segue em trabalho virtual. Segundo as contas de Nuno, isso representa cerca um fluxo diário de 350 pessoas na matriz por dia.

Além da exposição de marca, a MAG também será a seguradora oficial de pessoas nos eventos realizados no Expo Mag e estará presente no local em todos os eventos, ampliando a cultura do planejamento financeiro, do seguro de vida e de investimentos para todos os que passarem pelo espaço.

Pioneira no mercado segurador, MAPFRE conquista a certificação CESGA®

fatima lima fundación Mapfre

Fonte: Mapfre

No Brasil e no mundo, a MAPFRE atua com o compromisso de contribuir para o desenvolvimento social e econômico dos países em que está presente, incorporando a sustentabilidade em todas as suas frentes. A meta da companhia por uma operação baseada nos pilares ambiental, social e de governança avançou mais uma etapa com a conquista da Certificação CESGA®, a primeira entre as empresas do mercado segurador. 

Concedida pela Federação Europeia de Sociedades de Analistas Financeiros (EFFAS), a credencial tem o objetivo de sensibilizar sobre a importância dos aspectos ASG nos processos de investimento. A certificação também se propõe a capacitar profissionais para avaliarem informações que vão além das questões financeiras, com o propósito de auxiliar nas melhores decisões dentro da companhia. 

“Atualmente, tornou-se fundamental levar em conta os aspectos ASG nas decisões de investimentos e eles são uma parte importante da filosofia de gestão e análise da MAPFRE. A CESGA® é uma certificação profissional, pioneira neste campo e reconhecida internacionalmente, não apenas na Europa, mas também em outros importantes centros financeiros, como os Estados Unidos”, comenta Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade da MAPFRE no Brasil. 

A certificação envolve profissionais da MAPFRE das áreas de investimentos, finanças, auditoria e sustentabilidade e está sendo aplicado em 11 países por meio da Universidade Corporativa MAPFRE – um canal que administra e reúne todos os cursos e treinamentos da companhia. As primeiras turmas já começaram em outubro e terão sua formação concluída em meados de dezembro de 2021. 

“Na MAPFRE, acreditamos que podemos e devemos investir nos profissionais, oferecendo a eles aprendizagem e conhecimento. Além disso, incluir a sustentabilidade no centro dos negócios – com a análise ASG – é sinônimo de mitigação de riscos, eficiência operacional, identificação de oportunidades e promoção do desenvolvimento sustentável com inovação”, avalia Fátima. “Tudo isso faz parte do nosso compromisso assumido globalmente em prol de um mundo mais igualitário, justo, ético, inclusivo, desenvolvido e transparente”, complementa. 

Pier Seguradora apoia organização social para qualificar jovens negros

Pier Seguradora


A Pier anunciou apoio ao projeto social Programadores do Amanhã, que tem o objetivo de qualificar, fortalecer e dar protagonismo a jovens negros e negras que desejam ingressar no mercado da tecnologia, de forma gratuita, sendo que 75% das turmas, são formadas pelo público feminino. A seguradora, por sua vez, visa contratar alunos formados no projeto e, inclusive, a primeira contratação de uma aluna do Programadores do Amanhã foi feita pela Pier.

O programa é destinado a jovens negros da escola pública que estejam cursando o 2º ou 3º ano do ensino médio e oferece formação técnica que vai da teoria à prática de desenvolvimento web e apps. O projeto também conta com formação na língua inglesa, atendimento psicológico, além de mentorias com diversas participações em atividades que visam o desenvolvimento pessoal e profissional. O programa também fornece notebook e internet para que os alunos tenham acesso às ferramentas necessárias no decorrer do curso, que é realizado de forma online.

Com prazo final de inscrição em 26 de novembro, os jovens que desejarem entrar para a nova turma do Programadores do Amanhã deverão passar por um processo seletivo. São 50 vagas disponíveis para a primeira turma de 2022, com aulas iniciando no mês de janeiro e indo até dezembro. Todas acontecerão de forma remota, dando a chance para que pessoas de qualquer parte do Brasil possam se inscrever. A expectativa é que o projeto receba pelo menos 500 inscrições.

