Artigo: O fenômeno da longevidade exige o olhar atento ao futuro

Nilton

Por Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade MAG 

Estamos vivendo cada vez mais, e isso não é uma novidade. Temos acompanhado há mais de meio século o aumento contínuo da expectativa de vida, de acordo com dados e estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o caso brasileiro, mas no mundo inteiro se observa o mesmo fenômeno. 

É bem verdade que, embora estudiosos estejam considerando sobre o eventual impacto da pandemia nos indicadores de sobrevivência, é preciso entender que a pandemia é apenas um retrato, enquanto a demografia deve ser vista como um filme. Isso fica ainda mais claro quando consideramos a rápida resposta da ciência no desenvolvimento de vacinas, visto que em menos de um ano, grande parte do mundo já está vacinado. Não obstante essa discussão, se a pandemia vai alterar ou não os índices de longevidade, precisamos continuar olhando o futuro. 

Se o bônus da longevidade é viver mais, o ônus é representado pela necessidade constante de planejarmos nosso futuro financeiro. Para isso, o primeiro passo é admitir que pensa em longevidade não é coisa do futuro. Trata-se de um processo que deve permear toda nossa vida. Os valores poupados e os juros sobre essa acumulação confirmam essa tese: quanto antes começamos a poupar, mais rápido alcançaremos os nossos objetivos. 

Outro ponto importante para considerar em nossos programas de educação financeira é um olhar sobre tudo o que significa ser previdente e não apenas considerar o propósito de longo prazo, ou seja, as aposentadorias. Nesse cenário de análise não podemos desconsiderar os imprevistos que poderão acontecer durante esse longo caminho, até as aposentadorias. É nesse contexto que o mercado de seguros ganha cada vez mais relevância.  

É imprescindível que as pessoas passem a considerar todos os riscos aos quais estamos expostos: morte prematura deixando dependentes financeiros; invalidez que comprometa a capacidade de gerar renda; e bem-estar, a fim de garantir recursos para viver melhor e com saúde. 

O seguro de vida é a solução para amenizar todos esses riscos. Por meio dele, é possível contar com soluções sob medida, para cada tipo de necessidade, perfil e até mesmo em diferentes condições de saúde e atividades profissionais.  

A compreensão sobre a importância de planejar e preservar o próprio futuro e de suas famílias deve estar cada vez mais presente na nossa sociedade, muito impulsionada por fatores externos, como a pandemia, reforma da previdência, novos modelos sociais e a longevidade. É fundamental, no entanto, transformar consciência em ação, antes que seja tarde demais… 

CNseg: PEC dos Precatórios no Senado e PIB do 3º tri centralizam atenções do mercado

Pedro Simoes, CNseg

O Brasil tem pela frente uma semana cheia de acontecimentos que vão influenciar nas projeções dos indicadores macroeconômicos, que seguem tendência negativa nas últimas semanas, com alta das projeções de inflação e juros e queda das expectativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). 

Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, destaca em sua análise do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, 29, a projeção de inflação em 2021, que subiu pela 34ª semana consecutiva, de 10,12% para 10,15%. Para 2022, também houve elevação, de 4,96% para 5,00%.  “Além de termos encostado pela primeira vez no teto da meta para o ano que vem, permanecem desancoradas das metas em 2023 e 2024″, diz ele. Apesar disso, o ponto-médio das expectativas para a taxa Selic foi mantido em 9,25% ao fim de 2021 e em 11,25% ao final de 2022. “A atividade já em desaceleração tende a exigir um aumento menor dos juros básicos”, afirma.

A projeção mediana para o PIB em 2021 recuou de 4,80% para 4,78%, permanecendo abaixo do crescimento do que já seria garantido pelo carregamento estatístico derivado do desempenho do PIB no primeiro semestre do ano. Isto é, a mediana do mercado embute projeções de queda do PIB no segundo semestre, cujos primeiros dados oficiais, referentes ao terceiro trimestre, serão divulgados pelo IBGE nesta semana. 

Nesta semana, além das notícias sobre a pandemia, com novas medidas restritivas como lockdown em algumas cidades e regiões, a agenda está carregada com temas importantes como a PEC dos Precatórios no Senado, MP do Auxílio Brasil e divulgação do PIB do terceiro trimestre na quinta-feira. “Continua a batalha para aprovar a PEC dos precatórios, já há duas semanas em negociações no Senado. Trata-se de matéria de extrema importância para o governo, que pode mexer com as expectativas”, comenta o economista. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal da CNseg.

Dalve Ortolani é o novo CEO da Howden Re no Brasil

A Howden Corretora de Seguros anuncia a chegada de Dalve Orolani como CEO da Howden Re no Brasil. Com mais de 25 anos de experiência em seguros e resseguros e mais recentemente como CCO e CMO da THB Brokers – uma empresa do Grupo AmWINS – Ortolani, também, ocupou cargos de liderança na Aon e Allianz. 

Sonia Caamano, Co-CEO da Howden Latam, ao lado de Pablo Bores, diz: “Tenho o prazer de receber Dalve na Howden para liderar as operações de resseguro no Brasil, aproveitando o sucesso das nossas entregas aos clientes até o momento. Nosso foco é continuar fornecendo soluções inovadoras como alternativas confiáveis de seguros e Dalve tem ampla experiência em trazer novas possibilidades para o mercado brasileiro”, explica.

Comentando sobre a sua nomeação, Ortolani diz: “É uma grande honra juntar-se a Howden que, sem dúvida, é uma das corretoras mais proeminentes e com expressiva ascensão no mercado global de seguros e resseguros atualmente. A Howden, presente no mercado local desde 2014, quando adquiriu a Corretora Harmonia, fundada em 1981, aposta que o Brasil é um dos principais países para a consolidação da empresa na América Latina e, acima de tudo, é fundamental para o serviço de seus clientes globais, que têm operações no Brasil. Nosso plano de crescimento e expansão para os próximos anos é muito ousado e agressivo. Além do crescimento orgânico de nossa operação, sempre olharemos as oportunidades decorrentes de aquisições e parcerias estratégicas, com empresas que são culturalmente alinhadas a nossa”, finaliza.

Executivos e Susep destacam potencial do Open Insurance em webinar da FGV

Open Insurance FGV Susep

Os dados abertos possibilitam maior conhecimento do cliente e com isso uma oferta assertiva capaz de trazer um universo enorme de pessoas que nunca consumiram seguros para o setor. Este foi o centro do debate promovido pelo Instituto de Inovação em Seguros e Resseguros da FGV, hoje, com a participação dos professores Gesner Oliveira e Goret Pereira Paulo, e Cássio Gama Amaral, do Mattos Filho Advogados, Jorge Sant’Anna, CEO da BMG Seguros, Otávio Damaso, do Banco Central, Vinicius Ratton Brandi e Eduardo Fraga, diretores da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Nem sempre o cliente quer mudar de instituição financeira, mas que receber ofertas mais customizadas”, afirma Damasco, do Banco Central, que afirma que o Brasil está alguns passos a frente de países da Europa em relação ao Open Banking.

Todos afirmaram que as mudanças visam aumentar a base de consumidores de seguros. “A taxa de penetração do seguro auto em relação à frota de veículos pode saltar dos atuais 30% para 50% com o open insurance. Se chego a 50% de penetração no auto há um aumento em R$ 22 bilhões no volume de prêmios e isso mesmo se os preços dos seguros do gênero caírem pela metade”, afirma Sant’Anna.

A primeira fase do Open Insurance começa quando entra em vigor a quarta fase do Open Banking, onde está prevista a inclusão de produtos de seguros em bancos, a partir de dezembro. Depois disso, o setor tem um tempo até setembro para encarar a segunda fase, quando o consumidor poderá autorizar compartilhamento de dados pessoais. Ai em dezembro de 2022 o ciclo de open insurance se completa com a oferta de produtos e vendas por meio do Open Finance.

Hipoteca reversa chega ao Brasil pela fintech LendMe

LendMe hipoteca reversa

O Estadão destaca em reportagem que finalmente chega ao Brasil a hipoteca reversa, que existe nos Estados Unidos desde os anos 60, e é comum na Inglaterra e na Ásia. Para o aposentado, é uma forma de ser reinserido no mercado consumidor. Para o governo, diz Elyseu Mardegan Jr, CEO da LendMe, uma das sete escolhidas pelo Banco Central para fazer parte do Sandbox, é uma maneira de injetar dinheiro e movimentar a economia, em um momento no qual o País enfrenta problemas de desemprego e queda da renda.

Aposentados, com mais de 67 anos e em dificuldades para pagar as contas com os dois ou três salários mínimos que recebem da Previdência, são o público-alvo com o qual a fintech LendMe e o Banco Central (BC) testarão o produto. Nesse tipo de crédito, o imóvel é dado em garantia, mas o usuário não paga prestações pelos recursos tomados. Ao contrário: ele pode receber uma mensalidade, como se fosse um complemento à aposentadoria, calculada sobre o valor do seu imóvel e sua expectativa de vida.