“Para a Pier faz sentido, enquanto uma empresa que demanda esse tipo de profissionais, apoiar a formação de jovens para o mercado de tecnologia. Com a alta demanda e a escassez de profissionais da área, o incentivo nos estudos e contratação destes alunos são fundamentais e vão ao encontro do nosso propósito. Além disso, o apoio à educação é mais do que uma responsabilidade social, é acreditar que o futuro começa agora”, afirma Juliana Lazzari, líder de talentos e aquisições da Pier.

A Pier contratou uma aluna que fez parte da primeira turma formada pelo projeto. Ela tem 19 anos, mora na cidade de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, e hoje ocupa a posição de Engenharia de Software na empresa. Para a próxima turma, a seguradora custeou por completo o estudo de mais 5 alunos e visa empregar outros profissionais formados pela organização.

“Ter empresas referências em tecnologia e inovação como a Pier como apoiadoras do Programadores do Amanhã mostra a importância da diversidade nos ambientes de criação de produtos disruptivos. Além disso, mostra a importância de criarmos pontes para que jovens talentos possam ocupar essas posições. A Pier entende e valoriza a nossa missão e juntos vamos impactar a vida de muitos jovens espalhados pelo Brasil.”, comenta Cleber Guedes, idealizador do programa.

A seguradora nasceu de forma digital e encontra alguns desafios quando o assunto é contratar profissionais de tecnologia, devido à concorrência com o mercado exterior, além de cada vez mais startups demandando dessa especialização profissional.

“Sabemos as dificuldades que muitos jovens enfrentam para conseguir se especializar e ingressar no mercado profissional, então por que não ajudar nesta formação? Enxergamos na Programadores do Amanhã a possibilidade de resolver duas grandes questões: acesso à formação de jovens da periferia e capacitação de talentos para o mercado de trabalho Tech.”, finaliza Juliana.

Painel moderado por Marcio Coriolano reúne especialistas para discutir o resseguro

CNseg resseguros

Um painel dedicado ao resseguro demonstrou seus avanços, a relevância na cadeia de seguros, além de explicitar questões pouco conhecidas pelos segurados que têm seus riscos partilhados entre seguradoras e resseguradoras, inclusive o poder de interferência nas regulações de sinistros. O tema foi tratado no último painel, do segundo dia (24,) do II Congresso Internacional de Direito do Seguro (CJF-STJ) e VIII Fórum José Sollero Filho (IBDS), que foi moderado pelo Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano e presidido pelo Ministro do STJ Ricardo Villas Bôas Cueva. Participaram também o professor Luis Alberto Meza Carbajal, da Universidad Nacional Mayor de San Marcos, no Peru; Paulo Botti, sócio-fundador da Terra Brasis Resseguros; e a advogada Inaê Siqueira de Oliveira, mestre em Direito Civil pela USP. 

Marcio Coriolano fez um breve balanço da trajetória do resseguro no País. Em 2020, um ano difícil dada a pandemia, o Presidente da CNseg destacou que os negócios cedidos a resseguradoras manteve a média dos anos anteriores, que oscila de 8,5% a 10% dos prêmios totais das seguradoras (excluindo Saúde e Previdência). A participação permanece estável, ainda que o mercado de seguros tenha crescido cinco vezes e meia entre 2010 e 2020.

Com esses números, Coriolano assinalou que a concorrência ampliada no setor produziu uma desconcentração da produção de prêmios nas mais variadas carteiras. Antes, destacou, seis companhias concentravam o mercado há dez anos. Hoje, há presença de empresas nacionais e estrangeiras nos diferentes ramos e modalidades, beneficiando o consumo e a penetração do seguro. Por fim, ele lembrou que a flexibilização das normas de livre mercado no seguro e resseguro ocorreu em ritmo diverso. A do mercado de seguros ocorreu em 1996 e a de flexibilização do resseguro foi regulamentada quase 13 anos depois. 