O proprietário do imóvel poderá hipotecar até 50% do valor da moradia e terá três opções: receber uma renda vitalícia (como se fosse um fundo de PGBL); pegar o montante total à vista ou ficar com um porcentual à vista e receber restante a cada mês. A condição é que a pessoa continue morando no imóvel, que é alienado em nome da fintech.

Após a morte do proprietário, a família pode ficar com o imóvel e fazer novo financiamento, ou a fintech pode vendê-lo e repassar parte do valor arrecadado aos herdeiros. Cálculos oficiais indicam que existem no País 5,7 milhões de casas ou apartamentos de pessoas acima de 60 anos cujos valores de mercado, somados, chegam a R$ 800 bilhões. São moradias avaliadas entre R$ 700 mil ou R$ 800 mil.

Proteção veicular é tema de debate no 15º Congresso Brasileiro de Direito do Consumidor

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Fonte: CNseg

O avanço das associações de proteção veicular (as APVs) representa a volta ao passado, como aquele representado pela crise dos montepios entre as décadas 60 e 70; gera risco à imagem institucional do mercado formal, porque os consumidores não sabem distinguir o que é seguro e o que é produto pirata; e, por fim, pode produzir perdas irreparáveis aos consumidores que aderem aos planos oferecidos pelas APVs. 

Foi esse o tema do painel “Seguros e proteção do consumidor”, do 15º Congresso Brasileiro de Direito do Consumidor, que contou com palestras da diretora-executiva da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, e do diretor da Porto Seguro e membro da Comissão de Automóvel da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Marcelo Sebastião. O painel foi presidido por Renata Pozzi Kretzmann, mestre em Direito do Consumidor pela UFRG.

Solange Beatriz explicou que, no plano global, há dois mecanismos legítimos de compra de proteção. Via produtos oferecidos pelas seguradoras formalmente constituídas ou por meio de entidades de mútua legítimas (que são sem fins lucrativos e cujos riscos assumidos são repartidos apenas entre os associados de uma mesma categoria profissional). “Além de leis que disciplinam a atuação das mútuas no exterior, hoje há um movimento global, contínuo e acelerado, de transformação dessas entidades em sociedades anônimas. No Brasil, além de não existir nenhuma lei que planeje recriar as mútuas, as entidades que aqui operam como associações não são seguradoras, não são mútuas, mas um terceiro gênero, completamente ilegal, porque realizam vendas abertas e indiscriminadas de seus produtos. Ou seja, elas não têm caráter associativo, mas sim comercial”, explicou ela.

Em razão disso, da comercialização aberta e ilegal de produtos que imitam seguros, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) solicitou a abertura de mais de 350 ações civis públicas na Justiça nos últimos anos. Ao menos 35 ações já foram julgadas nos tribunais regionais federais ou no Superior Tribunal de Justiça, suspendendo a atividade das entidades de proteção veicular. Doze com trânsito em julgado.

Solange Beatriz afirma que as entidades de proteção veicular precisam seguir as mesmas regras prudenciais das seguradoras, estar submetidas à regulação do Estado, porque não podem continuar infinitamente  “a desrespeitar leis,  normas e princípios que protegem o mercado, o consumidor, a sociedade e o estado de direito”.

No painel, foi dito que, mesmo seguidamente colocadas fora do mercado por decisões judiciais, as associações de proteção apagam “as luzes dos escritórios e abrem um novo CNPJ em outra praça”, retomando a captação de negócios. O resultado disso é que as associações hoje movimentam de R$ 7 bilhões a R$ 9 bilhões por ano, deixam de recolher cerca de R$ 1 bilhão em tributos, e podem desaparecer da noite para o dia, lesando um sem-número de consumidores, porque não há qualquer legislação para ampará-los.

Pelas contas de Marcelo Sebastião, há cerca de 700 entidades de proteção presentes no mercado brasileiro atualmente, tendo como berço o estado de Minas Gerais, seguido pelo Rio de Janeiro, São Paulo e demais estados. Além de negócios no ramo de automóvel, constata-se a presença irregular das associações nas vendas de coberturas de residência, saúde e de previdência mais recentemente.

MAPFRE registra o dobro da arrecadação em prêmios nos seguros agrícolas

Fonte: Mapfre

De janeiro a outubro deste ano em comparação ao mesmo período de 2020, a MAPFRE atingiu 100% de crescimento em prêmios nos seguros agrícolas, ou seja, o dobro do registrado anteriormente. Os principais fatores que justificam esse aumento são a alta do preço dos grãos no decorrer de 2021 – que elevou o valor do risco das lavouras – e a consciência dos produtores rurais, que a cada safra têm compreendido que o seguro é um importante mitigador para perdas severas na agricultura pela ocorrência cada vez mais frequente de eventos climáticos catastróficos. 