Paulo Botti foi um dos painelistas e, na sua exposição, demonstrou preocupação com os crescentes repasses ao exterior dos grandes riscos brasileiros. Ele vê nesse processo um gradual enfraquecimento do mercado de seguros. Para ele, isso é fruto da evasão das seguradoras nacionais do segmento de grandes riscos nos últimos anos- o foco delas é hoje o varejo massificado – abrindo caminho para retenções de riscos vultosos decrescentes no mercado brasileiro. 

No Brasil, país cuja abertura do resseguro vai completar em janeiro próximo mais um aniversário, com a regulamentação da Lei Complementar 126/2007, o modelo previa, inicialmente, a retenção de riscos no mercado local – 50% do prêmio excedente ofertado – mas a partir de 2017 a liberdade plena das operações se consolidou, encerrando a cessão obrigatória. 

De lá para cá, as seguradoras locais, inclusive algumas multinacionais sem tecnologias para atuar em grandes riscos, cedem negócios e espaços a conglomerados internacionais, com destaque para operações intragrupos e repasses de responsabilidade diretamente ao exterior, diz Paulo Botti.

Segundo Botti, este movimento aumenta a aceitação e regulação de sinistros no exterior, sendo acompanhado por novas pressões por mais flexibilidade dos resseguros. Na avaliação dele, a consequência disso é um futuro desafiador, acenando para a perda de sentido estratégico das resseguradoras locais, que reduzem sua competitividade pelo peso de impostos, algo que tornará mais racional ter sua base, inclusive no caso do IRB, no exterior.

Um futuro que já parece, aliás, realidade no Peru, onde grande parte dos negócios de riscos vultosos são repassados ao exterior, e as companhias de seguros atuam como meras corretoras, no entender do professor Luis Alberto Meza Carbajal. Ele detalhou de forma crítica as regras que regulamentam as operações de resseguros em seu país, assinalando que o marco do órgão de supervisão do mercado peruano coloca em risco seguradoras e segurados, ao incluir, em seu escopo, atribuições que, a rigor, deveriam ser do Legislativo e ignorar leis que tratam da proteção do consumidor e de abuso econômico. Hoje, segundo Carbajal, parcelas significativas de capitais segurados de empresas públicas e privadas estão resseguradas no exterior e longe da jurisdição peruana, algo que pode impor toda sorte de riscos aos segurados, como prazos de regulação excessivamente alargados e indenizações aquém das perdas, por exemplo.

A advogada Inaê Siqueira de Oliveira propôs novas leis que deem mais transparência às relações entre seguradoras e ressegurados, incluindo informações aos segurados sobre repartição de seus riscos entre esses dois pares do mercado. Ela manifestou clara preocupação com as chamadas Cláusulas de Assistência, Cooperação e Controle de Sinistros (CCCs), que afetam a relação entre segurador e ressegurador e podem produzir desvios nos cursos das liquidações de sinistros.

Além de ver de forma crítica a presença do ressegurador na regulação – este expediente é mais comum em cessões de grandes riscos – Inaê entende que as CCCs abrem espaços para abusos, tendo em vista que, a qualquer momento, as resseguradoras podem assumir o controle total das investigações, perícias e liquidações de quaisquer sinistros notificados, tornando moroso ou incerto o pagamento das indenizações. A seu ver, novas legislações são importantes para cobrir os vácuos legais dessa relação contratual, afastar o risco inesperado de recusa do cumprimento de obrigações assumidas e ampliar a segurança jurídica do resseguro brasileiro. 

O ministro Ricardo Cueva elogiou o notório saber dos participantes do painel, afirmando que as apresentações colaboraram para tornar as operações de seguros e resseguros mais bem entendidas pelo Judiciário.

O II Congresso é organizado pelo Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CJF) e pelo Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), com apoio do Superior Tribunal de Justiça (STJ).