A safra de inverno neste ano foi muito afetada por eventos climáticos, contudo, diversos produtores rurais das principais regiões do País estavam cobertos. Constatamos que os seguros que tiveram aumento nas contratações foram os de grãos no produto de colheita Garantida, que garantem indenização em caso de perda de produtividade em decorrência de eventos como seca, granizo, chuva excessiva, geadas e vendaval, eventos que acontecem frequentemente durante o período de produção”, explica Catia Rucco Rivelles, superintendente de Seguros Agrícolas da MAPFRE. 

As lavouras de soja representaram 45% do aumento observado pela companhia no período, enquanto os cultivos de trigo, milho, uva e café, juntos, atingiram 40%. Os produtores rurais do Paraná foram os que mais contrataram os seguros agrícolas, seguidos pelos do Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. 

De acordo com Rivelles, os seguros agrícolas deverão atingir números ainda mais expressivos em 2022. “Como tendência para o próximo ano, acreditamos que as culturas de milho 2° safra, trigo e café terão um crescimento significativo devido ao preço dos grãos que novamente estão batendo recordes históricos”, prevê a executiva. 

Fenaprevi e IBA assinam convênio e oficializam parceria de cooperação técnica

Fonte: Fenaprevi

A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi e o Instituto Brasileiro de Atuária – IBA celebraram nesta segunda-feira (29) a assinatura de um convênio que oficializa a parceria entre as duas instituições para a troca de expertises e colaboração em discussões técnicas, no desenvolvimento de pesquisas, estudos e o intercâmbio de informações visando contribuir para o aperfeiçoamento do setor de seguros de pessoas e de planos de previdência privada no País. 

Segundo Carlos de Paula, a parceria é mais uma das conquistas da agenda de reposicionamento da entidade, que está empenhada em atender às novas demandas das associadas e dos brasileiros. “Um dos nossos principais objetivos é estabelecer interações mais profundas com as instituições com as quais nos relacionamos. O convênio com o IBA celebra a demonstração da capacidade de juntos promovermos sinergias pelo bem comum”, comemora o diretor-executivo da Fenaprevi. 

Para Leticia Doherty, trata-se de uma iniciativa ‘ganha-ganha’. “Tenho certeza de que com esse convênio quem mais ganha é a nossa comunidade”. Ela comenta que nos tempos em que participou da Comissão Atuarial da Fenaprevi pôde comprovar a relevância dada pelos órgãos reguladores à Federação.  “No IBA entendemos e corroboramos a ideia de que parcerias estratégicas, além de necessárias, fazem toda a diferença. A união faz a força”, enfatiza presidente do Instituto. 

A presidente da Comissão Atuarial da Fenaprevi, Celina da Costa, considera o convênio essencial rumo ao aprofundamento técnico de questões relevantes para o mercado. “Temos os estudos das tábuas de mortalidade e invalidez; a sobrevida dos aposentados e outros assuntos de impacto como os reflexos da Covid-19 que afetam a precificação de nossos produtos”.  

Carlos de Paula acrescenta que o apoio qualificado dos  atuários será de fundamental importância em relação às discussões junto aos poderes Executivo,  Legislativo e  Judiciário. “Vivemos em um Brasil com vários desafios de ordem demográfica, social e econômica, sem falar nos efeitos decorrentes da crise sanitária. Juntos seremos mais fortes e enfrentaremos com maior vigor estas agendas de discussões”.  

O diretor-executivo encerra antevendo as conquistas que surgirão do trabalho conjunto. “Visualizamos as imensas contribuições que irão surgir dessa parceria e ficamos felizes pela Fenaprevi estar cumprido a missão a que se propõe: representar os interesses das nossas associadas e colaborar para a evolução socioeconômica do País”. 

Confira a íntegra da reunião em https://www.youtube.com/watch?v=WHZNrndhfYI.  

Digital Week da SulAmérica impacta mais de 1.400 colaboradores

Fonte: SulAmérica

Entre os dias 17 e 19 de novembro, a SulAmérica promoveu a “Digital Week 3.0 – a transformação digital é nossa”,  com o objetivo de incentivar a cultura digital entre seus colaboradores. A terceira edição do evento contou com mais de 1,4 mil acessos, mais de 13 horas de conteúdo ao vivo e 16 atividades em formatos diversos, como palestras, podcasts (SulaCast), premiações e até um pocket show virtual com happy hour

Neste ano, entre as novidades, o evento contou com plateia virtual e acessibilidade a pessoas com necessidades auditivas, com audiodescrição e tradução em libras em todas as palestras. E para quem perdeu algum conteúdo apresentado, a partir de agora, todos poderão ser acessados por meio da plataforma interna de aprendizagem (Degreed) da SulAmérica, a SulaAprende. 

“A Digital Week 3.0 é mais uma prova de como somos uma nova SulAmérica, mais figital, inclusiva e colaborativa. Eu digo que trabalho numa ‘jovem empresa’ de quase 126 anos. É uma empresa que já passou por várias transformações ao longo de sua trajetória de sucesso e, desde 2015, a companhia vem evoluindo e acelerando sua jornada de transformação digital”, comentou Alexandre Putini, diretor de Inovação, Transformação Digital e Advanced Analytics da SulAmérica. “Não tem transformação digital e inovação, sem diversidade. Transformamos de forma colaborativa com as pessoas”, completou. 

A edição 2021 do evento teve ainda a participação de especialistas como Flávio Tavares (Welcome Tomorrow), Renan Hannouche (Gravidade Zero), Grazi Mendes (ThoughtWorks), Rosa Alegria (Teach for the Future), Bruno Pina (Distrito), Flávia Albo e Bárbara Aguirre (Chazz), entre outros influenciadores do mercado, além dos próprios executivos e alguns colaboradores da SulAmérica. Os temas debatidos pelos palestrantes foram desde diversidade, inclusão e sustentabilidade até o futuro das inovações no mercado e as oportunidades com a transformação digital. 

“Nosso objetivo com a Digital Week foi buscar discutir a importância da tecnologia para proporcionar a melhor experiência para colaboradores, clientes e parceiros com foco no aprendizado contínuo, experimentação e inovação colaborativa. Esses são os desafios fundamentais para as jornadas de transformação digital e cultural na SulAmérica”, conclui Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica. 

ENS e Sistran lançam ALEXA Guru de Seguros

A Escola Nacional de Seguros (ENS) em parceria com a Sistran Brasil lançou a ALEXA Guru de Seguros. “Nasce uma nova parceria, na qual juntamos tecnologia e conteúdo. O Guru, que terá um mecanismo de atualização semelhante ao do Wikipedia, se tornando uma espécie de Insurepedia, vai aculturar cada vez mais o consumidor e a Escola participa como uma curadoria, para qualificar o mais poderoso assistente virtual que vocês podem ter. É a ENS mais uma vez atuando no sentido de capacitar, de maneira contínua”, anunciou o diretor da ENS, Tarcísio Godoy.

Inicialmente, estão disponíveis mais de 250 perguntas e respostas, sobre os mais diversos temas do segmento. “Por meio da voz, o usuário pode conversar com o dispositivo e a ALEXA traduz o comando, retornando de maneira que o contexto seja coerente. Dessa forma, o corretor tem uma série de informações relevantes para o seu dia a dia”, explicou Marcio Paes.

Godoy afirmou que, atualmente, 82% das pessoas em todo o mundo realizam pesquisas por meio da ALEXA. Outros 28% já efetuam transações bancárias pelo dispositivo e 70% gostariam de substituir atendentes de call center por ALEXAS. “A ALEXA não dorme, não come e não fica de mau humor. Ela jamais vai fazer o que um homem faz, mas será o assistente mais eficiente”, ressaltou o diretor.

Disponível em mais de 150 dispositivos, a assistente virtual poderá auxiliar em dúvidas e oferecer desde informações específicas sobre contratos, como apólices, gamificação e comissionamento, até orientações sobre cursos de formação, treinamentos e dados gerais sobre seguros. “Quais os documentos que faltam? Qual o status do sinistro? Tudo isso pode passar pela ALEXA”, destacou o CEO da Sistran, Márcio Paes.

Paes pontuou ainda que o Guru oferece informações para que o corretor possa se preparar antes de um atendimento ao cliente, imprimindo mais agilidade e resultado à operação. “Ela está disponível para que o profissional possa trabalhar em vários momentos. Um dos objetivos é ajudar na assertividade, na interação com o segurado e com a seguradora”. “Com a tecnologia da Sistran e o conteúdo da Escola, só poderíamos ter à disposição um projeto maravilhoso com esse. Gostando ou não, a automação já é uma realidade, benéfica para o corretor e, consequentemente, para o mercado”, finalizou Paes.